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Maurícia

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Maurícia oficialmente a República das Maurícias é uma ilha na costa sudeste do Continente Africano, no sudoeste do Oceano Índico, a cerca de 870 quilômetros (540 milhas) a leste de Madagascar.

Além da ilha de Maurícia, A República inclui as ilhas de Carajos Cargados, Rodrigues e as ilhas Agalega.

Maurícia

Ilha Maurícia é parte das Ilhas Mascarenhas, com a ilha francesa de Réunion 170 quilômetros (110 milhas) a sudoeste e da ilha de Rodrigues km 570 (350 milhas) a leste.

A área de Maurícia é 2040 km 2; sua capital é Port Louis.

O Reino Unido assumiu o controle das ilhas, em 1810, a partir da França durante as Guerras Napoleônicas, e a Maurícia se tornou independente do Reino Unido em 1968.

É uma república parlamentar e e faz parte da Organização das Nações Unidas, Sul Africano de Desenvolvimento Comunitário, o Mercado Comum da África Oriental e Austral, a União Africano, Francofonia e da comunidade das nações.

As principais línguas faladas nas Ilhas Maurícias são: Mauritian crioulo, Bhojpuri, Francês e Inglês.

Inglês é a única língua oficial, mas a língua franca é a mauriciano crioulo e os jornais e programas de televisão são geralmente em francês.

Línguas asiáticas também fazem parte do mosaico linguístico.

A população do país é composta de diversas etnias, incluindo Índia, Africano, chinês e francês.

Os primeiros exploradores europeus não encontraram povos indígenas que viviamna ilha.

A ilha de Maurícia foi a única casa do dodo (Raphus cucullatus). Esta ave foi presa fácil para os colonos por causa de seu peso e incapacidade de voar, e extinguiram-se menos de 80 anos após a colonização europeia inicial.

Sendo dependente de produção de açúcar desde a sua independência, Maurícia desde então tem se desenvolvido para uma economia diversificada, com importantes pilares em serviços financeiros, processo de negócio de terceirização, turismo e tecnologia da informação.

Maurícia é classificado como uma economia de renda média-alta pelo Banco Mundial.

Foi classificada como o melhor país governado em toda África, cinco anos seguidos, terminando no topo do Índice Ibrahim de Governação Africano.

De acordo com o Índice de Democracia, Maurícia é o único país Africano com democracia “plena”.

Maurícia adotou o sistema britânico constitucional e administrativo com uma câmara eleitos para membros do parlamento e um presidente (que é o Chefe de Estado) eleitos pelo Parlamento e não por sufrágio universal.

A fonte principal de direito continua sendo a lei comum britânica, com elementos do Código Napoleônico da França e está sendo usado, como legado desde 1810 da colonização francesa.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Maurícia

ILHA MAURÍCIO, O SORRISO DO ÍNDICO

Nascida de uma poderosa força, que percebe-se na imperiosa atividade vulcânica do passado, Ilha Maurício constitui a mais lograda tentativa da natureza por criar um paraíso.

Pois Maurício é um formoso édem formado por belas praias de areia fina, um arrecife a rodear à ilha protegendo a “jóia do oceano Índico”, por tímidas montanhas, verdes vales, pequenas ilhas, suaves cascatas e densos bosques tropicais.

Aliás, quando repara-se nas fotografias dos numerosos folhetos anunciando e promovendo a Ilha Maurício, ressalta uma característica que define todas elas: o sorriso nas pessoas.

É o melhor marco que define aos mauricianos, gente vinda de todos os pontos cardinais do planeta, esse sorriso perene nos rostos, fruto de uma rica mestiçagem.

São estes elementos, o nascimento pela mais bela força criativa da natureza, o sorriso dos habitantes e as sutilezas imperceptíveis a converter-se em lenda, o que fazem da Ilha Maurício o ensaio de paraíso mais logrado.

É por isso que no país as coisas, feitos e a mesma força vital que rege ao mundo, levam a outra direção.

Aqui o passado, o presente e o futuro conjugam-se de tal forma, criando dimensões nunca imaginadas. Talvez o melhor exemplo desta afirmação não seja o cheiro do tamarindo e da canela que inundam o ambiente, embriagando a razão e os sentidos, mas o do místico pássaro dodó, que suspeitando que não iria sobreviver à depredação colonial, optou pela extinção, para converter-se em mito e em lenda.

Os habitantes, sabedores e possuidores de um passado esplendoroso de ricos encontros, mostram seu melhor sorriso, a mais bela porta de entrada ao paraíso terreno, o Sorriso do Índico.

Alfândega e Documentação

Para os cidadãos espanhóis só é preciso apresentar o passaporte em vigor. A permissão de estadia é no máximo de 90 dias, prévia apresentação da passagem de retorno e de fundos suficientes.

Pode-se introduzir livres de impostos, 200 cigarros ou 250 gr. de tabaco, material esportivo (exceto arpões para pesca), câmara fotográfica e de vídeo, meio litro de água de colônia, 2 litros de vinho ou cerveja e 75 cl. de licor. Para a entrada de animais e flores é necessário uma licença especial de importação. Também é obrigatório que os cachorros e gatos guardem quarentena de 6 meses desde o primeiro dia da chegada.

Clima

Maurício é um destino para visitar durante qualquer época do ano. A temporada mais quente vai dos meses de novembro a abril, com temperaturas próximas aos 30 graus centígrados e com um mínimo de risco de ciclones, de finais de dezembro a finais de fevereiro. A temporada mais fresca vai dos meses de maio a outubro. A temperatura da água nunca desce abaixo de 22 graus centígrados.

Equipamento de Viagem

É aconselhável não viajar com bagagem demais pois as roupas são bastante econômicas. Não costuma ser necessária a roupa de abrigo, mas é conveniente levar algum casaco para as noites, pois pode refrescar, sobretudo durante os meses de maio a setembro. Óculos de sol, cremes protetores e um chapéu são indispensáveis, assim como calçado cômodo e próprio para as zonas de praia. Se vai visitar clubes noturnos ou lugares de espetáculos, uma veste casual é bem aceita. Não é necessário gravata.

Por outro lado, o inverno não supõe um obstáculo para a prática do submarinismo. A maioria dos submarinistas costumam faze-lo com trajes de neoprene, sobretudo para 2 imersões/dia ou em profundidades que superem os 20 metros.

Idioma

A língua oficial é o inglês. O francês é o idioma mais estendido pois os mauricianos consideram uma língua cultural. O crioulo tem origem na língua dos escravos, produto do encontro entre a língua francesa e a falada em seus países de origem, maioritariamente de estrutura bantú. Em Maurício chegam falar perto de 30 línguas diferentes, com preponderância do hindu, entre as línguas orientais.

Religião

Os habitantes de Maurício são muito religiosos. No país contam mais de 87 religiões, destacando o hinduismo (46%), a católica (32%) e a muçulmana (17%). O resto formado por pequenos grupos de budistas, animistas, anglicanos, protestantes e taoístas.

Eletricidade

A corrente elétrica é de 220 volts a 60 ciclos.

Moeda e Câmbio

A moeda nacional é a Rúpia Mauriciana (MUR), igual a 100 centavos. Existem moedas de 5, 10, 20, 25 e 50 centavos e de 1 e 5 rúpias. Notas de 5, 10, 50, 100, 200, 500 e 1000 rúpias. A troca de moeda pode ser feita no aeroporto internacional assim como nos principais hotéis. Em numerosos estabelecimentos se admitem cheques de viagem, assim como a maioria dos cartões de crédito.

Correios e Telefonia

O serviço de correios é eficiente e econômico. O horário dos escritórios é das 8.00 às 11.00 h e das 12.00 às 16.00 h. de segunda-feira á sexta-feira. Sábados das 9:00 ás 12:00 h. Domingos estão fechados. O escritório central de correios em Port Louis encontra-se em Quay Street. Para enviar telex e telegramas deve ir às escritórios de Mauritius Telecom, desde onde podem-se realizar chamadas de longa distância.

As chamadas locais são muito econômicas. Existem cabines públicas nas principais cidades que funcionam com cartão. Em relação às chamadas internacionais, pode-se fazer das cabinas ou por operadora. Para ligar a Maurício deve marcar 00-230, seguido do número do assinante.

Fotografia

É conveniente viajar com suficiente filme, sobretudo se utiliza slides. Os preços são muito similares aos preços da Europa. e é aconselhável guardar o equipamento e o material em lugares secos e frescos.

Horário Comercial

O horário de escritórios é das 9.00 às 16.00 h. de segunda-feira à sexta-feira. As lojas costumam estar abertas de segunda-feira a sexta-feira das 9.00 às 17.00 h., sábados de 9.00 às 12.00 h. Domingos fecham. A maioria das lojas em Port Louis fecham terça-feira ao meio dia, enquanto em Curepipe, Rose Hill e Quatre Bornes fecham quinta-feira.

Os bancos abrem de segunda-feira a sexta-feira das 9.30 ás 14.30 h. e aos sábados das 9.30 ás 11.30 h. Os principais bancos mantém aberto algum balcão, depois de finalizar o horário, para as trocas.

Gorjetas

A gorjeta está muito extendida em Maurício. Em alguns hotéis e restaurantes costumam incluí-la no total da fatura. Caso contrário aconselhamos deixar entre 10% e 15 % de gorjeta, se está satisfeito com o serviço recebido. Pessoal das malas e prestadores de serviços também irão esperar gorjeta. Também é costume dar gorjeta aos taxistas.

Taxas e Impostos

Não existe nenhuma classe de imposto turístico. Taxa para os vôos internacionais.

Localização Geográfica

A Ilha de Maurício está situada ao sudoeste do oceano Índico, a 900 quilômetros de Madagascar. Junto às ilhas Reunião e Rodrigues conforma o arquipélago das Mascarenhas. A capital de Maurício é Port Luis e suas principais povoações são Beau Bassin, Curepipe, Quatre Bornes e Vacoas-Phoenix.

A ilha, de origem vulcânica tem uma extensão de 1.865 quilômetros quadrados, 65 km. de comprimento e 48 km. de largura. Apesar do reduzido tamanho, sua orografia é íngreme, com amplo e importante planalto no centro rodeado de curtas cadeias montanhosas e de crateras vulcânicas. O cume mais alto é o da Riviere Noire, com 828 metros de altitude.

Maurício tem perto de 165 quilômetros de costas e está rodeada quase por completo por um arrecife coralífero, a exceção da zona compreendida entre Sovillac e Pont Naturel, ao sul da ilha. Este importante arrecife é o que permite e possibilita a beleza de suas praias, onde prevalecem as transparentes águas.

A Costa Noroeste delimitada ao sul pelo Port Louis e Perebére ao norte, caracteriza-se pelas quentes temperaturas. Na zona destacam Cap Malhereux e Grand Gaube, pitorescas vilas de pescadores desde onde pode-se divisar as ilhas Plate, Ronde e Coim de Mire, Grand Baie, conhecido internacionalmente como “A Costa Azul de Ilha Maurício”, Mo e Pointe aux Piments, formada por belos coqueiros.

A Costa Oeste, extende-se de Port Luis até Morne Brabant ao sul, distingue-se pelas paisagens formadas por montanhas, praias de fina areia e pequenos povoados. Nesta zona encontram-se as praias mais extensas como Flic em Flac, Tamarim e Riviere Noire, famosa pela pesca de altitude.

A Costa Sul, que extende-se desde Morne Brabant até Mahébourg, distingue-se pelas espetaculares praias, pela rica fauna marinha e impressionantes rochedos. Destacam Point Sude Ouest, Surinam, Souillac, Benares, Savannah, Blue Bay e Mahébourg.

A Costa Leste, delimitada por Mahébourg ao sul e Grand Gaube ao norte, caracteriza-se pelo relevo mutante desde as costas rochosas às finas e extensas praias. Na zona sobressaem Ile aux Cerfs (Ilha dos Cervos), uma das mais belas, Trou d´Eau Douce, Belle Mare, Pointe de Flacq e Pointe Lascars.

