"O Chade é um país africano, limitado a norte pela Líbia, a leste pelo Sudão, a sul pela República Centro-Africana, Chade é um lugar ainda por descobrir."
Passaporte e visto, geralmente válido para 90 dias, passagem de saída ou carta convite, a vacina contra a febre amarela. Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação.A capital do país encontra-se no sul do Lago Chade. Durante a guerra civil, a cidade sofreu importantes destroços. Os dias da reconstrução fizeram a cidade recobrar sua reputação como uma das cidades mais amenas do Sahel. A população e a cidade é muito acolhedora, especialmente ativa e barulhenta é o bairro africano com o Grande Mercado.
Das 10 maiores cidades da Àfrica Central, N'Djamena é a mais segura. Uma viagem iniciada em N'Djamena, o Chade sul e a área do Lago Chade, é interessante para fazer uma visita curta, a vida noturna contagiante conta com muitos bares e boates com música ao vivo.
As linhas aéreas que viajam até o Chade são Air France, Cameroum Airlines, Air Afrique e a Air Chade oferece vôos que ligam a capital com Moundou, Sarth e Abéché.Só existe serviço de ônibus entre a capital e Sarth no sul e Mao ao norte.Os caminhões e os veículos de terreno são a forma principal de transporte público. Na capital há serviço de táxi.
Recomendamos a parca, as brochetas de carne de vitela acompanhadas de um prato de arroz e a carne de cordeiro.A zona do Grande Mercado é um dos melhores lugares para encontrar comida econômica.
A moeda oficial é o Franco Centro-africano, que equivale a 100 centavos.É necessário preencher uma declaração de moeda na entrada do país. Pode-se trocar nos bancos, aeroportos e hotéis. Os cartões de crédito não são muito usados, apenas alguns hotéis aceitam.
O artesanato típico de Chade está em tapetes de lã e tecidos de um formoso colorido. Também trabalham-se o artesanato em metais preciosos como o ouro ou a prata e objetos de couro como bolsas e sandálias sem esquecer a cerâmica. Entre os lugares mais solicitados encontra-se o Mercado Central, a Missão Católica e as lojas da popular Avenida Charles de Gaulle na capital do Chade.
N'Djamena é a capital e a maior cidade do Chade. Localiza-se nas margens do rio Chari.Foi fundada em 1900 pelos franceses, sendo conhecida pelo nome de Fort-Lamy até 1973.
Antes da guerra civil era uma das mais lindas cidades do Sahel.A cidade é dividida em duas seções: a européia ou administrativa e a maior, mais palpitante, seção africana. Alguns locais de interesse para a visitação dos turistas são a mostra remanescente do Musée National e o enorme Grande Marché. Há também um interessante Hipódromo onde se pode assistir a corridas de cavalos nos finais de semana e razoáveis campos de golfe (há um com cerca de 4 Km no lado leste da cidade).
É uma agradável cidade com um ambiente muito tranquilo. Encontra-se ao sudoeste do país. É a terceira maior cidade do Chade.
Foi uma e outras vezes invadida pelos árabes desde o norte em procura de escravos. Sarh é a segunda maior cidade do país e a capital da região das plantações de algodão. O Museu Nacional está muito perto da Missão Católica; é pequeno mas bastante interessante. Permanece aberto das 7 às 14 horas, de segunda-feira a sábado. Também perto do museu encontra-se o excelente Mercado do Artesanato.
Clima continental cujas temperaturas variam dependendo da zona: frio de dezembro a fevereiro, sobretudo pelas noites e muito calor durante o dia de março a maio. As chuvas chegam, no sul, de junho a setembro diminuindo em intensidade na medida que aproxima-se do norte.
Os idiomas oficiais são o francês e o árabe. Também fala-se o sara, mbaye, mbum e massa.
A corrente elétrica é de 220/380 volts a 50 Hz.
Fonte: www.souturista.com.br
Capital: Ndjamena
Idioma: francês e árabe
Moeda: franco da comunidade centro-africana
Clima: árido e savana
Fuso horário (UTC): +1
Uma cidade fascinante de aparência oriental, com mesquitas, ruas estreitas, mercados antigos e prédios delapidados.
