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Boa Vista

História

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A cidade de Boa Vista se originou da sede de uma fazenda estabelecida no local no século XIX.

Em torno da sede da fazenda, chamada Boa Vista do Rio Branco, surgiu um pequeno povoado, a Freguesia de Nossa Senhora do Carmo, que durante um bom tempo foi o único povoado em toda a região do alto Rio Branco.

Em 1890, o povoado foi elevado à condição de vila, e em 1926 passou a ser município, adotando o nome da antiga fazenda, Boa Vista.

Com a criação do Território Federal de Roraima, em 1940, a cidade foi escolhida para ser a capital.

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Nossa Senhora do Carmo.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila de Boa Vista do Rio Branco, pelo Decreto Estadual n.° 49, de 09-07-1890, com território desmembrado da vila de Moura.Instalado em 25-07-1890

Boa Vista do Rio Branco figura entre os municípios amazonenses relacionados pelaLei Estadual n.° 33, de 04-11- 1892.

Em divisão administrativa referente ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Boa Vista do Rio Branco, pela Lei Estadual n.º 1.262, de 27-08-1926.

Em divisão administrativa referente ano de 1933, o município é constituído do distritosede.

Assim permanecendo em divisos territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Em 1938, o topônimo do município e do distrito foi simplificado para Boa Vista.

Pelo Decreto-lei Federal n° 5.812, de 13-09-1943, retificado pelo de n° 5.839, de 21-09-1943, criou-se o Território Federal do Rio Branco (denominado Roraima a partir de 1962)para o qual foi transferido o município de Boa Vista, acrescido de parte do de Moura, doEstado do Amazonas. Em cumprimento ao mesmo Decreto-lei, a cidade de Boa Vista foielevada a categoria de capital do novo Território.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Boa Vista, Conceição do Mau, Depósito e Uraricoera.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.

Pela Lei Federal n.º 7.009, de 01-07-1982, foram extintos os distritos de Conceição doMaú, Depósito e Uraricoera sendo seus territórios anexados ao distrito sede do município deBoa Vista.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: biblioteca.ibge.gov.br

Boa Vista

Acesso: pela BR-174 a 658 km de Manaus.
Área territorial: 4.689 km².
Clima: Tropical úmido.
Temperatura média anual: 26ºC

Delimitação da área

Boa Vista, a capital de estado mais setentrional do país, situa-se na margem direita do Rio Branco. Encontra-se a uma distância de 658 km de Manaus, a 214 km da fronteira com a Venezuela e, 125 km da cidade de Lethem, na fronteira com a República Cooperativista da Guiana, sendo que todos os acessos são pavimentados.

O município faz divisa ao norte com os municípios de Amajari, Pacaraima e Normandia, ao sul com os municípios de Mucajaí e Cantá, a leste com os municípios de Cantá e Bonfim, e a oeste com o município de Alto Alegre.

Aspectos ambientais relevantes

Boa Vista está localizada na região de savanas conhecida regionalmente como lavrado, à margem do Rio Branco. O relevo é plano, e a altitude média é de 85 m acima do nível do mar. O clima é tropical, com a temperatura média anual de 26oC.

Fonte: www.roraima-brasil.com.br

Boa Vista

História

Boa Vista foi o primeiro povoamento caracteristicamente urbano de Roraima e por isso sua história se confunde com a do Estado.

No século XIX, quando inúmeras fazendas estabeleceram-se ao longo dos rios que compõem a bacia do Rio Branco, teve início a formação de um pequeno povoado que se chamou Freguesia de Nossa Senhora do Carmo. O lugar teria o nome mudado mais tarde para Boa Vista do Rio Branco.

Na década de 1930, uma fazenda do Império – que deu origem a um pequeno núcleo populacional formado nas terras ao redor – passou a chamar-se Boa Vista e deu nome definitivo ao lugar.

A cidade é plana e quem a vê do alto pela primeira vez fica impressionado com o traçado urbano moderno e pela sua arborização.

As avenidas largas que convergem para o centro, num leque urbano planejado nos anos 30 pelo arquiteto Alexandre Dernusson, lembra Paris.

A cidade tem poucos prédios altos, o que facilita a circulação do vento.

A arquitetura das áreas mais antigas de Boa Vista realça o estilo da virada do século 19 e 20: o neoclássico, que tentou reerguer com certo romantismo as formas romanas e gregas da antiguidade. Os traços neoclássicos podem ser facilmente identificados nos contornos umbrais da cidade, que se tornou Capital do Território Federal do Rio Branco em 1944.

Outra característica da Capital roraimense é o Rio Branco do lado direito, que tem dois períodos de cheia, nos meses de março e setembro – sendo a maior enchente em junho – seca, outubro e fevereiro, quando as águas baixam consideravelmente e impossibilitam a navegação no baixo Rio Branco.

A imigração em massa para Boa Vista começou em 1980, com a descoberta do garimpo. Em 1950 a população era de 5.132 habitantes e, em 2001, 51 anos depois, esse número chega a 208.514 habitantes.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Boa Vista

Boa Vista é a capital e o município mais populoso do estado brasileiro de Roraima. Concentrando aproximadamente dois terços dos roraimenses, situa-se na margem direita do Rio Branco. É a única capital brasileira localizada totalmente ao norte da linha do Equador.

Moderna, a cidade destaca-se entre as capitais da Região Norte do Brasil pelo traçado urbano organizado de forma radial, planejado pelo arquiteto Darci Aleixo Deregusson, lembrando um leque, em alusão às ruas de Paris, na França. Foi construído no governo do capitão Ene Garcez, o primeiro governador que Roraima teve.

As principais avenidas da cidade convergem para a Praça do Centro Cívico, onde se concentram as sedes dos três poderes (Legislativo, Judiciário e Executivo). Além de pontos culturais (teatros e palácios), hotéis, bancos, correios e catedrais religiosas.

É uma cidade tipicamente administrativa e concentra todos os serviços estaduais.

História

O municipío de Boa Vista formou o primeiro povoamento caracteristicamente urbano do estado de Roraima.

O Forte São Joaquim (localizado à 32 km da capital), fundado em 1775, deu considerável importância à região.

Foi fundada no século XIX, 1830 pelo capitão Inácio Lopes de Magalhães. Originou-se de uma das inúmeras fazendas de gado situadas ao longo dos rios que copõem a bacia do Branco pertencente à então província “São José do Rio Negro”, atual Amazonas.

Em 1858 a povoação foi elevada a categoria de vila, com o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Rio Branco e em 9 de julho de 1890 a freguesia foi elevada à categoria de sede de um novo município denominado Boa Vista do Rio Branco (criado pelo então governador amazonenese, Augusto Villeroy), que passou a presenciar um maior e mais veloz crescimento graças à construção da tão desejada BR-174 ligando-o a Manaus, a capital provincial (embora o seu crescimento exponencial só tenha se iniciado em meados de 1970).

Capital do Rio Branco

Em plena a Segunda Guerra Mundial, em 1943, tornou-se a capital do recém-criado Território Federal do Rio Branco e experimentou seu surto de crescimento devido ao garimpo. O então Território Federal do Rio Branco foi elevado à categoria de estado e tempos depois passou a se chamar Território Federal de Roraima e, ainda depois, “Roraima”. Mais tarde o garimpo com máquinas foi proibido (por demasiados danos à natureza), o que prejudicou a economia estadual e municipal.

