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Grande Chaco

CHACO

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Uno dos maiores atrativos do estado constituem sua flora e fauna, as reservas naturais e os parques protegidos. Além da posibilidade de praticar a pesca, fazer excursões de pé, de cavalo ou canoa, safaris fotográficos ou descansar nas estâncias, O Chaco oferece vários lugares de águas termais.

Resistência

Resistência é a capital do estado. A cidade tem um encanto especial misturado com o ar cultural de suas mais de 200 esculturas expostas ao ar livre. Os artistas são bem vindos neste lugar, os locais ou os que vão de passo têm a oportunidade de apresentar suas obras no Fogão de los Arrieros, mistura de museu, institução cultural e canto boémio.

Outros lugares onde poderá admirar a arte são o Museu Províncial das Belas Artes e o Talher das Artes Visuais. Entre os museus destacam o Museu Policial, o Museu Regional de Antropologia João Alfredo Martínez, o Museu Histórico Regional, o Museu de Ciências Naturais, o Museu da Escultura em Madeira, o Museu do Homem Chaquenho e outro interessante lugar para visitar é o Centro de Odfidiologia Resistencia onde os amantes dos réptis ficarão à vontade.

No Bairro de Toba concentra-se grande parte da população indígena e na Cooperativa de Artesões encontrará o visitante peças de barro artesanais feitas por eles a muito bom preço. Os maiores espetáculos da cidade têm lugar no anfiteatro Domo Centenário, um edifício de arquitetura moderna.

Atrativos do estado de Chaco

A 15 quilômetros da capital localiza-se a Reserva Natural Estricta Colónia Benítez com mostras da região chaquenha oriental. Na Reserva Estadual Ilha do Cerrito pode-se praticar a pesca, sobre tudo do dourado, enquanto o Parque Nacional Chaco protege numerosas espécies animais e vegetais. Abundam os tucães, garças, cegonhas, bandurrias, loros, carpinteiros, macacos, raposos, ofidios, nutrias, capibaras e jacarés. Entre os vegetais há alfarrobeiras, quebracho vermelho, guaiaco e densos palmares de carandaí. Outros lugares de interesse são a Reserva Parque Províncial Pampa do Índio, que protege uma abundante fauna autóctone. Abundam os tacurú, ninhos de termitas de até 1, 5 metros de altitude.

168 quilômetros ao oeste de Resistência poderá desfrutar de banhos termais em Presidencia Roque Sáenz Penha, sendo o inverno a melhor temporada para fazê-lo. A cidade é muito quente no verão e apenas há árvores. Perto do limite com a província de Santiago do Estero, há uma extensão cheia de meteoritos quedos faz uns 6.000 anos. O lugar chama-se Campo do Céu. O meteorito de maior tamanho de 33, 4 toneladas, tem sido bautizado como “O Chaco”.

Em Vila Río Bermejito pode-se desfrutar da pesca, a caça e os esportes náuticos e viajando para o noroeste da província podemos fazer safaris fotográficos em duas vilas situadas no “O impenetrável”: Forte Esperanza e Nueva Pompeya.

FORMOSA

O estado de Formosa é o destino ideal par os amantes da aventura e as emoções fortes. Abundam os parques, savanas de palma branca onde convive a maior concentração e variedade de aves do mundo, e os jacarés como denomina-se o crocodrilo sudamericano. Também ali encontram-se os roedores maiores do mundo. É tambén terra de esteiros e banhados, cenário ideial para a aventura.

A capital do estado como a origem do nome diz é formosa. Formosa descansa sobre a costa ocidental do rio Paraguai. Frente à cidade está a Ilha de Ouro, um lugar ideal para pescar dourados, pacús e surubins. Entre os lugares que oferece a cidade destaca seu Museu Histórico Regional, que contem coleções relacionadas com as Ciências Naturais, a história e a antropologia locais. Sua Casa do Governo, declarada Monumento Nacional, alberga o Museu dos Governadores. Ao sul da cidade está Herradura a qual conta com uma exuberante e selvática vegetação onde habitam colônias de macacos carajás.

