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Árvores Brasileiras

 

Árvores Brasileiras

As árvores, além da função paisagística, protegem lavouras contra ventos, diminuem a poluição sonora nos grandes centros urbanos, absorvem parte dos raios solares, fornecem sombras, servem de moradia a pássaros e outros animais, fornecem alimentos ao homem e a fauna, ajudam na conservação do solo evitando erosão, produzem madeira para construção e indústria, produzem vários derivados utilizados na indústria (resinas, essências, óleos, etc.), absorvem a poluição atmosférica e produzem mais oxigênio (através da fotossíntese).

Por isso tudo, é importante mantermos as florestas nativas e plantarmos árvores. Um lugar sem árvores apresenta baixa qualidade ambiental, conseqüentemente problemas para a qualidade de vida.

Existem várias espécies de árvores nativas que podemos plantar em nossas cidades e áreas rurais.

Plante Árvores

O ar é indispensável à nossa vida. Além do Oxigênio (O²) que respiramos, outros gases colaboram para a vida na Terra, pois equilibram a composição atmosférica e a temperatura do planeta.

A maior parte das atividades humanas gera resíduos que são liberados na atmosfera e geram desequilíbrio, sendo o mais frequente o CO², chamado Dióxido de Carbono.

Nos últimos 60 anos, houve um aumento nas emissões de CO², principalmente pelas indústrias e pelas queimadas.

Reduzir as concentrações destes gases e contribuir para a redução dos impactos do aquecimento global é tarefa que exige um esforço organizado entre os governos, empresas e indivíduos na busca por soluções, como a atualizaçãode tecnologias que poluam menos e de maior responsabilidade ambiental.

POR QUE PLANTAR ÁRVORES?

As árvores são capazes de limpar o ar porque tiram o CO² e liberam Oxigênio para a atmosfera.

Uma árvore pode reciclar por suas folhas até 60 litros de água por dia.

O vapor produzido se mistura com as partículas de poluição do ar, e quando se acumula em nuvens, cai em forma de chuva.

Neste processo, as árvores ajudam na retirada de poluentes do ar;
A recilcagem da água pelas árvores ajuda a equilibrar o clima de uma região e isso é facilmente percebido em parques e florestas que tem seu clima mais fresco;
As árvores formam uma espécie de barreira sonora que impede a propagação dos resíduos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas por proporcionarem ambientes mais silenciosos e aconchegantes;
As árvores nos proporcionam a sombra, locais para descansar e fugir dos raios solares, cada vez mais nocivos para a pele dos seres humanos;
Fornecem-nos a madeira, que somente deve ser extraída de árvores com manejo adequado ou com a contrapartida do reflorestamento;
Os frutos extraídos das árvores são importantes alimentos e indispensáveis para a manutenção da saúde;

O carbono que lançamos no ar por meio das nossas atividades diárias, é o causador do aumento do efeito estufa e pode ser neutralizado ou compensado com o plantio de árvores, que irão retirar do ar a quantidade que necessitam de CO², diminuindo o impacto negativo que causamos ao meio ambiente.

TENHA CONSCIÊNCIA!

Você pode NÃO conseguir mais respirar daqui a alguns anos. A poluição gerada pelas grandes cidades está desequilibrando a quantidade de oxigênio no mundo!

Quanto maior for a quantidade de árvores, maior será o equilíbrio ambiental da sua região, do país e do mundo.

Fonte: piracicabana.com.br

Árvores Brasileiras

POR QUE AS ARVORES SÃO IMPORTANTES

Cada ser vivo tem o seu lugar na natureza e realiza muitas tarefas.

As árvores são muito importantes tanto para nossas vidas como para o equilíbrio da natureza.

Precisamos cuidar bem das árvores que ainda restam e plantar muitas outras no lugar daquelas que foram derrubadas. Você sabia que o Estado de São Paulo era quase todo coberto por matas?

Podemos avaliar o valor das árvores de duas formas: seu valor comercial e seu valor ambiental.

O Valor Comercial é representado pelo que pode ser vendido: seus frutos, sua casca, suas folhas, sua madeira.

Por exemplo

Frutos - manga, pêssego, goiaba, acerola, laranja;
Madeira para móveis e construções - peroba, cedro, eucalipto;
Madeira para celulose e papel - eucalipto e pinus,
Folhas para extrair óleos medicinais - eucalipto citriodora.

O Valor Ambiental das árvores é muito importante, tanto ria cidade como na zona rural.

Vamos pensar sobre as coisas boas que as árvores nos oferecem ria cidade:

Sombra - como é bom encontrar uma árvore quando o dia está quente e o sol está forte;
Beleza - uma árvore é sempre bonita, mesmo quando não está florida; o verde de suas folhas nos acalma;
Abafam o ruído - as cidades estão cada vez mais barulhentas e as pessoas estão cada vez mais nervosas;

Purificam o ar

Além de produzirem o oxigênio de que precisamos para respirar, a umidade que colocam no ar é absorvida pelas pequenas partículas de poeira que ficam pesadas e descem para o chão;

Fornecem alimento e abrigo

Para os passarinhos que conseguem sobreviver na cidade e que rios alegram com seu canto e sua vivacidade. Na sua rua existem árvores? Procure saber o nome delas, observe quando elas florescem e Como são os seus frutos. Ajude a tomar conta delas; trate-as com carinho.

Na zona rural as árvores são ainda mais importantes, mas precisam estar em grupos, formando bosques.

