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Burkina Faso

INFORMAÇÃO PRÁTICA ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

PUBLICIDADE

Passaporte em vigor, com validez mínima de seis meses, passagem de saída do país, fundos suficientes e imprescindível visto.

CLIMA

Clima variável dependendo da zona. No norte desértico, e subtropical no sul.

A temporada das chuvas se extende de junho a outubro.

De dezembro a fevereiro sopra o vento do Saara, trazendo nuvens de areia e provocando a descida das temperaturas.

Há dois (2) tipos de clima:

Um clima de tipo saheliano, a norte

Um clima de tipo sudanês, a sul com duas (2) estações

Uma estação de chuvas, de Junho a Setembro e

Uma estação seca, de Outubro a Maio, com o harmattan (vento quente e seco) que sopra de Janeiro a Março.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Recomenda-se levar roupas de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, algum abrigo, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

DIFERENÇA HORÁRIA

A mesma hora que o GMT.

IDIOMA

O idioma oficial é o francês. Também fala-sem o moré e o diula.

RELIGIÃO

A maioria da população professa crenças tradicionais, minorias muçulmanas e cristãs.

ELETRICIDADE

A corrente elétrica é de 220 volts a 50 Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Franco Centro-africanao (XOF). Um franco centro-africano equivale a 100 centavos. Pode-se trocar nos bancos e nos hotéis. Embora deva fazer uma declaração de divisas e de moeda local ao chegar no país, a quantidade de importação não está limitada. Igual acontece à saída; não há limite de moeda, embora não possa ser superior à quantidade declarada na chegada.

EMERGÊNCIA – SAÚDE – POLICIAMENTO

É obrigatória a vacina contra a febre amarela e recomendáveis a do tifo e a profiláxia antimalária. Aconselha-se vacinar-se contra o tifo e a hepatite.

Não pode-se beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada com analgésicos, antiestamínicos, antidiarréicos, antibióticos, antisépticos, repelentes para insetos, tesoura, pinças, termômetro e seringas hipodêrmicas.

É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência. Para emergências médicas ou policiais se deve solicitar ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximos.

CORREIOS E TELEFONIA

O serviço na capital e em Bobo- Diulaso é bastante confiável. Para chamar a Burkina Faso da fora da país deve marcar 00-226 mais número do assinante (não existem prefixos de cidades). Para chamar da fora do país de Burkina Faso deve faze-lo através de operadora.

FOTOGRAFIA

São recomendáveis os filtros solares, teleobjetivos e prismáticos. Também se recomenda levar um trípode para poder realizar boas fotos de animais. É necessário levar abundante material de filme e vídeo. Deve-se levar em conta que nos aeroportos e zona militares é proibido fazer fotos; convém também consultar seus habitantes antes de fazer-lhes alguma fotografía.

HORÁRIO COMERCIAL

Os bancos abrem de 8 às 12.00 horas; e pela tarde de 15.00 às 18.00 horas de segunda-feira a quinta-feira. Na sexta-feira de 8.00 às 12.00 horas Sábados de 8.30 às 12.00 horas O resto dos serviços e lojas não têm um horário fixo. O mais habitual é de 8 às 12 horas e de 15.00 às 18.00 horas.

ALIMENTAÇÃO

CACI (Ex-PEYRISSAC), em frente ao Grande Mercado

MARINA MARKET, em frente à Grande Mesquita

SELF SERVICES / SCIMAS, em frente ao Grande Mercado

GORJETAS

As gorjetas não são frequentes em Burkina Faso, embora sejam bem recebidas.

TAXAS E IMPOSTOS

Tem uma taxa para as saídas internacionais de vôos de 13 dólares aproximadamente, que pode-se pagar também em moeda local.

SITUAÇÃO E GEOGRAFIA

País interior, com uma superfície de 274.200 km2, o Burkina Faso (País dos homens íntegros) situa-se no coração da África Ocidental. Confina a sudoeste com a Côte d’Ivoire, a sul com o Gana, com o Togo a sueste, com o Benim a leste, a nordeste com o Níger e a noroeste com o Mali.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

República de Burkina Faso, anteriormente chamada Alto Volga, ocupa uma extenssão de 274.122 quilômetros quadrados na borda do Sahel.

Limita-se ao norte e ao oeste com o Mali, ao leste com o Níger e ao sul com a Costa do Marfim, Gana, Togo e Benin. O país está dividido administrativamente em 30 províncias.

O território é em sua totalidade uma planície com uma altitude média de 400 metros, sendo o ponto mais alto o Pico Nakuru, ao oeste, com 749 metros de altitude.

O rio Volta em seus três cauces, Branco, Vermelho e Preto, dirige-se para o sul, não sendo nenhum deles navegável.

O clima é em geral muito quente e seco: no sul é tropical e mais úmido; no norte é do tipo saheliano. As temperaturas extremas registradas na capital são 9 graus centígrados de mínima e 48 graus de máxima. De junho a agosto é a estação das chuvas; de setembro a janeiro a época é da seca; e de março a abril outra pequena estação de chuvas. A precipitação média anual é 894 mm.

FLORA E FAUNA

Devido à diversidade climática, as paisagens de Burkina Faso são bastante variadas. Ao norte aparece a savana arbórea, com predomínio do baobab, até os espinhos na paisagem estepária. Ao sul numa pequena zona há selva tropical clara de espécies isoladas.

Burkina Faso tem quatro Parques Nacionais e, apesar da seca ter arrasado em todos, a fauna está composta de leões, búfalos, hipopótamos, crocodilos, hienas e antílopes.

HISTÓRIA

Os Reinos Mossi mantiveram sua resistência frente ao Islão. Durante o século XVI atingiram seu máximo esplendor. O primeiro núcleo foi o Reino de Gambaga e depois seguiram outros reinos que obedeciam ao árabe Naba.

Nos finais do século XIX os franceses chegam à zona e criam a colônia chamada Alto Volga, com territórios usurpados ao Níger e a Mali. Em 1932 esta colônia, Alto Volga, divide-se entre Mali, Níger e a Costa do Marfim. Porém, em 1947, torna a unificar-se até que em agosto de 1960 independiza-se.

O primeiro presidente foi Maurício Yameogo quem logo sofreu um golpe militar (1966), secundado pelo geral Lamizans. O mesmo instaurou um sistema democrático que em 1980 derrubaram os militares.

Em 1983 Sankara proclama a República de Burkina Faso. De novo, em outubro de 1987, outro golpe de Estado com a morte de Sankara. Esta vez foi Campaore, um colaborador de Sankara, quem projetou o derrotamento. Na atualidade o Presidente, desde outubro de 1987, é Blaisé Compaore, sendo seu primeiro ministro Kadré Désire Ouédraogo, desde fevereiro de 1996.

ARTE E CULTURA

Os povos Lobi, Mossi e Bobo são os que deixaram suas manifestações artísticas mostrando uma tendência à abstração e geometria. Na atualidade realizam sobretudo, máscaras e estátuas de madeira pintadas de diversas cores.

GASTRONOMIA

A cozinha de Burkina Faso está baseada principalmente na carne de vaca e cordeiro sempre acompanhada de verduras e legumes. Para degustar a comida típica do país é difícil nos restaurantes, pois os mesmos oferecem um tipo de comida muito influenciada pelo Ocidente.

