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Cacaueiro

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Cacaueiro – O que é

cacaueiro (Theobroma cacao L.) uma planta originária do continente americano, provavelmente das bacias do Amazonas e do Orenoco. De clima tropical, tem grande importância econômica, porque seu principal produto, o chocolate, é um alimento energético muito consumido em países de clima frio. Quando os espanhóis chegaram ao México, os maias e os astecas já utilizavam o cacau como bebida e como moeda. Mas ele só começou a ser aceito na Europa quando se passou a colocar açúcar na bebida.

O Brasil hoje o segundo maior produtor mundial, vindo depois da Costa do Marfim, na África, para onde a planta foi levada no século passado, adaptando-se muito bem. Uma região no sul da Bahia, conhecida como “Região Cacaueira”, com 89 municípios, cerca de 90.000 km2 e 2 milhões de habitantes, tendo como centro as cidades de Ilhéus e Itabuna, responsável por cerca de 90% da produção brasileira, calculada em mais de 400.000 t de amêndoas secas, que abastecem o mercado nacional e são exportadas principalmente para os Estados Unidos, Rússia, Alemanha Federal, Reino Unido e Japão.

O restante da produção brasileira sai do Espírito Santo, da Amazõnia e de São Paulo.

cacau é um dos principais Cultura de origem agrícola para exportação no Brasil, e o principal da Bahia; seu preço varia muito no mercado internacional, em torno de 2.000 dólares a tonelada, o que dá 2 dólares por kg na região produtora. É negociado por arroba (15 kg), também com preço variável, que oscilou em fins de 1985,(pode haver mudança mais ou menos rápida nos preços, dependendo do mercado internacional). A produção média oscila em torno de 45 a 50 arrobas por hectare. Mas há quem consiga até 200 arrobas por hectare.

Clima e solo

O cacaueiro requer temperatura média anual superior a 21oC e, no mínimo, 1.500 mm de chuvas bem distribuídas durante o ano, sem longos períodos secos, em local de no máximo 600 m. de altitude.

Se a temperatura cai abaixo de 15oC, com 80% de umidade relativa do ar, ocorre a “podridão-parda” doença muito prejudicial ao cacau. Os solos devem ser férteis, com pH em torno de 7,0, frescos, profundos (no mínimo 1m) e em local não sujeito a encharcamento nem exposto ao vento sul.

Mudas

A comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), orgão vinculado ao Ministério da Agricultura, localizado na rodovia Ilhéus-Itabuna, km 22, que dá a orientação necessária aos interessados de qualquer parte do Brasil, pesquisa permanentemente novas variedades mais produtivas se fornece mudas híbridas aos produtores.

O preparo da muda feito limpando-se as sementes por meio da fricção com pó de serra ou da lavagem, que elimina a mucilagem. Plantam-se, em seguida, as sementes limpas em saquinhos de polietileno cheios de terra de boa qualidade. A parte mais larga da semente voltada para baixo. Sobre a semente, coloca-se uma camada de 1 cm de pó de serra bem curtido ou terriço. Depois de cinco ou seis dias, em viveiro ripado, e regadas de acordo com as necessidades, as sementes germinam.

Em cinco ou sete meses as mudas estão prontas para a plantação no local definitivo.

Variedades

As mais produzidas pela Ceplac são obtidas pelo cruzamento do cacau comum com o da variedade catongo. As variedades mais comuns no Brasil, Equador e África Ocidental são as dos chamados, “forasteiros”, originários da Amazônia, que têm também o nome de comuns. Uma das variedades mais estudadas hoje, a catongo, pertencente a esse grupo, é originária do baixo Amazonas.

Os frutos desses cacaueiros de sementes roxas são verdes, quando estão imaturos, e amarelos, quando maduros. Os cacaueiros nativos do México e da Venezuela são chamados crioulos.

Têm frutos verdes ou vermelhos quando imaturos, e amarelos ou alaranjados quando maduros. As sementes são brancas com leve pigmentação roxa.

As diversas variedades existentes são originárias de cruzamento de variedades forasteiras e crioulas.

Sombreamento

cacaueiro precisa de arborização para proteção contra raios solares. Quanto mais nova a planta, mais sombra precisa.

