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Oliveira

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Oliveira é uma árvore perene que cresce a alturas de cerca de 30 metros ou 10 metros.

As folhas são pequenas.

A azeitona tem flores que são brancas de cor esverdeada e florescem em grupo.

Por outro lado, as azeitonas são verdes quando cru e ficam pretas quando maduras.

Oliveira
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Indo pelo registro, azeitona foi talvez o primeiro que cresceu em Creta, em aproximadamente 3500 AC, significativamente, as oliveiras e várias de suas partes têm conotações simbólicas.

Enquanto o ramo da oliveira representa a paz, os vencedores dos Jogos Olímpicos antigos usavam coroas feitas com folhas de oliveira – que significam vitória e honra. Além disso, desde tempos imemoriais, herbalistas têm vindo a utilizar as folhas de oliveira para limpar bem como curar abertas feridas.

O óleo extraído da oliveira também é usado como um talismã em algumas cerimônias religiosas.

PARTES USADAS: Folhas, petróleo.

Origem e variedades

Anteriormente considerada como uma árvore sagrada e um símbolo de paz, a oliveira parece ser um nativo da Palestina. Conhecido no Egito desde o século XVII aC, foi introduzida na Europa no período muito remoto. É cultivada em toda a bacia do Mediterrâneo.

As principais variedades de oliveiras são a árvore selvagem de oliva, que dá frutos pequenos, e oliveira interna, cujo azeitonas são carnudas e grandes. Outras variedades importantes são a azeitona Arbequín, azeitonas Gordal, azeites e camomila Lechín.

Propriedades

Os antigos egípcios foram os primeiros a descobrir suas propriedades de cura e tônico na pele e começou a usá-lo em cosmetologia.

Folhas de oliveira têm um forte interesse na medicina herbal de possuir um notável virtudes. Eles têm propriedades diuréticas que lhes uma escolha interessante no tratamento da hipertensão, tais como dores de cabeça, tonturas fazem, zumbido nos ouvidos, etc. e palpitações cardíacas. Útil na prevenção da aterosclerose e doença cardíaca coronária, também possuem ação hipoglicemiante e antipirético.

Infusão, deixe repousar 10 minutos antes da tomada de grama.

Uso

As folhas de oliveira tem múltiplas utilizações e são utilizadas para tratar vários distúrbios. Enquanto as folhas de oliveira são conhecidas para reduzir a pressão sanguínea, e também ajudar a melhorar a atividade do sangue do sistema circulatório . As folhas também possuem propriedades diuréticas moderadas e, consequentemente, são úteis no aumento da urina de escoamento. Além disso, eles também podem ser usados para curar doenças como cistite ou inflamação da bexiga.

Herbalistas também recomendam as folhas de oliveira para diabetes, como são conhecidas por possuir propriedades de diminuir a intensidade de sangue de açúcar no sistema.

O óleo extraído da árvore de oliva é rico em nutrientes e também ajuda a desenvolver o equilíbrio das gorduras no corpo. Convencionalmente, muitos médicos têm vindo a utilizar uma dose de uma colher de chá de azeite de oliva misturado com suco de limão para curar cálculos biliares ou pedras e detritos na vesícula biliar.

O óleo também é conhecido por ter propriedades de defesa no sistema digestivo. É igualmente benéfico para a pele.

Outros usos médicos:

Câncer de mama
Câncer de próstata
Rugas
Xantomatose.

Habitat e Cultivo

Oliveiras são nativas da região do Mediterrâneo e crescem em abundância na natureza lá. Além disso, as oliveiras são cultivadas em um número de países na região do Mediterrâneo, bem como na região que tem paralelas condições climáticas, tanto no Américas. A oliveira é uma árvore perene, suas folhas podem ser coletadas ao longo do ano, enquanto as frutas são colhidas no final de setembro a meados de novembro. As folhas coletadas a partir das oliveiras crescem em estado selvagem são ditas para incluir maior intensidade dos elementos ativos da planta.

Ao longo dos anos, os troncos das árvores atingem uma largura considerável e as árvores até uma altura de 10 a 15 metros. A madeira das oliveiras que são firmes, bem como perto de grão também são de grande valor para os carpinteiros. O normal amarelo pálido ou madeira marrom-esverdeada das oliveiras estão em camadas com uma cor mais escura para fazer parecer mais brilhante. As oliveiras podem ser cultivadas em diferentes formas. No entanto, a forma mais comum e preferida é através de cortes ou camadas que são plantadas no solo.

A melhor maneira de propagar oliveiras é cortar ramos de largura diferentes e picar em cerca de um metro de comprimento, plantar profundamente no solo misturado com esterco. Pequenos gravetos darão raízes e brotos. Alternativamente, pequenos pedaços de ramos são colocados horizontalmente em sulcos baixo e, em seguida, coberto com um pouco de solo.

