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Windsurf

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Os inventores do Windsurf foram o casal Newman e Naomi Darby.

Na época ainda namorados, Newman velejador de barco e Naomi canoísta, residentes na Flórida, em 1963 desenvolveram o primeiro protótipo de windsurf, incentivados por um desejo de Naomi em possuir uma vela em sua canoa para se locomover mais rápido.

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No entanto, o casal, mesmo diante de um invento que futuramente iria revolucionar o esporte a vela, não foi feliz na receptividade da sua criação. Mesmo com um bom investimento em marketing, porém mal direcionado e a montagem de uma fábrica, a burocracia e os custos com advogados, fizeram com que eles desistissem mesmo antes de conseguirem patentear o invento.

No final da história, quem levou todo o mérito foram, Jim, engenheiro aeroespacial e o velejador Hoyle, empresário e surfista.

Baseados num conceito um pouco diferente do invento dos Darbys e com mais recursos financeiros, no final de 1968, Schweitzer requereu a patente do novo equipamento esportivo chamado Windsurf a qual conseguiu após 13 anos de justiça.

No início, um dos problemas para concretizar a idéia, estava em como conciliar o movimento da vela com a direção da prancha. Até que perceberam que qualquer barco poderia ser controlado sem o uso do leme, somente com a ação da vela e que uma prancha de surf pode ser direcionada apenas com a ação do movimento do corpo.

Com esses conceitos na mente, Drake ficou responsável pelo desenvolvimento da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha. A primeira prancha de Schweitzer, chamada de SK-8s, foi feita em fiberglass.

No entanto esse tipo de material foi considerado muito caro na época. À procura de outras alternativas, Schweitzer descobriu um polyetileno da Dupont, utilizado na construção do Frisbee (aquele disquinho voador esportivo), que se mostrou ideal para a construção de sua prancha de Windsurf.

O departamento de publicidade da Dupont se encarregou de divulgar o novo equipamento pelo mundo. Logo foram criadas as primeiras escolas na Alemanha, entre elas a International Windsurfer Schll, que utilizava um simulador na terra, onde os alunos praticavam o esporte a seco.

O primeiro grande resultado positivo aconteceu no início da década de 70, quando a Tencate, empresa do setor Têxtil, comprou a licença para fabricar o Windsurf na Holanda. A empresa holandesa aliada a I.W.S.,transformou o novo esporte num grande sucesso. Entre 1973 e 1978 foram comercializadas cerca de 150.000 unidades, o que fez com que várias empresas viessem a produzir o Windsurf em todo o mundo. Numa reunião realizada em Moscou, o Comitê Olímpico Internacional aceitou o Windsurf para participar das Olimpíadas de 1984, quando foi definitivamente aceito como esporte olímpico.

Klaus Peters-SP, Marcelo Aflalo-SP e Leonardo Klabin- RJ, foram os pioneiros do windsurf no Brasil.

O paulista Fernado Germano foi quem realmente trouxe a primeira prancha de windsurf para o Brasil. A rede Globo, com a novela Água Viva, foi a responsável pela febre do Windsurf no Brasil nos anos 70.

A modernização dos equipamentos, principalmente após 1988 e o desenvolvimento paralelo tecnológico, criaram uma nova modalidade chamada Funboard. A Funboard se popularizou muito mais rapidamente que o Windsurf tradicional, praticado nas Olimpíadas, pois os equipamentos são muito mais ágeis, velozes, leves e coloridos, o que possibilita uma criatividade muito grande e a invenção constante de novas manobras.

A classe funboard é subdividida em race e wave, e é justamente esta, a segunda, que impressiona e atrai um grande contingente de novos adeptos ao mundo do Windsurf.

O primeiro grande ídolo do esporte internacional foi o americano Roby Naish penta campeão mundial e figura muito carismática que é considerado o embaixador do Windsurf. Deixando de lado a extenuante competição anos a fio ganhando inúmeros campeonatos mundiais, retirou-se das competições para praticar o windsurf apenas por diversão.

História

Um pouco de surf, um pouco de vela.

Esse é o windsurf, um esporte olímpico que pode ser praticado em qualquer lugar e que por essa facilidade vem atraindo um grande número de novos praticantes.

O esporte tem grande aceitação por ser uma alternativa tanto para surfistas, que em dias de ondas fracas podem surfar, tanto para os velejadores, que em dias de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical.

