Na antigüidade foi conhecida sua capital Luanda por ser o ponto de partida da mão de obra preta às plantações do Brasil. Porém, fora disso Angola possui numerosos atrativos para ser lembrada, como as belas praias de coqueiros ou a exuberante selva a crescer na beira de seus rios.
Passaporte em vigor com validez mínima de seis meses, imprescindível visto, passagem de volta, fundos suficientes e autorização de um centro oficial ou corresponsável enviado por telex à embaixada, assim como carta de convite da empresa.
Clima tropical com temperaturas estáveis durante todo o ano. A chuva bate nos meses de outubro a maio.
Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.
O idioma oficial é o portuguès, também se fala o u-mbundu, kimbundu, kongo e chokwe.
A maioria da população é cristã, aliás, se professam diversas crenças tribais.
A corrente elétrica é de 220 volts a 60 Hz.
A moeda oficial é o Novo Kwanza (AOK). Um AOK equivale a 100 lweis.
É preciso transitar por veredas seguras, pois a guerra tem deixado uma quantidade enorme de minas. É imprescindível a vacina contra a febre amarela e as medidas profiláticas contra a malária. Não pode-se beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada com analgésicos, antiestamínicos, antidiarréicos, antibióticos, antisépticos, repelentes para insetos, loções calmantes contra picaduras ou alergias, tesouras, pinças, termômetro e seringas hipodêrmicas. É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência. Para emergências médicas ou policiais se deve solicitar ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próxima.
O serviço de correios é demorado e só existem escritórios em algumas cidades.
Recomenda-se levar bastante material fotográfico e se quiser filmar ou fotografar animais é conveniente levar filtros de sol, fotômetros e um trípode. Precisa de uma licença para poder tirar fotos. Deve apresentar-se uma carta no Escritório de Turismo e levá-la ao Ministério de Informação e Cultura onde a permissão será expedida após apresentar duas fotos.
Os horários mudam de uma cidade para outra. As lojas e outros estabelecimentos costumam abrir de manhã e de tarde. Domingo é feriado.
Como em quase todos os países da Àfrica, a gorjeta é esperada por todos os prestadores de serviços.
Existe uma taxa de aeroporto.
A República de Angola está situada ao sudoeste da Àfrica e tem uma extensão de 1.246.700 quilômetros quadrados dividida em 18 províncias administrativas. Está situada no hemisfério sul e limita-se ao oeste, ao longo de 1.600 quilômetros, com o Oceano Atlântico; ao norte com a República Democrática do Congo (antigo Zaire), ao leste com Zâmbia e ao sul com Namíbia.
Todo o território angolano pode ser dividido em três zonas: a costa, o planalto e as terras altas. A costa com 1.200 metros de altitude e as terras altas com mais de 2.000 metros. Conta com vários rios que banham suas terras; a planície angolana é um dos centros mais importantes de dispersão de águas da Àfrica Equatorial: o Congo, Cuanza, Cuando, Cubango, Cunene, etc.
Quase 60 % do país está coberto por uma planície ocupando as regiões do sul e centro-leste do país. Outras regiões incluem os planaltos do norte e do deserto costeiro ocidental.
As costas são geralmente baixas e arenosas no sul, e bastante íngremes no norte.
Angola climaticamente constitui uma prolongação para o sul das regiões congolenhas. Tem notáveis variações entre o litoral e o interior. O clima é tropical com temperaturas estáveis ao longo do ano: No norte é mais úmido, próprio da selva equatorial, enquanto no sul é muito mais seco com estepas e desertos. As máximas variam desde os 23 graus centígrados de julho e agosto até os 30 graus de março.
FLORA E FAUNA
Uma grande parte de Angola está coberta pela selva ou por bosques de vegetação mais pobre, mas são também muito amplas as savanas e as estepas. Junto à desembocadura dos rios surgem as típicas zonas cobertas de mangues. Em geral, a flora é parecida às regiões naturais do Congo: palmeira de azeite, palmeira de coco, hevea, baobab e outras muitas espécies (há que assinalar a vegetação xerófila).