A Reserva de Animais Selvagens Guaycolec, a qual encontra-se ao norte da cidade, alberga animais autóctones e exóticos. Desde ali pode-se fazer uma escala em Clorinda, a qual comunica com Asunção do Paraguai por uma bonita ponte, até chegar no Parque Nacional Río Pilcomaio onde predominam os esteiros, banhados e savanas de palma branca ou carandaí. Sobre a beira do rio cresce uma densa selva e nos terrenos mais altos há ilhotas de monte.

Existe ali uma grande variedade de aves entre as quais encontram-se a espátula, a garça branca, o chajá e o jabirú ou tuiuiú. Além dos jacarés, abunda o veado dos pântanos, o maior cérvido da América do Sul. Os machos podem chegar superar o metro de altitude e os 100 quilogramos de peso e sua cornamenta é grosssa e aos galhos. Ali vive também a capibara, o maior roedor do mundo, que durante as horas de calor não sae das águas.

Seguindo o curso do rio Pilcomaio para o norte está o Bañado La Estrella, o qual só pode-se percorrer de canoa e contém em sua extensa área uma importante reserva faunística. Sobre o rio Bermejo está a Reserva Natural Formosa, área semi-desértica típica do ecossistema chaquenho ocidental.

OS ANDES DO NOROESTE

O céu no noroeste argentino é raso e azul durante o dia, até que as diminutas e longuíquas estrelas durante a noite substituem à luz ofuscante do sol. A paisagem em troca, é um capricho de cores e formas. As gentes tranquilas conservam tradições e culturas de riqueza variada. A viagem por esta região pode ser apaixonante e cativadora. Seis províncias alternam seus atrativos nesta cativadora região: Salta, Jujuy, Tucumán, Santiago do Estero, Catamarca e La Rioja.

SALTA

Rodeada de imponentes cumas montanhosos, picos nevados, paisagens espalhados de cardones (cactos gigantes) e vilas de arquitetura singular, Salta recebe o visitante amável e acolhedora.

A capital do estado, Salta, é uma das cidades mais velhas da Argentina (1582). Há quem chama-a “a linda”, em aymara Salta significa “a muito formosa”. É a cidade do país que conserva um maior patrimônio da época colonial. Nela águardam-lhe museus tão fabulosos como os que alberga O Cabildo, o Museu Histórico do Norte, um dos melhores do país todo; o Museu Colonial e o de Belas Artes. Não passe por alto de jeito nenhum a sua Catedral, cuja beleza interior costuma deixar de boca aberta quase todos os turistas.

Ambos edifícios concentram-se em sua Praça Central. A Igreja de São Francisco possui uma das torres mais altas da América com sus 53 metros. Outros lugares para visitar são o Convento de São Bernardo, o qual é hoje o atual convento da ordem carmelita; a Casa Uriburru; o Museu da Arte Popular, o Museu Antropológico João M. Leguizamóm e o Cerro São Bernardo ao qual chega-se em um teleférico e oferece as melhores vistas da cidade e seus arredores.

Lugares Turísticos do estado de Salta

O estado de Salta conta com três importantes parques nacionais: o Parque Nacional Os Cardones, o mais acesivel, protege sobre tudo o cardão, um cactus que chega atingir uma altitude de mais de 60 metros. Sua madeira foi utilizada pelos índios da região para construir o teto de suas moradas. Atualmente utiliza-se para fazer portas, janelas e móbeis; o Parque Nacional Finca El Rey e o Parque Nacional Baritú, ambos conservam uma zona montanhosa selvagem e selvática com grande diversidade de fauna e flora subtropical.

Em algumas áreas os rios que descem dos Andes cavam profundos canhões, deixando multicolorids sedimentos nos estratos das paredes, são as chamadas “quebradas”, entre as que destacamos a de Cafayate, rodeada de vinhas com cujo fruto se produz o famoso vinho torrontés, branco e afrutado.

Pela Quebrada das Conchas chega-se aos Vales Calchaquíes, os quais compreendem uma enorme extensão de terra com impressionante paisagem ao qual suman-se as vilas coloniais, seus atrativos naturais, as gentes e suas tradições. Entre as mais bonitos vilas destacam Molinos, Seclantás ou Cahi.