A Planície Central formada como conseqüência da ação vulcânica, reconhece-se pelas crateras apagadas como o Trou aux Cerfs, Grand Bassin ou Kanaka Cráter, assim como por montanhas encantadoras como Pieter Both. Na zona existem, também bosques primitivos e numerosos rios que convertem a paisagem em um paraíso.

Por outro lado, Ilha Maurício conta com diversas ilhas e ilhotas, algumas consideradas reservas naturais. Sobressaem Ile aux Cerfs, Coim de Mire, as ilhas Plate, a ilhota Gabriel, Ilha Ronde, Ilha D´Ambrie e Ilha dos Bénitiers. Ilha Rodrigues, a 650 quilômetros de Maurício, é a menor ilha das Mascarenhas. Trata-se de um édem quase intacto onde predominam as colinas, vales, povoados pitorescos e bosques tropicais. A população principal é Port Mathurin.

Flora e Fauna

Maurício é uma ilha de temperatura suave, graças a sua privilegiada situação e a particular evolução do ecossistema. Sem lugar à dúvidas a melhor maneira para conhecer a flora do país é aproximar-se do Jardim Botânico de Plamplemousses, onde pode-se apreciar a rica variedade de flores como boganviles vermelhas e alaranjadas, alamandas, loireiros, rosas, camélias, azaléias, hortências e numerosas variedades de orquídeas, sem esquecer a famosa flor “Anthurium”, a qual graças a sua exótica forma, cor e características, tem-se convertido na lembrança típica de Ilha Maurício, pois pode conservar-se intacta durante um prolongado período.

No país pode-se ver também ébanos (em algumas ilhas como em Ronde), assim como ibiscos e palmeiras de diversas qualidades como a latania ou a chamada princesa. Como muitas outras ilhas tropicais os frutos abundam encontrando uma variada gama de banana, manga, mamão, jamaica, abacate, abacaxi, coco, litchis, etc.

Fauna

Quanto à fauna das 50 espécies endêmicas apenas sobrevivem perto de nove, o resto foi introduzido pela mão do homem. Na terra onde habitaram o místico Dodu e o Solitário, extintos no final do s. XVII, dos quais conservam-se restos ósseos apenas, hoje pode-se ver pombas rosadas, falcões, gaivotas, “condés” (ave originária da Indonésia), gorriões, cardenais e paille-en-queue o emblema de Air Mauritius).

Das 15 espécies de répteis sobressaem duas espécies pequenas, uma delas conhecida como cobra preta e é originária exclusivamente da Ilha Ronde, assim como camaleões chifrudos. Entre as inumeráveis espécies de insetos destacam as borboletas, provavelmente as mais bela do planeta.

Entre os mamíferos destacam os cervos, araraunas índias, morcegos e mangustas. Para conhecer de perto a fauna atual, deve dirigir-se ao Jardim dos Pássaros de Casela, onde encontram-se todas as variedades.

Para quem gosta da caça, Maurício conta com mais de novecento e cinquenta hectares em Le Domaine du Chasseur ou Coto do Caçador, com 1.500 cervos de Java e 500 queixadas.

História

Se alguma coisa pode definir a história de Maurício é o fato de ter sido considerada durante muitos anos um lugar de provisionamento de navegantes holandeses franceses e ingleses, nas rotas pelo oceano Índico. Descoberta pelos árabes no século XV, foi batizada como o nome de Dina Robin, aliás, no ano de 1510, foi redescoberta por uma expedição da coroa portuguesa dirigida por Domingo Fernández, rebatizando-a com o nome de Ilna de Cirne.

Introduziram animais de outras terras, como macacos africanos, queixadas, algumas qualidades de tartarugas e gatos, estes de alguma forma são os responsáveis pela extinção de algumas espécies nativas.

Durante os seguintes 18 anos, Maurício foi posse do império espanhol, enquanto este se manteve unido à coroa lusa, mas Portugal e Espanha não se ocuparam de colonizar a bela ilha, utilizando-a somente como ponto de abastecimento em suas contínuas viagens pelos mares do sul.

Os Primeiros Colonizadores

Foram os holandeses, no ano de 1598, os primeiros que estabeleceram na ilha e batizaram-na como Mauritius, em homenagem ao Príncipe de Orange, Maurício de Nassau.

Além de constituir-se como escala importante na rota Holanda-Java (em clara concorrência à Companhia das Índias), os colonos holandeses se extenderam rapidamente, iniciando a exploração dos bosques e introduzindo o cultivo da cana de açúcar.

O primeiro assentamento de colonos teve lugar na Cidade do Cabo. Porém, a princípios do s. XVIII, no ano de 1710, a próspera situação viu-se truncada pelo aparecimento da peste amarela, obrigando os habitantes a abandonar e inclusive a tocar fogo na ilha para evitar a propagação da epidemia.

De mãos francesas à mãos inglesas

A rica exuberância da ilha, a pesar dos primeiros acontecimentos, atraia os interesses de alguns impérios europeus. França foi a primeira a não perder tempo e cinco anos depois do abandono de Maurício, a ilha foi ocupada por agentes da Companhia Francesa das Índias Orientais, iniciando sua exploração mediante a importação de escravos.

Em 1735 a coroa francesa assumiu o controle direto da ilha, nomeando como primeiro governador o Conde Bertrand Francois Mahé de Labourdonnais, quem introduziu uma administração básica, organizou a construção de colônias, dominou as revoltas dos pretos e outorgou um grande impulso à região, especialmente pela extensão do cultivo de cana de açúcar. Os franceses rebatizaram a ilha como a “Ile de France” (Ilha da França).

Nos princípios do século XIX, as guerras napoleônicas tiveram importantes repercussões, pois os ingleses capturaram a ilha no ano de 1810. A nova soberania foi confirmada pelo Tratado de Paris (1814) e voltou o antigo nome holandês de Maurício. Em 1825 se estabeleceu um Conselho de governo e pouco mais tarde, em 1835 aboliu-se a escravatura.

A colônia conheceu nesta época uma prosperidade crescente baseada cada vez mais na maior demanda do principal produto agrícola: a cana de açúcar.

O século XIX transcorreu brilhantemente para este paraíso natural. Venceram doenças endêmicas, instalaram hospitais e desenvolveram as comunicações da ilha. No âmbito cultural a construção de escolas e o surgimneto dos primeiros jornais em Maurício fez retroceder poderosamente o analfabetismo, não sem antes salvar confrontos com as anscestrais tradições das culturas indígenas.

Depois do ano 1860 a ilha sofre um retrocesso causado pela construção do Canal de Suez em 1869, o que supõe um isolamento das novas conexões marítimas, e mais tarde, nos finais do século, pela presença de ciclones, epidemias e por um forte excesso de população. Não deve-se esquecer que os ingleses importaram numerosa mão de obra barata, maioritariamente indianos, chineses e malgaches.

A Independência e o Século XX

A Primeira Guerra Mundial não significou nenhuma mudança substancial na situação de Maurício, pelo contrário, durante a Segunda Guerra Mundial os ingleses utilizaram a ilha como base naval e aérea, após a queda de Singapur. Durante o intervalo entre estas duas guerras, a descida mundial dos preços do açúcar, provocada pela depressão de 1929, produziu uma grave crise na ilha, e a introdução de novos cultivos, como o milho, a mandioca e a batata.

Em 1957, restabelecida já a economia, iniciaram manifestos em relação as profundas diferenças entre as comunidades de origem hindu e francesa, representadas respectivamente, pelo partido laboralista e o partido social-democrata de Maurício.

Nas eleições de 1963 triunfaram os laboristas, com o apoio massivo dos operários não qualificados e dos peões das plantações de cana. Foi nomeado Primeiro Ministro Seewoosagur Ramgoolam, quem iniciaria uma forte campanha a favor da independência da colônia.

Estas medidas desembocaram em fortes distúrbios no ano de 1967, provocados em parte, pelos conflitos laborais e pela população crioula e de origem francesa, oposta à independência.

O partido a representar-lhes triunfou nas eleições de 1967 e nesse mesmo ano, de acordo com o combinado na Conferência Constitucional de Londres de 1965, se anuncia a independência do país para o ano de 1968. Esse mesmo ano esteve cheio de incidentes e distúrbios, propriciando a intervenção de tropas britânicas via aérea.

A independência foi proclamada no dia 12 de março de 1968, com a forte oposição dos setores econômicos dominantes (plantadores de açúcar), e dos mestiços que viam em perigo sua hegemonia, caso desaparecesse a proteção britânica. Apesar de haver obtido sua independência, Maurício continuou sendo membro da Commonwealth até o dia 12 de março de 1992, dia em que proclamou-se a República Democrática independente.

Desde então, a exploração da Ilha, tanto no âmbito agrário como turístico, tem dependido diretamente das autoridades de Maurício. É um país fundamentalmente dedicado à agricultura (especialmente ao cultivo da cana de açúcar), representando 60% do produto Interior Bruto. Perto de 50% da superfície da ilha está dedicado à agricultura. Outra fonte de beneficios é a exportação de chá aos países da África do Sul, sem esquecer o cultivo do tabaco e das flores ornamentais.

Porém, grande parte dos recursos são destinados à importação de outros produtos dos que carece a ilha, tais como o arroz ou a batata.

A segunda indústria em importância é a indústria têxtil e graças à ter-se convertido na primeira zona franca do oceano Índico, Maurício destaca-se pela importação, tratamento e exportação de produtos manufaturados. O turismo é outra das indústrias principais do país.

A bandeira de Maurício resume de alguma forma sua inquietante história, onde a cor vermelha representa a luta pela independência, o azul o símbolo do oceano Índico, o amarelo como lembrança da vitória da revolução e o verde pela cor de sua vegetação. Tão variadas influências têm feito da Ilha Maurício um conglomerado de culturas tingido com matices exóticas que só os autênticos paraísos naturais podem oferecer.

Arte e Cultura

Ilha Maurício tem sofrido numerosas colonizações e dominações absorvendo, com delicadeza, tudo aquilo que uns e outros deixaram à seu passo. Apesar da cultura ter sido enriquecida por influências européias e asiáticas e sua essência ser basicamente africana, suas manifestações artísticas e culturais possuem uma forte influência da cultura “creole” ou crioula.

Arquitetura

Quanto à arquitetura, o estilo crioulo é o mais sobressaliente. Distingue-se pela particular beleza de linhas e formas, que encaixam perfeitamente no meio ambiente. independentemente do tamanho das casas, sejam grandes, pequenas, de vários andares ou apenas de um único, o estilo crioullo tem respeitado a paisagem, das casas construidas no centro de jardins ou entre plantações tropicais.

Sem dúvida, a arquitetura crioula possui um forte carácter refletido em seus desenhos. O material mais utilizado é a madeira, tanto no exterior quanto no interior.

O coração da casa são as grandes e amplas galerias de frente para espaços verdes, enquanto os quartos, a sala de jantar o os banheiros situam-se na parte posterior da casa. O que diferencia uma casa de estilo crioulo é seu desenho, a decoração original, que vai dos simples ângulos à variedades geométricas (sobre tudo nas janelas), em seus trabalhos de ferro forjado e no rico colorido das fachadas.

Entre os numerosos lugares onde pode apreciar-se a arquitetura da Ilha Maurício, destaca Port Luis com a Praça de Armas, formoso conjunto da época colonial, onde pode-se ver estátuas de destacados personagens históricos, a Prefeitura, a Biblioteca Pública, o Colégio Real e a Basílica de Santa Elena. Sobressaem, também, as edificações em madeira da população de Curepide. Porém, é a casa de Eureka (construida em 1830) o melhor exemplo da arquitetura crioula.

Quanto á castelos, de influência européia, distingue-se o Castelo de Reduit, utilizado pelos franceses para esconder mulheres e crianças no caso de ataques britânicos. Originariamente construida em madeira para reconstruir em pedra.

Música

Dizem por ai que a música e o canto é o destino e a sina da Maurício. É que a música é uma das máximas expressões da ilha. O rítmo do sega dá vida aos sons das “ravanes” (espécie de tambor) e através deles conta-se histórias de amores e dores, assim como episódios do passado do país.

