
Mapa de Huambo
CAPITAL: HUAMBO
Tchingenji, Ukuma, Longonjo, Ekunha, Lounduimbale, Bailundo, Mungo, Huambo, Caála, Tchicala-Tcholoanga, Katchiungo.
A estrutura Orgânica da Província do Huambo está conformada ao Decreto-Lei n.º 17/99, de 29 de Outubro e ao decreto n.º 27/00, de 19 de Maio que aprova o paradgma de regulamento e o quadro de pessoal dos Governos das Províncias, das Administrações dos Municípios e das Comunas.
Clima: Tropical de Altitude
35 771,15 Km2, representando 2,6% da extensão nacional.
Na capital uma população estimada em 2.075.713 habitantes com uma densidade de 58 habitantes/ Km2.
Batata, Batata Doce, Café Arábica, Maracujá, Abacateiro, Milho, Feijão, Trigo, Citrinos e Hortícolas, Eucalipto, Pinheiro, Plantas Aromáticas.
Ferro, Wolfrâmio, Estanho e Molibdénio, Fluorite, Urânio, Ouro, Manganésio, Manganês, Bário, Fosfatos, Radioactivos, Caulino, Cobre.
Bonivicultura de Carne, Bonivicultura Leiteira.
Metalomecânica, Química, Materiais de Construção, Têxtil, Confecções, Couro e calçado, Alimentar, Bebidas e tabaco, Madeira e mobiliário.
Conhecida como um dos "Celeiros" de Angola, a Agricultura e a Pecuária representam 76% da actividade económica da província, que jogou um papel primordial na estabilidade do Parque Industrial do País com predominância para a indústria agro-alimentar.
Concentrada em dois sectores o Camponês e o Empresarial. As previsões objetivam metas significativas na Pecuária por exemplo fometa uma perspectiva sobre pintos, caprinos, ovinos,coelhos e bois/tração, que contribui também com baixos custos no desenvolvimento agrícola. Além de reflorestametos.
A piscicultura desenvolveu-se particularmente em represas, barragens, tanques privados, lagos e lagoas.
A Província do Huambo, é conhecida como uma das maiores bacias Hidrográficas do País. Os rios: Queve (Huambo), Cunene(Boas Águas (Huambo)), Kubango (Vila Nova (Huambo)) e Cuando (Alto Cuito), são os principais rios com maior caudal que podem ser utilizados para a rega e instalação de centrais hídricas para o fornecimento de energia elétrica.
A Província de Huambo, outrora como o segundo parque industrial do País, actualmente espera o retorno de várias atividades, Metalomecânica, Química, Materiais de Construção, bicicletas, TV, Têxteis, Confecções, Couros e Calçado, Alimentar, Bebidas e tabacos, Madeira e Mobiliário.
Hoje algumas unidades se encontram em plena actividade, do ramo alimentar, ligeiro e pesado que laboram muito aquém das suas capacidades instaladas, num total de 65 unidades, destacando-se a ULISSES para montagem de bicicletas e motorizadas e a SEFA.
A indústria extractiva aguarda um regresso às actividades, por quanto rica, em recursos minerais como, Manganês, Bário, Ferro, Fosfátos, Radioactivos, Wolfrâmio, Caulino, Grafite, Ouro e Cobre que clamam por relançamento e exploração.
Comércio conta com 407 estabelecimentos distribuídos, principalmente no município sede de Huambo com 323 instalações.
A sua população configura o complexo sócio-cultural Ovimbundu, tido como o maioritário no país. Wambo Kalunga foi o fundador do reino do Wambo.
Distâncias em km a partir do Huambo: Luanda 600 - Kuito 165;
Indicativo telefónico: 041.
A rede hoteleira da Província cresceu significativamente nos últimos anos. Com o advento da Paz, vários operadores económicos de outros pontos do País têm visitado a Província com o intuito de relançar a actividade económica, com destaque na actividade comercial, hoteleira e turística.
Presentemente o sector controla 14 hotéis, 36 pensões e 80 restaurantes de entre os quais funcionam apenas 3 unidades hoteleiras, 4 pensões e 26 restaurantes.