Vamos pensar sobre as coisas boas que elas nos propiciam:

Protegem o solo - a copa das árvores quebra o impacto das gotas de chuva e, ao mesmo tempo, o solo fica coberto por uma camada de folhas e galhos secos que caem das árvores;
Permitem a infiltração da água das chuvas - essa camada que se forma por cima do solo funciona como uma esponja que absorve a água que cai de mansinho por entre a folhagem das copas. Essa água pode penetrar devagar na terra e alimentar as águas subterrâneas que alimentam as fontes;
Fornecem abrigo e alimento aos animais silvestres cada um dos animais realiza a sua tarefa e todos se complementam e vivem em equilíbrio
Ajudam a controlar o clima da região - grande quantidade de vapor de água, que as árvores das matas colocam no ar, vai ajudar a formar as nuvens de chuva que depois caem sobre a própria região.

VAMOS PLANTAR ÁRVORES

Pudemos entender como as matas são importantes para o ciclo da água e o regime de chuvas de uma região.

Quando derrubamos as matas de uma região ela fica cada vez mais quente e cada vez mais seca.

A água que não consegue penetrar no solo, além de não alimentar as fontes que alimentam os rios, irá escorrer por cima do solo, irá formar enxurradas e causar erosão, carregando para os rios o solo fértil necessário para a produção agrícola. Essa água cheia de terra que escorre para os rios irá causar enchentes e inundações.

Além de deixar o solo cada vez mais pobre, os rios vão ficando cada vez mais rasos por causa da terra que vai se depositando no fundo e o pior de tudo é que essa água que o rio leva para o mar sai do ciclo da região e as chuvas ficam cada vez mais raras e irregulares.

Como precisamos de áreas para as plantações agrícolas para produção de nossos alimentos devemos manter ou replantar as matas em lugares especiais, como:

Beira dos rios, para protegê-los: são as chamadas matas ciliares (o nome refere-se aos cílios, que protegem os olhos);
Ao redor das nascentes ou fontes: para protegê-las;
Nos topos dos morros: onde a água das chuvas deve penetrar na terra para alimentar as águas subterrâneas e não escorrer por cinza dela formando as enxurradas.

A água que sai na torneira de nossa casa vem de um rio que foi formado por vários riachos que nasceram bem longe das fontes alimentadas com a água da chuva que conseguiu penetrar na terra.

Fonte: marceloventuri.hpg.com.br

Árvores Brasileiras

Árvores são plantas permanentemente lenhosas de grande porte.

Entende-se como “lenhosa” a capacidade de produzir madeira como tecido de suporte dos seus caules. Os tecidos lenhosos ocorrem em plantas vasculares dotadas de um caule perene, localizado acima da superfície do solo, recoberto por uma camada de espessa de casca e associado ao crescimento vegetativo contínuo da planta.

Por “grande porte”, embora não exista uma definição consensual, costuma-se entender uma altura mínima de 6 metros na maturidade. As árvores têm ramos secundários – por isso, palmeiras não são árvores.

Um pequeno grupo de árvores crescendo juntas forma um bosque, e um ecossistema complexo formado por várias espécies de árvores e outros vegetais é uma floresta, como ocorre na Mata dos Pinhais, no sul do Brasil, e na floresta tropical pluvial. No cerrado e nas savanas, há árvores isoladas.

A árvore é formada por raiz, caule, galhos e folhas. Pode haver ou não flores e frutos. O caule tem, além dos tecidos de suporte, o xilema e floema, para transportar substâncias. Nesse mecanismo vascular, o xilema transporta seiva bruta, composta por água e sais minerais retirados do solo e vai da raiz até as folhas, enquanto o floema transporta a seiva elaborada, composta por água, sais minerais e glicose, do caule até a raiz e órgãos de reserva.

Plante uma Arvore

Para ajudar a amenizar os dramáticos efeitos do aquecimento global por meio da produção de mais oxigênio e da absorção do gás carbônico;
Para melhorar a qualidade de vida, colaborando para despoluir os ares das cidades e reduzir a temperatura média;
Para divulgar o valor das árvores, o que é uma forma de criar consciência ecológica e responsabilidade através da educação;
Pelo resgate do conhecimento ancestral que vê as árvores como um elemento de equilíbrio e bem-estar à humanidade;
Para compensar o desmatamento e a extinção de espécies, gerando espaço para a formação de novas vidas;
Para conscientizar o público de atitudes necessárias com relação à extração da madeira e ao consumo de papel, sub-produtos das árvores.

Por exemplo:

Ao usar o verso de uma folha de papel durante um mês, 1.000.000 de pessoas (um bairro de São Paulo), preservaria uma área de floresta equivalente a 18 campos de futebol (25% do lixo das casas brasileiras é papel sub-utilizado, só com um risco, uma palavra, impresso de um só lado...);
Cada motorista deveria plantar pelo menos 25 árvores por ano, para compensar a carga poluente emitida por ele neste mesmo período;
Preferir usar papel reciclado no lugar do papel branco. Cada tonelada de papel reciclado evita a derrubada de 30 árvores e o consumo de 80.000 litros de água.

Prefira árvores nativas

Detalhe: é preferível plantar árvores nativas da sua região.

Agindo assim, você estará também fortalecendo o ecossistema local: desde o solo até os animais, incluindo as próprias árvores existentes.

As árvores do futuro

Recentemente, pesquisadores do Instituto de Botânica de São Paulo descobriram que certas árvores brasileiras têm o dom especial de retirar da atmosfera grandes quantidades do CO2, um dos maiores vilões do aquecimento global.

“Espécies como o jatobá e o guapuruvú têm a capacidade de dobrar a assimilação de CO2 à medida em que ele vai aumentando. Essas ‘faxineiras do ar’ fazem mais fotossíntese, transformando o famigerado gás carbônico em alimento para seu próprio sustento, além de estocá-lo em seus troncos, na forma de celulose de madeira”, afirma Marcos Buckeridge, professor de botânica da USP e principal responsável pela pesquisa.

Mas fazer essa supertransformação nos ares é apenas uma das missões das árvores. Outra, não menos importante, é a emissão de vapor d’água.