Hoje em dia o esporte tem grande espaço na mídia, devido a sua beleza e plasticidade. Toda essa divulgação só facilita o crescimento da modalidade. As competições possuem várias modalidades de windsurf, desde as mais radicais, como o Freestyle e Wave, até as mais tradicionais como a Classe olímpica e Slalom.

O windsurf por ser um esporte radical requer cuidado. A responsabilidade é antes de tudo o maior item de segurança. Respeite sempre seus limites e os da natureza. A utilização correta dos equipamentos de segurança diminui em muito o risco de acidentes.

Para iniciar a prática do esporte a idade mais comum é entre 8 e 9 anos. A partir daí, o atleta já possui um peso suficiente para controlar a vela. Outro ponto importante para quem pretende iniciar no esporte é procurar um instrutor ou escola especializada, pois além de tirar todas as dúvidas auxiliam o praticante na hora da prática. Para quem já tem uma noção do surf ou da vela fica mais fácil à iniciação, pois no windsurf as noções são basicamente a mistura desses dois esportes.

Windsurf
Windsurf

Equipamentos

O conjunto dos materiais para a prática do windsurf é chamado de rig. A evolução do esporte nas últimas décadas proporcionou grandes mudanças nos tipos de materiais utilizados e o rendimento do equipamento cada vez é maior.

A qualidade dos equipamentos é fundamental. Um bom equipamento além de propiciar ao atleta uma melhor eficiência no esporte, ainda evita lesões e outros problemas como a deterioração rápida do equipamento.

A vela funciona como um motor. É ela que tem a função de captar o vento e mover a prancha. Para a proteção da vela o rig conta com uma retranca. É ela quem mantém o formato da vela e dá a direção para a prancha. O mastro também tem a função de manter o formato da vela.

E a extensão que é utilizada para estender o mastro para a medida certa. Além disso o velejador deve contar com capacete, colete ou flutuador, roupa de neoprene para os dias mais frios, leash, capas de proteção e transporte do equipamento, cabo de puxar vela (puxão), luva, gancho e trapézio de cintura.

Manobras do Windsurf

Aerial Jibe – o velejador salta sem soltar os pés das alças, gira a prancha em 180º e vira a vela no ar.
Back Loop –
o atleta dá um loop para trás.
Body Drag –
o velejador tira os pés da prancha e arrasta-os na água, retornando à posição inicial.
Jump Jibe –
quando a troca da direção da prancha é feita no ar.
Loop –
uma volta completa com a vela no ar.
Push Loop –
um Back Loop contra o vento.
Table Top –
o velejador dá um salto e deixa a prancha horizontal ao mar.

Dicas

Como o custo do material é relativamente alto para os padrões nacionais, experimente o windsurf antes de investir o dinheiro em material.
A segurança é fundamental e deve ser seguida sempre. Por se tratar de um esporte radical os perigos estão presentes. Não dê chance ao azar.
Procure sempre um instrutor ou escola especializada para começar o esporte, pois só desse modo todas as suas dúvidas serão sanadas.
Respeite sempre a natureza. Nunca subestime os ventos nem o mar. Quando não tiver segurança para praticar o windsurf, não pratique.
Quando começamos a velejar de Windsurf achamos que planar é difícil mas, é exatamente o contrário do que pensamos. Os equipamentos do Windsurf moderno são construídos para o planeio e a cada ano estão ficando mais eficientes para isto.
Planar é apenas um pequeno passo do velejo em ventos fracos, a única diferença é a velocidade que estamos, realmente no início você poderá sentir um frio na barriga.

Para iniciar o planeio é necessário basicamente de:

1. Vento de acordo com o equipamento,
2.
Dominar o velejo em ventos fracos (posição de velejo). A postura de velejo é importantíssima para iniciar o planeio, quanto mais estendido estiverem as costas, braços e pernas mais eficiente será a força aplicada à vela e sua distribuição para que impulsione o equipamento para frente.

Nunca veleje sozinho no mar. Use sempre colete de baixa flutuação. Lembre-se que a prancha é seu melhor salva-vidas. Nunca se separe dela dentro d’água.
Sem preferência, manobre com antecedência e com definição.
Mesmo com preferência, evite sempre acidentes.

Fonte: 360graus.terra.com.br/Associação Brasielira de Windsurf

Windsurf

História do Windsurf

A origem do windsurf está diretamente ligada ao casal Newman e Naomy Darby. A idéia de criar o primeiro modelo do que depois viria a ser chamado de windsurf foi desenvolvida por eles.