Localizado no nordeste do país possui formações rochosas de formatos intrigantes, abriga conjuntos de pinturas rupestres de importante valor arqueológico e grupos de animais isolados pelo deserto circundante, que se mantém graças aos poucos riachos que afloram na região. Próximo ao Maciço, a cidade de Fada, um pequeno oásis com 5.000 habitantes, dá suporte ao poucos turistas que chegam lá.
Capital da região sul, possui uma vida noturna bastante agitada, sendo um dos lugares mais agradáveis do país. Para quem gosta de um pouco de liberdade, é possível alugar uma bicicleta e passear pelo mercado central ou ir até o museu da cidade.
Fonte: www.geomade.com.br
Passaporte e visto, geralmente válido para 90 dias, passagem de saída ou carta convite, a vacina contra a febre amarela. Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação.
O visitante deve registrar-se na Sûreté de Imigração, na capital, nas 72 horas seguintes à chegada (precisa duas fotografias).
Clima continental cujas temperaturas variam dependendo da zona: frio de dezembro a fevereiro, sobretudo pelas noites e muito calor durante o dia de março a maio. As chuvas chegam, no sul, de junho a setembro diminuindo em intensidade na medida que aproxima-se do norte.
Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, algum abrigo, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.
Os idiomas oficiais são o francês e o árabe. Também fala-se o sara, mbaye, mbum e massa.
A maioria da população é muçulmana, 47%. Católicos 21%.
A corrente elétrica é de 220/380 volts a 50 Hz.
A moeda oficial é o Franco Centro-africano (XOF), que equivale a 100 centavos. Pode-se realizar o câmbio em Bancos.
É imprescindível a vacina contra a febre amarela, a profiláxia antimalária e recomendavel a vacina contra a hepatite. Não pode-se beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada. É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência. Para emergências médicas ou policiais deve-se pedir ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximo.
O serviço de correios é confiável e seguro, embora demorado. Para chamar a chade da Espanha deve marcar 00-235 mais número do assinante.
Teoricamente precisa-se de uma permissão para fazer fotos, disponível no Ministério de Informação por 25 dólares aproximadamente, mas a maioria das pessoas não fazem caso, fotografando de maneira livre e arbitrária.
Os bancos fecham aos sábados de manhã, enquanto que os mercados e diversas lojas funcionam a maior parte do dia, todos os dias da semana. Sexta-feira é o dia de descanso.
Como em quase todos os países da Àfrica, os prestadores de serviços esperarão umas moedas. Aconselhamos deixá-las se ficou satisfeito com o serviço.
Taxa de aeroporto para vôos internacionais e para vôos nacionais.
A República do chade ocupa uma superfície de 1.284.000 quilômetros quadrados e está dividida em 14 prefeituras, cada uma delas administrada por um governador. Limita-se ao norte com a Líbia, ao leste com o Sudão, ao sul com a República da África Central e ao oeste com o Camerum, a Nigéria e o Níger.
O chade é uma grande bacia que está rodeada de montanhas: ao norte o maciço Tibesti (Emi Koussi), o este Ennedi, ao sul o Planalto de Qubangui e ao norte o deserto. Primitivamente a bacia era um mar interior do qual apenas resta o Lago chade. Três são os rios que cruzam o país, o rio Chari, Salamal e Logone, os principais fornecedores de água, ricos em pesca.
O clima é quente e seco no Sahara e mais moderado no sul do território. As temperaturas extremas registradas na capital foram de 8 graus centígrados de mínima e 46 graus de máxima. A precipitação anual média é de 744 mm.
O extremo oriental do país toca com o deserto e ao sul de mesmo aparece a estepe; nas zonas centrais, ao longo das beiras dos rios, desenvolvem-se os bosques. Na zona meridional a vegetação se converte em savana arbórea.
Ao norte do Lago chade aparece a estepe e à continuação o deserto sahariano com alguns maciços montanhosos. Na zona sul do lago há pastos, enquanto que no norte é raro este tipo de vegetação; nas montanhas há a vegetação típica de arbustos.
A fauna selvagem está composta por olifantes, rinocerontes, girafas, avestruzes, leões e búfalos. Na zona do Lago chade vivem os hipopótamos, e no deserto, ao norte, diferentes espécies de répteis.