Emancipações

Quando a cidade pertencia ao Amazonas, o território do município ocupava toda a área correspondente ao atual estado de Roraima. Posteriormente foi dividida em dois municípios, com o surgimento de Catrimani (que nunca fora instalado). Outros municípios foram sendo emancipados e Boa Vista passou a ocupar seu atual território.

Crescimento demográfico

No início, os indígenas eram os únicos habitantes. Desde meados de 1970), no entanto, Boa Vista tem uma das taxas de crescimento mais altas entre as capitais brasileiras, aproximadamente 3% por ano. Se antes o garimpo foi importante, atualmente o que mais atrai imigrantes são os empregos gerados por concursos públicos, por parte dos brasileiros, e, comércio em geral por parte de guianenses, venezuelanos, bolivianos etc.

Para caráter comparatório, em 1950 Boa Vista contava com aproximadamente 5.200 habitantes. Esse número foi multiplicado por 46,6 em apenas 55 anos, passando, em 2005 a ter cerca de 242 mil habitantes.

Arquitetura e urbanismo

Estilo neoclássico

As áreas mais antigas de Boa Vista (localizadas em especial às margens do rio Branco, no baixo Centro) possuem uma arquitetura característica do estilo do final do século XIX e início do século XX: o neoclássico, inspirado nas formas romanas e gregas da antigüidade. Um exemplo de obra pertencente à este estilo é a Prelazia. Foi construída em 1907 e funcionou como um hospital assistido por monges beneditinos, entre 1924 e 1944. Na década de 1950 (em 1950) tornou-se a sede do governo estadual.

Urbanismo

Boa Vista possui um moderno plano urbanístico. É uma cidade planejada, e no Centro é disposta em formato radial, dando a aparência de um leque. Este belo plano é considerado, por alguns, o mais harmonioso entre as capitas nortistas brasileiras.

Fonte: www.faculdadeatual.edu.br

Boa Vista

História

O estado de Roraima esta localizado na região Norte do Brasil tem uma população de aproximadamente 413.000 habitantes e é formado por 15 municípios.

Roraima tem como capital a cidade de Boa Vista, é o estado mais ao norte do Brasil, é explorado desde 1660, a Capitania Real de São José do Rio Negro foi criada em 1755.

O antigo território do Rio Branco foi disputado por espanhóis, portugueses, holandeses e ingleses desde o início do século XVI. Seu povoamento só começou no século XVIII, após o extermínio de grande número de indígenas.

O capitão Francisco Ferreira e o padre carmelita Jerônimo Coelho foram os primeiros colonizadores a chegarem ao rio Branco. Seus propósitos eram aprisionar índios e recolher ovos de tartaruga para a produção de manteiga.

Em 1770 ocorreu a revolta da praia de sangue. O nome deve-se ao fato de tantos soldados e índios terem sidos mortos que tingiram as águas do rio Branco de sangue.

Diante da cobiça internacional pela região do vale do rio Branco, em 1775 decidiu-se que seria construída uma fortaleza, o Forte de São Joaquim do Rio Branco (hoje desaparecido).

Em 1789/1799, o comandante Manuel da Gama Lobo D’Almada, para garantir a presença de civilizados na região, introduziu a criação de bovinos e equinos; na fazenda São Marcos. Esta ainda hoje existe, pertence aos índios e está localizada em frente ao local onde existia o Forte São Joaquim.

Em 1858, o Governo Federal criou a freguesia de Nossa Senhora do Carmo, transformada no município de Boa Vista do Rio Branco, em 1890.

Em 1904 houve grave disputa territorial com a Inglaterra, que tirou do Brasil a maior parte das terras da região do Pirara, pequeno afluente do rio Maú, incorporadas à Guiana Inglesa.

A partir de 1943, foi criado o Território Federal do Rio Branco, cuja área foi desmembrada do Estado do Amazonas. Passou a chamar-se Território Federal de Roraima, “serra verde” na língua Ianomâmi, a partir de 13 de dezembro de 1962.

Em 5 de outubro de 1988, com a promulgação da nova Constituição do País, o Território foi transformado em Estado da Federação.

A economia do estado de Roraima está baseada na agricultura (arroz, feijão, milho, mandioca e banana), pecuária (bovino, suínos e aves) e o extrativismo animal, vegetal e mineral (diamantes, cassiterita, molibdênio, bauxita, cobre, areia, argila, granito e ouro).

Boa Vista
Vista aérea da cidade de Boa Vista Capital do estado de Roraima Na região Norte do Brasil

Boa Vista capital do Estado de Roraima, única capital brasileira localizada totalmente ao norte da linha do Equador. Tem uma população de 261.000 habitantes.O município é plano em quase sua totalidade, o que favorece sua organização. Apenas 10% de suas terras possuem uma pequena inclinação.

O turismo ainda é mais freqüente no interior, a cidade de Boa Vista é ponto de partida para os vários roteiros de eco turismo pela selva amazônica.

Boa Vista foi o primeiro povoamento caracteristicamente urbano de Roraima, por isso sua história confunde-se com a do estado de Roraima, fundada no século XIX, em 1830, pelo capitão Inácio Lopes de Magalhães, quando inúmeras fazendas estabeleceram-se ao longo dos rios da bacia do rio Branco.

Em 1858 a povoação foi elevada a categoria de vila, com o nome de Freguesia Nossa Senhora do Carmo, em 9 de julho de 1890 a freguesia foi elevada à categoria de sede de um novo município denominado Boa Vista do Rio Branco.

O município de Boa Vista pertencia ao extinto município amazonense de Moura, que desapareceu em 1943 quando da criação do território do Rio Branco.

Boa Vista é a capital de Estado mais setentrional do país. Está localizada há margem direita do rio Branco. É uma cidade planejada com ruas largas e disposta, no centro, em formato radial, dando a aparência de um leque.

Distâncias Rodoviárias:

Manaus: 758 km

São Paulo: 4756 km

Brasília: 4275 km

Porto Alegre: 5348 km

Fortaleza: 6548 km

Caracas: 1.582 km

Puerto La Cruz/Ilha de Margarita: 1.330 km

Puerto Ordaz: 862 km

Santa Elena de Uairón: 220 km

Georgeown (Guiana): 641 km

Lethem: 125 km

Boa Vista
Vista aérea noturna da cidade de Boa Vista, capital do estado de Roraima, Centro Cívico em primeiro plano

Boa Vista
Orla do Rio Branco, lazer em Boa Vista capital do estado de Roraima

Boa Vista
Ponte dos Macuxis, sobre o Rio Branco em Boa Vista capital do estado de Roraima na região Norte do Brasil

Boa Vista
Avenida Capitão Ene Garcez, na cidade de Boa Vista capital do estado de Roraima na região Norte do Brasil

Parques

Parque do Monte Roraima

Criado em 1989, o parque ocupa área de 116.000 hectares no extremo norte do País, já na fronteira com a Guiana e a Venezuela.

Constitui-se região de belas savanas, recortadas por rios de águas puras e cachoeiras, onde se encontra uma das mais antigas montanhas da Terra: o Monte Roraima.

Com sua estranha forma de mesa, chamada pelos índios, de tepuí, há séculos essa região excita a imaginação dos aventureiros.

Foi inspirado no monte Roraima que o escritor inglês Arthur Conan Doyle escreveu “O Mundo Perdido”.

Situado no marco zero entre a Venezuela, Guiana Inglesa e Brasil, o Monte Roraima é um imenso platô, circundado pelas savanas que bordeiam as florestas tropicais dos rios Amazonas e Orenoco.