A tradição é mantida desde os tempos da escravatura, quando ao finalizar a jornada os escravos se reuniam para cantar e bailar em volta de grandes fogueiras. O rítmo do sega é de origem moçambiquenha, mas graças à aportação dos diferentes grupos étnicos, tem-se visto profusamente enriquecido, provando que as danças possuem uma forte carga erótica.

Entre os diferentes instrumentos destacam, além do “ravane”, o “bobre”, um tipo de arco, o triângulo e a serpe, espécie de guadanha onde se bate com uma ponta de metal.

Literatura

A língua criole possui uma literatura própria, mas bastante escassa e dispersa. É por isso que guarda-se como um tesouro o primeiro livro documentado com textos em creole, entitulado “Essais d´um bobre africain”, publicado pelo autor Francois Cresteim no ano de 1822.

A obra contém 17 poesias na língua nativa e um número menor em francês. Tendo que esperar trinta e dois anos para que o poeta Lolliot escrevesse um livro inteiramente em creole (1855). Mais tarde, este movimento nativo se extenderia ao teatro e à narrativa.

Dentro das numerosas obras mauricianas destaca o romance de Bernardino de Saint-Pierre entitulado “Pablo e Virginia”, onde se conta a história de amor entre dos jovens mauricianos destinados a separar-se. Virgínia tenta regressar à ilha, mas seu barco naufraga nos arrecifes da Ilha d´Amare. Pablo ve como morre sua amada e mais tarde ele próprio morre de dor e tristeza.

Locais Turísticos

Ilha Maurício aparece como uma delicada jóia rodeada e vigiada por um impressionante arrecife de coral. Esta proteção tem feito com que suas praias sejam uma delícia, verdadeiros paraísos onde é possível descansar o corpo, as idéias e o espírito.

Para descobrir Ilha Maurício temos dividido-a em 6 zonas. Iniciaremos o percurso pelo Noroeste, para continuar depois pela Costa Oeste. Daqui viajaremos pela Planície Central, desenvolvendo brevemente as principais povoações para viajar seguidamente pela Costa Sul. Finalmente nos transladaremos pela Costa do Leste, para concluir em rápida viagem as pequenas ilhas, fazendo especial parada em Ilha Rodrigues.

A Costa Noroeste

Esta região está limitada por Port Louis ao sul e Pereybere ao norte. É a zona mais quente de Ilha Maurício. Aqui encontra-se Port Louis e Grand Baie, uma das povoações com mais vida do país.

Port Louis

Com perto de 170.000 habitantes, a capital foi batizada com este nome em homenagem ao rei Luis XV da França. Fundada por Mahé de Labourdonnais no ano de 1736, na atual idade é o único porto da ilha, além de ser a sede do governo e da administração, sem esquecer que é o principal centro de negócios.

Para descobrir a cidade o melhor é começar por Forte Adelaida, a melhor testemunha do passado da capital pois foi uma das defesas da cidade. Conhecida como a “Cidadela”, foi construida entre os anos de 1835 e 1840. Recuperada recentemente acolhe espetáculos ao ar livre assim como representações teatrais.

As paisagens daqui são espetaculares, dão uma idéia da geografia de Port Louis. Muito próximo encontra-se o Convento de Loreto, com uma escola.

A Catedral Católica de São Luis reflete, o mesmo que outras muitas edificações, a clara influência exercida pelo império colonial galo. Sua construção demorou quase um século, começando no ano de 1752 de acordo aos planos de Cossigny.

No ano de 1929 sofreu uma importante modificação, pois se encontrava em muito mal estado. Seu interior acolhe os túmulos da mulher e o filho de Mahé de Labourdonnais. O Palácio Episcopal, situado atrás da Catedral, continua com a tradição colonial do século XVIII. Suas fortes e largas colunas suportam grandes balcões.

A Catedral Anglicana de Saint-James é fruto da transformação sofrida por um antigo paiol que agregou-se em um luxuoso campanário. Nos arredores há um agradável jardim.

Já na direção ao porto deve-se detener na Praça de Armas (“Sookdeo Bissoondoyal”), um formoso conjunto da época colonial onde estátuas de importantes personagens históricos como a Mahé de Labourdonnais, a do governador inglês Pope Hennessy ou a do político de Maurício, Sir William Newton, repousam à sombra de abundantes palmeiras.

No Palácio de Governo, construido pelo governador francês Decaen, se utilizaram alternativamente a madeira e a pedra talhada. Supõe um claro exemplo das construções coloniais francesas que começo foi o ponto central nas atividades dos ministérios.

Atualmente utiliza-se para determinadas reuniões da Assembléia Legislativa. Sua beleza não é seu exterior pois na decoração das salas e corredores combinam-se elementos diversos que provocam um espaço acolhedor. Nos pátios encontram-se estátuas como a rainha Vitória da Inglaterra ou a de Sir William Stevenson.

O Museu de Port Louis ou do Instituto, junto ao Palácio do Governo, é um museu de História Natural que acolhe importantes coleções de pássaros, peixes e borboletas. Aqui pode-se ver uma reprodução do místico pássaro dodó, além de contar com uma valiosa coleção de livros e manuscritos que fazem referência à história das Mascarenhas, sem esquecer alguns belos quadros, entre os que encontra-se um atribuido a Renoir.

Os Jardins da Companhia, no costado do Museu, é o melhor lugar para o descanso e o desafogamento da cidade, graças a sua pródiga vegetação. Aqui encontram-se estátuas de mauricianos notáveis como a de Remy Ollier, porta voz e defensor da população preta ou a de Adriem D’epinay, criador do jornal “Le Cerneén”.

Muito perto, o Teatro Municipal, construido em 1820, é uma das construções mais antigas que existem na cidade. As representações atualmente são na língua “creole” muito diferentes das originárias. Durante algum tempo foi centro de cantores e companhias francesas de teatro lírico. Há 20 anos, este tipo de espetáculo tem deslocado-se a um teatro mais amplo na cidade de Rose Hill.

Depois destas visitas lhe aconselhamos ir ao Porto, onde o movimento de mercadorias e de pessoas constitui um espetáculo. Os vestígios históricos da cidade não têm nada a invejar aos cais de quase 700 metros de longitude que conformam o inacreditável porto. No seu tempo contou com fortalezas para defesa situadas em ambos os extremos da boca do porto como a de Fort George ao norte e Fort William ao sul.

Desde o porto pode-se chegar ao Mercado Central conhecido como o “Bazar”. Diariamente a zona de alimentos recebe entre 25.000 a 40.000 pessoas, convertindo-se em um dos mercados mais concorridos do mundo. Nele, a pechincha converte-se em arte na hora de adquirir os produtos mais variados. Os sons, cheiros, a magia e a cor embelezam os sentidos.

Finalmente e antes de abandonar a barulhenta capital, que dorme serenamente pelas noites para receber todos os dias os seus habitantes procedentes das povoações do Planalto Central, aconselhamos visitar a mesquita Jummah erguida no ano de 1895 por um grupo de construtores heterogêneos. Da Índia trouxeram todo tipo de artesãos como escaiolistas, escultores, decoradores o modeladores.

Os materiais não diferenciam-se muito do resto das construções (pedra, madeira ou gesso), porém, foram importados de Bombay. A porta de entrada e o muro que a contorna contam com relevos representando diferentes motivos. No interior podemos destacar o mausoleu de Peer Jamah Shah. Como em todas as mesquitas toda sua beleza está reservada aos muçulmanos, sendo o lugar destinado à oração e ao recolhimento.

Em Port Louis estão concentradas todas as pagodas da ilha e recomendamos ir a alguma delas para admirar suas ricas cores, talhas, imágens, assim como a reverência e as oferendas que realizam os fiéis.

Le Domaine des Pailles

Trata-se de um recente projeto, próximo a Port Louis e aos pés da montanha, que proporciona uma grande variedade de atrações. Não esqueça de realizar um passeio nas belas casas, degustar os pratos mais variados nos diferentes restaurantes (um deles com móveis de época e louça da Companhia de Índias), admirar os cervos e queixadas em liberdade, sem esquecer um passeio pelo jardim com centenas de flores. Na zona encontrará, também, um centro hípico, cassino e espaços dedicados para os menores.

Muito próximo Pieter Both, a segunda montanha mais alta do país com 823 metros. No alto do seu cume encontra-se uma grande rocha que conserva estranhamente o equilíbrio e que ameaça constantemente cair. A ascensão apresenta certa dificuldade.

Para a Grand Baie

Deixando Port Louis e continuando pela rodovia que interna-se para o norte e antes de chegar a Grand Baie, é recomendável parar em alguns lugares muito atrativos.

Jardim de Pamplemousses

O Jardim encontra-se na metade do caminho entre Port Louis e Grand Baie. É conhecido também com o nome de Jardim Botânico “Sir Seewoosagur Ramgoolam” e antigamente como o Real JardimBotânico. O termo “Pamplemousses” procede da palavra holandesa “pompelmoes”, que significa pomelo. Alguns afirmam que deriva do tamil “Bambolmas”. Independentemente de seu significado, o jardim é um dos principais atrativos da zona, gozando de um excelente prestígio entre os botânicos de todo o mundo.

Um dos primeiros e mais importantes governadores franceses, Mahé de Labourdonnais, comprou em 1735 a residência “Mom Plaisir” e seus arredores, para administrar produtos de hortas à família do governador, à cidade de Port Louis e aos barcos que ancoravam nela. Mais tarde, a Companhia das Índias plantaria amoreiras destinadas à industria do verme de seda.

Porém, foi Pierre Poivre, intendente da ilha em 1767 quem criou este jardim, após comprar a residência para a Companhia das Índias, dotando-a de condições climáticas adequadas para cultivar diferentes espécies botânicas (canela, cravo, pimentão, noz moscada, etc.), assim como para outras espécies indígenas.

Nicolás Cére foi seu sucessor na direção do jardim e graças a ele este lugar passou ser conhecido mundialmente pelos maiores naturalistas. Dos 100 hectares que possuiam inicialmente hoje conservam-se em bom estado perto de 25, onde o mais mínimo detalhe deste maravilhoso jardim encontra-se refinadamente cuidado.

Surpreende a variedade de palmeiras com mais de 80 qualidades diferentes, algumas tão espetaculares como os tallipots (“Corypha Umbraculifera”), estranhas palmeiras que florescem a cada 40 ou 60 anos, atingindo os três metros de altura e morrendo depois da floração, as palmeiras em forma de garrafa (“Hiophorbe Lagenicaulis”), as palmeiras do vinho, pois do suco fermentado se obtém um saboroso vinho ou as palmeiras reais (“Roystonea Regia”), entre outras.

O jardim possui, também, um belo tanque de plantas aquáticas onde crescem diferentes espécies de canas e bambu O Tanque dos Nenúfares acolhe nenúfares gigantes (“Vitória Régia”) que distinguem-se não apenas pelo tamanho, mas porque suas pétalas são de cor branca durante o dia e de cor rosa ao cair a tarde. A fauna constitui também outro dos atrativos do jardim. Em seu recinto habitam diversas espécies como as tartarugas gigantes com uma média de vida de 300 anos.

Na entrada aos jardins há uma cerca de ferro forjado, prêmio da Exposição Internacional de Londres de 1851, desenhada por Francois Liénart de Lamivoye. O edifício de Mom Plaisir é fruto da colonização inglesa em meados do século XIX. Entre outros detalhes, encontram-se restos de uma antiga prensa utilizada para a extração do açúcar. (Horário: todos os dias das 6.00 às 18.00 h.).

Nas aproximidades do jardim levanta a Igreja de São Francisco, do ano 1756, sendo a mais antiga de Ilha Maurício.

Daqui pode-se fazer um deslocamento para o Lago A Nicoliére que distingue-se por estar situado a 600 metros de altitude, sobre a montanha Moka. Chega-se a ele pela estrada de Pamplemousses à Poste-d-Flacq.

Grand Baie e Arredores

Grand Baie, à 20 quilômetros de Port Louis é, sem dúvida, uma das baias mais formosas da Ilha Maurício. Conhecida como a “Costa Azul” constitui um belo e exclusivo paraíso. Rodeada de palmeiras e bouganviles soube conservar sua fisonomia, integrando delicadamente as construções, sem danar ou romper o ambiente.

