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Patagônia

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Na Argentina, está situada ao sul do Rio Colorado e se divide em duas sub-regiões: a primeira constituída por cadeias montanhosas permeadas por vales, bosques, lagos e geleiras, e, a segunda, formada por uma gigantesca meseta de variada morfologia, constituída por serras, desertos, depressões, infinitas estepes e amplos vales fluviais.

Patagônia
Vulcão Lanín – Junín de los Andes, Neuquén

Ocupa as províncias de La Pampa, Neuquén, Rio Negro, Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego. Todas têm em comum a enorme beleza de suas paisagens, as grandes distâncias e sua pouca densidade de populaçao.

Do lado da cordilheira se destaca a magnificência de suas montanhas, bosques incríveis que emolduram lagos de águas cristalinas, geleiras milenárias e uma rica variedad de fauna enquanto que do lado Atlântico a que reina é a baleia franco austral quem compartilha as àguas com orcas, lobos e elefantes marinhos, pingüins e golfinhos overos.

Entre as montanhas da cordilheira dos Andes e a bravura do oceano Atlântico, as áridas mesetas varridas por incontroláveis ventos, encerram em seus vales múltiplas e curiosas riquezas naturais e culturais.

Santa Cruz oculta tesouros como os Bosques Petrificados e o Glaciar Perito Moreno. Chubut há também tesouros culturais bem conservados, como as localidades do Gaiman e Travelín. Ali, os desendentes dos colonos galeses que chegaram no final do século XIX à província do Chubut, ocupam-se de manter vivas as tradições de seus antepassados.

Um circuito especialmente dotado de beleza é o denominado “Ruta de los 7 Lagos” em Neuquén, para viajar desde Junín de los Andes até San Carlos de Bariloche (Rio Negro), destino turístico por excelência. Esta cidade atrai a milhões de turistas que praticam esportes invernais, turismo aventura ou a simples contemplaçao da natureza.

No extremo sul está a cidade da Ushuaia. Entre as visitas obrigadas se encontram os Museus do Fim do Mundo, o antiguo Presídio e o Trem do Fim do Mundo que chega até o Parque Nacional Tierra del Fuego.

Patagônia
Lago Nahuel Huapí – Bariloche, Río Negro

Clima

As temperaturas registradas variam desde as mais baixas do continente até os 45ºC, desabando chuvas torrenciais na zona nos bosques cordilheiranos do Chile enquanto o ar é tórrido e seco nos desertos da meseta central argentina.

Vegetação

Incluindo o deserto, a estepe, a tundra, a floresta fria e os bosques austrais, uma razoável parcela da Patagônia está protegida pela criação de pelo menos 12 parques e reservas nacionais na Argentina e outro tanto em território chileno.

Relevo

Reunindo uma grande diversidade de paisagens e habitats que variam desde a alta montanha, os campos de gelo.

São comuns as geleiras gigantescas, montanhas, lagos e rios formados de degelo, bem como paisagens pampeanas, desertos e bosques de árvores típicas da floresta úmida como alerces e araucárias centenárias.

Litoral

A pesca, a pecuária, a lã, as frutas e o petróleo são os principais produtos da região, além do turismo. O litoral é famoso por reunir algumas das maiores colônias de pingüins do mundo, além de ser santuário para reprodução de baleias, lobos marinhos e uma enorme variedade de pássaros.

História e Cultura

Tanto no Chile quanto na Argentina a acolhida ao turista é hospitaleira, qualidade que se ressalta no homem do interior acostumado à vida isolada em razão das grandes distâncias.

A cultura e os hábitos do homem pampeano, representado no Brasil pela figura do gaúcho, presente no Rio Grande do Sul e em partes de Santa Catarina e do Paraná, adentra Argentina e prolonga-se em direção ao sul por uma faixa ininterrupta até os confins da Terra do Fogo, mesclando-se com bolsões de descendentes de imigrantes europeus com a forte cultura indígena autóctone.