Dos grandes reinos existentes no território do chade antes das explorações européias, ainda não se sabe nada. Os primeiros a dar notícias do chade são Barth em 1853 e Nachtigal em 1871.
Durante o século XIX o chade esteve dividido em vários sultanatos africanos que foram objetivo de ingleses e franceses em sua expansão colonial. Em 1890 começa a penetração francesa, expandindo-se no sul e leste do lago. Em 1899 teve acordos entre eles que deram o controle a França; em 1913 conclui a dominação com a derrota do chefe africano Amoney.
Em 1910 o chade (ou chade) era dependente de Ubangui-Chari; este mesmo ano se adopta o nome de Àfrica Equatorial Francesa. Em 1920 se converte em colônia independiente, sob poder militar. Em 1934 as quatro colônias, Gabão, Congo Médio, Ubangui-Chari e o chade formam uma só unidade administrativa.
Durante a Segunda Guerra Mundial foi base dos aliados, mas após a derrota de França, em 1940, o governador preto do chade nega-se a reconhecer a autoridade do regime de Vichy, unindo-se aos partidários de De Gaulle. Ebone, o governador preto, é nomeado governador geral de toda o Àfrica Equatorial Francesa, o que evita o posicionamento alemã. Em 1945, ao finalizar a Segunda Guerra Mundial, se converte em Território da Àfrica Equatorial Francesa.
Em 1958 o chade foi República Autónoma dentro da Comunidade Francesa ao votar um referendum em 28 de novembro deste mesmo ano.
Em 11 de agosto de 1960 atinge a independência da Comunidade Francesa. Em 1965 detona uma guerra civil com uma duração de 25 anos. Também em 1980 é invadido por Líbia provocando uma situação de caos durante 10 anos.
Em 1987, as tropas libanesas foram expulsas do território pelos franceses, após um acordo entre Gaddafi e Mitterand. Em 1988 chade e Líbia renovam as relações diplomáticas. Três anos antes, em 1985, assina um acordo com o antigo Zaire de cooperação militar.
Em 1990, alguns rebeldes chadianos, assentados no Sudão atacam a zona leste do chade; o presidente é obrigado a fugir a Camerum após ser derrotado seu exército. Em 1994 apresenta-se um novo projeto de constituição a estabelecer uma administração não centralizada.
No ano de 1996 o governo assina acordos de paz com a formação Ação para a Unidade e o Desenvolvimento, após o qual passa a converter-se em partido político. Nesse mesmo ano uma dezena de grupos rebeldes firma acordos de paz em Gabão e uma nova constituição é aprovada.
Desde dezembro de 1990 é presidente Idriss Deby, sendo seu primeiro ministro Djimasta Koibla desde abril de 1995.
A República do chade tenta reconstruir-se após cruéis e prolongadas guerras e enfrentamentos bélicos sem sentido. Tenta reconstruir-se com a fé que proporciona o horizonte desértico e com os restos de um passado quase destroçado. Para o viajante ocidental, chade é um lugar ainda por descobrir. Quanto à seguridade, deve obter as precauções.
A República do chade, depois das sucessivas guerras e conflitos bélicos, pouco tem podido conservar do seu passado. Agora tenta-se recuperá-lo, mas tal vez seja tarde demais. As manifestações culturais se reduzem às expressões contemporâneas de alguns artistas. O mais interessante são alguns artesanatos locais.
A capital do país encontra-se no sul do Lago chade. Durante a guerra civil, a cidade sofreu importantes destroços. Os dias da reconstrução fizeram a cidade recobrar sua reputação como uma das cidades mais amenas do Sahel. A população e a cidade é muito acolhedora, especialmente ativo e barulhento é o bairro africano com o Grande Mercado. Aqui pode-se ver as mulheres com seus braços tatuados com hena e é fascinante vagar pelo interior.
O Museu Nacional, situado na Avenida Félix de Ebou, embora foi saqueado várias vezes durante as diversas invasões da cidade, ainda merece uma visita. Outros lugares que podem ser visitados na cidade são a Praça da Estrela e a Praça da Libertação. Entre os edifícios religiosos encontram-se a Catedral e a Grande Mesquita; entre os edificios civis destaca o Palácio do Povo. Pode-se acudir também ao Centro Cultural Francês, ao Hipódromo ou à Missão do Sagrado Coração.
