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Romãzeira

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Romã

Nome científico: Punica granatum
Família:
Punicáceas
Nome comum:
romã, romãzeira.
Outros nomes populares:
romeira, romeira-da-granada, romanzeira, pomegranate, grenadier e chiendent (francês), granado, mangrano e granado (espanhol), melograno (italiano), zakuro (japonês), witch grass (inglês).
Origem:
Pérsia
Ocorrência Natural:
No Brasil é mais comum no Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), mas também ocorre em boa parte do País.

Romãzeira
Romãzeira

Romãzeira
Romã

Descrição e característica da planta

A romãzeira é um arbusto de 3 a 4 metros de altura, originária de clima quente, mas produz bem em temperatura amena. Em condições de alta temperatura, os frutos são de melhor qualidade. As folhas são inteiras, alongadas, lisas, brilhantes, coriáceas e de cor verde-clara. As flores podem ser hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor) (mais desejável), apresentar somente órgãos masculinos ou intermediários.

A planta se adapta em qualquer tipo de solo, mas se desenvolve e produz melhor em solos com boa drenagem, férteis e ricos em matéria orgânica.

A propagação pode ser feita por sementes, pelo enraizamento de estacas ou por alporquia.

Conhecida por romeira e romeira-de-granada, este arbusto é famoso por sua fruta (muito consumida nas viradas de Ano Novo, como sinal de sorte).

Produção e produtividade

A planta inicia a produção 2 a 3 anos após o plantio no campo e não exige cuidados especiais para manter boa produtividade durante vários anos. Os frutos são usados mais para ornamentação de que para consumo.

Utilidade

As sementes, envoltas por uma polpa translúcida e líquida, são as partes comestíveis e apresentam um sabor doce e suavemente adstringente. Podem ser consumidas ao natural ou na forma de sucos, geléias e vinhos.  A casca é usada na medicina popular. A romãzeira pode ser usada nos trabalhos de paisagismo em jardins, praças e avenidas, pelo belo visual de suas copa, flores e frutos.

Fonte: globoruraltv.globo.com

Romãzeira

Nome científico: Punica granatum L.
Nome popular
: Romã, Romãzeira, Romanzeira, Romanzeiro.
Família
: Punicaceae
Origem
: Ásia.

Origem e dispersão

Nativa da Pérsia, foi domesticada no Iran ao redor de 2.000 anos antes de Cristo. No Mediterrâneo, tornou-se, há muito, uma fruta de algum interesse.

Daí foi distribuída para outros países da Ásia às Américas. Uma outra espécie é conhecida, mas sem frutos comestíveis.

Propriedades: Diurético (faz urinar), vermífugo, anti-séptico (contenção de microrganismos).

Características: Arbusto ramoso ou arvoreta de até 3 metros de altura, que produz frutos comestíveis de até 12 cm de diâmetro, com sementes envoltas por um líquido adocicado.

Clima e solo: É uma planta que se adapta a climas tropicais e subtropicais, até nos semi-áridos.

Propagação: É propagada por sementes, mas como tem polinização cruzada, pode dar tipos diferentes. A propagação vegetativa por estacas lenhosas é fácil, bem como por alporquia.

Variedades: Há muitos cultivares melhorados.

Parte usada: Frutos, casca do caule e raiz.

A romãzeira

A romãzeira (Punica granatum L.) é uma pequena árvore, atingindo 2 a 5m de altura, muito ramificada, de tronco acinzentado e ramos avermelhados quando novos. Possui flores solitárias ou em pequenos grupos, no extremo dos ramos, de cor alaranjada.

Os frutos são esféricos, com casca coriácea e grossa, de cor amarela-esverdeada ou rosada.

O interior é composto por numerosas sementes, cobertas por uma polpa aquosa, de cor rósea ou avermelhada, de sabor mais ou menos doce e mais ou menos adstringente, conforme a variedade.

Utilização

O fruto pode ser consumido ao natural, ou como sucos e geléias ou vinho chamado grenadine. Há um xarope feito do suco.

Como a casca contém 30% de tanino, pode ser usada para curtir couro. Tem propriedades terapêuticas e é usada na medicina popular.

Romãzeira
Romãzeira

Usos

A literatura etnofarmacológica refere ao uso do pericarpo (casca do fruto) para tratamento de inflamações na boca e na garganta, e do líquido envolto nas sementes contra catarata, apenas com base na tradição, sem comprovação científica. De longa data se conhece a atividade das cascas do caule e da raiz desta planta contra vermes chatos (solitárias), diarréia crônica e disenteria amebiana.

