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Costa do Marfim

 

Costa do Marfim é uma ex-colônia francesa que ganhou a independência em 1960. Era o seu Presidente Félix Houphouët-Boigny 1960-1993. Desde então, o país vive um período de instabilidade política.

Antes do século XV

A história da Costa do Marfim antes do primeiro contato com os europeus é quase desconhecido.

Parece que os primeiros assentamentos remontam ao Paleolítico Superior (15 000 a 10 000 anos aC). Mas investigações arqueológicas são difíceis porque os ossos não manter no clima úmido do país.

Entre os primeiros povos que habitaram o país, encontramos a Senufo e Koulangos (no norte) e os pigmeus, a partir do Saara.

Costa do Marfim

O primeiro contato com os europeus

O Português foram os primeiros europeus a desembarcar na Costa do Marfim, no século XV. Sassandra e São Pedro têm mantido os nomes dos marinheiros portugueses. Foi nessa época que começaram o comércio de escravos, perseguido pelos franceses nos séculos XVII e XVIII.

O nome "Côte d'Ivoire" remonta ao Português.

O escravo

O escravo é uma praga que assolou a África durante três séculos, até que foi proibido em 1848 pela Europa. Isso levou ao despovoamento e um acentuado declínio na população.

O comércio de escravos também gerou ódio intenso entre os diferentes grupos étnicos, o que levou a muitas guerras tribais. Na verdade, os europeus estão relutantes em se aventurar em terra, os africanos preferem pagar por escravos. Rapidamente, caçadas humanas significativas desenvolvidas entre os diferentes grupos étnicos e provocou a migração de populações.

De acordo com especialistas, o número de escravos capturados seria entre 20 e 100 milhões em todo o continente.

Chegada dos Akan

No século XVIII, a região foi invadida por dois grupos de primos: Akan Agni no sudeste e do Baoulé no centro. Chegaram a escapar caçadores de escravo, por um lado, e a busca de ouro, por outro lado.

Colonização francesa

O primeiro contato com a França, que remonta a 1637, quando os missionários desembarcaram em Assini, perto da Côte-de-Or (agora Gana). Exploradores, missionários, comerciantes e soldados gradualmente alargado a área sob o controle francês da região da lagoa.

A Costa do Marfim tornou-se oficialmente uma colônia francesa 10 de março de 1893, mas o acordo não foi concluída até por volta de 1915.

A capital foi sucessivamente Grand Bassam em 1893 Bingerville 1900, então a partir de 1934 Abidjan.

A Costa do Marfim foi parte da Federação da África Ocidental Francesa, chamada África Ocidental Francesa (AOF), de 1902 a 1958.

Em 1946, após a Segunda Guerra Mundial, as reformas franceses concordaram direitos africanos concedida cidadania francesa para questões africanas, o direito de organizar politicamente, e abolição do trabalho forçado pela lei de 11 de Abril de 1946 (proposto por Félix Houphouët- Boigny).

O período de independência

Costa do Marfim tornou-se uma república autônoma em um referendo em dezembro de 1958. Então, ela ganhou a independência em 7 de agosto de 1960.

Félix Houphouët-Boigny, fundador em 1946 do Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI), Costa do Marfim seção do Rally Democrático Africano (RDA), foi presidente do país de 1960 até sua morte, em 1993. Ele fez a capital Yamoussoukro na Costa do Marfim em 1983.

Os anos de 1960 e 1970 foram os de forte crescimento econômico (o "milagre marfinense"). A estabilidade política do país foi largamente promovida pelo sistema de partido e os bons preços do café e do cacau. Mas a primeira grande crise econômica ocorreu em 1982, devido ao efeito da seca simultâneo e queda dos preços de café e cacau.

A política paternalista de Houphouët-Boigny despertou alguma oposição, no entanto (protestos estudantis, conspirações no exército, etc) .. Multipartidária foi criada em 1990, sob a pressão dos acontecimentos. Mas a abertura política não foi completa (adversários políticos presos em 1992).

A morte, em 1993, Houphouët-Boigny, o presidente só desde a independência, nenhum sucessor designado e um país sem múltiplos verdadeira abriu o caminho a um período de instabilidade política.

O sucessor de Houphouët-Boigny, Henri Konan Bedie introduziu o conceito de Costa do Marfim em 1995. Ele perdeu o poder após um golpe de Estado no final de 1999. General Robert Guei, em seguida assumiu o comando do país. Laurent Gbagbo, líder da Frente Popular Marfinense (FPI), em seguida, tornou-se presidente após as eleições de outubro de 2000.

Em 2002, uma tentativa de golpe em execução guerra civil entre os rebeldes do norte e partidários no sul.

Desde então, o país está dividido em dois, e os conflitos étnicos continuam a perturbar o país.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Costa do Marfim

COSTA DO MARFIM, PARAÍSO AFRICANO

Costa do Marfim é um verdadeiro paraíso dentro do continente africano.

Suas maravilhosas praias, esplêndidas paisagens naturais com uma fauna e flora variada e espetacular a abrangir desde a savana arbórea cheia de leões, antílopes, elefantes, chimpanzés, hipopótamos anões, até os frondosos bosques equatoriais espalhados de árvores de mais de 20 metros de altitude, ou suas montanhas e rios, utilizados para o transporte de madeira.

Porém, a Costa do Marfim também é um conjunto de cidades de vanguarda surgindo entre a selva, descansando na beira dos rios ou frente o mar, sem esquecer sua encantadora população, mosaico de etnias que souberam desenvolver uma esmerada cultura conservando suas raízes tradicionais e convivendo em paz.

Todas estas coisas fazem da Costa do Marfim uma verdadeira maravilha africana que ninguém deve perder.

Alfândega e Documentação

Para entrar na Costa do Marfim precisa de passaporte em vigor, com validez mínima de 6 meses, imprescindível visto, que se pode conseguir nas representações diplomáticas e passagem de saída do país.

Clima

O clima é equatorial na zona sul com estações secas de dezembro a maio e de outubro a novembro. As chuvas são intensas o resto do ano, especialmente de maio a agosto e tropical na zona norte, com chuvas que fazem aparecimento de maio a outubro; o resto do ano se vive na estação seca. De dezembro a fevereiro sopra o Hamattan, vento do Saara que traz nuvens de areia que provocam a queda das temperaturas.

Equipamentos de Viagem

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cômodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra insetos.

Idioma

O idioma oficial é o francês, também fala-se o iacuba, senufo, baulé, agni e diula, entre outras línguas étnicas.

Religião

Predominam as religiões pagãs concentradas no animismo, totemismo e fetichismo. Também pratica-se o islamismo, o catolicismo e outras crenças cristãs.

Eletricidade

A corrente elétrica é de 230 volts a 50 Hz.

Moeda e Câmbio

A moeda oficial é o Franco Àfricano (XOF). Um franco centro-africano equivale a 100 centavos. Não há restrições de importação ou exportação de moeda. Pode-se trocar nos bancos e nos hotéis.

Emergência, Saúde e Policiamento

É obrigatória a vacina contra a febre amarela e muito recomendáveis a vacina contra o tifo e a profiláxia antimalária. Tem de ter cuidado em banhar-se em águas paradas, pois existe perigo de bilarciosis. Não se pode beber água da torneira nem comer alimentos sem cozinhar.

É aconselhável levar farmácia bem preparada com aspirinas ou paracetamol, antiestamínicos, antidiarréicos, antibióticos, antisépticos, repelentes para insetos, loções calmantes contra picaduras ou alergias, tesoura, pinças, termômetro e, precisando, seringas hipodêrmicas.

É recomendável um seguro médico. Para emergências médicas ou policiais deve pedir ajuda nas recepções dos hotéis ou no consulado ou embaixada mais próximos.

Correios e Telefonia

A Costa do Marfim conta com um bom serviço de Correios, se pode enviar correspondências tanto nos escritórios de Correios como na maioria dos hotéis que costumam contar com esta prestação.

A rede de telefones também conta com um bom serviço, se pode falar das cabines públicas ou dos hotéis, embora cobrem um suplemento. Para chamar deve marcar 00-225 mais o número do assinante.

Fotografia

Pode-se encontrar material fotográfico embora seja recomendável levá-lo desde o país de origem, pois os preços são mais caros na Costa do Marfim.

Horário Comercial

Os mercados das cidades costumam abrir da manhã até a noite, direto.

