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Suinã

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Nome cientifico: Erythrina velutina

Família: Fabaceae Faboideae

Nomes populares: Eritrina, Mulungu, Suinã

Nomes comuns: mulungu, suinã, bico-de-papagaio, canivete, corticeira, sananduva.

Onde é encontrada: Encontrada principalmente em jardinagem e paisagismo. De forma nativa se vêem exemplares isolados e raros.

Suinã
Suinã

Suinã
Suinã

Características

Suinã (Erythrina speciosa) – árvore, floresce no inverno.

Árvore com 8 a 12 metros de altura, com tronco de 40 a 70 cm de diâmetro, espinhenta, madeira macia..

Bastante copada. Folhas trifoliadas, bem largas, 11 cm. Fruto vagem curta, 6 cm, com sementes de um cm no formato de feijão, avermelhadas ou amarronzadas.

Ocorre do CE até MG, RJ e SP, principalmente na caatinga. Madeira leve, macia e pouco resistente aos agentes decompositores.

Pode ser utilizada na confecção de tamancos, jangadas, brinquedos e caixotaria.

Árvore extremamente ornamental, atrativa de pássaros, principalmente beija-flores, os quais as visitam a fim de sugar seu néctar.

Espécie ideal para cerca-viva de grandes propiedades.

Floresce a partir do final do mês de agosto prolongando-se até dezembro.

Os frutos amadurecem em janeiro e fevereiro.

Suinã – Erythrina speciosa velutina

Suinã
Suinã

Suinã (Erythrina speciosa velutina) ou mulungu, canivete e corticeira – é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, presente mais especificamente nas margens dos rios entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina.

Altura máxima do caule de 7 m, possui caule espinhoso e folhas grandes. Sua floração ocorre nos meses de junho a setembro, com a perda das folhas, suas flores possuem várias tonalidade de matizes entre o vermelho e o laranja vistosas em forma de candelabro.

Espécie muito rústica, de rápido crescimento, que apresenta grande potencial para fins ornamentais, sendo muito utilizada em canteiros centrais, podendo ser utilizada em diversas situações.

Adapta -se bem a locais úmidos.

Os frutos são comestíveis, apresentam forma ovalada e coloração castanho-alaranjada quando maduros.

Utilidades: Usada em paisagismo urbano. Melífera.

Época de floração e frutificação: Floresce em Agosto, frutos em Fevereiro

Fonte: www.clubedasemente.org.br/www.plantasonya.com.br

Suinã

NOMENCLATURA

Nome científico: Erythrina velutina Wilid.
Família: Leguminosae-papilionoideae
Nomes vernaculares: araçu-rana; bucaré, canivete,corticeira, mussungu, suína.
Origem / significado do nome: do tupi – mussungú – muzugú ou do africano mulungu – talvez em alusão ao som provocado pelas batidas em seu tronco oco.

Características

Árvore de 8 a 12 m de altura.

Tronco e ramos com muitos acúleos, casca lisa, com estrias longitudinais mais claras; ramos esverdeados com fissuras e pontuações mais claras e cecatrizes foliares. Folhas alternas, trifolioladas, com cercade 20 cm de comprimento, folíolos ovado-deltoídes, tomentosos e mais claros na face interior; com glândulas verdes na inserção com o pecíolo; pecíolo de 6 a 12 cm de comprimento, aveludado e cilíndrico. Flores vermelhas, dispostas em recemos.Fruto logume, semi tortuoso, com sementes e, formato de feijão, de cor avermelhada.

OCORRÊNCIA: Distribuição geográfica. Ocorre da América Central até São Paulo, sendo muito comum na região Nordeste.

Informações ecológicas

Planta decídua, pioneira secundária, característica de várzeas úmidas e beira de rios da caatinga da região semi-árida do nordeste brasileiro. Ocorre, preferencialmente, nas formações secundárias, apresentando, entretanto, dispersão bastante irregular e descontínua. Aparece como indivíduos bolados na comunidade ou, em alguns casos, em grupos pouco densos. Floresce com a planta totalmente despida da folhagem.

DESCRIÇÃO: Hábito de crescimento

Árvore de 6 a 12 m, com diâmetro variando de 50 a 90 cm. Seus ramos têm distribuição predominantemente horizontal, dando-lhe copa de formato quase piramidal

Caule

Rugoso, castanho e pouco aculeado quando já desenvolvido, porém quando ainda jovem, não só o caule como também os ramos são notadamente aculeados; acúleos com 0,8 a 1,2cm, enegrecidos e muito perfurantes. O caule, quando bem desenvolvido, pode atingir uns 70cm de diâmetro. Ramos novos verde-cinza claros, lisos, com lenticelas; extremidades, recobertas por camada de pelos ocráceos, facilmente detergiveis. Estipulas lineares, caducas, densamente recobertas de pelos estrelados.