É uma agradável cidade com um ambiente muito tranquilo. Encontra-se ao sudoeste do país. É a terceira maior cidade do chade.
Foi uma e outras vezes invadida pelos árabes desde o norte em procura de escravos. Sarh é a segunda maior cidade do país e a capital da região das plantações de algodão. O Museu Nacional está muito perto da Missão Católica; é pequeno mas bastante interessante. Permanece aberto das 7 às 14 horas, de segunda-feira a sábado. Também perto do museu encontra-se o excelente Mercado do Artesanato.
Na cozinha do chade utiliza-se tanto a carne como o peixe. O peixe é de água doce, obtido no lago ou em rios, bastante ricos em pesca; prepara-se também em salgação. Aconselhamos a parca, as brochetas de carne de vitela acompanhadas de um prato de arroz e a carne de cordeiro.
A zona do Grande Mercado é um dos melhores lugares para encontrar comida econômica, onde podem-se degustar algumas delícias.
Quanto à água, é bom bebe-la engarrafada ou recorrer aos populares chás. Encontrará cervejas de importações e alguns refrigerantes.
O artesanato típico do país está composto por tapetes de lã e tecidos de formoso colorido. Também trabalham-se o artesanato em metais preciosos como o ouro ou a prata e objetos de couro como bolsas e sandálias sem esquecer a cerâmica. Entre os lugares mais solicitados encontra-se o Mercado Central, a Missão Católica e as lojas da popular Avenida Charles de Gaulle na capital do Chade.
A população, segundo o censo de 1997 é de 7.116.000 habitantes cuja maioria está constituida por pretos sudaneses e semitas, com uma pequena minoria européia. A zona norte está ocupada principalmente por árabes descendentes do povo nômade tuareg e toubou.
O idioma oficial é o francês, mas também fala-se diferentes dialetos e árabe. A maior parte da população é muçulmana, embora também há grupos cristãos e religiões tribais. Dedicam-se à agricultura e à criação de gado, esta última atividade é a mais importante devido ao predomínio da savana e a estepe, sobretudo nas regiões de Baguini e Ouadai.
A capital do país é N'Djamena, situada ao sul do lago Chade, com uma população de 687.800 habitantes, aproximadamente.
As atividades de entretenimento que pode-se realizar no país são as visitas às cidades de tipo colonial e às tipicamente africanas. Além disso tem estações naturais de grande beleza onde realizar bonitas excursões. Durante os 25 anos da guerra começada em 1965, o país ficou fora dos limites para os turistas. Hoje os viajantes não têm razão para preocupar-se do ponto de vista de segurança. Das 10 cidades maiores da Àfrica Central, N'Djamena é a mais segura. O longíquo norte ainda oferece algumas inseguridades, mas uma viagem iniciada em N'Djamena, o Chade sul e a área do Lago Chade, é interessante para fazer uma visita curta.
Além das festas islâmicas, que variam dependendo do calendário lunar, celebram-se outras festividades católicas e civis; entre as católicas encontram-se o 1 de Novembro, 25 de Dezembro e Semana Santa. Os feriados oficiais são 1 de Janeiro Ano Novo, 19 de Fevereiro, 8, 27 e 29 de Abril, 1 e 25 de Maio e 11 de Agosto Dia da Independência.
O Aeroporto Internacional de N'Dajamena encontra-se a 4 quilômetros do centro da cidade. As linhas aéreas que viajam até o Chade são Air France, Cameroum Airlines, Air Afrique, além disso as de Etiópia e Sudão, entre outras. Air Chade oferece vôos que ligam a capital com Moundou, Sarth e Abéché.
Só existe serviço de ônibus entre a capital e Sarth no sul e Mao ao norte.
Este é um meio de transporte não aconselhável, quando não for feito com guias experientes que conheçam as zonas seguras e os caminhos por onde transitar.