Para chegar ao Monte Roraima, o turista enfrentará os desafios de rios e rochas no início e na escalada, ventos de até 100 km por hora, além de uma variação de temperatura entre 5º e 35º C. Toda a flora da região é rica, com mais de 400 espécies de bromélias e duas mil espécies de flores e samambaias.

Na subida encontra-se um dos platôs, denominado Vale dos Cristais, local onde ocorrem formações de pequenas esculturas pontiagudas de cristais. Desde 1835, tentou-se escalar o Monte, mas somente em 1884 o seu cume foi alcançado.

Em 1991, três alpinistas brasileiros, depois de cinco dias e meio de escalada, subiram pela primeira vez a face leste, no lado do Brasil, o mais difícil e perigoso caminho para atingir o seu cume. No platô há uma vasta mesa de arenito, de aproximadamente 40 km², coberta de montes de até 30 metros, que se elevam em todas as partes, além de fendas e abismos abertos pela ação dos ventos e das chuvas.

Parque Nacional Viruá

Situado na margem esquerda do Rio Branco (RR), o Parque Nacional Viruá foi criado em abril de 1998. Recebeu este nome devido ao igarapé de mesmo nome, com sua nascente no interior do parque. Vizinho das estações ecológicas de Caracaraí e Niquiá, é um santuário de aves e animais que demarcam seu território na planície inundável cercada pela densa Floresta Amazônica.

O clima tropical, quente e úmido, apresenta pequena estação de seca, com maior quantidade de chuvas no outono, e temperatura média anual em torno de 32°C.

A unidade está sempre úmida, sendo que tanto com as temperaturas como com as chuvas, sofre um mínimo de variação anual.

A região é, sem dúvida, privilegiada. Exibe ambientes com variadas características, como Campos, Cerrados, Florestas Densas e Abertas. Na sua maior parte, a área possui superfície praticamente plana, com predomínio de solos arenosos, e grande quantidade de lagoas. Na sua porção norte, ocorrem alguns morros com altitudes baixas e, em sua extensão oeste, delimitada pelo rio Branco, há as planícies inundáveis, que também são vistas em seu lado sul ao longo do rio Anauá.

Parque Nacional Serra da Mocidade

A área do parque foi doada ao IBAMA pelo Ministério do Exército.

O lugar é uma das regiões com maior diversidade biológica da Amazônia, pois fica entre dois biomas distintos: terrenos sazonalmente alagáveis da bacia do Rio Branco e trechos de terra firme sobre rochas Pré-Cambrianas.

A beleza cênica existente nos 350.960 mil hectares da reserva deu o nome do parque. Criado em 1998, o parque faz divisa com a reserva dos povos indígenas Yanomami, que habitam o local há muito tempo. A unidade fica no município de Caracaraí, em Roraima.

Como Chegar: Para chegar, o acesso é feito em Boa Vista pela BR-174 seguindo mais 130 km de estrada asfaltada até Caracaraí. Chegando em Caracaraí, deve-se pegar a margem direita do rio Branco até o rio Água Boa do Univini, e navegar por aproximadamente cinco horas de barco.

O clima da Serra apresenta pequena estação de seca, é constantemente úmido, sendo que as temperaturas e as chuvas sofre um mínimo de variação anual, mantendo-se em nível elevado.

São encontrados quatro tipos de vegetação dentro dos limites do Parque: campinarana gramíneo-lenhosa, campinarana florestado, floresta ombrófila aberta sub-montana e floresta ombrófila densa sub-montana. Além dessas, existem zonas de mosaicos complexos entre campinaranas e floresta ombrófila.

Estação ecológica Ilha de Maracá

Situada no rio Uraricoera, no município de Amajarí, distante de Boa Vista 120 Km a noroeste, a Ilha de Maracá tem 101.312 mil hectares, 60 km por 25 km que determinam uma faixa de transição da selva amazônica para o cerrado, sua fauna e flora diversificada fizeram com que fosse transformada em santuário ecológico, tornando-se muito visitada por cientistas e pesquisadores de vários países.

A maior das ilhas é a terceira ilha fluvial do mundo em superfície, depois de Marajó e Bananal. O local dispõe de infra-estrutura de alimentação, hospedagem, energia e biblioteca, para visitação são necessária autorização do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, Av. Brigadeiro Eduardo Gomes.

Estação ecológica de Niquiá

Criada em 1985 pelo Decreto Lei 91.306, tem uma área de 286.600 hectares e apresenta flora e fauna típica da Amazônia Ocidental. Está localizada no município de Caracaraí, no baixo rio Branco, área de preservação ambiental, faz parte do Projeto Quelônios, desenvolvido pelo IBAMA – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente com a finalidade de preservar tartarugas e tracajás. Visitas somente permitidas com autorização do IBAMA.

Fonte: www.embarcatur.com.br

Boa Vista

História

A História de Boa Vista tem início nos primórdios do Século XIX, quando se estabeleceram pequenas fazendas ou burgos localizados no curso de diversos rios componentes da bacia do Rio Branco.

O Forte São Joaquim concorreu, juntamente com a introdução do gado nos lavrados do Rio Branco, como um dos principais fatores atrativos para o povoamento da região.

Parte dos militares destinados a servir no forte, ou aqui chegados em outras missões, gostaram e ficaram. Não apenas soldados, cabos e sargentos, mas também, oficiais fixaram-na região com seus familiares, constituindo família e não mais retornando às suas terras natais.

Vindo do Ceará para comandar as tropas do Forte São Joaquim, em 1830, o Capitão Inácio Lopes de Magalhães funda a primeira fazenda particular de pecuária à margem direita do Rio Branco, cuja denominação é Boa Vista, com sede na casa onde hoje funciona o Bar e Sorveteria Meu Cantinho, nascendo daí um pequeno povoado que provavelmente encontrava-se nas imediações do lugar onde ergueu-se a antiga povoação de Santa Isabel ou São Martinho, datado de 1740.

No ano seguinte, Inácio Lopes de Magalhães casa-se com Liberata Batista Mardel, filha do ex-comandante Major Carlos Batista Mardel, dando início à tradicional família Magalhães. Com a Lei nº 92, de 9 de novembro de 1858, o Governador do Amazonas cria, na bacia do Rio Branco, no lugar denominado Boa Vista, a Freguesia de Nossa senhora do Carmo do Rio Branco, localizada acima das cachoeiras Cujubim e Bem Querer.

Através do Decreto nº 19 de 9 julho de 1890, o Governador do Amazonas, Augusto Ximeno de Villeroy, cria o Município de Boa Vista, desmembrando-o do Município de Moura, pertencente ao Amazonas. O mesmo decreto eleva à categoria de Vila a antiga Freguesia de Nossa Senhora do Carmo. Na época, Boa Vista tinha 164 casas e uma população estimada em 1.200 habitantes. Sua população era composta por portugueses, brasileiros de outros estados, índios, mestiços e negros vindos da Guiana Inglesa.

A atividade econômica básica, a pecuária, não exigia mão-de-obra intensa e especializada. Por isso, destacavam-se no setor trabalhadores de seringais e camponeses sem capital, que chegavam aqui contratados por comerciantes e fazendeiros locais trazendo consigo seus costumes, suas histórias, sua própria visão do mundo.

A cultura diversificada do nordeste brasileiro contribuiu para uma mistura cultural mais intensa, principalmente com os povos de cultura nativa, formando, assim, a cultura popular roraimense. A cada dia, a sede do município criava forma. A maior concentração de casas situava-se em volta da Praça Barreto Leite.