“Uma única árvore tem a capacidade de borrifar o seu entorno com cerca de 500 litros de água por dia o que torna o ar e os ambientes muito mais frescos e agradáveis.

Tanto que um local arborizado chega a ter uma diferença de 10o. C a menos do que a temperatura medida em locais sem árvores”, diz Marcos.

Para quem se dedica aos estudos científicos sobre o comportamento das plantas, numa época de aquecimento global essa constatação pode fazer toda a diferença. “Não podemos abandonar as árvores adultas ou recém-plantadas.

Adubar, dar água e atenção é essencial. Quanto mais cuidarmos, mais rápido e mais eficiente será o seqüestro de carbono”. Segundo o botânico e pesquisador, árvore bem cuidada hoje significa mais conforto para todos amanhã.

A lista das heroínas:

Jatobá (Hymenaea courbaril)
Jacarandá-da-Bahia (Dalbergia nigra)
Pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha)
Guapuruvú (Schizolobium parahyba)
Feijão-do-mato (Sesbania virgata)

A intenção ajuda!

Ao plantar a muda, coloque junto uma intenção…

Para quem não conhece a força do pensamento, existe o livro “As mensagens da água”, do cientista japonês Masaru Emoto, editora Isis.

Por meio de fotos belíssimas, o pesquisador demonstra o que acontece com a água quando intencionada por músicas, palavras, sentimentos e orações. Bom lembrar que tanto o corpo humano quanto o planeta são feitos de 70% de água...

Ao plantar a muda, pode-se visualizar, por exemplo:

Um mundo verde, cheio de árvores;
A idéia da preservação das matas e do reflorestamento se irradiando pelo mundo;
Seres humanos plantando árvores ao redor do mundo;
Um grupo de pessoas de mãos dadas em volta de uma árvore;
Ou qualquer outra boa intenção com relação às árvores.

Não basta plantar, é preciso cuidar...

Acompanhe a muda que você plantou por, pelo menos, dois anos! Verifique a necessidade de água, a saúde da planta, controle algum ataque de insetos, adube...

A muda é como uma criança que necessita de apoio até que possa se desenvolver sozinha.

Por que plantar árvores?

Árvores são fundamentais para o equilíbrio da natureza, pois garantem a renovação do ar que respiramos, além de promover a fixação do solo, a produção de alimentos e de matérias orgânicas.

As árvores são o grande símbolo de uma ação que visa:

Incentivar a gestão sustentável das empresas coureiro-calçadistas (indústrias, varejo e serviços);
Promover a neutralização das emissões de carbono;
Incentivar a utilização de materiais recicláveis e reaproveitáveis no dia-a-dia das empresas;
Promover a redução dos resíduos gerados pela feira, realizar a triagem dos materiais e encaminhá-los para cooperativas de reciclagem, com geração de trabalho e renda para famílias de catadores;
Contribuir para a recuperação de áreas degradadas;
Promover a melhoria geral da qualidade de vida para toda a população.

Cynthia Frank

Fonte: ummilhaodearvores.org.br/couromoda.com

Árvores Brasileiras

Além de essenciais para o desenvolvimento sustentável e o equilíbrio do meio ambiente de um modo geral, as florestas também têm um papel importante nas propriedades rurais.

As árvores auxiliam na recuperação da capacidade produtiva do solo, no combate à erosão, na conservação de água e no aumento da diversidade biológica.

O plantio de árvores é essencial para auxiliar na obtenção de água, especialmente na horticultura, já que a floresta conserva e mantém a produção de água.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, Laerte Scanavaca Júnior, as culturas herbáceas, como as hortaliças, mantém 30% das águas das chuvas e “liberam” 70% para enxurrada ou escoamento (deflúvio) superficial ou subterrâneo que escorre para um rio ou lago, dentro da bacia ou microbacia.

Já, as florestas “seguram” 70% e liberam 30% e deste modo combatem a erosão, enchentes, purificam a água, etc.

Nativas ou exóticas?

O pesquisador Scanavaca Júnior explica ainda que tecnicamente não há nenhuma restrição para se plantar árvores exóticas (aquelas que não são nativas da região da propriedade), já que plantas e animais co-evoluem e uma controla a outra.

Quando o objetivo for aumentar a biodiversidade ou atrair a fauna, por exemplo, deve-se plantar árvores nativas. A diversidade de plantas atrai ou comporta uma fauna maior que uma monocultura e nesta fauna pode haver alguns inimigos naturais das pragas e doenças das hortaliças.

Desta forma, a mata funciona como uma reserva de inimigos naturais, promovendo um controle biológico. “Qualquer que seja o objetivo devemos ter em mente que o carro-chefe ou a principal espécie será sempre a de maior longevidade, geralmente a mais valiosa”, ilustra.

Benefícios das árvores

Confira abaixo os principais benefícios do plantio de árvores, listados pelo engenheiro florestal e pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, Laerte Scanavaca Júnior, para:

O solo: Recuperação, restauração e manutenção da capacidade produtiva.
Os lençóis freáticos:
Recarga do aquífero, conservação e manutenção da água.
Os rios:
Recarga do aquífero, conservação e manutenção da água. A mata ciliar funciona como um filtro físico, químico e biológico, assim além de conservar, ela também purifica a água.
Obtenção de oxigênio:
Todo planta verde faz fotossíntese até atingir o clímax (desenvolvimento máximo) isto é, a taxa de fotossíntese (“produção de O2”) é maior que a respiração (“produção de CO2”), ou seja, sequestra CO2 e ajuda a combater o efeito estufa.
As frutas:
As frutíferas arbóreas ou um pomar de frutíferas (manga, pêra, etc.) têm um comportamento semelhante ao descrito acima para qualquer floresta.
A fauna:
A diversidade de espécies vegetais proporciona uma maior diversidade de espécies animais, seja como polinizadores, dispersores, abrigo, etc. desta forma a fauna tende a aumentar.