Em área sem mata, deve-se fazer o sombreamento de dois tipos: o provisório e o permanente.

O sombreamento provisóriofeito principalmente com bananeiras, com espaçamento de 3×3 m.

O sombreamento definitivofeito com árvores altas, de até 30m de altura com grandes copas, como a eritrina, a cajazeira, a gmelina ou a farinha-seca, com espaçamento de 15×15 a 24×24 m, dependendo da espécie usada. A eritrina e a cajazeira são espaçadas em 24m. A implantação do sombreamento deve ser feita pelo menos seis meses antes do plantio do cacau.

Para plantio em área de mata com grandes árvores, faz-se apenas um raleamento dessa mata, deixando apenas as árvores que interessam, num espaço de 15×15 a 18×18 m.

Plantio

Convém que se faça o plantio em períodos de muita chuva, em covas, em espaçamento 3×3 m, com os cacaueiros plantados nas linhas das bananeiras, quando se quiser mecanizar a cultura; ou entre quatro bananeiras, em áreas não mecanizáveis. Nos dois casos, o espaçamento 3x3m, cabendo 1.111 cacaueiros em 1 ha.

Pode ser usado também o espaçamento de 3,5×2,5m, dando 1.142 mudas por hectare.

Controle do sombreamento

À medida que o cacaueiro cresce, vai necessitando menos de sombra. O sombreamento em excesso, a partir de determinado ponto, prejudica a produção. É preciso, então, fazer um raleamento da sombra (o que se chama ” cabruca”, na Bahia), progressivamente. Dois meses depois do plantio definitivo, ou pouco mais, quando as plantas já estiverem fixadas ao solo, faz-se um raleamento suave, para permitir a chegada de um pouco mais de luz às plantas. Por volta dos 7 meses, a planta já ter formado o coroamento se a plantação for bem conduzida.

Devem-se então eliminar filas alternadas de bananeiras e deixar os resíduos das plantas derrubadas no local: assim se mantém a umidade, protege-se o solo e melhoram-se suas qualidades físicas.

O cacaueiro já adulto e em plena produção fica só com o sombreamento definitivo, mas deve-se ter o cuidado de que a sombra não fique rala demais, porque isso deixa o cacaueiro mais sujeito ao ataque de pregas, além de ter seu ritmo biológico alterado, passando até a exigir adubação mais intensa.

Tratos culturais: cacaueiro é muito sensível ao vento e, por isso, se a área for sujeita a circulação de ar excessiva, convém instalar quebra-ventos. Na fase de implantaçao, o controle de invasoras deve ser feito por meio de roçadas e capinas, mantendo-se o terreno livre do mato durante a estação seca.

Podas

São feitos três tipos de poda no cacaueiro. A poda de formação serve para dar forma e equilíbrio à planta e consiste na retirada de brotos e galhos indesejáveis.

A poda de manutenção dá condições de produção à planta, por meio de eliminação dos ramos doentes, secos, sombreados e malformados. A desbrota uma poda superficial para a retirada de brotos-ladrões.

Polinização

A polinização das flores do cacaueirofeita só por pequenas moscas da família Diptera, gênero Forcipomyia. Os locais naturais dessas mosquinhas são as bromeliáceas, os pseudo-caules de bananeiras, os detritos orgânicos e a cobertura morta. Devem-se então preservar esses locais, e não matar as mosquinhas com agrotóxicos, pois sem elas o cacaueiro não produz. Só elas conseguem depositar de 35 a 40 grãos de pólen viáveis, quantidade mínima para a formação de um fruto desenvolvido. A caçarema, uma pequena formiga, também contribui para aumentar a produção, porque expele uma substância que atrai os insetos polinizadores. Outros insetos úteis para o cacaueiro são alguns parasitas e predadores, inimigos naturais das pragas.

Pragas e doenças

Pelos estragos que provocam, as pragas mais graves nos cacauais são a chupança, a tripes, as lagartas, as vaquinhas, os pulgões e as formigas.

A maior parte dessas pragas ataca principalmente em áreas desassombreadas, istoé onde se raleou demais a mata e o sol bate diretamente nos cacaueiros. As doenças mais importantes são a vassoura-de-bruxa, a podridão-parda (um ataque de fungos que aparece nos frutos, troncos, folhas e raízes), e a antracnose. Tanto as pragas quanto as doenças só devem ser combatidas com orientação técnica.