Externamente na forma de bochechos e gargarejos é usada contra gengivites e faringites e, em banhos contra afecções vaginais e leucorréias.

Os ensaios farmacológicos realizados com extratos do pericarpo (casca do fruto) mostraram atividade contra bactérias patogênicas, inibição superior do crescimento de tumores experimentais, e substâncias isoladas contra o vírus HVS-2 do herpes genital, inibindo sua multiplicação e expansão.

O suco do fruto liofilizado (forma de desidratação) deu bons resultados no tratamento da despigmentação da pele, na forma de cremes.

Fonte: www.todafruta.com.br/www.cultivando.com.br

Romãzeira

Romãzeira
Romãzeira

Romãzeira
Romãzeira

A romã poderia muito bem ter sido o fruto do pecado no Paraíso. Aliás na mitologia iraniana o fruto desejado da árvore sagrada é mesmo a romã, em vez da maçã.

À romã são atribuídas características sagradas, possui um importante significado religioso no judaísmo, estando mencionada na bíblia. Está associada à fecundidade e ao amor. A romã sempre foi apreciada como fruta, mas as sua propriedades medicinais têm vindo a ocupar uma crescente posição de importância.

O seu nome científico é Punica granatum, pertenceà família das punicáceas.

Originária da Pérsia, é usada no Irão desde cerca de 2000 a.C., tendo sido levada para o mediterrâneo pelos fenícios. Nesses tempos idos este fruto foi descrito como, possuidor de importantes propriedades medicinais, considerado um importante antibiótico.

A romã é um fruto rico em flavonóides, sendo por isso um excelente antioxidante. É pouco calórico e rica em fósforo, potássio e fibras.

A fruta pode comer-se fresca, mas também pode utilizar-se chá das sementes, folhas e casca.

É rica em taninos, tendo um papel importante como cicatrizante. O chá da casca da romã é excelente no caso de diarreias ou desinterias crónicas, bem como para gargarejos no caso de infecções da garganta. O chá das folhas é usado na irritações dos olhos. Possui atividade microbiana e tem ação anti-vírica ( ex. herpes genital).

O cultivo da romã é realizado em mais de 100 países por todo o mundo.

Composição nutricional (por 100 gramas):

Valor calórico (kcal) 50
Hidratos de carbono (g) 12
Fibra (g) 3,4
Fósforo (mg) 14
Potássio (mg) 240
Vitamina B6 0,20

Fonte: www.claudiamaranhoto.com

Romãzeira

Romãzeira anã – Punica granatum nana (latim)

Romãzeira
Romãzeira anã

Romãzeira
Romãzeira anã

Origens geográficas: Sudeste da Europa, oeste  Ásia.

Dimensão adulta: Altura até 0,40 metro, largura até 0,40 metro.

Folhagem: Caduca.

Tipo de solo: Nem demasiado húmido, nem demasiado seco.

Clima: Proteger nos Invernos rigorosos. Resiste até -13°C.

Exposição: Sol.

Características e utilizações: Durante todo o Verão, floração vermelho vivo, muito abundante.

Este pequeno arbusto muito adequado para a realização de sebes baixas ou de canteiras, em bordadura de maciços ou vasos, à volta das piscinas ou numa varanda.

Os frutosdo romãzeira anã, chamados “grenade”, medem cerca de 4 cm e são bastante decorativos.

Fonte: www.planfor.fr

Romãzeira

Benefícios da Romã

Romãzeira
Romã

Romãzeira
Romã

A romã, cujo nome científico é Punica granatum, pertence à família das punicáceas.

Nativa da Pérsia e cultivada no Irã desde 2000 AC, foi levada pelos fenícios para o Mediterrâneo de onde se difundiu para as Américas, chegando ao Brasil através dos portugueses.

0 cultivo da romã deve ter sido introduzido na Península ibérica pelos árabes, em 711.

A cidade de Granada, fundada pelos mouros no século X, tirou o nome precisamente da romã (em espanhol «granada»), que também faz parte do seu brasão de armas.

A fruta de cor vermelho escuro, com flores de uma tonalidade intensa, cujas sementes abundantes são o símbolo da fertilidade.

É uma das espécies cultivadas desde os mais antigos tempos e empregadas em usos domésticos.

Nos textos do antigo Egito encontra-se mencionada sob o nome de «schedech-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco ácida e refrescante.

No Japão, ela é conhecida como Kishimojin, usada para estimular a fertilidade. Na China e no Islamismo a romã tem um papel como símbolo de fertilidade e abundância.