Gorjetas

Como em muitos países da África, a gorjeta é bem recebida. Deixe gorjeta se ficar satisfeito com o serviço recebido.

Taxas e Impostos

Existe uma taxa do aeroporto.

Localização Geográfica

Costa do Marfim, situada na África Ocidental, concretamente no Golfo de Guiné, tem uma extensão de 332.463 quilômetros quadrados delimitados ao norte por Mali e Burkina Faso, ao oeste por Libéria e Guiné, ao leste por Gana e ao sul com o Oceano Atlântico.

O terreno é montanhoso no norte e na medida que vai-se aproximando à costa perde altitude constituindo-se em planícies muito erosionadas. A cordilheira principal serve de fronteira natural com Libéria e Guiné, com o Monte Nimba como máxima altitude - 1.752 metros. Também atingem-se altitudes de 1.200 metros no Maciço de Tonkui.

A zona costeira é arenosa e apresenta abundantes lagoas separadas do mar por estreitas línguas de areia. A entrada por mar ao país é dificultosa devido as ondas e bancos de areia.

A rede fluvial do país está composta pelos rios Cavally, Sassandra, Bandama e Komoê; embora não são navegaveis utilizam-se para o transporte de madeira.

A capital do país é Abidjam (Abiyán). Porém, a cidade de Yamoussouko está para ser a nova capital.

Flora e Fauna

Costa do Marfim conta com duas zonas climáticas diferençadas fazendo com que seu território ofereça duas zonas paisagísticas diferentes muito formosas. No sul aparece a selva equatorial ocupando uns 300 quilômetros da costa, onde os bosques são espetaculares. Podem-se encontrar 130 espécies de árvores diferentes que atingem os 30 ou 40 metros de altitude e 125 espécies que atingem os 20 ou 25 metros, uma verdadeira maravilha. No norte, de clima tropical, aparece a savana arbórea e herbácea que vai desaparecendo aos poucos con a proximidade das montanhas.

A fauna do país é muito rica e variada: elefantes, crocodilos, búfalos, antílopes, leões, panteras, hienas, macacos, hipopótamos anões, que difícilmente pode-se encontrar em outros lugares, hipopótamos comuns, chimpanzés e uma grande variedade de aves que fazem da Costa do Marfim um verdadeiro édem ornitológico.

História

A Costa do Marfim foi independente até o século XVIII pois a exuberante vegetação do país não permitia a criação de grandes impérios. A população vivia dentro de clãs tribais autônomos e unicamente o norte conheceu a dominação de algum império saheliano ou dos Mossi.

Em 1635 comerciantes de Dieppe fundam algumas feitorias na costa do país, sendo a Costa do Marfim um dos primeiros países africanos aos que chegaram os franceses.

Em 1730 dois reinos africanos instalam-se neste território após separar-se dos Akan, situados no Gana: os Agni criam o reino de Sanwi no leste e os Baule no interior formam o reino de Indenié.

Em 1842 acontece a ocupação francesa levada por Boneët-Willaumez, quem chega a vários acordos com os chefes das tribos locais. Dez anos depois detona a primeira revolta, esmagada por Faidherbe; as viagens pelo interior nos anos seguintes de Binger e Marchand esclarecem que os habitantes da Costa do Marfim seguem sem ser dominados, como demonstra a resistência indígena organizada por Samory que esteve perto de acabar com a soberania francesa.

Em 1893 os franceses nomeam este território colônia francesa e batiçam-o com o atual nome: Cote d´Ivore (Costa do Marfim). A colonização permitiu um grupo de nativos virarem grandes proprietários o que propiciou que a emancipação do país fosse realizada moderadamente.

Em 1957 Félix Houphouët-Boigny cria a União Democrática Àfricana, o primeiro partido político totalmente africano. Um ano depois a Costa do Marfim passa a ser uma república autônoma dentro da Comunidade Francesa e o 7 de agosto de 1960 consegue sua independência, sendo nomeado presidente Houphouët-Boigny cuja política baseaba-se no no-racismo, o capitalismo e a no-ingerência da antiga União Soviética nos países africanos.

Em 25 de novembro de 1990 celebram-se as primeiras eleições multi-partidárias parlamentárias e a União Democrática Africana obtém a vitória sendo nomeado Chefe do Governo Alassane Outtara. Em dezembro de 1993 é nomeado presidente da República Henri Konam Bédié, presidencia que extende-se até a data. O primeiro ministro de governo é Daniel Kablam Duncan, designado como tal no ano de 1993.

Arte e Cultura

A Costa do Marfim conta com excelentes mostras artísticas desenvolvidas por diferentes grupos étnicos unidos em várias sociedades culturais. A mais conhecida apesar de ser segreda é a sociedade artística "Poro" que embora não facilite nenhuma informação sobre seus membros, mantem uma importante atividade à favor do desenvolvimento artístico neste país.

Outro círculo cultural conhecido é o formado pelas etnias Danou Yacouba e Ngueré, que têm como mostras fundamentais as máscaras ovaladas tradicionais dos Dam e as realizadas pelos Ngueré mais expressionistas com formas grotescas.

Os Bete são famosos pelas estatuinhas de madeira cuidadosamente talhadas a mão, muito formosas. Os Baulé têm como principais objetos artesanais as máscaras realizadas em madeiras nobres e suas estátuas representando seus antepassados, pelo que tem um significado próximo ao misticismo. Os Senufo dão um especial sentido a suas máscaras, pois dependendo de sua forma e representação significam uma passagem da pessoa à outra etapa da vida, tipo uma porta.

Além destas representações características dos povos em tudo do país pode-se encontrar nos objetos, adornos e jóias em marfim belamente trabalhados, sem esquecer a formosa cerâmica de Katyola.

Locais Turísticos

A Costa do Marfim conta com paisagens e lugares bem diferenciados no seu território. O norte montanhoso com cidades como Odienne, Korhogo e o Parque Nacional da Komoe deixa passo à savana arbórea com localidades como Man, Daloa e Yamoussoukro até chegar à costa com Abidjan, a capital e Grand Bassam.

A COSTA SUL

O sul carateriza-se pelas praias (ao longo de 550 quilômetros de costa), o clima, vegetação tropical e edificios coloniais.

ABIDJAN (ABIYAN)

Abidjan, a capital do país, conta com uma animada vida comercial que mistura-se acertadamente com uma exuberante vegetação e arquitetura moderna unida a outra tradicional africana. Com uma enorme lagoa, esta cidade é também chamada a "Pérola das Lagoas".

Está dividida em cinco áreas: Plateau, Treichville, Marcory, Adjamé, Cocody.

Plateau é o centro econômico e comercial da cidade e também a zona mais moderna. Estas caraterísticas podem ser admiradas nos numerosos edificios públicos situados neste bairro como o Centro Artesanal, onde pode-se adquirir objetos tradicionais a bons preços, ou o Museu Etnológico com uma coleção de mais de 20.000 peças de toda a África Ocidental.

Treichville oferece como principais lugares de interesse as Igrejas de Santa Joana de Arco e Nossa Senhora Maria, as Mesquitas de Peul, Diola e Tuculer e seu animado e barulhento Mercado onde pode-se encontrar qualquer objeto.

Adjamé é famosa pelo encantador mercado, enquanto que Cocody é conhecida pela formosa baia onde encontra-se um atrativo complexo turístico-esportivo.

São interessantes também a Ilha de Boulay com seus bosques classificados e formosa praia; o Jardim Zoológico onde pode-se contemplar mais de 300 espécies diferentes de animais; o Museu Nacional, a Catedral de São Paulo e Abobo-Doumé.

Os Arredores de Abidjan

Nos arredores de Abidjam merecem uma visita Bingerville, a antiga capital com sua escola de arte africana e seu formoso Jardim Botânico; Dabou e Grand Lahu com suas plantações de bananeira, abacaxi, café e cacau rodeadas por frondosos bosques; e Tiegba, uma curiosa aldeia, onde podem-se admirar as casas sobre suportes de madeira a deslizar-se pela lagoa.

GRAND-BASSAM

Grand-Bassam, é a antiga capital do país. Conta com magníficas praias rodeadas de palmeiras, e antigos edificios da época colonial. Entre os lugares que vale a pena visitar encontram-se o Palácio do Governador onde pode-se contemplar uma excelente mostra da arte e cultura africanas, o Centro da Cerâmica e Centro Artesanal, os dois situados na cidade antiga, e a Lagoa de Assinie, pela que pode-se navegar de bote.

