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Chade

 

Chade

 

Alfândega e Documentação

Passaporte e visto, geralmente válido para 90 dias, passagem de saída ou carta convite, a vacina contra a febre amarela. Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação.

O visitante deve registrar-se na Sûreté de Imigração, na capital, nas 72 horas seguintes à chegada (precisa duas fotografias).

Clima

Clima continental cujas temperaturas variam dependendo da zona: frio de dezembro a fevereiro, sobretudo pelas noites e muito calor durante o dia de março a maio. As chuvas chegam, no sul, de junho a setembro diminuindo em intensidade na medida que aproxima-se do norte.

Equipamento de Viagem

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, algum abrigo, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra os insetos.

Idioma

Os idiomas oficiais são o francês e o árabe. Também fala-se o sara, mbaye, mbum e massa.

Religião

A maioria da população é muçulmana, 47%. Católicos 21%.

Eletricidade

A corrente elétrica é de 220/380 volts a 50 Hz.

Moeda e Câmbio

A moeda oficial é o Franco Centro-africano (XOF), que equivale a 100 centavos. Pode-se realizar o câmbio em Bancos.

Emergência, Saúde e Policiamento

É imprescindível a vacina contra a febre amarela, a profiláxia antimalária e recomendavel a vacina contra a hepatite. Não pode-se beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar.

É aconselhável levar farmácia bem preparada. É recomendável viajar com um seguro médico e de assistência.

Para emergências médicas ou policiais deve-se pedir ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximo.

Correios e Telefonia

O serviço de correios é confiável e seguro, embora demorado. Para chamar a chade da Espanha deve marcar 00-235 mais número do assinante.

Fotografia

Teoricamente precisa-se de uma permissão para fazer fotos, disponível no Ministério de Informação por 25 dólares aproximadamente, mas a maioria das pessoas não fazem caso, fotografando de maneira livre e arbitrária.

Horário Comercial

Os bancos fecham aos sábados de manhã, enquanto que os mercados e diversas lojas funcionam a maior parte do dia, todos os dias da semana. Sexta-feira é o dia de descanso.

Gorjetas

Como em quase todos os países da Àfrica, os prestadores de serviços esperarão umas moedas. Aconselhamos deixá-las se ficou satisfeito com o serviço.

Taxas e Impostos

Taxa de aeroporto para vôos internacionais e para vôos nacionais.

Localização Geográfica

A República do chade ocupa uma superfície de 1.284.000 quilômetros quadrados e está dividida em 14 prefeituras, cada uma delas administrada por um governador. Limita-se ao norte com a Líbia, ao leste com o Sudão, ao sul com a República da África Central e ao oeste com o Camerum, a Nigéria e o Níger.

O chade é uma grande bacia que está rodeada de montanhas: ao norte o maciço Tibesti (Emi Koussi), o este Ennedi, ao sul o Planalto de Qubangui e ao norte o deserto. Primitivamente a bacia era um mar interior do qual apenas resta o Lago chade. Três são os rios que cruzam o país, o rio Chari, Salamal e Logone, os principais fornecedores de água, ricos em pesca.

O clima é quente e seco no Sahara e mais moderado no sul do território. As temperaturas extremas registradas na capital foram de 8 graus centígrados de mínima e 46 graus de máxima. A precipitação anual média é de 744 mm.

Flora e Fauna

O extremo oriental do país toca com o deserto e ao sul de mesmo aparece a estepe; nas zonas centrais, ao longo das beiras dos rios, desenvolvem-se os bosques. Na zona meridional a vegetação se converte em savana arbórea.

Ao norte do Lago chade aparece a estepe e à continuação o deserto sahariano com alguns maciços montanhosos. Na zona sul do lago há pastos, enquanto que no norte é raro este tipo de vegetação; nas montanhas há a vegetação típica de arbustos.

A fauna selvagem está composta por olifantes, rinocerontes, girafas, avestruzes, leões e búfalos. Na zona do Lago chade vivem os hipopótamos, e no deserto, ao norte, diferentes espécies de répteis.

História

Pré-história

Dos grandes reinos existentes no território do chade antes das explorações européias, ainda não se sabe nada. Os primeiros a dar notícias do chade são Barth em 1853 e Nachtigal em 1871.

Colonização

Durante o século XIX o chade esteve dividido em vários sultanatos africanos que foram objetivo de ingleses e franceses em sua expansão colonial.

Em 1890 começa a penetração francesa, expandindo-se no sul e leste do lago. Em 1899 teve acordos entre eles que deram o controle a França; em 1913 conclui a dominação com a derrota do chefe africano Amoney.

Em 1910 o chade (ou chade) era dependente de Ubangui-Chari; este mesmo ano se adopta o nome de Àfrica Equatorial Francesa.

Em 1920 se converte em colônia independiente, sob poder militar. Em 1934 as quatro colônias, Gabão, Congo Médio, Ubangui-Chari e o chade formam uma só unidade administrativa.

Durante a Segunda Guerra Mundial foi base dos aliados, mas após a derrota de França, em 1940, o governador preto do chade nega-se a reconhecer a autoridade do regime de Vichy, unindo-se aos partidários de De Gaulle.

Ebone, o governador preto, é nomeado governador geral de toda o Àfrica Equatorial Francesa, o que evita o posicionamento alemã.

Em 1945, ao finalizar a Segunda Guerra Mundial, se converte em Território da Àfrica Equatorial Francesa.

Em 1958 o chade foi República Autônoma dentro da Comunidade Francesa ao votar um referendum em 28 de novembro deste mesmo ano.

Independência

Em 11 de agosto de 1960 atinge a independência da Comunidade Francesa. Em 1965 detona uma guerra civil com uma duração de 25 anos. Também em 1980 é invadido por Líbia provocando uma situação de caos durante 10 anos.

Em 1987, as tropas libanesas foram expulsas do território pelos franceses, após um acordo entre Gaddafi e Mitterand. Em 1988 chade e Líbia renovam as relações diplomáticas. Três anos antes, em 1985, assina um acordo com o antigo Zaire de cooperação militar.

Em 1990, alguns rebeldes chadianos, assentados no Sudão atacam a zona leste do chade; o presidente é obrigado a fugir a Camerum após ser derrotado seu exército. Em 1994 apresenta-se um novo projeto de constituição a estabelecer uma administração não centralizada.

No ano de 1996 o governo assina acordos de paz com a formação Ação para a Unidade e o Desenvolvimento, após o qual passa a converter-se em partido político. Nesse mesmo ano uma dezena de grupos rebeldes firma acordos de paz em Gabão e uma nova constituição é aprovada.

Desde dezembro de 1990 é presidente Idriss Deby, sendo seu primeiro ministro Djimasta Koibla desde abril de 1995.

CHADE, ENTRE AS AREIAS E AS SAVANAS

A República do chade tenta reconstruir-se após cruéis e prolongadas guerras e enfrentamentos bélicos sem sentido. Tenta reconstruir-se com a fé que proporciona o horizonte desértico e com os restos de um passado quase destroçado. Para o viajante ocidental, chade é um lugar ainda por descobrir. Quanto à seguridade, deve obter as precauções.

Arte e Cultura

A República do chade, depois das sucessivas guerras e conflitos bélicos, pouco tem podido conservar do seu passado. Agora tenta-se recuperá-lo, mas tal vez seja tarde demais. As manifestações culturais se reduzem às expressões contemporâneas de alguns artistas. O mais interessante são alguns artesanatos locais.

Gastronomia

Na cozinha do chade utiliza-se tanto a carne como o peixe. O peixe é de água doce, obtido no lago ou em rios, bastante ricos em pesca; prepara-se também em salgação. Aconselhamos a parca, as brochetas de carne de vitela acompanhadas de um prato de arroz e a carne de cordeiro.

A zona do Grande Mercado é um dos melhores lugares para encontrar comida econômica, onde podem-se degustar algumas delícias.

Bebidas

Quanto à água, é bom bebe-la engarrafada ou recorrer aos populares chás. Encontrará cervejas de importações e alguns refrigerantes.

Compras

O artesanato típico do país está composto por tapetes de lã e tecidos de formoso colorido. Também trabalham-se o artesanato em metais preciosos como o ouro ou a prata e objetos de couro como bolsas e sandálias sem esquecer a cerâmica. Entre os lugares mais solicitados encontra-se o Mercado Central, a Missão Católica e as lojas da popular Avenida Charles de Gaulle na capital do Chade.

População e Costumes

A população, segundo o censo de 1997 é de 7.116.000 habitantes cuja maioria está constituida por pretos sudaneses e semitas, com uma pequena minoria européia. A zona norte está ocupada principalmente por árabes descendentes do povo nômade tuareg e toubou.

O idioma oficial é o francês, mas também fala-se diferentes dialetos e árabe. A maior parte da população é muçulmana, embora também há grupos cristãos e religiões tribais. Dedicam-se à agricultura e à criação de gado, esta última atividade é a mais importante devido ao predomínio da savana e a estepe, sobretudo nas regiões de Baguini e Ouadai.

A capital do país é N'Djamena, situada ao sul do lago Chade, com uma população de 687.800 habitantes, aproximadamente.

Entretenimento

As atividades de entretenimento que pode-se realizar no país são as visitas às cidades de tipo colonial e às tipicamente africanas. Além disso tem estações naturais de grande beleza onde realizar bonitas excursões. Durante os 25 anos da guerra começada em 1965, o país ficou fora dos limites para os turistas.

Hoje os viajantes não têm razão para preocupar-se do ponto de vista de segurança. Das 10 cidades maiores da Àfrica Central, N'Djamena é a mais segura. O longíquo norte ainda oferece algumas inseguridades, mas uma viagem iniciada em N'Djamena, o Chade sul e a área do Lago Chade, é interessante para fazer uma visita curta.

Festividades

Além das festas islâmicas, que variam dependendo do calendário lunar, celebram-se outras festividades católicas e civis; entre as católicas encontram-se o 1 de Novembro, 25 de Dezembro e Semana Santa. Os feriados oficiais são 1 de Janeiro Ano Novo, 19 de Fevereiro, 8, 27 e 29 de Abril, 1 e 25 de Maio e 11 de Agosto Dia da Independência.

Transportes

Avião: O Aeroporto Internacional de N'Dajamena encontra-se a 4 quilômetros do centro da cidade. As linhas aéreas que viajam até o Chade são Air France, Cameroum Airlines, Air Afrique, além disso as de Etiópia e Sudão, entre outras. Air Chade oferece vôos que ligam a capital com Moundou, Sarth e Abéché.

Ônibus: Só existe serviço de ônibus entre a capital e Sarth no sul e Mao ao norte.

Carro: Este é um meio de transporte não aconselhável, quando não for feito com guias experientes que conheçam as zonas seguras e os caminhos por onde transitar.