Árvores Brasileiras

PORQUE PLANTAR ÁRVORES ?

1 – PORQUE elas retém muito mais água da chuva. Esta água evapora-se lentamente, sendo parte importante nos processos de formação de novas chuvas e do equilíbrio térmico do planeta.

Por outro lado, devido às raízes profundas das árvores, infiltra-se mais profundamente no solo alimentando os lençóis subterrâneos e as nascentes de riachos e rios.

2 – PORQUE suas raízes, tanto as superficiais como as profundas, mantêm firme o solo, impossibilitando a erosão. As matas ciliares protegem os barrancos dos rios. A matéria orgânica acumulada, e as plantas rasteiras, filtram o excesso de terra e areia escorridas das partes altas, preservando os leitos dos rios do “assoreamento”.

3 – PORQUE absorvem uma maior quantidade de gás carbônico. A massa verde medida em metros cúbicos de uma floresta, por exemplo, é bem maior que a área verde de um pasto ou de uma plantação de cereal.

Por isto, as árvores diminuem o efeito estufa e o aquecimento global. Por outro lado, a maior massa verde das florestas produz mais oxigênio, mantendo-o em níveis normais na atmosfera.

4 – PORQUE das árvores e das plantas menores que vivem à sombra delas os seres humanos podem extrair—através de manejos sustentáveis em florestas produtivas—e produzir—através de projetos agro-florestais—alimentos, matérias primas e artefatos que podem substituir outros iguais provindos de solos desnudados por muitos meses do ano.

5 – PORQUE nas áreas geográficas onde o homem retirou a vegetação nativa substituindo-a por construções e plantações não-permanentes, a energia solar transforma-se rapidamente em grande quantidade de calor. Este calor excessivo tarda a se converter em raios infra-vermelhos e a se escoar para o espaço. O resultado é mais uma causa que incrementa a temperatura média da atmosfera e das superfícies sólidas e líquidas do planeta.

6 – PORQUE as florestas nativas e as árvores e plantas permanentes formadas por técnicas modernas de agro-silvo-cultura mantêm a biodiversidade dos seres vivos de nosso planeta.

A beleza das árvores e o ambiente aprazível que elas proporcionam não são uma razão técnica mas, com certeza, alegram o ser humano e engrandecem o seu espírito.

Fonte: agsolve.com.br

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Porque Plantar

Plantar ÁRVORES NATIVAS é fundamental para garantir a Biodiversidade local

Nativas – Ocorrem naturalmente em uma determinada região
Exóticas
– São plantadas estranhas ao meio, oriundas de outras regiões, países ou continentes.

Porque plantar ÁRVORES NATIVAS

Qualidade do ar – Uma planta jovem produz mais oxigênio do que gás carbônico, enquanto uma árvore velha faz o processo contrário.

Alimento ilimitado – As árvores frutíferas produzem alimento natural o ano todo. Isso pode ser a solução para a fome mundial!

Prevenção contra enchentes – Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia.

Mantém o ciclo natural do ambiente – A água absorvida contém nutrientes de matéria orgânica, como fezes de animais. Por sua vez, as folhas e frutos das árvores são consumidos pelos animais, que liberam seus dejetos novamente no solo, para mais tarde ser levado pelas águas da chuva e assim sucessivamente.

Servem de abrigo – As raízes das árvores, quando próximas a rios, ficam expostas dentro da água, servindo de abrigo para os peixes.

Refrescam o ambiente – Uma árvore adulta transpira até 400 litros de água por dia, o que refresca o equivalente a cinco condicionadores de ar com capacidade de 2.500 kcal cada, trabalhando 20 horas por dia!

Diferenciam a temperatura – A temperatura no centro de uma cidade chega a ficar 6°C acima do que em bairros distantes (ou mais arborizados).

Sombra fresca – A radiação solar fica acumulada na copa das árvores, tornando o chão mais fresco e ameno.

Isolamento natural – As árvores impedem a propagação de sons, formando uma parede acústica ao seu redor.

Fauna – Com o plantio de árvores, os animais terão fontes de alimento e habitat para reproduzir, prevenindo a extinção de espécies ameaçadas.

Harmonia nativa – Não existe competição entre as árvores, favorecendo o crescimento conjunto das plantas.

Resistentes a pragas – Espécies nativas não são exterminadas por doenças, pois já desenvolveram uma defesa própria para cada região.

Previne erosão do solo – A camada formada no solo pelas folhas forma uma proteção da ação direta da chuva na terra, o que causa a erosão.

A erosão pode ser prejudicial em diversas formas:

Em rios: A erosão leva terra para o fundo do rio, deixando-o mais raso. Com isso, o rio seca nos períodos de pouca chuva, matando os peixes e destruindo os mananciais naturais.
No solo:
A erosão leva as sementes embora, não permitindo o nascimento de novas plantas.
Aos animais:
A água forte tampa os ninhos de animais que os fazem no chão, matando os filhotes.
Aos lençóis freáticos:
Local sem vegetação não possui boa absorção de água, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Isso prejudica os lençóis freáticos, extinguindo rios e lagos.

Porque NÃO plantar árvores exóticas

Proliferação descontrolada – Por não possuírem predadores naturais, essas espécies se multiplicam sem controle, se tornando uma praga.
Relacionamento desarmonioso
– Não possuem boa relação com as árvores nativas, chegando a matar suas concorrentes.
Absorção exagerada
– Algumas espécies exóticas absorvem muita água, deixando o terreno seco e impróprio para plantio.
Fácil germinação
– Algumas espécies possuem sementes de fácil germinação, necessitando somente de um ambiente não muito seco. Com isso, elas podem se tornar uma praga predominante.
Crescimento rápido
– Essas árvores possuem o crescimento muito rápido e disputam pela sombra de outras plantas de forma desigual.