Ali encontravam-se o Porto das Lavadeiras, o Depósito de Sal, a Igreja, a Prefeitura, a aldeia e, mais adiante, fora da área delimitada como Centro Histórico, a charqueada. A ocupação se dava a partir da margem do Rio Branco até onde, hoje, é chamada de avenida Jaime Brasil, esquina com a avenida Sebastião Diniz. Dali em diante o resto era só lavrado.

A formação de Boa Vista aconteceu graças à contribuição e ao trabalho de muitos pioneiros que deixaram seus estados e sua terra em busca de uma vida melhor. Assim formaram-se as tradicionais famílias Mota, Brasil, Magalhães, Dias, Cruz, Pinheiro, Souza Cruz, Vasconcelos, Cavalcante, Duarte, Terêncio Lima, Sampaio, Matos, Rodrigues, Melo, Queiroz, Souto Maior, Lago, Fraxe, Figueiredo e Abdala, que até hoje mantém-se vivas através de seus descendentes.

Como em outras regiões brasileiras, em Boa Vista também implantou-se a educação através do trabalho de missionários religiosos que se instalaram na região desde as primeiras concentrações populacionais.

O primeiro superintendente de Boa Vista foi João Capistrano da Silva Mota, sargento do exército vindo do Pará em 1865, integrando uma comissão da Delegacia Fiscal do Amazonas, encarregada de averiguar denúncias sobre desvios de gado da Fazenda Nacional de São Marcos.

Foi empossado pelo Capitão Barreto Leite, representante do Governo do Amazonas. Já chegou em Boa Vista com esposa e filhos. Ficou viúvo e casou-se pela segunda vez, tendo mais 12 filhos na cidade.

Ainda como militar fundou a primeira escola da região. Foi o primeiro professor, o primeiro juiz de paz, o primeiro promotor de justiça, o primeiro superintendente e o primeiro prefeito, cargo este que desempenhou por quatro vezes.

Dado o imenso tamanho da família Mota, seus descendentes encontram-se, hoje, espalhados por todo o estado, colaborando com a formação e a perpetuação de outras famílias.

Os primeiros vereadores, denominados na época, intendentes, foram José Francisco Coelho e José Joaquim de Souza Júnior. Outros professores que se destacaram no setor da educação foram Alfredo Venâncio de Souza Cruz e Diomedes Souto Maior. Na área da saúde, na época da fundação de Boa Vista, não havia médicos. O hospital era controlado pelas Madres Beneditinas.

Havia apenas um dentista, o Doutor Nier e os farmacêuticos Cícero Leal e Epifânio, um homeopata português. Iniciando uma nova fase O crescimento da cidade foi rápido e nítido.

E em 13 de setembro de 1943 o Presidente Getúlio Vargas assinou decretos criando cinco territórios federais, dentre eles o Território Federal do Rio Branco, tendo como capital Boa Vista. Devido às dificuldades de acesso à região a notícia levou alguns dias para chegar a Boa Vista.

E o primeiro Governador, Capitão Ene Garcez dos Reis, chegou depois de 9 meses, em junho de 1944. A recepção foi feita, na época, por mais de 500 pessoas a postos na pequena praça da rua Floriano Peixoto, próximo à matriz .

O governo de Garcez durou 18 meses, terminando com a queda de Getúlio Vargas em 1945, sendo exonerado no ano seguinte. Outros governadores foram nomeados continuando, assim, o processo político. Em 13 de setembro de 1962, através do projeto 1433, o Território Federal do Rio Branco passou a se chamar Território Federal de Roraima, graças ao deputado federal Valério Caldas de Magalhães, autor do projeto.

Por se tratar da primeira cidade construída na região e a de maior número de habitantes, Boa Vista permaneceu como centro administrativo do território, com status de capital.

Fonte: www.portalamazonia.com.br

Boa Vista

Boa Vista pode ser considerada como a Grande Surpresa da Amazônia, pois quem vem à cidade sem nada conhecer sobre ela, dificilmente deixará de ficar surpreso com o que vai encontrar. Avenidas largas, ruas arborizadas, e um aspecto de cidade limpa e organizada.

Apesar de estar situada distante das principais capitais Brasileiras e acima da linha do Equador, ela não se deixou intimidar pela distância e soube se aprumar.

Não é um destino turístico tradicional, mas a cada dia, torna-se mais lembrada como ponto de partida para roteiros relacionados ao ecoturismo, e por todos aqueles que querem conhecer os extremos mais distantes do país.

A capital do estado de Roraima surgiu no século 19, e teve sua origem no pequeno povoado existente às margens do rio Branco.

Quem se aproxima de Boa Vista por via aérea pode observar a perfeita geometria de suas ruas e avenidas (foto acima), indícios claros de um cuidadoso planejamento urbano que parece destoar das suaves curvas do rio e das matas à sua volta.

Tudo na cidade irradia-se da Praça do Centro Cívico, onde estão os principais prédios administrativos, melhores hotéis e restaurantes, sendo que o comércio local pouco difere do existente em qualquer outra cidade brasileira do mesmo porte.

Boa Vista

A pouca distância do centro cívico, chegamos ao centro histórico da cidade, situado na região da praça Barreto Leite. Em termos turísticos, esta região oferece diversas alternativas para visitas interessantes, cada uma contando um diferente aspecto sobre a formação histórica de Boa Vista.

Vale a pena conhecer a pequenina Igreja Histórica, o Porto das Lavadeiras e o Depósito de Sal. E depois visitar o Parque Anauá, que conta com lagos, áreas de lazer, e onde pode também ser visitado o Museu de Roraima. A foto acima do Palácio da Justiça, situado em frente ao Centro Cívico da cidade.

Boa Vista

O Monumento aos Garimpeiros, situado na praça Barreto Leite, é o mais famoso monumento da cidade, e como é fácil deduzir, homenageia todos aqueles que contribuíram para o desenvolvimento e progresso desta região. Em dias festivos, outra visita obrigatória é ao Complexo Esportivo Airton Senna, de construção recente, mas que logo se tornou o point preferido da cidade para realização de eventos e esportes diversos.

Boa Vista

Foto de um recanto bucólico da cidade, às margens do rio Branco. Como seria de esperar num lugar rodeado pela natureza, roteiros alternativos são uma das principais atrações de Boa Vista.

Entre os mais procurados está a excursão que segue até Pedra Pintada, bloco de granito gigantesco, com 60 metros de diâmetro e 35 metros de altura, situado às margens do rio Parimé, onde foram descobertas inscrições e desenhos pré-históricos. Para quem tem espírito aventureiro e não se importa de abrir mão do conforto por alguns dias, a dica é conhecer a aldeia dos índios Ianomâmi ou Macuxis.

Elas são distantes, o trajeto é difícil, e é necessário uma prévia autorização da Funai, mas a aventura com certeza será inesquecível.

Boa Vista

Foto da Praça das águas, um dos endereços mais conhecidos de Boa Vista. com destaque para o monumento conhecido como Portal do Milênio, construído na chegada do ano 2000. Este é o local certo para ir à noite, pois é rodeado de bares e restaurantes onde se pode desfrutar desde boa música até pratos típicos. Também são freqüentes os eventos de música e dança.

E para a garotada que prefere hamburguers e coca cola, lá também estão filiais das grandes redes de fast food, encontradas no resto do Brasil.

Outro lembrado programa turístico consiste em descobrir as praias do rio Branco. Entre setembro e abril o nível das águas baixa muito, fazendo surgir em suas margens diversas praias de areias brancas, um cenário que lembra uma imagem do paraíso.