ASSINE

Aqui encontram-se as melhores praias da zona leste do país. Pode-se alugar canoas e percorrer a zona a bordo destas típicas embarcações. Esta é a última localidade importante antes do Gana.

DABOU

Para o oeste da capital extendem-se também a costa e as praias, junto com algumas cidades onde parar. Dabou encontra-se a pouco menos de 50 quilômetros da capital e é um bom lugar para explorar a zona. Dali a seguinte parada a fazer na rota para o oeste é a formosa localidade de Tiégba, em uma lagoa. Podem-se alugar canoas e percorrer o Lago Ébrié.

JACQUEVILLE

Do outro lado da lagoa, têm praias de palmeiras e vestígios da época colonial e o antigo centro do comércio de escravos.

GRAND - LAOU

Grand-Laou é uma localidade situada na desembocadura do rio Bandama e um bom ponto de referência para visitar o Parque Nacional de Assagny. Nele podem-se ver elefantes e aves diversas em uma paisagem cheia de exuberante vegetação. Porém, preferendo a praia este é um lugar perfeito, sobretudo para praticar surf, pois aqui encontram-se as maiores ondas da costa.

SASSANDRA

Sassandra, é um porto madereiro de grande importância com formosas praias onde praticar diversos esportes náuticos.

SÃO PEDRO

É o segundo porto em importância do país e um lugar muito animado, sobretudo o centro da cidade. Bons restaurantes, hotéis, bancos, casa de câmbio e todo o necessário para continuar caminho para o oeste.

GRAND-BÉBÉRY

Esta fantástica localidade pesqueira conta com praias muito boas onde as águas do mar entram calmadas à baia ou se tornam selvagems do outro lado, onde pode-se praticar surf. Daqui pode-se chegar ao Parque Nacional Taì.

TABOU

Já quase na fronteira com Libéria, Tabou é a última parada da costa oeste. Como todas as localidades costeiras goza de formosas praias e de um espírito de aldeia pesqueira encantador.

INDENIÉ: O REINO AGNI

Indenie, o País Agni, está situado no meio da selva tropical. Multidão de lendas, contam os fatos deste reino através dos "griots", poetas, músicos e feticeiros.

Em Abenguru a capital, pode-se contemplar o Trono de Ouro, símbolo da Dinastia Agni, cuja população é conhecida pela magnífica ourivesaria realizada neste metal. Também é interessante Zaranu, antiga capital do reino, onde pode-se desfrutar com as danças agni bailadas por mulheres cujo fim é atrair à chuva. Na cidade se pode visitar o Museu Agni com uma estupenda coleção de objetos mostrando a evolução desta etnia.

Os artesões agnis são especialistas na tapeçaria, o trabalho do tecido e as estatuetas e objetos de bronze à cera perdida.

O CENTRO DO PAÍS

GAGNOA

Está rodeado de plantações de cacau e é um bom ponto para fazer um alto no caminho para o interior.

YAMUSSUKRO

Em pleno centro do país encontra-se Yamussukro, o País Guro, e nele esta situada a capital administrativa de Costa do Marfim. Trata-se de um centro universitário de grande importância, além de ser o lugar de nascimento do atual presidente da República.

Destacam o Palacio Presidencial, cujos pés se extende um precioso lago, a monumental Mesquita, a Basílica de Nossa Senhora da Paz, um escultural edificio e o Lago dos crocodilos, chamado assim porque lá moram estos répteis considerados sagrados.

Tomando a rota oeste 80 quilômetros encontra-se o Parque Nacional de Marahoué.

BOUAKÉ

É uma importante encruzilhada e uma cidade industrial e comercial de grande ambiente. Em Bouaké destacam o colorido Mercado, a Grande Mesquita, o Museu situado em um antigo convento beneditino, o Zoológico, o Jardim Botânico e o ambiente tipicamente africano do Bairro Koko.

Muito perto localiza-se Tanou-Sakassou, onde as mulheres trabalham a cerâmica com grande destreza.

KATYOLA

Esta cidade é famosa pela cerâmica. Nas ruas pode-se contemplar numerosas cabanas convertidas em atelieres onde as mulheres Mangoro modelam todo tipo de utensílios domésticos de grande beleza. Vale a pena visitar a Escola Técnica de Cerâmica.

O OESTE DE COSTA DO MARFIM

REGIÃO DALOA-MAN

A savana vai ficando para atrás deixando passagem aos poucos à zona mais alta do país. Para o oeste encontram-se as montanhas e a chuva.

Daloa tem como máximo interesse o Museu Dom Bosco onde pode-se admirar a maravilhosa criatividade deste povo. Em Bangolo pode-se conviver com os Gueré e desfrutar com a paisagem tropical do seu entorno e Man é um atrativo centro turístico conhecido como a "Cidade das 28 Montanhas" e sobressai de uma imensa rocha da que desce uma formosa cachoeira de mais de 20 metros de altitude chamada "Dente do Man". À 20 quilômetros daqui acha-se o Monte Tonkoui de 1.223 metros de altitude.

São interessantes também nesta zona Biankuma e Guessesso povoados onde as cabanhas estão decoradas com cenas da vida de seus moradores. Não perca, tendo oportunidade, as danças iacuba que bailam seus habitantes, pois são espetaculares.

DANANÉ

Danané está situada numa zona de vegetação exuberante e é famosa pelas Pontes de Cipó e pelos povoados próximos de Lieupleu e Vatouo.

TOUBA

O mais destacado da localidade são suas danças e a atividade do mercado que celebra-se os sábados. Desde Touba se pode chegar às localidades de Goudofouma, Zala e Boomi.

O NORTE DO PAÍS

É a região onde reina a harmonia, pois aqui habita o povo Senufo. No norte predomina o clima seco e a savana constitui a paisagem por excelência desta parte do país. Está espalhada de aldeias, cujas palhoças de forma redonda dispõem de ricas portas esculpidas. O artesanato Senufo é rico em máscaras, panos pintados e vasilhas de barro.

KORHOGO

Korhogo é o centro da cultura Senufo. Resultam especialmente interessantes o Centro Artesanal, uma coperativa onde se pode adquirir a artesanato desta tribo a preços muito acessíveis, a Mesquita Central e o Museu.

ALDEIAS SENUFO

Também são de interesse as Aldeias Senufo situadas nos arredores desta cidade, pois todas elas contam com um bosque sagrado onde celebra-se o rito de iniciação para os jóvens, chamado "Poro", no qual se ensina os segredos e tradições desta etnia.

Entre eles sobressai Waraniéné, que encontra-se a 4 quilômetros ao sudoeste de Korhogo e é o mais visitado. Nele os tecelãos são os homens e pode-se encontrar trabalhos artísticos deste gênero em roupas, panos brancos com motivos pretos, mantas, cobertas, etc. Kanioraba encontra-se mais para o sul, no caminho para Sirasso, e é famoso pela sua louça.

Se tomar a rota sul desde Korhogo, a uns sete quilômetros encontra-se a localidade de Torgokaha, onde há bons tecidos e cestaria. Dali pode-se chegar a Farkaha, onde vende-se o mais apreciado artesanato de tecido de roupas da comarca.

Seguindo a direção norte para M´Bengué desde Korhogo cedo se chega a Koni. Esta aldeia é conhecida pelos trabalhos artesanais em ferro. Este mineral obtém-se de poços de até 20 metros de profundidade; depois funde-se em fornos, que parecem cabanas, durante duas semanas para depois passar à mãos dos artesãos que trabalham com eles utilizando foles muito primitivos. Em Sinématiali, na rota para Ferkessédougou, trabalham também os metais com destreza.

FERKESSÉDOUGOU

É uma importante cidade do norte que conta com um mercado cheio de vitalidade. Nela há uma grande variedade de serviços, hotéis e bons restaurantes.

KONG

Encontra-se já nas proximidades do Parque Nacional da Komoe, o mais importante do país pela enorme superfície de mais de um milhão de hectares, além de possuir 500 quilômetros de pistas transitáveis e uma imensa diversidade de animais, entre leões, búfalos, cobes, hipopótamos e jacarés africanos. Kong é, também, um antigo assentamento diola, com uma arquitetura fascinante.

OUANGO

Encontra-se perto da fronteira com Burkina Faso, assim que é um bom lugar de referência para passar ao país vizinho.

