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Ipê-Branco

 

 

IPÊ BRANCO (Tabebuia roseo alba)

 

Ipê-Branco
Ipê-Branco

Ipê-Branco
Ipê-Branco - Flores

Ocorrência - Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e norte de São Paulo, podendo ocorrer em alguns estados do nordeste.

Outros nomes - pau d'arco, ipê do cerrado.

Características

Árvore de médio porte, heliófita, de crescimento muito lento, secundária inicial. Alcança de 7 a 16 m de altura. Tronco reto com casca castanho-amarelada e escamas irregulares. Ramos jovens resvestidos de pêlos. Folhas compostas, trifolioladas, com longo pecíolo, folíolo ovais ou ovais-oblongos, levemente pubescentes em ambas as faces. Flores grandes, branco-arroxeadas. Fruto cápsula arredondada, muito longa e fina, com numerosas sementes aladas.

Habitat - floresta estacional semidecidual, em regiões onde o relevo ou o clima impedem a ocorrência de geadas.

Propagação - sementes.

Madeira

Moderadamente pesada, macia, superfície lustrosa, ótima durabilidade.

Utilidade

Madeira de boa qualidade, usada na construção civil, assoalhos e vigamentos; na construção naval e em obras externas como postes, mourões e esteios, embora raramente se encontrem indivíduos de grande porte. Muito utilizada como ornamental, essa espécie pode ser empregada também em reflorestamentos, em regiões livres de geadas.

Florescimento - junho a outubro com a planta totalmente desprovida de folhagem.

Frutificação - a partir de outubro.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Ipê-Branco

Nome Científico: Tabebuia roseo-alba

Família: Bignoniaceae

Características Morfológicas: Árvore de pequeno para médio porte, que fica entre 7 e 16 metros de altura. O diâmetro do tronco mede de 40 a 50 centímetros. A casca é cheia de nervuras secas.

Origem: Brasil.

Ocorrência Natural: Norte do Estado de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás (região de floresta latifoliada semidecídua; em outras palavras, com árvores de folhas largas e que as perde parcial ou totalmente durante um período do ano, porém sem nunca ficar totalmente desfolhada).

A floração do ipê-branco dura, em média, quatro dias (quando não, menos), enquanto as espécies de outras cores (roxa e amarela, sobretudo), vão de uma semana a 10 dias.

Com uma flor rara e também efêmera, não há quem não se admire com esta árvore-neve a contrastar na paisagem. Em campo aberto então, difícil passar incólume diante de sua beleza. Floresce entre agosto e outubro.

Não é à toa que é amplamente utilizada no paisagismo de jardins, praças e ruas. Soma-se a isso, tem a praticidade de seu tamanho (que se adéqua perfeitamente à arborização urbana, sem prejudicar as fiações da iluminação pública).

Até a sua madeira, macia e de superfície lustrosa, tem lugar nos interiores. Serve para os acabamentos internos na construção civil. Produz anualmente grande quantidade de sementes, que são dispersas pelo vento. É conhecida também por pau-d"arco e ipê-do-cerrado.

O ipê

O ipê é uma árvore do gênero Tabebuia (antes Tecoma), pertencente à família das bignoniáceas, podendo ser encontrada em seu estado nativo por todo o Brasil.

Há muitos séculos, o ipê - também chamado de pau-d’arco, no Norte - vem sendo apreciado tanto pela excelente qualidade de sua madeira, quanto por seus efeitos ornamentais, decorativos, e até medicinais.

A árvore do ipê é alta, bem copada e, no período da floração, apresenta uma peculiaridade: fica totalmente desprovida de folhas. Estas dão lugar às flores - amarelas-ouro, brancas ou roxas – que estampam belas manchas coloridas nas paisagens do País. O ipê floresce de julho a setembro e frutifica em setembro e outubro. Sua madeira é bela, de cor castanho-oliva ou castanho-avermelhada, e com veios resinosos mais escuros.