Mas em princípio recomenda-se nunca levar para a Bahia os ramos, as folhas, os frutos ou sementes de cacau e cupuaçu (da família do cacau) da Amazônia, pois com o material poderão ir também gérmens de doenças, como a vassoura-de-bruxa, o que daria graves prejuízos para o país.

Consorciação

No Estado de São Paulo, onde a produtividade dos cacaueiros tem sido bem maior do que a da Bahia, chegando até 4.000 kg/ha/ano amêndoas secas no município de Severânia, no oeste do Estado, o agrônomo Roberto Corte Brilho, da Coordenação Estadual da Assistência Tècnica do Plano de Expansão da Cacauicultura de São Paulo, afirma que é possível associar as culturas de cacau com a seringueira, em determinadas condições de clima e solo, como as do Planalto Paulista, no oeste do Estado. São contra-indicadas áreas do litoral de São Paulo.

Colheita

Na Bahia, a safra principal costuma ir do início de outubro ao fim de abril, e há também a safra temporã, a partir de maio. A colheita deve ser planejada de maneira que os frutos sejam colhidos na época certa, maduros.

Colhem-se só esses frutos; os ainda verdes são colhidos depois, quando já estiverem maduros.

A colheita se faz com uma faca recurva, chamada podão.

Mesmo os que estiverem ao alcance da mão (o cacaueiro tem até 6m de altura) devem ser cortados com instrumentos bem afiados, nunca por simples torção: o corte do talo não deve prejudicar a sua base, na árvore, pois ele ponto de origem de novas flores e frutos.

O cacau começa a produzir no terceiro ano; no sexto ano já produz economicamente.

Entre o décimo segundo e o décimo quarto ano atinge a plenitude, produzindo por várias décadas.

Dizem, na Bahia, que o cacau tem a “vida do homem” : aos sessenta ou setenta anos começa a decair. Há cacaueiros com mais de 100 anos na região da Bahia.

Para renovaçao do cacaual os próprios cacaueiros velhos podem ser usados como sombra, sendo cortados depois, quando os cacaueiros novos começam a exigir mais luminosidade.

As variedades híbridas plantadas atualmente dão em média 2 kg de castanha seca por pé (1.111 pés por hectare ou 2.222 kg/ha).

Fermentação

Depois de colhido, o cacau fica no campo durante uns três dias, e em seguida levado para o pátio de beneficiamento. Os frutos secos ou doentes devem ser enterrados na hora da colheita. No pátio, os frutos são quebrados e as amêndoas colocadas no cocho de fermentação. As amêndoas doentes, as germinadas e as de frutos verdes devem ser descartadas, para não prejudicar as restantes.

Os cochos de fermentação são feitos de madeira; têm 1,00×1,20m, e 1m de altura. O fundo deve ser ripado, com distância de 3mm entre as ripas ou então ter furos de 9mm de diâmetro a cada 15cm, para drenagem do mel e arejamento da massa.

Depois de colocadas no cocho, até à altura de 75 a 90 cm, as amêndoas são cobertas com folhas de bananeira ou sacaria de aniagem. Durante a fermentação, as amêndoas devem ser revolvidas periodicamente.

O revolvimento deve ser feito a cada 24 horas depois da colocação no cocho. Em cinco ou sete dias o cacau deve estar fermentado, com aroma de vinagre e coloração vermelho-castanha intensa.

Secagem

Depois da fermentação, a massa de cacau levada para a secagem ao sol (secagem natural) ou em secadores ( artificial ). Para secagem ao sol, as amêndoas são colocadas em ” barcaças ” (tablados fixos, com cobertura móvel, que permite cobrir e descobrir o cacau quando for necessário). As camadas de 5cm devem ser revolvidas com um rodo de madeira dentado, até que corram bem. Aí começa-se a usar o rodo liso, para revolvimento com menor frequência. Se as amêndoas mofarem, por causa das más condições de tempo, devem ser juntadas em montes, borrifadas com gua e pisoteadas por pessoas descalças.

