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Cereja-do-Rio-Grande

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Cereja do Rio Grande é uma árvore decídua com uma coroa densa e oval. Pode crescer de 5 a 15 metros de altura. O bole cilíndrico pode ter 30 a 40 cm de diâmetro.
Abundantemente cultivada no Rio Grande do Sul por suas frutas comestíveis, também é cultivada como uma planta ornamental.

Habitat

Florestas semi-decíduas, favorecendo as formações mais abertas e secundárias, geralmente acima de 350 metros.

Prefere uma posição ensolarada.

Uma planta de crescimento lento.

A planta é bastante variável no tamanho e qualidade do seu fruto.

Usos comestíveis

Frutas – cru e confeccionadas em gelatina.

Uma polpa espessa, carnuda e suculenta com um sabor muito agradável, doce ou subácida.

A fruta tem cerca de 3 cm de comprimento e 2 cm de largura.

A madeira é compacta, moderadamente pesada, elástica, de boa durabilidade natural. É usado para fazer alças de ferramentas e outros implementos agrícolas.

A madeira é usada para fazer carvão vegetal.

Cereja-do-Rio-Grande

Nomes populares

Cerejeira-do-mato, araçá, araçázinho, cereja, cereja-do-mato, cereja-do-rio-grande

Nome científico

Eugenia involucrata DC.

Basionônio

Sinônimos

Eugenia aggregata (Vell.) Kiaersk.

Eugenia bracteata Vell.

Eugenia calystegia (O.Berg) Nied.

Eugenia pallescens Kiaersk.

Família

Myrtaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Árvore até 9 m; ritidoma liso, acinzentado; râmulos cilíndricos, pubescentes com tricomas esbranquiçados a glabrescentes. Folhas com pecíolos de 3-5 mm, glabros; lâminas 3-10,6(12,2) x 1,3-3,8(4,6) cm, elípticas ou obovadas a oblanceoladas, cartáceas a coriáceas, glabras, discolores; base atenuada a aguda; ápice agudo a levemente acuminado. Flores solitárias, axilares ou em nós bracteados; pedúnculos 1,8-4,6 cm, glabros; bractéolas 10-15 mm, oblongas, glabras; sépalas 7-10 mm, oblongas, glabras (ARANTES, 2002, p. 8).

Característica

Espécie muito semelhante a E. calycina uma vez que as duas espécies apresentam morfologia floral idêntica. A distinção entre elas se dá pelos caracteres vegetativos: E. involucrata apresenta porte arbóreo, as folhas são menores e cartáceas e, depois de secas, adquirem coloração amarelada na face abaxial. Esta espécies ocorre sempre no interior de matas. E. calycina geralmente se apresenta como subarbustos ou arbustos de folhas maiores e coriáceas que, depois de secas, adquirem coloração amarronzada nas duas faces (ARANTES, 2002, p. 8).

Floração / frutificação

Floresce de agosto a setembro e frutifica de outubro a novembro.

Dispersão

Zoocórica

Hábitat

Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista, Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual.

Fonte: tropical.theferns.info//sites.google.com

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