Após o período da floração, aparecem as folhas digitadas, com 5 a 7 folíolos. No inverno, porém, a árvore se apresenta totalmente despida de folhas e flores.

A madeira do ipê é muito valorizada. Por sua resistência, dureza e flexibilidade sempre foi considerada uma madeira-de-lei. Uma outra vantagem que ela possui é a de agüentar bastante a umidade.

Desse modo, a sua madeira é utilizada em construções civis e navais (produção de quilhas), em edificação de pontes, na confecção de postes e dormentes, de tacos de assoalho, vigamentos, esteios, bengalas, entre tantos outros. O ipê também é plantado em parques e jardins, servindo para a arborização urbana.

As diversas variedades de ipê recebem os respectivos nomes de acordo com as cores de suas flores ou madeira. Vale ressaltar que, de uma maneira geral, as bigoniáceas são distribuídas por 120 gêneros, com cerca de 800 espécies.

As que mais se destacam, porém, são as seguintes:

Ipê-amarelo ou ipê comum (tecoma longiflora) – pode atingir 25 metros de altura, sendo bastante encontrado em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Goiás; 
Ipê-branco ou ipê-mandioca (
tecoma Alba) – é encontrado nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná;
Ipê-tabaco (tecoma insignis) –
a árvore é mais baixa que as demais, porém apresenta uma ramagem abundante;
Ipê-contra-a-sarna
(tecoma impetiginosa);
Ipê-roxo ou ipê-rosa (tecoma heptaphylla) –
é encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, São Paulo e Goiás;
Ipê-do-brejo (tecoma umbellata) –
é mais comum nos alagados e mangues dos rios de Minas Gerais e São Paulo.

A casca, a entrecasca e a folha do ipê possuem propriedades medicinais, sendo utilizadas no tratamento de amidalites, estomatites, infecções renais, dermatites, varizes e certas doenças dos olhos. Elas são consideradas também como antidiarréicas, antiinflamatórias, antiinfecciosas, antitumorais, febrífugas e cicatrizantes.

No entanto, nem todos sabem que, dentre o grande universo de plantas nativas do país, o ipê sempre foi considerado a árvore nacional brasileira. No dia 7 de dezembro de 1978, porém, a lei nº 6507 veio declarar que o pau-brasil(caesalpinia echinata) seria a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional. Ela estabeleceu também, além disso, que o dia 3 de maio seria, dali por diante, o Dia do Pau-Brasil.

Fonte: eptv.globo.com/basilio.fundaj.gov.br

Ipê-Branco

IPÊ BRANCO - Tabebuia roseo alba

Em vários tons pelo Brasil à fora, o ipê-branco é nativo apenas na região central do país, podendo ainda se estender em partes dos estados de Minas Gerais, e Norte de São Paulo, eventualmente, além é claro dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul, onde predomina de modo espontâneo.

Nome: Ipê Branco.
Nome Científico:
Tabebuia Roseo Alba.
Família:
Bignoniaceae.
Nomes populares:
Ipê Branco.
Altura média:
7 - 16 metros.
Folhas:
Compostas digitadas, 3 foliolos de 12 cm.
Flores:
Brancas em cacho, muito vistosas.
Fruto:
Vagem de 18 cm, verde e lisa.
Sementes
: Aladas, pequenas (3cm).
Nome:
Tabebuia roseo-alba (Ridl.) Sand.
Nomes Populares:
Ipê-branco, pau-d'arco, ipê-do-cerrado.

Sinonímia Botânica: Bignonia roeo-alba Ridl., Tecoma adontodiscus Bur. et K. Sch., Tabebuia odontodiscus (Bur. et K. Sch.) Tol., Tecoma piutinga Pilg., Tabebuia piutinga (Pilg.) Sand., Tecoma papyrophloios K. Sch., Tabebuia papyrophloios (K. Sch.) Melc., Handroanathus roseo-albus (Ridl.) Mattos

Características Morfológicas

Altura de 7-16 m, dotada de copa alongada. Tronco ereto, de 40-50 cm de diâmetro, com casca suberosa e superficialmente fissurada. Folhas compostas trifolioladas; folíolos levemente pubescentes em ambas as faces, os menores com 6-11 cm de comprimento e o maior com 8-13 cm.

