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Locais Turísticos do Quênia

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Capital: Nairóbi
Idioma: kisuahili e inglês
Moeda: shilling queniano KES
Clima: savana e polar de altitude
Fuso horário (UTC): +3

Quênia é um país de uma grande beleza cheio de lugares de interesse, das cidades mais importantes até suas preciosas costas, sem esquecer os parques naturais, os maiores atrativos do país.

Para descobrir o Quênia, temos dividido em 4 zonas. Iniciaremos o percurso por Nairobi e sues arredores, realizando algumas excursões da capital, para continuar para Mombasa e a Costa. Daqui viajaremos pelo Lago Vitória e ao Oeste para finalizar na Zona Norte ocidental e o Lago Turkanda.

NAIRÓBI E ARREDORES

A capital do Quênia, Nairobi, tem sofrido uma profunda transformação em muito pouco tempo. Hoje em dia é uma cidade moderna com um claro reflexo colonial que se percebe sobretudo em alguns edifícios que ainda se conservam.

O CENTRO DE A CIDADE

A cidade, que tem crescido sem nenhuma planificação prévia, tem forma de triângulo retângulo conformado pelo rio Nairobi, a Haile Selassie Avenue e a Uhuru Highway. No centro do triângulo encontram-se os centros oficiais, os melhores comércios, os cinemas, teatros, os hotéis de luxo, os lugares de lazer, etc.

O percurso começa habitualmente pela Avenida Kenyatta, uma impressionante avenida com seis vias para o tráfego e uma bonita alameda para os peatones.

Nela encontram-se a antiga Oficina do Comissionado Provincial de 1916, a Casa Nyayo, mostra do desenvolvimento da capital, a Oficina Central de Correios na que pode-se ver um contínuo movimento de pessoas, sendo um dos lugares mais barulhentos de Nairobi, o Áfricam Heritage, o grande comércio onde pode-se comprar os produtos típicos de todo o país e o Edifício ICEA, construido em 1982, com ascensores acristalados desde os que pode-se desfrutar de uma vista completa do centro da cidade.

Muito Perto, na Wabera Street, se levanta a Biblioteca MacMillan, edifício neo-clássico de 1928 cuja entrada está franqueada por dois leões de pedra.

O Edifício Grindley é o edifício de tijolo mais antigo da cidade (foi construido em 1923) e no Hotel New Stanley pode-se recriar o ambiente no que se preparavam os grandes safaris, enquanto se toma um Pimm’s Cup. Ao lado do Hotel encontra-se um dos lugares de reunião ao ar livre da cidade, o Thorm Tree Cafe, onde pode-se tomar um tentempié enquanto se contempla a acácia espinhosa que serve de anúncios na qual os amigos deixam mensagens.

De Wabera Street a Kimathi Street encontra-se o Hiltom Hotel construido em 1964. Em frente dele inicia-se a Avenida Moi, a outra grande artéria da capital junto à Kenyatta Avenue e em seguida distingue-se a coluna de pedra amarela dos Arquivos Nacionais, sede de um museu – galeria de arte. A outra galeria de arte da cidade que se deve visitar é a Galeria Watatu, na rua Standard, onde acostuma haver exposições temporais de artistas que mostram temas africanos.

Continuando pela Avenida Moi pode-se ver a Oficina Central do Ferrocarril de 1929 na que pode-se degustar uma excelente comida no restaurante situado no interior. Muito perto encontra-se o Museu do Ferrocarril onde pode-se ver artefatos tão curiosos como os “recoge rinocerontes”, artefato que se situava em frente das locomotoras para ir apartando os animais das vias.

Não muito longe, na Praça da cidade (City Square), se levantam os 33 andares do edifício mais alto de Nairobi e um dos mais importantes desta cidade, o Palácio Internacional de Conferências Queniana. Nesta construção se combina a arte africana tradicional, dizem que tem forma de cabana masai e os elementos mais modernos da arquitetura. Atualmente é a sede do KANY, partido político no poder, mas pode-se visitar sem problemas a menos que haja algum evento político de relevância. O mais destacado é a maravilhosa vista que se desfruta desde a plataforma situada no alto da torre desde onde pode-se ver toda a cidade, o Monte Quênia, e inclusive o Kilimanjaro.