BEBIDAS

Deve-se beber água só engarrafada e ter cuidado ao comer frutas e verduras ou ingerir sucos.

COMPRAS

As compras que pode-se realizar estão relacionadas com o artesanato, caracterizado pela grande imaginação natural. Trabalham a madeira em forma de máscaras e utensílios cotidianos; também fazem objetos de couro e em bronze. Destacam por um tipo de estátuas originárias de Ouagadougou. A cerâmica em barro é outro tipo de artesanato muito interessante. Na hora de comprar é muito habitual a pechincha. Os principais centros de compra encontram-se em Bobo Diulaso e a capital.

POPULAÇÃO E COSTUMES

Segundo o censo do ano 1997, a população de Burkina Faso é de 10.891.000 milhões de habitantes de diferentes etnias: o 48% pertence ao grupo dos burkina (mossi, gurunsi, lobi, bobo e gurmanteo); outro dos grupos relevantes é o mandé (samo, marka, bussanco, senufos, dicula). Entre os grupos minoritários encontram-se os hacussa, peul, tuareg e bellah.

A população concentra-se nas zonas centrais e no sudoeste do país. Os burkina dedicam-se especialmente à agricultura, enquanto que os mande ao comércio ambulante, os peul e tuareg à criação de gado (estes últimos são nômades). Tem, além disso, uma pequena colônia francesa. A capital do país é Ougadougou com mais de 500.000 habitantes.

ENTRETENIMENTO

Um dos entretenimentos mais desejáveis são as visitas e percursos pelas fascinantes estações naturais, principalmente os parques nacionais já expostos e comentados no apartado de “Locais Turísticos”. Trata-se de lugares adequados para praticar esportes de montanha e realizar grandes marchas em plena natureza, à vezes que conhecem-se diferentes culturas e costumes dos habitantes.

Para aqueles que gostarem dos veículos de terreno, aconselha-se realizar uma travessia pelo norte, entrando em contato com o Deserto do Saara.

FESTIVIDADES

São feriados oficiais o 1 de Janeiro, 1 de Maio, 4 e 15 de Agosto, 1 de Novembro, 11 de Dezembro (Proclamação da República), 25 de Dezembro e as festas islâmicas que variam segundo o calendário lunar.

TRANSPORTES

DESLOCAÇÕES / TRANSPORTES

Situado a mais de 1000 kms do mar, o Burkina Faso é acessível, por via aérea, (2 aeroportos internacionais em Ouagadougou e Bobo–Dioulasso), por estradas alcatroadas (todos os países fronteiriços) e por caminho de ferro (Côte d’Ivoire).

Nas grandes cidades, as deslocações fazem-se por táxis normais, de cor verde em Ouagadougou (o custo das corridas é negociável) e veículos com taxímetro, cor de laranja ou brancos.

Avião

Existe um aeroporto internacional, o Ouagadougou, a 8 quilômetros da cidade. No aeroporto de Bobo-Diulaso só chegam vôos internacionais procedentes de outros países da África. A linha aérea do país é Air Burkina.

Trem

Tem uma linha que uni a capital com Bobo-Diulaso e chega até Abidjan. Tem dois tipos de trens, os rápidos e os expressos. Há também uma linha que une a capital com Kaya.

Carro

A rede de estradas está bem e é o melhor meio para ir de um ponto a outro do país. As estradas principais para os países vizinhos estão asfaltadas e em estado aceitável. Porém, as rotas secundárias para o interior não são assim tão boas. É conveniente viajar com as provisões de alimentos e carburantes necessários. Precisa de licença de dirigir internacional para alugar veículos.

Transporte Público

Na capital existem serviços de táxi que não dispõem de taxímetro, pelo que primeiro deve-se combinar o preço. Existe um serviço de mini-ônibus que uni a cidade com os bairros principais.

Burkina Faso foi originalmente habitada pelos Bobo, Lobi, e os povos Gurunsi, com os povos Mossi e Gurma que imigraram para a região no século 14.

As terras do império Mossi tornou-se um protetorado francês em 1897, e em 1903 a França tinha subjugado os outros grupos étnicos. Chamado Alto Volta pelo francês, tornou-se uma colônia separada em 1919, foi dividido entre o Níger, o Sudão, ea Costa do Marfim, em 1932, e foi reconstituído em 1947. Uma república autônoma dentro da Comunidade Francesa, Alto Volta tornou-se independente em 5 de agosto de 1960.

O presidente Maurice Yameogo foi deposto em 3 de janeiro de 1966, por um golpe militar liderado pelo coronel Sangoulé Lamizana, que dissolveu a Assembléia Nacional e suspendeu a constituição. Regra constitucional retornou em 1978 com a eleição de uma assembleia e um voto presidencial em junho, em que o general Lamizana venceu por uma margem estreita ao longo de três outros candidatos.

Em 25 de novembro de 1980, o coronel Saye Zerbo levou um golpe de Estado que derrubou Lamizana. Por sua vez, o major Jean-Baptiste Ouedraogo deposto Zerbo em 7 de novembro de 1982. Mas a verdadeira mudança revolucionária ocorreu no ano seguinte, quando um comandante de vôo de 33 anos de idade, Thomas Sankara, assumiu o controle. Um marxista-leninista, ele desafiou a tradicional Mossi chefes, defendeu a libertação das mulheres, e aliou o país com a Coreia do Norte, Líbia e Cuba. Para cortar os laços com o passado colonial, Sankara mudou o nome do país em 1984 para Burkina Faso, que combina duas das línguas do país e significa “terra dos homens retos.”

Embora os investimentos Sankara nas escolas, produção de alimentos, e clínicas trouxe alguma melhoria nos padrões de vida, o investimento estrangeiro diminuiu, muitas empresas deixaram o país, e os sindicatos infelizes começou greves. Em 15 de outubro de 1987, os soldados leais anteriormente assassinado Sankara.

Seu melhor amigo e aliado Blaise Compaoré se tornou presidente. Compaoré imediatamente a “retificação” revolução Sankara. Em 1991, ele concordou em reformas econômicas propostas pelo Banco Mundial. Uma nova Constituição abriu caminho para eleições em 1991, que Compaoré venceu com facilidade, embora os partidos de oposição boicotaram. Em 1998, ele foi reeleito com uma vitória esmagadora. Um golpe contra o presidente foi frustrada em 2003, e foi reeleito pela terceira vez em 2005.

O primeiro-ministro Yonli renunciou em junho de 2007 e foi substituído por Tertius Zongo, que tem servido como embaixador para os Estados Unidos e como ministro das finanças do país.

Protestos violentos por soldados e policiais na capital de Ouagadougou, provocada pela baixa remuneração e subsídios à habitação não pagas, foram respondidas pelo presidente Blaise Compaoré, com um novo governo e um novo chefe das forças armadas, na primavera de 2011.

HISTÓRIA

Antes da chegada dos europeus, a região era habitada por ambos Carib e Arawak tribos, que a nomeou Guiana, que significa terra das águas. Os holandeses se estabeleceram em Guiana no final do século 16, mas seu controle acabou quando os ingleses se tornaram os governantes de fato em 1796.