Algumas delas são desertas e cercadas pela típica vegetação amazônica, outras são muito freqüentadas e contam até com bares e restaurantes. O acesso à estas praias é feito por barcos de aluguel, facilmente encontráveis no porto da cidade.

Outros passeios de barco seguem em direção à floresta amazônica, onde é possível percorrer rios e igarapés. Ao fundo a Ponte Macuxí, que com seus 1.200 m de extensão, oferece uma das melhores vistas da cidade.

Boa Vista ainda guarda gostosos hábitos de interior, como por exemplo o costume de quase todo comércio de fechar suas portas por duas horas após o almoço. Como tudo aqui é perto, todo mundo vai almoçar em casa. Desnecessário dizer que por estas bandas estresse é uma palavra quase desconhecida.

Ao lado, Monumento aos Pioneiros, que como diz a placa fixada em sua base “Iniciaram a construção de um sonho chamado Roraima”.

Não deixe de conhecer o Teatro Carlos Gomes, situado ao lado da Igreja de São Sebastião. Visite ainda a Catedral Cristo Redentor, Palácio Senador Hélio Campos, sede do governo estadual, Palácio da Cultura, e o prédio da Assembléia Legislativa do Estado, todos exemplos da pujante arquitetura cada vez mais presente na cidade.

Ao lado foto da região central da cidade, onde estão bancos, lojas e restaurantes. Ah sim, quando chegar a hora do almoço vá até o Mister Quilo, que tem um cardápio super variado e preços muito bons. Está situado bem no centro, próximo à Av. Getúlio Vargas.

Boa Vista

Foto acima do Tribunal de Justiça de Roraima, também situado no Centro Cívico. A cidade tem boas opções de hospedagem, embora sem luxos. Quando estivemos lá ficamos no Uiramutam Palace, que tem quartos com ar condionado, TV a cabo e está bem situado, em frente à Praça das Aguas. Outra boa opção é o Aipana Plaza, situado no Centro Cívico.

Boa Vista

Esta simpática construção de cores fortes é um dos melhores locais da cidade para encontrar lembranças, curiosidades, artesanato indígena, etc. Fica a uma curta caminhada do centro, às margens do Rio Branco. Pouco adiante, fica outro local ótimo para frequentar nas noites de 6a feira e sábado, o deck turístico inaugurado às margens do rio, que conta com restaurante, bares, música ao vivo e muita animação.

Outro roteiro turístico muito lembrado na região é visitar as ruínas do Forte São Joaquim, tombado pelo patrimônio histórico. A melhor forma de chegar lá é de barco, numa viagem que dura aproximadamente 3 horas.

O forte foi construído pelos portugueses de 1775. Na época eles estavam estavam preocupados com a crescente presença de ingleses, franceses e holandeses nestas terras ao norte do Brasil, e decidiram construir a fortificação para tentar conter seu avanço. Hoje o forte está em ruínas, mesmo assim a visita é interessante para quem dispuser de mais tempo para visitar os arredores.

À pouca distância do forte está situada outra atração local, a Fazenda de São Marcos, uma das primeiras do extremo norte Brasileiro dedicadas à criação de gado, e que muito contribuiu para o desenvolvimento da região.

Quem dispuser de tempo suficiente para ir mais além de Boa Vista, com certeza não vai se decepcionar. O ecoturismo cada vez mais se afirma como uma das atividades mais solicitadas entre turistas do Brasil e do exterior.

Diversos desses viajantes procuram chegar até o Monte Roraima (foto abaixo), que com seus quase 3 mil metros é um dos principais símbolos dessas terras.

Quem se dispuser a encarar esta aventura de vários dias, deve estar preparado para enfrentar ventos de até 100 km por hora e temperaturas que vão do frio congelante ao calor tropical, conforme a hora do dia. Em compensação, durante a subida vai encontrar uma infinidade de espécies vegetais e vistas deslumbrantes.

Quem chegar ao cume do Monte Roraima encontrará ainda o Marco da Tríplice fronteira, demarcando o ponto de encontro de Brasil, Venezuela e Guiana.

Roraima é o estado brasileiro com maior população indígena, formada entre outros, pelos Maiogong, Taurepang, Macuxí, Ingaricó, Waimiri-Atroari, Wai-Wai, Waipixana e Yanomami. Também aqui está o ponto extremo norte do país, o Monte Caburaí.

Esta é uma terra repleta de simbolismos, a começar pelo nome, pois Roraima significa Corajosa Mãe dos Ventos.

É a afirmação definitiva de um lugar que soube vencer a selva, a distância, e muitas outras adversidades, e impor-se como a fronteira norte de um país continental. Mas acima de tudo, Roraima é um desafio permanente, e permanece um convite irresistível aos aventureiros e descobridores do século 21.

Fonte: www.imagensviagens.com

Boa Vista

O municipío de Boa Vista formou o primeiro povoamento caracteristicamente urbano da região do atual estado de Roraima.

Foi fundada no século XIX, em 1830, pelo capitão Inácio Lopes de Magalhães.

Originou-se de uma das inúmeras fazendas de gado situadas ao longo dos rios que compõem a bacia do rio Branco pertencente à então província São José do Rio Negro, atual Amazonas. Em 1858 a povoação foi elevada a categoria de vila, com o nome de freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Rio Branco e em 9 de julho de 1890 a freguesia foi elevada à categoria de sede de um novo município denominado Boa Vista do Rio Branco (criado pelo então governador amazonense, Augusto Ximeno de Villeroy).

O município de Boa Vista pertencia ao extinto município amazonense de Moura, que desmembrou do estado do Amazonas e em 1943 passou a ser Território Federal do Rio Branco e experimentou seu surto de crescimento devido ao garimpo.

Em 1962 houve a mudança de nome de território para Roraima, sendo que em 1988, com a promulgação da nova Constituição do país, o território foi transformado em estado da Roraima. Boa Vista está localizada nos “Campos de Roraima”, que se caracteriza por uma cobertura vegetal rasteira, descontínua, localmente denominada “lavrado” e pela ocorrência de espécies arbóreas, predominando o caimbé nas partes mais altas. Outra característica da cobertura vegetal se localiza nas galerias, ao longo da maior parte de igarapés, que são marcados por buritizais.

A bacia do Rio Branco domina praticamente toda a área do Estado e é o principal componente do sistema hidrográfico de Boa Vista, com o rio Cauamé, seu principal afluente, pela margem direita. A cidade é desenhada em forma de leque, com ruas largas, bem iluminadas, e com as principais avenidas seguindo para o Centro Cívico, com belos monumentos e suave plasticidade.

O clima é tropical e as temperaturas variam entre 20º C e 36º C, clima quente e úmido com estações de chuvas bem definidas. Boa Vista é uma verdadeira jóia do norte do Brasil. O folclore de Roraima contém elementos de grande riqueza cultural, caracterizados pelas danças indígenas, pelos hábitos e pelo vocabulário repleto de expressões oriundas dos dialetos macuxi, taurepang, paraviana, uapixana, ingaricó, entre outros.