Independentemente do fato de que é árido ou pobre, qualquer tipo de solo, contendo traços de carbonato de cálcio parece ser o mais adequado para o crescimento saudável das oliveiras. Verificou-se que as oliveiras crescerá quase na maioria dos tipos de solo, incluindo o solo de argila, se houver um sistema de drenagem adequado. Por outro lado, as oliveiras que crescem em tais solos são mais suscetíveis a doenças e do óleo produzido por estas árvores é inferior em qualidade em relação ao que é produzido por árvores que crescem em terra não tão bom ou rochoso.

Normalmente, tem sido visto que as condições climáticas onde a temperatura é inferior a 14 ° F (-10 ° C) causa danos nas árvores maduras. No entanto, bloqueando as árvores jovens, uma temperatura de aproximadamente 16 ° F (-9 ° C) é considerada favorável para o crescimento saudável das oliveiras.

Pesquisa

De acordo com experiências realizadas ao longo do tempo em folhas de oliveira, foi estabelecido que a substância ajuda na redução da pressão arterial.

Constituintes

Folhas de oliveira contém oleoropine, oleasterol, e leine.
Azeite contém cerca de 75% de ácido oleico, um ácido gordo mono-insaturado.

MÁSCARA DE GEMA DE OVO E AZEITE

Esta é uma máscara excelente para a pele seca e os ingredientes necessários para preparar esta receita incluem:

1 gema de ovo
1 colher de chá (5 ml) de azeite
Misturar e aplicar a mistura uniformemente sobre o rosto evitando os olhos e lábios.

LOÇÃO DE LIMPEZA

Loção de limpeza também é eficaz para todos os tipos de pele.

Os ingredientes necessários para preparar esta receita de ervas incluem:

2 colheres de chá (30 ml) de sálvia infusão
1 colher de chá (15 ml) de mel
1 colher de chá (15 ml) de óleo de oliva
2 gotas de vinagre de cidra
Para preparar esta loção de limpeza de ervas, misture o mel e o óleo e aqueça a mistura. Em seguida, adicione infusão e vinagre de cidra e continue mexendo bem a mistura. Deixe-a esfriar e aplique-a no seu rosto para remover toda a sujeira e maquiagem.

LIMPADOR DE AZEITE

Esta preparação de ervas é ideal para todos os tipos de pele e seus ingredientes incluem:

1 colher de chá (15 ml) de mel
2 colheres de chá (30 ml) de óleo de oliva
Misture os dois ingredientes cuidadosamente e aplique no seu rosto por um tempo. Posteriormente, lave usando infusão quente preparado com camomila.

CREME DE ALOE VERA

O uso de aloe vera dá uma textura atraente para este creme de ervas, que tem sido tradicionalmente usado na forma de uma limpeza, bem como agente hidratante.

Os ingredientes necessários para preparar o creme de aloe vera incluem:

1 colher de sopa (15 ml) de gel de aloe vera
1 colher de sopa (15 gramas) de cera de abelha branca
1/3 xícara de azeite de oliva
2 colheres de sopa (30 ml) de água de rosas
2 colheres de sopa (30 ml) de anidro lanolina
2 a 3 gotas de lavanda, ou rosa, menta ou eucalipto óleo essencial
Misturar o gel de aloe com cuidado no óleo essencial. Colocar a cera de abelhas juntamente com a lanolina em banho-maria. Após o derretimento acrescentar os outros ingredientes. Derramar a mistura em um frasco e selar a tampa firmemente.

Fonte: www.herbs2000.com

Oliveira

A lenda diz que no reinado de Cécrope, primeiro governante de uma das cidades gregas mais prósperas e ricas da Antiguidade, duas divindades disputavam a preferência e a adoração do povo: Poseidon, rei dos mares, irmão do próprio Zeus, e Atenas, deusa da sabedoria, padroeira das artes úteis e ornamentais. Para que a decisão fosse justa, os outros deuses proclamaram que a cidade seria dada como prêmio àquele que oferecesse aos mortais o presente mais útil.

Imediatamente, Poseidon fez sair das águas o cavalo. Atenas, por sua vez, ofereceu a oliveira.

Os deuses decidiram que o segundo presente era mais útil. A cidade foi concedida a Atenas, que lhe deu seu nome, e até hoje a oliveira é conhecida como símbolo de vitória, paz e prosperidade.