Com rítmo de vida trepidante, onde abundam restaurantes chineses, crioulos ou franceses, as lojas de roupa e artesanato, os bares, cafés e discotecas, tudo isso tem feito de Grand Baie o lugar preferido para quem gosta da diversão e os esportes. Suas praias, que extendem-se por todo o litoral são uma delícia.

Aqui pode-se praticar mergulhos, assim como navegar pelas costas ou então alugar uma bicicleta ou motocicleta e percorrer sossegadamente a zona.

Para o norte de Grand Baie encontra-se Pereybere, enquanto ao sul, pelo litoral, depois de Pointe aux Canonniers, localiza-se Mont Choisy, uma das melhores praias do país. Durante os finais de semana e feriados acolhe centenas de pessoas que acampam nos arredores.

Continuando para o sul, localiza-se Trou aux Biches, uma pequena cidade costeira com excelentes praias de areia branca. Muito perto encontra-se o Aquarium Center acolhendo mais de duzentas espécies de peixes, corais, esponjas e invertebrados, próprios das águas da ilha. (Horário: todos os dias das 9.00 às 17.00 h.). Aconselhamos fazer uma incursão ao interior, a Triolet, para admirar um belo templo hindu.

Continuando pelo litoral para o sul, a encantadora praia de Pointe aux Piments, seguida de Balaclava, desde onde pode-se chegar a Moulina Poudre, com estrela em memória de um antigo príncipe deportado pelos ingleses no ano de 1825.

Em Arsenal pode-se ver restos de um antigo arsenal francês, enquanto que em Saint Croix, depois de deixar Terre Rouge, encontra-se o Túmulo do Padre Lavall.

O Planalto Central

Ilha Maurício nasceu como conseqüência da ação vulcânica e é nesta zona onde encontram-se as pegadas visíveis, nas crateras extintas, desta atividade e do passado. Nesta região concentra-se a maioria da população, sobretudo por que as temperaturas são mais frescas que no resto do país. Iremos fazer um percurso pela rodovia principal, que comunica Port Louis, ao norte e Mahébourg ao sul, parando nos principais lugares de interesse.

Beau Bassin

Cidade irmã de Rose Hill, recebe seu nome de um velho tanque convertido hoje em uma piscina. Foi fundada pelos mauricianos que fugiam, a finais do passado século, da epidemia de malária que invadiu a costa de Maurício, refugiando-se no interior da ilha, sob a proteção da zona, pois nela não podiam reproduzir-se os mosquitos.

Entre seus atrativos recomendamos realizar uma visita ao Jardim de Balfour (Parque Municipal), em frente ao Castelo de Reduit. Trata-se de um agradável espaço verde situado á beira de um profundo barranco onde brotam várias cascatas.

Não esqueça de aproximar-se do Mosteiro de Thabor, antigo convento e atual residência da hierarquia católica (foi aqui onde alojou-se o Papa João Paulo II durante sua estadia em Ilha Maurício) e ao cemitério judeu. A Rue Boundary é a avenida que comunica as duas cidades.

Rose Hill

Esta população deve seu nome à bela luz rosada que provoca o sol, especialmente ao amanhecer, sobre a montanha Corps de Garde e que, conforma avança, se apossa sobre a Igreja de Montmatre, similar à que existe na França.

A cidade é um importante centro de compras e nela distingue-se a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes e a Praça, que acolhe a Prefeitura, o Teatro, a Galeria de Arte de Max Boulle, o Museu Max Moutia e a Biblioteca Pública. Pode dar um passeio pelas numerosas lojas que fazem da cidade um grande centro comercial.

Eureka

Antes de continuar para o sul é preciso fazer uma parada em Eureka, onde se chega pelo desvio à Moka. Trata-se, sem dúvida, de uma das casas mais belas da ilha. Construida em 1830, sua arquitetura resume a típica construção das casas coloniais crioulas.

Rodeada de um belo parque de 20 hectares, limitado pelo rio Moka, a cascata e a montanha Ory, a casa esta decorada com uma excelente coleção de móveis antigos, quadros e outros objetos artísticos, sem esquecer as 56 portas e janelas.

Tem uma pequena casinha anexa, onde encontra-se a antiga cozinha com todos os utensílios da época. Nela há um restaurante que oferece diferentes cardápios. O serviço é impecável, destacando as delicadas louças de porcelana, o cristal e a prata da época. A decoração do lugar faz com que o visitante reviva épocas remotas. É indispensável reservar com suficiente anticipação. (Horário: todos os dias das 9.30 às 17.00 h.).

Castelo de Reduit

Situado entre os rios Cássio e Terre Rouge e um escarpado barranco, o castelo, embora seja difícil de imaginar, foi escolhido pelo governador francês P.B. David como lugar de refúgio para mulheres e crianças em caso de ataque britânico. Trata-se de uma reconstrução, pois a construção original de madeira foi destruida por um ciclone. De estilo colonial, serve como casa de cerimônia para banquetes oficiais ou para suntuosas recepções organizadas pelo governo.

Chama a atenção as colunas, galerias abertas, pavilhões em ângulo e seus belos jardins. A visita deve ser feita em companhia de um guarda de segurança.

Quatre Bornes

Continuando pela estrada principal, para o sul, localiza-se Quatre Bornes, a “cidade das flores”. Basicamente é um lugar residêncial onde a indústria e o comércio tem tido um bom desenvolvimento. Aqui o que há para fazer é passear tranquilamente para perceber de perto a vida e o rítmo cotidiano de seus habitantes. Não deixe de ir a rua principal Route St. Jean, que concentra numerosas lojas e relaxantes espaços verdes.

Vacoas – Pohenix

Quando os ingleses deixaram Maurício, numerosos grupos de pessoas deslocaram-se às abandonadas barracas desta zona. O nome de Vacoas vem de uma planta chamada “vacois” e neste distrito percebe-se a herança inglesa nos jardins e verdes zonas como a do Clube Gymkhana. Graças à tradição agrícola pode-se ver numerosos postos e lojas onde se vendem diferentes produtos do campo. Entre seus atrativos encontram-se o mosteiro Carmelita e o Templo Hindu. Na zona de Phoenix concentram-se numerosas indústrias.

Trou Aux Ceres

Trata-se de uma cratera vulcânica de 85 metros de profundidade e 200 de diâmetro, situada a 3 quilômetros de Curepipe.

Daqui obtém-se vistas de sonho: ao norte a montanha Longue, o Pouce e Pieter Both; ao oeste a montanha Rempart e a grande planície; e ao sudoeste, as montanhas da vizinha Ilha de A Reunião que em dias claros pode-se divisar.

Curepipe

Situado a 20 quilômetros de Port Louis, Curepipe é, essencialmente, uma zona residencial com perto de 70.000 habitantes. Seu nome procede do momento de descanso, após comerem, os franceses se dedicavam a limpar sua pipa (“cure-pipe”).

Os habitantes de Port Louis, fugindo da epidemia de malária declarada nos finais do século XIX, deixaram como herança algumas das melhores casas coloniais construidas em madeira. O estilo colonial se aprecia claramente na Prefeitura e na Biblioteca Pública, onde encontram-se manuscritos sobre a história das Mascarenhas.

Os jardins alojam uma réplica em bronze da estátua de Pablo e Virginia, personagens do romance de Bernardino de Saint-Pierre. Aconselhamos visitar o Colégio Real, construido no século XVIII, sendo um dos liceos mais antigos da Commonwealth, a Basílica de Santa Elena, fundada em 1927 e situada à entrada da cidade, que distingue-se pelas colunas interiores e balaustradas de mármore branco e o Jardim Botânico, um dos mais interessantes depois do Jardim de Pamplemousses. A flora mais variada se entre seus enrrolados caminhos, velhas árvores tropicais, palmeiras, mirobálamos, ravenalas (árvore do viajante), hortências e nenufares, entre outras espécies.

Em Curepipe encontram-se os famosos talhadores de diamantes vindos da África, maioritariamente. No bairro residencial de Floréal a compra destas pedras está livre de impostos.

Além das gemas, em Curepipe encontrará as melhores maquetes de barcos antigos, realizados por experimentados artesãos de acordo a planos oficiais, sem esquecer as lojas chinesas, indiana ou européias, que oferecem produtos como peças de marfim, de jade, de madeira e preciosos bordados, entre outros produtos.

E embora ache inacreditável, aconselhamos adquirir sua roupa de inverno, pois a indústria têxtil de Maurício é uma das mais importantes a nível mundial.

Mare Aux Vacoas

Deixando a estrada principal e fazendo uma incursão para o Oeste, a 6 quilômetros de Curepipe e rodeado de pinheiros, plantações de chá e “vacoas”, encontra-se o lago natural Mare aux Vacoas. Com mais de 30 milhões de metros cúbicos constitui o ponto central de abastecimento de água das povoações vizinhas.

Grand Bassim

Mais para o oeste chega-se a este belo lago vulcânico situado a 600 metros de altitude. Segundo a tradição hindu, do norte da Índia, suas águas estiam em contato com as águas do rio sagrado Ganges. Nas beira celebram-se festas e peregrinações ao longo do ano.

Champagne

É a parte mais elevada da planalto central da ilha com 740 metros. Nesta zona encontram-se as impressionantes e belas Gargantas da Riviére Noire, onde as árvores tropicais formam bosques de juncos, eucaliptos ou ébanos. É uma das reservas naturais da ilha por aves como a pomba rosada ou o cernícalo fazerem seus ninhos nesta zona. Muito perto, as montanhas de Pitom Grand Basim e Pitom Savanne, superando os 700 metros.

Chamaro

Continuando mais para o norte e já perto da costa oeste encontra-se Chamarel, chamada a “terra das sete cores”, pois mantém nas colinas capas de cinzas vulcânicas de sete tons diferentes como o vermelho, violeta ou ocre. Daqui pode-se chegar à montanha Pitom da Riviere Noire, a mais alta de Ilha Maurício, sem esquecer o passeio recomendado até a Cascata de Chamarel.

A Costa Oeste

Esta zona extende-se desde Port Louis, ao norte até Morne Brabant, ao sul. É também o lugar onde as montanhas se acercam mais às costas e ao mar. Destacam suas brancas praias combinadas com as suaves pendentes.

Flic en Flac

Entre os lugares mais importantes, para o sul de Port Louis encontra-se Flic em Flac, um antigo ponto de encontro de corsários e lugar de repartição de numerosos botins. O nome deriva-se do som que produzem os passos dentro das charcas. Junto a Wolmar constitui uma das praias mais turísticas da zona oeste.

Basta só dizer que mais de 50 por cento da população é de turistas. Aqui encontrará numerosos cervos, graças aos bons pastos.

Parque de Pássaros Casela

Situado entre Flic em Flac e a Baia de Tamarin, aos pés do Monte Cascavelle, o Parque Casela foi criado em 1979 por uma iniciativa privada do grupo WEAL.

A melhor nota para defini-lo é a variedade, em outras palavras, sua razão de ser. O santuário aloja mais de 2, 000 aves de mais de 142 espécies diferentes, procedentes dos 5 continentes.

Tanto as cacatúas de Molucas e de Timor, quanto os lotos de Panamá, periquitos pretos de Madagascar, perus reais da Índia, pombas rosas de Maurício (uma das aves mais raras do mundo), francelhos americanos, faisões de Lady Amhrst, mochos, corvos, flamingos, cisnes, patos, despertam o interesse dos visitantes.

O parque dispõe de um modesto zoológico onde podem admirar-se macacos, tartarugas gigantes, panteiras, leopardos, tigres ou cervos de Java.

Desde a lanchonete de Casela se obtém excelentes panorâmicas. (Horário: todos os dias das 9.00 ás 18.00 h. de outubro a março e das 9.00 às 17.00 h. de abril a setembro).

De Tamarin a Le Brabant

Pelo litoral, encontra-se a Baia de Tamarin, sinônimo de quilômetros de praias. O nome procede da abundância de árvores de tamarindo, uma fruta deliciosa para o preparo de uma bebida, o melhor para saciar a sede.