Ocorrência

Norte do estado de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, na floresta latifoliada semidecídua.

SOBRE A MADEIRA DO IPÊ BRANCO

Moderadamente pesada, macia, superfície lustrosa, de ótima durabilidade em ambientes internos.

Ipê-Branco
Ipê-Branco

INFORMAÇÕES ECOLÓGICAS

Planta decídua, heliófita e seletiva xerófita, característica de afloramentos rochosos e calcários da floresta semidecídua. Ocorre tanto no interior da mata primária como nas formações secundárias.

É esparsamente encontrada também na caatinga do nordeste brasileiro. É particularmente freqüente nos terrenos cascalhentos das margens do pantanal mato-grossense.Produz anualmente grande quantidade de sementes, facilmente disseminadas pelo vento.

FENOLOGIA

Floresce principalmente durante os meses de agosto-outubro com a planta totalmente despida da folhagem. Os frutos amadurecem a partir de outubro.

UTILIDADE

A madeira pode ser empregada na construção civil, principalmente para acabamentos internos. A árvore é extremamente ornamental, não somente pelo exuberante florescimento que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas também pela folhagem densa de cor verde azulada e forma piramidal da copa. É ótima para o paisagismo em geral, o que já é amplamente utilizada; é particularmente útil para a arborização de ruas e avenidas, dado ao porte não muito grande.

Em função de sua adaptação a terrenos secos e pedregosos, é muito útil para reflorestamentos nesse tipo de ambiente, destinados à recomposição da vegetação arbórea.

OBTENÇÃO DE SEMENTES

Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes. Um quilograma contém aproximadamente 71.000 sementes.

Fonte: www.riomudas.com.br

Ipê-Branco

Ipê-branco (Tabebuia roseoalba) é uma árvore brasileira, descrita inicialmente em 1890 como Bignonia roseo-alba.

Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani: ipê significa "árvore de casca grossa" e tabebuia é "pau" ou "madeira que flutua".

É uma árvore usada como ornamental, nativa do cerrado e pantanal brasileiros.

É conhecida como planta do mel no Brasil e Argentina.

Características morfológicas

Alcança de 7 a 16 metros de altura, com tronco medindo de 40 até 50 cm de diâmetro.

Dotado de copa alongada, possui um tronco ereto medindo de 40 a 50 cm de diâmetro, com casca suberosa e superficialmente fissurada.

Possui folhas compostas trifolioladas.

Ocorrência

Ocorre nas florestas estacionais semi-deciduais e matas semi-decíduas, na Bolívia, Brasil (Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Fernando de Noronha, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e norte de São Paulo), Paraguai, Peru e Colômbia.

Fenologia

Floresce principalmente durante os meses de agosto-outubro com a planta totalmente despida da folhagem. Os frutos costumam amadurecer a partir do mês de outubro.

Trata-se de um tipo de ipê muito apreciado por sua beleza e exuberância, ficando totalmente branco durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois dias (em geral, por volta do mês de agosto). Às vezes repete a floração por volta de setembro, porém com menor intensidade.

Ipê-Branco
Ipê-Branco - Flores

Ecologia

O ipê-branco é uma planta decídua, heliófita e seletiva xerófila, característica de afloramentos rochosos e calcários da floresta semi-decídua. Ocorre tanto no interior da mata primária como nas formações secundárias.

Obtenção das sementes

É aconselhável colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida, deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes. Um quilograma contém aproximadamente 71.000 sementes.

Usos

A madeira é moderadamente pesada, macia com superfície lustrosa, de ótima durabilidade que pode ser usada na construção civil, principalmente para acabamentos internos.