O Trem das Nubens ajudará a subir para internar-se no mais profundo da Cordilheira dos Andes e asomar-se às altitudes da Puna. Este inacreditável trem turístico atinge em seu percurso os 4.000 metros de altitude, percorrendo uma magnífica obra de engenharia, o Viaduto da Polvorilla. Funciona de abril a outubro. Descendo pela Cuesta del Obispo percorre-se o Vale de Lerma, para introduzir-se depois na Quebrada del Toro e trepar até a Puna.

Para chegar às vilas de Iruya e Santa Victória há que atravessar abras de mais de 4000 metros de altitude.

JUJUY

A maior parte do estado está ocupada pelo planalto. Por isso oferece um dos mais belos percursos do noroeste argentino. Pitorescas vilas conservam as características arquitetônicas e costumeiras das culturas pré-hispánicas, ruinas históricas, antigas fortificações, praças de ceremonias, festas típicas e um sinfím de atividades esperam o viajante em Jujuy.

São Salvador de Jujuy é a capital da província. Frente à praça central da cidade estão a Igreja Catedral, o Cabildo, e a Casa do Governo. A igreja mais antiga é a capela de Santa Bárbara, que exibe um teto de telhas e tirantes de madeira. Outros lugares de interesse são o Museu Histórico Provincial e o Mercado do Sul. Nas proximidades podem-se visitar os banhos termais de Termas de Reyes.

Desde São Salvador de Jujuy chega-se à Quebrada de Humahuaca, o passo natural para a Puna, o caminho dos índios, e à Bolívia. A rota descobre uma paisagem de cerros espalhada de vilas pitorescas, casas de adobe e capelas históricas como Purnamarca, Maimará, Tilcará e Humahuaca, e as ruinas pré-hispánicas de Pucará de Tilcara, uma população fortificada construída pelos índios omahuacas em épocas pré-colombianas. Um monolito assinala o Trópico do Capricórnio, e cada meio dia do 21 de dezembro projecta uma sombra absolutamente perpendicular.

Humahuaca, fundada pelos espanhóis no fim do século XVI, possui uma igreja e um museu onde expoem-se os usos e costumes da região. A vila é famosa também pelo Carnaval. À 12 quilômetros estám as Ruinas de Coctaca com numerosas quadrículas de pircas.

Paisajens de cores insólitos dão-se cita neste conjunto de povoados onde parece ter -se detenido o tempo. Um dos mais belos é Purnamarca, vila indígena custodiada pelo Cerro das Sete Cores, uma das maravilhas do país. Seus estratos refletem diversas idades geológicas. A Paleta do Pintor é um espaço de faixas de cores que extende-se sobre as montanhas.

O Parque Nacional Calilegua é uma formosa zona montanhosa coberta de selva virgem, a qual vale a pena visitar. Outro precioso lugar é o Monumento Natural Laguna de los Pozuelos, a maior reserva de água do planalto argentino onde vivem 50.000 aves, entre elas o pato puna e duas espécies de flamingos. La Quiaca é uma das vilas mais importantes desta vasta planicie, ali pode-se visitar a Igreja de São Francisco e a Casa Colonial que perteneciu ao Marqués de Campero. Nas proximidades está Yavi, desde onde pode-se chegar aos Cerros Colorados, a Las Cuevas a Agua de Castilla. Não deixe Jujuy sem admirar as numerosas salinas.

TUCUMÁN

É a província mais pequena da Argentina, conhecida pela riqueza de sua flora, pelo que foi chamada “Jardím da República”. Conserva interessantes pegadas do seu passado colonial.

San Miguel de Tucumán

Preferendo acercar-se à cultura tradicional da Argentina, nada como dar um olhada à São Miguel de Tucumán, a capital, o centro comercial, industrial e cultural mais importante do noroeste argentino. Foi proclamada Berço da Independencia, de cuja época conservam-se o Hotel Savoy, hoje convertido em Cassino, o Teatro San Martín e a Cámara de Diputados. Da arquitetura colónial ficam a Casa do bispo Colombres, a da Peña El Cardóm e a que alberga o Museu Folklórico.