No que diz respeito o lazer, a Província possui como potenciais pontos de atracção turística, a granja Pôr do Sol, Jardim Zoológico, o Centro de Desenvolvimento da Chianga, as Albufeiras do Cuando, N' gove, as Águas Térmicas do Wama, Lépi, o Complexo Turístico da Ilha dos Amores na Ekunha, as Pedras do Kawe na Caála e outros propiciarão um novo alento a diferentes turístas nacionais e estrangeiros.
O sistema do transporte de passageiros Inter-Municipal e Urbano já se verificam melhorias na circulação de pessoas e bens, entre os Municípios e Comunas, requerendo no entanto mais meios de transporte de passageiros e carga.
No Caminho de ferro de Benguela, continuam os esforços de reabilitação do troço ferroviário, numa extensão aproximada de 137quilómetros, no espaço que medeia os limites fronteiriços no sentido Este/Oeste da Província dentre os quais foram já reabilitados 30 quilómetros no troço Santa Iria-Caála.
Regista-se uma operatividade em média de 1.335 vôos de passageiros e de 750 vôos de carga/mês. Esforços estão a ser empreendidos na manutenção da mesma, enquanto decorre o processo da construção da nova pista alternativa de 3.000 metros.
Conta com a extensão das linhas telefónicas, a instalação do sistema WIRELESS de telecomunicações e telégrafos para os correios nas sedes de Município, bem como também a necessidade de ser instalado equipamentos de informação e observação meteorologica.
Conta com a presença do BAI a somar as instituições antes existentes como BPC e BFE, sem representações nos Municípios.
Impõe-se a necessidade de se reforçar a capacidade de negociação da classe empresarial local junto das instituições financeiras, com vista a aproveitar convenientemente os mecanismos de financiamento promovidos por estas no relançamento da actividade económica na Província.
Desde a institucionalização FDES foram financiados projectos na linha Novo Horizonte, após um curso de capacitação dos promotores orientado pelo INAPEM, essencialmente para as moageiras, gado reprodutivo, camihões e equipamento de rega de apoio às fazendas agrícolas.
A própria dinâmica da actividade económica fará surgir os meios que se perspectiva crescente na área do comércio e dos transportes.
Rede escolar, professores, anfiteatros, museus, factores que se traduz requerem uma atenção especial dos investimentos.
O serviço público de Educação incide nos 11 Municípios (Bailundo, Mungo, Londuimbali, Chinjenje, Ukuma, Longonjo, Caála, Huambo, Chicala-Cholohanga, Cachiungo e Ekunha).
Na área de energia com a ENE, a capacidade actual instalada é de 21.927KVA e desta é disponível 7.827KVA. A província necessita pelo menos de centrais Mini-Hídricas aproveitando assim seu potencial hidrográfico e sistemas de energia solar e eólica, mais vantajosas sendo baixos custos de exploração. Projetos de obras públicas estão apontados nessa fase de reabilitações.
No centro do País, é composta por 11 municípios: Huambo, Londuimbale, Bailundo, Mungo, Tchindjenje, Ucuma, Ekunha, Tchicala-Tcholoanga, Catchiungo, Longonjo e Caála. Faz fronteira a oeste com Benguela, a norte com o Kuanza Sul, a leste com o Bié e a sul com a Huíla. A capital, Huambo, localiza-se a 600km de Luanda.

Zona de planalto, apresenta um clima tropical de altitude. Outrora, a agricultura aqui foi rainha e a sua escola de agronomia chegou mesmo a ter cotação internacional. A sua capital, foi até há poucos anos atrás, a segunda cidade do País.
Nova Lisboa (designação colonial do Huambo) fora criada pelo Estado colonial para ser a capital de Angola para assim, centralizando o Poder, dominar e desenvolver mais facilmente todo o Território.

Bastante debilitada pela guerra dos últimos anos, a Província relança a sua economia. A agricultura produz principalmente: milho, feijão, batata, batata-doce, café arábica, maracujá, plantas aromáticas, trigo, eucalipto e pinheiro.
A pecuária é caracterizada por uma bovinicultura de carne e de leite, além da criação de caprinos.
As indústrias ressurgem e servem os sectores alimentar, têxtil, materiais de construção, couro e calçado, bebidas, tabaco, madeiras e mobiliário. A agricultura e a pecuária são tradicionalmente as principais actividades económicas da Província, havendo, no entanto, recursos minerais tais como ouro, estanho, Wolfrâmio e fluorite.
Fonte: www.consuladodeangola.org