A oliveira é uma das plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Da Bacia do Mediterrâneo, onde tem sua origem, espalhou-se para o resto do mundo. A árvore chegou ao Brasil há muitos séculos, trazida por imigrantes europeus. Pelo seu simbolismo, era muito comum encontrar oliveiras próximas a igrejas e capelas durante o período do Brasil Colônia. Quando o país começou a apresentar uma pequena produção, a família real, com medo de que o produto da colônia concorresse com o da metrópole portuguesa, ordenou o corte das árvores. Novo crescimento da cultura só foi percebido após 1945, com o aumento das imigrações européias após a 2.ª Guerra Mundial. Foi mais ou menos nessa época que as primeiras oliveiras apareceram no Sul de Minas Gerais, pela iniciativa de pequenos produtores da região.

Apesar de certas regiões do país possuírem as condições ideais para o desenvolvimento da olivicultura – a temperatura média anual oscilando entre 17 e 22o C é a principal –, ela não possui tradição no Brasil. Hoje, o país é dependente da importação para abastecimento interno. Os azeites comprados nos supermercados, por exemplo, vêm de fora ou utilizam matéria-prima estrangeira. A pouca oferta do produto no mercado brasileiro tem levado várias indústrias de condimentos a misturarem óleo de soja no azeite vendido ao consumidor. O rótulo de algumas composições mostra que essa mistura pode apresentar até 85% de soja.

A oliveira

A oliveira (Olea europea L.) é uma angiospérmica dicotiledónea, da família das Oleáceas, a mesma família a que pertence o freixo, o ligustro ou o lilás. A oliveira cultivada para produção de azeite é a O. europaea L. var. europaea, ocorrendo frequentemente a O. europaea L. var. sylvestris Brot. conhecido por zambujeira

É uma árvore que raras vezes atinge os 10 metros de altura na variedade europaea ou 15 metros na variedade sylvestris, de folha persistente. O porte é assim mediano, com um tronco que toma formas curvas, mais ou menos tortuosas, e uma copa que tem tendência para adensar, com lançamentos verticais que mais tarde pendem, formando uma copa esférica. O tronco é liso nos primeiros anos, pardo acinzentado, mas posteriormente ganha um tom pardo amarelado ligeiramente rugoso.

As folhas são verdes-acinzentadas, escuras na página superior e acinzentadas ou prateadas na página inferior, são lanceoladas (em forma do bico de uma lança) com um pequeno bico terminal, brilhantes e com a margem inteira. O comprimento é variável mas é comum atingirem os 6-8 cm de comprimento e largura muito variável, dependente da variedade. O pecíolo das folhas é curto e da zona da axila das folhas saem umas inflorescências em cacho com um número muito variável de flores, bissexuais poligâmicas com quatro pétalas bancas a amarelas pálidas que florescem de Junho a Agosto.

O fruto é uma drupa ovóide ou sub-ovóide, com caroço (endocarpo) duro estriado e de forma característica da variedade, mesocarpo carnudo e suculenta, e pele cuja côr varia com a maturação.

OCORRÊNCIA

A Oliveira parece ter a sua origem na Ásia Menor em tempos muito remotos. Sabe-se que era cultura frequente no Egipto há mais de 4000 anos. A sua difusão pela região mediterrânica foi facilitada pelas invasões e trocas comerciais que sempre se deram nesta região. No entanto terá sido com as invasões romanas que esta cultura conheceu a maior difusão.

Neste momento está difundida por todo o Mundo sendo cultivada nas Américas, Africa do Sul, Japão e Austrália.

PREFERÊNCIAS AMBIENTAIS

A oliveira é, com o sobreiro e a amendoeira, a árvore típica do clima mediterrânio que tolera amplas condições de temperatura e de solos. O leque de temperaturas está limitado nas mínimas a 7º C negativos (com médias da estação fria de cerca de 5-6º C) e a temperaturas máximas que poderão ser prejudiciais se forem muito altas nos meses de Maio e Junho por prejudicarem a floração e o vingamento dos frutos.

A oliveira tolera todos os tipos de solos, desde muito pobres a solos de aluvião suportando mal solos mal drenados ou muito calcários. O fator mais limitante (sobretudo para a produção de fruto) é, no entanto, a água, sobretudo nos meses de maior calor e luminosidade que, geralmente, são os meses em que há maior carência de água.

A OLIVEIRA NO ECOSSISTEMA

A oliveira está muito associda ao Homem, que dela tira proveito cultivando-a e limitando o aparecimento de plantas espontâneas competidoras. As azeitonas são muito apreciadas por alguns animais, nomeadamente pássaros (como por exemplo os tordos), raposas e coelhos, que delas se alimentam. Quando o olival é abandonado, as plantas emitem lançamentos pela raiz (muitas vezes o porta enxerto utilizado é o zambujeiro) e as oliveiras ficam com o aspecto de moitas, adensando-se. Surgem as primeiras infestantes pluri-anuais como a giesta, a silva e a esteva e, passado pouco tempo, algumas quercíneas (da família dos carvalhos).

