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Caving

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Caving é um esporte radical baseado na aventura em cavernas, explorando o ambiente úmido e escorregadio, descobrindo novas galerias, superando obstáculos como rios, lagos, fendas estreitas, etc.

Tudo isso com muita radicalidade e contato com a natureza.

Surgiu da Espeleologia, que é a ciência que estuda os ambientes subterrâneos, e foi desenvolvida a partir da experiência de cientistas que a estudavam.

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Boca da Gruta do Lago Azul

Para praticar é necessário ter bom preparo físico, e dependendo do tipo do caminho a ser percorrido, também é necessário um conhecimento básico de natação (para superar os rios e lagos) e conhecimento de técnicas de descida e ascensão em corda (para superar obstáculos).

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Raio de sol invade a gruta

A segurança é muito importante como em todos os esportes de aventura, alguns equipamentos são indispensáveis dependendo do local a ser praticado: macacão de preferência de neoprene, moletom ou casaco; capacete, lanterna de cabeça, lanterna de mão à prova d’água, calçado com sola antiderrapante de preferência semi-impermeáveis, mochila com suprimentos e kit de primeiro socorro.

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Primeira visão do Lago Azul

Para quem se interessou pelo esporte, a famosa Gruta do Lago Azul, localizada na Serra da Bodoquena, a 22 km de Bonito, é uma ótima pedida para ter uma idéia inicial do esporte, pois tem uma infra-estrutura preparada para receber turistas do mundo todo e não requer nenhum conhecimento prévio.

Para chegar na gruta temos que fazer uma caminhada de 250m até a boca da gruta, a partir daí o uso de tênis com sola de borracha e capacete são obrigatórios, e começamos os 100m de descida já dentro da Gruta.

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Aventureiros se aproximam do Lago Azul

Na descida ficamos curtindo aquela paisagem desconhecida enquanto o guia explica que a gruta foi formada pela infiltração da chuva no solo que em contato com um lençol freático fez aumentar a pressão da água, provocando a formação da cavidade; E que essa constante infiltração associada ao calcário do solo da região formou estruturas chamadas de espeleotemas, que são as estalactites e estalagmites.

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Cores e formas

Após alguns minutos avista-se um lago de águas intensamente azuladas. Ninguém sabe ao certo de onde vêm suas águas, acredita-se na existência de um rio subterrâneo que alimenta o lago que dá nome a gruta.

O lago Azul possui esse nome devido à transparência da água (a máxima possível em água doce) e ao excesso de magnésio, um mineral que iluminado pelo Sol revela um brilho azulado. A profundidade chega a aproximadamente 90m e a caverna está, na sua maior parte, dentro do lago.

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Curtindo o visual

Uma curiosidade impressionante são as estalactites escalonadas que seguem na direção da luz descendo do teto em diagonal, em realidade essas estalactites estão em pontos mais úmidos do teto e contém fungos que buscam a claridade e carregam a água com resíduos de calcário junto.

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O tamanho das estalactites impressionam

Embora na Gruta do Lago Azul não apresente as dificuldades e os obstáculos que os esportistas mais arrojados buscam, ela apresenta muitas belezas a serem contempladas.

Não esqueçam, o respeito a natureza é o melhor esporte.

Para poder registrar imagens no interior da gruta com o tripé foi necessário uma autorização prévia da prefeitura de Bonito, pois existe todo um cuidado com a preservação das formações calcárias e do próprio lago.

Caving – Cavernas

Trata-se da atividade esportiva ligada às cavernas e pode ser traduzida como exploração de cavernas.

Consiste em descer abismos, explorar fendas estreitas, rastejar por condutos apertados e nadar em rios subterrâneos, procurando descobrir novas galerias e salões nas cavernas.

Muito praticada em outros países como França, Itália e Austrália, no Brasil nasceu como um braço da espeleologia.

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Caving – Cavernas

Os praticantes devem ter um bom preparo físico para suportar as longas jornadas dentro dacaverna. Saber nadar, ter conhecimentos de auto-resgate, primeiros socorros e técnicas de descida e ascenção em corda são muito importantes.

Os melhores locais para a prática do Caving são o PETAR em São Paulo, Bonito no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia e Minas Gerais.

