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Copaíba

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Nome popular: Copaíba, óleo-de-copaíba, copaíba-vermelha, dentre outros

Nome científico: “Copaifera langsdorffii”

Copaíba
Copaíba

Características Gerais

Altura de 10-15 m, com tronco de 50-80 cm, tendo com ocorrência os Estados de MG, GO, MS, SP e PR, principalmente na floresta latifoliada da bacia do paraná.

A árvore de copaíba é uma planta típica da floresta tropical Amazônica, que ocorre na América do Sul, especialmente no Brasil, na Colômbia e na Venezuela.

Pode alcançar mais de 30 metros de altura. Possui flores pequenas, com cachos brancos e frutas contendo uma única semente.

O óleo de copaíba é usado externamente, enquanto a tintura é geralmente usada internamente. Doses altas da planta podem ser tóxicas. Age como como um agente anti-séptico, desinfetante e antimicrobiano para usos internos e externos em infecções bacterianas.

A copaíba

A copaíba, conhecida como o antibiótico da mata, é uma das plantas medicinais mais usadas naAmazônia, principalmente para tratar inflamações.

Para essa finalidade não há nenhum substituto.

Os índiosdescobriram o poder de cura do óleo de copaíba e desde então ela tem salvo a vida de muitas pessoasseriamente feridas. Muitos dizem que “longe do hospital ou da farmácia, o óleo de copaíba serve até melhordo que um médico”.

As copaibeiras atingem cerca de 36 metros de altura, 140 centímetros de diâmetro, ou rodo de até 3 metros.

As árvores são encontradas em todos os trópicos, mas com maior incidência no Brasil, onde 16espécies têm ampla distribuição.

A árvore de copaíba é conhecida como “pau-de-óleo”, “árvore milagrosa” e“árvore do óleo diesel” porque produz um óleo medicinal que pode ser extraído do tronco.

Fenologia: Floresce nos meses de Dez-Mar e a maturação dos frutos inicia-se no mês de Ago a Set.

Obtenção de sementes: Colher os frutos quando iniciarem a abertura espontânea e liberação das sementes, secar ao sol, sendo que 1 quilograma contém 1.720 unidades.

Fonte: www.clubedasemente.org.br

Copaíba

A copaíba é uma espécie que quando adulta pode atingir mais de 20 m de altura nas matas do planaltopar paulista.

É uma árvore magnífica encontrada em áreas de transição do cerrado para a floresta latifoliadapar semidecídua.

Possui folhas compostas, com folíolos de coloração verde-escura.

Seus frutos sãopar arredondados, com sementes disseminadas por pássaros e suas flores perfumadas e ricas em néctar.

Suapar madeira é muito resistente e apresenta diversos usos.

De seu tronco pode ser extraído o famoso óleo dapar copaíba, chamado de bálsamo, com propriedades terapêuticas e antiinflamatórias.

A copaíba

Árvore do dossel ou emergente, decídua ou semi-decídua, de médio porte, tolerante à seca e indicadora de vegetação primária e em estágio avançado de regeneração na transição entre restinga e outros tipos vegetacionais da Bahia.

Uma espécie climácica usada na restauração de áreas degradadas, encontrada em vários tipos de solo.

Utilizada como fonte de madeira e outras atividades extrativistas; atrai aves e mamíferos. Com crescimento rápido e propagação por semente razoavelemente fácil.

Nome comum:

Óleo-de-copaíba
Bálsmo
Copaíba
Copaíba-da-várzea
Copaíba-vermalha
Copaibeira-de-minas
Copaúba
Cupiúva
Oleiro
Óleo-vermelho
Pau-de-óleo
Podoi

Distribuição: Brasil (AC, AM, BA, DF, GO, MS, MG, SP, PR, RS).

Habitat: Amazônia, Caating, Cerrado e Mata Atlântica.

Usos específicos

Produtos madeireiros (cabo de ferramentas, cabo de vassoura, carrocerias, coronhas de armas, peças torneadas, caibros, janelas e venezianas, portões e portasripas, tabuados, vigas, construção naval, carvão, lenha, carpintaria e marcenaria, chapas e compensados, laminação, móveis, painéis), produtos , não madeireiros (apícola, medicinal, ornamental, óleo).

Período de frutificação: agosto a outubro

Fonte: www.refloresta-bahia.org

Copaíba

Copaíba

A copaíba (Copaifera sp) fornece o bálsamo ou óleo de copaíba, um líquido transparente e terapêutico, que é a seiva extraída mediante a aplicação de furos no tronco da árvore até atingir o cerne.