Trasporte público: Os caminhões e os veículos de terreno são a forma principal de transporte público. Na capital há serviço de táxi. Até o momento estão se desenvolvendo os ônibus e os táxis coletivos. No sul é difícil transitar, especialmente entre os meses de junho e outubro, devido à temporada das chuvas.

Fonte: www.genteviajera.es

Chade

"O Chade é um país africano, limitado a norte pela Líbia, a leste pelo Sudão, a sul pela República Centro-Africana, Chade é um lugar ainda por descobrir."

Passaporte e visto, geralmente válido para 90 dias, passagem de saída ou carta convite, a vacina contra a febre amarela.

Aconselhamos viajar com certidão internacional de vacinação.

A capital do país encontra-se no sul do Lago Chade.

Durante a guerra civil, a cidade sofreu importantes destroços. Os dias da reconstrução fizeram a cidade recobrar sua reputação como uma das cidades mais amenas do Sahel.

A população e a cidade é muito acolhedora, especialmente ativa e barulhenta é o bairro africano com o Grande Mercado.

Vida Noturna

Das 10 maiores cidades da Àfrica Central, N'Djamena é a mais segura. Uma viagem iniciada em N'Djamena, o Chade sul e a área do Lago Chade, é interessante para fazer uma visita curta, a vida noturna contagiante conta com muitos bares e boates com música ao vivo.

Transporte

As linhas aéreas que viajam até o Chade são Air France, Cameroum Airlines, Air Afrique e a Air Chade oferece vôos que ligam a capital com Moundou, Sarth e Abéché.Só existe serviço de ônibus entre a capital e Sarth no sul e Mao ao norte.Os caminhões e os veículos de terreno são a forma principal de transporte público. Na capital há serviço de táxi.

Gastronomia

Recomendamos a parca, as brochetas de carne de vitela acompanhadas de um prato de arroz e a carne de cordeiro.A zona do Grande Mercado é um dos melhores lugares para encontrar comida econômica.

Dinheiro

A moeda oficial é o Franco Centro-africano, que equivale a 100 centavos.É necessário preencher uma declaração de moeda na entrada do país. Pode-se trocar nos bancos, aeroportos e hotéis. Os cartões de crédito não são muito usados, apenas alguns hotéis aceitam.

Compras

O artesanato típico de Chade está em tapetes de lã e tecidos de um formoso colorido. Também trabalham-se o artesanato em metais preciosos como o ouro ou a prata e objetos de couro como bolsas e sandálias sem esquecer a cerâmica. Entre os lugares mais solicitados encontra-se o Mercado Central, a Missão Católica e as lojas da popular Avenida Charles de Gaulle na capital do Chade.

Ilha de Sal

N'Djamena é a capital e a maior cidade do Chade. Localiza-se nas margens do rio Chari.Foi fundada em 1900 pelos franceses, sendo conhecida pelo nome de Fort-Lamy até 1973.

Antes da guerra civil era uma das mais lindas cidades do Sahel.

A cidade é dividida em duas seções: a européia ou administrativa e a maior, mais palpitante, seção africana. Alguns locais de interesse para a visitação dos turistas são a mostra remanescente do Musée National e o enorme Grande Marché. Há também um interessante Hipódromo onde se pode assistir a corridas de cavalos nos finais de semana e razoáveis campos de golfe (há um com cerca de 4 Km no lado leste da cidade).

Turismo

MOUNDOU: É uma agradável cidade com um ambiente muito tranquilo. Encontra-se ao sudoeste do país. É a terceira maior cidade do Chade.

SARH: Foi uma e outras vezes invadida pelos árabes desde o norte em procura de escravos. Sarh é a segunda maior cidade do país e a capital da região das plantações de algodão. O Museu Nacional está muito perto da Missão Católica; é pequeno mas bastante interessante. Permanece aberto das 7 às 14 horas, de segunda-feira a sábado. Também perto do museu encontra-se o excelente Mercado do Artesanato.

Clima

Clima continental cujas temperaturas variam dependendo da zona: frio de dezembro a fevereiro, sobretudo pelas noites e muito calor durante o dia de março a maio. As chuvas chegam, no sul, de junho a setembro diminuindo em intensidade na medida que aproxima-se do norte.

Idioma

Os idiomas oficiais são o francês e o árabe. Também fala-se o sara, mbaye, mbum e massa.

Eletricidade

A corrente elétrica é de 220/380 volts a 50 Hz.

Fonte: www.souturista.com.br

Chade

Chad é um país do Norte da África.

A capital é N'Djamena.

As principais religiões são o Islamismo e o Cristianismo.

As línguas nacionais são o Francês e o Árabe.

O Chad, parte das possessões Africanas da França até 1960, sofreu três décadas de guerra civil bem como invasões da Líbia antes que uma aparente paz fosse finalmente restaurada em 1990. O governo finalmente redigiu uma constituição democrática, e realizou eleições presidenciais falhas em 1996 e 2001.

Em 1998, uma rebelião irrompeu no norte do Chad, que tem sido esporadicamente deflagrada apesar de vários acordos de paz entre o governo e os rebeldes.

Em 2005, surgiram novos grupos rebeldes no oeste do Sudão e fizeram ataques exploratórios no leste do Chade, apesar da assinatura de acordos de paz em Dezembro de 2006 e Outubro de 2007.

A capital sofreu uma ameaça rebelde significativa no início de 2008, mas não teve ameaças rebeldes significativos desde então, em parte devido à aproximação do Chade com o Sudão em 2010, que anteriormente usava os rebeldes Chadianos como proxies.

DEBY em 2011 foi reeleito para seu quarto mandato em uma eleição que os observadores internacionais descreveram como sem incidentes. O poder permanece nas mãos de uma minoria étnica.

Trancado no coração da África, longe do mais próximo porto e sem uma ligação ferroviária para o mar, encontra-se o país do Chade. Ele se estende do Saara no norte, até as savanas da África tropical no sul.

A população do país é distribuída de forma desigual em uma grande área. Toda a metade norte do país é deserto e quase vazio. O sul, particularmente no sudoeste onde a maioria das cidades estão localizadas, está a área mais densamente povoada.

População

O povo do Chade pertence a um número de grupos étnicos. No norte de maioria Muçulmana, os principais grupos incluem os Árabes e os Toubou. Os grupos no sul não-Muçulmano incluem os Sara, o maior grupo individual no Chade; os Massa; e os Moudang.

A maioria dos não-Muçulmanos seguem crenças animistas; uma pequena percentagem são Cristãos. Os povos no norte falam dialetos Árabe, e cada um dos grupos no sul tem sua própria linguagem. O Francês é a língua oficial do país.

Educação

Embora apenas uma pequena porcentagem das pessoas foram ensinadas a ler e escrever, o número de crianças que freqüentam a escola aumenta a cada ano.

A instrução é em Francês, e o sistema educacional é como o sistema Francês: a escola primária, seguida do liceu (ensino secundário), escola técnica, ou de formação de professores. As escolas secundárias nas cidades principais incluem um liceu Árabe-Francês em Abéché.

Terra

O Chad ocupa a metade oriental da vasta bacia Africana interior. O país desce do Maciço Tibesti no norte e no Planalto Ennedi no leste para as terras baixas do norte de Djourab do Lago Chade.

O Lago Chade, um grande lago de água doce superficial, encontra-se a 925 pés (282 m) acima do nível do mar no local do encontro do Chade, Níger, Nigéria e Camarões. O Chari e o Logone são os dois principais rios que fluem para o Lago Chad, mas este corpo de água não tem saídas visíveis. O tamanho do lago varia muito de época para época.

Cidades

O Chad continua a ser essencialmente um país rural, com as indústrias apenas começando a se desenvolver nas cidades. A capital e maior cidade, N'Djamena (anteriormente chamada de Fort-Lamy), está situada no oeste do Chade, na confluência dos rios Chari e Logone. Sarh (anteriormente conhecida como Fort-Archambault) e Moundou são as outras cidades principais.

N'Djamena é um centro político e administrativo, o grande ponto de distribuição para os pastores, pescadores e agricultores do Chade, e um importante centro do tráfego aéreo.

Três regiões e três modos de vida

O Chad abrange três zonas climáticas distintas. Estas ajudaram a moldar três formas diferentes de vida.

Sul do Chade

O sul é uma savana arborizada, com árvores e grama alta. Durante a estação chuvosa no verão, caem entre 35 e 47 polegadas (89 e 120 cm) de chuva. O sul do Chade é a região mais adequada para a agricultura.

O modo de vida tradicional é aquele em que membros de uma família vivem em um grupo liderado por um patriarca, que é o homem mais velho da família. Uma família grande pode ocupar dezenas de habitações individuais. Estas são geralmente casas com paredes de barro e telhados de palha em forma de cone.

As pessoas vivem como agricultores assentados, cultivando o alimento para seus próprios usos - painço, sorgo, amendoim, ervilhas, arroz e feijão - e algodão, que é o principal produto de exportação do país. Ao longo dos Rios Shari e Logone, as pessoas capturam peixes para a alimentação. Elas também defumam e secam o peixe para comercializar.

Sorgo e milheto são plantados em um lugar diferente a cada ano para permitir que a vegetação natural restaure os elementos necessários para o solo. Esta vegetação é então removida por corte e queima.

As ferramentas agrícolas são limitadas principalmente a pequenas enxadas e machados. Arados puxados por animais também são usados no cultivo da terra. A sementeira assume seu lugar no início da estação chuvosa.

O sorgo e o milheto colhidos de Outubro a Dezembro são armazenados em silos de terra batida ou em enormes garrafas de palha trançada.

O grão é esmagado quando necessário, e a farinha é feita em uma boule, ou bola, de massa cozida. Esta é comida com um tempero, peixe ou molho de carne. O millet também é usado para fazer bil-bil, um tipo de cerveja.

Chad Central

O Chad Central é de pastagens abertas, com uma curta estação chuvosa e menos chuva do que no sul. A área central recebe entre 10 e 35 polegadas (25 e 89 cm) de chuva por ano. Mas a agricultura ainda é possível.

As pessoas cultivam amendoim e milho, e, na área em torno do Lago Chade, elas crescem o trigo e o milho. Elas também batem a goma arábica das árvores de acácia. Isto é usado na fabricação de doces, na medicina e para tintas.

O Lago Chade é uma importante fonte de peixes. No entanto, a principal atividade é a pecuária. A maioria das mais de 4,5 milhões cabeças de gado e 5 milhões de caprinos e ovinos do Chade estão nesta zona.