Casca

A casca morta tem espessura de 2 a 5mm, ligeiramente rígida, dificilmente destacável, castanho-clara a ocreado, com ondulações suaves, e estrias superficiais longitudinais, formadas por numerosas lenticelas dispostas em linhas paralelas e convergentes, prolongando-se pelas raízes sobre o solo. São poucos ou nenhum os acúleos nos espécimes muito velhos e, quando presentes, são suberosos, rígidos, sublaminados, volumosos, esparsos e/ ou unidos, de forma próxima a piramidal, destacando-se quando completamente envelhecido.

Apresenta casca viva de espessura grossa, internamente amarelada. incisão, apresenta exsudato hialino, aquoso, sem odor ou sabor distinto.

Folha

Compostas, alternas, trifoliadas, sustentadas por pecíolo de 6 a 12cm, ápice arredondado, geralmente agrupadas na extremidade de ramos-curtos; folíolos cartáceos, com a face ventral apenas pulverulenta e dorsal de cor verde mais clara e revestida por densa pilosidade feltrosa, de 6 a 12 x 5 a 14cm.

Flor

lnflorescência em racemos agrupados no ápice de ramos novos. Como os pedúnculos permanecem nos ramos das floradas anteriores, pode-se, facilmente, observar o crescimento dos ramos entre as floradas. Flores vermelhas dispostas em verticilios. Botões florais subfusiformes, ocráceo-punmientos com ápice dotado de 5 protuberân(ias correspondentes às 5 sépalas.

Fruto

Frutojovem castanho escuro, às vezes levemente esverdeado, recoberto por denso indumento de pelos estrelados, cinza-ocráceo claro. Nesse estádio ainda permanecem, marcescentes, cálice e androceu. Possui 1 a 2 sementes.

Sementes

Reniformes, com a testa lisa, brilhante, vermelha.

Madeira

Madeira branca, leve, mole, porosa e pouco resestente ao ataque de organismeos decompositores. Usada na fabricação de palitos de fósforo. Altamente ornamental quando pede a folhagem, por isso é usada no paisagismo com sucesso. É ainda usada no sombreamento de cacaueiros e como cerca viva. Muitos pássaros procuram suas flores pelo seu néctar.

Características que podem diferenciar esta de outras espécies:

Por mulungu também são conhecidas mais duas espécies de Erythrina:

1 – Erythrina aurantiaca Ridi. – Árvore de porte regular, com poucos acúleos cônicos. Folhas trifoliadas. Flores amarelas, em racemos. Vagem pequena, com sementes manchadas de vermelho ou quase negras.
2 – Erythrina glauca Willd. – Árvore excelsa, com o tronco e ramos aculeados. Folhas trifoliadas, com grandes folíolos ovais e coriáceos. Flores cor de laranja, variando para o vermelho, em racemos axilares. Ocorre da Hiléia à América Central. lntroduzida no Ceará, com o nome de Búcare, tomou-se subespontânea na Serra do Baturité.

Outros: Cicio de vida de 16 a 60 anos.

USOS

Madeireiro

Empregada na confecção de cochos, gamelas, tamancos, jangadas, brinquedos, caixotaria, bóias, paus de jangada, balsa, faca de cortar papel, moderação, molduras, cavaletes pata natação e mourões de cerca, esta última aplicação pela facilidade do seu plantio por estacas.

Medicinal

A casca é utilizada contra asma, bronquite, coqueluche, verminoses, hemorróidas e abscessos da gengiva. Também é calmante, sedativa e emolite. O fruto seco é indicado como odontológico e o suco tem ação purgativa e diurética. Sua raiz, em decoção, é sudorífera.

Ornamental

A árvore é extremamente ornamental, devido a suas flores. É usada para cercas vivas, grupos vegetais arquitetônicos de ruas e avenidas. Como planta de cerca divisória, seus acúleos servem de empecilho para os atravesadores.

Outros usos:

A árvore é utilizada no sombreamento de cacaueiros.
Sua casca produz uma tintura amarela e tem propriedade tânica.
Suas flores são alimentícias, quer cruas ou cozidas. Maceradas produzem uma tinta amarelo-avermelhada boa para tingir panos.

Fabrica-se com as sementes colares, pulseiras, brincos, etc.

MANEJO

SEMENTES

Coleta e beneficiamento: os frutos deverão ser colhidos diretamente da árvore, quando iniciarem a abertura e queda espontânea, as sementes também poderão ser recolhidas no chão após a queda. Em seguida, os frutos são deixados ao sol, para completar a abertura e liberação das sementes.
Número de sementes por quilo: um quilograma de sementes contém aproximadamente 2.850 unidades.
Longevidade e armazenamento: sua viabilidade em armazenamento é superior a 10 meses.

PRODUÇÃO DE MUDAS

Semeadura: colocam-se as sementes para germinar logo que colhidas e sem nenhum tratamento (pois não apresentam dormência), diretamente em embalagens individuais contendo substrato organo-arenoso. Cobri-las com uma camada de 0,5cm de substrato peneirado e irrigar diariamente.
Germinação:
a emergência ocorre em 10 a 25 dias e a taxa de germinação geralmente é alta. As mudas desenvolvem-se rapidamente, ficando prontas para o plantio no 1ocal definitivo em menos de 4 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é rápido, alcançando 3,5 m aos 2 anos. Para acelerar a germinação de sementes com maior tempo de armazenamento, aconselha-se a imersão das mesmas em água tépida, ou à temperatura ambiente, por um período de 12 a 24 horas, ao final do qual deverá ser procedido o semeio.