Não deve-se aventurar pelas cavernas sem a companhia de um guia experiente e sem equipamentos de segurança e de iluminação adequados.

A melhor maneira de começar é procurando um espeleo grupo e aprendendo com os mais esperientes.

Espeleologia

Caving

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Caving – Cavernas

O termo espeleologia deriva do grego “spelaion” – caverna, e “logos” – estudo.

Segundo BernardGéze (1968), a “espeleologia é a disciplina consagrada ao estudo das cavernas, sua gênese e evolução, do meio físico que elas representam, de seu povoamento biológico atual ou passado, bem como dos meios ou técnicas que são próprias ao seu estudo”.

Por esta definição fica claro que a espeleologia tem um caráter científico interdisciplinar, ao mesmo tempo que é também uma atividade esportiva.

“O espeleólogo, no sentido mais global do termo, deve portanto ser um cientista ou um técnico especializado que, além de dominar seu campode pesquisa ou atuação, possua a destreza, a persistência e o preparo físico de um esportista. sua meta é o desconhecido, sua finalidade o conhecimento”. (Clayton F. Lyno, 1989)

Os primeiros estudos em cavernas no Brasil se iniciaram com o dinamarquês Peter Wilhelm Lund, entre 1835 e 1844. Seus estudos em Lagoa Santa, MG levaram ao descobrimento de fósseis pertencentes ao “Homem da Lagoa Santa” raça que habitou as cavernas de Minas Gerais há milhares de anos atrás, além de reunir uma das maiores coleções fósseis da época.

O primeiro levantamento sistemático de cavernas em São Paulo, deu-se entre 1895 a 1906, naregião de Iporanga, pelo alemão Ricardo Krone. Além dos estudos paleontológicos para o Museu Paulista, Krone dedicou-se a estudos arqueológicos (sambaquis) e etnográficos no sul de São Paulo. Coube à ele o primeiro cadastro espeleológico do país, com 41 cavernas descritas no Alto Vale do Ribeira.

Na década de 50 vários profissionais chegam ao Brasil à trabalho e começam a difundir a espeleologia, principalmente os franceses. Em 1959, chega ao Brasil o engenheiro Michel Le Bret, que imediatamente se incorpora ao já existente CAP – Clube Alpino Paulista e incentiva a criação do seu departamento de espeleologia.

Juntamente com outros espeleólogos europeus como Peter Slavec, Pierre Martin e Guy Collet e brasileiros como José Epitácio Guimarães, Pedro Comério, Luis Carlos de Alcântara Marinho, Salvator Licco Haim, Geraldo Bergamo Filho, além de outros, a espeleologia brasileira alcança um alto nível técnico e várias pesquisas são desenvolvidas.

Foram retomados os trabalhos de Krone no Vale do Ribeira e em 1964 se realiza o primeiro Congresso Brasileiro de Espeleologia, na Gruta Casa de Pedra em Iporanga. Em 1969, após três congressos, foi criada a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE). A partir de década de 70 são criados diversos grupos de espeleologia.

Dos grupos que se destacaram vale a pena citar o “Grupo Opiliões”, o “Grupo Bagrus” e o CEU –Centro Excursionista Universitário, da USP. Atualmente, destaca-se o Grupo Pierre Martin de Espeleologia, o Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas, a Trupe Vertical, o Espeleo Grupo Monte Sião, GEEP Açungui do Paraná e outros grupos que nos últimos anos têm desenvolvido explorações e descobertas importantes para a nossa história espeleológica.

A espeleologia brasileira é uma das mais organizadas e desenvolvidas do mundo, atualmente são mais de 1200 sócios da SBE distribuídos em quase cem grupos espeleológicos, com mais de 2500 cavernas cadastradas, este número representa pouco mais de 5% do potencial espeleológico.

Caving
Caving – Cavernas

O IBAMA criou um departamento que cuida exclusivamente dos assuntos espeleológicos, o CECAV que vem trabalhando conjuntamente com a SBE.

Os poderes públicos e a população em geral estão se conscientizando da importância da preservação da natureza e em especial das cavernas.