BOUNA

Localiza-se perto da fronteira com Gana, e além de prestar como referência para cruzar a fronteira podem-se ver numerosas Aldeias Lobi. São famosas as casas soukala, feitas de adobe e com bonitos pátios interiores. Sobressai a arquitetura de Puon.

BONDOUKOU

Bondoukou, é um centro islâmico de importância, situado na fronteira com Gana, com suas 40 mesquitas e os Túmulos Abrom decorados com esculturas muito originais.

KASOUMBARGA E NIOFOUIN

De volta a Koorhogo, há que tomar a rota noroeste em direção a Boundiali para chegar a Kasoumbarga, o mais atrativo desta localidade é sua mesquita de terra batida do século XVII.

Seguindo a rota e após um pequeno desvio se atinge Niofouin, que destaca-se sobretudo pelas magníficas construções em barro com telhados de palha.

BOUNDIALI

Esta é uma das cidades mais importantes do País Senufo. Nela pode-se visitar um atrativo mercado onde comprar todo o artesanato tradicional deste povo.

Além disso é um bom ponto de partida para visitar as pequenas aldeias ao redor, especializadas no trabalho de ferraria. Entre elas citamos a Kouto, que possui uma mesquita do século XVII e Kolia, que conta com um centro de cerâmica artesanal.

ODIENNÉ

É a seguinte parada no caminho para a fronteira com a Guiné. Aqui se reúne uma grande parte da população muçulmana, e pode-se ver uma mesquita. Para obter uma boa panorâmica da zona deve subir ao Maciço de Dinguélé, uma bela montanha.

Muito perto encontram-se as Minas de Ouro de Zievasso e Diougoro. Também se pode viajar a Samatiguila para ver outra mesquita do século XVII.

PARQUES NACIONAIS E RESERVAS DA COSTA DO MARFIM

PARQUE NACIONAL DE A KOMOE E RESERVA DE BUNA

Situado ao noroeste do país. Conta com uma extensão de 950.000 hectares onde se pode contemplar uma grande variedade de aves e animais como leões, elefantes, panteras, hienas, macacos, crocodilos, búfalos e hipopótamos, entre outros muitos.

PARQUE NACIONAL DE A MARAHOUÉ

Embora não possa ver leões tem outras espécies de interesse como elefantes, crocodilos, búfalos e uma grande variedade de antílopes. Está situado no centro do país.

PARQUE NACIONAL DE TAI

Com comunidades de chimpanzés e hipopótamos anões difíceis de encontrar em outros lugares do país. É a última selva primária da África.

RESERVA NATURAL DE ASAGNI

Situada ao oeste da capital, de difícil acesso por via terreste por estar situada em terrenos pantanosos, embora pode-se desfrutar do parque sobrevoando a zona em um avião pequeno.

PARQUE NACIONAL DE BANCO

Situado na entrada de Abidjan e famoso pela flora e a reserva ornitológica.

PARQUE NACIONAL DO MONTE SANGBÉ

Outro dos encantos naturais do país. Encontra-se situado ao oeste do rio Sassandra e ao norte de Man. Conta com umas 95.000 hectares de extensão, que incluem 14 colinas de mais de mil metros.

PARQUE DO MONTE PEKO

Com 30.000 hectares e mais de mil metros de altitude, é conhecido pela flora de montanha e uma selva primária de grande exuberância.

PARQUE DAS ILHAS EOTILES

Está situado na Lagoa de Abi e conta com umas 500 hectares de extensão. É um centro dedicado à investigação arqueológica.

PARQUE DE ABOKOUAMEKRO

Encontra-se perto de Yamoussoukro e cobre umas 21.000 hectares. Nele habitam rinocerontes e girafas entre outras espécies e a flora dominante são as selvas que discorrem ao longo do rio Kan, as colinas e a savana.

Gastronomia

A gastronomia da Costa do Marfim é muito rica e variada. Embora os pratos não contam com uma elaborada preparação, a excelente qualidade dos ingredientes com que são preparados fazem deles um delicioso manjar. São muito apreciados os peixes e mariscos tanto de água doce como os procedentes do mar.

Costumam ser prepararados grelhados com molhos elaboradas com gergelim ou nozes e servidos acompanhados de arroz, mandioca e milho.

As carnes também são excelentes, de fato existem várias granjas modelo para a criação de espécies selecionadas. Tendo oportunidade não deixe de experimentar um saboroso filé de antílope.

A Costa do Marfim tem entre seus pratos mais apreciados gostosos presuntos e variadas conservas alimentícias que pode-se saborear na maioria dos restaurantes. Não há que esquecer os sempiternos cous-cous.

Como sobremesa se pode desfrutar com deliciosas frutas frescas, especialmente a banana frita, ou doces preparados com cacau e nozes.

Bebidas

Para beber pode-se degustar a cerveja nacional de boa qualidade, excelente café também colhido no país, cacau, cerveja de milho ou vinho de palma

Compras

Os mercados das cidades e povoados são animados lugares cheios de exotismo para realizar boas compras a preços econômicos, além de desfrutar do espetáculo que oferece o ambiente cheio de cor e vida.

Os objetos de artesanato são muito formosos e estão realizados em sua maioria em madeiras nobres como caoba e também o marfim. Pode-se encontrar magníficas jóias de desenhos formosos, colares, brincos, braceletes, pendentes, etc. realizados em sua maioria em marfim embora também possa encontrar em prata com pedras preciosas.

Os objetos em madeira são abundantes e variados. Caixas talhadas, cofres, instrumentos musicais tradicionais ou móveis. Porém, são especialmente apreciados pelos visitantes os trabalhos realizados pelos distintos grupos étnicos como máscaras ovaladas dos Dan, expressionistas de formas grotescas dos Ngueré, as trabalhadas dos Baulé ou os Senufo a simbolizarem, dependendo das formas e cores, passagem a um novo estado na vida; estatuetas dos Bete muito formosas ou as estátuas dos Baulé representando aos antepassados, pelo que têm um significado sagrado.

Resulta muito interessante também a cerâmica de Katyola realizada pelas mulheres da etnia Mangoro. Trata-se a maioria de objetos domésticos, jarras, copos, jogos de chá e café, pratos, panelas, fontes, lâmpadas, etc.

Nos mercados de comida pode-se encontrar produtos naturais de excelente qualidade como cacau, bananas, gergelim, abacaxi, nozes e azeite de palma.

População e Costumes

A população da Costa do Marfim é aberta e comunicativa. Por terem realizado a transição para a independência pacificamente, e pelo fato da influência francesa haver-se misturado com os costumes tradicionais africanos, criando uma rica cultura própria, os ódios inter raciais não têm aparecido neste formoso país. Assim, junto a uma população branca convivem distintos grupos étnicos de diferentes tribos.

Destacam-se os Akam, abrangindo às etnias Agni-Baulé, Ashanti e Abrom entre outras, situados no centro e leste do país; os Mandé que habitam o centro e o norte e agrupam aos Diola, Bambara, Dan ou Yacuba; os Voltaicos no norte conformados pelos Senufo e os Lobi; os Kru no sul e oeste; e os Kua na costa oriental com clãs dos Abé, Aburé e Ebrié entre outros.

Entre os costumes mais curiosos que encontram-se nas diferentes culturas está a dança dos punhais (chamada das "meninas serpentes"), consistente em um rito praticado por meninas de sete ou oito anos escolhidas pelo Simbo pela agilidade, ligereiza e inteligência.

As crianças são jogadas no ar sobre uma faca e, no último momento, a faca é retirada e as crianças não sofrem dano. Este "Ritual da Cobra" é praticado tanto pelos Dam como pelos Gueré. O Simbo é o padre do ritual, quem separa estas crianças de seus lares a partir dos quatro anos para iniciá-las.

Por sua parte as curandeiras de Tengouélan, praticam uma magia curiosa que permite-as aceder à adivinhação. Após uma longa marcha reúnem-se em um lugar sagrado onde chamam aos espíritos envolvidas em um pó branco e concentradas numa dança magnífica.

O povo da Costa do Marfim tem uma esperança de vida de uns 56 anos, 60 de cada 100 adultos está alfabetiçado, todo um recorde dentro da África.

A população atual, segundo censo de 1997, é de 14.986.000 habitantes. Em Abdijan se concentram perto de 3.000.000 de pessoas.

Entretenimento

Costa do Marfim é um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza, pois as possibilidades são variadas e muito atrativas. Suas praias são muito formosas e permitem desfrutar de um gratificante banho ou simplesmente tomar sol. É conveniente ter cuidado com as ondas na hora do banho ou quando se praticam esportes náuticos como windsurfing ou vela.