Os caminhões e os veículos de terreno são a forma principal de transporte público. Na capital há serviço de táxi. Até o momento estão se desenvolvendo os ônibus e os táxis coletivos. No sul é difícil transitar, especialmente entre os meses de junho e outubro, devido à temporada das chuvas.
Fonte: www.genteviajera.es

Bandeira do chade
Nome oficial: República do chade (République du Tchad / Jumhuriyat Tashad).
Nacionalidade: Chadiana.
Data nacional: 11 de agosto (Independência).
Capital: Ndjamena.
Cidades principais: Ndjamena (530.965), Mondou (282.103), Bongor (196.713), Sarh (193.753), Abéché (187.936) (1993).
Idioma: árabe e francês (oficiais).
Religião: islamismo 54%, cristianismo 34,7% (católicos 20,3%, protestantes 14,4%), crenças tradicionais 7,3%, outras 4% (1993).
Localização: centro-norte da África.
Hora local: + 4h.
Área: 1.284.000 km2.
Clima: tropical (S) e árido tropical (N).
Área de floresta: 110 mil km2 (1995).
Total: 7,7 milhões (2000), sendo afro-árabes 87%, tubus 13% (tuaregues berberes) (1996).
Densidade: 6 hab./km2.
População urbana: 23% (1998).
População rural: 77% (1998).
Crescimento demográfico: 2,6% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 6,07 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 46/49 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 112 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 46,4% (2000). IDH (0-1): 0,367 (1998).
Forma de governo: República com forma mista de governo. Divisão administrativa: 14 prefeituras.
Principais partidos: Movimento Patriótico de Salvação (MPS), União pela Renovação e pela Democracia (URD), União Nacional pelo Desenvolvimento e pela Renovação (UNDR).
Legislativo: bicameral - Assembléia Nacional, com 125 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos; Senado (até 1999 ainda não havia sido estabelecido). Constituição em vigor: 1996
Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 1,7 bilhão (1998).
PIB agropecuária: 40% (1998).
PIB indústria: 14% (1998).
PIB serviços: 46% (1998).
Crescimento do PIB: 2,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 230 (1998).
Força de trabalho: 3 milhões (1998).
Agricultura: algodão em pluma, milhete, sorgo, amendoim.
Pecuária: bovinos, caprinos, ovinos, aves.
Pesca: 85 mil t (1997).
Mineração: carbonato de sódio, argila, cascalhos, sal.
Indústria: beneficiamento de algodão.
Exportações: US$ 270 milhões (1998).
Importações: US$ 255 milhões (1998).
Parceiros comerciais: França, Camarões, EUA, Nigéria.
Efetivo total: 25,4 mil (1998). Gastos: US$ 61 milhões (1998).
Fonte: portalbrasil.net

Bandeira do chade
Nome Oficial: République du Tchad (República de chade)
Capital de chade: N'Djamena
Área: 1.284.000 km² (20º maior)
População: 9.253.493 (2003)
Idiomas Oficiais: Francês, Árabe
Moeda: Franco
Nacionalidade: Chadiana
Principais Cidades: N'Djamena, Ati, Mongo, Sarh, Lai, Nokou, Koro-Toro
Fonte: www.webbusca.com.br

Mapa do chade
A região norte do país é formada por grandes desertos com cadeias de montanhas próximas à fronteira com a Líbia. Na região central, há uma ampla e árida savana, com o Lago chade a oeste e terras altas a leste. A região sul é marcada por planícies baixas e úmidas, que são cobertas por florestas e cortadas por diversos rios.
O Lago chade tem sido uma espécie de imã que atrai diversos povos e culturas à região, contribuindo para a enorme mistura étnica ali existente. Pouco mais de 7,5 milhões de pessoas vivem no chade, a maioria concentrada ao redor da capital e na região sul. O francês e o árabe são os idiomas oficiais, embora existam mais de cem idiomas utilizados por duzentos grupos étnicos distintos. Na região norte, os tubus formam o grupo majoritário, enquanto os árabes estão mais presentes na região central e os saras se concentram no sul.