Em 1815, as colônias de Essequibo, Demerara e Berbice foram oficialmente cedida à Grã-Bretanha no Congresso de Viena e, em 1831, foram consolidados a Guiana Inglesa.

Após a abolição da escravatura, em 1834, milhares de trabalhadores contratados foram levados para a Guiana, para substituir os escravos nas plantações de cana-de-açúcar, principalmente da Índia, mas também de Portugal e da China. Os britânicos abandonaram a prática em 1917. Muitos dos escravos afro-guianenses ex mudou-se para as cidades e tornou-se a maioria da população urbana, enquanto que o indo-guianense permaneceu predominantemente rural.

Um esquema em 1862 para trazer os trabalhadores negros dos Estados Unidos não teve sucesso. A pequena população indígena vive no interior do país.

As pessoas provenientes de diversas origens destes coexistiram pacificamente em sua maior parte. Revoltas de escravos, como a que em 1763 liderada pelo herói nacional da Guiana, Cuffy, demonstraram o desejo dos direitos fundamentais, mas também uma vontade de compromisso. Politicamente inspirados distúrbios raciais entre indianos e negros entrou em erupção em 1962-64. No entanto, a natureza basicamente conservadora e cooperativo da Guiana sociedade contribuiu para o arrefecimento das tensões raciais.

Política da Guiana, no entanto, ocasionalmente tem sido turbulento. O partido moderno primeiro política na Guiana foi o Partido Popular Progressista (PPP), criado em 1 de janeiro de 1950, com a Forbes Burnham, um britânico-educado afro-guianense, como presidente; Jagan Cheddi, um educado nos EUA indo-guianense, como segundo vice-presidente, e sua esposa americana-nascido, a Sra. Janet Jagan, como secretário-geral. O PPP ganhou 18 das 24 cadeiras nas primeiras eleições populares permitidas pelo governo colonial em 1953, e tornou-se líder Dr. Jagan da casa e ministro da Agricultura no governo colonial.

Cinco meses depois, em 9 de outubro de 1953, o britânico suspendeu a Constituição e desembarcaram tropas porque, segundo eles, o Jagans eo PPP estavam planejando fazer a Guiana um estado comunista. Estes acontecimentos levaram a uma divisão na PPP, em que Burnham se separou e fundou o que se tornou Nacional Popular Congresso (PNC). Eleições foram autorizados novamente em 1957 e 1961, e bilhete Cheddi Jagan PPP ganhou em ambas as ocasiões, com 48% dos votos em 1957 e 43% em 1961. Cheddi Jagan tornou-se o primeiro premiê da Guiana Inglesa, cargo que ocupou por sete anos.

Em uma conferência constitucional em Londres, em 1963, o governo britânico concordou em conceder a independência à colônia, mas só depois de uma outra eleição em que a representação proporcional seria introduzido pela primeira vez. Acreditava-se amplamente que este sistema poderia reduzir o número de assentos conquistados pelo PPP e impedir a obtenção de uma clara maioria no Parlamento. Os dez 1964 eleições deram a PPP de 46%, o PNC 41%, e da Força Unidas (TUF), um partido conservador, 12%. TUF jogou seus votos no Legislativo a Forbes Burnham, que se tornou primeiro-ministro.

Guiana alcançou a independência em maio de 1966, e se tornou uma república em 23 de fevereiro de 1970 – o aniversário da rebelião de escravos Cuffy.

De dezembro de 1964 até sua morte, em agosto de 1985, Forbes Burnham governou a Guiana de uma forma cada vez mais autocrático, primeiro como primeiro-ministro e, mais tarde, após a adopção de uma nova Constituição em 1980, como presidente executivo. As eleições foram vistas na Guiana e no exterior como fraudulenta.

Os direitos humanos e as liberdades civis foram suprimidas, e dois grandes assassinatos políticos ocorreu: O padre jesuíta e jornalista Bernard Darke em julho de 1979, eo historiador e de Trabalho Aliança Popular (WPA) o líder do partido Walter Rodney, em junho de 1980. Agentes do presidente Burnham, acredita-se ter sido responsável por duas mortes.

Após a morte de Burnham, o Primeiro Ministro Hugh Desmond Hoyte aderiram à presidência e foi formalmente eleito nas eleições de dezembro de 1985 nacionais. Hoyte gradualmente revertida políticas de Burnham, passando de socialismo de Estado e de partido único de controle para uma economia de mercado e irrestrita liberdade de imprensa e de reunião.

Em 5 de outubro de 1992, uma nova Assembleia Nacional e os Conselhos Regionais foram eleitos nas primeiras eleições da Guiana desde 1964 a ser reconhecido internacionalmente como livre e justa. Cheddi Jagan foi eleito e empossado como presidente em 9 de outubro de 1992.

Quando o presidente Jagan morreu em março de 1997, o primeiro-ministro Samuel Hinds substituiu-o de acordo com as disposições constitucionais.

Burkina Fasso é um país da África Ocidental.

A capital é Ouagadougou.

As principais religiões são crenças indígenas e o Islamismo (Sunita).

A língua nacional é o Francês, as línguas indígenas Africanas são faladas amplamente.

Burquina Faso (antigo Alto Volta) alcan çou a independência da França em 1960. Repetidos golpes militares durante os anos 1970s e 1980s foram seguidos por eleições multipartidárias no início dos 1990s. O atual Presidente Blaise Compaoré chegou ao poder num golpe militar em 1987 e ganhou todas as eleições desde então. A densidade populacional elevada e os recursos naturais limitados de Burkina Faso resultam em más perspectivas economicas para a maioria dos seus cidadãos. Os recentes tumultos na Costa do Marfim e na Gana setentrional têm dificultado a capacidade de centenas de milhares de trabalhadores agrícolas Burkinabe sazonais para encontrar emprego nos países vizinhos. Em Janeiro de 2008, Burkina Fasso assumiu um assento não-permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas para o período 2008-2009.

Cerca de 900 anos atrás, segundo a lenda, orgulhosos cavaleiros Dagomba do sul vieram cavalgando na região gramada da nascente do Rio Volta. Eles gostaram deste baixo planalto – ao sul do Sahara, mas ao norte das florestas tropicais – e estabeleceram-se para ficar. Eles se casaram com mulheres locais, e seus filhos foram chamados de Mossi. Por centenas de anos, até o início do presente século, os Mossi governaram na parte norte, central e leste do que hoje é oficialmente chamado Burkina Faso (“Terra dos Homens Verticais”).

Quando os Franceses colonizaram a área em 1896 e 1897, eles trouxeram os Mossi e os outros povos sob uma única administração pela primeira vez. Todos foram incluídos mais tarde no que os Franceses chamaram Colonia do Alto Volta, que formou a base do atual país.

Terra

Burkina Faso é um país interior da África Ocidental, sobre o tamanho do estado do Colorado (EUA). Mali fica ao norte e oeste de Burkina Faso; e o Níger fica ao nordeste. Ao sul estão a Costa do Marfim, Ghana, Togo, e Benin. A maior parte de Burkina Faso é um baixo planalto montado em três correntes do Rio Volta – o Volta Branco, o Volta Negro, e o Volta Vermelho. A maioria dos rios do país drenam sul no Rio Volta, em Ghana.