Os criadores de gado vivem como seminomades. Entre os seminomades estão os Kreda. Cada acampamento Kreda, ou ferik, é composto de 5-10 barracas móveis colocadas em uma fileira. Durante a estação da seca, os Kreda permanecem ao longo das margens do Bahr el Ghazal, onde eles usam sacos de pele de cabra para tirar água dos poços.

Quando as chuvas começam em Junho ou Julho, as pessoas começam a ida ao sul. A ferik toda se move junto. Em cerca do paralelo 13, os Kreda semeiam o millet, em seguida movem-se mais para o sul com seus rebanhos até Agosto.

No retorno ao norte, as pessoas mais velhas guardam os campos de millet, enquanto os rebanhos são dispostos mais uma vez ao longo do Bahr el Ghazal. Em Outubro e Novembro, alguns dos adultos voltam para ajudar na colheita.

A Zona do Sahara

A zona do Saara, ao norte do paralelo 15, tem relativamente poucos habitantes. Eles vivem tanto como agricultores nas cidades oásis de Ounianga Kebir, Largeau (Faya), e Fada, ou como criadores de camelo nômades.

Alguns desses nômades têm adicionado gado para seus rebanhos. No passado, os grandes pastores de camelo tinham a propriedade das terras em torno do oásis, bem como das salinas, que foram operadas por escravos.

Hoje, os ex-escravos, que são chamados de Kamadja, cultivam tamareiras. Eles também extraem o natron, ou carbonato de sódio, um sal mineral, para o lucro. O natron é o principal mineral do Chade.

Durante as breves chuvas de Agosto e Setembro, os criadores de camelo recolhem seus rebanhos perto das lagoas e cabeceiras (wadis). Na estação seca, quando as águas da superfície desaparecem, os pastores cavam poços para atingir a água subterrânea nas cabeceiras.

A partir de Dezembro, o abastecimento de água diminui, e os pastores devem movimentar-se perto das fontes de água no Planalto Ennedi. Os nômades vivem da venda dos produtos de seus rebanhos e transportando tâmaras e natron ao mercado em Abéché.

Desenvolvimento econômico

O algodão tradicionalmente representou mais de 90% das receitas de exportação do Chade. O algodão é descaroçado nas fábricas do país, e as bolas de fibra de algodão são exportadas para a Europa.

O algodão também é tecido em pano e algodão e prensado em óleo. O gado era tradicionalmente a segunda-maior fonte de rendimentos. Hoje a economia do Chade está sendo transformada pela descoberta do que pode ser o maior campo de petróleo na África, na parte sul do país.

Um maciço oleoduto começou o transporte do petróleo do Chade para um terminal ao largo da costa dos Camarões, em 2003. Isto era esperado duplicar a renda per-capita do Chade em apenas dois anos. Além disso, a Faixa de Aozou é pensada conter urânio.

A grande desvantagem para o desenvolvimento econômico, além da guerra civil que devastou o Chade por grande parte do período pós-independencia, continua a ser a sua distância do mar.

A distância entre N'Djamena à Douala, o porto mais próximo em Camarões, é de cerca de 1.200 milhas (1.900 km). Além disso, o Chad não tem estrada de ferro, e há poucas estradas pavimentadas fora das cidades. As duas principais rotas de abastecimento para o país, através de Camarões de Douala e através da Nigéria de Porto Harcourt, são longas e caras.

Economia - visão geral:

A economia essencialmente agrícola do Chad continuará a ser impulsionada por grandes projetos de investimento estrangeiro direto no setor de petróleo, que começou em 2000. Pelo menos 80% da população do Chade depende da agricultura de subsistência ea criação de gado para a sua subsistência.

Economia do Chade tem sido prejudicado por sua posição sem litoral, altos custos de energia, e uma história de instabilidade. Chad depende de ajuda externa e de capital estrangeiro para projetos de investimento mais público e do setor privado.

As remessas são também uma importante fonte de renda. O conflito líbio interrompido fluxos de remessas para a região empobrecida do Chade ocidental que se baseia em renda de chadianos que vivem na Líbia.

Um consórcio liderado por duas empresas norte-americanas tem sido investir US $ 3,7 bilhões para desenvolver as reservas de petróleo - estimada em 1,5 bilhões de barris - no sul do Chade. As empresas chinesas também estão expandindo os esforços de exploração e ter concluído um gasoduto de 311 km e primeira refinaria do país.

Reservas de petróleo do país totais são estimados em 1,5 bilhões de barris. A produção de petróleo entrou em operação no final de 2003. Chad começou a exportar petróleo em 2004.

Algodão, gado, e goma arábica fornecer a maior parte dos lucros do Chade não petrolíferos exportação.

História

Segundo a lenda, os primeiros povoadores da bacia do Lago Chade foram os Sao, que viviam em cidades organizadas e eram trabalhadores qualificados em terracota e bronze.

No século 7 A.D., nômades do deserto conhecidos como Zaghawa começaram a chegar. No século 8, uma família dos Zaghawa fundou o estado de Kanem.

Comerciantes do norte da África, em busca de escravos e ouro, introduziram pela primeira vez o Islã para a área hoje conhecida como Chad. Tão longe no passado como o final do século 11 ou o início do século 12, Kanem tinha um rei Muçulmano. Este estado foi o primeiro dos reinos Africanos que teriam poder na região até o século 19. Bornu, Baguirmi e Uadai foram os outros.

Na década de 1890, quando os primeiros exploradores Franceses chegaram, eles descobriram que os reinos locais eram fracos. Por 1913, os Francêses ganharam o controle de todo o atual Chade.

Em 1920, ele tornou-se uma colônia da África Equatorial Francesa e, em 1946, um território ultramarino da República Francesa. O Chad proclamou sua independência em 1960, com François Tombalbaye como seu presidente. Em 1963, rebeldes Muçulmanos do norte começaram uma revolta prolongada.

Eventos Recentes

Em 1975, a Constituição de 1962 do Chad foi suspensa quando o governo foi derrubado em um golpe de Estado e o Presidente Tombalbaye foi morto. O regime militar seguiu-se até 1979, quando o primeiro de vários governos de coalizão foi criado. Mas a guerra civil continuou.

No final de 1980, a Líbia enviou tropas e tanques para o Chade para ajudar o então presidente Goukouni Oueddei. Após os Líbios se retirarem em 1981 a pedido do presidente, Oueddei foi deposto por seu rival, Hissène Habré.

A Líbia apoiou os adversários de Habré, enquanto a França apoiou Habré com armas e tropas. Os Líbios foram finalmente expulsos do Chade - exceto pela disputa da área rica em minerais, chamada de Faixa de Aozou - em 1987.

A Líbia e o Chade assinaram um acordo de paz em 1989, e o Tribunal Internacional de Justiça concedeu em última instância a Faixa de Aozou para o Chade em 1994.

Habré, eleito presidente sob uma nova constituição em 1989, foi derrubado em 1990 por seu ex-aliado, Idriss Déby. Déby foi eleito presidente em 1996, sob uma nova constituição multipartidária. Ele foi reeleito em 2001 e novamente em 2006 após um referendo em 2005 eliminar o limite de dois mandatos.

Apesar das muitas dificuldades do Chade, o lançamento das exportações de petróleo em 2003 aumentou as esperanças de que esta nação possa um dia realizar o seu potencial.

A guerra civil esporádica continuou, no entanto, com o Chade e o Sudão acusando-se mutuamente de ajudar os movimentos rebeldes que protagonizavam ataques transfronteiriços.

Uma invasão rebelde da capital quase derrubou o governo do Chade em Fevereiro de 2008. Déby sobreviveu, ganhando um quarto mandato como presidente em 2011.

A oposição boicotou as eleições para protestar contra a falta de reformas eleitorais.

Jean Cabot

Fonte: Internet Nations

Chade

História

Neolítico presença humana evidenciado por pinturas rupestres. Do Sul, os seus habitantes vivem da pesca e da agricultura ao longo do lago Chade, que era área muito maior, e os pastores do oriente se estabeleceram nas montanhas de Ennedi e Tibesti, norte.

O material permanece dos habitantes originais são identificados estatuetas funerárias em terracota atribuídas às populações negras Sao assentadas em montes emergentes várzea sul do lago Chade, o limiar da nossa era.

O império de Kanem-Bornu

Cerca de 800: Um povo que viriam a partir da mistura de populações de populações do Sul e do Norte, impulsionado pela secagem do Saara, com base no extremo norte do lago Chade, o reino de Kanem. Ela cresce à custa da civilização Sao, através do controle do comércio do Saara para o Mediterrâneo eo comércio de escravos, capturados no Sul e enviados para Tripoli e Fezzan.

Século XI: Seus governantes se converter ao islamismo.

XIII século ilsétendent sua dominação até Bornu (na atual Nigéria) no Fezzan e Ouaddaï, para o Nilo.

Século XIV: Kanem-Bornu Império está enfraquecido pelas incursões dos nômades do leste boulala, forçando-a a fugir para Bornu soberano em 1380.

Século XVI, o reino de Kanem Bornu recupera.

A partir do século XVII: Novos poderes estão surgindo. O reino de Bornu deve dar suas partes periféricas Touareg (noroeste).

Seu declínio promove o aparecimento nordeste três muçulmano escravo sultanatos: Baguirmi, Ouaddaï e Darfur.

Francês conquista

Início do século XX: O escravo comerciante Zobeir Rabah, um arabizados sudanês, que ganhou o Borkou e Baguirmi, colide com as tropas francesas do Comandante Lamy. Explorações têm se multiplicado na Bacia do Chade ao longo do século XIX.

1890: Lago Chade está dividido em três zonas - britânico, alemão e francês.

1900: Rabah e Lamy são ambos mortos durante a batalha de Kousseri, que marca o início da conquista do território pelo exército francês eo fim da independência Africano nesta parte do Sahel. Ouaddaï população resiste até 1909, enquanto o Norte (Borkou, Ennedi e Tibesti) permanece sob a administração militar francês até 1965. Em contraste, as pessoas do Sul, escravos países (Dar el-Abid) para os traficantes islamizada norte bastante favorável saudar a presença francesa, que os protege de ataques por.

1910: Chad está ligado a África Equatorial Francesa antes de se tornar dez anos mais tarde, uma colônia.

A administração francesa colonial favorece o desenvolvimento do sul fértil, onde cresce o algodão.

1935: Presidente do Conselho francês Pierre Laval sinal com o ditador italiano Benito Mussolini um acordo para a venda da fita Aozou para a Itália, desta vez na Líbia. O acordo nunca foi ratificado devido à aliança entre Mussolini e Hitler, mas serve como um pretexto para o coronel Kadafi, o líder líbio para ocupar o território. Colônia francesa primeiro reuniram-se para libertar a França em 1940 pelo governador Felix Eboue, Chad é usado como uma base militar para a reconquista do norte da África desde o Fezzan (Batalha de Kufra, 1942).