A vegetação da Angola entra no reino da savana. Devido às diversas condições físicas, aparecem formas vegetais equatoriais e desérticas. O bosque equatorial localiza-se no norte e noroeste e nas partes altas da planície, onde há maior número de precipitações. Da quantidade destas depende o tipo de savana. De norte a sul se passa das árvores e altas ervas às acácias e arbustos. Entre estes tipos existe uma qualidade de savana de bosque seco de árvores de copa plana e altas ervas secas. No extremo ocidental do país o deserto impede a existência de outras espécies vegetais.
Encontraram-se perto de 300 jazidas onde seguir as pegadas dos primeiros povoadores, com crânios de fósseis primatas e machados neolíticos, pinturas e gravados rupestres e recintos murados.
Angola foi descoberta por Diego Cao em 1486, o descobridor da desembocadura do Congo. Quando chegaram os portugueses, Angola era um grupo de tribos desiguais, interesses encontrados e etnias diferentes. Os portugueses estabeleceram seus primeiros colonos um século mais tarde em 1574. No início encontraram a resistência dos indígenas, mas pouco a pouco foram estabelecendo relações comerciais e introduzindo técnicas e cultivos europeus; ao mesmo tempo começa a exportação de escravos ao Brasil.
Durante o século XVII, uma rainha local tenta revoltar-se, com o apoio dos holandeses, que durante o período de 1639-45 ocuparam Luanda e Benguela; mas a tentativa fracassa e para metade do século XVIII, Portugal domina por completo a situação.
Portugal sempre tentou unir Angola e Moçambique, mas as empresas de Rhodes impediram-no, por estarem assegurando para a Inglaterra as regiões intermédias.
Em 1836 é abolida a escravatura, fazendo mudar a estrutura socio-econômica.
Em 1930 é assinada a Ata Colonial pela que a metrópole lusitana estabelece um estatuto especial para os nativos; Em 1951 é declarada província de ultramar, limitando os direitos políticos a um grupo muito reduzido de indígenas, que deviam saber ler e escrever em português, ser cristãos e algumas outras condições. Porém, isto não impediu que os brotos nacionalistas da zona também chegassem a Angola, e em 1953 acontecem os primeiros problemas.
Em 1958 é publicado o primeiro Manifesto Socialista e em 1961 começa a luta aberta ao norte do país. Em setembro do mesmo ano Portugal extende a todos os nativos os mesmos direitos dos brancos para tentar acalmar os ânimos dos partidos nacionalistas.
O mais relevante das manifestações culturais de Angola são os restos das construções coloniais portuguesas. Em Luanda, a capital, destingue-se da Fortaleza de São Pedro. Não deve esquecer que entre os séculos XVII e XIX, Angola foi uma das bases mais importantes que trata de escravos. Ali eram embarcados, principalmente, bantus, destinados às plantações da cana de açúcar no Brasil.
Entre as manifestações atuais deve-se destacar os trabalhos artesanais das etnias bantus, quioco e mbundu.
É a capital do país, uma típica cidade colonial portuguesa, sendo o centro europeu mais antigo situado ao sul do Equador. Está muito povoada e é bom ficar longe das musseques (favelas), pois não são muito seguras.
Entre os lugares que podem ser visitados encontra-se o Museu de Angola ou o Museu Nacional de Antropologia; merecem especial atenção a Fortaleza de São Miguel, a Catedral e o Mercado Municipal.
Na Ilha de Luanda há algumas praias muito atrativas, mas a água é fria e algo suja, além de ter uma maré perigosa. Tem praias espetaculares com grandes coqueiros e infinidade de bares e restaurantes.
Igual que na ilha de Luanda, aqui também pode-se encontrar belas praias de coqueiros e variados bares e restaurantes.