Fonte: consultorsocial.com.br

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As três partes principais de uma árvore

As árvores podem ser divididas em três porções principais: as raizes, folhas e a estrutura arborizado entre elas.

A função das raizes é trazer a material-água crua e o sal mineral dissolvidos dentro água-à árvore.

As folhas absorvem o dióxido de carbono do ar e use a energia clara do sol para combinar este gás com umidade das raizes, assim fazendo os açúcares simples que são os nutrientes básicos da árvore.

O tronco, os membros, as filiais e os galhos prendem as folhas em posição para receber a luz solar e o ar life-giving; igualmente atuam como matérias- primas do transporte, carreg entre raizes e folhas.

Os materiais absorvidos pelas raizes são levantados pelo capilar atração e a ação osmotic induzida pela evaporação da água das folhas.

A perda de água através das folhas é chamada transpiration. Em um dia de verão, uma única árvore de vidoeiro pode transpire 700 a 900 galões da água. É este fluxo enorme da água que causa a fluxo contínuo da seiva das raizes aos galhos topmost.

Em plantar ou em transplantar uma árvore, e na construção sobre muito onde você deseja preservar as árvores, o chefe do jardineiro a consideração deve ser proteger a estrutura da raiz da árvore.

As raizes grandes perto da haste escorarem a árvore à terra, quando os cabelos de raiz finos nas extremidades dos rootlets absorvem a água do solo.

A haste ou o tronco de uma árvore têm três porções: a casca, a madeira e o pith.

O pith é a parte central e em torno dele é madeira. Entre a madeira e a casca é o cambium, uma camada fina isso produz a madeira e a casca novas.

Quando o anel do cambium for separado, como por um cabo de fio, a árvore é matada, e desde o cambium protege de encontro aos insetos e a doença, qualquer coisa conduzida nela pode fira a árvore severamente. A parte externa do homem ele mesmo, árvores tem inimigos incontáveis.

Há 200.000 tipos conhecidos dos insetos que atacam árvores, dentro adição às doenças tais como a ferrugem, a oxidação e a podridão, tempestades e secas.

Felizmente, os pássaros ajudam a manter lagartas, perfuradores, besouros e outros insetos na verificação.

Fonte: www.etoxtr.com

Árvores Brasileiras

Partes da Árvore

Árvores Brasileiras

A raiz é geralmente subterrânea (fica debaixo do solo), e o seu principal papel é sustentar a planta, absorver, armazenar a água e nutrientes do solo.

O caule é o corpo da planta. Por ele passam os nutrientes para as folhas, flores e frutos. Os troncos das árvores variam em tamanho, forma, textura e cor.

É do tronco de algumas árvores que é extraída a madeira que usamos.

As folhas possuem formato e tamanho particulares!

Nelas, ocorre a fotossíntese, que é a produção de glicose (açúcar) e oxigênio. Também ocorre a transpiração e a perda de água para o meio ambiente naforma de vapor.

A flor é o aparelho reprodutor das plantas, portanto, ela pode ser masculina ou feminina.

A flor é uma modificação das folhas, que ficaram mais bonitas para atrair os animais que vão ajudar na reprodução dos vegetais.

O fruto serve para proteger a semente e reservar nutrientes. Quando cai, o fruto aduba o solo para o nascimento da nova planta.

E claro, serve como alimento para as espécies animais.

A semente contém o embrião que dará origem a uma nova planta. Para a semente virar uma planta e propagar a espécie, ela deve estar madura, receber água, luz, ar e calor.

O Vital, sempre antenado com as coisas e disposto a ajudar, lembrou que, antes de mais nada, temos de saber da importância da árvore para a natureza.

Fonte: www.plenarinho.gov.br

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A Fisiologia da Árvore

De um ponto de vista fisiológico, uma árvore pode ser comparada a um complexo industrial, extraindo as substâncias que precisa do solo e do ar e, com a ajuda da energia solar, convertendo-as em seu “laboratório químico” em elementos necessários para a vida de todo o complexo.

Esse complexo pode ser dividido em 3 partes principais, cada uma inseparável das outras, mas que fazem tarefas específicas: raízes, tronco e galhos e folhas.

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Raízes

As raízes constituem a parte subterrânea da árvore e têm 4 funções essenciais.

Elas ancoram a árvore ao solo, absorvem e transportam água e sais minerais do solo para outras partes da árvore, servem como armazenamento de nutrientes processados (açúcar e amido) e produzem hormônio.

Em muitas árvores jovens, a raiz pivot ou raiz principal é geralmente predominante. Conforme a árvore amadurece, raízes mais finas estendem-se como raios pela parte superficial do solo, sob o tronco e muitos metros abaixo.

Na maioria das espécies associadas com a cultura do bonsai, o sistema radicular espalha-se lateralmente pelo solo, formando uma teia de raizes progressivamente mais finas eventualmente terminando na zona de pêlos, que sozinhos, são responsáveis por absorver sais minerais e água do solo.

As raízes muitas vezes vivem em simbiose com filamentos de fungos (as micorrizas). Essas envolvem e penetram nas raízes aumentando a área de absorção das raízes. As micorrizas podem tornar disponíveis certos minerais para as raízes que, de outra maneira, seriam inacessíveis.

Em retonro, o fungo obtém energia através do alimento estocado nas células da raiz. Um sistema radicular sem as micorrizas presentes, não crescerá bem.

Camadas em que se divide a raiz:

Extremidade exploradora, que contorna pedregulhos, procura umidade, evita contato com tóxicos, etc., é revestida por uma coifa que a protege do desgaste;
Zona de crescimento, onde as células se multiplicam e se alongam;
Zona dos pêlos absorventes, com numerosos pêlos, unicelulares, responsáveis pela absorção da água e dos sais minerais;
Zona condutora, que contém os vasos nos quais circulam a seiva bruta (em direção às folhas) e a seiva elaborada, que alimenta a raiz ou é estocada.