A arquitetura das áreas mais antigas de Boa Vista realça o estilo da virada do século XIX e XX: o neoclássico, que tentou reerguer com certo romantismo as formas romanas e gregas da antiguidade. Grande riqueza também em seus Artesamatos, Folclores, Lendas e uma gastronomia produzida por várias raças e costumes, sendo que a predominância é para a culinária indígena, graças ao seu tempêro. Uma infinidade de opções gastronômicas pode ser encontrado na região. Muitos deles podem ser apreciados na Orla Taumanan com vista para o Rio Branco e da Ponte dos Macuxi, repleta de quiosques, restaurantes e palco para shows ao ar livre. Uma das principais características locais é a diversidade cultural – graças aos migrantes do Sul e do Nordeste do Brasil, além dos índios da região. A mistura influenciou a gastronomia da capital, com uma deliciosa mistura de sabores.

A predominância, porém, é da culinária indígena, que desperta o paladar dos curiosos por conta dos exóticos temperos.Merecem destaque a Paçoca com banana (carne assada batida no pilão com farinha e servida com banana), a Caldeirada de peixe, a Galinha caipira e a Mugica de peixe (peixe assado no forno, desfiado e cozido com farinha branca e azeite). Para acompanhar, suco de açaí, de cupuaçu e de buriti – esse último, também é servido como vinho. O centro histórico está localizado às margens do rio Branco, o qual representa o nascimento da cidade de Boa Vista, em 1830. Nele encontramos a primeira igreja local, a Matriz Nossa Senhora do Carmo, e ao lado encontra-se a sede da Fazenda que deu origem à cidade.

A praça Barreto Leite, de frente para o antigo porto da cidade, abriga os Monumentos em homenagem aos Pioneiros e aos Garimpeiros, obra do artista plástico Luiz Canará e à sua frente, à esquerda, pode-se ver o prédio da Intendência, primeira prefeitura da cidade, onde atualmente funciona uma galeria de arte e a Escola Municipal de Música. A casa João XXIII, Escola Euclides da Cunha, Escola São José, Esquina do Rio, prédio da SEMSA (antigo mercado municipal), são os prédios mais antigos, construídos ainda no início do século XX.

O Complexo Arquitetônico Centro Cívico é composto por prédios antigos e modernos que contornam o Monumento ao Garimpeiro e o Palácio do Governo ‘Senador Hélio Campos’, na Praça do Centro Cívico, para onde convergem as principais ruas da cidade.

Os prédios são: o Banco da Amazônia, o Palácio da Cultura, os Correios, a Assembléia Legislativa, o Tribunal de Justiça do Estado, o Ministério e a Secretaria da Fazenda, a Secretaria de Educação, o Banco do Brasil, o Palácio da Justiça Sobral Pinto, a Catedral Cristo Redentor e o Hotel Aipana Palace.

Outros pontos turísticos são: Balneário Água Boa; O Eco Park; A Praça das Águas; A Catedral Cristo Redentor; O Teatro Carlos Gomes; O Complexo Ayrton Senna (com 3 km de quadras de variados esportes); A Fonte Luminosa e o Coreto do Centro Cívico.

A fazenda São Marcos integra o Patrimônio Histórico de Roraima e é ocupada pelos índios Macuxi. Foi fundada no século 18 para criação de gado para abastecer de alimentos o Forte São Joaquim (construído em 1775 pelo portugueses para proteger a região das invasões estrangeiras e consolidar a ocupação portuguesa).

O Parque Anauá é o Maior parque de lazer da região norte com infra-estrutura de esporte, lazer e outros serviços.

O parque dispõe de: anfiteatro, forródromo, centro de artesanato indígena, galeria de artes, escola de música, escola para alunos especiais, museu, horto florestal, um lago natural, fonte luminosa, ginásio poli esportivo, kartódromo, pistas para Cooper, aeromodelismo, Motocross, skate e bicicross, lanchonetes e restaurantes.

Na época que vai de outubro a março, o nível das águas do Rio Branco diminui, formando deliciosas praias e garantindo os passeios de barco e a prática de pesca e de esportes náuticos.

As praias de Boa Vista têm qualidades especiais: além de possuírem águas limpas estão sempre com uma temperatura agradável para o banho, é por isso que a população costuma denominá-las por “banho”.

O acesso é facilitado porque todas elas estão ao redor da cidade sendo acessíveis por vias urbanas, diferenciando apenas a Ilha da Praia Grande que está localizada a margem direita do rio Branco, porém facilmente encontram-se barqueiros que fazem a travessia mediante pagamento, como se não bastasse os banhistas ainda podem fazer prática de esqui aquático, canoagem, vela e deliciar-se com maravilhosos pôr e nascer do Sol e ainda deparar-se com espécies animais e vegetais legítimos da Amazônia como: botos, Araras, periquitos, cantos de pássaros de raras espécies e para completar noites de luar que são verdadeiros espetáculos aos quais comumente chama-se luau.

Os visitantes podem também contar com pequenos bares e restaurantes que servem aperitivos de peixe regional e bebidas geladas. A 8 km de Boa Vista, às margens do rio Cauamé, um dos principais afluentes do Rio Branco, surgem praias de verão como Caçari e Curupira. Praias fluviais com águas límpidas, cercadas por vegetação típica da Amazônia. O lugar tem uma boa infra-estrutura de apoio e serviços para receber o seu cliente, além de restaurantes e área para camping. A 6 km de Boa Vista, na margem esquerda do Rio Branco fica a ilha de Cunha-Pucá, com 15 km de extensão, separada da terra firme pelo paraná Surrão. As praias se formam entre outubro e março, chegando a 5 km de extensão, o que atrai muitos visitantes. Outras atrações para o turismo ecológico são as cachoeiras do Miudinho, Paiva e Funil, essa última formada por um furo feito por garimpeiros no igarapé Cabo Sobral. A água cai de grande altura no leito de pedra do igarapé do Meio, segue por um caminho repleto de corredeiras e saltos, por uma garganta coberta de mata nativa até a extremidade do tepuy. O local é de incrível beleza cênica, e a mata nativa, em conjunto com as cachoeiras, pode proporcionar roteiros de caminhadas.

Uma das atrações turísticas mais visitadas é o Sítio Arqueológico da Pedra Pintada, um inselberg de 40 metros de altura e 60 metros de diâmetro, surgido na Era Mesozóica, períodos do Cretáceo e Jurássico (entre 67 e 137 milhões de anos atrás), Rocha de granito, com inscrições rupestres no paredão leste. A área foi tombada em janeiro de 1984.Para se ter uma noção da altura desta rocha, observe o tamanho das árvores. No paredão à direita, inscrições de antigas civilizações.

Alguns dos principais eventos da cidade são: Festa de São Sebastião; Rainha e Rei Momo do Carnaval; Carnaval; Dia do Índio; Exposição de artesanatos indígenas; Festas Juninas; Apresentação de Bumba-meu-Boi e Pastorinhas; Arraial do Anuá; Festa de São Pedro; Procissão de barco no Rio Branco e terrestre saindo da Igreja Matriz para a Igreja de São Pedro; Aniversário do município de Boa Vista; Semana da Pátria; Dia da Árvore; Foliavista; Festival de Música de Roraima; Círio de Boa Vista e o Dia da Cultura.

 

Fonte: amazonia.altervista.org

Boa Vista

A história de Boa Vista tem início nos primórdios do século XIX, quando pequenas fazendas se estabeleceram em rios da bacia do Rio Branco.

O Forte São Joaquim e a introdução do gado nos lavrados do Rio Branco foram os principais fatores para o povoamento da região. Parte dos militares destinados a servir no forte gostou e ficou por aqui, juntamente com seus familiares.

Vindo do Ceará para comandar as tropas do Forte São Joaquim, em 1830, o Capitão Inácio Lopes de Magalhães funda a primeira fazenda particular de pecuária à margem direita do Rio Branco, cuja denominação é Boa Vista.