Durante algum tempo, o chade foi uma colônia da França, e durante o domínio francês a região sul ganhou uma importância primária. Com a independência em 1960, os habitantes do norte do país se revoltaram contra a supremacia sulista no novo governo. O surgimento de facções alimentadas pelos desentendimentos étnicos e religiosos colaborou para a eclosão de uma ampla guerra civil com contornos claramente religiosos. Os muçulmanos do norte lutavam contra os cristãos e animistas do sul, lembrando o vizinho Sudão.
A guerra, a seca, a fome e a queda de preço do algodão transformaram o chade em uma das nações mais pobres do continente africano. A renda per capita anual do país é estimada em US$ 160. O principal produto de exportação é o algodão cultivado na região sul. Somente 15% da população adulta é alfabetizada e menos da metade das crianças freqüenta a escola. A assistência médica praticamente não existe e a expectativa de vida é baixa, em torno de 40 anos.
Mais da metade da população professa o islamismo. Os demais são adeptos do cristianismo ou das religiões africanas tradicionais.
Graças aos esforços dos primeiros missionários cristãos, inúmeras denominações foram implantadas com sucesso na região sul do país. Atualmente, o sul continua sendo a base mais forte do cristianismo no chade. A cada ano, 40 mil novos membros são acrescidos aos cerca de 1,5 milhão de cristãos chadianos, a maioria deles em virtude do crescimento das famílias cristãs.
O país tem estado tomado pelo conflito interno entre os muçulmanos do norte e os cristãos e animistas do sul. Nos anos 70, sob o governo do presidente Ngarta Tombalbaye, que foi assassinado em 1975, os cristãos foram severamente perseguidos. Desde então, o país vive uma atmosfera de relativa liberdade religiosa sob um estado laico. Isto, no entanto, não inibiu certos indivíduos de transgredirem os direitos civis motivados por um exacerbado zelo religioso.
Na manhã do Natal de 1999, os cristãos de Mangalmé, nas proximidades da cidade sulina de Mongo, acordaram com uma triste notícia. Alguém ateara fogo à capela que eles utilizavam poucas horas depois de terminadas as orações de Natal.
Pegadas comprometedoras foram encontradas no local e a polícia prendeu um homem e logo depois mais outros dois. As tensões entre cristãos e muçulmanos atingiram níveis elevados, porém o conselho islâmico local negou qualquer envolvimento com o atentado e até mesmo afirmou que o autor não era muçulmano. Determinados a não perder mais tempo, os membros da igreja reconstruíram a capela, somente para vê-la destruída pelo fogo novamente. Desta vez, no entanto, o conselho islâmico local ofereceu-se para auxiliar na reconstrução do prédio e até para colocar a sua própria guarda no local. A princípio, a igreja rejeitou a oferta, pois o segundo incêndio havia desencorajado a todos. Além disso, os cristãos que trabalhavam em serviços civis consideravam a idéia de deixar Mangalmé porque o lugar havia se tornado muito perigoso. De acordo com um membro da igreja, o prefeito da cidade vizinha de Mongo investigou o segundo incêndio e descobriu o verdadeiro autor do atentado: um grupo fundamentalista islâmico que agira independentemente do conselho de Mangalmé e que era capaz de fazer coisas muito piores do que apenas queimar capelas. Após muita discussão, os cristãos decidiram permanecer na cidade e reconstruir a capela mais uma vez, confiando que Deus os manteria em segurança.
A expansão do Evangelho continuará enfrentando dificuldades devido ao conflito cultural entre o norte e o sul do país. Os cristãos somam 1,5 milhão de pessoas e continuam crescendo numericamente, aumentando também sua participação percentual na população do país. Por volta de 2050, o número total de cristãos poderá chegar a 3 milhões.
1. A igreja desfruta de um momento de grande abertura religiosa. Louve a Deus pela liberdade de culto e de evangelização, e ore para que a igreja saiba usá-la com sabedoria.
2. A região norte permanece inalcançada. Ore para que a igreja alcance os muçulmanos com iniciativas evangelísticas a despeito do grande risco envolvido.
3. Como o resto do país, a igreja também tem sofrido com o alto índice de pobreza. Ore para que os cristãos do chade e de todo o mundo sejam capazes de auxiliar o país com novas soluções para superar as dificuldades econômicas.
* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.