A cidade acolhe no interior uma grande quantidade de museus, entre os que destacamos o Museu da Pré-história e Arqueología, o Museu da Arte Sacra, o Museu Iramain, o Museu das Belas Artes Timoteo Navarro, o Museu Histórico da Província, o Museu Arqueológico e o Museu Policial.

Outros lugares de interesse são a Basílica de Santo Domingo, a Igreja Catedral, a Casa Padilla, a Casa da Independência, o Instituto Miguel Lilo e o Mercado de Abastos. Nas proximidades da capital acham-se as Ruinas de São José de Lules.

Encantos do Estado de Tucumán

A 120 quilômetros de São Miguel de Tucumán, caminho de Catamarca, localiza-se o Parque estadual El Cochuna, o qual conta com uma densa vegetação subtropical. Para chegar às inhóspitas altiplanícies precisa ascender pela Cuesta do Clavillo. A 13 quilômetros e a 1750 metros de altitude encontrará a lagoa do tesouro, rodeada de altas montanhas as quais dotam-a de uma beleza extraordinâria. Lá no fundo, segundo a mitologia popular, há um rico tesouro.

Uno dos maiores atrativos da província é, sem lugar as dúvidas, o Vale de Tafí, ao pé da Serra do Aconquija. A 10 quilômetros de Tafí do Vale, conhecido pelo folclóre, encontra-se o Parque Os Menhires semeado de pedras decoradas pelos índios tafí.

Lamas e guanacos correm por este espaço cheio de formosura anunciando a chegada à Abra do Infiernillo o qual dá passo a Amaicha do Vale, célebre pela sua festa da Pachamama. Nas proximidades de Tafí do Vale situa-se Capela La Banda, que bem vale uma visita.

As Ruinas de Quilmes, mostram os restos de uma cidadela fortificada construída pelos índios quilmes. Outro lugar para visitar é a vila Nougués, colónia estival de grandiosas residências, onde a vegetação subtropical convive com formosos jardines de violetas, hortênsias e gladiolos.

SANTIAGO DEL ESTERO

Também no noroeste do país, vale a pena acercar-se à província de Santiago do Estero, su clima quente e estável, ainda no inverno, permite desfrutar de seus rios e paisagens.

Santiago do Estero

A capital, com o mesmo nome que o estado, é a cidade mais velha da Argentina (1553). Sua Catedral foi a primeira levantada no país, enquanto que a Igreja de São Francisco Solano (1590), um dos edifícios mais antigos do país. O Convento de São Francisco que alberga um Museu da Arte Sacra, foi um dos primeiros que os franciscanos fundaram na América.

Outros edifícios religiosos importantes são a Igreja da Merced, aonde venera-se a imagem de Nossa Senhora das Mercedes e a Igreja de Santo Domingo, a qual guarda um dos calcos do Santo Sudário existentes no mundo.

Um notável edifício com amplos pátios e um aljibe é a Casa dos Taboadas. Entre os museus destacam o Museu Estadual das Belas Artes, o Museu de Andrés Chazarreta, o Museu Wagner de Ciências Antropológicas e Naturais e o Museu Histórico Províncial.

Os edifícios oficiais mais importantes são a Casa de Governo e o Palácio Legislativo. Como zonas recreativas destaca o Parque Aguirre onde encontra-se um zoológico que alberga importantes espécies autóctonas, um vivero e um lago artificial.

Atractivos do Estado do Santiago do Estero

Río Hondo é um agradável e tranquilo canto, com um microclima genial, águas termais e espaços perfeitos para a pesca e a caça. O Oásis de Termas de Río Hondo, recebe numerosos visitantes, sobre tudo no inverno. Tal como eran conhecidas antes As “Águas do Sol” são muito apropriadas infecções reumáticas, pois trata-se de águas bicarbonatadas, ferruginosas, cloruradas e sulfatadas, que brotam entre os 30 e 65 graus centígrados. Na vila há um cassino.

Na Vila São Martín encontra-se o Santuário de Nossa Senhora de Loreto, padroeira da aviação argentina. Uno dos centros de peregrinação mais importantes da região está em Sumampa, onde venera-se Nossa Senhora da Consolidação o 23 de novembro.