Assim, não será nenhuma surpresa se, em algum destes países, o viajante for convidado a sentar-se frente ao fogo e acolhido com uma cuia de chimarrão, localmente chamado de mate, representando não só a bebida nacional como também um franco e representativo sinal de hospitalidade.

Fonte: www.argentour.com

Patagônia

Distante, desértica e gelada, ela é um dos destinos mais fascinantes do nosso continente

Não é uma viagem comum, mas uma rota pelo maior deserto das Américas.

A Patagônia, com seus 673 mil quilômetros quadrados, tem mais de duas vezes o tamanho da Itália e quase um quarto de toda a Argentina.

Na província está a cidade mais ao sul do mundo, Ushuaia, na Terra do Fogo. As paisagens mudam à medida que a Patagônia se aproxima da Antártica ou, a oeste, da Cordilheira dos Andes.

Ao norte, há lagoas de cor turquesa, vales, vulcões e praias de cartão-postal, com deslumbrantes riquezas naturais.

Pingüins, lobos-marinhos e baleias podem ser vistos aos montes – às vezes, eles lotam praias e impossibilitam o banho dos turistas. Ao sul, a temperatura esfria, e surgem geleiras de mais de 60 metros de altura, onde muita gente faz trekking. É possível conhecer boa parte desse lugar incrível em duas semanas, como propõem algumas agências.

Patagônia

São duas as principais regiões: Ushuaia e a Península Valdés, ao sul de Baía Blanca, área que foi visitada pelo cientista inglês Charles Darwin a bordo de seu Beagle, no século 19.

Hoje, é uma zona de preservação marinha. Como os dois lugares ficam a 1,9 mil quilômetros de distância, certifique-se de que o seu pacote inclui esse traslado aéreo.

Leve roupas impermeáveis e parcas. Venta muito na região. Vale a pena também pelos animais da região.

Fonte: www.argentour.com

Patagônia

Reúne uma série de províncias e áreas naturais únicos no mundo. A região também é chamada a sul e é o maior de todos na Argentina. As principais cidades são: Neuquén, no Alto Vale, Comodoro Rivadavia sobre o mar e San Carlos de Bariloche, nos Andes.

Toponimia

Patagônia recebeu esse nome devido aos aborígenes visto pelos espanhóis que desembarcaram na costa do Atlântico. Acredita-se que a origem patagônica do termo é devido ao pé de grandes dimensões que tiveram os habitantes da região.

Límites político-econômicos

Hoje, seus limites são difusos e são uma fonte de conflito nas províncias que fazem fronteira com interesses socioeconômicos.

Politicamente, os esforços foram feitos para incluir La Pampa como “porta da Patagônia”, que foi alcançado em 1996 o tratado regional assinado em Pampas de capital, que cometeu todas as províncias englobadas na região da Patagônia.

Este poder das províncias de núcleos em regiões situadas no art. 124 da Constituição da Argentina, o artigo refere-se a “as províncias poderão criar regiões para o desenvolvimento econômico e social.” O Pampa ser formal integrante econômico e social da Patagônia, mas não na Patagônia Argentina e região geográfica.

Como uma região vasta e complexa em todos os sentidos está a cumprir uma série de fatores a partir dos recursos físicos, naturais, população, condições para o desenvolvimento das atividades. Existem várias propostas de regionalização e sub-área da Patagônia. Por exemplo, seguindo os mesmos critérios estabelecidos para a política de regionalização, do Instituto Nacional de Estatística e Censos distingue duas regiões:

Patagônia Norte: abrange as províncias de Neuquen e Rio Negro, mas também é frequentemente adicionado a parte sul das províncias de Buenos Aires, Mendoza e La Pampa. É o clima mais populoso, mais fértil e mais quente.