Independência e Guerra

1946: Fundação do Partido Progressista do Chade (PPT), uma filial do Rally Africano Democrático, fundado por Félix Houphouët-Boigny, e localizada no sul do país. É dirigido por um diretor de origem caribenha, Lisette Gabriel, um professor e Chade, François Tombalbaye.

PPT vitórias em 1956, as primeiras eleições por sufrágio universal, organizada no âmbito do Defferre direito, reforço da autonomia local.

1959: Um ano depois de Chad se tornou uma república dentro da Comunidade Francesa Tombalbaye torna-se primeiro-ministro.

No ano seguinte, Chad ganhou a independência, sob a presidência do líder do PPT.

Independência revive a rivalidade antiga entre o Sul dominado até a colonização francesa, e do "Norte" (Borkou, Ennedi, Tibesti, ou BET), ex-governante, onde a administração militar nunca deixou de s exercer em toda a era colonial. Tombalbaye tem uma política de marginalização de nortistas e muçulmanos em 1962, remove os partidos políticos, o PPP só é permitido.

1966: A Frente de Libertação Nacional do Chade (FROLINAT) nasceu no Sudão.

Reúne os muçulmanos do norte e centro-leste, mas também adversários de todas as origens, fortemente influenciada pelo nasserismo. O FROLINAT é apoiado pelo Sudão.

Abril de 1969: O exército francês contra a rebelião ocorre e indiretamente contra a Líbia, cujo novo líder, o coronel Gaddafi, fornece FROLINAT apoio logístico e direitos que reivindicam sobre a Aozou fita. Um curto período de tempo, o FROLINAT eclodiu em vários movimentos.

Toubou se separou e formou um "exército segunda", no qual as Forças Armadas Populares (FAP) controladas por Goukouni Oueddei um Teda, são suportados pela Líbia, e as Forças Armadas do Norte (FAN), dirigido por Habré um Gorane são apoiados pelo Sudão.

1973: Líbia anexo banda Aozou. No ano seguinte, os partidários de Habré seqüestrar arqueólogo francês Françoise Claustre

1975: rebelião Yankee enquanto continua suas ações, um golpe de Estado levou ao poder em N'Djamena General Félix Malloum, outro sulista. O novo líder capaz de reunir Habré ele chamou de primeiro-ministro em 1978.

1979: fora da aliança.

De combates entre o governo do exército (Forças Armadas chadiano FAT) Habré forças, que capturou N'Djamena. Em março, o Sul venceu a guerra. Sob pressão da França, que sejam celebrados acordos em Kano, na Nigéria. Eles estabelecem uma transição de governo de unidade nacional (Gunt), incluindo representantes do FAP, o FAN e FAT e liderada por Goukouni Oueddei. Mas o tenente-coronel Abdelkader Kamougué, FAT Chefe instalado Moundou, se recusa a reconhecer. Um segundo Gunt é então formada, em que Kamougué é nomeado primeiro-ministro.

A guerra entre nortistas

Líbia marginalizado acordos Kano e Lagos, atacar o norte.

1980: Habré, que acusa Goukouni Oueddei sua relação com a retirada do agressor de Gunt. FÃ dela, que parte do FAT se reuniram, apreendeu diversos bairros de N'Djamena.

1981: Após Goukouni Oueddei anunciou a fusão de seu país com a Líbia, uma força de interposição consiste cúpula Pan em Nairóbi, e opera com o apoio da França.

1982: Habré é reconhecido chefe de Estado do Chade. Goukouni forma Oueddei um governo rival no Norte, que os líbios ainda ocupam em parte.

1987: Habré retoma o controle da BET (Borbou, Ennedi e Tibesti) com a ajuda da França.

Para a democratização

1989: A conspiração contra Habré é frustrado. Um de seus fundadores, Idriss Déby, é o conselheiro militar do chefe de Estado. Refugiados na Líbia, ele forma um Movimento Patriótico da salvação. Suas tropas vêm depois de um ano de perseguição, caça Habré do poder, mas a França interveio. Regime Déby perpetua a regra do partido único de uma minoria, o Zaghawa, o resto da população.

Fevereiro de 1992: Enquanto os proponentes Habré enfrentar o exército nacional na região do lago Chade, tumultos no sul, depois do assassinato do vice-presidente da Liga dos Direitos Humanos do Chade. Déby, para restaurar a ordem, nomear um primeiro-ministro e do sul permite que os partidos da oposição.

1993: A conferência nacional estabelece uma transição superior (CST) por um período de um ano. CSE é renovado duas vezes. Déby mantém suas prerrogativas de lado dois sucessivos primeiros-ministros, incluindo Kassiré Coumakoye Nouradine, demitiu-se em Abril de 1995 e declarou candidato para a eleição presidencial de junho de 1996, foi preso por posse de armas.

Julho de 1996: As primeiras eleições democráticas lugar em um país ainda assolado pela guerra de guerrilha e em um clima de desconfiança geral. Idriss Déby foi eleito para a presidência e seu partido, o Movimento Patriótico da salvação, venceu as eleições parlamentares de início de 1997. Seu adversário, o general Kamougué, tornou-se Presidente da Assembleia Nacional. O acordo sobre o clima político nacional se deteriora no final do ano com a retirada dos franceses no sul pelas Forças Armadas da República Federal (FARF) que pretendem protestar contra a apreensão dos nórdicos sobre as instituições e os campos de exploração de petróleo próximos no seu território.

Maio de 1998: os rebeldes do sul depor as armas e uma aproximação espetacular começou com a Líbia. Esta flexibilização nas relações é especialmente marcada pela visita do coronel Kadafi em N'Djamena em Março de 1998. Nesse mesmo ano, o Chade está empenhada no conflito em Kivu, África Central, com o governo de Laurent-Désiré Kabila no envio de um forte contingente de se opor ao movimento rebelde. No entanto, chadianos pesadas perdas incentivá-los a começar uma retirada.

Março de 1999: Enquanto os rumores sobre a cabeça doença de estado é confirmado, uma nova rebelião eclodiu no norte do país, sob a direção de Togoïmi Yusuf, líder do Movimento para a Democracia e Justiça no Chade (MDJT), apoiado pela Goukouni Oueddei, e pensa que também por Habré.

Fonte: www.africa-onweb.com

Chade

Nome oficial: República do Chade
Área: 1.284.000 km²
População: 11.274.106 habitantes.
Capital: N'Djamena
Principais cidades: N'Djamena
Língua oficial: francês, árabe
Moeda: Franco CFA
Dia Nacional: 11 de Agosto - Dia da Independência

História

País de antigo assentamento (pinturas rupestres e gravuras da Tibesti e Ennedi), Chad foi durante séculos uma zona de contato entre árabes do Norte da África e das populações negras africanas. Ele teve uma história turbulenta, profundamente marcado por conflitos étnicos e religiosos, que continua até hoje.

A desertificação gradual do Saara tem empurrado as pessoas que vivem no território correspondente a apresentar Chade e do sul em direção ao Lago Chade.

O país teve duas vantagens: suas ricas minas de sal e cobre, e sua localização no cruzamento de rotas comerciais em todo o Saara.

A história antiga

O primeiro reino conhecido na região é o Kanem, que decolou no final do século XI, Dinastia Sefawad. As relações comerciais com o Norte de África ea conversão de Maio (soberano) em torno de 1100 difundir o Islã em toda a sub-região.

Kanem tinha um exército forte e treinado uma rede de funcionários para manter a ordem e coletar impostos em áreas remotas, e uma economia próspera. Mas as lutas de poder e conflitos religiosos enfraqueceu o império.

Os Boulalas, vassalos do Kanem aproveitou a revolta. No século XIV, os ataques repetidos forçaram os árabes a fugir Sefawad Kanem. No século XV, a dinastia Sefawad formado um novo império no oeste do lago, no Bornu. Tropas maio Idriss (1497-1519) invadiu o ex-Kanem e integrá-lo com o império.

Estendia-se de Kano para Darfur. Outros reinos se formaram na região, incluindo Ouaddaï século XIV, e Baguirmi do século XVI, vassalos longos de Kanem-Bornu. O Kanem-Bornu viveu do comércio, incluindo o comércio de escravos com Saudita.

Guerras de conquista serviu como pretexto para Bornouans para capturar os "infiéis", os homens e sobretudo mulheres e crianças, em alta demanda em todos os mercados do Oriente Médio. As mulheres, em particular, tinha a reputação de ser excelentes cozinheiros e donas de casa excepcionais.

O renascimento do século XIX início do século XIX, a jihad Fulani lançado por Ousmane dan Fodio, que fundou o califado de Sokoto, colidiu violentamente com Kanem-Bornu.

Foi necessário todo o endereço do primeiro-ministro, Mohammed Amin al-Kanemi, que o império não entrar em colapso sob o espancamento. Ele aproveitou a oportunidade para reformar a monarquia para a sua vantagem e captar a realidade do poder, então ele legou a seu filho Umar.

Ele construiu uma nova capital Kouka, que está presente no Níger. Ouaddaï vantagem desses transtornos para recuperar a sua autonomia e impor sua Baguirmi vizinho.

Ele desenvolveu relações comerciais com Trípoli e Egito. Ao mesmo tempo, a Irmandade Senussi foi copiado em grande parte do país.

1860, estes reinos, esgotado por guerras e dissensões, estavam em declínio. Em 1879, do Sudão, um comerciante de escravos tornou-se conquistador Rabah, lançou uma conquista em grande escala de Ouaddaï.

Ele estabeleceu seu domínio sobre o leste do Chade comercial, embora constituindo um exército de 35 mil soldados. A venda de marfim e escravos lhe permitiu adquirir de tiro rápido armas e munições. Ele, então, apresentou o Baguirmi então Bornu (1893), muito fraco, e fundou um vasto império. Mas a chegada dos europeus dificultou seus projetos.

A chegada dos europeus e da colonização

A meados do século XIX, o interesse europeu em Sudão Central. Exploradores como Heinrich Barth, Clapperton Nachtigal e atravessou a. Monteil, partido Senegal, o francês foi o primeiro a chegar ao Lago Chade em 1891.

França, lançou várias expedições para tomar o controle do Chade para ligar as suas possessões na África do Norte, Central e Ocidental. Em 1891, a missão de Paulo Crampel terminou em desastre. Os franceses entenderam que a presença de Rabah comprometer seus projetos.

Eles enviaram três missões para eliminar a indesejável, sob o pretexto da luta contra o tráfico de escravos: Lamy missão Foureau, parte da Argélia; missão Voulet-Canon, vindo do Níger ocidental atual e continuou por Joalland; missão aos gentios, do Congo. As três missões foram deixados no Lago Chade e atacou Rabah em 1899.