CATAMARCA

Nas montanhas, vulcões, rios e lagoas do Estado de Catamarca, o espirito de antigas civilizações indígenas está muito presente, tal como testemunham as lendas e mistérios contados pelos descendentes. Os primeiros assentamentos de europeus foram devagar à causa dos confrontos continuos com os índios que ocupavam o território.

São Fernando do Vale de Catamarca, é a capital do estado Frutais, nogueiras e flores dam nome a suas ruas. Frente à praça central está a Casa de Governo e a Basílica de Nossa Senhora do Vale. Merece uma visita a igreja e convento de São Francisco. Entre os museus destacam o Museu das Belas Artes Laureano Brizuela, o Museu Arqueológico Adám Quiroga e o Museu Folklórico, que mostra as tradições catamarquenhas.

Outros lugares de interesse são o Palácio Legislativo, o Seminário Lourdista e a Estação do Ferrocarril Belgrano. Nas proximidades da capital encontra-se o Parque Zoológico e Botânico de Santo António, a Grota da Virgem do Vale e a Cuesta de El Portezuelo. Não deixe de fazer uma viagem até a pitoresca Vila As Piriquitas.

A província conta com alguns destinos interessantes: a 30 quilômetros da cidade encontra-se Eo Rodeo e muito perto a população de Pomán, reconstruída totalmente após o tremor de 1898. Em Andalgalá pode visitar-se o Museu Arqueológico Provincial, com objetos dos indígenas da região. Em Mina Capelas, um antigo jazigo mineiro extrae-se a pedra nacional argentina, a famosa rodocrosita ou Rosa do Inca. O Pucará do Aconquija são ruinas de uma fortaleza indígena, com enormes pircas e restos de numerosas moradas.

A vila de Santa Maria encontra-se a 1900 metros de altitude, nela há um Museu Arqueológico e Folclórico, que mostra achados da cultura Santa María. Belém está erigida a 1.200 metros e conta com um Museu Regional, contendo uma importante coleção arqueológica e da arte colónial. Em Londres podem-se visitar as minas de estanho e as ruinas de um assentamento indígena.

Para ver vinhedos, montanhas e desfrutar dos balneários termais como Lass Higueritas, há que chegar-se até Tinogasta. A igreja de muros de adobe de Fiambalá vale uma visita também. Na Puna catamarquenha está Antofagasta da Serra, elevada a 3500 metros de altitude. Está rodeada por vulcões, salares, lagoas com flamingos, e jazigos arqueológicos e mineiros.

Na província toda podem-se realizar multitude de atividades variadas: fazer excursões arqueológicas, andinismo nos cumes nevados superiores a 6000 metros, como o vulcão La Alumbrera, passeios de cavalo ou de pé, escaladas, descansar nos balneários, assistir processões ou praticar a caça ou a pesca.

LA RIOJA

São os domínios do condor, o grande rei, quem majestoso paira sobre os cerros, canhões, desfiladeiros e planícies de terra vermelha, oteando as espectaculares e caprichosas formações geográficas.

A Capital

A capital do estado, também chamada La Rioja, deixa ver nos edifícios vestigios do passado. Misturam-se os desenhos europeus com os estilos e materiais nativos. A cidade foi fundada em 1591 mas muitos dos antigos edifícios foram destruidos pelo tremor de 1894. La Rioja foi reconstruida aos poucos. O recém restaurado Centro Comercial, perto da Praça 25 de Maio, é uma réplica perfeita da arquitetura colonial.

Há numerosos edifícios religiosos entre os que destaca o Convento de Santo Domingo, um dos templos mais antigos do país, a Igreja da Mercê a Igreja Catedral e o Convento de São Francisco com a Imágem do Menino Alcaide, que é a devoção dos riojanos. Entre os museus cabe citar o Museu Folklórico, o Museu Arqueológico, o Museu Inca Huasi e o Museu Histórico.

Às aforas da cidade encontra-se o Parque Yacampis, com um zoológico com fauna local e uma piscina, enquanto que nas proximidades encontram-se o Monumento Histórico Las Pardecitas e o Dique Los Sauces.