Burkina Faso é quase inteiramente de savana (campos gramados). No norte, que faz parte da região do Sahel da Africa, os campos são de matagal seco. No sul, que pertence à região do Sudão do continente, as pastagens são molhadas e arborizadas. Na região do Sudão, há muitas colinas suavemente arredondadas cobertas com grama alta e aglomerados de árvores. Cadeias de montanhas baixas nascem no leste e sudoeste do país. No sudoeste está Tenekourou, o pico mais alto de Burkina Faso. A grande variedade de vida animal inclui elefantes, girafas, macacos e crocodilos.

Clima

Quente o ano todo, Burkina Faso tem estações baseadas principalmente na chuva e na seca. De cerca do final de Maio a Outubro, chuvas pesadas caem.

Durante esta época as culturas de grãos e o capim crescem altas e exuberantes. A temporada da seca vai de cerca de Novembro a Maio. Nesta temporada um vento abrasador chamado harmattan sopra fora do Sahara, acrescentando à seca e ainda secando os rios, as lavouras e a vegetação.

População

Os Mossi

Os Mossi são os povos mais numerosos em Burkina Faso, compondo quase 50% da população total do país. Seus reis dominaram a região desde o século 11 até cerca de 1900 – e sua realeza ainda existe, embora sem poder. A palavra “disciplinado”, descreve os Mossi, pois eles vivem sob um estrito código de comportamento.

A religião Mossi é baseada principalmente no culto dos antepassados e na adoração de Tenga, uma divindade terrena. Os Muçulmanos em Burkina Faso constituem uma grande minoria, e há também um número considerável de Cristãos. Os Mossi sempre mantiveram seus reis e chefes em admiração, porque os governantes fizeram sacrifícios aos seus ancestrais.

A habitação Mossi típica é uma cabana, pequena e redonda. Suas paredes são feitas de argila ou lama, e o telhado em forma de cone é feito de capim seco.

Cada família vive em um composto que contém várias cabanas e um pequeno edifício de barro usado para armazenar grãos. Uma família Mossi consiste de um marido, suas várias esposas, e seus filhos. O marido vive sozinho na cabana mais próxima à entrada do complexo. Cada esposa vive em uma cabana em separado com seus filhos.

Um composto da família é separado de seus vizinhos por campos cercados – de milho, sorgo, ou de algodão – atravessados por caminhos estreitos. Os vizinhos são susceptíveis de serem avós, tias e tios, ou primos.

Os Povos Não-Mossi

Os Mossi vivem no centro de Burkina Faso. Os Bobo, os Lobi, e os Gurunsi, povos relacionados com os Mossi, vivem no oeste e sudoeste.

Um grande grupo étnico, os Bobo são um povo antigo tendo a sua própria religião. Além de seus ancestrais, eles adoram um deus supremo conhecido como Wuro, e muitos deuses menores. As habitações dos Bobo são construídas próximas umas das outras, em aldeias de aparencia compacta ou em vilas.

Outros povos importantes de Burkina Faso são os Fulani (Fula) e os diversos grupos Mande. Os Fulani são criadores de gado que vivem no norte. Os grupos Mande vivem em distritos espalhados no oeste e no sul.

Cidades

Ouagadougou, a antiga capital Mossi, é a capital de Burkina Faso. “Ouaga”, como a cidade quase sempre é chamada, está localizada no centro do país e possui prédios do governo e prédios de apartamentos modernos. Muitos edifícios de tijolos de barro permanecem de dias mais cedo, assim como um grande e colorido mercado ao ar livre. Desde 1954 Ouagadougou tem sido a última parada na estrada de ferro da Costa do Marfim.

Bobo-Dioulasso, a segunda-maior cidade de Burkina Faso e o principal centro comercial do país, está no sudoeste, ou o país Bobo. As casas Bobo-Dioulasso são normalmente feitas de tijolos de barro.

Educação

As crianças entre as idades de 7 e 14 são obrigadas a ir à escola, e centenas de escolas de ensino fundamental foram construídas. No entanto, as escolas tradicionais de língua Francesa alcançam poucas crianças nas áreas rurais. As escolas que ensinam nas línguas locais pelos primeiros três anos estão expandindo o acesso à educação, mas a matrícula no ensino secundário e profissional é limitada. Menos de 30% dos adultos sabem ler e escrever.

A principal instituição de ensino superior é a Universidade de Ouagadougou. Existem várias faculdades de formação de professores. São concedidas subvenções para estudos avançados na Europa e na África.

Economia

Burkina Faso é um país muito pobre. A maioria das pessoas são agricultores ou donos de animais. Os agricultores cultivam principalmente milho e sorgo. O milho é importante, também, como são o amendoim, ervilhas, feijão, arroz, mandioca, batata doce e algodão. Nozes de carité da árvore do karité são uma fonte de gordura vegetal para exportação. Os pastores mantêm cavalos, bovinos, ovinos, caprinos, e alguns camelos. Os animais vivos são uma exportação importante.

Grande parte da população está agrupada no centro do país, e as colheitas não crescem lá em quantidade suficiente para suportar todo o povo. Assim, muitos milhares de pessoas devem migrar sazonalmente para trabalhar em plantações de café e cacau em Ghana e na Costa do Marfim.

Minerais

Burkina Faso tem recursos minerais valiosos, mas estes não podem ser proveitosamente trabalhados sem melhorias no sistema de transporte do país. Uma extensão do sistema ferroviário para facilitar o desenvolvimento de grandes jazidas de alto teor de manganês no nordeste tem sido proposta. Há ouro a sudoeste de Ouagadougou, e ricos depósitos de prata e zinco na região central.

Economia – visão geral:

Burkina Faso é um país pobre, sem acesso ao mar que depende fortemente de exportações de algodão e ouro para a receita. O país tem poucos recursos naturais e uma base fraca industrial. Cerca de 90% da população está envolvida na agricultura de subsistência, que é vulnerável a secas periódicas. O algodão é a principal cultura de rendimento. Desde 1998, Burkina Faso deu início a uma privatização gradual das empresas estatais e, em 2004, revisou seu código de investimento para atrair o investimento estrangeiro. Como resultado deste novo código e outra legislação favorecendo o setor de mineração, o país tem visto uma recuperação na exploração de ouro e de produção. Em 2010, o ouro tornou-se a principal fonte de receitas de exportação. Produção de mineração de ouro dobrou entre 2009 e 2010. Dois novos projetos de mineração foram lançados no terceiro trimestre de 2011. Conflito comunidade local persiste nos setores de mineração e de algodão, mas o primeiro-ministro tem feito esforços para aliviar algumas das causas de descontentamento econômico público, incluindo reduções de renda anunciando fiscais, indenizações para as vítimas saques, e subsídios para itens básicos de alimentação e fertilizantes. Uma missão do FMI para o Burkina Faso em Outubro de 2011 manifestou a sua satisfação geral com as medidas. O risco de um êxodo em massa da Burinabe 3-4000000 que vivem e trabalham na Cote D’Ivoire se dissipou e os laços comerciais, de energia e de transporte estão sendo restabelecidas.