A remadora Naomy foi a primeira pessoa a ser fotografada com uma prancha de windsurf.Porém não foi nessa época que o esporte se tornou popular.

Devido aos altos custos para a fabricação das pranchas, foram suficientes para que o casal abandonasse a idéia.

Os amigos Hoyle Schweitzer e Jim Drake, quatro anos mais tarde resolveram unir as características do surf com o velejo e possibilitar o surf em lagos ou em praias sem ondas. Os dois desenvolveram conceitos que são aplicados até hoje.

Em 1968 eles patentearam este equipamento chamado de windsurf. A partir daí o esporte começou o seu desenvolvimento.

Em 1973 foi produzida a primeira prancha em série. Depois disso, o sucesso foi tão grande que em 1984 o esporte já estava participando dos Jogos Olímpicos.Hoje em dia as competições são organizadas pela PWA Professional Windsurf Association, que determina todas as regulamentações do esporte.

O Windsurf

Um pouco de surf , um pouco de vela. Esse é o windsurf, um esporte olímpico que pode ser praticado em qualquer lugar e que por essa facilidade vem atraindo um grande número de novos praticantes.

Apesar do pouco tempo desde sua criação, aproximadamente 25 anos, o esporte tem grande aceitação por ser uma alternativa tanto para surfistas, que em dias de ondas fracas podem surfar, tanto para os velejadores, que em dias de ventos fracos podem praticar um esporte mais radical.

Hoje em dia o esporte tem grande espaço na mídia, devido a sua beleza e plasticidade. Toda essa divulgação só facilita o crescimento da modalidade.

As competições possuem várias modalidades de windsurf, desde as mais radicais, como o Freestyle e Wave, até as mais tradicionais como a Classe olímpica e Slalom.

Dicas e curiosidades

Como o custo do material é relativamente alto para os padrões nacionais, experimente o windsurf antes de investir o dinheiro em material.A segurança é fundamental e deve ser seguida sempre. Por se tratar de um esporte radical os perigos estão presentes. Não dê chance ao azar.

Procure sempre um instrutor ou escola especializada para começar o esporte, pois só desse modo todas as suas dúvidas serão sanadas.Respeite sempre a natureza.

Nunca subestime os ventos nem o mar. Quando não tiver segurança para praticar o windsurf, não pratique.

Equipamentos do Windsurf

O conjunto dos materiais para a prática do windsurf é chamado de rig. A evolução do esporte nas últimas décadas proporcionou grandes mudanças nos tipos de materiais utilizados e o rendimento do equipamento cada vez é maior. A qualidade dos equipamentos é fundamental.

“Um bom equipamento além de propiciar ao atleta uma melhor eficiência no esporte, ainda evita lesões e outros problemas como a deterioração rápida do equipamento”.

A vela funciona como um motor. É ela que tem a função de captar o vento e mover a prancha. Para a proteção da vela o rig conta com uma retranca. É ela quem mantém o formato da vela e dá a direção para a prancha. O mastro também tem a função de manter o formato da vela. E a extensão que é utilizada para estender o mastro para a medida certa.

Origem

O Windsurf (ou Windsurfe, como algumas pessoas chamam) foi criado por James Drake, engenheiro da NASA, em 1969. O desporto, no entanto, só se popularizou em 1980. Também há pessoas que acreditam que o windsurf foi criado pelo casal Newman e Naomi Darby, na Flórida (EUA).

Em 1963, desenvolveram o primeiro protótipo de windsurf, mas não foram muito felizes em sua criação por problemas burocráticos. Anos depois, um engenheiro e um empresário ganharam o mérito do invento, pois seguiram conceitos de produção diferentes do casal Darby.

Equipamento

O ring (conjunto de equipamentos) é composto por vela, retranca (mantém o formato da vela e direciona a prancha), mastro e extensão (utilizada para estender o mastro para a medida correta da vela). Existem vários tipos de velas – das mais simples às mais sofisticadas.