Outros lugares turísticos de La Rioja

Nonogasta é uma cidade onde abundam os vinhedos e as adegas. A Cuesta de Miranda, onde o azul do céu, o vermelho intenso das rochas e o verde da vegetação criam um panorama maravilhoso, separa Chilecito do Cano de Talampaya, situado no Parque Províncial Talampaya, uma bela formação geológica, a qual constitue uma das maravilhas naturais mais espectaculares da Argentina. A barranca atinge os 80 metros de largura em alguns pontos. Nas avermelhadas paredes de quase 150 metros de altitude aninham condores e conservam-se interessantes petroglifos indígenas.

Neste lugar é fácil encontrar formações geológicas estranhas como o El Tablero do Ajedrez, Os Balcõs, Os Freires ou Os Reis Magos. Na Cidade Perdida, os índios gravaram pictografias nas pedras. Podem-se realizar excursões guiadas por espertos a lugares como El Playón, de vastas dunas, a Porta de Talampaya, o Bosquecinho, o Canhão dos Faralhões, Os Pizarrones, Os Caxotes ou Os Canhares.

Em Chilecito pode-se visitar o Museu Molino de São Francisco e perto dali Samay Huasi, com o Museu de Ciências Naturais, Arqueologia e Mineralogia, com valiosa coleção de pinturas de artistas argentinos. Não deixe de ir à bodega Cooperativa A Riojana.

Desde Chilecito podem-se fazer também excursões muito variadas até Santa Florentina ou ao Río Amarillo e desde Vila Unión a Vinchina para ver o observatório sismográfico e “as estrêlas”, mosaicos com pedras de cores. No alto vale de Jagüé há um vergel sob o olhar centinela do Cerro Bonete. Na Quebrada da Troya apreciam-se também surpreendentes formações geográficas.

Ao sul do estado, em Patqiua, extendem-se as terras vermelhas. Desde Olta, onde têm-se encontrado vegetais fossilizados e depois de um alto no Parque Províncial Guasamaio, chega-se em Malanzán, onde localiza-se a grande rocha conhecida como “O Olefante”. Desde o cume da Colina de Tama, contempla-se o panorama de cumes brancas de Famatina.

Uma das tradições mais importantes de La Rioja é a peregrinação ao Senhor da Penha, uma grande rocha perto de Anillaco.

Fonte: www.rumbo.com.br

Grande Chaco

O Grande Chaco e “La Fidelidad”

Manuel Roseo, imigrante italiano de 75 años, era o dono de La Fidelidad, uma estancia avaliada em centenas de milhões de dólares, que se espalha em 250 mil hectáreas entre o Chaco e Formosa, na Argentina, que havia sido comprada de Jorge Born nos anos de 1970.

Na Argentina existe uma enorme fazenda de 250.000 hectares que pertenceu a um único proprietário – dom Manuel Roseo- que foi morto sem deixar descendentes. La Fidelidad (fidelidade) é o nome deste estabelecimento rural que cobre cerca de 140.000 hectares na província do Chaco e um pouco mais de 100.000 na vizinha Formosa.

Este é um enorme reservatório de biodiversidade, que liga as bacias dos rios Bermejito e Bermejo, uma amostra representativa de todos os tipos de florestas, savanas, pastagens e zonas húmidas do enorme interflúvio ou mesopotámia do Nordeste argentino.

Não só não existe nenhuma outra propriedade na região desta dimensão, como é, sem dúvida a maior floresta nativa remanescente na Argentina, um local estratégico para a biodiversidade, mas, obviamente, sujeito à intensa pressão de desmatamento, que faz com que o território perca, a cada ano centenas de milhares de hectares de florestas, o que que arrasa com todos os serviços ambientais que elas prestam.

Um 62 por cento do Grande Chaco Americano, é uma ecorregião que fica dentro da Argentina; e dessa área, apenas 3,2 está dentro de qualquer área protegida. Entre os parques nacionais, há um, no Chaco Seco e dois no Chaco Úmido, mas nenhum na transição para o Chaco Semi-árido, onde fica La Fidelidad.