É a segunda cidade em importância e encontra-se no centro do país, gozando de um clima muito favorável. Trata-se de um centro agrícola e comercial de grande importância.
Cidade fundada a princípios do século, Lobito é um dos portos mais ativos e modernos do país. Encontra-se a muita pouca distância de Benguela.
Situado na costa meridional do país, acolhe um bom número de empresas dedicadas à indústria da pesca e à criação de gado bovino.
As possibilidades de comer fora do hotel são bastante escassas, exceto na ilha de Luanda. Dentro da cidade aconselha-se ir ao Solar de Monte Carlo. Tem restaurantes que oferecem tanto comida angolana como européia. Existem muitos cafés de trabalhadores.
A comida típica de Angola se faz a base de peixe com arroz ou milho, mandioca, batata e carne de cabra. A cozinha de Angola se baseia sobretudo nos vegetais, com uma clara influência da cozinha portuguesa.
É aconselhável beber água só engarrafada. Em alguns hotéis e restaurantes, especialmente na capital, encontrará bebidas de importação.
O melhor e maior dos mercados de Angola é o de Roque Santeiro. É o lugar ideal para comprar fruta, comida barata e lembranças interessantes incluindo máscaras e tecidos. Entre as manifestações atuais deve-se destacar os trabalhos artesanais das etnias bantus, quioco e mbundu. Em geral, Angola não oferece muitas alternativas na hora das compras.
Angola conta com uma população aproximada de 10.672.000 habitantes, cuja maioria pertence à etnia dos bantus. No sul existem alguns grupos de bosquimanos e em outros pontos há tribos da cor amarela.
Entre as etnias mais interessantes estão os quioco ao noroeste, mbundu no centro, etc. Os quioco dedicam-se à agricultura e ao comércio. São também espertos na indústria têxtil e no talhado de madeira e sobretudo no tratamento dos metais.
A poligamia está bastante estendida, pois o homem enriquesse ao casar com a mulher, a proprietária das terras que trabalha. O matriarcado é quase geral.
Entre os entretenimentos que oferece Angola se podem assinalar as deliciosa praias de coqueiros que se encontram na ilha de Luanda e Mussulo. Outra das atividades pode ser a de percorrer as cidades com um passado colonial e apreciar sua bela arquitetura ou então deliciar-se com as belas paisagens a extender-se ao longo do país com uma grande riqueza de fauna e flora.
Tem alguma vida noturna, mas precisará contactar com pessoas do lugar para descobrir os lugares de diversão. As boates costumam ser algo caras; há bares noturnos de estilo africano com música local e comida tradicional, são lugares muito divertidos.
São feriados oficiais o 1 de Janeiro, dia de Ano Novo; 4 de Fevereiro, 1 e 25 de Maio; 17 de Setembre, 11 de Novembro, Dia da Independência e 25 de Dezembro.
A maioria das viagens internas em Angola fazem-se de avião. O Aeroporto Internacional de Fevereiro encontra-se a 4 quilômetros ao sul da cidade. Quase todos os vôos estão reservados, especialmente aos que dirigem-se a Cabindo. Os principais vôos operam com TAAG, as linhas aéreas nacionais. Os vôos nacionais partem de um edificio próximo ao aeroporto.
A única rota fatível para viajar é a que vai de Lobito e Benguela a Luau. Tem trens diários com vagões de passageiros que saem de Lobito e chegam a Luana dois dias depois. Desde ali se viaja em vagões ou combes.
O ônibus que viaja a Lobito, Benguela e Huombo pode-se contratar através da Direção Nacional dos Transportes Rodoviários.
O serviço de táxi é caríssimo em Angola. Lembre-se de combinar o preço antes de iniciar o trajeto.