Nesta zona há vários lugares de interesse como os Edifícios do Parlamento, o Mausoleu Kenyatta, que encontra-se fortemente custodiado, a Catedral da Sagrada Família, rodeada de jardins com um estreito campanário e eixo da igreja católica queniana, a Prefeitura de princípios de 1950 e o Parque Uhuru, aonde não é aconselhável acudir depois do entardecer.

Outro dos edifícios representativos de Nairobi é a formosa mesquita Jamia. Resulta deslumbrante sua fachada verde e branca, suas cúpulas e minaretes. No interior todo é mais simples mas não por isso menos formoso, os pátios são espaçosos e na abóbada sempre faz frio. Os muçulmanos quenianos congregam-se nesta construção para rezar e não gostam de turistas, mas fazendo a visita depois das horas de culto e respeitando as normas não há problema.

Enfrente da mesquita encontra-se o Mercado da Cidade, que foi desenhado como um hangar de aviação em 1930. Além do curioso desenho, é um magnífico lugar para desfrutar com o animado ambiente que nele é respirado.

Lembre que para comprar deve pechinchar com o vendedor. Depois pode passear pela Rua Biashara e admirar as casas de estilo colonial e os comércios onde vendem todo tipo de tecidos. No fim desta rua estão situados a mesquita Khoja e os jardins Jeevanjee onde costumam atuar diferentes artistas das ruas.

Pode-se fazer um alto no caminho e comer algo no terraço do Hotel Norfolk para continuar visitando a Universidade de Nairobi. En frente ao hotel está o Teatro Nacional construido em 1952. Muito perto encontra-se a chamada O Local de Deus pelos numerosos edifícios religiosos que estão situados nesta ilhota e, seguindo na direção norte, aparecem o Cassino Internacional, muito animado as noites dos finais de semana e o Museu Nacional, um dos lugares mais atrativos de Nairobi.

O Museu Nacional é um estupendo avanço do que vai ver se visita a impressionante natureza queniana. Pode-se contemplar uma grande variedade de animais de tamanho natural através de um sistema de dioramas que os situa em seu hábitat natural. As aves, aliás, encontram-se em gaiolas sem nenhuma referência a seu ambiente, mas podem ser estudados com pleno detenimento. São muito interessantes também a Sala de Paleontologia, a seção dedicada à história de Quênia e as pinturas de Joy Adamson.

Dois lugares mais na capital, os Jardins Botânicos de Nairobi com mais de 300 espécies e a Estrada do Rio onde misturam-se todas as culturas em um dos bairros com mais ambiente e animação de todo o país.

ARREDORES DE NAIROBI

Bomas de Quênia. Típicas granjas onde pode-se desfrutar com bailes tradicionais de duas horas de duração.

Center Giraffe, em Langata, oferece a possibilidade de subir a umas torres desde onde pode-se alimentar com a mão às girafas.

World Wilde Fundatiom for Natura Animal Orphanage, também em Langata, acolhendo animais abandoados ou doentes para sua recuperação e posterior devolução a seu entorno natural. É possível dar-lhes comida.

Museu Karem Blixem e as Colinas de Kgong. Para os apaxionados por Quênia através das obras de Karem Blixem e, sobretudo, do filme “Memórias da África” esta é uma visita obrigatória. Pode passear por estas colinas de origem vulcânica cheias de vegetação e comprar artesanato aos masai, que colocam seus barracos neste lugar. Depois de passear por este marco de grande beleza pode visitar o Museu de Karem Blixen, que reflete o ambiente daquela época.

Parque Nacional de Nairobi, a 13 quilômetros da cidade, ocupa 114 quilômetros quadrados de extensão embora cada vez se encontre mais afogado pelo crescimento da capital queniana. O parque não está cercado, pelo que os animais saem e entram pelo corredor de Kitengela, e as espécies que podem ser contempladas variam segundo a estação do ano. Normalmente pode-se ver leões, rinocerontes, leopardos, búfalos, babuinos e muitos mais. Falta só o elefante, que não se encontra aqui.