No Cristianismo, representa ressurreição, vida eterna e fertilidade.

O uso dietético e terapêutico da romã é antigo. As principais propriedades medicinais da romã são conhecidas desde a antiguidade, Hipócrates (460-377 A.C) empregava o suco das romãs como estomacal nos enfermos.

Segundo registros do antigo herbário chinês, o suco de romã aumenta a longevidade.

Atualmente pesquisas sobre as propriedades curativas da romã são sérias e muito promissoras.

Muito rica em compostos antioxidantes.

Ela é rica em ácidos fenólicos e também em flavonóides, que dão uma cor avermelhada ao suco.

Descobriram no suco da romã um poderoso flavonóide antioxidante, mais eficiente na prevenção de problemas cardíacos do que o existente no tomate e no vinho tinto.

O suco, a polpa e a casca da romã são portadoras de propriedades que podem promover a redução do colesterol, retardam o envelhecimento e talvez, possam levar à prevenção do câncer.

No caso de amigdalites bacterianas, faringites virais e inflamação das gengivas o uso de gargarejos com cocção induz a remissão do quadro infeccioso e também da febre, em curto espaço de tempo.

A raiz e a casca da fruta são utilizadas como anti-helmíntico, ou seja contra taenias.

Constituintes químicos:

Possui mais de oitenta compostos fitoquímicos, além de micronutrientes, distribuídos por todas as partes, flor, fruto e casca da árvore.
Alcalóides (peretierina, isoperetierina, metil-isoperetierina, pseudo-peretierina), taninos, Vitamina B1 (tiamina), Vitamina B2 (riboflavina), sais minerais (fósforo, potássio, sódio, cálcio, manganês, ferro).

Casca do fruto: taninos, resina, açucares, pigmentos (antocianinas).

Flores: taninos e pigmentos (antocianinas).

Sementes: ácidos orgânicos (cítrico, málico e tartárico), vitamina C, água, açucares.

A romã é um dos alimentos mais ricos em manganês, e seu conteúdo em vitamina B2 (riboflavina) é dos mais altos.

Propriedades medicinais:

Já existem muitos estudos demonstrando diversas propriedades medicinais, porém ainda carecem de mais pesquisas em seres humanos.
As possibilidades são muitas e bastante promissoras.

Dentre estas propriedades destacam-se:

Propriedades antioxidantes, hipoglicemiante, redutora de colesterol, atividade antivirótica, anti-helmíntica, antifúngica, antibacteriana, preventiva de câncer, reparação de feridas e com atividade estrogênica.

Dentre estas propriedades destacam-se as propriedades antimicrobiana e antiinflamatória

Sempre é bom enfatizar que muitas destas propriedades estão em fase de pesquisa e que também dependem de princípos farmacológicamente ativos identificados, que precisam ser localizados em partes específicas da planta, que dependem de quantidades, e da forma de extração, para que possam exercer suas atividades curativas.

Cuidados:

A casca da romã contém como substâncias ativas, quatro alcalóides diferentes (derivado da piperidina), especialmente 0,4-1,0 % depeletierina, veneno espasmódico, que depois de se comportar como agente espasmódico, dá lugar a uma paralisia central generalizada.

Os primeiros sintomas de uma intoxicação são dados por alterações visuais, vertigens e vômitos.

A casca da romã contém considerável quantidade (20 a 28%) de glucósidos adstringentes, que com facilidade produzem prisão de ventre; também contém resinas, amido, ácido málico, oxalatos, um corante amarelo e de 3 a 20 por cento de minerais.

A ingestão de grande quantidade de sementes de romã, pode desencadear um quadro clínico de broncoespasmo, resultando em crise asmática, em pacientes predispostos.

Dra Maria Elizabeth Ayoub.

Fonte: www.cadastronacionalmedico.org

Romãzeira

Romã: saiba os inúmeros benefícios desta fruta

Romã? Esta é uma fruta pouco consumida por nós não é mesmo?

Já se sabe dos efeitos desta fruta há muito tempo mesmo sem haver pesquisas científicas.

Agora com o nosso desenvolvimento inúmeros estudos comprovaram várias ações deste fruto.

Esta fruta é símbolo de vida, longevidade, fecundidade, conhecimento, moralidade, imortalidade e espiritualidade.