Manobras

Batida: Ser jogado de volta a base da onda por sua crista, favorecendo a execução de novas manobras.
Batida 360:
O velejador faz a prancha se desgarrar da onda, girar 360º no ar e voltar no mesmo sentido em que seguia.
Front Looping ou Back Looping:
Ir de encontro a parede da onda com velocidade, projetar no ar a prancha para e dar um giro de 360º para frente ou para trás.
Aero jibe:
Projetar a prancha para cima e, aproveitando a força do vento, virá-la para o lado oposto.
Laydown jibe:
Completar uma curva de 180 graus com a vela paralela a água para neutralizar a força do vento.
Jump jibe:
Ir quase perpendicular ao vento, dar um pequeno salto (usando uma onda ou marola), girando a prancha aproximadamente 180º e jogando a popa a favor do vento, voltando praticamente no sentido oposto do inicial.

Categorias

Freestyle

É a categoria mais agitada do windsurf. A maior atração é o looping, o movimento mais arriscado, que consiste em usar as ondas como tranpolim para se lançar, junto com a vela e a prancha, em seguida dar uma cambalhota de 360 graus sobre si mesmo e voltar a água na mesma posição de antes.

Alguns atletas conseguem fazer o double-loop, duas voltas no ar antes de voltar à água. Algumas competições desta categoria são indoor. O windsurf indoor é realizado em tanques rodeados por potentes ventiladores em ginásios de grande porte.

O velejador Kauli Seadi, Ricardo Campello e Browzinho já foram campeões na categoria jump, aonde o velejador salta uma rampa com um buraco dentro pra quilha passar.

Wave

A categoria wave é disputada nas ondas, similar a um campeonato de surf. Os velejadores fazem manobras nas ondas e juízes decidem a pontuação e a colocação dos atletas na competição. O brasileiro Kauli Seadi sagrou-se campeão mundial nesta categoria em 2005.

Super X

O super X foi criado para criar um espetáculo e chamar a atenção do público para as competições. É uma regata com bóias que os velejadores tem que saltar por cima, quem cruza a linha final primeiro é o vencedor.

Além disso há manobras obrigatórias que os velejadores tem que executar em cada perna da regata como o looping e o duck-jibe.

Formula

A mais técnica de todas as categorias. A prática desta se dá em pranchas mais volumosas e com velas maiores. As competições são similares as regatas de grande porte com bóias a barla e sota vento.

Cuidados

Procure sempre um instrutor ou escola especializada para começar o desporto.

Nunca subestime os ventos nem o mar: quando não tiver segurança para praticar o desporto, não arrisque.

O instrutor de windsurf Pedro Rodrigues recomenda ainda que o praticante não se afaste muito da costa e, sempre que possível, leve um celular para emergência.

“Nunca saia sozinho sem avisar alguém em terra”, completa o mesmo. Nunca navegue com ventos de off-shore, ou seja, com ventos na direção do mar.

Torna-se muito perigoso porque o praticante dificilmente conseguirá chegar a terra.

Benefícios para o corpo

O windsurf é uma atividade física que desenvolve a resistência muscular. São trabalhados os músculos das pernas, braços e costas.A prática inadequada pode causar dores na região lombar, por isso é importante orientação para os iniciantes.

Glossário

Amarelar (ficar com medo)
Barlavento
(o lado de onde vem o vento)
Batida
(água agitada, com muitas marolas
Jibe (manobra radical em que a prancha muda de direção)
Orçar
(conseguir velejar contra o vento).

Windsurf
Windsurf

O que é

O Windsurf é uma modalidade olímpica de vela. O objetivo é manter a vela direita assim como o equilíbrio em cima da prancha. A prática desta modalidade só é possível se houver vento…

Quem inventou o windsurf?

O primeiro protótipo do Windsurf surgiu em 1960 e foi construído por um casal que se chamava Newman e Naomi Darby. Mas, na altura, esta invenção não foi assim lá muito bem recebida.

Mais tarde, um empresário e também surfista, juntamente com um amigo que era engenheiro espacial, registaram o equipamento e deram-lhe o nome de Windsurf.

Os elementos principais da prancha de windsurf:

Vela (em conjunto com o vento é o que faz com que a prancha se desloque)
Mastro
Footstrep (apoios onde colocas os pés, quando a prancha está a planar, para conseguires velejar a alta velocidade)
Prancha (existem de vários tamanhos e tipos)

Categorias

Existem várias, mas deixamo alguns exemplos:

Freestyle: É a categoria onde existem mais movimentos. O looping é um deles. É também o mais arriscado, e consiste em usar as ondas como trampolim e, em seguida, dar uma cambalhota de 360 graus sobre si mesmo e voltar à água.
Wave:
É idêntico a um campeonato de surf, onde os participantes fazem manobras nas ondas e os juízes dão a respectiva pontuação.
Super X:
Consiste numa regata com bóias em que os participantes têm de saltar por cima. Quem cruzar a meta primeiro, ganha. Existem algumas manobras obrigatórias, como o looping.