Bosque de Ngong Road. Dá para imaginar como era o ambiente natural antes da chegada da civilização. Os cánticos dos pássaros são inacreditáveis.

EXCURSÕES DESDE NAIROBI

À 10 quilômetros da capital encontra-se Aberdare Range, Parque Nacional desde 1950, cujo máximo atrativo são os conhecidos felinos melanísticos, cervais, leopardos e ginetas. Também são de interesse o refúgio de caçadores Treetops, a montanha Lodge e o refúgio Ark, com um escondite subterrâneo desde onde pode-se contemplar os animais muito de perto.

Machakos oferece a possibilidade de ver uma cidade da tribo akamba e comprar seu artesanato.

O Parque Nacional de Meru contém uma excelente mostra de animais devido a seu difícil acesso; destacam a girafa reticulada, o avestruz somali, o orice biesa e a zebra Grevy. Também pode-se ver elefantes, rinocerontes, búfalos, leopardos, antílopes e mais de 300 espécies de aves.

O Parque Nacional do Monte Quênia com as duas montanhas mais altas do país, o Batiam com 5.199 metros de altitude e o Monte Quênia com 3.048 metros, lugar sagrado para os kikuius. Pode-se contemplar elefantes, rinocerontes, búfalos, duiqeros, porcos gigantes da selva, hienas manchadas, leopardos, sunis, bongos, macacos colobos, leões, antas africanas, touperas gigantes e 150 espécies de aves entre as que destacam a aguia coroada, o mocho real de Mackinder, ibis verdes, pássaros do sol, malaquites e estorninhos.

São de interesse também Murang’a, centro da pátria kikuiu, Nanyuki situada em pleno Equador, Nyeri, capital dos kikuius, Olorgesailie pelos restos arqueológicos, o Lago Maladi lotado de aves e Thika com a Colina dos Búfalos e as qatorce cascatas que pode-se contemplar descendo por um caminho.

MOMBASA E A COSTA DE QUÊNIA

MOMBASA

Sendo o maior porto da África Oriental, sua história data do século XII.

Foi completamente destruída em 1505 pelos portugueses, mas foi rapidamente reconstruída.

No entanto, no período de pouco mais de 200 anos mudou de mãos nove vezes, o que deixou marcas profundas na cidade, que pode ser vista tanto na Cidade Antiga, como no Forte Jesus.

Esta ilha de coral de uns 15 quilômetros quadrados é um centro vital para Quênia tanto pela atividade portuária como pelo turismo. É uma cidade com pessoalidade própria. Foi fundada no século XI e o ambiente que respira-se nela é muito agradável. Passear é um bom meio para conhecê-la.

Pode-se começar o percurso pelo Porto, com vários hotéis e clubes náuticos. Também ficam lá as mesquitas Mandhry e Basheik, construidas sobre alicerces do século XI. Dali costuma-se ir a Mbaraki onde erige-se um dos símbolos da cidade, o Mbaraki Pilar, túmulo formado por uma coluna de pedra caliça com pólipos de coral e um acabado de geso de coral. Está rodeada por baobabes e tem uma linha de sinais de frechas que parece indicar o túmulo do chefe de uma antiga tribo.

Outro lugar emblemático de Mombasa é o Forte Jesús, antiga fortaleza construida pelos portugueses em 1593. Tanto a muralha como o interior conservam-se em excelente estado. Destacam os bastiões, o depósito para armazenar água, a coleção de olaria da costa, os restos do barco armado Santo António de Tanna e a Omani Arab House, casa otomana do século XVIII. Os portugueses construiram outros fortes como Fort St. Joseph.

Passear pela cidade velha é todo um prazer. Existem numerosas construções do tipo inglês com fortes influências indianas. São de interesse a Casa Leven, a Ponte Nova de Nyali, a Catedral Anglicana de influência islâmica e a Praça do Tessouro, com construções de princípios do século.