O óleo da copaíba é um líquido transparente, viscoso e fluido, de sabor amargo com uma cor entre amarelo até marrom claro dourado.

O uso mais comum é o medicinal, sendo empregado como anti-inflamatório e anticancerígeno. Pelas propriedades químicas e medicinais, o óleo de copaíba é bastante procurado nos mercados regional, nacional e internacional.

Uso tradicional

Copaíba
Casca de Copaíba

A copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótico da mata, que já salvou vidas de muitos caboclos e índios seriamente feridos. Em algumas regiões, o chá da casca é bastante utilizado como anti-inflamatório. Em Belém, a garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo de copaíba. Isto porque é cada vez mais difícil encontrar o óleo. A casca entra na composição de todos os lambedores ou xaropes para tosse. Nos Andes do Peru, o óleo de copaíba é utilizado para estrangúria, sífilis e catarros.

Remédio universal da Amazônia

A Medicina tradicional no Brasil recomenda óleo de copaíba hoje como um agente antiinflamatório, para tratamento de caspa, todas tipos de desordens de pele e para úlceras de estômago. Copaíba também tem propriedades diuréticas, expectorantes, desinfetantes, e estimulantes, e vem sendo utilizado nos tratamentos de bronquite, dor de garganta, anticoncepcional, vermífugo, dermatose e psoríase, e ainda, como combustível para clarear a escuridão da noite, substituindo a função do tradicional óleo diesel nas lamparinas.

Na indústria, esse óleo pode ser usado para fabricação de vernizes, perfumes, farmacêuticos e até para revelar fotografias.

Bibliografia

Taylor, Leslie. Herbal Secret’s of the Rainforest. Prima Publishing, Inc.. 1998Mahajan, J.R., and Ferreira, G.A., Ann. Acad. Brasil. Cienc., 43, 611 (1971) through Chem. Abstr., 77,. (1972)ESTRELLA, E. Plantas Medicinales Amazônicas: Realidad y Perspectivas. Lima: TCA, 1995. 302p.
MING, L.C.; GAUDÊNCIO, P.; SANTOS, V.P. Plantas Medicinais: Uso Popular na Reserva Extrativista “Chico Mendes” – Acre. Botucatu: CEPLAN/UNESP, 1997. 165p.

Fonte: www.amazonlink.org

Copaíba

Divisão: Magnoliophyta (Angiospermae)
Classe: Magnoliopsida (Dicotiledonae)
Ordem: Fabales
Família: Caesalpiniaceae (Caesalpinioideae, Leguminosae)
Espécie: Copaifera langsdorffii Desfontaines; Mém. Mus. Paris 7: 377, 1821.
Sinonímia botânica: Copaifera grandiflora (Bentham) Malme; Copaifera nitida Hayne
Nomes comuns: copaíba, bálsamo, caobi, capaíba, capaúba, coopaíba, copaí, copaíba preta, copaíba da várzea, copaíba vermelha, copaibeira, copaibeira de minas, copaúba, copaúva, capiúva, oleiro, óleo, óleo amarelo, óleo capaíba, óleo copaíba, óleo pardo, óleo vermelho, óleo de copaúba, pau óleo, pau de óleo, pau de copaíba,pau óleo do sertão, podoi, copaibo, cupay, kupay, copaíba da várzea, cupaúva, cupiúva, óleo de copaíba, pau d´óia, pau óleo de copaíba de copaíba (Carvalho, 2003).

Descrição

É uma planta decídua a semidecídua, heliófita, seletiva xerófita, com 5 a 15 m de altura e 20 a 60 cm de DAP (LORENZI, 2000).

O tronco é cilíndrico, tortuoso e geralmente curto.

A copa é densa, globosa e ramificação racemosa.

A casca, de coloração avermelhada (jovem) e marrom (adulta), apresenta 17 mm de espessura, sendo que a casca interna, rosada, exala resina de sabor amargo.

Copaíba

Copaíba

As folhas são compostas, alternas, paripinadas, com folíolos medindo 4 a 5 cm de comprimento e 2 a 3 cm de largura. A folhagem nova, cor rosa-clara é muito decorativa e importante para identificação.