O pisoteio remove o mofo e outras impurezas e dá brilho às amêndoas. Durante a secagem, deve-se evitar o sol forte das 12 às 14 horas. A secagem na barcaça, que pode durar de cinco a quinze dias, leva em média dez dias.

O processo de secagem artificial, sempre que possível, deve ser precedido pela secagem natural durante um a três dias, para que se finalize a fermentação. A altura da massa de cacau nos secadores artificiais a lenha ou gás deve ser de 10 cm com a temperatura mantida em torno de 60oC, as amêndoas ficam torradas.

A secagem artificial se faz em cerca de quarenta horas. Depois de secas, as amêndoas ficam com 7 ou 8% de umidade.

Armazenamento e comercialização: A armazenagem pode ser feita em sacos ou a granel, em armazéns com chão e paredes revestidos de madeira bem arejados e iluminados.

Os subCultura do cacau

cacau utilizado principalmente para fabricar chocolates, feito das sementes secas. Mas há vários subCultura. Da mucilagem que envolve as sementes, por exemplo, faz-se o suco de cacau.

Há até uma espécie de liquidificador especial com um disco que retira a mucilagem sem machucar as sementes, utilizadas depois para produzir mudas. Essa mucilagem misturada com água e açúcar dá o suco de cacau.

O mel que sai do cacau no processo de fermentação é usado para fazer geléia, álcool, vinagre, vinho, ácido cítrico e licores. Das sementes sai ainda a manteiga de cacau, usada para fazer o chocolate branco, medicamentos e cosméticos. As cascas das sementes podem ser usadas como ração para animais, adubo, ou como combustível. E as cascas do fruto servem de adubo, ração, celulose, goma e pectina.

Composição por 100 g

Chocolate em barra: 528 calorias, 4,4 g de proteínas, 94 mg de cálcio, 142 mg de fósforo, 1,4 mg de ferro, 3 mg de vitamina A, 0,02 mg de vitamina B1, 0,14 mg de vitamina B2;
Chocolate em pó: 
362 calorias, 11,7 mg de proteínas. 70 mg de cálcio, 387 mg de fósforo, 7,5 mg de ferro, 2 mmg de vitamina A, 0,15 mg de vitamina B1 e 0,15 mg de vitamina B2.

Cacaueiro – Classificação

Nome científico do Theobroma cacao: Theobroma cacao L.

Família do Theobroma cacao: Sterculiaceae.

Sinônimos botânicos do Theobroma cacao: Theobroma leiocarpum Bernoulli, Theobroma pentagonum Bernoulli, Theobroma sphaerocarpum A. Chev.

Outros nomes populares do Theobroma cacao: árvore-do-chocolate, cacau. Cocoa tree e chocolate tree (inglês), cacao (espanhol, francês, italiano).

Cacau foi nomeado Theobroma por Linnaeus, a palavra significa “alimento dos deuses ‘, assim denominada a partir da bondade de suas sementes.

Ocorrência: região Amazônica

Características: espécie com altura entre 4 e 6 m, com tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Folhas simples, pendentes com 15 a 25 cm de comprimento e pecíolo de 1 a 3 cm.

Habitat: mata alta de terra firme

Propagação: sementes

Madeira: leve, mole, pouco resistente e pouco durável quando exposta às intempéries.

Utilidade: a madeira é utilizada apenas localmente para lenha e carvão. Os frutos são comestíveis, tanto in natura quanto industrializados. In natura, sua polpa é utilizada para o preparo de refrescos, licores e chocolate caseiro. Seu principal valor está nas castanhas (sementes), transformadas industrialmente no chocolate e consumido em todo o mundo. O Brasil é o maior produtor mundial de cacau, o qual é expotado na forma de amêndoas secas.

Florescimento: duas vezes ao ano, porém com maior intensidade nos meses de dezembro a abril.

Frutificação: também ocorre duas vezes ao ano, principalmente no período de abril a setembro.

O que é cacau?

cacau é uma árvore, conhecida cientificamente como Theobroma cacao, e seu fruto, às vezes também chamado de “grão de cacau”.