Eles derrotaram em Kousseri em 1900: Rabah foi morto em batalha e seu império se desintegrou. Mas a resistência dos povos do Chade continuou com a Senussi e Chad foi completamente "pacificado" depois de muitos anos (para 1917).

O decreto de 1900 criou um "território militar do Chade país e protetorados" colônia integrado de Ubangi-Chari. Em 1920, o Chade tornou-se uma colônia separada, com uma administração civil. Em 1923, a fronteira Sudão-Chade foi determinada com precisão.

Em 1929, Chad integração Tibesti. Em 1936, um acordo entre a França ea Itália fascista previa a venda da Aozou fita (no norte) para a Líbia italiana, não foi aplicado. Investiu pouco na colônia francesa do Chade.

Eles introduziram o cultivo obrigatório do algodão no Sul e, especialmente, usado chadianos para construir a ferrovia Congo-Oceano. O trabalho forçado levou a muitas revoltas.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Chade, sob a liderança de seu governador Felix Eboue, foi a primeira colônia francesa para se juntar General de Gaulle e França Livre, em agosto de 1940. Chad serviu de base para o funcionamento da coluna Leclerc na campanha Líbia (1941-1943).

Sua posição estratégica trouxe a construção de infra-estrutura: aeroportos e estradas para os movimentos de tropas.

Após a guerra, o chadianos participou pela primeira vez nas eleições, designando suas Assembléias representantes Constituinte (1945-1946) e da Assembleia Nacional francesa (1946).

A luta pela independência foi um aspecto político, sob a égide de Gabriel Lisette (1919 - 2001), fundador do Partido Progressista do Chade (PPT) seção da RDA em 1946, então sob François Tombalbaye.

Divergências entre os dois homens, os antagonismos religiosos e regionais, acentuados pela colonização, rasgou o país. Chadianos aprovou o projeto de 98% da comunidade francesa no referendo de 1958. Depois de 60 anos de domínio francês, o país ganhou a independência em 11 de agosto de 1960.

O independente Chade

Depois de Gabriel Lisette forçado ao exílio, François Tombalbaye, tornou-se chefe de Estado, estabelecer um regime autoritário e após a introdução de um único partido PPT (1962), uma ditadura poderosa despertado, de 1963 revoltas camponesas no Nordeste e no Nordeste.

Em 1963, severamente reprimida a revolta Tombalbaye norte muçulmanos, as principais vítimas da sua política. A rebelião armada eclodiu em 1965 e, após a formação de FROLINAT (Frente de Libertação Nacional do Chade), em 1966, uma rebelião grande cresceu. Apesar da ajuda militar da França, de 1968, e as divisões do Chade rebeldes (nomeadamente entre partidários e os Goukouni Oueddei Habré) Tombalbaye não poderia vir até o fim.

Em 1972, ele pediu o apoio de Gaddafi e prometeu a Aozou banda em troca. Gaddafi não cumpra os seus compromissos, mas prometeu território ocupado, rico em urânio e manganês.

Em 1973, Tombalbaye tentou restaurar a unidade do Chade tchaditude defendendo. Um golpe militar derrubou e ele foi assassinado em 1975.

General Félix Malloum o sucedeu como chefe de Estado e reforçou a ditadura. Rebeldes lançaram uma nova ofensiva em 1977, em 1978, o ex-líder rebelde Habré tornou-se primeiro-ministro. Mas os novos líderes não concordam entre si e com a guerra civil intensificou em 1979.

O conflito tornou-se internacional com a intervenção militar da França e da mediação de paz na Líbia e Nigéria. A formação de um governo de unidade nacional (1979), presidido pelo Goukouni Oueddei e apoiados pela Líbia (que interveio militarmente em dezembro de 1980), revelou-se um fracasso, e o conflito se transformou em guerra aberta entre as facções rivais Goukouni Oueddei e Habré. Em 1982, as forças de Habré sitiada N Djamena.

Tornou-se presidente Habré recebeu o apoio da França para recuperar o norte, mas só teve que enfrentar novas intervenções na Líbia. Em 1990, a oposição armada liderada por Idriss Déby, perto de Trípoli, lançou um amplo ataque contra o regime tomou o poder.

A Conferência de Reconciliação Nacional (1993) decidiu democratização e eleições multipartidárias, mas Déby atrasado. Em 1994, o Tribunal Internacional de Justiça declarou a banda Aozou Chade.

Em 1996, Idriss Déby, tendo passado uma carta nacional garantindo a liberdade de expressão, e uma constituição multipartidária novo, organizado última eleição presidencial e venceu. Sua reeleição em maio de 2001, no entanto, foi marcada por fraudes generalizadas e contestada pela oposição.

Geografia

Estado sem litoral do Sahel da África (1.284.000 km2), delimitada a norte pela Líbia, a leste pelo Sudão, a sul pela República Centro Africano para o sul-oeste pelos Camarões e Nigéria para o oeste pelo Níger.

Território, tão grande como duas vezes e meia a França, estende-se de norte a sul em 1800 km, metade no Saara e Sahel setor no trimestre, semi-deserto, a longa estação seca. Savanas e florestas de galeria do Sul são o último trimestre, úmido e relativamente povoada.

Chad é uma bacia cercada por meia coroa de montanhas e planaltos no norte, o maciço vulcânico de Tibesti atingiu uma altitude elevada (Emi Koussi vulcão, 3415 m), no Nordeste, o planalto o Ennedi Erdi e maciço (1450 m) a leste e sudeste, o Ouaddaï planalto arenito sobe para 1.613 m no pico de Gera.

Este alturas coroa em torno da bacia endorreica do lago Chade, que corre para o Chari (1200 km) aumentou sua Logone o tributário (1.000 km) a partir do sul, e do Bahr el-Ghazal, quase secas, abaixo dos é. A fronteira natural ao sul do lago Chade pântano com a Nigéria, Chari-Logone com os Camarões.

A área é coberta com arbusto tropical de savana e florestas, Sahel zona de Chad estepe central de culturas espinhosas e de alimentos, o Saara é um deserto.

População

A maior parte da população, estimada em menos de 7 milhões de pessoas, vive no oeste do Chari mais de 10% do território onde está concentrado nas grandes cidades, à imagem de N N'Djamena, a capital (incluindo contagens de aglomeração 750,000 hrs.), mas também Sarh (120,000 hr.) Moundou (117.000 hr.) Abeche (95800 hrs.) ou Faya-Largeau. 68% dos chadianos são rurais.

A população consiste em Saras-Bongos-Baguirmis (20,1%) de Chadic (17,7%), árabes (14,3%) de Sahariana (incluindo 9,6% Mabas o Goranes 6 4%), sudanês Oriental (6%) de Adamawas (6%), fula (0,5%).

Outros grupos étnicos, muitos fazem-se os restantes 19%. Colonial criação, Chade, assim, não apresenta coesão étnica, como evidenciado pelas guerras civis, persistentes entre Toubou de Tibesti, árabes transumante o centro, mais ou menos negros cristianizadas do Sul, com Saras.

As línguas oficiais são o francês eo árabe.

O número de uma centena de outras línguas são três grandes famílias de línguas africanas: nilo-saariana subgrupos central do Sudão e do Sudão oriental, afro-asiática família, grupo Chadic, Níger-Congo família, Adamawa subgrupo.

Línguas veiculares são numerosas: Chade árabe coloquial, nilo-saarianos linguagens como sara, o Ngambay, etc, Níger-Congo como Fulani e Sango..

Economia

O Chade tem, desde 1992, em uma situação econômica muito difícil: algodão cru vendido mal e importações ilegais (combustível, algodão) da Nigéria desestabilizar a produção industrial. Privatização de empresas desejados pelas autoridades, contra a falta de compradores. Exploração de petróleo só é a esperança.

Sem litoral e sem grandes recursos, também vítima de secas catastróficas no Sahel, o país depende externa (portos distantes de Douala e Pointe-Noire).

O setor agrícola (45% do PIB e de 5% do território) é o primeiro recurso do país. A balança comercial agrícola é ligeiramente positivo. As principais culturas são o painço (15% da área cultivada), algodão (10%), cuja produção se estabiliza, goma arábica e açúcar de cana (370 mil t). O rebanho de 10 milhões de cabeças (bovinos, ovinos, caprinos). Rio de pesca (Lago Chade, Chari) é importante.

Sem hidro, o Chade tem poucos recursos minerais (estanho). De urânio do Norte e do Sul do petróleo ainda não são explorados. Lago Chade fornece carbonato de sódio. Indústria (20% do PIB) permanece roupas de algodão secundário descaroçamento (Sarh) cervejarias curtumes, refinarias de açúcar, fábricas de enlatados (N Djamena, Moundou) do tabaco.

O Chade é um dos países mais pobres do mundo, onde a falta de continuidade da administração do Estado de abandono e deterioração da infra-estrutura por muito tempo bloqueou qualquer tentativa de recuperação econômica.

Clima

Chad tem um clima tropical úmido no sul, onde a precipitação é relativamente abundante (1.260 milímetros Moundou), o centro do Sahel onde a chuva é escassa, e do deserto do Saara, no norte (16 mm Faya).

Fonte: www.afrique-planete.com

Chade

Perfil

Um país em grande parte semi-deserto, o Chade é rico em ouro e urânio e se beneficiar de seu status recém-adquirido como um estado exportador de petróleo.

No entanto, a nação da África do quinto maior sofre de infra-estrutura inadequada e conflito interno. A pobreza é predominante, e as condições de saúde e social comparar desfavoravelmente com os outros países da região.

Chad história pós-independência foi marcado pela instabilidade e pela violência decorrente principalmente da tensão entre o principalmente árabe-muçulmano norte eo sul, predominantemente cristão e animista.

Em 1969 insatisfação muçulmano com o primeiro presidente, Ngarta Tombalbaye - um sulista cristão - desenvolvido para uma guerra de guerrilha. Isto, combinado com uma seca severa, minou seu governo e, em 1975, o presidente Tombalbaye foi morto em um golpe de Estado liderado por outro, sulista Félix Malloum.

Sr. Malloum, também, não conseguiu acabar com a guerra, e em 1979 ele foi substituído por um nortista líbio-backed, Goukouki Oueddei. Mas a luta continuou, desta vez com um ex-ministro da Defesa, Hissen Habré, no lado oposto.

Em 1982, com ajuda francesa, o Sr. Habré capturaram a capital, N'Djamena, eo Sr. Oueddei fugiu para o norte, onde formou um governo rival. O impasse terminou em 1990, quando o Sr. Habré foi deposto pelo Deby Idriss líbio-backed.

Por meados de 1990 a situação se estabilizou e, em 1996, o Sr. Deby foi confirmado presidente na primeira eleição do Chade.