Em novembro de 1858, é criada na bacia do Rio Branco, no lugar denominado Boa Vista, a Freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Rio Branco, localizada acima das cachoeiras Cujubim e Bem Querer.

Em 9 de julho de 1890, o então Governador do Amazonas, Augusto Ximeno de Villeroy, cria o município de Boa Vista, desmembrando-o do município de Moura, pertencente ao Amazonas. Um mesmo decreto eleva à categoria de vila a antiga Freguesia de Nossa Senhora do Carmo. Na época, Boa Vista tinha 164 casas e uma população estimada em 1.200 habitantes. Sua população era composta por portugueses, brasileiros de outros Estados, índios, mestiços e negros vindos da Guiana Inglesa.

A cada dia, a sede do município criava forma. A maior concentração de casas situava-se em volta da praça Barreto Leite. Ali, encontravam-se o Porto das Lavadeiras, o Depósito de Sal, a igreja, a prefeitura, a aldeia e, mais adiante, fora da área delimitada como Centro Histórico, a Charqueada.

Como em outras regiões brasileiras, em Boa Vista também se implantou a educação através do trabalho de missionários religiosos que se instalaram na região desde as primeiras concentrações populacionais. Na área da saúde, na época da fundação de Boa Vista, não havia médicos. O hospital era controlado pelas Madres Beneditinas. Havia apenas um dentista, o Doutor Nier, e os farmacêuticos Cícero Leal e Epifânio, um homeopata português.

O crescimento da cidade foi rápido e nítido. Em 13 de setembro de 1943, o Presidente Getúlio Vargas assinou decretos criando cinco territórios federais, dentre eles o Território Federal do Rio Branco, tendo como capital Boa Vista. O primeiro governador, Capitão Ene Garcez dos Reis, chegou em junho de 1944. A recepção foi feita, na época, por mais de 500 pessoas na pequena praça da rua Floriano Peixoto, próxima à matriz. O governo de Garcez durou 18 meses, terminando com a queda de Getúlio Vargas em 1945, sendo exonerado no ano seguinte.

Em 13 de setembro de 1962, o Território Federal do Rio Branco passou a se chamar Território Federal de Roraima. Por se tratar da primeira cidade construída na região e a de maior número de habitantes, Boa Vista permaneceu como centro administrativo do território, com status de capital.

Talvez seja por toda esta riqueza histórica que Boa Vista é única em beleza e importância no Norte do Brasil, esperando sua visita com hospitalidade e atrações imperdíveis.

Aniversário da Cidade: 09 de Julho

CARACTERÍSTICAS

Município situado na fronteira com a República da Venezuela, única Capital situada no Hemisfério Norte, Boa Vista é uma cidade moderna, planejada por Oscar Niemeyer, com a mais baixa densidade demográfica do País. Banhada pelo Rio Branco, possui a forma de leque aberto, com ruas largas, bem iluminadas, e com as principais avenidas seguindo para o Centro Cívico. Encontra-se com 1 h a menos em relação ao horário oficial brasileiro.

Clima: Quente e úmido, com duas estações bem definidas, inverno (estação das chuvas) e verão (estação da seca).

Temperatura Média? 36,6º C

COMO CHEGAR

Localização: Norte de Roraima

Limites: Amajari, Alto Alegre, Bonfim, Cantá, Mucajaí, Normandia, Pacaraima.

Acesso Rodoviário

As duas rodovias que cruzam Boa Vista são:

BR-401 – Para a Guiana

BR-174 – Para Manaus e Venezuela

TURISMO

Principais Pontos Turísticos

Aeroporto

O Aeroporto Internacional de Boa Vista possui uma ótima infra-estrutura para receber turistas do mundo inteiro, com estilo e muito bom gosto.

Endereço: Avenida Getúlio Vargas, 39

Aldeia Indígena

Os índios de Roraima expandiram suas fronteiras. Hoje, têm acesso à escola desde a primeira série, fazem faculdade e até chegam a se formar doutores. Isso tudo, é claro, preservando antigas tradições. Em termos percentuais, o Estado de Roraima é o que tem mais áreas indígenas do Brasil. Os índios da região ocupam cerca de 54% da terra do Estado e a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) pretende aumentar este percentual para 73%. Há áreas indígenas que chegam a ser maiores do que a França, o maior país da Europa.

Berço Histórico

São muitos os atrativos turísticos que Boa Vista oferece a seus visitantes.

No Centro Histórico da cidade, encontra-se uma boa parte destes pontos de turismo: Porto das Lavadeiras, Depósito de Sal, Igreja, Prefeitura, Aldeia, entre outros. A cidade de Boa Vista foi crescendo ao redor deste Centro Histórico, na Praça Barreto Leite.

Cachoeira do Rio Contigo

Rio de cânion que tem sua nascente no Monte Roraima, dentro do município de Normandia. No município de Pacaraima, faz junção com outro rio e segue para formar o rio Tacutú.

Fonte Luminosa do Coreto

A Fonte Luminosa e o Coreto do Centro Cívico são uma grande atração turística de Boa Vista. Passar uma tarde apreciando-os é garantia de tranqüilidade e paz.

Monte Roraima

No seu cume, encontra-se o marco da tríplice fronteira Brasil/Venezuela/Guiana, assentado pelo importante membro da História Brasileira, Marechal Rondon.

O Monte Roraima tem 2.875 metros de altitude e para chegar a ele, o turista enfrentará desafios como rios e rochas no início da escalada, ventos de até 100 km/h e variação de temperatura entre 5ºC e 35ºC. É um local inóspito, de natureza surpreendente.

A flora da região é muito rica, com mais de 400 espécies de bromélias e duas mil samambaias. Na subida, você vai se encantar com os platôs, chamados Vale dos Cristais, onde ocorrem formações de pequenas esculturas pontiagudas de cristais. Em média, são seis dias para subir e descer o monte, um esforço que vale a pena.

Monumento aos Garimpeiros

Localizado na praça do Centro Cívico de Boa Vista, o Monumento ao Garimpeiro representa um homem garimpando, exaltando a época áurea do milagre do ouro descoberto na região.

Monumento aos Pioneiros

Na praça Barreto Leite, se localiza o Monumento aos Pioneiros do Estado. A obra é do artista plástico em memória, Luís Canará, que deixou um precioso e fiel registro do que foi a formação cultural de Roraima.

Palácio da Cultura

O Palácio da Cultura, com arquitetura moderna e futurista, se localiza ao lado do Centro Cívico de Boa Vista. Abriga a maior biblioteca pública do Estado, com espaço para oficinas de teatro e artesanato, além de ser palco de exposições artísticas, fotografia, cerâmica e artes plásticas. Atrás do prédio, há uma pracinha, lugar ideal para um bom passeio.

Palácio Hélio Campos

É na praça do Centro Cívico que se localiza o Palácio Senador Hélio Campos, sede do Governo Estadual. Para se conhecer o centro de Boa Vista, é aqui que começa o city tour.

Portal do Milênio

Boa Vista não deixou por menos e se preparou para comemorar com estilo a chegada do ano 2000. Na praça do Centro Cívico, a população foi presenteada, na noite de reveillon, com o monumento que marcou a passagem do ano de 1999 para o tão esperado ano 2000, o Portal do Milênio.

Praça das Águas

Diversos chafarizes e fontes de água proporcionam um charme a mais à cidade de Boa Vista. Um exemplo é a Praça das Águas, com sua beleza sedutora, trazendo tranqüilidade para todos os seus visitantes.