Oliveira
Oliveira

CURIOSIDADES

O papel da oliveira como produtora de azeite nas sociedades sempre foi importante, como o atestam inúmeros documentos antigos que existem nas principais zonas de produção. “Cultivada no Antigo Egipto há mais de quatro mil anos, os egípcios da VII Dinastia designavam-na por Tat; os gregos já a agricultavam no tempo de Homero; na Síria, desde o III milénio (.) o rei Salomão enviava azeite a Hirão I rei de Tiro, em troca de materiais e dos artesãos que destinava à construção do templo; Josué e Zorobabel já comercializavam azeite com as populações de Sidon e Tiro por troca de madeira dos cedros do Líbano; na Palestina, o rei David fá-la guardar por intendentes especiais e os oásis líbios povoam-se desta árvore de frutos nutritivos”.

O ramo de oliveira é utilizado como símbolo cristão por a Bíblia referir que a pomba enviada por Noé trouxe um ramo de oliveira como anunciador da misericórdia divina.

A oliveira é uma das quatro árvores cardinais do Calendário Celta (com o carvalho, a bétula e o freixo.

Em Portugal o azeite figurava já como troca comercial em 1266 no foral de Silves e como sendo importante para o uso doméstico no foral de Vila Viçosa.

UTILIZAÇÕES

A madeira da oliveira é dura e compacta e tem veios muito finos pelo que se presta de forma notável para a marcenaria e escultura. Há muitos anos que é usada para fazer pratos e travessas, mas igualmente maços de madeira. No entanto o principal produto da oliveira é a azeitona. Este fruto pode ser utilizado para consumo inteiro, necessitando de uma transformação com sais e oxidação para poder ser ingerido pelo homem, com caroço ou descaroçado. Pode igualmente ser utilizado para extração do azeite.

Este é o valor por excelência da oliveira com utilizações muito diversas, na culinária, como produtor de luz, utilizações medicinais, objeto de preparação dos mortos, como cosmético, relaxante, etc. As folhas também são usadas em chás medicinais e a lenha é boa para alimentação de lareiras.

Fonte: revista.fapemig.br

Oliveira

Oliveira
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A oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L., família Oleaceae.

São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo.

De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite.

Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

Desta árvore obtemos o azeite, a azeitona e as folhas.

O azeite é um dos melhores hidratantes para a pele. Pesquisas mostram suas propriedades anticancerígenas com resultados muito positivos. Na antiga Grécia as pessoas se banhavam em azeite de oliva. Agora sabemos que o Azeite tem 4 tipos diferentes de antioxidantes, que ajudam a proteger a pele contra o câncer e o envelhecimento. A azeitona tem acido Linoleic, que é um componente da pele e a protege quando ocorre perda de água. Se há deficiência em acido linoleic na pele, ocorrerá muito mais perda de água, o que provocará câncer de pele. O acido linoleic não é fabricado pelo corpo, então tem que ser aplicado localmente em forma de creme ou loção, ou até mesmo ingerido.

O fruto (azeitona) é apreciado mundialmente na alimentação, em diversos pratos, dando sabor, aroma e cor.

O chá das Folhas de Oliveira têm sido usado desde os tempos antigos com propósitos medicinais, e novas pesquisas mostram que tem propriedades antibacterianas, antiinflamatórias, antioxidantes, combatem o colesterol, controlam hipertensão e combatem radicais livres (anti-envelhecimento).

Pesquisas realizadas pela Universidade Metodista de Piracicaba descobriram que os elementos presentes nas folhas de oliveira possuem um alto poder oxidante e ajudam o metabolismo a queimar gordura.

As folhas de oliveira possuem 4 vezes mais cobre, fósforo, magnésio, manganês, selênio e zinco, comparado ao chá verde. Ainda são ricas em ácidos graxos ômega 3, 6 e 9 e em vitaminas A, E, B1, B2, B3 e B6.

As folhas da árvore de azeitona ajudam na eliminação da gordura abdominal e por isso são recomendadas como auxiliar em regimes de emagrecimento, no entanto é imprescindível uma alimentação saudável e exercícios físicos.

Ação e Indicação

É indicada em afecções cardiovasculares: hipertensões moderadas, hiperlipemias, na prevenção de arterioesclerose e tromboembolismo; em afecções hepatobiliares: disquinesia hepatobiliar e coleocistite: como diurético: cistite, uretrite, oligúria, urolitíases, hiperucemia e gota.