Apesar da semelhança de grafia, os termos “cacau” não são normalmente intercambiáveis, exceto quando descrevem o próprio grão. Este último é normalmente usado apenas para descrever a fruta em seu estado cru, sem acabamento e não refinado. A poupa crua é comumente usada em alimentos saudáveis e certas receitas, e também tem uma história complexa de usos antigos e históricos.

Fermentar e assar a polpa normalmente a transforma em cacau, que é o ingrediente principal do chocolate.

A árvore é encontrada na floresta amazônica e também em outras regiões tropicais e pode produzir qualquer um dos três tipos de feijão: criollo, forastero e trinitario.

Os pesquisadores identificaram uma série de atributos de saúde convincentes de todos os três tipos de frutas crus, incluindo uma gama de fitonutrientes e antioxidantes importantes.

Muitos deles também foram reivindicados para o chocolate de forma mais ampla, mas a maneira como o chocolate foi feito, bem como quaisquer outros ingredientes que foram adicionados, podem negar, se não eliminar totalmente esses benefícios.

Fundamentos da planta

A árvore Theobroma é nativa da América do Sul, crescendo naturalmente na bacia do rio Amazonas, bem como na bacia do rio Orinoco. Foi um bem popular para muitas das civilizações antigas no que hoje é o México e a América Central. Além de ser usado como nutriente, tinha vários usos cerimoniais e acreditava-se que tinha vários poderes místicos, e as vagens de frutas eram frequentemente comercializadas como moeda.

Hoje, a planta é cultivada comercialmente nas Américas, bem como em outras regiões com clima semelhante; muitos dos maiores lotes comerciais modernos estão em Gana, Indonésia e Filipinas. A árvore normalmente cresce de 3-9 metros de altura e geralmente começa a dar frutos quatro anos após ser plantada.

Colheita de frutas

fruto tende a ser oblongo e entre cerca de 5 a 10 cm. Quando maduros, eles são de cor amarela ou laranja forte e pesam cerca de 0,45 kg.

Cada um contém muitas sementes chamadas coletivamente de grãos de cacau; estes são geralmente mais imediatamente reconhecíveis e geralmente têm o tamanho e a forma de amêndoas.

A semente pode ser extraído e transformado em manteiga de cacau. Essa manteiga é uma gordura vegetal amarelo-clara usada não apenas para fazer chocolate, mas também para uma série de produtos farmacêuticos, pomadas e produtos de higiene pessoal.

Produção de Chocolate

O bico encontra-se no centro do grão. Isso é o que é usado para fazer chocolate. Nibs de cacau são ricos em antioxidantes, bem como boas gorduras e minerais, como cálcio, zinco, ferro e potássio.

Eles têm um subproduto semelhante à cafeína e produzem um inibidor natural da MAO que pode suprimir o apetite hiperativo.

Antes que o bico possa ser transformado em chocolate, no entanto, os grãos geralmente precisam ser especialmente preparados por meio da fermentação e da torrefação.

A fermentação normalmente leva de três a sete dias e é um processo necessário para desenvolver os sabores dos grãos e prepará-los para serem torrados. No processo, os açúcares dos grãos são convertidos em álcool e os germes são mortos.

A torrefação normalmente ocorre em fogo baixo em uma fogueira, fornalha ou forno comercial. O calor queima o revestimento externo da vagem e libera uma nova gama de sabores.

Diferentes tipos e variedades

A maior parte do chocolate comercial, geralmente entre 75-90%, é feito de grãos forastero. Esses grãos são freqüentemente chamados de “grãos a granel” devido à sua prevalência no mercado e ao seu custo geralmente baixo.

A espécie Crioula do feijão é a mais rara e mais cara e normalmente só é usada para fazer os chocolates mais finos e caros do mundo. O sabor não é tão amargo quanto outros tipos de feijão e o cheiro é mais aromático. Esta espécie é colhida principalmente na Colômbia, Equador e Venezuela. O feijão Trinitario é um híbrido de criollo e forastero e é usado em cerca de 10% dos chocolates, normalmente por confeiteiros exclusivos em produtos de liberação limitada.

Fotos

Cacaueiro
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Chocolate

Fonte: www.seagri.ba.gov.br/www.vivaterra.org.br/nbcgib.uesc.br/www.chocolate.org/www.wisegeek.org/www.seeds-gallery.com/powo.science.kew.org

 

 

 

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