Seus rios são ideais para os que preferem desfrutar de um dia de pesca, além de oferecer excelentes possibilidades para os caçadores. É importante informar-se sobre os períodos de vela.

Para praticar trekking ou montanhismo pode-se visitar o Maciço de Tonkui ou a ascensão ao Monte Nimba de 1.752 metros de altitude.

Os diferentes Parques Naturais e Nacionais, que encontram-se no território, permitem admirar a fauna e a flora do país: elefantes, crocodilos, búfalos, antílopes, macacos, leões, panteras, hienas e os curiosos hipopótamos anões difíceis de encontrar em outros lugares. A Costa do Marfim está considerada como um tesouro ornitológico pelo que os amantes das aves têm neste país um paraíso.

As principais povoações contam com uma variada oferta de lazer, museus, centros artesanais, animados mercados cheios de vida, restaurantes onde desfrutar a cuzinha tradicional, sem esquecer as danças tradicionais que dependendo da zona são interpretadas pelas distintas etnias, mas todas formosas por igual.

Festividades

As festividades de Costa do Marfim começam o 1 de Janeiro com a celebração do Ano Novo.

Como feriados continúam o 1 e 2 de Maio com o Dia do Trabalho. Em 15 de Agosto e o 1 e 15 de Novembro são também festas oficiais, pelo que os lugares públicos e comércios permanecem fechados.

Em 7 de Dezembro celebra-se a Independência do país com desfiles e outras animadas diversões; a população sai às ruas convertindo esta festividade em todo um espetáculo digno de ser desfrutado. É um momento ideal para conhecer às pessoas da Costa do Marfim e misturar-se com elas.

Em 25 e 26 de Dezembro celebram-se o Natal e São Nicolás, festas especialmente desfrutadas pelas crianças de crenças cristãs.

Também são oficiais as festas islâmicas que variam dependendo do calendário lunar. Especialmente coloridas e animadas são as celebrações dos distintos grupos étnicos com suas danças e sua música tradicional. Tendo oportunidade não deixe de assistir alguma delas.

Transportes

Avião: Tanto Àfricam Airlines como as linhas aéreas nacionais, Air Ivore, ofrecem serviço de vôos diretos desde as principais capitais europeias. O Aeroporto Internacional de Abidjam encontra-se em Port Bouet, a 15 quilômetros do centro da cidade.

Barco: O porto de Abidjam é um dos centros de vida da Costa do Marfim. Lá chegam barcos das principais companhias de tudo o mundo. Os rios não são navegáveis.

Trem: Os caminhos de ferro contam com uma extensa rede (630 quilômetros) que une a Costa do Marfim com seus países vizinhos e também conta com uma rede de aproximidades a unir as principais povoações. Os preços são vantajosos.

Ônibus: Os ônibus locais não são muito cômodos, mas seus preços resultam muito econômicos.

Por Terra: A Costa do Marfim conta com uma rede de estradas bastante aceitável (55.000 quilômetros). Uma grande parte está asfaltada (5.000 quilômetros) embora ainda possa encontrar tramos de terra. Na época das chuvas é aconselhavel informar-se do seu estado antes de empreender viagem. Precisa se viajar de carro tanto próprio como alugado (as principais empresas de aluguel de carros têm escritório em Abidjan, a capital), ter licença internacional de dirigir e um seguro.

Fonte: www.rumbo.com.br

Costa do Marfim

Nome oficial: República da Costa do Marfim
Área: 322 462 km²
População: 22.000.015 habitantes.
Capital: Yamoussoukro
Principais cidades: Abidjan, Bouaké, Daloa, Yamoussoukro, San Pedro, Divo, Korhogo, Anyama, Abengourou
Língua oficial: Francês
Moeda: Franco CFA
Dia Nacional: 07 de agosto

História

O tempo Africano reinos

Pouca informação sobre a história da Cote d'Ivoire antes de os europeus a tomar parte no comércio de marfim e do comércio de escravos. Sabemos que o país era povoado por ondas sucessivas desde o Paleolítico.

Os primeiros textos, devido a exploradores europeus do litoral, no século XV, descreveu o movimento de pessoas na época.

Neste momento, o norte do território atual foi atravessada pelas rotas Trans-Saara comerciais: Bondoukou Kong e foram os primeiros mercados localizados na borda da floresta na estrada do país Ashanti Níger.

Sabemos que esses movimentos são acelerados quando a constituição dos grandes impérios de Gana, Mali e Songai, e continuou até o século XVIII, dando ao país sua atual configuração étnica: as pessoas ao longo da lagoa costa, o norte Mande e oeste, e da Senufo no norte, o Krus oeste, leste Akan; Gurs a noroeste.

Em 1710, os muçulmanos Mande-Dioula construído um Estado Kong enorme, no norte da Cote d'Ivoire. Durou apenas o tempo de seu criador, Sekou Ouattara, e entrou em declínio quando ele morreu em 1745. Outros reinos, muitos mesmo, têm marcado a história da Cote d'Ivoire, que beneficiou de uma forte economia baseada no comércio de ouro, sal e cola, ligado ao comércio trans-saariano.

A chegada dos europeus

Entre os séculos XV e XVII, os europeus exploraram as costas: a Costa de grãos, da costa e da costa de Quaquas Dentes. O primeiro a chegar foi o Português, sob a liderança do Infante D. Henrique, 1470.

Eles deram várias cidades e nomes de rios que conhecemos hoje Hui: Sassandra, San Pedro, Fresco ... No século XVII, os holandeses e Inglês, por sua vez atingiu a Cote d'Ivoire (o interesse francês tão pouco para a costa, onde eles simplesmente celebrar tratados de amizade com as pessoas do litoral e agnis instalar algumas missões), e aproveitando o declínio Português pôs os pés na região.

Europeus colonizaram contadores de pequenas nas bolsas de costa foram realizadas principalmente no mar, flutuando caravela servindo contadores. Iniciou um período de competição latente e confronto pelo controle do comércio costeiro.

É focado em especiarias, marfim (que ganhou o nome ao país), tecidos de algodão, ouro e, principalmente a partir do final do século XVI escravos.

O comércio de escravos, inicialmente orquestrada pelos holandeses, no século XVII, este flagelo, que varreu a África por quase três séculos, engendradas não só o despovoamento de regiões inteiras, mas ele deixou um legado de ódio tribal ainda assola os estados modernos Africano: relutantes em arriscar-se no interior do continente, os europeus preferiram confiar na captura de escravos tribos que vivem no litoral.

No final do século XVII, as tribos Akan de Gana, Agni, emigrou para a Cote d'Ivoire para escapar caçadores de escravos. O último a emigrar foram o Baule Akan, que assumiu um lugar importante no centro do país, e cujo reino sob o governo da rainha Abla Poku e sua sobrinha Akoua Boni, estendeu a sua influência.

O século XVII ao século XIX, francês gradualmente assumiu o controle da região. Em 1687, o oficial naval Jean-Baptiste Ducasse, diretor da Companhia do Senegal, instalados seis de seus companheiros e propôs a Assinie governador da região de tomar dois jovens costa-marfinenses, na França, de modo que dois jovens assiniens príncipes, e Aniaba Banga, foram levados para a corte de Luís XIV, onde foram batizados por Bossuet.

Na década de 1830, os franceses e os britânicos competiu na região a assinar com os chefes de tribos diferentes contratos que lhes garantam o monopólio do comércio de marfim, palma de ouro ou petróleo. Em 1842-1843, os franceses se estabeleceram em contadores Assinie e Grand-Bassam, em 1853, eles construíram o Dabou forte.

Os tratados assinados franceses de "amizade" com os líderes de soberania da Costa do Marfim para expandir a sua presença, o primeiro tratado como assinado em 1843 para Amon N'Douffou II, governante do Sanwi poderoso, Agni reino do Sudeste colocou o "território" não definido nem explorado sob a proteção do rei Louis-Philippe.

Vários exploradores atravessaram então o interior permaneceu longe dos europeus. O comerciante francês Arthur Verdier introduziu o cultivo do café na década de 1870. Em 1882, o francês Louis Gustave Binger oficial (que se tornou o primeiro governador da colônia) fundou a empresa para gerir plantações de café Kong.

