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Macaúba

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Macaúba – Acrocomia aculeata

Macaúba 

Ocorrência: do Pará a São Paulo.

Outros nomes: mucajá, mocujá, mocajá, macaíba, macaiúva, bacaiúva, bocaiúva, umbocaiúva, imbocaiá, macaúva, coco de catarro, bacaiuveira, coco de espinho, coco baboso, macacaúba, macajuba, macaibeira, mucaiá, mucajuba.

Características

Espécie com até 15 m de altura, com estipe ereto, simples, com 20 a 30 cm de diâmetro, recoberto pelos restos das folhas velhas apresentando muitos espinhos escuros em sua superfície.

Folhas em número de 20 a 30 contemporâneas, espinhentas, de 4 a 5 m de comprimento, de coloração verde-escuro.

Espécie monóica.

Flores agrupadas em cachos de até 80 em de comprimento, pequenas, amareladas.

Fruto globoso, liso, de coloração marrom-amarelada quando maduro.

Polpa amarelada com uma amêndoa oleaginosa.

Habitat: floresta latifoliada semidecúdua.

Propagação: sementes.

Utilidade

Seu estipe é empregado em construções rústicas e as folhas, além de forrageiras, fornecem fibras têxteis para confecção de redes e linhas de pescar.

O fruto com polpa consumida ao natural. A semente fornece óleo comestível de boa qualidade.

Devido ao seu valor ornamental, pode ser empregada no paisagismo em geral.

È ornamental podendo ser empregada em paisagismo.

Florescimento: outubro a janeiro.

Frutificação: setembro a janeiro.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Macaúba

Macaúba – Acrocomia aculeata

Nome popular: macajuba; coco-de-espinho Nome científico: Acrocomia aculeata (lacq ) Lood. ex MartFamília: Arecaceae (Palmae).Origem: Matas do norte até o sudeste do Brasil.

A Macaúba (Acrocomia aculeata) é uma palmeira da família Arecaceae também conhecido como macaúva, macauveira, coco-baboso, coco-de-espinho e macaíba.

A macaúba é palmeira de vasta distribuição geográfica. Sua área de ocorrência estende-se desde os Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais e por todo o centro-oeste, nordeste e norte do Brasil, até ultrapassar as fronteiras, atingindo a América Central.

Palmeira, pioneira monóica, muito tolerante a incêndios florestais. Sua altura atinge até 20 m e seu diâmetro até 30 cm.

A macaúba (Acrocomia aculeata ) é uma palmeira arborescente perene, frutífera, nativa de florestas tropicais, tipicamente brasileira e com ampla distribuição geográfica, ocorrendo desde o sul do México até ao sul do Brasil, Paraguai e Argentina.

O termo Acrocomia deriva do grego “Akron” (uma) e ”Kome” (cabeleira) sugerindo que as folhas estão dispostas no formato de uma coroa.

São palmeiras monóicas que embora autocompatíveis, realizam fecundação cruzada revelando sistema reprodutivo misto.

Além de macaúba, é conhecida no Brasil por bocaiúva, coco-baboso, coco-de-catarro, coco-de-espinho, macacauba, macaíba, macaibeira, macajuba, macaúva, mucaia, mucajá e mucajaba.

Considerada a palmeira de maior dispersão no território brasileiro, as maiores concentrações estão localizadas em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo amplamente espalhada pelas áreas de Cerrado.

No passado, ela ocorria em abundância também em São Paulo, mas as populações naturais foram sistematicamente substituídas pelo cultivo do café e, mais recentemente, pela cana-de-açúcar.

Características

Com altura até 15 m, a árvore é ornamental.

Seus frutos são comestíveis, e de sua amêndoa se extrai um óleo fino semelhante ao da oliveira.

Do miolo do tronco se faz uma fécula nutritiva, as folhas são forrageiras e têm fibras têxteis usadas para fazer redes e linhas de pescar.

A madeira é usada em construções rurais.

O óleo da macaúba cada vez mais está sendo valorizado pelo mercado nacional e internacional, pois é refinadíssimo, tem valores nutricionais próximos ao azeite de oliva e seu potencial começou a ser descoberto pelas indústrias de cosméticos de alimentos.

Do processo de extração são obtidos dois tipos de óleo. O da polpa é esverdeado e aproveitado como biodiesel ou na indústria de cosméticos. Já o óleo da amêndoa, amarelado, é mais nobre, podendo ser consumido e também utilizado em produtos de beleza. O cacho pode ter até 60 quilos e produz 4 a 6 cachos por ano. Pode sobreviver por 100 anos.

Folhas: Pinadas, alternas, apinadas estendidas ao ápice do tronco. com até 3 metros de comprimento. com inúmeros folíolos que medem até 60 cm de comprimento e até 2 metros de largura.

Inflorescência: Panícula medindo de 50-100 cm de comprimento.

Flores: São bissexuais, branco- amareladas hermafroditas.

Fruto: Drupa globosa.

Floração: Janeiro/Fevereiro.

Frutificação: Março/Abril.

Ocorrência: Bahia a cidade ao Oeste do Paraná.

Apícola: Excelente pasto apícola, com produção de néctar e de pólen. A produção de pólen é, de fato, exorbitante.

Paisagístico: Palmeira ornamental, pode ser empregada no paisagismo em geral

Utilização: No Paraguai, os troncos partidos são usados para fazer ripas, parede e caibro, e na Bolívia, são aproveitados para construções rústicas e postes.

Utilização

Da macaúba se aproveita praticamente tudo.

As folhas são empregadas como forrageiras aos animais ou matéria-prima na obtenção de fibras destinadas à produção de linhas, cordas e redes.

Do pecíolo das folhas, depois de separado em tiras, são feitos cestos, balaios e chapéus.

O tronco é utilizado no meio rural para calhas, moirões, ou ripas e caibros para a construção de casas e paióis.

O palmito é muito consumido pelos moradores das regiões de grande incidência da palmeira, obtém-se do cerne do estipe urna fécula nutritiva que, cozinhada e fermentada, produz um vinho bastante apreciado nos países da América Central.

Mas na verdade é o fruto da macaúba o produto economicamente mais representativo da palmeira.

A polpa do coco, adocicada e suavemente aromática é muito apreciada pelas crianças, é também consumida em sua forma natural pelos ruminantes.

Como ração animal, a polpa oleosa tem maior emprego na engorda de suínos.

A polpa e as amêndoas produzem óleo de excelente qualidade tanto para a alimentação humana com para a indústria química na fabricação de cosméticos, ceras e biodiesel.

A torta da polpa pode ser utilizada como adubo e combustível para caldeiras e o farelo da amêndoa tem ótimo índice de proteína e pode ser utilizado na composição de rações para animais.

A casca do fruto é utilizada na alimentação de fornalhas, fogões domésticos e em escala industrial para a produção de carvão.

Fonte: macaubas.xpg.uol.com.br/www.wikiaves.com.br/sites.unicentro.br

 

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