Ndjamena
7,6 milhões (23% urbana)
1.284.000 km2
África Central
Árabe, francês e dialetos locais
Islamismo 60%, cristianismo 20%, crenças tribais 17%
1,5 milhão, fatia da população em crescimento
Isolada, em declínio
Há liberdade de culto e de evangelização.
Apesar dos conflitos entre cristãos e muçulmanos, a igreja terá a oportunidade, ainda que limitada, de impactar a nação de forma significativa.
Fonte: www.portasabertas.org.br
O chade é um país sem acesso ao mar localizado no centro-norte da África. Faz fronteira com a Líbia a norte, com o Sudão a leste, com a República Centro-Africana a sul, com Camarões e Nigéria a sudoeste e com o Níger a oeste. Devido a sua distância do mar e seu clima predominantemente desértico, o país é por vezes referido como o "coração morto da África".
O chade é dividido em três regiões geográficas: a zona desértica no norte, um zona de Sahel no centro e uma área de savana mais fértil no sul. O lago chade, que deu nome à nação, é uma das regiões mais úmidas do continente africano. O monte mais alto do chade é o Emi Koussi no Saara e a maior cidade é sua capital N'Djamena.
O país abriga mais de duzentos grupos étnicos e lingüísticos. O francês e o árabe são as línguas oficial e o Islã é a religião mais praticada.
A região em torno do lago chade foi cenário de importantes civilizações na Antiguidade. No século XVI é dominada por traficantes de escravos. Em 1905, os franceses ocupam o território e instalam companhias de comércio. Após o fim da II Guerra Mundial, chade é considerado pela França uma província de ultramar. Em 1960 obtém a independência sob a Presidência de François Tombalbaye.
Um ramo executivo forte, liderado pelo Presidente Deby, do Movimento de Salvação patriótica, domina o sistema político do chade. Déby foi eleito constitucionalmente em 1996 e em 2001, mas observadores internacionais detectaram irregularidades no processo eleitoral. Déby é presidnete desde 1990, mas só em 1996 foi aprovada uma constituição.
O presidente do chade tem o número de mandatos limitado a dois (o que não conta com o período anterior à entrada em vigor da constituição), mas uma mudança na constituição pode permitir que Idriss Déby concorra de novo em 2006. O presidente é eleito por sufrágio universal dos cidadãos com mais de 18 anos.
O presidente tem o poder de nomear o primeiro-ministro e o Conselho de Estado (ou governo) e exerce considerável influência sobre as nomeações dos juízes, generais, dirigentes provinciais e dirigentes das empresas para-estatais do chade. O ramo legislativo do chade consiste de uma Assembleia Nacional unicameral. O seu ramo judicial consiste de um Supremo Tribunal, um Tribunal de Apelo, tribunais criminais e tribunais de magistratura.

Subdivisões do chade
O chade está dividido desde 17 de outubro de 2002 em 18 regiões. Da independência em 1960 até 1999, ele estava dividido em 14 prefeituras. Estas foram substituidas em 1999 por 28 departamentos. O país foi novamente reorganizado em 2002, criando as atuais 18 regiões.
Cada região está dividida entre 2 e 4 departamentos, exceto a cidade de Ndjamena, que está dividida em arrondissements.
O chade está dividido desde 17 de outubro de 2002 em dezoito regiões.
Cada região está dividida em departamentos, exceto a cidade de N'Djamena, que está dividida em arrondissements.
Localização: centro da África Características: depressão desértica cercada por montanhas (N a SE); planalto do Tibesti (N); lago chade (O); planície tropical (S) Clima:tropical (S), árido tropical (N)
Agricultura: caroço de algodão (125 mil t), pluma de algodão (85 mil t), milhete (250 mil t), sorgo (425 mil t), amendoim (250 mil t)
Pecuária: bovinos (5 milhões), caprinos (3,8 milhões), ovinos (2,6 milhões), suínos (19 mil), eqüinos (508,4 mil), camelos (677,1 mil), aves (4,7 milhões)
Pesca: 80 mil t
Mineração: natrão Indústria: beneficiamento de algodão.
Parceiros comerciais: França, Camarões, EUA, Nigéria

Mapa do chade
Fonte: pt.wikipedia.org