Após a conclusão da divisão de esferas de influência entre a França ea Grã-Bretanha em 1884, Marcel Treich-Laplène, agente Verdier, voltou para o Norte, reconhecendo o curso de Comoé e chegou Bondoukou e Hong (1888), depois de assinar tratados com a forma como os Betties, Agni e Abrons.

Não foi até 1889 que o país seja plenamente reconhecido, depois de um carregamento de 4 000 km do Senegal liderada por Binger; Partido Bamako, dois anos antes, foi a junção com Treich para Laplène Kong, e os dois homens desceram juntos até Grand Bassam, que alcançada em Março de 1889.

Enquanto isso, as empresas da Cote d'Ivoire continuou sua própria evolução. O século XIX foi um período de intensa renovação política. Sociedades de linhagem alianças atadas ao vincular confederações locais e regionais.

O reino Abron, um vassalo do Ashanti desde 1740, recuperou sua independência em 1875 e estendeu sua influência sobre as regiões vizinhas. A partir de 1830, os vencedores formaram novas entidades políticas. O mais famoso deles foi o Malinke Samori Touré, que, depois de ter sido expulso pelos franceses Alto Níger, em 1892, aposentou-se em Cote d'Ivoire.

Ele então estabeleceu seu domínio sobre o Senufo, Lobi então, conquistar e um novo império de Bouna Odienné, e incluindo, o país Senufo, o Reino de Kong, Bouna, o Koulango o Gyaman, etc.

Em 1892, preocupado com esse novo poder cresceu no norte, o francês enviou uma expedição para capturar Samory, uma coluna liderada pelo capitão Ménard, foi assassinado em Séguéla.

O período colonial

O decreto de 10 de marco de 1893 erigiu a Cote d'Ivoire colônia francesa e Demarcadora de Limites. Binger foi o primeiro governador. Os franceses foram recebidos com uma feroz resistência das pessoas, que usaram as táticas de guerrilha focos de oposição foram reprimidas brutalmente e diferentes regiões da Cote d'Ivoire foram conquistados um a um.

A França tinha o mesmo uso com os britânicos para derrotar o novo império Samory Touré, que foi derrotado em 1898 e deportado para o Gabão, onde morreu em 1900. Os principais líderes da resistência foram mortos ou deportados.

A partir de 1908, o governador Angoulvant desenvolveu um plano de "pacificação" final. A superioridade da armada francesa explica a sua vitória. Ativo até cerca de 1915, como na provocação dos Abades em 1910, a população tornou-se a resistência passiva depois (recusa em pagar impostos, sabotar cultivo obrigatório, o vazamento de aldeias inteiras fora da colônia .. .).

Em 1900, as fronteiras da Cote d'Ivoire estavam perto da rota atual, exceto no norte, que foi construído alta Cote d'Ivoire.

Em 1905, o francês rattachèrent Costa do Marfim A-DO. Eles escolheram Grand-Bassam, sucessivamente, até 1900, Bingerville até 1934, depois de Abidjan como capital da colônia. A França começou também o "desenvolvimento econômico" do país, que foi dado a grandes empresas como a SCOA, CFAO e Peyrissac instituições.

Colonos aménagèrent costa (Port-Bouet, Grand-Bassam), construído cais e estradas e desenvolveu alguns médicos, particularmente no sudeste do país, que favoreceu o estabelecimento de uma agricultura de exportação baseada em nos primeiros dias do óleo de palma e borracha. West (cuja população é principalmente Bete) e Norte foram contra negligenciado pelos administradores franceses.

A originalidade da colônia, que foi completamente pacificado até 1915, viveu no aparecimento de um grande grupo de agricultores africanos que desenvolveram, em 1920, o cultivo de cacau. Muitos operadores Agnis dezenas de hectares de plantações de propriedade em que os trabalhadores de outros grupos étnicos.

Ao final de 1920, o primeiro organizado associações de plantadores. Na coleção de comidas selvagens (óleo de palma, cola, madeira, borracha) conseguiram, em 1930, uma economia de plantação, mas também europeus "nativos", cujas produções já estavam de café grande e cacau.

Desde o início do século XX, com recursos gerados pelos impostos e pelo trabalho forçado, os franceses tinham construído a infra-estrutura de comunicações necessário evacuar os produtos para a estrada da costa e redes ferroviárias.

Estes investimentos continuou nos anos 1950: o porto de Abidjan não foi concluída até 1952.

Durante as duas guerras mundiais, o francês começou sua contribuição abundância colônias: eles recrutaram um grande número de soldados na Côte d Ivoire, apenas aumentou o trabalho forçado e exigiu o fornecimento gratuito de certos produtos, como óleo de palma e borracha. Durante a Segunda Guerra Mundial, a pressão econômica e endurecimento do regime provocou o descontentamento crescente da população e do aumento do nacionalismo.

Para a independência

Após a Segunda Guerra Mundial, a economia de plantação se espalhou para a área de floresta inteira, e novos grupos étnicos, tais como Baoulé e Dioula, dedicaram-se a ele. Em 1945, pela primeira vez, a Cote d'Ivoire participaram das eleições francesas.

O Félix Houphouët-Boigny Baoulé, que em 1932 assumiu a presidência de um sindicato de produtores de cacau - a União Agrícola Africano (SAA) - prontamente abraçou uma carreira política. A eleição de uma comissão municipal, em Abidjan, em 1945, ele foi eleito para a cabeça de uma lista composta exclusivamente de africanos.

Como parte da política de liberalização do regime colonial, a França, em 1945, deu a "sujeitos" da Costa do Marfim direito de eleger seus representantes na Assembléia Nacional, Houphouët-Boigny foi eleito e serviu ao lado do senegalês Leopold Sedar Senghor.

Outros homens, tais Ouezzin Coulibaly, juntaram-se a luta política contra o abuso de colonização. Para este fim, eles contavam com a ação do movimento sindical e dos partidos políticos franceses, antes de criar seus próprios partidos. Desde 1945, a AEA e "grupos comunistas de estudo" fundiram-se para formar o Partido Democrático da Cote d'Ivoire (PDCI), Costa do Marfim seção do Rally Africano Democrática (RDA).

No seu início, o PDCI favoreceu a criação de uma federação Franco-Africano que reúne os vários povos do A-DO, ele rapidamente se tornou um dos mais influentes do partido Rally Democrático Africano (RDA), Federação Pan-Africano Congresso incorporados em Bamako, em outubro de 1946, sob a presidência de Félix Houphouët-Boigny. A ação de líderes nacionalistas na França e das populações na Cote d'Ivoire contribuiu significativamente para o progresso em direção à independência.

De 1946 a 1950, a RDA aliado com o Partido Comunista Francês, em oposição à colonização, e teve que enfrentar a repressão da administração colonial. 06 de fevereiro de 1949, na sequência de uma manifestação em Treichville, um subúrbio de Abidjan, os líderes PDCI foram presos, um grupo de mulheres, então, organizou uma marcha em Grand Bassam, que eram prisões.

Em 1952, a Organização Overseas africanos deram os mesmos direitos que os trabalhadores franceses (férias pagas, abonos de família, semana de trabalho de 40 horas).

Na década de 1950, a aliança PDCI-RDA redefine sua política: era a "retirada tática" (cooperação com a França, rejeitando a negação solução revolucionária da luta de classes, o apoio para o privado, local e estrangeira). Félix Houphouët-Boigny se tornou ministro do governo francês (1956-1959), o então presidente do conselho geral da A-DO (1957).

Houphouët-Boigny tornou-se o líder carismático e ele tem sido muito popular: ministro do governo francês, que dava o nome à lei que aboliu o trabalho forçado na África e contribuiu para o desenvolvimento da lei de 1956 que deu os marfinenses sufrágio universal e territoriais reuniões executivas, anteriormente dominadas pelo governador.

A eleição de 1957, o PDCI conquistou uma vitória completa, que eliminou os partidos políticos ou grupos de todas as levantadas pela administração colonial. A Constituição francesa de 1958, finalmente voltou a União Francesa em uma "Comunidade Francesa" e fez a Cote d'Ivoire um território autônomo, ainda não independente.

Submetida a um referendo, o projeto reuniu 99. Índice de aprovação de 9% na Cote d'Ivoire.

O conjunto territorial é erguido imediatamente na Assembleia Constituinte (04 de dezembro de 1958) eo início do ano seguinte, proclamou a República da Cote d'Ivoire. Tornou-se um soberano 7 agosto de 1960. Em 27 de novembro de 1960, o PDCI venceu as eleições legislativas e presidenciais em grande parte, e Houphouët-Boigny se tornou presidente.

