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Maçaranduba

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Persea pyrifolia Nees et Mart. ex Nees

Família: Lauraceae
Nomes Populares:
Maçaranduba (MG, SC), canela-rosa, abacateiro-do-mato, pau-andrade (SC).
Sinonímia Botânica:
Laurus cordata Vell., Laurus javitensis Spreng.,Litsaea glaucescens Spreng.
Maçaranduba:
árvore nativa do Brasil, que fornece madeira de lei vermelha com tom de chocolate, de grande uso na marcenaria

Maçaranduba
Maçaranduba

Características Morfológicas

Altura de 10-20m, com tronco de 40-60cm de diâmetro.

Folhas esparsas, um pouco hirsutas ou glabras na página superior e hirsutas na inferior, de 12-15cm de comprimento por 6-8 cm de largura.

Ocorrência

Ocorre no Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, principalmente nas formações de altitude. Existem pelo menos duas variedades morfológicas dessa espécie.

Informações ecológicas

Planta semidecídua, heliófita ou mesófita e seletiva xerófita, característica da floresta semidecídua de altitude.

Ocorre preferencialmente em topos de morros e alto de encostas bem drenadas.

É mais frequente nas florestas primárias, porém pode também ser encontrada em formações secundárias, indicando sua boa tolerância à luz direta.

Produz anualmente grande quantidade de sementes, amplamente disseminadas por pássaros.

Madeira

Moderadamente pesada (densidade 0,68 g/cm3), medianamente dura, fácil de trabalhar, de baixa resistência ao apodrecimento e ao ataque de cupins de madera seca; alburno distinto.

Fenologia

Floresce a partir do final do mês de outubro, prolongando-se até novembro. Os frutos amadurecem em janeiro-março.

Utilidade

A madeira é própria para marcenaria e construção civil, confecção de móveis, folhas faqueadas decorativas, revestimentos internos, etc. A árvore é exuberante e possui qualidades ornamentais, podendo ser empregada por vários espécies de pássaros, sendo por essa razão, muito indicada para plantios em áreas degradadas de preservação permanente.

Usos

Construção civil e naval, cais para embarcações, torneados, chapas, instrumentos musicais, assoalhos, carrocerias para caminhões e outros.

Móveis especiais, implementos agrícolas, instrumentos musicais, tacos para assoalhos, peças torneadas, dormentes, vigamentos, esteios, postes, cabos de ferramentas, estacas.

Fonte: www.clubedasemente.org.br

Maçaranduba

MAÇARANDUBA (Manilkara huberi)

Ocorrência: Região Amazônica, do Pará ao Amazonas.

Outros nomes: maçaranduba amarela, maçaranduba de leite, maçaranduba mansa, maçaranduba preta, maçaranduba verdadeira, paraju, maçaranduba de terra firme, bully tree.

Características

Árvore com cerca de 40 a 50 m de altura. É a verdaedeira maçaranduba.

Copa arredondada e aberta. Tronco erecto e cilíndrico com 1 a 3 m de diâmetro, com raízes tabulares (sapopemas) e casca profundamente fissurada.

Folhas simples, grandes, amarelas na face inferior, concentradas nas extremidades dos ramos, coriáceas, distintamente discolores, glabras na face superior e densa e minutamente pubérula com pelos pálido-amarelados formando uma película na face inferior, de 12 a 25 cm de comprimento por 5 a 9 cm de largura, sobre pecíolo glabro de 35 a 65 mm, com a nervura principal impressa na face superior e saliente na inferior, com 30 a 35 pares de nervuras secundárias.

Inflorescências em fascículos axilares com 10 a 15 flores, sobre pedicelos de 2 a 4 cm .

Fruto baga globosa, glabra, com polpa carnosa e adocicada, contendo de 1 a 4 sementes.

Um Kg de sementes contém aproximadamente 2.800 unidades.

Habitat: florestas de terra firme com até 700 m de altitude.

Propagação: sementes.

Madeira

É a espécie do gênero mais valorizada devido sua madeira, que é muito pesada, dura e resistente.

Utilidade

A madeira é usada principalmente na construção externa, dormentes, pisos industriais, moirões, cruzetas, pontes, caibros, vigas, assoalhos, tacos, etc. Seu látex é comestível e consumido como substituto do leite de vaca. O fruto é comestível e, às vezes, comercializado. É muito apreciado por aves.

Florescimento: abril a junho e outubro a novembro.

Frutificação: setembro a outubro e janeiro a fevereiro.

Ameaças

É muito interessante economicamente e conseqüentemente muito explorada.

Caso não haja um manejo adequado, daequi a 30 anos é provável que não haja estoque de árvores grandes de maçaranduba.