História e Governo

A história dos Mossi começa com a vinda de estrangeiros para o planalto Voltaico, provavelmente no século 11 A.D. Segundo a tradição os intrusos eram cavaleiros Dagomba de Gambaga (na atual Ghana), ao sul. Eles se mudaram para o país Busansi (sul de Burkina Faso) e casaram-se com mulheres Busansi. Seus descendentes, os Mossi, fundaram Tenkodogo, o primeiro de vários grandes reinos Mossi.

Oubri, o neto do fundador Tenkodogo, tomou o título de Mogho Naba (“governante do mundo”).

Ele estabeleceu o reino de Ouagadougou no planalto central. Seus parentes fundaram os dois outros grandes reinos Mossi: um ao norte de Ouagadougou, e outro para o leste.

Regra Francesa

O primeiro Europeu a visitar Ouagadougou, um Alemão, entrou no país Mossi em 1886 a partir do Togoland Alemão. Outros Europeus seguiram-se -Alemães, Britânicos e Francêses. Em 1893 os Franceses tinham tomado a região norte de Yatenga, e em 1895 eles controlavam o Yatenga também.

Os Franceses pressionaram sul para Ouagadougou, apreendendo-o em 1896. O rei Mossi, Mogho Naba Wobogo, recuou, e quando ele tentou regressar à sua capital, os Franceses o queimaram até o chão. Um pouco mais tarde, o Mogho Naba dos Mossi foi despojado de quase todos os seus poderes.

Em 1919, os Franceses criaram a colônia do Alto Volta. Nesta colônia os Mossi foram o principal grupo étnico, e Ouagadougou era a capital administrativa. O novo governador, Edouard Hesling, tentou desenvolver a economia da colônia. Ele começou plantações de algodão e construiu estradas. Ele também proveu aos Mossi trabalhos forçados para outras partes da África Ocidental Francesa. Quando a Colonia do Alto Volta foi dividida entre colônias vizinhas, em 1932, a principal razão era prover a Costa do Marfim com o trabalho Mossi.

Muitos Mossi lutaram pela França na Segunda Guerra Mundial. Em 1947, a França fez do Alto Volta um território separado mais uma vez. Mas o Mogho Naba e os chefes foram ignorados pela maioria dos jovens nacionalistas quando o Alto Volta moveu-se para a independência nos 1950s. Uma constituição democrática redigida em 1958 nem sequer mencionava-os.

Desde a Independência

A República do Alto Volta ganhou a independência em 5 de Agosto de 1960. O Exército assumiu o controle em 1966. Uma nova Constituição introduzida em 1970 foi suspensa em 1974, quando os militares tomaram o poder novamente. Uma Constituição prevendo um presidente eleito e uma Assembleia Nacional foi aprovada pelos eleitores em 1977, mas o exército novamente assumiu em 1980. Após uma série de golpes militares, o Capitão Thomas Sankara assumiu o poder em Agosto de 1983. Como um sinal de que o país havia rompido com o passado colonial Francês, ele mudou seu nome, bandeira e hino nacional. Ele disse ao seu povo que poderiam se livrar da pobreza através do auto-sacrifício, cooperação e trabalho duro. Mas em 1987 ele foi derrubado e morto por seu principal assessor, o Capitão Blaise Compaoré.

A Constituição de 1991 reduziu os poderes presidenciais e provia eleições diretas para a presidência e o parlamento. Compaoré foi eleito presidente no final daquele ano e foi reeleito nas eleições de Novembro de 1998 que foram boicotadas pela oposição. Enfrentando uma oposição fragmentada, ele surpreendentemente ganhou a reeleição em 2005 e 2010.

Lucile Carlson

História

Sabemos pouco sobre a história antiga do Burkina Faso foi um acordo muito cedo, ou para 12 000 a 5000 anos antes da era cristã, pelo menos em termos de parte do noroeste do país. Na verdade, as escavações arqueológicas levaram à descoberta de ferramentas em 1970. O acordo teria aparecido entre 3600 e 2600 aC com os agricultores, cujos vestígios de edifícios foram encontrados. O uso do ferro, cerâmica e pedra polida desenvolveu-se entre 1500 e 1000 aC, e do surgimento de preocupações espirituais, como evidenciado pelos restos de sepultamento descoberto.

Permanece atribuído ao Dogon são encontradas na região do norte, centro-norte e noroeste. Mas eles deixaram a área entre o XV e no século XVI para se estabelecer no Falaise de Bandiagara no Mali. Além disso, os restos de edifícios são encontrados no sudoeste de Burkina Faso (assim como na vizinha Costa do Marfim), mas com certeza origens desconhecidas.

Após o advento da agricultura, uma onda de pilotos veio então enxertado uma aristocracia militar para esta estrutura. Detentores do poder político, os cavaleiros passaram acordos com proprietários de terras indígenas permanecem. Esta organização ainda é a forma do nosso cantão chefes e líderes da terra ou Chiefs.

O primeiro Mossi reinos foram feitas: Gourma o Mamprousi o Dagomba, leYatenga eo reino de Ouagadougou. Ele rapidamente se tornou o mais influente.

Ele foi levado pelo Naba Mogho, tanto o rei e mago. A séculos XIII e XIV estes reinos contrário dos grandes impérios do laço Níger, que não hesitou em atacar a fronteira e para progredir no seu território. O poder de seus exércitos permitiu a Mossi preservar a maior parte de sua independência. Mas no final do século XV, o Império Songhai estabeleceu sua supremacia sobre a curva do Níger, terminando pilotos mossi avançados.

Colonização

Em 1888, a primeira expedição francesa liderada pelo capitão Binger atingiu o território da atual Burkina Faso. O francês então realizar uma série de missões e gravatas (às vezes tensas) com a população e as autoridades locais através da Naaba Mogho (chefe da Mossi) e outros notáveis. Em 1894, as tropas francesas entraram Ouagadougou.

Após a ocupação de Ouagadougou, 23 de dezembro de 1896, o Naaba Mogho aceitar o protetorado dos franceses, que estão envolvidos em uma corrida com as colônias britânicas. Enquanto se é África Ocidental Francesa até 1919, os reinos Mossi estão ligados a uma entidade chamada Alto Senegal-Níger.

Em 1919, o que constituía a colônia do Alto Volta, no território da atual Burkina Faso e inclui sete círculos: Gaoua, Bobo-Dioulasso, Dédougou, Ouagadougou (capital), Dori e Fada Say N’Gouma.

No entanto, diversos fatores fazem a autonomia do problema Alto Volta: por um lado, as colônias vizinhas cobiçam este reservatório de mão de obra, e também não tem acesso ao mar Então, a administração colonial deve reduzir seus custos operacionais. É por isso que, em setembro de 1932, Alto Volta foi desmembrado em favor do Sudão francês (hoje Mali), Costa do Marfim e Níger, apesar dos protestos de Mogho Naaba. No entanto, após o serviço durante a Segunda Guerra Mundial, Alto Volta foi reconstituída em 1947, graças à insistência de Mogho Naaba o tempo.

A criação de políticas de novas infra-estruturas contribuem para envolver gestão da terra aborígene.