CARACTERÍSTICAS SILVICULTURAIS

A espécie é indicada para sombreamento de cacau, conjuntamente com bananeiras e outras árvores em sistemas agroflorestais. Suporta bem a poda drástica.

Flor: Agosto a Dezembro, com a planta despida de sua folhagem

Fruto: Janeiro a Fevereiro

Fonte: www.cnip.org.br

Suinã

Corticeira

Corticeira (Erythrina crista – galli L.), também chamada eritrina-crista-de-galo, bico-de-papagaio, sapatinho-de-judeu, suinã ou flor-de-coral, é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae), nativa do sul do Brasil, podendo atingir de 6 a 10 metros de altura.

Seu tronco é tortuoso. Suas folhas são compostas, trifolioladas com folíolos glabros. Suas flores são vermelhas de cálice campanulado. O fruto é uma vagem, conhecido também como legume, com sementes semelhantes ao feijão.

Tem grande importância para o paisagismo, pois, quando florida, é extremamente ornamental.

O que mais chama a atenção é que durante a sua floração as folhas caem. Alguns autores denominam essas plantas como sendo floríferas decíduas. Essa característica também ocorre em algumas outras espécies como o ipê e a cerejeira.

A flor da corticeira é a flor nacional da Argentina e Uruguai.

Suinã
Corticeira – Suinã

Suinã
Corticeira –
Suinã

Sinonímia

Corallodendron crista-galli (L.) Kuntze
Erythrina crista-galli L. Var. hasskarlii Backer
Erythrina crista-galli L. Var. leucochlora A. Lombardo
Erythrina fasciculata Benth.,
Erythrina laurifolia Jacq.
Erythrina pulcherrima Tod.,
Erythrina speciosa Tod.,
Micropteryx crista-galli Walp.
Micropteryx fasciculata Walp.
Micropteryx laurifolia Walp.

Classificação científica

Reino: Plantae
Divisão:
Magnoliophyta
Classe:
Magnoliopsida
Ordem:
Fabales
Família:
Fabaceae
Subfamília:
Faboideae
Género:
Erythrina
Espécie:
E. crista-galli

Nome binomial

Erythrina crista-galli

Fonte: saber.sapo.pt

Suinã

Eritrina Mulungu

Suinã
Eritrina Mulungu

Suinã
Eritrina Mulungu

O Mulungu (Erythrina mulungu) é uma árvore da familia Fabaceae-Faboideae, também conhecido como cuiarana, castanha-de-macaco, árvore-de-macaco, amêndoa-dos-andes, e cuia-de-macaco.

Espécie pioneira, e de médio porte, pode atingir de 10 a 14 metros de altura quando adulta. Sua madeira é leve, mole e de baixa durabilidade quando exposta à umidade.

A árvore em flor é extremamente ornamental, sendo muito utilizada para o paisagismos em geral. Além disso, pode ser utilizada em plantios mistos destinados á recomposição da vegetação de áreas degradadas de preservação permanente.

Suas flores são muito visitadas por papagaios, beija-flores, periquitos e outras aves, sendo um atrativo a mais sua utilização em vários aspectos.

Esta espécie possui ainda características medicinais, sendo muito utilizada também para este fim.

Características

O tronco desta árvore tem como destaque o fato de ser revestido por farta camada de cortiça. Espinhenta, a mulungu chega a medir entre 10 e 14 metros de altura.

Difícil não ficar hipnotizado pela cor laranja das flores da mulungu, árvore que normalmente floresce entre julho e setembro, e que, neste período, fica completamente desprovida de folhas.

Num cenário ideal (em campo aberto, num final de tarde e sob um céu de brigadeiro, por exemplo), não há como não admirar os contrastes a acender suas cores. Quem se aproveita do néctar de suas flores são os beija-flores, periquitos, papagaios e outras aves. Mas afora essa plasticidade e de servir de “restaurante” para pássaros, a mulungu costuma ter sua madeira empregada em caixotaria e na fabricação de pasta celulósica. Isso porque sua textura é leve e mole.

Cultivo

Produz, anualmente, grande quantidade de sementes viáveis. Ela se reproduz tanto por sementes como por estacas. As mudas crescem rapidamente (estão prontas para o plantio em menos de 4 meses). Já o seu desenvolvimento no campo pode ser considerado moderado (alcança 2,5 metros em dois anos).

Plante também espécies de características de crescimento:

Secundária Ex. Pau Brasil – Caesalpina echinata em bosque tipo mata atlântica, ou Jacarandá Branco – Platypodium elegans em Bosque tipo Cerrado.
Climácicas Ex. Jequitibá –
Cariniana estrellensis, ou o Cedro Rosa – Cedrella fissilis, em bosques tipo mata atlântica, ou a
Sucupira Branca –
Pterodon emarginatus em bosques tipo Cerrado.

Bioma de ocorrência natural: Cerrado.

Fonte: www.boninplantas.com.br

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