Tamarim é um dos lugares internacionais para a prática do surfing, especialmente durante os meses de junho e julho. Além do sol, tábuas de surf, areia e mar, se dispõe de tempo, não deixe de ir às Cascatas de Tamarin, as mais altas da Ilha Maurício, de muito fácil acesso (também é possível chegar por Vacoas).

Depois desta preciosa baia, aparece a Baia Grande Riviere Noire, seguida da Baia Petite Riviere Noire. Daqui pode-se ver a ilhota Fortier e a ilhota Malais. Mais para o sul, as praias extendem-se e na frente delas, a Ilha Benitiers, território fascinante.

Neste ponto já percebe-se a pequena península de Le Morne Brabant, onde levanta-se, imponente, uma preciosa montanha de 550 metros de altitude. A seus pés, um luxuoso hotel com todos os serviços e comodidades.

A Costa Sul

A característica desta zona, que extende-se desde Morne Brabant até as aproximidades de Mahébourg, é a ausência do arrecife em determinadas partes. É aqui à altitude de Souillac, onde o mar entra às costas com todas suas forças.

De Morne Brabant à Baia Azul

Deixando Morne Brabant, a estrada que continua pelo litoral desde onde se aprecia a Ilhota Forneau, vai-se descobrindo preciosas baias como a Baia de du Cap, Maconde ou Jacolet, assim como pequenas povoações como Surinam e a bela vila de Souillac, trepada no alto de esbeltos rochedos.

A primeira distingue-se pela aproximidade às Cascatas de Rochester e à Reserva de Crocodrilos A Vanille, uma impactante reserva de mais de 400 crocodilos procedentes de Madgascar. Conta com um modesto zoológico com macacos, morcegos, cervos, cobras, lagartos, tartarugas, águias, etc. (Horário: todos os dias das 8.30 às 17.00 h.).

Souillac

Souillac batizada com este nome em homenagem à Francisco Vizconde de Souillac, conta com atrativos como os Jardins de Telfair, a Mansão de Coral, o Museu Histórico, em uma série de bangalos que exibem objetos pessoais de Robert Edward, o “poeta do oceano Índico”, assim como seu cemitério, onde encontram-se alguns dos túmulos mais antigos da ilha.

Muito próximo Gris Gris, o ponto mais meridional da ilha e desde onde pode-se admirar e sentir a força do mar batendo nos rochedos. Neste ponto o caminho se interna e é imposível continuar pelo litoral. Porém, pode-se fazer incursões interessantes para Savannah e Mont Desert, próximos ao aeroporto internacional e à Baia Azul.

A Costa Leste

Iniciaremos o percurso na cidade de Mahébourg, para continuar pela costa, para o norte, até Pereybere, o lugar onde iniciamos nosso percurso.

Mahebourg

Situada a 3 quilômetros do aeroporto, Mahébourg foi fundada no ano de 1805, em homenagem a Mahe de Labourdonnais, pelo general de Caen, último governador francês. Trata-se de uma preciosa vila onde o passado colonial percebe-se com muita força.

A cidade está unida a Ville Noire (Cidade Preta) pelas pontes mais belas da ilha. Graças à construção da rodovia que comunica com Curepipe, as Praias Baia Azul e Pointe d´Esny, das mais belas do país, tem cobrado grande importância.

O mais recomendável é iniciar a visita no Museu Naval, alojado em uma mansão do estilo colonial francês e o lugar onde os oficiais franceses e ingleses foram curados de suas feridas. Exibe peças como canhões, mobília da época, objetos pessoais e diversas armas da memorável batalha que teve lugar na Ilha de Pasee, onde triunfaram as tropas napoleônicas.

Muito perto encontrará as igrejas Nossa Senhora dos Anjos e a Catedral de São Luis. Desde o campanário obtém-se excelentes panorâmicas. Recomendamos-lhe fazer um passeio pela Calle Souffleur que conduz ao embarcadeiro, onde reinam a alegria e o barulho.

Na Pointe des Reagates, lugar de encontro de navegantes, levanta-se o monumento aos marinheiros que perderam sua vida na Batalha. de Grand Port. Lembre que em Mahébourg encontrará interessante artesanato, especialmente os modelos de barcos em madeira.

Le Domaine Du Chasseur

Muito perto de Mahébourg encontra-se o Coto do Caçador, uma grande fazenda privada de 950 hectares, onde abundam as peças de caça maior e os espaços de recreio. Encontra-se encravada no centro de Grand Bois, à 20 minutos do aeroporto.

Na zona para a caça abundam os cervos de Java e as queixadas. Se você não é dos que gostam desta atividade pode perder-se entre os bosques de ébanos, canelas, palmeiras e eucaliptos onde habitam numerosas aves, como o raro francelho, assim como irrequietos macacos. Domaine du Chasseur dispõe de restaurante, bar e chalets para hospedagem.

De Pointe Du Diable Para Pereybere

Continuando pelo litoral, desde Pointe du Diable, sucedem-se encantadoras baias que combinam-se harmoniosamente com costas rochosas como a Grand Riviere Sude Est e povoados como Beau Champ, um dos engenhos de açúcar mais antigos.

Nesta rota é necessário deter-se em Trou d´Eau Douce, que dá passo a mais de 10 quilômetros de praia de areia fina; na Baia de Touessrok, para visitar Ile aux Cerfs, um inacreditável paraíso, em Pointe Quatre Cocos, na preciosa praia de Belle Mare, onde encontram-se imemoráveis hotéis, em Poste de Flacq, em Poste Lafayette, em Pointe Lascars ou em Poudre d´Our, para viajar a Ile d´Ambre. Finalmente em Grand Gaube, muito perto de Pereybere e Grand Baie.

As Ilhas de Maurício

Em torno de Maurício encontram-se perto de 20 ilhas de diferentes proporções e características. Algumas constituem belos cenários de natureza, enquanto outras são o mais próximo do paraíso.

Ile Aux Cerfs

A Ilha dos Cervos seja talvez a mais bela da costa leste, graças a suas belas praias com palmeiras e coqueiros. Através de uma curta travessia de 10 minutos pela lagoa chega-se a este édem, onde a prática de diferentes esportes aquáticos, o descanso, o sol e a tranquilidade são as notas predominantes. À uns poucos metros, separada por uma estreita faixa de mar que pode-se franquear a pé, encontra-se a Ilhota Mangenie, um lugar selvagem, onde reina a liberdade.

Ile Ronde-Ile Aux Serpents

Com uma extensão de 417 hectares Ile Ronde encontra-se a 22 quilômetros ao norte de Maurício. Trata-se de um dos cenários mais espetaculares onde habitam cobras pretas, (pequenas boas), calangos e pailles-en-queue, de diferentes cores. Mais para o norte encontra-se Ile aux Serpents, uma ilha totalmente árida onde se reunem centenas de aves marítimas.

Ile D’Ambre

Esta ilha é famosa pelo célebre naufrágio do St. Géran, narrado no célebre romance “Paul et Virginie” do autor Bernardim de St. Pierre. É um dos melhores lugares para quem gosta de acampar. Em um futuro não muito longe se pensa construir um complexo turístico.

Outras Ilhas

Destacam também, Ile da Passe, onde teve lugar a Batalha entre franceses e ingleses, Ile Marianne, Ile aux Fouquets, Ile Vacoas, Ile des deux Cocos, Coim de Mire, Ile Plate, Ile aux Benitiers ou Ile aux Aigrettes. O Arquipélago Cargados Carajos, um grupo de 22 pequenas ilhas ao norte da Ilha Rodrigues, enquanto o Arquipélago de Chagos está mais perto das Ilha Seychelles.

Ilha Rodrigues

Juntas a Ilha Maurício e a Ilha Reunião constituem o arquipélago das Mascarenhas. É a menor das ilhas, com uma superfície de 104 quilômetros quadrados e uma população próxima aos 38.000 habitantes. Sua longitude máxima, desde Pointe Cotom ao leste à Pointe Mapou ao oeste é de 18 quilômetros aproximadamente, enquanto a largura máxima, desde “Jantac” ao norte a “Pointe Poursuite” ao sul é de 8 km.

Ilha Rodrigues encontra-se a 560 quilômetros de Ilha Maurício e sua principal característica é o isolamento e o modo de vida arcaico dos habitantes, razão pela qual é conhecida como a “Cinzenta das Mascarenhas”. Seu relevo é menos montanhoso que o de Ilha Maurício e conta com preciosas praias e baias.

É um lugar ótimo para aqueles que procuram descanso, já que o rítmo da ilha é muito devagar. O tempo em Rodrigues transcorre em outra dimensão. No interior pode-se realizar diferentes excursões, sendo os lugares mais visitados as Grutas, A Ferme, Quatre Vents, Pointe A Guele, Citronelle, Malabar, Roche Bom Dieu, Riviere Banana, pequenas vilas comunicadas por solitários senderos.

Port Mathurim, o único porto da ilha e o povoado mais importante, oferece excelentes construções coloniais e um animado mercado. A melhor forma de chegar a Ilha Rodrigues é por via aérea. Air Mauritius faz um vôo diário de ida e volta (o trajeto tem uma duração de 90 minutos). A linha aérea conta com seu próprio hotel, o Cottom Bay, o melhor da ilha, provido dos melhores serviços e comodidades.

Gastronomia

Em Ilha Maurício a gastronomia brilha pela diversidade. Tem tantos pratos como etnias que convivem e suas especialidades se contam na mesma proporção dos povos que nela vivem, sejam procedentes da Àsia, África ou Europa.

Uns e outros tem feito sua aportação aos diferentes pratos de origem chinesa, indiana ou crioulo. Curiosamente todos têm como base e ponto de coincidência o arroz, o frango, os peixes e os mariscos. Além disso, percebe-se a influência francesa, herdada dos primeiros colonos que adaptaram seus temperos e sabores aos produtos locais. Com a chegada dos africanos e mais tarde dos hindus e chineses, a gastronomia de Maurício cobrou uma dimensão plural e cosmopolita.

Convidamos a deixar-se seduzir pela rica variedade de sabores, cores e aromas dos pratos nativos e pela maravilhosa e delicada apresentação. Para começar, os desjejuns, abundantes, são acompanhados de deliciosos sucos de frutas tropicais. Tem de abacaxi, mamão, manga, goiaba, melão, banana, pera, melancia, laranja, limão e um longo etcétera. Estamos seguros que ficará apaixonado.

Quanto às comidas e pratos fortes, os ingredientes principais para sua preparação são o tomate, chamado “Pomme d´amour”, a cebola e o alho que proporcionam sabor e o gengibre, dando aos pratos uma dimensão única. Por outro lado, quase todos os pratos são acompanhados de arroz e de achards, um tempero de frutas e legumes macerados em vinagre e em ocasiões com limões marinhadas.

A cozinha indiana, uma das mais importantes, tem sua base no curry e no arroz. Em Maurício conhece-se como “carri” e lhe convidamos a experimentar o carri-boeuf, carne de vaca com curry, carri-porc, de porco o carri-poisson, de peixe. Sem dúvidas, o sabor e a variedade que os cozinheiros mauricianos têm criado é uma delícia.

E como prova deste atrevimento e originalidade, muitos pratos se preparam com tamarindo, uma fruta de sabor agridoce. Outro dos ingredientes básicos é a guíndia, uma das espécies favoritas que dignificam e enaltecem o sabor da comida.

É óbvio que a aproximidade do oceano deixa sua pegada particular na gastronomia mauriciana. Comece por um bom caldo de carangueijo e continue com umas ostras gratinadas, que apesar de seu reduzido tamanho, são uma delícia.

Como prato forte lhe aconselhamos decantar-se pelo marlím defumado (peixe-espada) ou bem um peixe à vindaye, molho de especiarias ao vinho com alho. Preferindo pode perguntar pelo polpo à vindaye, sem esquecer as variedades de atúm, salmão, camarões e mariscos temperados com tomate, noz moscada, anís e carne de frango desmanchada.