As flores estão dispostas em inflorescência paniculadas, terminais, multiflorais com média de 125 flores. As flores são hermafroditas, branco-esverdeadas, medindo 0,5 cm de diâmetro. As pétalas são ausentes e o cálice é formado por quatro sépalas livres. Têm odor intenso, doce e suave desde a abertura, possuem néctar e são efêmeras apresentando senescência a partir do segundo dia (FREITAS & OLIVEIRA, 2002).

O fruto possui 4 a 5 cm de comprimento por 2 a 3 cm de largura, é uma vagem seca, unispermo, deiscente, estipitado, de coloração vermelha (jovem) e marrom (maduro).

A semente tem 10 a 19 mm de comprimento por 7 a 10 mm de largura, apresentando coloração marrom, de formato elipsóide, envolta parcialmente por um arilo alaranjado. As sementes têm, armazenadas no cotilédones reservas amilóides, proteínas e óleos em abundância (CRESTANA & BELTRATI, 1988).

Fenologia e Reprodução

A floração ocorre em geral, no período mais quente e úmido, entre os meses de outubro a março e a frutificação entre julho a outubro, coincidindo com a época de maior perda de folhas.

É uma planta hermafrodita de reprodução mista, apresentando índice de auto-incompatibilidade de 0, 09, o que indica uma espécie fortemente auto-estéril (FREITAS & OLIVEIRA, 2002). As abelhas e vespas são vetores de polinização, enquanto a dispersão dos frutos é hidrocórica e zoocórica, realizada por aves, macacos.

Aspectos Ecológicos

A copaíba é uma espécie secundária tardia a clímax, caracterizando-se como espécie heliófita tolerante a sombra. Pode ser encontrada em vários estágios de sucessão, desde áreas totalmente degradadas até aquelas com dossel em fechamento (SALGADO et al, 2001).

É uma árvore longeva e ocorre em regiões fitoecológicas distintas, tais como: Cerrado, Cerradão, Caatinga, Floresta Estacional Semidecidual, Decidual, Ombrófila Densa, na formação Aluvial, Montana e Submontana, na Campinarana e nos campos rupestres.

Áreas de ocorrência

A latitude é de 2º S a 24º S nas latitudes de 15 m a 1.600 m. Ocorre no nordeste da Argentina, sul da Bolívia, norte do Paraguai e no Brasil, em todos os estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste e nos estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Tocantins (CARVALHO, 2003).

Clima e Solos

A Copaifera langsdorffii ocorre em uma grande variação edafoclimática entre os tipos climáticos: tropical (Af e Aw), subtropical (Cfa), temperado úmido (Cfb) e subtropical de altitude (Cwa e Cwb). A precipitação média é de 800 mm a 2400 mm, em locais com chuvas distribuídas ao longo do ano ou apenas concentradas no verão, podendo suportar forte a nula deficiência hídrica. As temperaturas médias variam entre 17ºC a 27ºC, com número de geadas médio a pouco freqüentes (CARVALHO, 2003). Ocorre naturalmente tanto em solos férteis bem drenados, como terrenos úmidos de matas ciliares, como em solos pobres do Cerrado.

Produtos e Utilizações

Madeira

A madeira de Copaifera langsdorffii é moderadamente densa (0,7 g cm-3), grã direita ou irregular, superfície lustrosa ou lisa ao tato, medianamente resistente, com média a alta resistência natural, apresentando defeitos de empenamento durante a secagem, com alburno diferenciado.

A madeira serrada pode ser utilizada para: construção civil, peças torneadas, coronhas de armas, cabos de ferramentas, cabos de vassoura, implementos agrícolas, carroçarias, miolo de portas, marcenaria em geral, móveis inferiores, tabuados em geral, revestimentos, laminação, torneados, folhas para compensados e construção naval. Para energia, a madeira de copaíba produz lenha de qualidade irregular e, devido ao alto teor de lignina é indicada para carvão.

Óleo-resina

A óleo-resina de Copaifera langsdorffii é extraído do tronco, podendo ser utilizado, in natura como combustível para motores diesel e também na medicina popular como anti-séptico, cicatrizante, expectorante, diurético, laxativo, estimulante, emoliente e tônico. A óleo-resina de copaíba contém até 15% óleos voláteis do petróleo, o restante são resinas e ácidos. Os ativos responsáveis pela atividade biológica são aos sesquiterpenos (mais de 50% da óleo-resina), diterpenos e ácidos terpênicos. É a maior fonte natural conhecida de cariofileno (importante antiinflamatório) (RAIN TREE, 2008). Outro constituinte importante é ácido caurenóico, um diterpeno que possui estudos comprovados nas ações antiinflamatórias, diurética e efeitos in vivo e antimicrobianos, relaxante muscular e ações citotóxicas in vitro (CAVALCANTI et al, 2006; PAIVA et al, 2004; COSTA-LOTUFO, 2002; PAIVA et al, 1998).