Como mostras da arquitetura islâmica destacam as mesquitas Baluchi Jundaam com uma cúpula chata, a angulosa Bondeni, Bohra com améias de grande altitude e a Ismaili com fachada quadrada.

Mombasa também conta com templos hindus de interesse como o templo Sikh da rua Mewmbe Tayari, o Jaim de cor pastel situado na rua Langoni e o Swaminaryam de Haile Selassie construido em 1955, muito exótico.

Verdadeiras delícias arquitetônicas são a Antiga Estação da Policia, o edifício de Subastas Datoo, o Hotel Castle com um agradável terraço onde fazer um descanso, a Ponte de Pedra e a Casa Dodwell com um formoso telhado de azulejo de Mangalore.

Para descansar do barulho e do calor da cidade nada melhor que passear pela rua Mama Ngina desde onde pode-se ver os arrecifes e caminhar por um bosque de baobabes de tronco magro.

A Catedral Católica do Espíritu Santo, na rua Nkrumah, é outro edifício representativo de Mombasa. Conta a lénda que foi comprada por um padre disfarçado de árabe que primeiro construiu uma igreja e logo a catedral. O seu aspecto é impressionante.

Outro lugar simbólico da cidade é o Arco das Presas composto por dois pares de presas gigantes construidas em 1952 com láminas de metal rebitadas. Este arco indica o começo da Avenida Moi, de quatro quilômetros de comprimento. É a principal artéria da cidade, com numerosos comércios de todo tipo, clubes, restaurantes, discotecas, cafés, teatros, a “movida” de Mombasa.

Arredores de Mombasa

Nos arredores de Mombasa pode-se visitar Mariakani, a pátria da tribo mijikenda, Kaloleni, onde se bebe o típico vinho da palmeira de sabor muito peculiar, Mazeras com um pequeno jardim botânico e as missões de Rabai e Ribe.

A COSTA NORTE

Esta zona costeira está melhor comunicada e mais desenvolvida que a zona sul.

Iniciando o percurso pela península de Nyali, cheia de luxuosas mansões muito bem protegidas, chega-se a Mamba cujo máximo atrativo é uma granja de crocodilos. Perto encontra-se o centro de artesanato Bombolulu onde pessoas aleijadas produzem artigos de joalharia em cobre, bronze e sementes a preços raçoáveis.

Bamburi

A 8 quilômetros de Nayali encontra-se Bamburi. Este lugar era um terreno devastado até que os trabalhadores da Bamburi Cements Works repovoaram a zona para acabar com os danos ocasionados pela mina de coral a céu aberto.

Na atualidade existem numerosas zonas arborizadas e de piscicultura. Também há um zoo natural com animais em grandes extensões cercadas onde pode-se contemplar antílopes, tartarugas gigantes, búfalos, hipopótamos, crocodilos, gamos, zebras e numerosas aves. As praias desta zona costumam estar cheias de hotéis com praias privadas, e no extremo sul encontra-se a Praia Jomo Kenyatta que é pública.

Mtwapa

Na enseada de Mtwapa está situado o Kenya Marineland onde pode-se alugar barcos e ver tanques onde tubarões são alimentados. Também existe um bom número de lojas de artesanato sobretudo de ébano e pode-se ver atuações de danças tribais masai no Manyatta.

Muito perto encontra-se a Jumba a Mtwana, a grande Casa dos Jovens Homens Escravos, um antigo povoado swahili do século XV, onde pode-se contemplar réplicas de casas de barro com teto de palha, restos de construções de pedra, depósitos de água e túmulos.

Na Jumba Beach pode-se ver as raízes dos baobabes. Não deixe de fazer um cruzeiro em um dhow (veleiro).

Malindi

Um lugar realmente encantador, tanto pelas paisagens como pela população é Malindi, a 120 quilômetros de Mombasa. Esta cidade, invadida pelos portugueses no século XV, tem uma bonita parte antiga onde encontra-se o interessante Swhaili Quarter. Destacam também a mesquita Juma, a Capela de 1542 situada ao lado de um enorme baobabe, o Túmulo de Hassan do século XV e o monumento a Vasco de Gama.