Em 1998, uma insurreição armada começou no norte, liderado pelo chefe de Presidente Deby defesa anterior, Youssouf Togoimi. Um acordo de paz mediado líbio em 2002 não conseguiu pôr fim aos combates.

De 2003 a agitação na vizinha região sudanesa de Darfur derramado através da fronteira, juntamente com centenas de milhares de refugiados sudaneses. Eles se juntaram a milhares de chadianos que fogem luta rebelde assim como a violência entre árabes étnicos chadianos e étnicos Africano.

Chade e Sudão se acusam mutuamente de apoiar e abrigar rebeldes, ea disputa levou à ruptura das relações em 2006. No entanto, desde então, o progresso tem sido feito para normalizar laços, com a reunião dos dois países presidentes pela primeira vez em seis anos, em 2010.

Chad se tornou uma nação produtora de petróleo em 2003, com a conclusão de um gasoduto ligando US $ 4 bilhões para os terminais seus campos petrolíferos na costa do Atlântico. O governo tomou medidas para relaxar um direito controlar o uso do dinheiro do petróleo, que o Banco Mundial tinha feito uma condição de seu empréstimo de US $ 39 milhões.

Chade
Lago Chade é uma importante fonte de água para milhões de pessoas nos quatro países que o rodeiam

Uma cronologia dos principais eventos:

1883-1893 - sudanês aventureiro Rabih al-Zubair conquista os reinos da Ouadai, Baguirmi e Kanem-Bornu, situada no que é hoje o Chade.

1900 - França derrotas o exército de al-Zubair.

1913 - conquista francesa do Chade concluída; Chade torna-se uma colônia dentro África Equatorial Francesa.

1946 - Chade torna-se um território ultramarino francês, com o seu próprio território e representação na Assembleia Nacional Francesa.

1960 - Chade torna-se independente com um cristão do sul, Francois - Ngarta mais tarde - Tombalbaye, como presidente.

1963 - A proibição de partidos políticos gatilhos oposição violenta no norte muçulmano, liderada pela Frente de Libertação Nacional do Chade, ou FROLINAT.

1966 - revolta do Norte se transforma em uma guerra de guerrilha de pleno direito.

1973 - As tropas francesas ajudar a acabar com a revolta do norte, mas continua FROLINAT operações de guerrilha ao longo dos anos 1970 e 1980 com a ajuda de armas fornecidas pela Líbia.

Intervenção da Líbia

1975 - Tombalbaye deposto e morto em golpe liderado por outro cristão do sul, Félix Malloum.

1977 - A Líbia anexa o norte do Chade tira Aouzou.

1979 - Malloum obrigado a fugir do país, um governo de coalizão liderado por um nortista muçulmano, Goukouni Oueddei, assume o poder.

1980 - A Líbia envia tropas para apoiar Oueddei em sua luta contra o Exército do Norte, liderada por um ex-primeiro ministro, Hissène Habré.

1981 - As tropas líbias retirar a pedido do Oueddei.

1982 - Hissene toma o poder. Mais tarde ele é acusado de massa assassinatos políticos durante seu governo.

1983 - A Organização de Unidade Africano reconhece governo de Habré, mas as forças Oueddei continuam resistência no norte, com a ajuda da Líbia.

1987 - As tropas combinadas de FROLINAT eo Governo do Chade, com francês e assistência dos EUA, Líbia força de toda a região norte além da faixa Aouzou e partes da Tibesti.

Primeiras eleições democráticas

1990 - Hissene derrubado por ex-aliado, Idriss Deby.

1993 - Conferência Nacional de democracia define-se um governo de transição com Deby como presidente interino e pede eleições livres dentro de um ano.

1994 - Corte Internacional de Justiça rejeita alegações líbios sobre Aouzou e regras que Chad tinha soberania sobre a faixa.

1996 - eleição Deby vence Chad multi-primeiro partido presidencial.

1997 - triunfos Deby Movimento Patriótico de Salvação sobre as eleições legislativas.

1998 - O Movimento para a Democracia e Justiça no Chade, liderada pelo ex-ministro da Defesa de Deby, Youssouf Togoimi, começa uma rebelião armada contra o governo.

2001 - senegaleses regras do tribunal que defende determinando que o ex-presidente chadiano Hissene não deve ser feita para ser julgado no Senegal, onde ele está exilado. Decidiu que Senegal tribunais não têm a competência para julgar Habré por acusações de tortura durante seus oito anos no poder no Chade.

2001 Maio - Deby declarado vencedor na eleição presidencial controversa.

Acordos de paz

Janeiro de 2002 - Governo e Movimento para a Democracia e Justiça no Chade (MDJT) rebeldes da Líbia assinar acordo de paz mediado intenção de acabar de três anos de guerra civil.

Maio de 2002 - Rebeldes MDJT e choque das forças governamentais, no extremo norte, 64 são mortos no primeiro surto de lutar desde janeiro do acordo de paz.

Janeiro de 2003 - Governo assina acordo de paz com o Exército de Resistência Nacional (ANR) rebeldes, que opera no leste.

Outubro de 2003 - Chade torna-se um exportador de petróleo, com a abertura de um gasoduto ligando seus campos de petróleo com os Camarões.

De dezembro de 2003 - MDJT, o governo assinar outro acordo de paz. MDJT radicais rejeitam acordo.

Impacto Darfur

2004 janeiro-fevereiro - Milhares de refugiados sudaneses no Chade chegam para fugir dos combates em Darfur região do oeste do Sudão.

Abril-Maio de 2004 - o choque com tropas do Chade milícias pró-governo sudanês como o combate na região sudanesa de Darfur derrama sobre a fronteira.

Junho de 2005 - Os eleitores de volta mudanças constitucionais que permitam o presidente a ficar a um terceiro mandato em 2006.

Novembro de 2005 - Ex-presidente, Hissène Habré, é preso no Senegal alegações sobre crimes contra a humanidade.

Dezembro de 2005 - Rebeldes atacam a cidade de Adré, perto da fronteira sudanesa. Chade acusa o Sudão de estar por trás do incidente.

2006 Janeiro - O presidente Deby faz uma lei para reduzir a quantidade de dinheiro do petróleo gasto em desenvolvimento. A medida irrita o Banco Mundial, que suspende empréstimos e pedidos a conta usada para coletar as receitas do petróleo para ser congelado.

Março de 2006 - Governo diz que uma tentativa de golpe militar, foi frustrada.

Batalha rebelde

Abril de 2006 - rebeldes que buscam derrubar o presidente Deby forças do governo de combate nos arredores da capital. Centenas de pessoas são mortas. Chad corta relações diplomáticas com o Sudão, acusando-o de apoiar os rebeldes.

Maio de 2006 - O presidente Deby é declarado o vencedor das eleições presidenciais. Os principais partidos de oposição boicotar a votação.

2006 janeiro-junho - Milhares de refugiados fogem áreas orientais como saqueadores milícia Janjaweed árabe da região sudanesa de Darfur penetrar mais profundamente no Chade.

Julho de 2006 - O Parlamento aprova a criação de primeira empresa estatal de petróleo do Chade, a Société des Hydrocarbures du Tchad (SHT), que é esperado para dar Chad maior controle sobre seus ativos de energia.

De agosto de 2006 - Presidente Deby ameaça expulsar EUA gigante de energia Chevron e Petronas da Malásia por não honrar as obrigações fiscais, mas cede depois de chegar a um acordo com as empresas.

Novembro de 2006 - Estado de emergência imposto em áreas do leste que fazem fronteira com a região sudanesa de Darfur, após uma onda de violência étnica.

Dezembro de 2006 - os jornais privados interromper a publicação e várias estações de rádio alterar sua programação para protestar contra a censura estatal sob o estado de emergência.

Fevereiro de 2007 - ONU agência de refugiados adverte que a violência contra civis no Chade poderia se transformar em um genocídio.

Maio de 2007 - Chade e Sudão concordar em parar de conflito derramando através das suas fronteiras, mas os críticos temem que o acordo é improvável para reduzir a violência.

De agosto de 2007 - Governo, oposição concordam em adiar as eleições parlamentares por dois anos para 2009.

De setembro de 2007 - Conselho de Segurança da ONU autoriza o-europeu força de paz da União para proteger os civis da violência transbordando de Darfur, no vizinho Sudão

Emergência

Outubro de 2007 - Emergência declarou ao longo da fronteira leste e no norte do deserto.

Escândalo de caridade francesa tenta transporte aéreo um grupo de 100 órfãos'''' para a Europa em que Chad descreve como uma operação de contrabando.

De dezembro de 2007 - Seis trabalhadores humanitários franceses são condenados por tráfico de crianças e condenado a oito anos de trabalhos difíceis, mas são repatriados para cumprir a pena em casa.

Janeiro de 2008 - União Europeia aprova uma força de paz para o Chade para proteger os refugiados da violência em Darfur.

Fevereiro de 2008 - ofensiva rebelde atinge as ruas de N'Djamena, chegando perto do palácio presidencial, a França envia tropas extras.

Rebeldes são repelidos no combate que deixa mais de 100 mortos.

De março de 2008 - Os presidentes do Chade e Sudão assinam um acordo no Senegal com vista a travar cinco anos de hostilidades entre os dois países.

Maio de 2008 - A violência entre Chade e chamas milícias sudanesas-se, levando a cortar relações diplomáticas Sudão e Chade respondendo fechando sua fronteira e corte laços econômicos.

De julho de 2008 - As forças de segurança dizem que matou mais de 70 seguidores do líder espiritual muçulmano Ahmat Israel Bichara, que ameaçou lançar uma guerra santa, em combates no sudeste do Chade.

2009 Janeiro - Oito grupos rebeldes se unem para formar aliança rebelde novo, a União das Forças da Resistência (UFR), com Rally de Forças Democráticas líder Timan Erdimi como seu líder.

2009 Março - forças de paz da União Europeia no leste do Chade mais de mão a um novo, maior força da ONU conhecido como Minurcat.

2009 Maio - Conselho de Segurança condena a ofensiva rebelde major anti-governo no leste.

Novembro de 2009 - A ONU acusa Dudan de apoiar os rebeldes no Chade URF com armas e munições.

Seis grupos de ajuda internacionais, incluindo a Cruz Vermelha Internacional, suspender o trabalho no leste do Chade, citando o risco de sua equipe ser raptado ou morto.

Aproximação

Fevereiro de 2010 - O presidente Deby eo seu homólogo sudanês, Omar al-Bashir, do Sudão em manter conversações de capital Cartum, em sua primeira reunião de seis anos, o Presidente al-Bashir diz que seu país está pronto para a plena normalização dos laços.

Chade e Sudão concorda em implantar força conjunta para monitorizar a situação ao longo da fronteira comum.