Os conselhos municipais são eleitos primeira, e uma Assembleia Territorial, representantes enviados ao Parlamento Metropolitano (na Assembleia Nacional: Gerard Ouedraogo, Joseph Conombo, Nazi Boni, Henri Guissou, Mamadou Ouedraogo), a Assembléia Francês União e Grande Conselho da AOF. 31 de março de 1957, a nova Assembleia Territorial são eleitos por sufrágio universal, e nomear um governo de 12 membros. Ouezzin Coulibaly, membro da Côte d’Ivoire, mas originalmente de Alto Volta, foi eleito vice-presidente, o então presidente do governo, mas morreu em 7 de setembro de 1958. Maurice Yameogo apoiada por Félix Houphouët-Boigny e da UDV (União Democrática Voltaic) o sucedeu. Em 17 de outubro, as centenas Mogho-Naaba fato de pessoas se reúnem em frente ao palácio da Assembleia Territorial, para estabelecer uma monarquia constitucional, sem sucesso.

Independência

Comunidade Francesa proposta pelo referendo de 28 de setembro de 1958, aceita por 99,5% dos eleitores e 75% dos eleitores registrados. Em 11 de Dezembro do mesmo ano, a República foi proclamada voltaica e adere imediatamente para a Comunidade. Em 1959, a República torna-se autônomo.

As eleições legislativas de 19 de Abril de 1959, o Rally Democrático Africano (RDA) acontece muito na frente com 70% dos votos, e ocupa 65 dos 75 assentos na Assembleia e 71, como resultado dos levantamentos: PRA, uma pequena minoria, desaparece pouco depois. Senador Begnon Koné foi eleito presidente da Assembleia, e Maurice Yameogo, que sucedeu Ouezzin Coulibaly ao chefe do governo, tornou-se presidente do Conselho de Ministros.

Depois de um período de relativa instabilidade, a autoridade do Estado é gradualmente restaurada. Yameogo reforça a sua autoridade de ser eleito chefe do Rally Democrático Africano 30 de dezembro de 1959, 4 de junho de 1960, Alto Volta buscou e obteve a independência.

Pós-independência até os dias atuais

Depois de tentar impor voltaica União Democrática (UDV) como um único partido, o primeiro presidente Maurice Yameogo foi forçado a demitir 3 de janeiro de 1966 na sequência de revoltas populares causadas por sua austeridade (redução de salários funcionários, aumentos de impostos), quando ele foi eleito para a presidência no ano passado com 99% dos votos.

Em nome do exército, o tenente-coronel Abubakar Sangoulé Lamizana tomou o poder. Ela inverte a Primeira República e estabeleceu um regime militar autoritário, removendo cruzando partidos políticos. Em 12 de fevereiro de 1969, ele nacionalizou as escolas particulares católicas. O regime gradualmente amacia, e 20 de novembro do mesmo ano, os partidos políticos são novamente permitidos. Em 14 de junho de 1970, o Chefe de Estado tinha aprovado uma nova Constituição por referendo. Este é o início da Segunda República. Este texto dá ao presidente da mais antiga tendo os militares da República o posto mais alto, e dá pelo menos um terço de pastas ministeriais no exército.

A eleição legislativa realizada 20 de dezembro de 1970. Democratização é de curta duração, uma vez que 08 fevereiro de 1974, novo Lamizana opera um golpe, suspendeu a Constituição, dissolveu a Assembleia Nacional, terminando assim a República breve segunda. A rivalidade entre Gerard Ouedraogo, o primeiro-ministro, José Ouedraogo, Presidente da Assembleia Nacional, nos meses anteriores levou à paralisia institucional. O exército ea força recomeça.

Em 27 de novembro de 1977, uma nova Constituição foi aprovada por referendo, dando à luz a Terceira República. As eleições parlamentares de 1978, sete partes estão presentes, mas apenas três partidos veio à mente são autorizados a continuar suas atividades. Vencedor da eleição presidencial em maio de 1978, Lamizana enfrenta uma greve geral em 1980, organizado pela Confederação do Alto Volta. Em 25 de novembro de 1980, ele foi deposto pelo coronel Saye Zerbo, que é o chefe do Comitê Militar de Recuperação para o Progresso Nacional (CMRPN).

No entanto, dois anos depois, em 7 de novembro de 1982, que por sua vez é derrubado, e deve ceder o poder ao Conselho Provisório da salvação das pessoas (CPSP) Comandante Jean-Baptiste Ouedraogo. Ele escolhe como primeiro-ministro o jovem Thomas Sankara, que permanece no poder até maio de 1983.

Após sua demissão, 4 de agosto de 1983, uma parte do exército é levantada, liderada pelo comandante Boukari Lingani e Blaise Compaoré capitães, Sankara Thomas e Zongo Henri. Este é o início da era da Revolução. O CSP é deposto e substituído pelo Conselho Nacional da Revolução (CNR). Capitão Sankara foi nomeado chefe do país.

No ano seguinte, em 04 de agosto, por ocasião do primeiro aniversário da revolução, o país foi renomeado Burkina Faso (Terra dos Homens verticais), um novo hino nacional, um novo slogan (“A Pátria ou morte, ganhar “) e uma nova bandeira é selecionado. Ele também traz uma nova divisão territorial, o que dá origem a 25 províncias e 121 departamentos.

Depois de 4 anos de regime revolucionário, presidente Sankara foi derrubado por sua vez por Blaise Compaoré, 15 de outubro de 1987. Thomas Sankara foi assassinado durante o golpe de Estado, durante uma reunião do Conselho da Entente. Uma das primeiras medidas tomadas por Blaise Compaoré é a dissolução do Conselho Nacional da Revolução (CNR) tinha criado Sankara. Ele cria um novo partido, a Frente Popular (FP).

Blaise Compaoré, está no poder desde 1987. O sistema multipartidário foi introduzido em 1991. Em 1992, um grande empresas estatais foram privatizadas discussões suites com o FMI eo Banco Mundial. Blaise Compaoré foi eleito pela primeira vez em 1991 e reeleito em 1998 e 2005. A controvérsia tem acompanhado a candidatura presidencial último dos últimos. A Constituição não em Burkina Faso que o presidente pode ficar no final de dois mandatos. No entanto, a disposição que proíbe a possibilidade de um terceiro mandato foi adotada durante o segundo mandato de Compaoré, o Conselho Constitucional considerou que a aplicação do mesmo nas eleições de 2005 foi realmente válido.

História

Mossi reinos

O atual território do Burkina Faso tem sido coberto por numerosas migrações.

A partir do século XI ou XII, os reinos Mossi foram os primeiros formados: Gourma o Mamprousi o Dagomba, Yatenga eo reino de Ouagadougou.

Ele rapidamente se tornou o mais influente. Ele foi levado pelo Naba Mogho, tanto o rei e mago. A séculos XIII e XIV estes reinos contrário dos grandes impérios da Curva do Níger (Mali e Songai) não hesitou em atacar e invadir as margens, quando não afundar. O poder de seus exércitos permitiu a reinos Mossi para preservar a essência da sua independência. Mas no final do século XV, o Império Songhai estabeleceu sua supremacia sobre a curva do Níger, acabando com a sobreposição da Mossi.