Fonte: www.rumbo.com.br
"Um povo alegre como o Brasileiro, rico em sua cultura e origens antigas. Da lingua Portuguesa a musica Baiana muito tocada na noite Angolana podemos encontrar um pouquinho do Brasil aqui. "
A Angola emitiu no ano passado 87 mil vistos de turismo e é um país
com imensos recursos que constituem motivos de atração do turismo
ecológico.
Acredita-se mesmo que a informação deve enaltecer mais a beleza natural do país para que sirva de estímulo ao futuro desenvolvimento do turismo.Angola possui um total de 37 áreas protegidas as áreas que referimos cobrem 188.650 Km2 o que corresponde a 15.1% do território Nacional sendo 6 Parques Nacionais, 1 Parque Natural Regional, 2 Reservas Naturais integrais e 4 Reservas Parciais.
A vida noturna em Luanda é bastante agitada. Para quem gosta de , bares e boates têm programações que normalmente começam no início da madrugada e só se encerram com o raiar do dia.
Voce vai encontrar a música brasileira (baiana e pagode), música cubana e música internacional dançante, como o tecno.
O público é variado. Alguns dos destaques são casas como o Miami Beach, Bahia, Aquarius, Bingo e Palos, entre outras.
O prato típico de Angola é o funge, uma espécie de polenta cremosa feita com farinha de mandioca ou de milho. O acompanhamento: a kizaca (folhas do pé de mandioca maceradas, cozidas e temperadas); o peixe fresco ensopado; o peixe seco cozido ou assado; a galinha cabidela (ao molho pardo); a muamba (prato à base de galinha, amendoim, quiabos e outros temperos); ou o feijão preparado no óleo de palma (tipo de azeite de dendê), entre outros. veja abaixo a receita de uma Kizaca com peixe.
Um dos grandes problemas em Angola é o transporte. Por isso, resta ao turista a opção de alugar um carro em Luanda ou nas capitais de províncias.Por exemplo, em Luanda, os moradores (luandenses ou caluandas) chamam de táxis as peruas ou vans de lotação, geralmente veículos em péssimo estado de conservação que não garantem muita segurança ao turista, devendo, portanto, ser evitados. Há pouquíssimos táxis tradicionais, dificílimos de encontrar e que cobram tarifas exorbitantes.
A moeda oficial do país é o Kwanza. Mas em alguns locais o dólar pode ser usado. Por questões de segurança, a troca de moeda deve ser feita de preferência nas raras casas de câmbio.
A tambem o câmbio paralelo . As chamadas “kinguilas” estão sempre a chamando o turista estrangeiro para trocar dinheiro. O problema é que nem todas são 100% honestas, além do risco de assaltos por tanto vale apena fazer a troca nas casas de câmbio.
Luanda é a maior cidade e capital de Angola, sendo também a capital da província homónima.
Localizada na costa do Oceano Atlântico, é o principal porto e centro administrativo de Angola.
Tem uma população de aproximadamente 4,5 milhões de habitantes.Luanda está dividida em duas partes: a "baixa" (parte velha) e a "cidade alta" (parte nova). A "baixa" fica perto do porto, tendo ruas estreitas e edifícios da época colonial.
Os habitantes de Luanda são na sua grande maioria membros de grupos étnicos africanos, incluíndo Ovimbundu, Kimbundu e Bakongo. Existe uma pequena minoria de origem europeia. A língua oficial e mais falada é o Português, sendo também faladas várias línguas do grupo Bantu.
Em Luanda, o melhor são as praias da “ilha” do Mussulo, ao sul, e a barra do rio Kwanza, também ao sul da mesma província.
Na região sudoeste do país, há que se destacar o litoral de Benguela, além do deserto do Namibe.
O PIORA poluição na baía de Luanda é lamentável, já que se trata de um ponto da cidade de grande beleza.
O péssimo estado de conservação da maravilhosa arquitetura colonial portuguesa, representada por casarões e prédios no centro antigo de Luanda.
Fonte: www.souturista.com.br