A oleoropina se comporta como antihipertensivo e pelo seu efeito vasodilatador periférico, é espasmolítico e antiarrítmico. Seu efeito diurético é devido à presença de falvonóides, triterpenos e sais de potássio. É atribuída ligeira atividade antipirética, hipoglicemiante e anti-séptica.

Kit Resveratrol + Oliveira

O Resveratrol é um protetor cardiovascular por sua ação antioxidante, além de combater o colesterol LDL e inibir a agregação plaquetária. Associado à Oliveira ocorrerá controle da hipertensão, além de auxiliar no controle do colesterol e previnir arterioesclerose e tromboembolismo.

Formas Utilizadas:

Cápsulas (Extrato Seco ou Pó)
Extrato Fluido (Líquido)
Olea europaea L., var. europaea (MilIer) Lehr
Família: Oleáceas

Nomes vulgares: Oliveira-brava para a Oleo europaea L. var. sylvestris (Miller) Lehr, também denominada zambujeiro.

Habitat e distribuição: É originada do sul do Cáucaso, das planícies altas do Irão e do litoral mediterrâneo da Síria e Palestina, expandindo posteriormente para o restante do mediterrâneo e em zonas americanas de clima semelhante. Cultivada em quase todo o país.

Partes utilizadas: Folhas e óleo obtido dos frutos (azeite).

Constituintes:

Folhas: iridóides (6%) (oleoeuropeósido); derivados da colina; flavonóides derivados do luteol e do olivol; constituinte amargo (olivamarina); derivados triterpénicos (ácido oleanólico); saponósidos; ácidos fenólicos; sais minerais (cálcio); manitol; taninos; ceras.
Óleo: ésteres glicéridos dos ácidos oleico (78 a 86%), linoleico (até 7%), palmítico e esteárico (9 a 12%); fitosteróis; vitaminas A e E.

Propriedades Terapêuticas do Óleo de Oliva:

Os benefícios à saúde produzidos pelo óleo de oliva devem-se, basicamente, às substâncias que contém. A sua alta quantidade de gordura monoinsaturada reduz o LDL (mau colesterol) e, ao contrário do que ocorre com a gordura saturada de origem animal, não é transformada em colesterol. Dessa forma, o consumo regular de óleo de oliva reduz a possibilidade da formação de placas de ateroma na parede dos vasos sanguíneos.

Isto, por sua vez, leva a um menor risco de doença cardíaca como enfarte do miocárdio, e também de acidentes vasculares cerebrais (derrame). Além da gordura monoinsaturada, com todos os seus benefícios, o óleo de oliva é rico em polifenóis (substâncias químicas vegetais que são potentes anti-oxidantes). Ao prevenir as oxidações biológicas, os polifenóis reduzem a formação de radicais livres. Estes, através do dano celular que produzem, são os grandes vilões do envelhecimento e das doenças crônico-degenerativas, como o cancro.

Usos Etnomédicos e Médicos:

Folhas: na hipertensão moderada, prevenção da arteriosclerose e reumatismo.
Óleo: internamente na disquinesia hepatobiliar, obstipação, e hipercolesterolemia; como lubrificante e anti-inflamatório intestinal. Externamente em afecções cutâneas, queimaduras solares ou queimaduras de primeiro grau.

Principais indicações: Hipertensão arterial.

Contra indicações: Não utilizar o azeite, como colagogo quando exista obstrução das vias biliares.

Efeitos Secundários e Toxicidade: As folhas, pelos taninos. são ligeiramente irritantes para a mucosa gástrica pelo que as preparações devem ser tomadas durante as refeições.

Aromaterapia: Tem ação regenerativa da epiderme e, devido à sua alta concentração de ácido oleico, é um excelente emoliente. Contém grande quantidade de esqualeno vegetal.

História: Na Grécia antiga já se falava das oliveiras. Contam eles que durante as disputas pelas terras onde hoje se encontra a cidade de Atenas, Possêidon, com um golpe de seu tridente, teria feito surgir um belo e forte cavalo. A Deusa Palas Atenas, teria então trazido uma oliveira capaz de produzir óleo para iluminar a noite e suavizar a dor dos feridos, fornecendo alimento rico em sabor e energia. Do outro lado do mediterrâneo, os italianos contam que Rômulo e Remo, descendentes dos deuses fundadores de Roma viram a luz do dia pela primeira vez sob os galhos de uma oliveira.

O fato concreto é que vestígios fossilizados de oliveiras são encontrados na Itália, no Norte da África, em pinturas nas rochas das montanhas do Saara Central, com idade de seis mil a sete mil anos, entre o quinto e segundo milênio a.C. Múmias da XX Dinastia do Egito foram encontradas vestidas com granalhas trançadas de oliveira e em Creta, registros foram encontrados em relevos e relíquias da época minóica (2.500 a.C.).