Fonte: www.queb.com.br/www.caving.com.br

Caving

Caving é o esporte onde o praticante visita as cavernas para contemplar suas formações e belezas, num mundo subterrâneo de surpresas onde encontramos vários tipos de animais, plantas, formações de rochas sedimentares, rios e cachoeiras…

Para praticar o Caving é necessário estar com um guia experiente e equipamentos de proteção como: capacetes, lanternas elétricas ou de acetileno e um calçado resistente.

História

Há milhares de anos atrás, o homem já demonstrava grande interesse pelas cavernas. Não para estudos e pesquisas, mas sim como abrigo e moradia. Hoje o homem se volta para as cavernas com o objetivo de estudá-las e preservá-las.

É o caso da ESPELEOLOGIA, atividade interdisciplinar com metodologia e fins específicos voltados ao estudo de cavernas e cavidades naturais, tendo como objetivo, a exploração, pesquisa, documentação e preservação das cavernas.

Mas existem pessoas que se interessam apenas pela aventura de explorar cavernas, sem qualquer fim científico.

Para isto foi criada uma atividade chamada CAVING ou CAVERNISMO; uma forma de explorar as cavernas não tendo como prioridade a ciência mas sim a pura aventura de percorrer lugares ainda pouco acessíveis à maioria dos homens.

Mas para os mais experientes o CAVING e a ESPELEOLOGIA são atividades únicas onde a ciência e adrenalina se fundem em uma só prática.

Os praticantes do CAVING necessitam de um treinamento introdutório onde são passadas informações básicas sobre as origens das cavernas, os animais, a identificação e formações dos espeleotemas (Estalactites, estalagmites, travertinos, cortinas, pérolas, escorrimentos, e muitos outros) sem falar dos perigos que habitam este mundo magnífico e ao mesmo tempo inóspito.

O que é

Trata-se da atividade esportiva ligada às cavernas e pode ser traduzida como exploração de cavernas.

Consiste em descer abismos, explorar fendas estreitas, rastejar por condutos apertados e nadar em rios subterrâneos, procurando descobrir novas galerias e salões nas cavernas.

Muito praticada em outros países como França, Itália e Austrália, no Brasil nasceu como um braço da espeleologia.

Os praticantes devem ter um bom preparo físico para suportar as longas jornadas dentro dacaverna.

Saber nadar, ter conhecimentos de auto-resgate, primeiros socorros e técnicas de descida e ascenção em corda são muito importantes.

Os melhores locais para a prática do Caving são o PETAR em São Paulo, Bonito no Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia e Minas Gerais.

Não deve-se aventurar pelas cavernas sem a companhia de um guia experiente e sem equipamentos de segurança e de iluminação adequados.A melhor maneira de começar é procurando um espeleo grupo e aprendendo com os mais esperientes.

O que é caving: ciência e aventura na exploração de cavernas

Uma mistura de esporte de ação com ciência. Isto é o Caving, atividade de exploração de caverna que envolve o estudo de cavidades naturais (cavernas, grutas, abismo) e as técnicas usadas para tanto (mergulho, rapel, canyoning).

O Caving é uma variante da Espeleologia. Enquanto este último é primeiro é mais voltado para a área científica, em que inúmeros profissionais (biólogos, geólogos, engenheiros, químicos etc) desenvolvem pesquisas e aprofundam seus estudos, o Caving é mais direcionado para a área técnico-esportiva, buscando prospecção e exploração de cavernas através de documentação, fotografia, logística e, é claro, esportes de aventura.

O Brasil possui um excelente campo para a Espeleologia: são mais de 3.000 cavernas cadastradas. Pode parecer muito, mas esse número representa pouco mais de 5% de todas as cavernas brasileiras (95% ainda espera ser descoberta e documentada).

Ao mesmo tempo em que são fascinantes e despertam o espírito de aventura em muitos praticantes, as cavernas são ambientes muito perigosos. Corredores estreitos, pedras soltas e solo úmido são o cenário propício para acidentes.

Por isso é importantíssimo só se aventurar em uma caverna com a companhia de um guia experiente e com equipamentos de segurança e de iluminação adequados. Outra boa dica para quem quer começar na atividade é procurar um grupo de espeleologia (espeleo-grupo), que existem espalhados pelo país inteiro.