Ciosos do seu poder, os reis Mossi sempre se opôs a unificação do país Mossi. Mas estes reinos teve uma notável coesão social ea estabilidade política e religiosa excepcional: eles mantida até a conquista francesa no final do século XIX.

Mossi participou comércio trans-saariano pouco: o comércio de grandes fluxos contornado a região. O Islã também não implantação não. A Mossi foram muito menos afetados do que os seus vizinhos no comércio de escravos. Na véspera da colonização francesa, o centro do território foi controlado pela confederação de reinos Mossi compreendendo três conjuntos de políticas, o Yatenga Wogodogo e Tenkudogo. Para o leste foi construído o reino de Gurma e oeste, dominada pelo soberano Dioula Kong no século XVIII, foi disputada entre vários reinos.

Penetração colonial

Após a Conferência de Berlim (1884-1885), o francês procurou tomar a velocidade britânica de estabelecer seu domínio sobre o ciclo do Níger para conectar suas colônias na África Ocidental, Central e do Norte, no território de um único tomando. A Mossi estava em seu caminho. Os franceses e os britânicos lançaram várias expedições. O Naba Mogho saudou a Binger francesa em 1888, mas suspeito, os franceses éconduisit Crozat (1890) e Monteil (1891) eo britânico Fergusson (1894).

Diante de pressões britânicas e alemãs, o francês acelerou sua raça: a ordem do Sudão governador (hoje Mali), uma coluna francesa comandada pelo capitão Destenave foi para Ouahigouya em 1895 e assinou um tratado de protetorado com a Yatenga. Em 1896, o exército francês tomou Ouagadougou.

O país inteiro foi ocupado em 1897. Ele foi o primeiro construído no Alto Senegal-Níger, antes de ser estabelecida colônia independente conhecida como Alto Volta em 1919 com capital de Ouagadougou, e integrado no Federal geral A- OF. Mas em 1932, a colônia foi dividido entre o Níger, Sudão (Mali) e Costa do Marfim. Durante a colonização, a resistência continuou. O Naba Mogho permaneceu na oposição. Recrutamento militar e cobrança de imposto provocou revoltas violentas (incluindo Dédougou levante em 1915). Os franceses ocuparam pouco do “desenvolvimento” do Alto Volta. As primeiras experiências de algodão mostrou decepcionante e causou uma escassez alimentar grave. A linha ferroviária de ligado, no entanto, Bobo-Dioulasso a Abidjan em 1934. Mas a colônia foi usado principalmente como um reservatório de mão de obra para as grandes plantações da Costa do Marfim e é submetido a uma unidade de recrutamento militar durante as duas guerras mundiais.

A marcha para a independência

A lei de 4 de setembro de 1947 reconstituído a colônia de Alto Volta. É neste contexto que o movimento nacionalista decolou. Ele contou com os soberanos caídas ainda ativo, mas também os veteranos, as elites modernas e homens novos, como Ouezzin Coulibaly e Yameogo Maurice.

Eles fundaram o Partido Democrático Unido (mais tarde, a UDV, União Democrática Voltaic), representando a RDA voltaica (Rally Democrático Africano). A RDA desempenhou um papel importante na luta para a evolução do estado colonial. Em 1956, a lei-quadro instituiu o sufrágio universal nas colônias francesas da África negra e concedeu o Alto Volta, como em outras colônias, maior autonomia administrativa.

Em 1958, a nova Constituição Francesa, que concedeu total autonomia, foi aprovada por 99,1% dos eleitores de Alto Volta: O projeto foi apoiado pela RDA, mas um novo partido, o Movimento de Libertação Nacional Africano, liderado pelo historiador Joseph Ki-Zerbo foi em vão campanha por independência imediata. Na verdade, Alto Volta conseguiu a independência 5 de agosto de 1960. Maurice Yameogo, chefe de governo após a morte de Ouezzin Coulibaly, tornou-se o primeiro presidente da República.

Do Alto Volta ao Burkina Faso Logo o regime evoluiu para o autoritarismo. Maurice Yameogo proibiu os partidos políticos. Dificuldades econômicas do país e do desperdício no topo do Estado tornou-o impopular. A vida política do Alto Volta foi marcado por vários golpes militares. A primeira, em 1966, realizou o tenente-coronel Sangoulé Lamizana o chefe de Estado por um período de 14 anos. Lamizana começou um programa de austeridade econômica, mas, apesar de várias constituições e restauração do sistema parlamentar, o poder permaneceu nas mãos do exército. Em 1980, foi derrubado por Lamizana Coronel Saye Zerbo se demitido pelo capitão Jean-Baptiste Ouedraogo em 1982.

Em 1983, o capitão Thomas Sankara e um grupo de jovens oficiais tomaram o poder. Uma nova era começou para Alto Volta, 4 de agosto de 1984, adotou o nome de Burkina Faso (literalmente “terra dos homens honestos”). Impulsionada por uma transformação política radical da sociedade, uma ruptura completa com o legado colonial, e para a construção rápida de uma sociedade mais justa e igualitária, esses oficiais começaram a lutar contra o desperdício ea corrupção, e dado o poder de classes.

No final de 1985, uma disputa de fronteira contra Mali e Burkina Faso: o Tribunal Internacional de Justiça em Haia resolvido o litígio, oferecendo para compartilhar o Agacher banda entre os dois países. Os procedimentos, muitas vezes brutais implementadas através de CR (comitês revolucionários), o que foi cumprido revolução resistência e discórdia que surgiu entre os líderes levaram, em 15 de Outubro de 1987, um golpe de Estado em que Presidente Thomas Sankara foi assassinado. Blaise Compaoré, o número dois do regime, em seguida, tomou o poder e, pragmaticamente, o país envolvido em abertura política. Ele instituiu uma Frente Popular responsável pela realização da “retificação da revolução.” Na década de 1990, o partido renunciou marxismo-leninismo e restaurou o sistema multipartidário. Em 1992, Blaise Compaoré se recusou a realizar uma conferência nacional, mas convidou a oposição a um Fórum de Reconciliação Nacional. Ele viu sua posição no poder duplamente reforçada pelo sucesso que ele ganhou as eleições presidenciais, realizadas no mesmo ano e que do seu partido, o Congresso para a Democracia e Progresso, amplamente ganhou as eleições parlamentares realizadas em Maio de 1997. Em 1998, a democratização das instituições estava quase concluído e poderia dedicar-se à realização do programa de ajustamento estrutural e da melhoria dos padrões de vida (227,8 dólares / h. 1.998) da população . Presidente Compaoré foi reconduzido bem, e desejo Ouedraogo Kadré nomeado para chefiar o governo. Ele foi mantido nesta posição após as eleições legislativas de Outubro de 1999.

A nova Constituição, aprovada por referendo em 2 de Junho de 1991, estabeleceu uma república presidencial, baseado em um sistema multipartidário e separação de poderes.

O Presidente é eleito por sufrágio universal por sete anos, a Assembleia Nacional tem duas câmaras: a Assembleia do Povo, composto por 107 membros, eleitos por quatro anos, ea câmara consultiva, que inclui representantes de organizações sociais, religiosas profissional e política.