Resumindo:

As raízes mais grossas são responsáveis pela fixação da árvore, pelo transporte de substâncias e pela estocagem de alimento, e as raízes mais finas, são responsáveis pela absorção e transporte da água e dos nutrientes presentes no solo.

Troncos e galhos

Seguindo pela imagem do complexo industrial, o tronco e galhos da árvore têm várias funções: suporte flexível para a massa foliar ou “laboratório químico”, pois essas buscam a fonte de energia (luz); transporte de sais minerais e água extraídos pelas raízes (seiva bruta) até as folhas e redistribuição do alimento manufaturado pelas folhas (seiva elaborada) para todas as partes da árvore, além de estocar reservas.

Troncos e galhos estão divididos nas seguintes seções principais:

A casca , que é a camada externa da árvore e consiste num tecido de cortiça que conserva a umidade e protege as camadas internas da madeira contra insetos, vento, frio, calor e contra ferimentos. Pode variar em expessura – de alguns milímetros até mais de 30cm. Varia em aparência, diferenciando-se por espécies e mudando com a idade;
Líber (Floema) , conduz a seiva elaborada das folhas para outras partes da árvore, indo até a raiz;
O cambio , composto por uma fina camada entre o lenho e o líber, produz células destas duas camadas e é responsável pelo crescimento no diâmetro do tronco e dos galhos. Quando a árvore é ferida ou quando um galho quebra, as células do cambio gradualmente formam um calo, cicatrizando e eventualmente fechando a ferida, produz novas brotações de galhos e raízes;
Lenho (xilema), madeira fisiologicamente ativa que transporta a seiva bruta das raízes para as folhas, e também armazena substâncias elaboradas pelas folhas. Esta camada está localizada entre o cambio e o cerne;
Cerne, madeira fisiologicamente inativa e dura, localizada na parte central do tronco e dos galhos, cuja finalidade é a de sustentar a árvore. Muitas vezes mais escuro que o lenho devido a uma alta concentração de resinas.

A camada de células que formam o cambio (em verde) correm por toda a estrutura da árvore, até os menores galhinhos, gerando madeira (xilema) na parte de dentro e líber (floema) na parte de fora.

As folhas

A folha é o órgão vegetal responsável pela fotossíntese, pela respiração e pela síntese de diversas substâncias como enzimas e hormônios.

Estas podem ser caducas-destinadas a caírem ao primeiro sinal de geadas, tendo cumprido sua função anual – ou sempre verdes – mantendo-se durante todo o inverno. Diferem morfologicamente de acordo com as espécies e são distinguidas por sua forma, arranjo no pecíolo ou galho e pelo número de partes em que são divididas.

São geralmente verdes, mas podem assumir, devido à presença de pigmento vermelho, diversos tons, do rosa até o vermelho acobreado. Quando a porcentagem de clorofila – pigmento verde que dá essa cor às folhas – está baixa, tomam uma cor dourada ou amarelada.

Nenhuma folha é verdadeiramente sempre verde e sua vida varia de 6 meses a 1 ano, exceções sendo as agulhas de algumas coníferas que permanecem no galho por vários anos.

A folha pode ser descrita como a fábrica, a fonte primitiva de vida, o primeiro elo do que é chamado de cadeia alimentar, o que significa que a energia do sol, capturada e elaborada pela folha, torna-se energia novamente como alimento para animais herbívoros, carnívoros e finalmente, o homem.

Os tecidos da folha, através do processo da fotossíntese, formam os compostos orgânicos que farão cada um a sua parte na criação e manutenção de organismos animais.

Para fazer essas funções, únicas na Terra, os tecidos foliares são altamente especializados, sendo compostos de células contendo vários pigmentos; o mais importante desses, a clorofila, é formada somente na presença de luz.

A clorofila está contida em corpúsculos verdes, os cloroplastos e têm a propriedade de capturar a energia da luz e usá-la, por meio de complexas reações fotoquímicas para converter dióxido de carbono (CO2) obtido na atmosfera adicionado aos nutrientes em compostos orgânicos como açúcar e amido.

Além de tomar dióxido de carbono e soltar oxigênio, muito da água coletada pelas raízes é dispersada por meio da transpiração e respiração , no ar.

Isso protege as folhas do calor excessivo e permite o movimento ascendente da seiva. Uma vez cumpridas suas funções, as folhas caem no solo onde serão decompostas por bactérias e fungos enriquecendo assim o solo com elementos necessários à planta, num ciclo autônomo e contínuo.

As folhas se apresentam em diversos formatos, tamanhos, cores e texturas. A disposição das folhas nos caules e ramos pode ser chamada alternada, se cada nó tem apenas uma folha; oposta, se cada nó tem duas folhas inseridas face a face; verticulada, se cada nó tem mais de duas folhas.

Elas também podem estar agrupadas todas na base (folhas em roseta) ou surgir em tufos, nos nós espaçados de um rizoma.

As folhas podem se apresentar quase verticais e com duas faces iguais, como nas monocotiledôneas, ou estenderem-se horizontalmente, como nas outras plantas vasculares.

Neste caso, a face superior, mais clara, em geral, é recoberta por uma cutícula protetora, desprovida de aberturas e caracterizada pela cor de um verde intenso.

A face inferior, que fica na sombra, tem numerosos orifícios (estômatos), sede das trocas gasosas, e fileiras celulares, lacunosas e menos ricas em clorofila, dão-lhe coloração mais pálida.

Tradução do livro Simon & Schuster´s Guide to Bonsai – As partes em vermelho são inclusões minhas. Tradução por Pedro Bessa.