Com apetite menor, deve perguntar por um dos pratos mais populares, a “salada dos milionários”, preparada com o coração da palmeira ou do palmito. Graças a sua textura e versátil sabor, pode afirmar que é uma maravilha.

Para finalizar, nada melhor que uma fresca fruta, seja ao natural ou preparada ao estilo de cada cozinheiro.

Bebidas

Quanto ao café, sutil e delicioso, perfumado à baunilha, segundo o estilo crioulo. Ao cair a noite não há mais remédio que render-se aos coquetéis tropicais, a base de exóticos frutos acompanhados pelo rum da ilha.

A lista de restaurantes em Ilha Maurício é muito variada. Abundam os restaurantes especializados em comida européia, crioula, indiana, chinesa ou italiana. A continuação encontrará uma sugestiva lista.

Restaurantes em Port Louis

Kwang Chow Queem St: Comida chinesa, especialmente cantonesa.
Briani House: 
44, Corderie St. O melhor lugar para os que gostam da comida vegetariana.
Les Pailles: 
À 10 minutos de Port Louis, no centro de um pacífico vale. Conta com 4 diferentes restaurantes, para todos os gostos.
Au Clos St. Louis: 
Alojado em um precioso cenário de mármore indiano. Oferece um cardápio para os paladares mais exigentes. Em Domaine à 10 minutos de Port Louis.
A Cannelle Rouge: 
É um dos melhores lugares para tira gostos. Em Domaine.
Indra: 
Em um elegante espaço onde os entusiastas da cozinha indiana encontrarão um paraíso.
lhe Lodge: 
Situado na montanha, próximo ao English Club. Excelente para grupos reduzidos. É indispensável fazer reserva.

Restaurantes em Gran Baie

lhe Carnivore: Um dos melhores restaurantes de Ilha Maurício. Especialidade em carnes com mais de 12 tipos diferentes, cozidas todas elas em separado nos assadores de lenha.
Beatrice: 
Comida italiana em um agradável ambiente.
lhe Cafe de París: 
Maravilhoso ambiente, excelente comida em uma atmosfera animada.
lhe Capitaine: 
Situado na praia com espetaculares vistas. A especialidade são os peixes frescos. Experimente o prato do estilo indiano chamado o “peixe do capitão” cozido em folhas de bananeira.
Sakura: 
Especialidade em comida japonesa.

Restaurantes em Troux au Biche

A Biche: Peixes e mariscos.
A Sirene: 
Especialidades locais em um agradável ambiente.
L´Exotique: 
O melhor em peixes e mariscos.

Restaurantes em Curepipe

A Nouvelle Potiniere: Sir Winstom Churchill St. Especialidades em pratos europeus e crioulos. 
Moghul Mahal. A Louise: 
Comida indiana e paquistã. Uma viagem ao Longe Oriente.
A Belle Epoque: 
Branstom House. Além da especialidade da casa, deliciosas crepes, oferece excelentes pratos crioulos.

Compras

Ilha Maurício é do seu jeito um pequeno paraíso para os amantes das compras. Não apenas pelo fato da variedade de cores, formas e figuras, derivadas do conjunto das raças, mas pelo fato de que comprar qualquer coisa se transforma em uma experiência única já que pechinchar e a simpatia dos vendedores é um acréscimo à mais.

Entre todas as ofertas aconselhamos que adquira algum dos instrumentos musicais nativos como o ravane, espécie de tambor com que realizam-se os rítmos da “sega” ou um bobre, de origem africano. Trata-se de um arco com uma calabaça com a que produzem vibrantes sons.

Para não esquecer a estadia em Maurício deve comprar especiarias procedentes da Índia, e levar o sabor do trópico a nosso regresso. As ervas para as infusões são outra alternativa (algumas são excelentes remédios medicinais), sem esquecer uma sacola de café. Também poderá levar o sabor da ilha comprando frutas tropicais e uma boa garrafa de rum mauriciano.

Quanto aos trabalhos artesanais são muito variados. Comece com os trabalhos de cestaria, fabricados com diversas fibras como as obtidas das palmeiras, bambu ou dos cipós.

Tem de todas as formas e tamanhos. Destacam também, os tecidos da zona de Vacoa, um dos trabalhos artesanais mais importantes do país, pois realiza-se de acordo às anscestrais tradições dos primeiros malgaches.

Não esqueça de adquirir esteiras, bolsas, trabalhos em macramê, esbeltas bonecas mauricianas, langosteras, pantalhas para lâmpadas, colares, brincos, broches o algum dos formosos arranjos florais. Se dispõe de tempo aconselhamos chegar a alguma das fábricas têxteis onde encontrará a mais ampla gama de desenhos, modelos e estilos em blusas, “saris”, capas, camisetas, roupa de banhos ou biquinis.

Se deseja é imortalizar durante um tempo a beleza da ilha a melhor opção é comprar uma das lembranças mais típicas do lugar, a flor “Anthurium” que vende-se empacotada pela sua longa duração, ou então uma representação do dodó, pássaro místico da ilha.

Entre os trabalhos mais representativos de Maurício encontram-se os delicados trabalhos em madeira, sobretudo as maquetes de barcos belamente decoradas.

Realizados com paciência, os artesãos capricham para reproduzir fielmente as antigas embarcações da Companhia das Índias ou as velhas mansões de madeira do estilo crioulo ou velha mobília, próprios da época colonial.

Outro dos trabalhos mais representativos são as peças de terracota, os trabalhos de basalto, aço, os artigos de moda, as belas pinturas sobre tela e papel de influência naif e os cartões de papel belamente decorados e adornados com flores secas. São também muito interessantes os trabalhos artesanais de joalheria, livre de impostos, sobretudo na zona de Floreal, onde é possível adquirir peças de ouro e brilhantes a preços muito ventajosos.

As compras podem ser feitas em todas as grandes povoações da ilha. Alguns hotéis dispõem de suas próprias galerias e alguns desenham suas próprias roupas de vestir com o logotipo do hotel.

Porém, um dos melhores lugares para comprar, onde é possível perceber muito de perto o dinamismo dos mercadores é o Mercado Central, conhecido também como o “Bazar”. Talvez seja o maior mercado do mundo, pense só que por ele circulam diariamente de 25.000 a 40.000 pessoas.

Aqui vende-se de tudo e não esqueça que a norma, como em numerosos lugares, é pechinchar.

População e Costumes

A população de Ilha Maurício é o resultado de uma contínua imigração de diferentes raças procedentes de Madagascar, Europa, África e Ásia. Este feito tem convertido a Maurício em um rico e interessante micro-cosmos étnico e cultural.

É que cada uma destas raças tem trazido sua particular cosmo-visão, crenças, desejos e peculiar forma de entender a existência. Maurício é o encontro de muitos mundos, é um viagem à essência do homem. Os atrativos de Maurício não limitam-se às belas praias, magníficos hotéis ou exóticos restaurantes, é sua população, nascida de diferentes sangues, raças, culturas e religiões, o verdadeiro atrativo do país.

Apesar de sua diversidade, o comum denominador dos habitantes da ilha, o marco que identifica aos mauricianos é, sem dúvida, o franco, aberto e contagioso sorriso. Este gesto sincero é o seu cartão de apresentação. Não em vão denominou-se o país com o significativo nome de “O sorriso do Índico”, junto a outros títulos como “O Esplendor ou a Pérola do Índico”.

Por outro lado, os mauricianos são pessoas que respeitam o meio ambiente, vivendo com profunda harmonia. É por isso que partilham com generosidade sua alegria por saber-se habitantes de lugares paradisíacos.

O país é um território tranquilo, rico em muitos aspectos humanos e aí está o popular slogan turístico: “nas Maurício não há problemas”.

Talvez a calma respirada e o bem estar a inundá-la, tem levado seus habitantes a bater recentemente o recorde de natalidade.

Trata-se de uma nação jovem mas comprometida com seu passado e com sua história, disposta sempre à diversão, à festa e ao encontro com o estrangeiro e o visitante. É por isso que sempre estão preparados para o diálogo, interessando-se pela vida do turista.

É necessário ter paciência perante a cascata de perguntas que costumam fazer, desejosos por conhecer a procedência, costumes ou gostos dos forasteiros. Porém, suas perguntas têm um só fim, comprazer seus convidados. Para os mauricianos, o turismo não significa apenas fonte de recursos mas a possibilidade de ampliar conhecimentos e sobretudo, a possibilidade de estabelecer relações afetuosas e amistosas.

Surpreenderá em ver como os mauricianos, em um curto tempo, convidam-lhe a sua casa e inclusive a sentar-se em sua mesa, para compartilhar a comida. Este é o melhor exemplo e testemunha de sua indiscutível hospitalidade e generosidade. Em geral, o ilhéu não pedirá nada em troca de suas atenções. A eles basta saber que o visitante irá levar, no fim da viagem, uma grata lembrança da ilha.

Outro costume dos habitantes, de origem tribal, é o gesto de oferecer ao recém chegado uma fruta previamente abençoada no último oficio religioso de sua crença. Estas oferendas frutais parecem ter seu início nos tempos em que chegaram os primeiros colonos à ilha.

A fruta representa a fonte da vida e o sustento do povo e é o temperamento afável do ilhéu que lhe levará a não duvidar em oferecer o melhor de si. A cortesia é uma norma sagrada nas relações e por isso lhe aconselhamos fazer o mesmo.

Os ilhéu têm crescido em um ambiente de abertura a todo tipo de religiões e culturas e isto tem sido possível graças à gentileza, à tolerança e ao respeito que sempre têm demostrado.

Por outro lado, os nativos adoram mostrar seus conhecimentos sobre seu país. Perante qualquer pergunta, irão informar-lhe em detalhe de tudo aquilo que eles consideram interessante de visitar. São os habitantes de Maurício, verdadeiros anfitriões, os melhores guias turísticos. E lhe aconselhamos fazer caso das recomendações, pois seus conselhos e advertências irão fazer de sua estadia uma experiência inesquecível.

Os autênticos nativos da ilha, provenientes de Madagascar, morenos e de cabelo muito enrrolado como bons malgaches, tem conseguido perpetuar muitos de seus rituais. Não esqueça de assistir a qualquer uma de suas festas, onde a música, a tradição e a magia, irão transportá-lo a ambientes nunca imaginados.

A maioria dos mauricianos se comunicam em francês, língua oficial, o em crioulo, fruto da mestiçagem entre o francês e a língua aborígem. E sejam quais forem as palavras para comunicar-se, sempre prevalecerá o tom cordial e afetuoso que os distingue e caracteriza.

Em resumo, além do exotismo latente em todo o país e de sua beleza geográfica, Ilha Maurício é o lugar onde os valores como a seguridade, a amabilidade, o espírito de hospitalidade, o respeito ao estrangeiro, o calor e o afeto, são atitudes cotidianas. feitos que misturam-se com as lendas, as narrações e as histórias de seus habitantes, fazendo do país o mais próximo ao paraíso.

Entretenimento

Em Ilha Maurício o entretenimento, a diversão, as atividades esportivas e o descanso são algo cotidiano. Os mauricianos desconhecem a palavra aborrecimento.

Neste inacreditável paraíso natural é possível praticar diversas atividades e sobretudo as relacionadas com o mar.

Atividades Náuticas

Capítulo importante na oferta turística é o que tem relação com a pesca esportiva. Os maiores recordes do mundo em peso e tamanho tem sido atingidos em capturas efetuadas nesta ilha. Para desfrutar deste esporte é possível alugar barcos bem equipados na maioria dos hotéis. Possuem todas as comodidades para os amantes da pesca e costumam alugar por um mínimo de cinco horas, com capacidade para cinco tripulantes.

Entre as diversos peixes que encontram-se nas imediações de Ilha Maurício destacam pelo tamanho e características o “blue marlin” ou peixe-espada azul, o mais forte e o mais interessante, o “black marlin” ou peixe-espada preto, cujo peso é superior ao anterior, o “marlim raye” ou peixe-espada raiado, muito abundante e próximo às costas ou o “voilier”, peixe-espada voador, cuja pesca resulta, pelos intrépidos movimentos, um espetáculo.