Côte-d'Or Ivoire contemporânea

O "baoulisation" da sociedade Alguns observadores não hesitou em descrever como "baoulisation" o tempo da extensão da economia de plantação.

Há até mesmo uma concordância, a partir de 1940, entre a população crescente do grupo étnico de Félix Houphouët-Boigny e o lugar ocupado cada vez mais importante na economia Baoulé: agricultores do Sudoeste , artesãos e comerciantes da cidade, eles estavam presentes por toda parte.

Outros grupos étnicos, sentindo-se lesado, tentou defender que se assemelham as particularidades locais. Este foi o caso no início do século Agnis (Agni o país tem sido o centro econômico dominante durante o período colonial).

Bété, marginalizados por colonos franceses - quem o Sudoeste era um reservatório de mão de obra Implementar uma região para destacar - e pelo poder Baoulé freqüentemente oposição Houphouët-Boigny, por exemplo, criando uma união para combater a AEA: Bete Mutualidade, que se tornou a União a partir dos seis círculos do oeste da Costa do Marfim. Em 1957, eles apareceram contra o PDCI sob a bandeira do Movimento Socialista Africano (MSA).

Em 1970, uma rebelião Bete Gagnoa foi duramente reprimida. Ao contrário de Bete, nortistas, especialmente o Dioula e Senufo têm sua parte no leque grande migração étnica recomendado por Houphouët-Boigny. Em 1983, a capital foi transferida para Yamoussoukro, a terra natal do presidente, onde ele havia construído uma enorme basílica, como a de São Pedro, em Roma, e foi consagrada pelo Papa João Paulo II 1990.

Na década de 1960, o presidente Félix Houphouët-Boigny reforçou seu poder ao pressionar o partido tornou-se PDCI, e descartando um a um seus potenciais sucessores. Na década de 1970, a Cote d'Ivoire experimentaram um crescimento econômico para que pudéssemos conversar sobre "marfinense milagre".

Este progresso foi marcado pelo aumento das exportações de cacau (um terço da produção mundial) e café, e um início de industrialização. O país ainda estava enfrentando dificuldades tentativas de golpe político, agitação social e protestos estudantis ... A década de 1980 viu o regime parcialmente aberta.

Mas a crise econômica causada pela queda dos preços mundiais do café e do cacau (entre 1986 e 1990, os preços do cacau pagos ao produtor foi de 400-200 FCFA) levou à Cote d'Ivoire para suspender o reembolso dos sua dívida em 1987.

No início de 1990, a pressão da oposição sobre o poder aprofundou. O regime de gestão para estabelecer um sistema multipartidário. A oposição, liderada por Laurent Gbagbo historiador, membro da FPI (Frente Popular Marfinense), no entanto, foi derrotado nas eleições de 1990 presidenciais.

No mesmo ano, Félix Houphouët-Boigny nomeado Ouattara como primeiro-ministro e preparou sua sucessão através da alteração da Constituição no caso de vacância, o Presidente da Assembleia Nacional, foi concluído durante o mandato presidencial. Félix Houphouët-Boigny morreu em 7 de dezembro de 1993, após 33 anos no poder.

Tendo assegurado o Presidente interino da Assembleia Nacional, Henri Konan Bedie, foi eleito presidente 22 de outubro de 1995 com 62% dos votos.

Se as incertezas, desde a introdução do multipartidarismo no início de 1990, 40 partidos envolvidos na arena política, não a democracia marfinense permanece frágil, para dizer o mínimo, "monitorado" Laurent Gbagbo foi bem ele preso e condenado a dois anos de prisão em fevereiro de 1992 por participar de uma manifestação.

Desde a repressão brutal de seu movimento em 1991 (a "primavera da disputa") Os alunos também são abusadas por um poder que está lutando para encontrar uma nova vida. Ao mesmo tempo, os três principais credores do país - o FMI, o Banco Mundial ea França (Caisse Centrale de Cooperação Economique) - a tentar obter uma consolidação de uma economia em crise, a recuperação é mais frequentemente por medidas impopulares, como a desvalorização de 50% do franco CFA, impostas em 1994, cortes no serviço público inchado, privatização e excessiva.

No entanto, é um clima econômico favorável (retomada do crescimento, inflação moderada), que sediou a vitória de Henri Konan Bedie em 1995 a eleição presidencial, boicotada pelos partidos da oposição por causa de "precauções "tomada pelo presidente do clube para garantir sua reeleição (remoção do Código Eleitoral, que proíbe manifestações).

Contra todas as probabilidades, 24 de dezembro de 1999, o presidente Henri Konan Bedie é removido após 24 horas motim em favor do general Robert Guei, ex-Chefe de Gabinete.

Enquanto o deposto chefe de Estado em um primeiro refúgio no Togo, o novo líder da Cote d'Ivoire em 15 de janeiro de 2000, o estabelecimento de um governo de transição composto por 24 ministros, A maioria dos civis que representam os principais partidos da Costa do Marfim.

Os militares ainda ocupam ministérios chaves (Defesa, Infra-estrutura, Segurança e Transporte, Juventude e Desporto). Além disso, a formação do governo revela rivalidades entre os dois principais líderes políticos, Liberal Alassane Ouattara (que representa o Rally dos republicanos e principal adversário do ex-chefe de Estado, autorizado pelo novo regime para voltar ao Cote d'Ivoire) e o socialista Laurent Gbagbo, líder da Frente Popular Marfinense (FPI), ambos potenciais candidatos na eleição presidencial prometida pelo general Guei. Finalmente, o novo regime surge como um pré-requisito para a organização das eleições, a criação de um "conselho consultivo" de preparar um novo código eleitoral e uma nova Constituição, que será submetida a referendo.

Enquanto isso, as mãos grandes limpos para várias figuras do antigo regime, todos acusados de terem esvaziado os cofres, é lançado. Acusado de "desvio de fundos públicos", que às vezes caem no âmbito de um mandado de captura internacional, como é o caso do ex-presidente Bedie e seu ministro das Finanças, exilado da França.

As eleições presidenciais foram realizadas em outubro deu a vitória a Gbagbo. No entanto, o resultado da eleição é contestada pelos seus adversários e uma série de confrontos mortais ocorrem no país, enquanto Guei falha em uma tentativa de golpe. Apesar dos desafios, Gbagbo nomeia Affi Nguessan chefiar o novo governo.

Geografia

Estado África Ocidental francófona, no Golfo da Guiné, Costa do Marfim (322.460 km²) é delimitada a oeste pela Libéria - Cavally ao longo do rio - e pela Guiné ao norte pelo Mali e Burkina Faso , a leste pelo Gana , a sul pelo Oceano Atlântico.

Território da antiga África Ocidental Francesa, que ganhou a independência 07 de agosto de 1960. Sua população (15,8 milhões), particularmente diversificada em termos de etnia, é - com 45% dos moradores da cidade - uma das mais urbanizadas sub-saariana.

Ao longo da costa do Golfo da Guiné (500 km) é marcada pela presença de extensas lagoas parcialmente navegáveis (Tadio, Ébrié, Aby) separada do Oceano Atlântico por areia longo cospe. Na sua metade ocidental, que consiste em penhascos, argila ocidental rochoso e arenoso Sassandra a Cabo Palmas (fronteira com a Libéria) em sua metade leste, na costa leste, contrário, baixa e arenosa.

Norte da faixa costeira de areia que entra em lugares até 50 km para o interior encontra-se uma vasta planície (150 km largura média) e uma região de planícies baixas em altitudes mais baixas 350 m, eles são cobertos com relevos de erosão do esmalte residuais.

O país, então sobe para o planalto significa Norte, que atingem altitudes excepcionalmente 900 m para o oeste. Os picos mais altos encontram-se nas montanhas de Nimba, pico estreito em 1752 m muro na fronteira entre a Guiné ea Libéria.

Os relevos são fragmentados por rios, muitas vezes recebidos, e Costa do Marfim é atravessado por quatro rios, Comoé, Bandama, afluentes Sassandra e Cavally do Oceano Atlântico, e uma infinidade de rios . Estes rios em situação irregular e em locais cortar corredeiras e quedas, são navegáveis - especialmente para troncos flutuantes - somente a jusante.