Alguns conselhos antes de iniciares esta modalidade:

O melhor é inscreveres-te numa escola e seres acompanhado por um professor.
Tem atenção aos ventos e ao estado do mar.
Nunca te afastes muito da costa.
Não deves praticar windsurf se estiver vento off-shore, ou seja, vento na direção do mar. Será bastante difícil conseguires regressar a terra.

Sabia que…

O Hawai, as Ilhas Canárias e as praias do Caribe são os melhores lugares do Mundo para a prática do Windsurf.
O Windsurf é um desporto que trabalha os músculos das pernas, braços e costas.

Fonte: oradical.uol.com.br/sapo.pt

Windsurf

Para muita gente, windsurf é sinônimo de esporte calmo, típico de verão, ideal para quem prefere aventuras menos radicais.

Mas se formos conhecer o esporte mais a fundo, veremos que ele pode ser tão radical quanto o surf. Basta escolher a prancha certa, o vento ideal e uma praia que possibilite velejar nas ondas.

Depois é só juntar um pouco de traquejo e habilidade que a adrenalina vai a mil.

Windsurf
Windsurf

Como os demais esportes de época, o windsurf também teve a sua melhor fase. E isso aconteceu na década de 80, logo depois que a Rede Globo apresentou a novela “Água Viva”, que mostrava, na vinheta de abertura, pranchas de um lado para o outro atravessando o oceano. Eram pranchas bem grandes, utilizadas para regatas, que passaram a ter grande procura no país, e consequentemente em Santa Catarina.

No final da década de 80 e início dos anos 90, entretanto, o windsurf sofreu um período de transição aqui no Estado. As antigas pranchas de regata começaram a ficar ultrapassadas e os poucos velejadores que restavam não se empenhavam em ir adiante. Foi quando começou a surgir as pranchas atuais, as funboard.

Classificações

As funboard se dividem em: course racing, course slalon, slalon e wave.

Course racing – são pranchas grandes, com bolina (anda mais contra o vento), velas grandes e design antigo. Existe um tipo específico de course racing que é a prancha olímpica, categoria one design, onde todos os competidores têm a prancha igual, a vela igual, o mastro igual, enfim, tudo igual, ou seja, vence nas olimpíadas o melhor atleta.

Course Slalon e Slalon – Toda a tecnologia de ponta utilizada na confecção dos equipamentos é colocada em teste no slalon, por isso, em uma competição, não depende tanto do atleta vencer a prova, mas principalmente do equipamento utilizado. As pranchas possuem tamanhos médio e pequeno e são muito velozes, chegando a atingir uma velocidade de 80 km por hora. O percurso do course slalon é parecido com o do course racing.

A disputa da competição é realizada em várias condições:

A favor do vento, contra, de lado…;
Já no slalon o competidor deve contornar as bóias a favor do vento, atingindo o máximo de velocidade possível.

Muitos iniciantes começam a velejar com um modelo de slalon chamado giant slalon, pelo fato da prancha ser maior, o que proporciona boa flutuação e maior equilíbrio.

Wave – se divide em saltos, manobras e surf nas ondas. São pranchas muito pequenas, indicadas para velejadores mais experientes.

Shape

Como você deve ter visto acima, existem diferenças entre o shape das pranchas e o das velas. No slalon os atletas costumam usar o máximo possível de prancha e o mínimo possível de vela para obter o menor atrito na água. Já no velejo nas ondas (wave), quanto menor o material, melhor. O importante nessa modalidade é ter força e agilidade para passar as ondas, rompê-las, realizando grandes manobras.

Onde Velejar

Santa Catarina é um dos lugares mais privilegiados para a prática de windsurf no Brasil. Especificamente Florianópolis é extremamente privilegiada, com ótimas praias, lagoas, vento forte e o ideal para velejar. O atleta Márvio Reis afirma que as melhores opções pra quem veleja com course racing ou slalon são Lagoa da Conceição, Jurerê, Ponta das Canas e Canasvieiras, que oferecem um mar calmo. ” As praias do leste também são ótimas quando as ondas não estão muito grandes”, revela. Já para o velejo de wave, com vento sul, o ideal são as praias de Campeche e Moçambique, que têm boas ondas. Agora se o vento for norte ou nordeste indica as praias da Joaquina e Mole.