Porém o melhor de Malindi são os dois Parques Marítimos: o Parque Nacional Marítimo de Malindi que conta com uma impressionante mostra de moluscos, conchas, corais, cauris e peixes tão curiosos como o peixe-lua e o kolo koli.

Muito perto fica o Parque de Cobras, para os amantes destes répteis e o Malindi Falconry especializado em aves de cetraria. O Parque Marinho de Watamu conta com formosos rochedos de coral onde pode-se ver morenas -cuidado com elas-, polpos, bacalhaus de rocha de até metro e meio de comprimento e outros peixes de arrecife.

Parque Nacional de Gedi

A 16 quilômetros de Malindi encontra-se o Parque Nacional de Gedi, um antigo povoado swahili. Rodeado de selva, ficou oculto durante muito tempo; este assentamento com capacidade para 3.000 habitantes tem um influxo esquissito. Conservam-se 14 casas de um andar com assombrosos banheiros, sete mesquitas com lugares separados para homems e mulheres, um palácio e um pequeno museu. A visita costuma estar amenizada por bailes tribais acompanhados de tambores.

São muito formosos também o Parque Marinho de Cala Mida com ruinas de outro povoado swahili, as cavernas subterrâneas conhecidas como Tewa Caves, o Parque de Arabuko Sokoke e o Parque Nacional de Tsavo Leste.

Kilifi

Kilifi, a 57 quilômetros de Mombasa, conta com formosas e estreitas praias de águas transparentes onde as árvores chegam quase até a beira. Muito perto encontra-se as ruinas de Mnarani, antigo sítio islâmico com mesquitas e túmulos com complicadas inscrições.

Lamu

Para chegar até o seguinte lugar costeiro de importância, Lamu, deve passar por Mambrui, lugar de 600 anos de antigüidade, Garsen, onde pode-se ver comerciar aos pastores somalis e Witu, povoado orma. Uma vez em Lamu resultam surpreendentes as casas indianas e swahilis do século XIX, a cidade antiga com os impressionantes edifícios de pedra dos séculos XVII e XVIII, o Forte do Sultão, atual prisão da cidade, o Museu com uma excelente mostra da cultura swahili, o túmulo do século XIV e a mesquita de Riyadha de cor turquesa e verde.

Arredores de Lamu

Desde Lamu pode-se visitar a Ilha de Manda com uma estupenda praia à qual só pode-se chegar de dhow (veleiro) e o antigo povoado Takwa, a Ilha de Pate com duas cidades em ruinas, Faza e Siu, as Reservas Nacionais de Dodori e Boni e o Parque Nacional Marinho de Kiunga.

A COSTA SUL

Na zona costeira do sul as praias são magníficas. Estes lugares estão habitados pelos digo, tribo de marcas muito formosas.

A Praia Shelly é um bom lugar para os amantes do mergulho. Seguindo a estrada A 14, que vai desde Mombasa até Tanzánia, se passa por Nogombeni e Eaa com formosos arrecifes coralinos e curiosas grutas cheias de morcegos.

O seguinte povoado é Kwale em cujo centro levanta-se um galpão como lugar de reunião. Muito perto está a entrada à Reserva Nacional Shimba Hills, com alojamentos em cabanas, onde pode-se ver alguns animais curiosos. Continuando pela A 14 chega-se a Tiwi, com uma excelente praia com palmeiras e bangalos que podem ser alugados a preços econômicos.

Diani Beach é um dos principais centros turísticos da zona. Pode-se encontrar desde hotéis de luxo até campings muito baratos. A praia é longa de areias douradas e águas transparentes. Como atividades de lazer pode-se praticar qualquer esporte aquático, visitar o cassino ou divertir-se no clube noturno.

É fácil ver os masai vendendo seu artesanato e algumas noites oferecem o espetáculo de suas impressionantes danças. Não esqueça que as leis quenianas proibem sacar do país qualquer tipo de fauna e flora e, por tanto, deve abster-se de pegar as formosas conchas das praias. Ao sul de Diani está o Jardim Forest onde pode-se ver macacos colobo, pássaros e maravilhosas borboletas.