Sul ou sul da Patagônia: composto de Chubut, Santa Cruz e Tierra del Fuego. Desvantagens são enfatizadas por esta região, em geral, para o assentamento humano e do clima severo, o ressecamento dos solos, redes de estradas e falta de serviço ferroviário – com as dificuldades resultantes de comunicação e transporte. Tudo isto torna as condições de vida mais grave do que no subdivisión3 anterior

Aspectos geográficos

A Patagônia tem dois tipos distintos de relevo, com um ponto médio ambiguamente diferenciados:

Quando esta é a área do planalto, que é chamado de planalto da Patagônia. O relevo é faseada corte mesetario por vales fluviais e baixos. A ação do planalto não termina na terra, mas que levanta a costa da Patagônia, formando inúmeros recursos costeiros, como capas, promontórios, enseadas, cavernas, ilhas, baías e outras praias.

A sub-região da Patagônia extra é um compromisso entre as principais sub-regiões. Seu clima é frio e bioma estepe seca.

É a área a oeste das montanhas. A sub-região andina coincide com o Andes da Patagônia. Dependendo da quantidade de chuvas, a vegetação é dividido em andino patagônico floresta e Magalhães florestas subpolares, é também uma região rica em lagos. Grande parte desse território está se formando parques nacionais.

Turismo

A Patagônia é um dos pontos mais visitados da Argentina, nativos e estrangeiros, por suas paisagens e cidades localizadas no sopé da Cordilheira dos Andes e suas belas costas. Na província de Neuquén é a cidade de Villa Traful, que tem muito poucos habitantes e é um dos lugares mais bonitos do continente. San Martin de los Andes, em Neuquén é também, como Villa La Angostura, localizada muito perto do monte Bayo.

Patagônia
Magnifica vista de la catedral de Bariloche en período invernal.

A Patagônia é um dos mais visitados da Argentina, nativos e estrangeiros, por suas paisagens e cidades localizadas no sopé da Cordilheira dos Andes e suas belas costas. Na província de Neuquén é a cidade de Villa Traful, que tem muito poucos habitantes e é um dos lugares mais bonitos do continente. San Martin de los Andes, em Neuquén é também, como Villa La Angostura, localizada muito perto do morro Bayo.En Black River província é a cidade de San Carlos de Bariloche, Patagônia o destino turístico mais visitado eo terceiro Argentina. A cidade, localizada às margens do Lago Nahuel Huapi, tem um estilo distinto de arquitetura, todos os tipos de lojas e inúmeras atrações, tais como Cerro Catedral (centro de esqui na América do Sul), Tronador Monte, no Centro Cívico e Colônia Suíça. A cidade também é o destino preferido de estudantes no último ano, que geralmente terminam com uma viagem para Bariloche, chamado de “viagem de formatura” . As Caves, a maior estância patagônica e um dos mais movimentados do país, tem belas praias e falésias mais suaves.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam que o sul oferece spas importantes, com águas cristalinas, quentes e limpas. Este é o caso desta aldeia que sabia como vencer no mercado e obter os spas em Buenos Aires pelo número de turistas que visitam.

Patagônia

Na província de Chubut é a cidade de Esquel, onde há uma estação de esqui grande. Puerto Madryn, localizado na costa, é um local privilegiado para observação de baleias e spa com mais pessoas no sul, com praias de areia fina e ondas suaves. Rada Tilly define resort sul do país e da América, com sua praia de areia apenas planas e finas. Sobre o efeito do mar pode praticar várias atividades, tais como ciclismo, vela e futebol de areia, entre outros. A cidade sediou o mundial de 2008 carrovelismo.

Na província de Santa Cruz é a cidade de El Calafate, localizada na margem do Lago Argentino e perto de Glacier National Park, que abriga a geleira Perito Moreno e outros que forma a paisagem da região. Há também a cidade de El Chalten, onde você pode visitar o Roy.10 Fitz Na província de Tierra del Fuego é Ushuaia, famosa por ser uma das cidades mais austrais do mundo e visitar vários sites interesse no Canal de Beagle, o Parque Nacional Tierra del Fuego, o Fim do mundo Museu, Lago Fagnano e Escondido Lake resort de esqui mais austral do mundo, Cerro Castor, entre outros lugares.