Vento

Mas antes de cair nesse marzão, é bom se antenar para uns detalhes: “Quanto mais forte o vento, menor deve ser a prancha e consequentemente a vela”destaca Márvio. Essas características caem como uma luva para o velejo de wave, pois você precisa trabalhar com uma prancha pequena para ter facilidade de manobra.

Para ele, a praia de Ibiraquera, no litoral sul, é ideal para praticar essa modalidade. “Tem vento muito forte e muito limpo, e uma ondulação grande e perfeita, com fundo muito plano de areia. A direção do vento também é perfeita”. Já para o velejo de course racing, não há necessidade do vento ser forte. “Basta estar ventando”, afirma. Agora se a intenção é velejar de slalon, recomenda um vento moderado a forte.

Segundo o atleta e diretor da escola Windcenter, – Eduardo Schultz, Florianópolis tem duas tendências, que é vento sul e nordeste. O vento nordeste predomina muito na primavera, sempre interrompido por umas frentes frias que formam o vento sul. Por isso, a Ilha de Santa Catarina caracteriza-se como um dos melhores lugares do Brasil para velejar, especialmente entre agosto e dezembro.

No outono e no inverno há vento oeste, que é um vento mais frio, proveniente da Cordilheira dos Andes. Embora seja essa a pior época para se velejar aqui, Florianópolis oferece boas condições o ano todo.

Para os iniciantes, Schultz dá uma dica: “O vento ideal é perpendicular a praia que se está praticando”.

Equipamentos Utilizados: Vela, mastro, extensão, retranca, pé de mastro, trapézio, prancha, roupa de borracha.

Fonte: www.guiafloripa.com.br

Windsurf

História do Windsurf

Em 23 de março de 1935, na ilha de Oahu, Hawaii, o surfista Tom Blake, famoso por suas inovações no surf, teve a primeira experiencia em unir a vela com o surf, incorporando uma vela ao seu longboard, nomeando a novidade de Sailboard.

A idéia não foi bem aceita, poucas pessoas praticaram e nada foi feito para alavancar o “esporte”.

Anos depois em 1963 o casal Newman e Naomy Darby teve a idéia de unir a vela a uma canoa, realizando o sonho de Naomy em unir o esporte do marido (vela) ao seu (canoagem). Mas a idéia tinha um custo alto e tambem não foi bem aceita.

Windsurf

Windsurf
Windsurf

Foi então que anos depois em 1967 na Califórnia, Hoyle Schweitzer,empresário e surfista, junto ao seu amigo Jim Drake, engenheiro aeroespacial,inspirados por Blake, perceberam que poderiam unir uma vela a prancha de umaforma em que se poderia direcionar a prancha sem necessidade de um leme1, usandoapenas o movimento da vela, ganhando uma característica do surf, em que o praticanteestaria em pé na prancha, diferente das embarcações a vela em que normalmenteo atleta esta sentado direcionando o leme.

Eles desenvolveram uma vela quese unia a uma prancha através de um mastro articulado, que também possuía umabarra horizontal (retranca) onde uma pessoa poderia se apoiar para ficar depé dos dois lados da vela. Foi então que a idéia funcionou e os amigos registraramo invento o nomeando de Windsurf (do português literal, surfe com o vento ouprancha a vela).

Três anos depois Scheweitzer lançou a marca “Windsurfer” à pioneiraem equipamentos de produção no esporte. A novidade rapidamente se espalhoupela Europa e durante os anos 70 o windsurf já fazia parte da cultura de velaeuropéia, onde uma em cada três casas possuiam um material de windsurf.

Naépoca o esporte era praticado com pouco vento e águas lisas, perfeito parao publico europeu. Mas em 1978, o windsurfista e surfista Mike Waltze, em umaviagem para a ilha de Maui, Hawaii, resolveu testar o equipamento nas ondase velejou na praia de Hookipa (praia hoje que é a mecca do esporte no mundo),praia de muito vento. Esse fato mudou completamente o esporte.