Para praticar o mergulho é ideal a Ilha de Chale e Msambweni, onde pode-se desfrutar de uma praia ainda não muito explorada, com belos rochedos.

A Ilha de Funzi é perfeita para aqueles que procuram ficar longe do barulho e isolar-se em um remanso de paz.

Também são de interesse Shirazi Shimoni com suas grotas que eram utilizadas para armazenar escravos, Vanga, vila de pescadores de grande encanto e a Ilha Wasini com formosas praias e um jardim de coral.

O Parque Nacional Marítimo de Kisite-Mpunguti conta com corais vivos, golfinhos e tubarões. A Reserva Nacional de Shimba Hills, um refúgio construido há poucos anos em forma de casa-árvore; é um pouco rústico mas possui um grande encanto. Pode-se ver nenúfares, pássaros aquáticos, aves terrestes e maravilhosas vistas que abrangem, em dia claro, até o Kilimanjaro.

O LAGO VITÓRIA E O OESTE

Devido à aproximidade de Uganda, esta zona é, talvez, a mais desconhecida do Quênia, porém possui uma grande beleza. Os mais atrevidos de espírito aventureiro não irão deixar de visitá-la e desfrutar com o Lago Vitória, o maior de toda África e com as terras habitadas pelos luo, a terceira etnia mais importante do país.

PLANÍCIES LOITA

Nestas planícies pode-se desfrutar como o formoso espetáculo que oferecem os masai pastoreando seus rebanhos. Esta tribo de aspecto altivo costuma ser amável e curiosa, mas lembre que não deve fotografar-lhes sem permissão e dar uma pequena retribução que deve ser combinada com anterioridade.

Nesta zona tem abundante fauna como leões, hienas e leopardos, pelo que não é muito aconselhável afastar-se demais do carro. Narok é a principal cidade da zona e o lugar onde todo mundo se abastece de gasolina e onde existem variadas lojas com todo tipo de artigos.

O LAGO NAIVASHA

Este lago oferece a possibilidade de ver hipopótamos, aguias pescadoras e uma vegetação muito variada. A Ilha Crescent abriga numerosos pássaros e antílopes.

Elsamere é um bom lugar para tomar chá e tem um museu para turistas. Não esqueça experimentar o vinho desta zona, sobretudo o branco, excelente. Também são interessantes o Parque Nacional Longonot, um vulcão inativo de 2.885 m. de altitude com fumaseiras e o Parque Nacional Hell’s Gate com curiosas formações rochosas.

KERICHO

É o principal centro produtor de chá do Quênia. Pode-se visitar alguma plantação e também um lar kipsigis com suas tradicionais casas de barro e palha. É muito agradável o Jardim Botânico, onde além de admirar árvores exóticos pode-se degustar uma excelente comida.

Querendo visitar um bosque de grandes dimensões e absolutamente virgem, deverá acudir ao Bosque Mau; embora em boa parte é inacesível, algumas zonas são ideiais para passear. Kisii é conhecida pela pedra para talhar todo tipo de formosos artigos, mas tome cuidado, quebra se não é guardado apropriadamente.

KISUMU

Kisumu é a terceira cidade mais importante do Quênia e está situada na ribeira oriental do Lago Vitória. Tem como máximos atrativos o Museuo Kisumu com uma excelente coleção de animais e elementos etnográficos e a impressionante Criação de Garças nas aforas.

São interessantes também a Baia Kendu com leitos de papiros e uma grande variedade de aves; o Lago Sindi, lar de milhares de flamengos; Homa Bay base para explorar o vale Lambwe, famoso por albergar o antílope ruano entre outras espécies; o Parque Nacional Ruma com a girafa Rotchschild como principal atrativo e a Ilha Rusinga, onde encontraram-se os restos do “Proconsul Africanus”, símio com mais de 16 milhões de anos.

