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Piaçava

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Piaçava – Leopoldinia piassaba

Piaçava
Piaçava

Piaçava
Piaçava

Ocorrência: Amazonas e Roraima.

Outros nomes: piaçaba.

Características

Espécie com estipe simples, com 4 a 5 m de altura e 20 a 50 cm de diâmetro, coroado por cerca de 14 a 16 folhas regularmente pinadas com 4 a 5 m de comprimento.

As folhas emitem, a partir das bainhas persistentes no caule, muitas fibras de coloração marron, com mais de 1 m de comprimento, envolvendo a parte superior.

Pinas lineares em número de 60, regularmente dispostas, formando um único plano, as do meio com 70 a 80 cm de comprimento.

Inflorescência interfoliar muito ramificada.

Frutos irregularmente globosos, achatados, com 3 a 3,5 cm de diâmetro, de coloração castanho-purpurácea quando maturos.

Habitat: igapós e igarapés de águas negras de solos arenosos.

Propagação: Sementes.

Utilidade

As fibras das bainhas que se encontram envoltas no tronco são empregadas na fabricação de vassouras, escovas e cordas.

O valor de mercado de produtos artesanais feitos com a piaçava tende a aumentar.

Dos frutos se prepara uma bebida chamada xiqui-xiqui.

Indicada para paisagismo.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Piaçava

Piaçava – Leopoldinia piassaba

Família: Arecaceae.

Nome vulgar: Piaçaba, Piaçava.

Espécime: Fibras.

Origem: Brasil.

Piaçava é uma palmeira produzindo fibras brasileiros usados na fabricação de cordas, tapetes, e escovas.

Piaçava é um nome de origem tupi que significa planta fibrosa e tem sido usado para designar pelo menos três espécies de palmeiras nativas do Brasil cujas fibras servem para a produção artesanal e industrial de vassouras, escovas, capachos, cordas, espanadores e outros utensílios de uso doméstico, além da cobertura de casas e outras habitações de design rústico.

Pequena palmeira monóica com folhas elegantes, pinadas, marcescentes, nativa do Brasil, crescendo sempre próximo da água em área limitada da região Amazónica – Rio Negro e Orinoco, próximo do Equador, a poucos graus de latitude, em regiões baixas, não ultrapassando os 300 m de altitude.

O mais característico nesta palmeira é a cobertura de duras fibras, bastante longas e elásticas, mais ou menos entrelaçadas, que envolvem o seu tronco. Estas fibras que chegam a alcançar mais de um metro de comprimento, servem, na bainha das folhas vivas, como uma couraça interna que reforça a proteção devida ao palmito, o rebento que continuamente dá origem às folhas que no caule se sucedem durante toda a vida da palmeira.

Em condições naturais este substrato constitui um habitat único que permite o desenvolvimento de plantas epifíticas, nomeadamente orquídeas, que frequentemente adornam os troncos destas palmeiras.

As fibras de L. piassaba, constituem a matéria-prima “piaçaba” largamente utilizada no fabrico de vassouras e escovas. Cordames e cabos marítimos, fabricados com estas fibras, foram particularmente apreciados dada a sua flutuabilidade.

Outra fibra semelhante é retirada de uma palmeira africana muito diferente, a Raphia textilis Welw. conhecida por “piaçaba africana” é utilizada em diversas manufacturas com fins semelhantes. A qualidade é porém muito inferior à da “piaçaba” do Brasil, que tem a boa qualidade de não amolecer facilmente com a humidade.

Piaçava ou Piaçaba

Piaçava, piaçaba, piaçá, coqueiro-piaçaba, japeraçaba, pau-piaçaba, piaçabeira, piaçaveira e vai-tudo são os nomes populares de duas espécies (Attalea funifera e Leopoldinia piassaba) de palmeira cujas fibras (que se localizam na base das folhas) são utilizadas na fabricação de vassouras.

Attalea funifera é nativa da Bahia, no Brasil e Leopoldinia piassaba é nativa da Amazônia. “Piaçava”, “piaçaba” e “piaçᔠtambém designam a vassoura fabricada com essa fibra.

Seu nome tem origem na língua tupi, significando “planta fibrosa”, devido ao seu caule característico.

Possui estipe liso e cilíndrico, desde o subsolo até 15 metros de altura, folhas eretas, verde-escuras, com pecíolo longo e frutos comestíveis.

A fibra dura e flexível é extraída das margens dos pecíolos e utilizada na confecção de vassouras e escovas.

Suas sementes, por sua vez, fornecem marfim-vegetal.

Fonte: www.arca.museus.ul.pt/www.quiosquesranchobelo.com.br

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