Ouve uma necessidadede mudança para que se viabilizasse a prática nas ondas, então as pranchasforam diminuindo de tamanho e volume e ficando cada vez mais resistentes, assimrapidamente o esporte foi ganhando mais adeptos, manobras foram aparecendo,revistas especializadas como a “Windsurf Magazine” e a “Boardsailng” foramlançadas, o novo esporte tinha alcançado a mídia.

Campeonatos realizados noHawaii eram transmitidos em direto por emissoras de TV de todo o mundo e aspremiações alcancavam 300 mil euros, atraíndo cada vez mais praticantes, publico ecompetidores.

Windsurf no Brasil

Foi nos finais dos anos 70 que o windsurf apareceu no Brasil, atravésde Klaus Peters, Marcelo Aflalo e Leonardo Klabin, que são considerados ospioneiros no esporte aqui no país.

O esporte se fixou de verdade no Brasil apósos eventos “Hollywood Vela” realizados a partir de 1981 e que percorreram váriaspraias brasileiras. Esse ano, o windsurf estava em destaque e era a imagemde abertura da novela “Água Viva”, da Rede Globo, que ajudou a difundir e alcançarum grande publico no Brasil.

Em 1984, o Windsurf ganha o título de esporteOlímpico e o Brasil cria a representação da Classe no Conselho da ConfederaçãoBrasileira de Vela e Motor, com a fundação da Associacão Brasileira de Pranchaa Vela (ABPV), hoje renomeada Associação Brasileira de Windsurf (ABWS).

Fonte: www.abws.com.br

Windsurf

Dicas

E preferível aprender a andar de prancha à vela com um instrutor numa das escolas existentes em algumas praias ou clubes da nossa costa ou então com um praticante já experiente.

Não tente praticar Wind surf se você não souber nadar bem; de qualquer modo, é sempre conveniente usar um colete salva-vidas.

Conforme as condições, você também deve usar vestuário apropriado, como uma roupa de neoprene.

Windsurf
Windsurf

A prancha de Wind surf consiste simplesmente numa prancha e no aparelho, constituído pelo mastro, retranca (wish boné) e vela. Na frente da retranca fica preso um cabo, que serve para puxar o mastro e a vela para a vertical.

A retranca é geralmente formada por dois tubos curvos, um de cada lado da vela, unindo-se na frente e atrás.

O veleja dor segura a retranca, que fica bem na altura do peito, e usa-a para alterar o ângulo da vela com o vento.

Oriente a prancha em ângulo reto com a direção do vento e com a vela caída na água a sotavento (lado para onde sopra o vento, em oposição a barlavento, lado de onde sopra o vento). Ponha um pé de cada lado do pé do mastro virado para sotavento (o vento deve soprar nas suas costas). Segure o cabo de levantar a vela e incline-se ligeiramente para trás.

Dobre os joelhos, mantenha a cabeça erguida e utilize o peso do corpo e da força de pernas para levantar a vela e o mastro da água. Quando a outra ponta da retranca sair da água, você já pode segurar a parte da frente da retranca, deixando a vela solta, batendo o pano.

Para andar no largo, isto é, com o vento soprando perpendicularmente à direção da prancha, segure a retranca com as duas mãos, afastadas 50 ou 60 cm, e puxe a vela até esta ficar cheia pelo vento. Se o vento começar a fazer muita força na vela, você terá de inclinar o corpo para trás para compensar. Mantenha a perna da frente bem reta, dobrando ligeiramente a de trás.

Quando você quiser arribar, isto é, afastar a proa da direção do vento, incline a vela um pouco para a frente.

Quando quiser orçar, ou seja, aproximar a proa da direção do vento, incline a vela ligeiramente para trás. Se você continuar a orçar, a prancha fica aproada para o vento, a vela bate pano e a prancha pára (v. também. Segurança na prancha. Não veleje nunca em locais onde não há ninguém, mas mantenha-se afastado dos banhistas, dos pescadores e das outras embarcações.

Não se afaste da costa quando o vento sopra de terra, a menos que já tenha muita prática; se você estiver muito longe de terra e não conseguir voltar para trás, tire o mastro do encaixe, enrole a vela e amarre-a ao mastro, juntamente com a retranca.

Coloque o material (pala menta) sobre a prancha, deite-se de barriga para baixo e reme com as mãos até chegar a terra.

Se você tiver que pedir socorro, ajoelhe-se ou sente-se na prancha e acene com os braços ou grite por socorro. Nunca largue a prancha.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

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