Curiosidades: “Cultivada no Antigo Egipto há mais de quatro mil anos, os egípcios da VII Dinastia designavam-na por Tat; os gregos já a agricultavam no tempo de Homero; na Síria, desde o III milênio (.) o rei Salomão enviava o azeite a Hirão I rei de Tiro, em troca de materiais e dos artesãos que destinava à construção do templo; Josué e Zorobabel já comercializavam azeite com as populações de Sidon e Tiro por troca de madeira dos cedros do Líbano; na Palestina, o rei David fála guardar por intendentes especiais e os oásis líbios povoam-se desta árvore de frutos nutritivos”.

O ramo de oliveira é utilizado como símbolo cristão por a Bíblia referir que a pomba enviada por Noé trouxe um ramo de oliveira como anunciador da misericórdia divina. Estima-se que algumas das oliveiras presentes em Israel nos dias atuais devam ter mais de 2500 anos de idade, e possivelmente presenciaram a passagem de Jesus Cristo por aquelas terras.

Nota: A oliveira é uma das quatro árvores cardinais do Calendário Celta (com o carvalho, a bétula e o freixo).

Maria da Luz Cardoso

Fonte: www.oficinadeervas.com.br/naturlink.sapo.pt

Oliveira

OLIVA

Oliveira
Oliveira – Olea europaea

Descrição

Planta da família das Oleaceae.Também conhecida como azeitona, oliveira. Árvore atinge de 6 a 10 metros de altura, com abundantes ramificações. Seu fruto, a azeitona, contém 3% de proteínas, 39% de hidrados de carbono e 8% de fibra bruta além de potássio, sódio, cálcio, magnésio e ferro.

Partes Utilizadas: Toda a planta.

Princípios Ativos: apigenina, arabinose, catequina, cinchonina, colina, elenolida, esculina, escutelina, estrona, glicerol, kaempferol, luteolina, l-olivil, olivina, pectina, quercetina, quinona, saponina, ß-sitosterol, taninos, uvaol, verbascosídeo.

Propriedades medicinais: Adstringente, anti-reumática, anti-séptica, antiálgica, antiasmática, antiinflamatória, antilítica, broncodilatadora, colagoga, depurativa, diurética, emoliente, espasmolítica, hipocolesterogênica, hipoglicemiante, hipotensora, laxante, aromática, nutritiva, restauradora, vermífuga, vulnerária.

Indicações: Asma, algias, colite, constipação, enterite, erupções cutâneas, estomatite, gastrite, gota, hipertensão arterial, pedras nos rins, queimaduras, toxinas no sangue, reumatismo, vermes intestinais.

Contra-indicações/Cuidados: Não usar na gravidez.

Modo de usar:

Azeitona verde: adstringente.
Azeitona preta: laxante.

Oliveira
Oliveira

Fonte: www.plantasquecuram.com.br

Oliveira

Atualmente os benefícios do consumo do azeite de oliva são amplamente conhecidos por todos que buscam a saúde e a alimentação equilibrada. Mas é importante destacar que mesmo em tempos antigos esse bálsamo dos mediterrâneos sempre teve grande destaque no ambiente social e religioso, com ampla importância física e espiritual.

A oliveira era considerada sagrada na Grécia, carregando em si atributos como sabedoria, paz, abundância e glória para os povos. Ela ainda representa a fecundidade, beleza e dignidade. Esta bela árvore é um símbolo freqüente nas mais diversas tradições referente à religiosidade, misticismo, cultura, medicina e gastronomia.

Na mitologia, a árvore foi consagrada aos Deuses Júpiter, Minerva e, em especial, Apolo: Deus da cura, da luz, da música, da poesia e da profecia, protetor dos jovens guerreiros e atletas.

As sombras produzidas por suas folhas eram buscadas pelas gregas quando no intuito de engravidar, passando longos períodos junto à sua energia de paz e fertilidade.

Nos jogos e competições, os campeões eram agraciados com uma coroa feita de folhas e ramos de oliveira. Este ornamento simboliza a vitória, uma conquista e na antiguidade era usada como joia real.

Essa é a coroa de do Fauno, a criatura mitológica que personifica a virilidade e o prazer sensorial. O primeiro colocado a recebia como premiação que significava a mais alta honra para o atleta, como consta na mitologia e na história dos jogos olímpicos.

Sendo esta árvore sagrada, ela também estava presente em locais energeticamente importantes. As portas e os pilares do Templo de Salomão eram feitos de madeira de oliveira. Seu óleo era utilizado nas lamparinas e candelabros no Templo, bem como em cerimônias de consagração de Reis e Sacerdotes – conhecido como “o óleo de alegria”.