A árvore é extremamente ornamental, não somente pelo exuberante florescimento que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas também pela folhagem densa de cor verde azulada e forma piramidal da copa. É considerada ótima para o paisagismo em geral, já sendo amplamente utilizada para este fim, além de ser particularmente útil para a arborização de ruas e avenidas, dado ao seu porte não muito grande.

Em função de sua adaptação a terrenos secos e pedregosos, é muito útil para reflorestamentos nesse tipo de ambiente, destinados a recomposição da vegetação arbórea.

Fonte: saber.sapo.ao

Ipê-Branco

Ipê-branco - Tabebuia roseo-alba

Nome Científico: Tabebuia roseo-alba
Sinonímia:
Bignonia roseo-alba, Handroanthus odontodiscus, Handroanthus piutinga, Handroanthus roseo-albus, Tabebuia odontodiscus, Tabebuia papyrophloios, Tabebuia piutinga, Tecoma mattogrossensis, Tecoma odontodiscus, Tecoma papyrophloios, Tecoma piutinga, Tecoma schumannii
Nome Popular:
Ipê-branco, Pau-d'arco, Ipê-do-cerrado, Ipê-branco-do-cerrado, Planta-do-mel
Família:
Bignoniaceae
Divisão:
Angiospermae
Origem:
América do Sul
Ciclo de Vida:
Perene

Ipê-Branco
Ipê-Branco - Flores

O ipê-branco é uma árvore decídua, de floração exuberante, nativa do cerrado e pantanal brasileiros.

Ele apresenta tronco reto, com cerca de 40 a 50 centímetros de diâmetro e casca fissurada. Aprensenta porte pequeno a médio, alcançando de 7 a 16 metros de altura quando adulta.

A copa é piramidal, com folhas compostas, trifoliadas e de cor verde-azulada.

A floração geralmente ocorre no final do inverno ou primavera, entre os meses de agosto e outubro, enquanto a árvore está completamente despida de suas folhas.

As flores tem forma de trompete e são brancas ou levemente rosadas.

Os frutos são cápsulas bivalvas deiscentes, semelhantes a vagens e contêm numerosas sementes membranáceas, pequenas, esbranquiçadas e aladas.

Ipê-Branco
Ipê-Branco

O ipê-branco é uma árvore de grande valor ornamental, que valoriza projetos paisagísticos tanto pelo seu florescimento vistoso, quanto pela sua forma elegante e copa azulada. Por seu caduca durante o inverno, é boa para produzir sombra no verão e permitir maior passagem da luz e calor do sol no inverno.

Além de suas qualidades ornamentais, este ipê apresenta madeira de excelente durabilidade, moderadamente pesada, de superfície macia e lustrosa, boa para acabamentos internos na construção civil.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Resistente a períodos de estiagem. Não aprecia terrenos encharcados. Planta rústica e pouco exigente em fertilidade, viceja bem mesmo em solos pobres e pedregosos.

Esta característica a torna uma planta interessante para recuperação de áreas degradadas. Multiplica-se por sementes postas a germinar em sementeiras ou sacos próprios para mudas.

Fonte: www.jardineiro.net

Ipê-Branco

Sementes - Ipê Branco

Ipê-Branco
Ipê Branco

Nome Popular: Ipê-branco, pau-darco

Nome Cient ífico: Tabebuia roseo-alba

Família: bignoniáceas (Bignoniaceae).

Curiosidades: pode florescer várias vezes ao ano com floradas rápidas.

Origem: Brasil. Em estado nativo, é mais fácil ser encontrado no Mato Grosso do Sul e Goiás.

Características: folhas compostas por três folíolos. Floresce principalmente no fim do inverno até a segunda metade da primavera.

Porte:  7 metros de altura, com copa de formato piramidal, proporcional em diâmetro.

Propagação: sementes.

Solo: argiloso.

Poda: apenas as de condução, nos primeiros meses após o plantio.

Uso paisagístico: muito ornamental, belíssimo mesmo, este ipê tem ampla utilização paisagística, tanto em composição com outras plantas quanto sozinho.

Fonte: www.sementespodseeds.com.br

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Fotos

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