De qualquer forma, quem quiser explorar cavernas deve estar dispostos a transpor difíceis obstáculos no escuro, realizar subidas e descidas através de cordas, atravessar pequenos (ou grandes) lagos, e se encontrar com o desconhecido – nunca se sabe exatamente o que aguarda no interior de uma caverna.

Mas o ponto principal é ter consciência ecológica e querer conhecer mais sobre a formação e o desenvolvimento das cavernas, assim como sua delicada e exuberante fauna e flora.

Caving
Caving – Cavernas

Equipamentos utilizados:

Ascensor: Empregado para auto-segurança e deslocamento em corda fixa, esse equipamento é utilizado em cordas e quando fixado desliza em um único sentido
Botas:
De preferência de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água, com boa resistência à abrasão.
Cabo solteiro:
Corda dinâmica de 3,5m – 9,5mm utilizada para auto-segurança.
Cadeirinha:
Envolvem o quadril e as coxas para fixação de cordas e demais equipamentos de segurança no momento da descida ou subida dentro das cavernas, em paredes íngremes. São constituídas basicamente de fitas tubulares com costuras reforçadas.
Capacete:
De uso obrigatório, sua função básica é proteger de pedras soltas.
Carbureteira:
Utilizado para iluminação, produz o acetileno a partir de pedras de carbureto em reação com a água.
Cordas:
Pode servir como sustentação em escaladas e necessita ser resistente à abrasão. Normalmente utilizadas cordas simples de 10,2 a 11 mm de diâmetro.
Descendor:
Utilizado para descer deslizando pela corda
Fitas:
As fitas são cortadas em diferentes tamanhos, de acordo com sua finalidade, e podem ser usadas para segurança, fixação e ancoragem.
Freios:
Peças metálicas de diferentes tipos (oito, magnone, ATC, stop), com a função de controlar a descida do escalador na corda
Head Lamp:
Lâmpada utilizada sobre o capacete para iluminar o caminho.
Kit de grampeação:
Usado para fixar os grampos e possibilitar a escalada, contém martelo, batedor, plaquetas e spits de 8mm.
Lanterna:
Para facilitar o deslocamento dentro do ambiente escuro das cavernas, devem ser de preferência à prova d’água.
Luvas:
De preferência de neoprene, para proteger as mãos durante o deslocamento.
Mochila:
Para carregar o equipamento, normalmente são utilizadas mochilas de 25 a 35 litros.
Mosquetão:
Peça metálica em formato de elo com uma parte móvel (lingüeta) que se fecha com a ação de uma mola interna. São fabricados em vários formatos, cada um com uma aplicação específica.
Roupa:
De neoprene ou macacão, além de ajudar na mobilidade, protege do atrito com as pedras e também do frio de algumas cavernas.

Não esqueça os equipamentos

Cabo solteiro para auto-segurança: corda dinâmica de 3,5m – 9,5mm;
Calçado:
botas de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água, que não só protegem das pedras e da umidade, mas também evitam escorregões;Capacete: equipamento de uso obrigatório;
Carbureteira:
recipiente que produz o acetileno a partir de pedras de carbureto em reação com a água controlada, utilizada para iluminação.
Cinto, cadeirinha e peitoral, para sustentar o atleta durante a escalada;
Corda do tipo estática, para sustentação em escaladas;
Fitas:
tiras de material sintético unidas de modo a formar um anel, usadas para segurança, fixação e ancoragem;
Freios:
peças metálicas de diferentes tipos (oito, magnone, ATC, stop), com a função de controlar a descida do escalador na corda;
Kit de grampeação:
martelo, batedor, plaquetas, spits de 8mm. Usado para fixar os grampos e possibilitas a escalada.
Lanterna à prova d’água;
Luvas de neoprene;
Mochila estanque ou vazada, para carregar o equipamento;
Mosquetão (peça metálica em formato de elo com uma parte móvel (lingüeta) que se fecha com a ação de uma mola interna);
Roupa de neoprene ou macacão.

Outros acessórios indispensáveis são as roldanasde sobrevivência, kit de primeiros, proteções de corda, cordeletes 6mm, malhas rápidas P15, head lamp, manta socorros, apito FOX 40; canivete e proteção para mapas.

Fonte: www.cat.tur.br/360graus.terra.com.br

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