Março de 2010 - Chade concorda em deixar que força de paz da ONU (MINURCAT) para ficar por dois meses após o final do seu mandato em meados de março, apesar das críticas de seu desempenho.

2010 Abril - fronteira Chade-Sudão reabre sete anos após o conflito de Darfur forçou seu fechamento.

Junho de 2010 - O recenseamento eleitoral encerra à frente de eleições parlamentares em novembro e as eleições presidenciais em abril de 2011.

2010 Maio - votos do Conselho de Segurança para retirar força de manutenção da paz Minurcat do Chade e na República Centro Africano, implantado para proteger chadianos deslocados e refugiados de Darfur do Sudão.

2010 Julho - o presidente sudanês, Omar al-Bashir viaja ao Chade para participar de uma reunião de líderes regionais - desafiando dois mandados de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional.

2010 Outubro - Principais partidos políticos concordam novo calendário para adiadas eleições presidenciais e parlamentares.

Especialistas se reúnem para discutir como proteger o lago Chade, que encolheu dramaticamente nos últimos 50 anos.

50 anos de independência

2011 Janeiro - Chade marca 50 anos de independência da França.

2011 Fevereiro - eleições parlamentares.

2011 Abril - eleição presidencial, boicotada pela oposição. Presidente Idriss Deby é declarado vencedor.

2011 Julho - Depois de um apelo da ONU, Senegal suspende repatriação planejada do ex-presidente Hissene Habré para sua terra natal, onde ele foi condenado à morte por crimes contra a humanidade, enquanto presidente de 1982-1990.

2012 Abril - Presidente Deby apela aos países vizinhos do norte da Nigéria para criar uma força militar conjunta para combater os militantes do Boko Haram.

Ele adverte os islâmicos poderia desestabilizar todo o lago Chade área da bacia.

2012 Agosto - União, Senegal Africano concordam em criar tribunal especial para julgar Habré Chade Hissene ex-líder.

2012 Setembro - Líder de grupo rebelde FPR, Abdel Kader Baba ladde, se rende.

2012 Outubro - bispo italiano é expulso por criticar a gestão das receitas do petróleo.

Fonte: news.bbc.co.uk

Chade

República do Chade

Chad, oficialmente República do Chade, é um país África Central sem acesso ao mar, ao sul de Líbia, a leste da Níger e Nigéria, ao norte de Camarões e Central Africano República e ao oeste de Sudão. Sua capital é N'Djamena. Geograficamente e culturalmente, o Chade é um gateway entre o Norte de África e África negra.

Chad está dividido em três grandes geográfica de norte a sul, são sucessivamente uma região desértica, uma savana semi-árida e Sudão. O Lago Chade, que dá nome ao país, é o maior lago do país, o pico mais alto do país é o Koussi Emi em Tibesti maciço.

Diferentes estados e impérios conseguiram na parte central do país desde o fim do primeiro milênio antes de Cristo. JC, tentando controlar o comércio trans-saariano. Desde o final do século XIX e início do século XX, a França gradualmente afirmando sua soberania sobre todo o território do Chade hoje, incorpora África Equatorial Francesa em 1920.

O país ganhou a independência em 1960, com o primeiro chefe de Estado François Tombalbaye, ele mantém uma relação especial com o ex-potência colonial que, desde então, interveio militarmente diversas vezes.

O país foi o cenário de desordem quase permanente, relacionado com dissensões internas, e mais recentemente a extensão da Conflito de Darfur.

Em 2003, o país tornou-se um exportador de petróleo, enquanto sua economia é baseada, principalmente, na produção de algodão, amendoim e ovelhas, e isso aumentou consideravelmente os recursos financeiros do governo do Chade, encabeçada pelo atual é Idriss Déby.

História

O Estado Chade em sua fronteira hoje é uma criação do colonização Europa. Suas fronteiras são o resultado de negociações entre o Francês, Inglês e alemães em 1880. Mas Chad espaço tem uma história rica e relativamente bem conhecido. É, provavelmente, um dos berços da humanidade (recente descoberta de "Toumai").

Era a casa de três reinos Sahel principais: o Kanem-Bornu, a Baguirmi e Ouaddaï.

Considerado protetorado francês de 1900, Chad foi erguido na colônia em 1920, como parte da AEF (África Equatorial Francesa). Sob a liderança do governador Felix Eboue, ele foi a primeira colônia francesa para se juntar ao França livre em 1940.

Tornou-se uma república autônoma em 1958, Chad ganhou sua independência em 11 de agosto 1960 sob a presidência do François Tombalbaye. Ela logo teve que enfrentar a revolta das populações do norte, em sua maioria muçulmanos, que o levaram a procurar a ajuda de tropas francesas em 1968.

Após o assassinato do Tombalbaye em 1975, caiu para o geral Malloum Felix, que teve que dar lugar a nortista Goukouni Oueddei após a primeira batalha de N'Djamena, em 1979.

Em 1980, a segunda batalha de N'Djamena habilitado Goukouni Oueddei para derrubar seu rival, Habré, com a ajuda decisiva das tropas líbias.

Após o fracasso de uma fusão entre o Chade eo Líbia Em 1981, tropas da Líbia se retiraram sob um acordo com o governo francês. Em 1982, Goukouni Oueddei foi derrubado por sua vez, por Habré, que teve que ligar para o ano seguinte, as tropas francesas para conter uma nova invasão da Líbia.

sEm 1987, uma das forças cons-ofensivos do Chade finalmente forçou as tropas da Líbia para evacuar o país, com exceção da Aozou banda que foi devolvido para o Chade em 1994.

Em 1990, Habré foi deposto do poder por Idriss Deby, que está em vigor desde então. Paradoxalmente, parece agora beneficiar do apoio da França e Líbia enfrentam vários movimentos rebeldes que são mais ou menos encorajados pelo Sudão vizinho, em relação com o conflito Darfur.

Em 1999, Chad se envolve em Segunda Guerra do Congo, apoiar o governo Kinshasa.

Em fevereiro de 2008, os rebeldes tentam derrubar o governo de Idriss Déby penetrando em Ndjamena depois de cruzar o país do Sudão vizinho.

Em maio de 2009, uma outra ofensiva rebelde começando Sudão ocorre.

Geografia

O Chade é um país vasto e baixa densidade populacional. Ele sabe, no entanto contrastes importantes. O terço norte do país é ocupada pelo Saara, e quase vazia de homens. Mais ao sul está o Sahel onde a precipitação é maior, de 300 a 600 mm.

É no sul desta zona é a capital N'Djamena ea Lago Chade. Mais ao sul, há uma savana onde as chuvas podem ultrapassar 900 mm. Isto é, no sudoeste do que as densidades médias são mais elevadas.

Norte e Centro representam dois terços da área de terra e tem cerca de 30% da população total. Estas áreas são povoadas por diferentes populações Saara, mas todos os muçulmanos, pertencente ao Saara e Sudanic Oriental linguagem (Toubou - 2,5%, Goranes, Kredas - 4,5%, Zaghawa, Bideyats - 1,5% Kanembous - Ouaddaïens 8,5% - 15%).

Além disso, árabes, muçulmanos, ocupam três principais assentamentos no norte (noroeste Kanem), Centro (Batha e Chari-Baguirmi norte Ouaddaï) e Sudeste (Salamat), representando cerca de 14 5% da população do Chade.

Finalmente, a Southwest cristão e animista marginalmente, é composto de populações negras africanas pertencentes a linguística Central Chade e Sudão (Sara - 30%, Hadjaraïs - 8.5 Ngambayes% - 5,5%, Toupouris, Kotokos, Massas e outros do Sul - 9,5%).

Fonte: www.infotchad.com

Chade

Capital: NDjamena

Área (km) ²: 1259200

Independência: 1960

Moeda: CFA BEAC

Chade é um país da África Central, dividida em 14 prefeituras. As línguas oficiais são o francês eo árabe, mas também fala sara, os Fulani e Hausa. A população é muçulmana, cristã ou animista.

Política interna

Depois de se tornar uma república dentro da Comunidade Francesa em 1958, o Chade declara a sua independência em 1960. Vida política do país é dominado por Presidente François Tombalbaye (1962-1975) e do Partido Progressista do Chade (PPT), o único treinamento autorizado a partir de 1962.

Regime autoritário rapidamente agita descontentamento, já latente no norte muçulmano. Um movimento armado, a Frente Nacional de Libertação de Chad (FROLINAT), nasceu em meados dos anos 60.

Esta instabilidade política aumenta a miséria do Chade tintas que já vivem na pobreza. Conselho Superior Militar do general Félix Malloum Tombalbaye inverte em 1975 e promove a reconciliação nacional.

Mas enquanto Malloum que, como presidente Hissen Habré (1982-1990), o país continua dividido por conflitos. Eles continuaram durante os anos 90, apesar da adoção de reformas democráticas s que permitem a realização de eleições multipartidárias.

Em termos da organização dos poderes, é um estado unitário. "o sistema político é presidencialista, não governa presidente necessariamente ter o apoio do Poder Legislativo.

Política externa

O Chade declara a sua independência em 1960, mas um acordo permitindo que as tropas francesas de continuar a estacionar lá. O governo pediu para intervir no final dos anos 60 para ajudar a conter a rebelião FROLINAT recebendo apoio da Líbia .

O último tem projetos na Aozou tira, que ocupa uma região de fronteira a partir de 1973. Os conflitos no Chade ao longo das décadas seguintes foram marcadas por inúmeras intervenções francesas e da Líbia. Um acalmar e resolver a questão da Aozou banda, favorável ao Chade , finalmente colocar na década de 90.

Fonte: perspective.usherbrooke.ca

Chade

Chade é um vasto país etnicamente diversa Africano. Ele ganhou a independência da França em 1960, após um período de regra 60 anos colonial que não criar uma unidade significativa nacional.

Dentro das fronteiras do país pode-se distinguir várias culturas nacionais, que são baseadas nas afiliações ethnoregional e religiosa dos grupos populacionais. Muitas das culturas pode ser rastreada até uma complexa história pré-colonial de competir estados indígena e sultanatos.

O nome é derivado do Chade de designação do grande lago Chade (originalmente chamado Kuri) pelo autor do século XVI e Ibn imã Fortu. Chad é um pouco semelhante ao Sudão em que ele tem uma parte do norte habitadas por uma população (e em parte de língua árabe) islâmica dos povos pastoris semidesérticas, e uma parte do sul dos cristãos e religiosos tradicionais, que trabalham na agricultura mista, artesanato e comércio .

Estas duas partes, cada uma compreende cerca de metade da população. Pós-colonial do Chade, como o Sudão, foi marcado por profundas divisões étnicas regional e uma história violenta da luta pelo poder entre as várias elites que têm visões alternativas do estado e seu lugar nele.