Fonte: bonsaistudio.wordpress.com

Árvores Brasileiras

Como Plantar uma Árvore

O plantio de uma árvore é uma operação simples, mas que requer cuidados. O primeiro passo é escolher a espécie adequada para as condições do local.

Devemos considerara proximidade de residências, existência de redes aéreas ou subterrâneas, existência de calçadas ou gramados, o tipo de solo (úmido, seco, raso ou profundo ou se aterro).

Ainda temos que observar qual o nosso objetivo ao escolher uma árvore (para sombra, frutas ou ornamentação). Se não pensarmos bem e nos informarmos sobre a espécie adequada para o local poderemos ter que, no futuro, cortar uma árvore plantada em local inadequado ou não obter o efeito desejado dela.

Por isto é bom se informar sobre a espécie antes de plantá-la. Também é importante escolher a época correta de plantio. No sul do Brasil o ideal são os meses sem a letra "r" (maio, junho, julho e agosto). No Brasil tropical o bom é a época das chuvas.

Nestes períodos a planta sofrerá menos impacto negativo do ambiente e terá maiores chance de pega.

Em especial se forem plantas de raiz nua. Se for plantada com torrão pode ser fora deste períodos deste que não seja um verão muito forte ou seco e que haja cuidado com as regas no primeiro ano de vida.

Para prepara o local é bom fazer um buraco de 50 cm x 50 cm de superfície. Se for solo natural deve-se remover os primeiros 20 cm , aonde está a terra mais fértil, para um lado.

Os 20 cm seguintes, cuja fertilidade é menor, deve ser posto separado. Feito isto coloca-se no fundo um balde com 10 kg de adubo orgânico curtido junto com umas 100 gramas de cinza de lenha ou farinha de osso (não pode ser cinza de churrasco porque tem muito sal de cozinha que mata as plantas).

Este material deve ser misturado com a terra fértil dos primeiros vinte centímetros para constituírem o primeiro alimento da nova planta. Se for terreno aterrado deve se aumentar a dose de adubo orgânico e cinzas para compensar a falta de fertilidade natural. Feito isto o local está pronto para receber a muda.

É importante observar que o torrão ou a parte das raízes seja colocado sobre este material adubado. Para fixar a muda deve-se utilizar a terra retirada do fundo tendo o cuidado de colocar a parte aonde ocorre o contato do tronco com o sistema radicular nivelado com o solo. Fora desta posição a planta pode morrer.

Caso a muda seja muito grande pode-se usar um tutor. Trata-se de uma estaca reta e forte aonde o tronco da muda deve ser amarrado com uma laçada em "8?. Um dos elos do "8? amarra a planta e outro o tutor. Isto evita que a planta seja derrubada pelo vento e a protege de agressões externas.

É bom eliminar, com uma tesoura de podar bem afiada, galhos e raízes secas para evitar moléstias. Fora do inverno pode acontecer de a muda perder as folhas como defesa contra o excesso de transpiração. Isto é um sinal de que temos que aumentar o cuidado com as regas.

De preferência para plantar em dias nublados ou chuvosos ou então ao final da tarde. A planta sente menos o processo. Depois é cuidar da formação do tronco e parte aérea e das adubações para formar uma planta bonita.

Especialmente se a árvore for plantada em zonas urbanas onde esteja muito exposta a acidentes. Se for num local mais selvagem e com mato perto estes riscos são bem menores. Mas a descrição destes cuidados ficam para uma próxima edição.

Fonte: roessler.org.br

Árvores Brasileiras

Como Plantar Árvores

Como plantar corretamente uma árvore

Para uma árvore desenvolver naturalmente, ela deve ser plantada obedecendo algumas regras básicas:

Ter um local disponibilizado a arborização urbana, de preferência com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, tendo se possível ao orientação de uma botânico ou paisagista;
Em regiões urbanas deve-se ter o cuidado com o porte da árvore que seja adequado ao local de plantio;
Escolha as árvores nativas do Brasil e da região, estas são as mais indicadas para a recuperação do ecossistema. As plantas exóticas originárias de outros países é melhor deixar a cargo dos profissionais mais especializados;

O distanciamento entre as árvores deve ser compatível com o porte, e ao redor da planta preservar um espaço sem pavimentação destinado ao desenvolvimento das raízes e penetração da água.

Árvores Brasileiras

Abertura de covas:

Devem possuir 60cm de profundidade;
Caso o solo esteja compactado, fazer covas de 1,20m de diâmetro, na boca, por 60cm de profundidade por 50cm de diâmetro, no fundo;

Adubação:

300g de super Fosfato Simples ou kg de Fosfato de Araxá;
300g de calcário;
100g de NPK (04-14-08 ou 10-10-10);
20 litros de esterco de gado, curtido, ou de composto orgânico; ou 7 litros de esterco de galinha ou de húmus de minhoca.

Preparo da cova:

Pulverizar 1/3 (100g) de calcário nas laterais e fundo da cova;
Misturar o restante do calcário e os adubos à terra da própria cova ou, se preferir, substituí-la por terra vegetal. No caso de palmeiras não colocar esterco para não contaminar as raízes.

Plantio:

Retirar a embalagem da muda com cuidado para não desmanchar o torrão;
Cobrir o fundo da cova com terra misturada até que o torrão fique nivelado com o chão;
Fazer "bacia" ao redor da muda para captar água;
Colocar a muda dentro da cova, bem na vertical, observando a altura do torrão com relação ao solo;
Completar a cova com terra misturada e pisar a terra em volta da muda para firmá-la no chão, tomando o cuidado de não cobrir o caule com terra;
Após o plantio, irrigar abundantemente mas sem encharcar.

Escoramento:

Preparar uma estaca resistente, de madeira, de pelo menos 5cm de diâmetro e 2,50m de altura;
Fincar a estaca firmemente ao lado da muda, dentro da cova e fazer a amarração em forma de oito deitado, usando borracha, sisal ou outro material que não fira o caule da muda.
Nunca amarrar com arame.

