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Paineira

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Paineira – Chorisia speciosa

Paineira 

Ocorrência: da Paraíba ao Rio Grande do Sul.

Outros nomes: paineira rosa, árvore de paina, paina de seda, árvore de lã, barriguda, paineira fêmea, paineira de espinho, paineira branca.

Características

Árvore decídua que atinge 30 m de altura, com tronco retilíneo e cilíndrico, cinzento-esverdeado, com engrossamento próximo à base (barriga), 80 a 120 cm de diâmetro.

Apresenta acúleos grandes e piramidais na casca, principalmente nos ramos jovens.

Copa ampla, muito ramificada, provida de densa folhagem durante o verão.

Folhas alternas, digitadas, com 5 a 7 folíolos peciolulados, glabros, elípticos, com margem serreada e nervura central proeminente em ambas as faces, com 6 a 12 cm de comprimento e 2 a 6 cm de largura.

Pecíolo de 4 a 15 cm de comprimento.

Flores solitárias axilares, corola de coloração rósea a arroxeada.

Fruto cápsula globosa, de forma bastante variável, redonda ou alongada, geralmente oblonga, lisa, coriácea, brilhante, com 12 a 22cm de comprimento e 4 a 8 cm de diâmetro, cinco lóculos deiscentes, de cor parda, com numerosas sementes envoltas por pêlos brancos (paina), se abre quando maduro liberando boa quantidade de paina-sedosa, entremeada com as sementes que são carregadas pelo vento.

Cada fruto produz, em média, 120 sementes marrom-escuras a pretas, pequenas, achatadas, redondas, envoltas pela paina, muito leves, elásticos e lustrosos, dispostas em cinco fileiras.

As sementes contêm óleo.

A paina é uma fibra fina e sedosa, mas pouco resistente. Um Kg de sementes contém 5.700 unidades.

Habitat: formações florestais do complexo atlântico e nas florestas estacionais deciduais e semidecimais ao longo dos cursos d’água.

Propagação: sementes.

Madeira

Leve e mole, de baixa densidade quando jovem e maior na fase adulta, de pouca durabilidade, fácil de trabalhar.

Utilidade

Madeira usada na fabricação de canoas e para caixotaria, com potencial para a produção de pasta celulósica.

A paina serve para encher colchões, travesseiros e almofadas.

Pela sua rusticidade e beleza de floração e devido ao tronco grosso e a paina branca presa à planta, é muito utilizada para a ornamentação de parques e ruas.

É ótima para plantios mistos em áreas degradadas.

Florescimento: dezembro a abril.

Frutificação: agosto a setembro

Fonte: www.vivaterra.org.br

Paineira

Paineira – Chorisia speciosa

Familia: Bombacaceae.

Nome popular: Paineira, Árvore-de-paina, Paineira-rosa, Paineira-branca

Ocorrência: floresta estacional semidecídual , floresta de araucária.

Distribuição Geográfica: BA ES GO PR RJ RS SC SP.

Características gerais

Árvore de grande porte, com altura 15 – 30 m, tronco e ramos recobertos de acúleos, que com o avanço da idade vai perdendo parcialmente.

A casca é rugosa de cor verde com acúleos acinzentados. Com o passar do tempo à casca escurece exibindo um tom pardo-escuro. A copa é ampla de formato arredondado.

As folhas digitadas com longo pecíolo, tendo de 5 – 7 folíolos glabros de diferentes tamanhos, de 5 – 12 cm de comprimento por 2 – 5 cm de largura. Planta caducifólia, encontrando poucas folhas a partir de maio até início de setembro.

As flores são grandes, com cinco pétalas, de cor rosa na extremidade e na parte interna, branca rajado de cor rosado-escuro. Florescimento de fevereiro até final de abril, caracterizando-se pela grande beleza.

Fruto é uma cápsula fibrosa deiscente de 15 – 20 cm de comprimento por 5 – 7 cm de diâmetro. Frutos imaturos são verdes e tornam-se escuros, iniciando a abertura com a exposição da paina (material sedoso, branco, lembrando ao algodão) que envolve as sementes. Os frutos se encontram maduros a partir de setembro até meados de outubro.

A Paineira

A “paineira” é uma das mais típicas árvores das florestas secas do interior do Brasil.

A característica de estacionalidade climática mais marcante do interior, com um período de seca e frio mais acentuado, faz com que várias espécies florestais percam suas folhas no período mais seco, normalmente também dispersando as sementes nesta época, daí o nome destas florestas: estacionais e/ou caducifólias ou deciduais.

A paineira, assim como o “jequitibá”, o “pau-marfim”, a “cabreúva”, entre outras, despem-se de folhas no período seco, normalmente florindo e frutificando nesta época.

A paineira normalmente começa a florir e perder suas folhas à partir de dezembro, estando completamente sem folhas em abril e maio, quando começa a abrir seus frutos e dispersar suas sementes envoltas em abundante paina, pelo vento.

As paineiras normalmente atingem grandes proporções, sendo árvores com troncos e ramos aculeados e o tronco bojudo, provavelmente para armazenamento de água. Pertence à família das “barrigudas” do nordeste e do “baobá” da África. Possui variedades de flores brancas e rosa de várias intensidades, sendo muito utilizadas para paisagismo de locais amplos.

A paina (retirada de seus frutos) pode ser usada para enchimento de colchões e travesseiros tendo sido muito usada, no passado, para enchimento de bóias de embarcações.

Sua madeira não tem grande utilidade para o homem, embora os índios botocudos a utilizem para seus ornamentos de beiço e orelha. Tem crescimento rápido sendo recomendada para plantios de recuperação de áreas degradadas e para o paisagismo.

Usos

Recomendado para faixas de proteção em torno de estacionamento lotes ou para plantações faixa mediana na rodovia; árvore de sombra; espécime; árvore rua residencia.

Utilização

Utilizada para:

Celulose
Resina
Arborização Urbana
Medicina
Fibras
Paisagismo

Fonte: www.ipef.br/plantas.pbworks.com

 

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