Rebeliões armadas e anos de longa e destrutiva guerra civil, em que o papel da Líbia foi, por vezes notáveis, têm caracterizado a história recente do Chade. A partir de 1993, os conflitos armados diminuíram e algum tipo de processo de democratização foi instigado.

Localização e Geografia. Chade é um país pobre em recursos, sem litoral, fronteira com o Sudão, a República Centro Africano, Camarões, Nigéria, Níger e Líbia. Ele tem uma área de 495.752 milhas quadradas (1.284 mil quilômetros quadrados), a maior parte do deserto, semidesérticas ou de cerrado. No extremo sul há exuberantes florestas e áreas agrícolas.

O país está dividido em três zonas climático-ecológicas de norte a sul: a zona subsaariana (seco e quente, com a criação de gado, cultivo de menor, e alguns comerciais), a zona do Sahel (mais precipitação, criação de gado e cultivo de cereais), e da zona sul subtropical (com boas chuvas de até 48 polegadas (1.200 milímetros) por ano, o cultivo em larga escala, produção de culturas de produção, comércio e artesanato).

O país é propenso à seca e sofre de fome periódica. Chad é basicamente uma grande planície, com algumas cadeias de montanhas, incluindo o maciço Guéra no centro e no Ouaddaï ou maciço Ennedi no leste, no norte do país no meio do deserto, encontra-se a faixa de Tibesti espetacular, onde o cultivo é possível devido à maior pluviosidade.

No sudoeste, na fronteira com Camarões, Níger e Nigéria, é o Lago Chade, uma massa de água encolhendo mentir a uma altitude de cerca de 790 pés (240 metros).

Os dois rios O principal Logoni e do Chari-se no sudoeste do Chade e correr para o lago Chade. Eles são navegáveis por a maior parte do ano, e também são amplamente utilizados para a pesca.

Surgimento da Nação

Chad não existia como uma unidade política antes da conquista francesa de 1900, mas era uma área de formação do estado importante indígena e tinha visto imigração árabe (de grupos chamados coletivamente Djoheina e Hassaouna) e islamização desde o século XIV.

Houve um conglomerado de reinos (como Bagirmi eo estado pré-islâmica de Kanem-Bornu), chefias e sultanatos (como Ouaddaï e Tama) de dimensão e composição étnica; entre esses estados, guerra e ataques eram freqüentes.

Os descendentes desses estados no norte e leste são povos de hoje pastoris seminômades e cultivadores nas partes norte e central do país.

Sul do Chade é habitado por uma variedade de grupos étnicos que, embora culturalmente relacionada, tradicionalmente não tinham fortes organizações políticas centralizadas.

O maior grupo entre eles estão o Sara, embora eles próprios formam uma combinação de 12 "tribais" grupos que nunca mostrou qualquer unidade forte. Outros grupos são o Mundang, a Massa eo Mbum.

Os sulistas foi vítima de uma tradição de invadir escravo por tais grupos do norte como o Barma, Fulani, Bagirmi, Tubu, e Maba, o que deixou cicatrizes profundas no tecido social do Chade.

Foi por causa da promessa de acabar com ataques de escravos (e da morte do caudilho famoso e escravo raider Rabih az-Zubair, que era de origem sudanesa) que os povos Sara recebeu os colonos franceses em 1900.

Sob o domínio colonial francês, a parte sul do país receberam a maior parte da atenção nos domínios do investimento econômico e educacional, e muitas pessoas de lá convertido ao cristianismo.

O norte islamizada, vista como uma vasta área de deserto inóspito com poucos recursos produtivos com excepção dos animais, datas e alguns cereais, desconfiado e foi relativamente negligenciado, e as pessoas lá mantidas mais para suas formas "tradicionais" em um sentido cultural e educacional.

Na primeira década de independência chadiano os nortistas também se manteve relativamente excluídos da política nacional; nortistas tiveram a supremacia na política do Chade desde 1979. Deve-se ter em mente que, antes da colonização, o "norte-sul" divisão, tantas vezes referido agora, era inexistente no Chade.

Em 1960, quando a independência foi concedida pela França, Chad não tinha "identidade nacional" reconhecível para a população em geral.

Tradições Ethnoregional formou a estrutura para identificação do grupo, com a "nação" apenas como um conceito abstrato. Sulistas (que foram os primeiros a clamar por independência) formada a elite do Estado, mas não teve sucesso na construção de um sistema representativo ou político democrático.

Rebelião em regiões do norte surgiram, nomeadamente a do movimento FROLINAT (Frente de Libertação Nacional) em 1966. As guerras civis dos anos 1970 e 1980, embora resultante de políticas exclusivistas estaduais, autoritarismo, e pontos de vista divergentes sobre o papel do Estado, alimentou as tensões do grupo.

Mas, apesar de esses conflitos de divisão e da oposição entre o norte eo sul, parece haver nenhuma grande desejo de cada lado para dividir o país e ir sozinho, exceto, talvez, em um arranjo federal.

Há o perigo constante que a divisão percebida ethnoreligious e territorial entre o arabizados "norte islâmico" e do "sul cristão" vai solidificar em uma polarização entre os dois (embora as guerras pós-1960 civis não foram travadas com base na religião) .

Isso iria alimentar a rivalidade ainda mais e inibir o surgimento de um sistema democrático baseado na equidade e na partilha de recursos. Há uma base, talvez insolúvel contradição, entre a identidade e as aspirações do sul e os do norte, apesar de ambas as regiões têm as suas divisões internas.

No final dos anos 1960, quando o sulista N'Garta (François) Tombalbaye era presidente, houve um esforço do seu governo para criar "unidade" cultural entre os vários grupos da vis-à-vis o norte ao sul.

Isso foi feito, tornando-a obrigatória para todas as pessoas titulares de cargos públicos (em algum momento até mesmo os muçulmanos) se submeter a um ritual de iniciação baseado na tradição Sara étnica.

Esta "revolução cultural", no entanto, tornou-se um exercício violento e intimidador que falhou completamente e até mesmo hostilizado muitos sulistas. Nos anos do regime de Habré Hissen (1982-1990), houve a supressão e terror no sul, perpetrado por forças norte-dominadas governo.

Isso criou o temor de que os direitos do sul e identidade seria pisoteado. Há muitas vezes falam de um "complexo de superioridade" de pessoas do norte vis-à-vis o sul.

Um dos domínios onde a tensão norte-sul está se tornando aparente é a educação, onde o governo (que emana dos grupos islâmicos do norte e leste) é instado a orientação islâmica mais. Enquanto Chad ainda é um "Estado laico", a rivalidade entre as religiões eo fortalecimento do Islã na vida pública pode tornar-se uma ameaça à estabilidade de longo prazo.

Governo

Desde a independência Chade teve uma variedade de governos, nenhum deles de sucesso no estabelecimento de um sistema abrangente de gestão para os diversos grupos populacionais.

Em 1960, Chad começou como uma república multipartidária parlamentar. Dois anos mais tarde, o então presidente N'Garta (François) Tombalbaye, um sulista, desmantelou este sistema para instalar um estado de partido único (em linha com a tendência política em África pós-colonial na época).

Suas políticas autoritárias e repressivas, combinados com uma revolução cultural obrigatória, insatisfação provocada no sul e revoltas no norte, incluindo um pela Frente de Libertação Nacional (FROLINAT), fundada em 1966.

Em um golpe de Estado de 1975, Tombalbaye foi morto e General Félix Malloum assumiu. Ele não conter a onda de revolta, e foi forçado a sair do cargo em 1979 por FROLINAT, liderada por Goukouni Oueddei e Habré Hissen.

Em 1982, após três anos de agitação social e luta armada liderada por senhores da guerra locais, o presidente Oueddei foi substituído como chefe do governo por seu ex-companheiro Habré, que foi apoiado pela França por causa de sua campanha para chutar os líbios (que estavam apoiando Oueddei ) para fora do Chade.

Um período de repressão e abuso seguido, no entanto, com muitas baixas no sul. Grupos do Norte também veio a ressentir-se de mão pesada de Habré abordagem, autoritário, que apoiou a guerra de guerrilha iniciada por seu ex-aliado (e rival) Déby Idriss em abril de 1989, que culminou com a derrota das forças de Habré governo 21 meses depois.

Sob o regime de Déby, que assumiu em 1990, foi feito um esforço para criar um novo tipo de governo republicano, com toda a pompa de um sistema democrático.

Um parlamento bicameral constituído da Assembleia Nacional e do Senado foi criada. A Alta Corte e um Tribunal Constitucional, também foram instalados. Partidos políticos foram autorizados mais (embora recrutamento numa base religiosa ou étnica foi proibida), a liberdade de imprensa e de organização foi concedido, e eleições multipartidárias foram prometidos.

Ao mesmo tempo, nunca houve qualquer dúvida de que Déby se manter um porão apertado sobre as rédeas do poder. Supressão de insurreições ocasionais e massacres pelas forças do governo de membros de grupos de oposição suspeita de ter marcado a transição para um sistema democrático política segura.

No entanto, a base para as instituições democráticas foi colocado, e ainda há a possibilidade de que um melhor sistema de governação inclusiva pode entrincheirar-se.

Religião

Crenças religiosas

Duas religiões predominantes no Chade: o cristianismo eo islamismo. Cerca de metade da população, e em particular nas regiões norte e leste do país, seguem o Islã, enquanto alguns de 30 por cento são cristãos, que estão concentrados no Sul e entre as pessoas formalmente educadas.

Um 20 por cento mais, principalmente no sul, aderem às religiões tradicionais, a maioria deles não é bem conhecido. Do outro lado do espectro, crenças tradicionais locais e cultos são importantes, muitas vezes em conjunto com fidelidade um para a fé islâmica ou cristã.

Veneração dos ancestrais, a crença em certos espíritos, uso de oráculos e adivinhações, e as idéias de fertilidade e harmonia cósmica são centrais. O discurso de "bruxaria" não é predominante no Chade, em comparação com, por exemplo, África central e do sul.

Apesar de os povos do sul "associação do Islã com incursões escravo e violência, comunal-religioso entre cristãos e muçulmanos tem sido historicamente caracterizado pela tolerância mútua e cooperação.

De fato, em guerras civis do Chade, nunca antagonismos religiosos tiveram um papel importante. Islam no Chade também tem um caráter muito diverso. Não há nenhuma base forte para islâmicos "fundamentalistas" movimentos no Chade, embora alguns grupos desta natureza existe.

Grupos missionários, tanto o islamismo eo cristianismo são ativos no Chade. A conversão é um processo contínuo, mas a utilização de pressão ou força é rejeitada.

O papel público das religiões tradicionais é muito limitado, do cristianismo e especialmente do Islã é muito mais visível.

Fonte: www.everyculture.com

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