Cuidados posteriores:

Se a muda for plantada no passeio ou em outro lugar sujeito a depredação, colocar grade de proteção;
Caso não chova, faça irrigação de 4 em 4 dias com aproximadamente 20 litros de água;
Peça aos amigos vizinhos para ajudá-lo a cuidar da muda.

"VAMOS PLANTAR 1 MILHÃO DE ÁRVORES!"

Fonte: www.plantearvore.com

Árvores Brasileiras

As árvores

Consideradas vegetais superiores por apresentarem diversos sistemas, cada um altamente especializado, as árvores podem ser, visualmente, divididas em três partes:

Raizame (conjunto das raízes), tronco e copa (esta ultima inclui ramos, folhas, flores e frutos).

Para efeito de classificação, são considerados árvores os vegetais que apresentam essas três partes e altura superior a 4 m.

As palmeiras, embora tenham mais de 4 m de altura, não entram nesta classificação pois não possuem tronco, propriamente, mas um caule típico das Palmáceas, chamado estipe.

0 mesmo acontece com o bambu, cujo caule, típico das gramíneas, recebe o nome de colmo.

Há ainda um outro grupo de plantas, que se diferencia das árvores pelas suas sementes que se apresentam nuas, não tendo uma polpa que as proteja.

Trata-se do grupo das gimnospérmicas, ao qual pertencem as chamadas coníferas (resinosas).

Entre as funções paisagísticas mais importantes para as plantas classificadas como árvores estão: a organização dos espaços, o auxílio na captação das águas pluviais, a diminuição da amplitude térmica, a absorção de ruídos, a redução da poeira, a redução e condução dos ventos, a proteção contra os raios solares e o abrigo para pássaros e outros animais.

Como plantar uma árvore

Escolha do local para plantio da muda.

O local para plantio da muda deve ter espaço suficiente para que a futura árvore possa desenvolver a sua copa.
A muda não pode ser plantada muito próxima de casas, muros, etc.
A distância mínima entre uma muda e outra ou mesmo entre a muda e uma casa, deve ser no mínimo de 5,0 metros.
Deve-se evitar também o plantio da muda sob a linha de energia elétrica.

Preparo da cova de plantio:

A cova (buraco) onde será plantada a muda deve ter as dimensões de:

40 cm x 40 cm de boca,
40 cm de profundidade.

Ao abrir a cova, a terra retirada deve ser aproveitada para o enchimento do buraco.

Adubação

Para garantir um melhor crescimento da muda, é recomendável que se faça uma adubação na cova antes do plantio utilizando-se 150 gramas de calcário, 200 gramas de superfosfato simples e adubo orgânico (esterco) bem curtido.

Primeiro faz-se a mistura de 3 partes de terra com uma parte de adubo orgânico e depois acrescenta-se o calcário e o superfosfato.

Essa mistura deve ser utilizada no enchimento da cova.

O calcário e o superfosfato simples podem ser encontrados nas lojas que vendem plantas, produtos agrícolas ou mesmo em alguns supermercados

Plantio da muda

Retirada a embalagem, abra um buraco no centro da cova com tamanho suficiente para acomodar o torrão da muda a ser plantada.

A parte superior do torrão da muda deve ficar nivelada com a superfície da cova e o torrão deve ficar em pé (posição vertical).

Coloque em seguida a terra retirada da cova e adubada junto da muda plantada e, com as mãos, pressione a terra ao redor do torrão até que este esteja firme e bem envolvido pela terra da cova.

Terminado o plantio, regue a muda abundantemente.

Cuidados após o plantio

Depois de plantada, a muda deve receber cuidados até que fique adulta e saudável.
Molhe-a com frequência, de preferência a cada dois dias, no período da manhã ou final de tarde.
Após o primeiro mês, regar a planta uma vez por semana.

Atenção:

Nos dois primeiros anos após o plantio, é importante que se faça uma adubação de cobertura a cada seis meses utilizando uma mistura de:

50 gramas de uréia, 100 gramas de superfosfato simples e 50 gramas de cloreto de potássio.
Essa mistura deve ser aplicada ao redor da muda na forma de uma coroa formada pela projeção da copa da planta no solo.
Se a muda for plantada em uma calçada, coloque uma grade de proteção para evitar que ela seja danificada por animais ou pessoas.

Árvores em lugares pequenos

Sim é possível ter uma árvore no jardim mesmo que o espaço para isso seja pequeno ou próximo a uma construção. Como o maior problema neste caso seriam as raízes, que crescem à vontade podendo prejudicar tubagens e muros de suporte, basta contê-las.
Para tal construa uma placa grande de cimento a pelo menos dois metros de distância do tronco da árvore, e ela vai crescer com raízes fortes que ao invés de se alastrarem para os lados, se desenvolverão para baixo.

Adubar árvores

Oriente-se pelo perímetro da copa da árvore, para achar a zona onde se concentram as raízes alimentadoras.
Faça sulcos no solo, em volta de toda a árvore e, depois de aplicar o adubo, regue abundantemente para que a árvore absorva os nutrientes.

Floreira Natural

Se tiver de cortar uma árvore, lembre-se que a parte mais difícil é tirar a raiz.
Agora, é possível trocar todo este trabalho, por uma bela jardineira.
Neste caso, cave o meio do tronco e faça um corte que o atravesse, colocando em seguida um cano plástico.
Impermeabilize toda a parte de dentro com uma ou duas demãos de sulfato de cobre.
Preencha com a mistura clássica de partes iguais de terra comum de jardim e composto orgânico e areia e está pronta a jardineira que vai dar um toque natural ao seu jardim.

Fonte: www.fazfacil.com.br

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