“Tu tens amado a justiça, e odiado a iniquidade, por isso Deus, o teu Deus te ungiu como óleo da alegria mais que teus companheiros.” (Salmo 45:7)

No Egito Antigo, apenas Ísis tinha o condão de ensinar o cultivo da oliveira. Já na Grécia, a guardiã da árvore sagrada era Palas Atena, Deusa da paz e da sabedoria. Ainda, em Roma, era Minerva que concedia ao povo os atributos desta planta.

Diz a lenda grega que Poseidon (Deus do mar) e Atena (Deusa da sabedoria) estavam disputando um pedaço de terra, tendo o caso chegado ao Tribunal dos Deuses, o qual determinou que ganharia a terra aquele que criasse a obra mais extraordinária. Prontamente, Poseidon fincou seu tridente em uma rocha, criando o mar. Já Atena, serenamente fez brotar da terra uma oliveira, sendo eleita pelos 12 juízes como a grande ganhadora. Ainda nesta região, ela é tida como a “árvore invencível que renasce de si mesma”, cujo cultivo Hércules propaga nos rios do Mediterrâneo.

Vale relembrar o momento especial em que Jesus, o Cristo, recorre ao Jardim de Oliveiras, sendo inclusive fonte de inspiração para Ludwig van Beethoven, o qual compôs o oratório “Cristo no Monte das Oliveiras”. Esta obra que dramatiza a sequência de eventos repletos de significados da narrativa mítico-religiosa da paixão, morte e ressurreição de Cristo.

De acordo com a tradição, Jesus sobe o Monte das Oliveiras para meditar e orar logo após a ceia em que anuncia sua morte iminente. Consciente do destino que o aguarda, enfrenta uma longa noite de dúvidas, aflições e angústias. O local eleito para meditar neste momento delicado foi exatamente com essas árvores sábias, emanando em seu entorno um ambiente de paz e conforto.

Ainda na bíblia, consta no Gênesis que a pomba de Noé traz no bico um ramo de oliveira para lhe mostrar que o mundo revive. Também nas sagradas escrituras do Corão, consta que a árvore nasce no monte Sinai e refere-se ao óleo que dela se extrai para ser transformado em luz de candeia “que parece um astro rutilante”. Curiosamente, existe inclusive uma edificação homenageando a força espiritual desta árvore, chamado Convento de Nossa Senhora da Oliva, em Israel.

Assim, conclui-se que esta planta traz em si muito mais do que podemos imaginar. Ela transcende o símbolo para a ação, pois estender um ramo de oliveira significa uma oferta de paz. Logo, a Oliva tem relação com o princípio da regeneração, da paz e do equilíbrio restaurado.

Por fim, compartilho um último detalhe, que originou esta pesquisa e reflexão: o significado do nome OLÍVIA é “aquela que traz a paz”, inspirado e originado desta árvore sagrada do mediterrâneo.

Fonte: www.sgi.org.br

Oliveira

História Natural

Árvore indígena da Ásia menor de onde foi levada para o Mediterrâneo e propagada pela Grécia, França, Itália, Espanha, Portugal e norte da África.

A Oliveira quer no estado espontâneo, quer no estado de cultura representa um grande arbusto, ramoso, torto, irregular, mais ou menos espinhoso, de forma arredondada por cima, cujo tronco varia de altura segundo os países e alcança pela sua longevidade um espessura e dureza notáveis. A altura varia de 20 a 40 ou a 50 pés.

No Oriente, na Grécia e Itália as oliveiras são muito altas enquanto pelo sul da França e na península hispano-lusitana essas conservam estatura mediana.

As folhas são persistentes, coriáceas, lanceoladas, inteiras, marcadas de nervuras pinuladas muito finas, de cor verde por dentro, sobretudo na face inferior comunica à árvore um reflexo cinzento, triste que toma conta dos terrenos onde se cultiva.

As flores são pequenas, pouco aparentes, formam um cacho paniculado piramidal com bracholas amareladas e curtas. Cada flor dá lugar a duas ou três frutas, acuminadas, que variam de forma e tamanho e mesmo de cor, roxas e pretas quando amadurecem e mais ou menos esverdeadas enquanto crescem.

São conhecidas hoje 17 variedades de oliveiras compreendendo o tipo selvagem até o mais bem cultivado e todas as qualidades de frutas desde a azeitona amygdalina, a mais saborosa de todas, até a azeitona sapateira, espécie mole, podre e cheirosa. As variedades são provenientes da cultura e do clima, elas se referem à forma, grossura e cor da fruta, a sua distribuição pelos ramos e dependem da época em que amadurecem, época que muito varia segundo as localidades.