Ruas ajardinadas

Boa Vista é a capital de Roraima que surgiu no século XIX, com o aparecimento de inúmeras fazendas às margens do rio Branco. O que era apenas um povoado, hoje possui formas de uma cidade moderna, com largas e arborizadas ruas que ligam o centro da cidade a todos os seus pólos. O sol abençoa todos os dias a região de Boa Vista, um perfeito convite para um refrescante mergulho.

A cidade é cercada por lindas praias naturais que, em período de seca, de outubro a março, formam um anel de areia fina em torno da cidade. Realmente uma paisagem encantadora. São muitos os atrativos turísticos que Boa Vista oferece a seus visitantes. Tudo com um toque bem original da região. Vale a pena conferir!

Teatro Carlos Gomes

O Teatro Carlos Gomes é o único de Boa Vista. Moderno e bem estruturado, todos os tipos de arte musical, peças locais e nacionais são apresentados ao público aqui.

EVENTOS

Feiras

Roraima / Feira da Moda de Roraima
Data: Primeira quinzena de maio

FECOMIR / Feira do Comércio e Indústria de Roraima
Data: Primeira quinzena de Dezembro

EXPOFERR / Exposição Feira Agropecuária de Roraima
Data: Móvel

Festas

Festa de São Sebastião
Data: 20 de Janeiro

Rainha e Rei Momo do Carnaval
Data: Fevereiro

Carnaval
Data: 
Fevereiro

Torneio Internacional de Mountain Bike
Data:
 Sábado de Aleluia e Domingo de Páscoa.

Dia do Índio
Exposição de artesanatos indígenas
Data: 19 de Abril

Festas Juninas
Apresentação de Bumba-meu-Boi e Pastorinhas
Data: Junho

Arraial do Anuá
Data:
 Junho

Arraial / Festa Municipal
Data
: Junho

Festa de São Pedro
Procissão de barco no Rio Branco e terrestre saindo da Igreja Matriz para a Igreja de São Pedro.
Data: 29 de Junho

Aniversário do município de Boa Vista
Data:
 9 de Julho

Semana da Pátria
Data:
 7 de Setembro

Dia da Árvore
Data:
 21 de Setembro

Foliavista
Data:
 2ª semana de Outubro

FEMUR / Festival de Música de Roraima
Data:
 Segunda Quinzena de Outubro

Círio de Boa Vista
Data: 
Segundo Domingo de Outubro

Dia da Cultura
Data:
 5 de Novembro

Fonte: www.ferias.tur.br

Boa Vista

Boa Vista é uma capital surpreendente! Planejada, limpa, hospitaleira!

Boa Vista, a única capital brasileira totalmente situada no hemisfério Norte, no estado com maior população indígena do país, atrai tanto os apaixonados pelo turismo histórico quanto os que preferem o ecoturismo. Além disso, a grande afluência de diferentes povos do Brasil e do mundo cria uma Babel de sabores à mesa. Uma visita a Boa Vista quer dizer que você vai experimentar muitos sabores.

Próxima à tríplice fronteira (Brasil, Venezuela e Guiana), uma cidade encravada na Amazônia oferece toda a cultura dos povos indígenas da região, sítios históricos e muito lazer, com destaque para a Orla Tauman㠖 orgulho do boa-vistense, com magnífica vista para o Rio Branco e seu complexo de bares e restaurantes, boa música, boa comida, muita cultura.

Orla Taumanã

Orla Taumanã, às margens do Rio Branco, que banha Boa Vista. Orgulho dos moradores, é um grande centro de lazer com duas praças de alimentação, anfiteatro e muito passeio.

Complexo Ayrton Senna

Engloba 11 quadras repletas de opções de lazer, bares e restaurantes, quadras de esporte, fontes iluminadas e muita diversão.

Endereço: Av. Eng. Garcez com Av. Forte São Joaquim.

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Construída no início do séc. XIX em estilo germânico.

Casa da Cultura

Antiga sede do governo, abriga exposições de arte e eventos culturais.

Endereço: Rua Jaime Brasil, s/n – Centro.

Horário de Funcionamento: de Segunda a Sexta das 8h às 12h e das 14h às 18h. Sábado das 8h às 12h.

Gastronomia

As múltiplas influências de imigrantes possibilitam ao viajante saborear um legítimo churrasco gaúcho e uma caldeirada portuguesa de peixes de água-doce, uma cumbuca de tacacá e um pedacinho de queijo minas.

Artesanato

O artesanato de Roraima é marcantemente indígena, mas também apresenta trabalhos da cultura cabocla. São cestarias, adornos e jóias variados, panelas e utensílios de barro, peças de madeira e látex dos seringais.

Distâncias de Boa Vista:

Manaus: 785 km
Brasília: 4.275 km
São Paulo: 4.756 km
Rio de Janeiro: 5.159 km

Fonte: www.turismobrasil.gov.br

Boa Vista

Boa Vista pode ser considerada a porta de entrada natural para a Amazônia e para a região onde se situam algumas das montanhas mais altas do país, como o Monte Roraima e o Monte Caburaí, o ponto mais setentrional do Brasil.

Uma paisagem recortada por rios, cachoeiras e formações rochosas compõe o cenário que abriga mais de 400 espécies de bromélias. Essas são algumas das surpresas reservadas a quem aceita o desafio de chegar ao Monte Roraima.

No período de seca (outubro a março), o nível das águas do rio Branco diminui em toda a sua extensão, formando belíssimas praias naturais. As mais frequentadas são a Praia Grande e Praia da Água Boa.

História

No século XIX, a bacia do Rio Branco via nascer nas suas margens um pequeno povoado chamado Freguesia de Nossa Senhora do Carmo. Ele reunia diversas fazendas instaladas na região e seria elevado à categoria de município em 1890.

A cidade é fruto da miscigenação de várias raças e costumes, que tem grande influência na gastronomia do local. A predominância é a culinária indígena, muito apreciada pelos turistas em busca de temperos diferentes e exóticos. Um dos locais onde ela pode ser apreciada é a Orla Taumanan, que, no idioma macuxi, significa paz.

Porta de entrada para a Amazônia, a capital roraimense é o ponto de partida para vários roteiros de ecoturismo.

Lá se situam algumas das montanhas mais altas do país, como o Monte Caburaí, o ponto mais setentrional do Brasil:aventura de todos os tipos para aqueles que desejam adrenalina e emoção.

No Parque Nacional Monte Roraima, a paisagem, composta por rios, cachoeiras e formações rochosas, é um dos principais pontos turísticos do país. Chegar até lá é um desafio, que exige do turista muito fôlego e disposição. Ventos de até 100km/h e uma altitude de 2.875 metros tentam impedir, mas vencer os obstáculos vale a pena. O Monte Roraima é uma das montanhas mais antigas do planeta e já inspirou até um livro, “O Mundo Perdido”, do escritor Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes.

Na música, vários ritmos dão o tom pelas ruas e festas de Boa Vista. A população mostra toda sua hospitalidade no forró, xote, xaxado, sertanejo, repente e baião, que dão sua contribuição para que as férias do visitante sejam uma diversão.

Outra atração é o rico artesanato confeccionado pelas tribos indígenas que habitam a cidade. São peças artesanais, verdadeiras obras de arte, que apresentam aos turistas toda a cultura da região e convidam amigos e parentes a visitar uma das mais lindas cidades do país.

Fonte: ecoviagem.uol.com.br

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