Como isca, para a pesca destas espécies costuma utilizar o atum vivo ou cabeça de atum. A temporada ótima para estas espécies extende-se entre os meses de outubro a março.

Porém, nas águas de Ilha Maurício também pode-se pescar atúm (thom jaune) e bonito, entre os meses de março e maio, becune, nas águas do oceano Índico, à partir do mês de setembro, barracudas, nos arredores dos arrecifes de coral, meros, morenas, wahoo e para os mais atrevidos, tubarões, azuis, brancos ou peregrinos, peixe martelo e tubarão tigre. Se preferir pode pescar nas costas e praias, sob o calor do sol e da quietude.

Entre os centros de pesca, distinguem-se três deles pela qualidade de seus serviços: Centre de Peche e Le Centre Bonanza, no sudoeste e Le Corsaire Club, no noroeste da ilha. Lembre a pesca submarina está proibida.

Se você não gosta da pesca, Ilha Maurício guarda um dos lugares mais atrativos para o mergulho e o submarinismo. Suas tranquilas e azuis águas acolhem um inacreditável mundo onde a cor das águas e os centos de peixes é a nota dominante.

Rodeada na maior parte por um impressionante arrecife de coral, fruto da acumulação ao longo de centenas de anos, Maurício é o paraíso para os mergulhos. Não esqueça de levar sua câmara de fotografias, pois a experiência é inesquecível.

A maioria dos hotéis oferecem rápidos cursos de mergulho, assim como o equipamento necessário e monitores qualificados. Para quem desejar fazer imersões mais arriscadas, aquelas que superam os quinze metros de profundidade, é necessário faze-lo em companhia de algum monitor e respeitar as normas ao pé da letra e as instruções da descompressão.

Nos últimos anos, Ilha Maurício, foi escolhida como um importante lugar de reunião de diferentes grupos de mergulhadores que realizam expedições ecologistas ou expedições em procura de restos de naufrágios. Para participar em alguma destas expedições é necessário preparar a viagem com antecedência, em algum centro submarinista ou então perguntando em alguma agência de viagens.

Se depois de pescar e de explorar o inacreditável mundo submarino restam forças, ainda esperam-lhe as pequenas canoas, barcos e veleiros para navegar pelas tranquilas águas que circundam a ilha, sem esquecer a pratica do windsurfing ou surfing, especialmente na Baia de Tamarim, entre os meses de junho e agosto, quando sopram excelentes ventos.

Para quem gosta das atividades aquáticas, próximas às costas, aconselhamos o esqui ou montar em uma moto de água e desfrutar ao máximo do ambiente.

Outras atividades

Se você preferir atividades mais sossegadas, não se preocupe, pois Ilha Maurício oferece todas as facilidades. Para os amantes do golfe existem campos de 18 buracos no hotel Meridiem Paradis em Le Morne e Gymkhana Club em Vacoas, em ambientes que lembram os tempos da colônia inglesa.

Quanto a campos de 9 hoyos os encontrará nos hotéis Morne Meriedien, Troux aux Biches e Saint Geran. Não é necessário lembrar que na maioria dos hotéis é possível praticar tênis, voleibol, badmingtonou squash, assim como desfrutar das piscinas de água doce.

Continuando com os espaços verdes Ilha Maurício é outro dos paraísos para quem gosta do trekking e as caminhadas, especialmente às montanhas, todas elas próximas às povoações.

Aconselhamos realizar as rotas para Pitom du Mileu, nas aproximidades de Curepipe, Corps de Garde, perto de Rose Hill, Pouce, próximo a Port Louis, Pieter Both, a segunda montanha de Maurício, Montagne du Lion, perto de Mahébourg, Le Morne Brebant, erguida sobre uma pequena península e, finalmente, à Montanha du Rempart.

O escritório de informação Quartier des Bois et Forets publica mapas detalhados. É aconselhável realizar as excursões com roupa apropiada e provido de água e de farmácia de primeiros auxílios.

Outra boa possibilidade são os passeios a cavalo. Pode-se alugar no Club Hípico de Floreal ou nos hotéis Meridiem em Le Morne.

Para quem gosta da caça, Maurício conta com mais de novecentos e cinquenta hectares em Le Domaine du Chasseur, o Coto do Caçador, com mais 1, 500 cervos de Java e 500 queixadas. Pode-se caçar durante todo o ano.

E quando a noite chega e o corpo relaxa e o espírito acorda Ilha Maurício se transforma em uma festa. Encontrará numerosas discotecas, pianos bar e agradáveis cafés onde passar a noite, sem esquecer os cassinos, onde poderá põr a prova sua sorte. O resto é coisa da imaginação de cada um.

Festividades

O que pode definir a Ilha Maurício é o espírito lúdico dos habitantes. Além dos sólidos argumentos turísticos de praia e mar, o país oferece um dos calendários festivos mais interessantes, cheio de colorido e diversidade. Graças à variedade de culturas que povoam Maurício e ao fato das celebrações tradicionais possuirem diferentes origens, assistir às festividades constitui uma excelente oportunidade para viver de perto as diferentes crenças religiosas que o homem professa.

O ano começa com o Cavadí (“Cavadee”), provavelmente a festividade mais espetacular do país. Os hindus tamiles a celebram em meados do mês de janeiro no “Tai Pusam”, para comemorar a liberação de “Indumban”, preso pelo demônio Surabatmam (“Marugán”, filho de Shiva, ajuda no processo da liberação).

Os penitentes levam o Cavadí, uma grossa cana de bambu em forma de arco com duas tigelas de leite, da mesma forma que Indumbam levou nas costas duas montanhas (Shivaguim e Saktiguiri) unidas aos extremos de uma cana.

Os preparativos duram aproximadamente dez dias, tempo em que se pretende chegar, através da mortificação, a um estado entre a vida e a morte e assim poder entrar em contato com a divinidade. O penitente é ungido pelos famíliares com azeites e essências à beira do rio, para iniciar o caminho para o templo.

O sacerdote impõe na frente, com três dedos (símbolo da Trinidade) o “Vidudi” ou pintura branca. Durante o caminho os penitentes realizam sacrificios cruéis como calçar-se com sapatos providos de pregos ou cravar alfinetes pelo corpo todo.

O castigo não tem limites, assim alguns decidem cravar agulhas nas cadeiras para puxar um carro. Estes sacrificios contribuem para entrar em um estado de tranze. O ritual todo vai acompanhado de uma música rítmica e gritos de perdão e ao chegar ao templo as tigelas do leite se derramam sobre a estátua de “Marugão” (“Pal Avisegum” ou banho da vida).

Embaixo da estátua há um prato de cobre, onde não deve cair uma gota do leite, porque isso significará que Marugão aceitou o sacrificio. A celebração finaliza com a comida sagrada, composta por sete tipos de curry, símbolo das sete irmãs (“Verakatanga” divindades da mitologia hindu). Os alimentos são distribuidos entre os numerosos assistentes.

No mesmo mês as comunidades chinesas celebram o Ano Novo, conhecido também como o Festival de Primavera. Os mauricianos despedem e recebem o ano com alegria e colorido fazendo oferendas aos antepassados enquanto se rende culto a eles.

Posteriormente fazem fartas comidas (pelo normal compostas de carne de porco, frango e peixe), enquanto os pais dão a seus filhos moedas embrulhadas em papel vermelho. As danças, como a do dragão, a do lobo ou a do leão, junto à espetaculares acrobacias, realizam-se com alegria e leveza, no meio de um impressionante colorido a cegar a visão.

Entre os meses de fevereiro e março, todos os hindus ortodoxos celebram sua festa mais importante, o Maha Shivaratri (A noite do Deus Shiva). Perto de 300, 000 hindus, vestidos de cor branca acodem em procissão ao lago sagrado Ganga Talao, em Grand Bassin, no distrito de Savanne.

Trata-se de uma antiga cratera do vulcão cujas águas, segundo a tradição, estão em contato direto com as sagradas águas do rio Ganges. A festa dura quatro dias e neles se recolhem as águas para verte-las sobre o “Shiva Linga”, pedra que representa a capacidade criadora de Shiva. Oferecem cocos, símbolo religioso dos três olhos da divinidade.

Quatorze dias antes do começo do ano novo hindu (entre os meses de fevereiro e março), celebra-se Holi, a festa do fogo e da cor, cuja duração é de dois dias.

Durante a noite sagrada prepara-se um impressionante fogo para queimar a figura de palha, representação de “Holika” alilado das forças do mal, simbolizando o triunfo do bem sobre o mal. No dia seguinte milhares de hindus molham-se com o “Abir” (água colorida) ao som dos tambores, em uma explosão de alegria.

O dia 9 de setembro os cristãos celebram a Festa do Padre Laval, com uma impressionante peregrinação ao túmulo. Na noite anterior centenas de pessoas, inclusive procedentes da Ilha Reunião, convergem em Sant Croix, em Port Louis, para rezar e implorar as bendições do chamado “Apóstolo de Maurício”.

Entre os meses de outubro e novembro destaca-se a celebração do Divali, a festa das luzes (“divali”, significa “fileira de luzes”). É a festividade mais alegre do calendário hindu, pois festeja a vitória do bem sobre o mal.

As casas são faxinadas por todos os lugares e enfeitadas com lâmpadas e bombilhas multicoloridas, enquanto as crianças fazem crepitar fogos artificiais e petardos. A festa é celebrada em homenagem a liberação da deusa da riqueza, Laksmi, nascida no fundo do oceano. As luzes agradecem pelo sucesso da safra enquanto proclamam a fé em uma prosperidade perpétua. Durante as festas repartem-se deliciosos doces entre os assistentes.

A princípios do mês de novembro, o dia 2, os católicos celebram o Dia de Todos os Santos. Os cemitérios acolhem aos peregrinos que rendem culto a seus mortos com belas oferendas florais. Alguns depositam cigarros, comidas ou bebidas que gostavam seus seres queridos quando estavam em vida. É a expressão dos cristãos da vida além da morte.

Outra das celebrações que se seguem entre os meses de outubro e novembro é a Ganga Asnan. Tem lugar nas costas, à beira do mar, no lago sagrado Ganga Talao. É a festa equivalente ao rito do banho anual dos hindus no rio Ganges, representando a oferenda e a purificação nas águas sagradas.

Uma vez ao ano entre os meses de outubro e março (cada templo marca a data) se celebra o Teemedee, festa hindu de origem tamil. O ritual consiste em andar descalço sobre o fogo.

Dias antes, os penitentes recitam o Mahabharata, o livro sagrado, enquanto é preparada no pátio do templo uma fogueira para obter as brasas para um fosso de uns 25 cm. de profundidade, por 2 metros de largura e 7 metros de comprimento. Sobre brasas de fogo ardendo e com os pés descalços os fiéis caminham sem sofrer nenhum dano.

Finalmente entre as festas mais importantes encontra-se os Ghoons ou Yamse. Sua celebração realiza-se no dia dez do “moharram”, quer dizer, no primeiro mês do ano muçulmano. Nela comemora-se o martírio do neto do profeta Mahoma, o imão Hussein.

Fonte: www.rumbo.com.br

Maurícia

A ilha foi descoberta pelos portugueses em 1505 que aqui se mantiveram até ao século XVII.

Fazem parte deste arquipélago as Ilhas Mascarenhas orientais (Ilha Maurícia e Rodrigues) e por dois arquipélagos de ilhotas mais a norte.

As Ilhas Mascarenhas receberam em 1512, o nome de Mascarenhas em honra de Pedro de Mascarenhas da visita que as mesmas fez o vice-rei da Índia (portuguesa).

Após os portugueses, sucedeu-se o domínio dos holandeses, franceses e ingleses. Os vestígios lusos não desapareceram.

Fonte: lusotopia.no.sapo.pt

Maurícia

Maurício encontra-se a aproximadamente 2000km ao leste de África e Madagáscar.

O país conta com uma superfície de 1865km, dos quais 330km são de costa.

Nascida de uma poderosa força, à atividade vulcânica do passado, Ilha Maurício constitui uma lograda tentativa da natureza por criar um paraíso.