Outros usos

Pela presença de néctar, é indicada para produção de mel, sendo que apenas uma flor possui cerca de 2 microlitros de néctar (FERREIRA & OLIVEIRA, 2002). Pode ser utilizada também em arborização urbana, bem como reflorestamento para recuperação ambiental. Recomenda-se que o plantio de mudas de copaíba em ambientes de clareira, havendo mais ganho de matéria seca total e de sistema radicular (SALGADO et al, 2001).

Sementes e Produção de Mudas

Coletam-se os frutos jovens, de coloração avermelhada, pois se observa menor conteúdo de cumarina (substância inibidora da germinação) nas sementes, para posterior amadurecimento durante a armazenagem (BARBOSA et al, 1992). A maturidade fisiológica das sementes, no entanto, ocorre apenas quando os frutos secos se abrem e expõe as sementes de coloração marrom-escura. As sementes devem ser colocadas para secar após a extração do arilo. O número de sementes por quilo é de 1.720 (LORENZI, 2000).

As sementes de Copaifera langsdorffii apresentam dormência ocasional que pode ser superada por diversos métodos: imersão em água fria por 18 a 72 horas; imersão em ácido sulfúrico 98% por três a dez minutos; escarificação mecânica (com lixa, areia ou pedras de carboneto de silício); imersão em éter por 20 minutos e estratificação em areia úmida por 15 dias (BORGES et al, 1982; BEZERRA et al, 2002). Após o tratamento pré-germinativo, a testa entumescida das sementes se rompe e estão aptas para serem semeadas (CARVALHO, 2003). Sem tratamento pré-germinativo para superar a dormência, as sementes apresentam germinação de 12 a 59% e com tratamento de até 81% (BORGES et al., 1982). As sementes da copaíba podem ser conservadas a longo prazo em câmara seca e fria. Para armazenamento das sementes nessas condições, as sementes podem manter o poder germinativo durante 5 anos em embalagens hermeticamente fechadas (FERREIRA, et al, 2001). A propagação da copaíba é realizada por sementes, pois as estacas são difíceis de enraizar. O tamanho da semente é um indicativo do vigor das plântulas (BEZERRA et al, 2002). As sementes devem ser colocadas para germinar em sementeiras, para posterior repicagem, ou em sacos de polietileno grandes ou tubetes médios. A germinação pode ocorrer de uma a 8 semanas após a semeadura e as mudas estarão prontas para plantio com 9 meses.

Pragas e doenças

Pode-se observar no campo e no viveiro que Copaifera langsdorffii é imune a ataques de formigas e rebrota com facilidade (SALGADO et al, 2001). No entanto, a copaíba pode ser atacada por cupins.

Em parcelas de regeneração natural, se observou fungos atacando plântulas, embora não foram limitantes ao seu crescimento em condições de campo, porém, este ataque ocorre em todos os regenerantes da espécie (CARVALHO, 2003).

Silvicultura

Copaifera langsdorffii é espécie heliófita tolerante a sombra tolera medianamente baixas temperaturas e geadas. Apresenta crescimento simpodial, com fuste principal não claramente evidenciado, apresentando muitas bifurcações e ramificações laterais. Sua desrama natural é deficiente, necessitando de poda freqüente e periódica de condução e dos galhos (CARVALHO, 2003). A copaíba pode ser plantada em plantio misto a pleno sol, associado com espécies pioneiras (KAGEYAMA et al., 1990). Brota da touça e das raízes após o corte. O desenvolvimento das mudas e plantas é lento no campo, não ultrapassando 2 m em dois anos. (LORENZI, 2000). A produtividade volumétrica máxima obtida em plantios foi de 6,60 m3/ha/ano aos 14 anos de idade. O espaçamento médio utilizado é de 2 x 2 m, onde a porcentagem média de plantas vivas é 70% e, em sistemas agroflorestais, recomenda-se espaçamento de 4 a 5 m entre árvores. (CARVALHO, 2003).