Maçaranduba
Maçaranduba

Fonte: www.vivaterra.org.br

Maçaranduba

Maçaranduba Manilkara huberi

Características gerais da madeira de Manilkara huberi

Nome científico: Manilkara salzmanni.
Nome comum:
Maçaranduba, Caxeta, cambiira.
Sinonímea:
massaranduba, maçaranduba do pará, canela.rosa, abacateiro.do.mato, pau.andrade
Família:
Sapotaceae
Nome Comercial: BRASIL: aparaiú, maparajuba-da-várzea, maçaranduba-de-leite, maçarandubinha ( AM ), maparajuba, paraju, parajuba.
Altura:
até 20 metros.
Tonalidade:
vermelha
Origem: Pará, Amazonas, acre, Roraíma e Maranhão.

Maçaranduba
Maçaranduba

Maçaranduba
Maçaranduba

Altura de 4 a 26m, com tronco ereto e cilíndrico, de 30-60cm de diâmetro.

Madeira muito pesada, cerne vermelho-escuro, grã direita, textura fina, cheiro indistinto, brilho moderado.

Empregada em construções em geral , obras externas, mourões, postes, etc. Os frutos e o látex são comestíveis.

A árvore é recomendada para reflorestamentos.

Maçaranduba – Manilkara huberi

Manilkara huberi é uma árvore com cerca de 40-50 m de altura. Ocorre geralmente nas regiões de terra firme da Amazônia de até 700 m de altitude.

Dentre as espécies do gênero, Manilkara huberi é a mais conhecida e com a maior distribuição na Amazônia. Apesar de ser facilmente reconhecida devido suas folhas grandes e amarelas na face abaxial, é freqüentemente confundida com outras espécies do gênero devido à similaridade dos seus troncos.

Manilkara huberi é a verdedeira maçaranduba.

Outras variações do seu nome são: maçaranduba-amarela, maçaranduba-de-leite, maçaranduba-mansa, maçaranduba-preta, maçaranduba-verdadeira e paraju.

O uso do nome maparajuba ou balata é mais indicado para as subespécies de Manilkara bidentata.

Devido a esta confusão, os nomes recomendados para as espécies de Manilkara da Amazônia brasileira são as seguintes:

M. huberi (Ducke) A. Chev. maçaranduba (ou maçaranduba-verdadeira)
M. bidentata (A.DC.) A. Chev.

ssp. bidentata

ssp. surinamensis (Miq.) Penn.

balatamaparajuba (ou maparajuba-verdadeira)
M. paraensis (Huber) Standley maçarandubinha
M. cavalcantei Pires & Rodr. ex Penn. maparajuba-douradinha
M. inundata (Ducke) Ducke maparajuba-da-várzea
M. excelsa (Ducke) Standley maparajuba-do-rio-Tapajós

Em inglês, a madeira de espécies de Manilkara é conhecida como beefwood, ou mais comumente bulletwood, e a árvore é chamada de bully-tree. Em países com influência francesa o nome é sapotille ou sapotilla. Outro nome freqüente nos países do Noroeste da América do Sul é níspero.

Manilkara huberi é a espécie do gênero mais valorizada devido sua madeira, que é muito pesada, dura e resistente. É usada principalmente na construção externa, dormentes, pisos industriais, etc.

Além do uso da madeira, seu látex é comestível e consumido como substituto do leite de vaca. Comercialmente, o látex é muito inferior ao das outras espécies. O látex de M. bidentata é a melhor fonte de balata (conhecida em inglês como gutta-percha ), usado para modelagem, para calafetar canoas e na fabricação da goma do chiclete. M. zapota, que ocorre na América Central produz uma goma melhor para chiclete. A maior fonte de balata natural está na Ásia (o gênero parente Palaquium), mas atualmente o comércio usa principalmente substitutos artificiais.

O fruto é comestível e, às vezes, comercializado, mas é menos conhecido que o fruto de M. zapota (introduzido no Brasil e vendido como sapotilha).

Os madeireiros geralmente agrupam sob o nome comercial maçaranduba várias espécies parecidas (M. huberi, M. paraensis, M. cavalcantei, M. bidentata spp. surinamensis), e as cortam da mesma forma. No entanto, cada uma tem a sua dinâmica de população (DAP máximo, relação crescimento/taxa de mortalidade específica, etc.), que tem papel crucial na reconstituição futura dos estoques exploráveis. Dentre estas espécies, M. huberi atinge o maior DAP, e por isso é a espécie mais interessante economicamente e conseqüentemente a mais explorada. Caso não haja a distinção clara entre as espécies nos inventários comerciais, depois de 30 anos é provável que não haja estoque de árvores grandes de maçaranduba, sendo que as remanescentes serão, em grande parte, M. bidentata ssp. surinamensis e M. paraensis, as quais atingem DAPs sempre menores que de M. huberi.

Fonte: dendro.cnptia.embrapa.br

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