Suas ações são muitas e dentre elas estão:

Atua na diminuição do colesterol ruim (LDL) e o colesterol total. Sabe que o aumento destas gorduras leva ao aparecimento de diversas doenças;

É um poderoso antioxidante por conter mais de 80 fitoquímicos que ajuda na prevenção contra doenças como diabetes, obesidade, hipertensão, e outras;

Muito importante para prevenir o envelhecimento rápido e ajudar a manter a pele saudável;

Fortalece nosso sistema imunológico e assim previne contra o aparecimento de gripes, viroses e outros;

Atua na diminuição de microorganismos como candida albicans que leva a candidíase;

Prevenção contra o câncer e o desenvolvimento das células cancerígenas por diminuir a proliferação de novos vasos sanguíneos que alimentam estas celulas e por levar a morte das mesmas;

Diminui a inflamação, processo importantíssimo que está relacionado com muitas doenças como obesidade, depressão, hipertensão, diabetes, fibromialgia, doença celíaca e outras variadas;

Hoje muitos supermercados e lojas já comercializam este fruto na forma de sucos, geléias, chás e outros. Por isso, tente incluir na sua alimentação!

Fonte: www.dicasdenutricao.com

Romãzeira

Romã, a fruta sagrada

Romãzeira
Romãzeira

Romãzeira
Romã

Diz uma simpatia que devemos comer algumas sementes de romã, mais precisamente sete, na passagem do ano. Após ingerir a parte macia da fruta, os caroços devem ser colocados para secar e, logo após, guardados na carteira. Isso atrairá dinheiro e prosperidade.

Crendices à parte, a romã é uma fruta com propriedades medicinais.

O uso mais popular é no tratamento das dores de garganta, mas há quem garanta sua eficácia na cura de doenças graves, como o câncer.

A Romãzeira – Punica granatum – é uma fruta milenar.

Suas propriedades antioxidantes são mais poderosas do que as encontradas no vinho e no tomate. A romã é, também um poderoso antibiótico natural e excelente anti-inflamatório.

O suco feito com as sementes da fruta retarda o avanço do câncer da próstata e ajuda no combate às doenças cardiovasculares. Testes feitos com pacientes que apresentavam quadro de obstrução acentuada da carótida, mostraram-se animadores, com resultados surpreendentes.

Por via das dúvidas, vou aproveitar que tenho uma romãzeira no quintal, e separar as sementinhas para a simpatia. Com marola ou Tsunami um dinheirinho é sempre bem-vindo.

Fonte: www.almacarioca.net

Romãzeira

Nome Popular: Romã
Espécie:
Punica
Sub-espécies:
granatum
Família:
Punicáceas
Origem:
Ásia e mediterrâneo
Altura em ambiente natural:
7 metros

Romãzeira
Romãzeira

Romãzeira
Romã

A Romã é um arbusto que alcança até sete metros de altura, originária de toda costa do mediterrâneo e Ásia ocidental e oriental. Sua floração intensa e produção de frutos pequenos (punica granatum nana) a tornam uma das árvores mais atraentes para o cultivo como bonsai. Tradicionalmente, na passagem do ano, a romã simboliza sorte para todo o ano quando guardamos algumas de suas sementes na bolsa ou na carteira.

Caduco, perde suas folhas no inverno, floresce abundantemente no início da primavera com exuberante coloração vermelha. Seu crescimento é extremamente rápido e as condições de seu cultivo são muito favoráveis.

Iluminação

A Romã ama o calor e a luz, deve ser colocada em lugares onde o sol incida diretamente sobre as folhas, mas protegida do sol forte do verão. A exposição da Romã ao sol favorece a floração e a frutificação.

Rega

Como a maioria das plantas frutíferas, a Romã é uma planta com consumo elevado de água, mas com a particularidade de não gostar de solos muito encharcados. Quando regarmos deveremos fazer com abundância.

Umidade constante no tronco e raízes favorece o surgimento de fungos (pó branco), estes podem até ocasionar sua morte se não forem tratados. Para evitar problemas com muita umidade é aconselhável molhar a terra da romã somente quando esta já estiver com a superfície ligeiramente seca.

Outra maneira de se evitar estes fungos é a de usar uma mistura de solo arenosa. Para favorecer a floração deveremos deixar o solo mais para seco na primavera.

Adubação

A adubação de outono se torna a mais importante para incentivar a romã a produzir flores na primavera. Lembre-se que não devemos adubar plantas em floração. Os adubos mais indicados são os ricos em Fósforo ( P ), podendo ser adubos líquidos por via foliar ou sólidos na terra. Como sugestão, escolha traços de proporção de N-P-K ( Nitrogênio Fósforo Potássio ) na ordem de 04-14-08.