Referências Bibliográficas

BARBOSA, J.M.; AGUIAR, I.B.; SANTOS, S.R.G. dos. Maturação de sementes de Copaifera langsdorfii Desf. In: Congresso nacional sobre essências nativas, 1992, São Paulo. Anais. São Paulo: Instituto Florestal, 1992. p.665-674. Publicado na Revista do Instituto Florestal, v.4, parte 3, edição especial, 1992.
BORGES, EEL; BORGES, RCG; CANDIDO, JF; GOMES, JM. Comparação de métodos de quebra de dormência em sementes de copaíba. Rev. Bras.de Sementes, vol. 04, nº1, p.09-12, 1982.
BEZERRA, AME; MEDEIROS-FILHO, S; MOREIRA, MG; MOREIRA FGC; ALVES, TTLA Germinação e desenvolvimento de plântulas de copaíba em função do tamanho e da imersão da semente em ácido sulfúrico. Rev. C. Agronômica, Vol. 33, N. 2. 2002.
CARVALHO, PER. Espécies Florestais Brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira. Colombo-PR: EMBRAPA/CNPF, 2003.
CAVALCANTI, BC; COSTA-LOTUFO, LV; MORAES, MO; BURBANO, RR; SILVEIRA, ER; CUNHA, KMA; RAO, VSN; MOURA,DJ; ROSA, RM; HENRIQUES, JAP; PESSOA C. Genotoxicity evaluation of kaurenoic acid, a bioactive diterpenoid present in Copaiba oil Food and Chemical Toxicology, V.44, issue 3. 2006.
COSTA-LOTUFO, L V; CUNHA, G M A; FARIAS, P A M; VIANA, G S B; CUNHA, K M A; PESSOA, C; MORAES, M O; SILVEIRA, E R; GRAMOSA, N V; RAO, V S N. The cytotoxic and embryotoxic effects of kaurenoic acid, a diterpene isolated from Copaifera langsdorffii oleo-resin. Toxicon, V. 40, Issue 8. 2002.
CRESTANA, C.M.S. & BELTRATI, C.M. Morfologia e anatomia das sementes de Copaifera langsdorffii Desf. (Leg.-Caesalpinioideae). Naturalia 13:45-54. 1988.
FERREIRA, L.P.; PRADO, C.H.B.A.; MONTEIRO, J.A.F.; RONQUIM, C. Germinação de sementes de Copaifera langsdorffii após cinco anos de estocagem sob refrigeração doméstica. In: Congresso brasileiro de fisiologia vegetal, 8., Ilhéus, 2001. Resumos. Ilhéus: SBFV, 2001.
FREITAS, CRISTIANE V.; OLIVEIRA, PAULO E. Biologia reprodutiva de Copaifera langsdorffii Desf. (Leguminosae, Caesalpinioideae). Rev. bras. Bot., Sept. 2002, vol.25, no.3, p.311-321.
KAGEYAMA, P.Y.; BIELLA, L.C.; PALERMO JUNIOR, A. Plantações mistas com espécies nativas com fins de proteção a reservatórios. In: Congresso florestal brasileiro, 6., 1990, Campos do Jordão. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Silvicultura, 1990. v.1, p.109-112. Publicado na Silvicultura, n.42, 1990.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. v.1, 3ª ed. Nova Odessa. Editora Plantarum, 352p, 2000.
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PAIVA, L A F; GURGEL, L A; SILVA, R M; TOMÉ, A R; GRAMOSA, N V; SILVEIRA, E. R; SANTOS, F A N; RAO, V S. Anti-inflammatory effect of kaurenoic acid, a diterpene from Copaifera langsdorffii on acetic acid-induced colitis in rats. Vasc. Pharm., V.39, Issue 6. 2002.
PAIVA, L A F; RAO, V S N; GRAMOSA, N V; SILVEIRA, E R. Gastroprotective effect of Copaifera langsdorffii oleo-resin on experimental gastric ulcer models in rats J. Ethnopharm., V. 62, Issue 1. 1998.
SALGADO, MAS; REZENDE, AV; FELFILI, JM; FRANCO, AC; SOUSA-SILVA, JC. Crescimento e repartição de biomassa em plântulas de Copaifera langsdorffii Desf. submetidas a diferentes níveis de sombreamento em viveiro. Bras. Florestal, N. 70. 2001. Disponível na internet no site: dia 20 de março de 2008.

Fonte: www.ipef.br

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