KANAMEGA E AS COLINAS NANDI

A Selva Kanamega é a única mata em território queniano. Este paraíso alberga 60 espécies de aves únicas no país como o turaco gigante azul e os trogões sem cauda entre outras. Além disso, as árvores são espessas, com cipós, e estão povoadas por três tipos diferentes de macacos.

As Colinas Nandi oferecem um impressionante espetáculo enfeitado pelas numerosas plantações de chá espalhadas na paisagem.

KITALE

Kitale é uma zona muito fértil onde abundam os mercados de frutas e verduras (em outubro celebra-se a Féria Anual da Agricultura). O Museu do Oeste do Quênia mostra diferentes variedades de borboletas.

Muito perto encontra-se o Parque Nacional Mount Elgon, as Grutas do Elefante onde estes animais entram para procurar o sal e o Parque Nacional de Saiwa Swamp, o menor dos parques nacionais do país, criado para abrigar o antílope aquático.

MASAI – MARA

Reserva do povo masai mara, com cerca de 1.800 km2, é um dos principais destinos para safári fotográfico.

Entre os meses de julho e outubro se dá a migração dos gnus da reserva de Serengeti, na Tanzânia, para o Masai Mara, espetáculo dos mais esperados pelos turistas, embora durante todo o ano é possível observar os animais principalmente próximos ao rio Mara.

Masai-Mara está considerado como o melhor Parque Nacional do Quênia. Sua fonte principal de vida é o rio Mara, embora esta savana está banhada também pelo Talek e vários afluentes. Em realidade, este parque é uma prolongação das planícies do Serengeti em Tanzânia e únicamente muda o nome a causa das fronteiras políticas.

Em Masai-Mara pode-se ver um dos espetáculos naturais mais belos do mundo, a migração dos nhus durante os meses de julho e agosto. Porém além de nhus pode-se ver búfalos, impalas, alcelafos, zebras, gazelas, topis e a maior população de predadores de todo Quênia, leões, guepardos, hienas, chacais, cães selvagems e leopardos. Também há rinocerontes, elefantes, hipopótamos, girafas, crocodilos e um grande número de anfíbios, répteis e aves.

QUÊNIA NOR – OCIDENTAL E O LAGO TURKANDA

Esta é a zona mais despovoada do Quênia e tal vez a mais isolada. As tribos que lá habitam são as que têm resistido firmemente à modernização, como são os samburu, rendilhe, gabra, boram e somalíes.

O percurso pode-se iniciar por Nyahururu ou as Cascatas Thomsom, com a terceira mais alta do país -73 metros de queda. Maralal é a sede administrativa dos samburu e é o primeiro lugar onde pode-se observar esta tribo parente dos masais. Conta com numerosas lojas, vários pequenos hotéis e a Casa Queniata, monumento histórico nacional por ter estado preso nela, em 1961, Jomo Kenyatta.

A Reserva do Bosque Leroghi tem um aspecto um tanto fantasmal, pois as árvores estão no ámago e seus galhos nús a causa do musgo parasita. Horr sul é um remanso de vegetação em meio das planícies áridas de O Barta.

Lago Turkanda

O Lago Turkanda recebe o apelido de Mar de Jade devido às águas de cor verde. Oferece um espetáculo muito formoso pois contrasta com a paisagem desolada dos arredores. Tem 250 quilômetros de longitude e suas águas contém enormes peixes de água doce como percas do Nilo, que chegam atingir com facilidade mais de 90 quilos, tilapias, peixes-tigre e peixes-tambor. Também conta com um grande número de crocodilos e numerosas serpentes.

São de interesse também Nyambuttom, caldeira situada ao sul do lago, o Monte Kulal, mágico segundo a lenda, Lonyangalani com um oássis de águas termais, South Ilhand, a maior das existentes no lago, a Baia de O Molo, onde moram os O Molo, a tribo mais pobre do país, a Cordilheira de Mathews ainda sem explorar totalmente, Marsabit com suas crateras cheias de vegetação e o Deserto de Chalbi com belas dunas de areia branca.

Fonte: www.rumbo.com.br/www.geomade.com.br

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