Análise Química

A azeitona madura contém quatro espécies de azeite: primeiro a da película, mantida dentro de pequenos vesículas globulosas, a qual contém um princípio resinoso; a segunda, a da polpa da fruta, mais copiosa, mais doce, de sabor agradável, proveniente de vesículas irregulares; a terceira, do caroço, quase toda mucilaginosa e a quarta da amêndoa, amarelada, ligeiramente acre. Segundo Braconnot, o azeite de oliveira contém 28 partes de estearina e 72 de elaína. A goma resinosa que emana do tronco da Oliviera parece com o Benjoim e dá um aroma de baunilha quando se queima.

Segundo Pelletier, a dita goma resina contém duas substâncias: uma resinosa, outra gomosa, esta última chamada Olivites, além do ácido benzóico que domina.

Propriedades

Toda a importância da Oliveira consiste na sua fruta, nenhuma outra planta fornece melhor azeite para temperar comidas ou para alumiar. Entre os antigos, nos tempos mitológicos era o símbolo da paz e da concórdia. A oliveira consagrada à Minerva era um verdadeiro culto. Entre os povos modernos, ela se tornou o tipo de uma indústria agrícola que enriquece muitas gerações.

A sua cultura, tão vulgar em Portugal, foi por vezes enceitada nas províncias do Brasil: Minas, São Paulo e Rio Grande, países mais temperados, e todavia não tem dado resultado que se possa mencionar. Em Minas, conservam-se as árvores em folhas e nunca fecundam frutas, talvez que a umidade atmosférica lhes seja nociva como é o frio pela Europa.

A oliveira deve ser cultivada em terras pedregosas, para obter frutas mais saborosas, porém a sua cultura reclama proximidade com o mar e um clima temperado sem excesso de calor nem de frio. A árvore vegeta bem em terras fortes e úmidas, mas produz frutas de inferior qualidade. Hoje no meio dia da França, cultiva-se por enxerto a oliveira dos Pirineus que fornece o melhor azeite segundo as mais recentes indagações.

O azeite de oliveira, bem preparado, tem uma cor amarela verde, de sabor doce, com gosto da fruta ou sem ele, congela-se a uma temperatura de cinco a oito graus abaixo de zero. Ela se torna saponácea com extrema facilidade, serve para a preparação dos cerotos, emplastros e óleos farmacêuticos.

As azeitonas salgadas perdem seu gosto acre e conservam-se muito tempo, sendo comestíveis e saborosas. Na Itália, preparam-se as azeitonas secas, as azeitonas pretas conservadas em azeite, as azeitonas recheadas, são objetos da indústria que se exportam de Marselha. As azeitonas de Espanha são belas pelo tamanho e cor, porém conservam um amargor que só se mitiga em adubos. As de Portugal são colhidas, em geral, muito maduras e vendem-se em mercados, sem terem aroma, já murchas e denegridas, conservando um sabor mais rançoso.

Planta-se a oliveira da amêndoa das sementes Alguns preferem mudas de oliveiras silvestres, outros espalham por enxerto, os renovos escolhidos dos melhores troncos.

A oliveira difere da maior parte das outras árvores: bem longe de sofrer com o estrume ainda em fermentação, pode a oliveira ser adubada sem inconveniente quer na ocasião da plantação, quer mais tarde.

A árvore reclama ser podada nos primeiros anos para evitar os galhos inteiros e, sobretudo, uma espécie de cogumelo microscópico que faz muito mal à árvore e a impede de dar frutos. O tronco da oliveira fornece uma madeira amarelada venosa, dura, longitudinal que se torna muito bonita quando burnida e bem envernizada. Emprega-se para obras de torneiro e de marchetaria, ela nunca racha e não corre o risco de ser acometida do cupim, além de dar excelente lenha para queima.

A cultura da oliveira é uma superfluidade para o Brasil onde se contam numerosas plantas oleaginosas, uma vez que as tentativas malogradas não animam para novos ensaios. Sabe-se que nossos lavradores costumam dar preferência à cultura dos vegetais que poucos cuidados requerem: ora, a das oliveiras reclama contínua vigilância para bem escolher os terrenos, para sobretudo, preservar os estragos de vários insetos lepidópteros e dípteros que flagelam as frutas e reduzem a colheita e milhares de azeitonas a mesquinho e ridículo número.

A colheita das azeitonas torna-se igual objeto de uma vigilância assídua. “Nos lugares em que se cultiva a oliveira, há apenas limitado número de lavradores mais inteligentes que os outros que procedem em tempo conveniente à colheita da azeitona e nas condições necessárias para obter-se o melhor azeite possível”. (Isabeau, Des produits de l’olive.).

Fonte: www.mast.br

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