Fonte: es.wikipedia.org

Patagônia

A mutante Patagônia argentina é destino para viajantes de todos os estilos

Conta a lenda que, em uma época em que as plantas da Patagônia não tinham flores, a bela Kospi foi raptada por Karut. A paixão era tão grande que o senhor da montanha se viu obrigado a esconder a jovem de origem mapuche no mais profundo das cavernas glaciares.

Patagônia

Kospi chorou tanto que um dia converteu-se em gelo e confundiu-se em meio aos imensos icebergs da região. Quando Karut voltou para admirá-la, sua presa já não estava e, furioso, bradou até despertar uma forte tempestade. Os dias seguintes foram de tanta chuva que a garota transformou-se em água e seguiu o curso dos riachos patagônicos, atingiu a planície e regou os vales. Na primavera seguinte, subiu sobre plantas e converteu-se em flor.

Desde então, a Patagônia argentina não se cansa de se transformar. Glaciais que avançam e retrocedem, como o famoso Perito Moreno de El Calafate; rios de El Chaltén que têm seus cursos desviados por fenômenos naturais; bosques esverdeados que se petrificam, como os impressionantes troncos milenários de Jaramillo; vegetação que se veste de novas cores de acordo com a estação do ano; e uma fauna única que costuma passar as férias em terras austrais, como baleias, leões marinhos e pinguins.

Esses são alguns dos inúmeros espetáculos naturais em solos patagônicos que arrastam viajantes de todas as partes do mundo, durante todo o ano, atraídos pelas opções naturais. Seja a versão costeira que se debruça sobre o oceano Atlântico ou o lado mais afastado das cordilheiras dos Andes, a Patagônia argentina é destino ideal para viajantes de todos os estilos. Até o cientista Charles Darwin se rendeu à impressionante variedade natural da região patagônica, há mais de 160 anos.

Basta disposição e tempo para percorrer um dos pedaços de terra com menor concentração humana por quilômetro quadrado da Argentina, como a Província de Santa Cruz, com uma densidade demográfica de 0,8 habitante por km².

As três províncias patagônicas que mais atraem visitantes são Chubut, famosa pela geografia árida de Porto Pirâmides e a pinguineira de Punta Tombo; Santa Cruz, cujos maiores símbolos são montanhas como o Fitz Roy e os imensos blocos de gelo azulado do glacial Perito Moreno; e a Terra do Fogo, onde o Ushuaia quase toca o fim do mundo. Quase, até que se termine a disputa pelo título de cidade mais austral com a vizinha Porto Williams, na Patagônia chilena.

Mas difícil mesmo será decidir qual dos atrativos incluir no roteiro. A imensidão geográfica, que exige longos deslocamentos, e a variedade de atrações espalhadas obrigarão o viajante a dedicar-se a conhecer parte da região. Caso contrário, serão necessários alguns meses sabáticos para rodar as estradas ou voltar mais de uma vez. O que, se tratando de Patagônia, não é uma má ideia.

Na região dos cenários mutantes, nem os céus ficaram de fora da mutação. Os meses quentes de verão são abençoados por longos dias com até 17 horas de luz, quando a poucos minutos da meia-noite é comum ver o sol preguiçoso formando manchas multicoloridas no horizonte; no inverno, os dias são mais curtos e o sol não se atreve a aparecer mais do que oito horas diárias. As temperaturas podem ir de -20°C, durante o rigoroso inverno da Terra do Fogo, aos mais de 30°C da árida Porto Madryn. É só uma questão de escolher qual sensação térmica você quer provar.

Fonte: viagem.uol.com.br

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