Grande Chaco

Assim, a Administração Nacional de Parques está muito interessada em adicioná-lo ao sistema nacional de áreas protegidas. Depois de décadas de destruição da floresta e da expansão de plantações de mono-culturas industriais, especialmente da soja, e agora com a pecuária, a área finalmente se transformou em um terreno baldio, um verdadeiro páramo.

O que vai trazer muitos problemas adicionais, porque o Chaco é uma floresta com pessoas morando dentro. Aqueles que conheciam El Impenetrable (o Impenetrável), com toda a sua enorme riqueza natural, podem imaginar que La Fidelidad é uma segunda chance, talvez a sua última, para conservar este ecossistema que está sujeito a um risco enorme e imediato: já há ofertas para vender essas terras, até na Internet, o que exige que de um modo urgente as autoridades ofereçam uma oportunidade às florestas e bosques, antes que seja tarde demais para criar uma grande área protegida e complementar os sistemas naturais, ajudando a cumprir os objetivos de protecção da biodiversidade internacionalmente aceitos.

La Fidelidad está dentro de uma das áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade do Grande Chaco, na avaliação coordenada pela The Nature Conservancy (TNC), World Conservation Society (WCS) e da Fundación Vida Silvestre Argentina (FVSA) para o Grande Chaco.

Essa avaliação incluiu representantes da UBA como GEPAMA, Aves Argentinas, INTA, o governo de Chaco, a Administração de Parques Nacionais (APN) e outras universidades nacionais, associações de produtores, ONGs e governos provinciais e municipais na Argentina bem como instituições similares nas vizinhas Bolívia e Paraguai.

A criação de uma vasta área protegida também permitiria a restauração de outros ecossistemas degradados na mesma região, que é o verdadeiro coração geográfico da América do Sul. Porque o Grande Chaco abrange não só o Nordeste da Argentina, mas também muito do território do Paraguai, Bolívia e a região sul da Amazônia brasileira.

É desejável que os governos das províncias de Chaco e Formosa, o governo federal argentino possam evitar o saque da área e contribuir para a conservação dessa gigantesca floresta nativa. Essa, como dissemos, é uma oportunidade única para abrir espaço para um novo paradigma no uso da terra, que combine os valores das necessidades de conservação com os do desenvolvimento de uma forma inteligente.

Fonte: javiervillanuevaliteratura.blogspot.com.br

Grande Chaco

Grande Chaco é a segunda maior área florestal da América do Sul. Abrange uma superfície de 1.200.000 km2 e é caracterizada por sua alta diversidade biológica e cultural.

Grande Chaco

A população do Chaco sul-americano ultrapassa 5 milhões de habitantes, dos quais mais de 500.000 são indígenas.

Vale destacar que essa região, de importância vital para a humanidade, é uma reserva de água doce, de energia renovável e não renovável, fonte de alimentos para suas populações e o mundo; e uma extensa floresta que serve de proteção contra as mudanças climáticas.

Fonte: www.conexionavina.org

Grande Chaco

província de Chaco está situado no norte da Argentina. A capital é a resistência do lado do Rio Paraná, o rio mais longo e maior do país.

Grande parte desta zona climática se chama de Gran Chaco conhecido pelas suas condições climáticas extremas. O quase deserto na parte ocidental se explica por frequentes períodos de seca, mas também existem zonas (no leste), com fortes inundações e precipitações ocasionais a fazer crescer uma vegetação similar a selva.

No Chaco, vivem muitos emigrantes de Paraguai e descendentes de colonizadores espanhóis, embora a população é muito mais múltipla. Aqui também estabeleceram os Mennonitas da Alemanha, da Rússia e do Canadá, que trabalham na exploração agrícola principalmente.

De interesse para os turistas é especialmente a fauna nesta floresta virgem. No Chaco há muitos animais exóticos como crocodilos, macacos e cobras (jibóias, anacondas e cascavéis). O Parque Nacional Chaco também é famoso pelas suas muitas espécies de aves. A força da capital, especialmente olha para as suas esculturas de rua (300 e mais). É melhor visitar as termas reabertas de Roque Sáenz Peña.

Fonte: argentina.costasur.com

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