Este maravilhoso éden formado por belas praias de areia fina, um arrecife a rodear à ilha, de forma de proteger e enriquecer esta bela paisagen no oceano Índico, por tímidas montanhas, verdes vales, pequenas ilhas, suaves cascatas e densos bosques tropicais.

A temperatura nas zonas costeiras ronda os 22ºC no inverno e os 34ºC no verão. A temperatura do mar é de aproximadamente 25ºC.

Se você gosta de pescar, aquí você têm pesca esportiva, já que os maiores recordes do mundo em peso e tamanho foram logrados nesta ilha. A maioria dos hoteis têm todas as comodidades para os amantes da pesca e costumam alugar por um mínimo de cinco horas, com capacidade para cinco tripulantes.

Se você preferir o submarinismo a Ilha Maurício guarda um dos lugares mais atrativos para o mergulho e o submarinismo, devido a que suas tranquilas e azuis águas acolhem um inacreditável mundo onde a cor das águas e os centos de peixes é a nota dominante.

Se você ainda quer mais, pois bem, você pode alugar pequenas canoas, barcos e veleiros para navegar pelas tranquilas águas que circundam a ilha, ou praticar windsurfing ou surfing, especialmente na Baia de Tamarim, os ventos excelentes para este esportes você encontrará em junio e agosto.

Maurício é um lugar para se amar. Cada visitante conta com atenção personalizada, e cada encontro é uma oportunidada para encontrar uma cara sorridente.

O contraste das cores, sabores e a ilha ubicada nun mar cor turquesa, constituem um oásis de paz e tranquilidade. Mauricio, num lugar onde o presente e o passado se juntam perfeitamente, oferece uma beleza extraordinária que fará que você queira volver quanto antes.

Fonte: www.checkmessenger2.net

Maurícia

Maurícia, paraíso no Índico

Em pleno oceano Índico, na costa africana oriental, fica um dos locais mais belos daquela zona, a ilha Maurícia.

Verdadeiro éden de praias magníficas de um mar quase irreal, oferece no seu interior uma variedade de colinas, plantações de cana-de-açúcar e chá, rios e cascatas.

Tudo como que a confirmar a frase de Mark Twain: “Deus criou a ilha Maurícia e só depois o Paraíso.”

A magia de um local único

Nascida de um vulcão, a ilha Maurícia fica situada ao largo da costa africana oriental, a 888 km de distância da vizinha Madagáscar.

Devido à erupção do vulcão que lhe deu vida, a ilha ganhou uma geografia única e, se por vezes pode parecer rude, nunca deixa de ser acolhedora.

Na Maurícia tudo é cheiro, gosto e simpatia: o cheiro da terra, o gosto único da saborosa comida e a amável simpatia transmitida pelos locais.

Detentora de 150 km de praia contornada por uma lindíssima barreira de coral, a ilha convida ao mais puro descanso.

O mar azul, quente como poucos ” fato que lhe confere segurança, pois assim fica protegido da entrada dos pouco desejados tubarões”, convida a banhos infindáveis, enquanto a areia “que de tão imaculadamente branca por vezes dificulta a visão” proporciona a melhor “atividade física”: apanhar banhos de sol!

Conhecida por muitos como “ilha cor esmeralda”, a Maurícia manteve-se praticamente intocada até ao longínquo ano de 1507, quando o navegador português Domingo Fernandez ali atracou, baptizando-a de “ilha do cisne”.

Anos mais tarde, mais precisamente em 1598, chegaram os holandeses, que lhe atribuíram o nome pelo qual hoje todos a conhecemos, em honra ao príncipe Maurício de Nassau. Tendo colonizado a ilha, ainda que em pequena escala, foram responsáveis pela introdução da cana-de-açúcar, da banana e dos escravos necessários ao seu cultivo. As doenças, os ciclones e os piratas levaram-nos a abandonar a ilha no ano de 1710.

Na “dança” dos nomes, a ilha passou a chamar-se “Île de France” a partir do início da ocupação francesa, em 1721. Bertrand de Labourdonnais, nomeado seu governador, em 1735, por Luís XV, é reconhecido ainda hoje como o “pai” da ilha Maurícia, pois, a ele se deve a fundação da sua capital, Port-Louis, a criação de estradas e fortificações de proteção contra ataques externos, em especial perpetrados por piratas, e a construção da primeira “usina” de açúcar.

Trinta e cinco anos depois, a Maurícia viveu um dos períodos mais conturbados da sua história quando uma revolução alterou todo o panorama político da ilha. Durante os treze anos seguintes viveu “sem rei nem roque”, situação que veio a ser alterada quando Napoleão decidiu enviar um novo governador para restaurar a lei e a ordem.

Durante esse período a ilha foi usada, como base, por conhecidos piratas que, sob a proteção francesa, atacavam sem dó nem piedade os barcos ingleses que passavam naquela rota a caminho da Índia.

Fartos desta situação, os súbditos de Sua Majestade decidiram retaliar, pelo que cercaram a ilha. No final de 1810 conquistam-na definitivamente, sendo nomeado seu governador Robert Farquhar, que, num gesto de generosidade, permite aos cidadãos franceses manterem as suas leis, língua, religião e propriedades.

Curiosamente, foi esse fato que permitiu que, ainda hoje, o idioma mais falado pelos seus habitantes seja o francês!

Apesar de ter ganho a sua independência em relação à Inglaterra, no ano de 1968, a ilha permanece como membro da Commonwealth, tendo a Rainha como sua soberana, representada por um governador. Esta realidade não a impediu de se autoproclamar como um Estado republicano, a 12 de Março de 1992.

Por montanhas e vales até ao mar

A maior cidade da Maurícia é ao mesmo tempo a sua capital, Port Louis. Situada no Noroeste da ilha, é ali que o seus passado, presente e futuro se juntam. Emoldurada pelas montanhas Moka, a cidade mostra vestígios de três séculos de presença estrangeira, presença essa que lhe moldou a arquitetura e a vivência, bem como os costumes dos seus habitantes.

Como locais a visitar, Port-Louis sugere a Praça Sookdeo Bissoondoyal ou o Museu da Cidade. Mas para sentir o pulsar da capital, nada como deambular pelo mercado, em funcionamento desde o século XIX, revelando-se sem dúvida uma experiência diferente.

A mistura de cheiros que envolve o local, muitos deles absolutamente misteriosos e que não conseguimos identificar, relembra-nos que estamos num lugar único onde o colorido dos produtos em venda encanta o mais desprevenido dos visitantes. Claro que os mais aventureiros podem sempre, além de ver e cheirar, experimentar comer algumas frutas, legumes ou comida cozinhada, que se encontram à venda nas inúmeras bancas!

Verdade inegável é o fato de que quem entra num avião com destino a esta ilha paradisíaca, o que mais ambiciona é passar um dias de dolce farniente, apenas a gozar os prazeres da água e dos raios emanados pelo astro-rei! Pois bem, de certeza que quem toma esta escolha não se vai desiludir, pois com vários quilómetros de praias espetaculares a dificuldade reside única e simplesmente na escolha do melhor local onde estender a sua toalha de praia!

Para os que optarem pelo Norte da ilha, têm a recebê-los um tempo glorioso, praias de perder de vista, além de lagoas que se descobrem ideais para a prática de inúmeros desportos aquáticos. A zona mais famosa é a Grande Baía.

Considerada a meca do turismo da Maurícia, congrega à sua volta algumas das mais famosas unidades hoteleiras, além de restaurantes com sabores provenientes dos quatro cantos do mundo. Vizinha desta, fica a baía das Tartarugas, que ganhou este nome graças aos grandes exemplares que por lá vivem.

Mais para Este da ilha, a calma é rainha, pois o turismo não se verifica em tão grande escala como no distrito da Grande Baía. Também aqui se encontram belíssimas praias onde os ventos fortes proporcionam momentos únicos aos apreciadores da vela ou do windsurf.

Mas se o caso for de verdadeira paixão pela natureza e pelo verde, então nada como viajar até ao Sul, zona por muitos considerada como a mais bela, pois é possuidora de uma geografia espantosa.

A vedeta ali não é a praia, mas antes os montes e montanhas repletos de verde, com os seus parques naturais onde são organizados passeios, observação de pássaros, entre outras atividades bastantes saudáveis.

É com todas estas maravilhas naturais que esta pequena ilha “plantada” no meio do Índico ganhou fama, tornando-se, com o passar dos anos, num concorrido destino turístico, cuja atividade se tornou cada vez mais importante na sua economia. Ao som da tradicional séga “música e dança de origem crioula”, a vida corre sem grande stress, tornando a Maurícia num verdadeiro paraíso gerado pela força de um vulcão.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Maurícia

Mauríciailha Maurícia ou Maurício (por vezes referida como ilhas Maurícias), é um país do Oceano Índico.

Constituído pelas Ilhas Mascarenhas orientais (Ilha Maurícia e Rodrigues) e por dois arquipélagos de ilhotas mais a norte: as ilhas Cargados Carajos e as ilhas Agalega.

Os seus vizinhos mais próximos são a possessão francesa de Reunião, a oeste, e as Seychelles, a norte.

Capital: Port Louis.

Tantos são os encantos da Ilha Maurício, que sua alma vai se sentir leve e, você, parte do grupo dos poucos escolhidos. Cada visitante recebe atenção pessoal. Cada encontro revela um rosto amigo. Atrás de cada sorriso se esconde a promessa de férias extraordinárias.

Com seus contrastes entre inúmeras cores e sabores, a ilha, incrustada no mar turquesa, é um oásis de paz e tranqüilidade. Maurício, um lugar especial onde o passado e o presente convivem em harmonia, oferece uma beleza essencial que atrai quem a conhece a inúmeros retornos às suas praias.

Hotéis nas Ilhas Maurícia

Hotel Le Cannonier

Maurícia
Hotel Le Cannonier

Descrição: Conta com restaurantes, bares, piscinas, jardim tropical, ténis, lojas, tiro ao arco e sala de conferências.

Localização: A norte da ilha, na primeira linha da praia.

Quartos: Possui 284 quartos todos com ar condicionado, rádio, tv, mini-bar, cofre, telefone, casa de banho, varanda e secador de cabelo.

Hotel Shandrani

Maurícia
Hotel Shandrani

Descrição: Conta com 4 restaurantes, campos de golfe com 18 buracos, health club, centro de beleza, lojas duty free, desportos náuticos, scuba diving, pesca submarina, ténis, squash e espaços para crianças.

Localização: Situa-se na parte sudoeste da ilha, em frente à praia, entre um maravilhoso jardim.

Quartos: Possui 299 quartos deluxe, 6 quartos e 36 apartamentos family, 4 suites, das quais 2 são sénior.

Hotel Maritim

Maurícia
Hotel Maritim

Descrição: Completa-se com piscina, bares, restaurantes, salas de conferências, lojas, desportos aquáticos, golf, ginásio, sauna, solario, salão de beleza, serviço de quarto.

Localização: Numa bonita propriedade com vegetação densa e luxuriante em Turtle Bay, Balaclava.

Quartos: Tem 180 quartos com vista mar, televisão, ar condicionado, minibar, secador de cabelo e cofre, telefone e fax.

Hotel Le Coco Beach

Maurícia
Hotel Le Coco Beach

Descrição: Completa-se com desportos naúticos variados, animação noturna e programas específicos de animação para crianças dos 04 aos 12 anos, restaurantes, bares, piscina, serviço de praia, centro de beleza, ginásio, shopping, ténis, golf.

Localização: Na costa noroeste do arquipélago, a 60 minutos do aeroporto e sensivelmente à mesma distância de Port Louis, a capital.

Quartos: Tem 339 quartos com ar condicionado, wc completo, telefone e varanda.

Hotel Le Mauricia

Maurícia
Entrada do Hotel Le Mauricia

Descrição: Conta com 2 restaurantes na piscina ou na praia, helth-club, centro de beleza, centro comercial, desportos nauticos, ténis, squash, espaços para crianças e um club noturno.

Localização: Situa-se no centro de Grand Bay, em frente à baia.

Quartos: Possui 188 quartos standard, 5 apartamentos family e 4 suites para lua-de-mel.

Fonte: www.team-tour.co

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