Não esqueça que no mínimo uma vez por ano é necessário a Adubação com micro nutrientes (Ca {Cálcio}, Mg {Magnésio}, S {Enxofre}, B {Boro}, Cl, Cu, Co, Fe…). A melhor época para a adubação da Romã é o outono. Nunca adube plantas doentes ou recém transplantadas.

Troca de Terra

A Romã não gosta de terra calcária, bem como não podemos exagerar em matéria orgânica, pois esta acumula muita água. A mistura aconselhada é de 40% de Argila, 50 % areia e 10% (opcional) de terra adubada de boa procedência (vendida em saquinhos).

Deve-se providenciar a troca de terra da romã todos os anos ou a cada dois anos no máximo. Nunca lavar as raízes e proteger borrifando suas folhas constantemente até um mes após seu transplante.

Poda

A Arte bonsai procura, como inspiração, buscar formas existentes na natureza. Essa busca nos leva a um espectro riquíssimo de texturas, formas e cores, tornando nosso hobby um dos mais interessantes e criativos. O objetivo da prática do bonsai (cultivo de arvores em vaso), não é apenas mante-los vivos, mas cada vez mais bonitos. Para isso é necessário que se façam podas regulares para se manter a forma de mini-árvore.

Podar é estilizar a formação de uma árvore. Com a poda, eliminamos os ramos defeituosos ou os ramos desnecessários. Para podar devemos utilizar ferramentas adequadas, como tesouras afiadas e para galhos maiores alicates de corte côncavo, que fazem cortes limpos, precisos e de fácil cicatrização. Quando as feridas da poda são de grande tamanho (maior que o tamanho do diâmetro de um cigarro) é conveniente cobri-las com pasta de selagem para garantir sua perfeita cicatrização.

A poda de manutenção da romã pode ser feita facilmente com uma tesoura afiada cortando-se os galhinhos que saem da zona não desejada do tronco ou da copa, cuja melhor forma é a forma da copa triangular. As Podas mais drásticas devem ser feitas no final do inverno. A romã brota com facilidade na madeira velha e suporta muito bem podas mais radicais, graças a sua brotação intensa, podas drásticas e desfoliamentos.

Aramagem

A utilização dos arames na estilização de um bonsai pode ser usado para:

1. Corrigir a inclinação de ramos, permitindo utilizar ramos que de outra maneira teríamos que podar. De certo modo os arames provocarão o efeito do peso dos grandes galhos nas árvores, inclinando-os para baixo.
2.
Direcionar o crescimento de um galho numa direção em que a copa do bonsai se encontra vazia.
3.
Direcionar o crescimento de um galho para a formação de uma copa triangular.

Tempo de permanência dos arames: Dois meses

Melhor Época para Aramação: Outono

De maneira geral o arame deve ser travado no tronco, travando-o, depois nos ramos sem apertar demais para não deixar marca na casca do bonsai. O ideal é que o arame fique relativamente frouxo. Como os ramos engrossam devido ao seu crescimento, devemos tirar o arame antes que se crave na casca. Pode-se usar qualquer arame, preferivelmente o arame de alumínio, que é mais flexível e resistente. A grossura do arame dependerá da força necessária para se vergar o ramo.

Doenças e Pragas mais comuns

Alem dos fungos que podem ser tratados com a moderação na rega, retirada com uma escova e fungicida, a Carmona é uma planta muito resistente se for bem regada e colocada em local adequado.

Ataques de pulgão ou cochinilhas podem ser tratados facilmente com inseticida para plantas ornamentais. Não esqueça que existindo um problema, este deve ser solucionado com brevidade para evitar a debilitação do bonsai.

Informações adicionais

Temperatura Agradável: Calor
Vento: Suportam
Vaporização: Em dias de calor. Quando não há flor
Ritmo de Crescimento: Rápido
Vaso: Mediamente profundo
Freqüência de troca da terra: Anualmente

Fonte: www.bonsaimt.com.br

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Um comentário

  1. Olá.
    Parabenizo pela matéria que entendi como muito interessante.
    Tenho interesse em plantar alguns pés de Romã. Entretanto resido em Caxias do Sul- RS.
    Dado que em minha cidade o frio do inverno é intenso com temperaturas negativas ( – 2 a -4 graus ) em alguns anos, pergunto se teria sucesso nesse plantio? Li sobre a Romãzeira Americana ( mais vermelha e polpuda). Podes fazer algum comentário?
    Att,
    Francisco

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