Geografia

Estado sem litoral do Sahel da África, limitado a norte ea oeste pelo Mali, a leste pelo Níger, a sul pelo Benin, Togo, Gana e Costa do Marfim, Burkina Faso cobre 274.200 km ² e abriga 11,6 milhões de pessoas. Sua capital Uagadugu.

Burkina Faso é um país com baixo relevo, três quartos do território é ocupado por uma vasta peneplanície com uma altitude média não ultrapassa 400 m; quase metade do país está entre 250 e 350 m. Cerca de três quartos do país reina topografia monótono, um vasto planalto salpicado de morros, cristas e vales. Os apartamentos e resultado baixo da erosão da idade pré-cambriana granito gnaisse, alinhamentos, indicando a encosta aflora com mais força, xisto arenito ou quartzito, granito e inselbergs buttes blindados. No sudoeste, uma enorme mais robusto e cortar a tampa do arenito sedimentar sobe para 749 m (Tena-Kourou).

Falésias dominam a base forte como o “precipício” de Banfora, cerca de 150 m de altura. Para o leste, a paisagem árida e monótona, são dominados por Atakora maciça e Gobnangou.

População

As principais línguas faladas são o Níger-Congo línguas: Moore eo Gourmantché (grupo gur), Dioula (Grupo remendada) e Fulani (West Atlantic grupo).

Composta por alguns grupos étnicos 60, o país reúne diversas populações, neo-sudanês de origem, tais como Bobo, Mossi, os Gourmantchés e povos Songhai vieram do vale superior do Níger Markas como Samos e Bissa, grupos como o Sahel Fulani ea Bellas. Mossi (48%), a língua Moore, são os mais numerosos. Os outros grandes grupos étnicos são os Mandé (6,7%) Fulani (10,4%), o Lobi (7%), Bobo (6,8%), o Senufo (5,3%), o Gurunsis ( 5,1%), as Gourmantchés (4,8%), Tuareg (3,3%). Grupos étnicos não listadas representam 2,6% da população. Rural, essencialmente, praticar religiões tradicionais (44,8%). Muçulmanos (43%) e cristãos (12,2%, 9,8% católica e 2,4% protestante) estão crescendo em número.

Burkina Faso continua a ser um país rural (90% da população), mas o crescimento das cidades é muito rápido (25% entre 1985 e 1995): Bobo-Dioulasso atingiu 450.000 habitantes, ea capital, Ouagadougou, juntamente 730.000 habitantes. Outras cidades importantes são Koudougou (105 mil habitantes), Ouahigouya (75.000 habitantes), Banfora (36.000 habitantes). Desde o início da década de 1980, esta urbanização é alimentado pela migração de retorno, os fluxos populacionais entre Costa do Marfim e Burkina Faso têm se tornado favorável a este último como os recentes levantamentos demográficos.

18,2% das pessoas de 15 anos ou mais eram alfabetizados em 1990. A taxa de inscrição é de 36% no primário, secundário de 7% e de 1% no ensino superior.

Economia

Burkina Faso é aberto ao liberalismo econômico desde 1990. A redução do número de funcionários públicos, a privatização de empresas de terra e muitos, a desvalorização do franco CFA (1994), a inflação dá otimismo para os investidores estrangeiros. A situação econômica foi considerado muito bom pelo Bretton Woods até 1988. Desde constrangimentos externos, em especial a crise da Costa do Marfim tiveram um impacto negativo e Burkina Faso tem estado sob ajustamento estrutural desde 1991. A economia continua dependente de transferências do exterior (imigrantes de renda, a ajuda internacional). A dívida, no entanto, é moderado (inferior a 22% do PIB em 1994) e do serviço da dívida permanece suportável (7% das receitas de exportação).

Agricultura

Agricultura e pecuária ocupam 90% dos ativos e contribuir 44% do PIB. Áreas cultivadas – 2,6 milhões de hectares, menos de 10% do país – são essencialmente dedicado às culturas alimentares, milho e sorgo, que ocupam 69% da terra cultivada (2.000.000 toneladas), milho (310 mil t) e arroz (50.000 t).

O resto da terra é dedicada a exportação de culturas: algodão e amendoim. Gado, concentrados principalmente no norte do país é principalmente exercida pelo Fulani e Tuareg poucos.

Produção ainda em grande parte de sequeiro beneficiou pouco de hidro-agrícolas vales de Kou (Black região de Volta) e Sourou. O grande desenvolvimento do projeto Volta vales (AVV), lançado em 1974, foi, sem dúvida permitiu o desenvolvimento de 500.000 ha de férteis solos aluviais, com a luta contra a tripanossomíase e oncocercose. Mas colonização sudoeste “espontânea” por migrantes mossi supera a orientação por projetos estaduais importantes. Esta mobilidade é principalmente devido ao desenvolvimento da cultura do algodão, tornou-se a primeira exportação de recursos. O Sosuco cana complexo (Banfora, 340.000 t), produtos hortícolas peri-urbana e coleta de nozes de carité são, com algodão, as principais fontes de circulação monetária no país. Até o algodão onda, produtos animais eram o principal produto de exportação. Bovinos (4.000.000 cabeças) deixar a parte do Sahel do país, devido aos efeitos do excesso de pastagem e do rebanho ainda em grande parte transumante alimenta países florestais do Sul, especialmente desde que a desvalorização do franco CFA impulsionou as exportações gado. Para mitigar a degradação da terra e desertificação tendências, uma gestão nacional de terras da aldeia (PNGT) foi lançado em 1992 e programa de ajustamento estrutural agrícola (ASAP) visa garantir a segurança alimentar sustentável.

Mineração e Industrial

A indústria sofre de falta de investimento. Fabricação, pequena, concentrada em Banfora, Bobo-Dioulasso e Ouagadougou cada vez mais fornece apenas 15% do PIB. Dominado pelo agronegócio e têxteis, maquinaria industrial sofre com a estreiteza do mercado interno e ao contrabando. Mineração ainda é baixo, no entanto, levanta grandes esperanças. O governo deu um forte impulso para a produção industrial de ouro (depósitos Boromo-Poura) – 2,7 toneladas em 1995, mais que o dobro do previsto para 2000 – e eles contam sobre os depósitos de manganês ( Tambao) e zinco (Perkoa). Extraído de um Maufoulou antimônio pouco.

Burkina Faso tem uma rede viária de 13.000 km (1.500 km de asfalto) e uma rede ferroviária de 517 km (Abidjan-Niger), mais de 105 km de trilha, sendo completo (linha de Ouagadougou, em Tambao extremo norte).

Clima

O Burkina Faso área pertence ao clima tropical sudanesa. O ano é dividido entre a estação chuvosa ea estação seca. A precipitação média anual diminui de sudoeste (1.400 mm) Nordeste (500 mm), e temperaturas médias de 27-30 ° C crescer em Gaoua a 22-33 ° C a Dori, a estação chuvosa, que dura cerca de sete meses, no sul, em meados de abril a meados de novembro, pouco superior a três meses ao norte do Sahel, onde a precipitação é baixa e irregular.

Fonte: www.rumbo.com.br/www.infoplease.com/www.worldrover.com/Internet Nations/www.burkina-faso.cawww.burkina-faso.ca/www.afrique-planete.com

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