Tomando a sua fonte no Burkina Faso, Comoé (1.000 km) atravessa o país de norte a sul, passando pelo Parque Nacional Comoé, em seguida, ao longo da fronteira entre o Gana, deságua no Atlântico, perto de Grand-Bassam; ele tem uma queda muito baixa para ser montado.

Bandama formaram a reunião de Bandama branco (que tem a sua fonte norte de Korhogo e deságua no reservatório Kossou) e vermelho Bandama ou Maraoué (que tem a sua fonte no Malinke país), continua a sua corrida para o Lago Sul Taabo formação e deságua no Golfo da Guiné em Grand Lahou, duas barragens construídas em seu curso produzem eletricidade para a Região Central e Abidjan. Sassandra, que tem a sua fonte na Guiné, onde é chamado Férédougouba é ampliada por dois afluentes principais, Boa e Tiemba alimenta o reservatório Buyo seguida, juntou-se ao oceano Sassandra.

Desde o guineense dorsal Cavally entre a Costa do Marfim em países Dan, desce com rapidez áreas rochosas e traçar a fronteira com a Libéria para Cabo Palmas, no Golfo da Guiné.

População

População da Costa do Marfim é distribuído de forma muito desigual: o Sudoeste está quase vazio, a área de Abidjan está superlotado e um terço da população vive em cidades de mais de 10.000 habitantes.

Esta população é muito jovem: 48,2% com menos de 14 anos. A taxa de crescimento natural (3,8%) é um dos mais altos na população mundial mais do que triplicou nos últimos 30 anos, passando de 5,4 milhões em 1970 para 13,5 milhões em 1995; projeção da população prenuncia 18 milhões em 2000.

A taxa de população urbana (42% em 1992, contra menos de 25% em muitos países da África sub-saariana) aumentou significativamente desde o período colonial. Localizado no Oceano Atlântico, a cidade de Abidjan, com 3.000.000 habitantes, a segunda metrópole da África Ocidental após Lagos (Nigéria).

Outras cidades importantes incluem Yamoussoukro (cerca de 244.750 horas.), Capital política e administrativa desde 1983, Abidjan, a Baoulé capital (565 mil horas). Gagnoa (285 mil horas)., Daloa (340 mil horas)., Korhogo (260.000 h. ) e Homem (190.000 h.). Cara a Yamoussoukro, a grande parte administrativa, Abidjan - que enfrentam capital econômico - hospeda principais funções de apoio (bancos e lojas).

Economia

Agricultura

Agricultura, que responde por quase metade do PIB, tem sido a base do "milagre marfinense" longo período de crescimento econômico (1960-1978) operado sob um liberalismo planejada e uma estratégia de desenvolvimento das culturas de exportação. Saldo permanece em grande parte excedente agrícola (18,5% do PIB). Agricultura é dividido igualmente entre culturas alimentares e culturas de exportação.

A cultura de exportação mais importante é o cacau, a Costa do Marfim tornou-se o primeiro produtor mundial.

Outros produtos para exportação tiveram uma tendência semelhante, e este é particularmente o caso do café, a Costa do Marfim é o décimo maior produtor (2,6% da produção total em 1994) e do primeiro do continente negro. A produção de algodão aumentou de forma constante e as exportações representam 1,6% do PIB.

Após a produção de madeira caindo, seguindo o esgotamento das florestas exploráveis, há, desde 1990, um aumento de cortes e exportações (3,2% do PIB). A produção de látex, óleo de palma, banana e abacaxi acrescenta que plantas alimentícias, recentemente introduzida (milho, soja, arroz) ou tradicional (inhame, mandioca, milho, sorgo, banana, ).

Pesca cobre um pouco mais de 100.000 toneladas de peixe por ano. Pecuária é pouco desenvolvida.

Mineração e Industrial

Muito pobre, offshore de produção de petróleo, fora de Abidjan, pode impedir a importação de petróleo caro. A produção de petróleo caiu para 63.000 t em 1992, mas promissores campos de gás natural começa a ser explorado.

A indústria marfinense ex-principalmente devido à agricultura e exploração florestal (processamento de alimentos, de descaroçamento de algodão, processamento inicial de látex, serrar madeira, papel) está agora no processo de diversificação.

O seu desenvolvimento tem ocorrido em várias etapas, em 1960, estabelecendo uma indústria têxtil e de engenharia mecânica para reduzir as importações, e em 1970 e 1980, o desenvolvimento de atividades de processamento de Conteúdos commodities.

O volume de negócios da indústria têxtil, o que contribui para o desenvolvimento do êxodo rural representa hoje? Hui FCFA 164.000 milhões (62% das exportações). A realização de grandes barragens (Kossou Ayramé) resultou principalmente na introdução de arroz irrigado.

Transportes e serviços

Quase metade da rede de estradas, cujo estado é relativamente correta, é transitável durante todo o ano. A ferrovia unindo Abidjan para Ouagadougou (Burkina Faso), concluído em 1950, é um dos principais que ajudou, especialmente, o aumento da imigração voltaica, proporcionando saída marítima no Burkina Faso.

O aeroporto internacional de Port-Bouet (perto de Abidjan), um dos mais modernos na África, fornece ligações aéreas com as principais cidades do interior. Tráfego marítimo está florescendo, embora o bar faz acesso ao oceano delicado para muitas portas.

Modernização do porto de San Pedro, com uma regional (em oposição ao de Abidjan), tem como objetivo promover o desenvolvimento da região de fronteira da Libéria, por muito tempo negligenciado.

Turismo

Yamoussoukro nova capital administrativa e política, 230 km ao norte de Abidjan. A cidade tem um mercado animado, um campo de golfe de padrão internacional e vários edifícios de interesse arquitetônico, incluindo o Palácio e presidente Plantações e Mesquita. Notre-Dame-de-la-Paix é um ponto marcante de vista arquitetônico, mas também do ponto de vista estatístico.

Quase tão monumental Basílica de São Pedro, em Roma, que responde sozinho por mais de superfície manchada todas as igrejas da França reunidos. O catolicismo romano é uma religião minoritária na Cote d `Ivoire (diz-se que a catedral poderia conter mais todos os países católicos).

Yamoussoukro foi o local de nascimento de Félix Houphouët-Boigny, o presidente da Costa do Marfim por 33 anos. Ele financiou quase inteiramente a construção da catedral, com seus próprios recursos.

Outros sites: Abidjan, a antiga capital, é também a maior cidade do país. É dominada pelo Planalto distrito comercial central. O centro da cidade antiga, mais tradicional, o verdadeiro coração da cidade, é Treichville. Há muitos bares, restaurantes e discotecas, bem como o Mercado Central, colorido. Museu Ifon é excelente. Os subúrbios - Cocody Marcori, Adjamé - desenvolvidos nas margens da lagoa. A estância balnear de Assouinde é de 100 km a leste da antiga capital.

Outras atrações estão crescendo: Tiagba cidade sobre palafitas, Grand Bassam, as praias de areia, onde as pessoas de boa vontade passar Abidjan no fim de semana, e Bondoukou, uma das mais antigas povoações de países. Para o oeste é a bonita cidade de Man, em uma região de colinas e planaltos densamente florestada. As cachoeiras são uma das atrações nas proximidades do lugar, ea subida do Mont Tonkoui e aldeias de visita e Biankouma Gouessesso, 55 km de distância.

A cidade de Korhogo, a principal cidade no norte, no centro de uma região de caça e pesca, vale uma visita, assim como a antiga capital: Bingerville e Bouaké, no centro do país. Excursões organizadas localmente incluem uma visita a um parque nacional, como Comoé Nordeste e Banco, o que representa 3.000 hectares de floresta tropical.

Fonte: www.afrique-planete.com

Costa do Marfim

Este país tropical se situa na costa ocidental da África.

A capital administrativa, Yamoussoukro, destoa das cidades africanas pelas construções modernas.

Considerada uma pequena versão de Brasília, abriga uma réplica da Basílica de São Pedro (Vaticano), embora a população marfinense seja predominantemente animista e muçulmana - os católicos não passam de 14%.

Convivem no país mais de 60 grupos étnicos e grande contingente de exilados de Estados vizinhos. A Costa do Marfim tem clima propício ao cultivo de cacau - do qual é o maior produtor mundial -, banana e café.

O avanço da agricultura traz a ameaça de destruição das florestas.

De 1977 a 1987, o país perde 42% de sua mata original, a maior taxa de devastação no mundo. A oscilação dos preços internacionais de produtos agrícolas provoca dificuldades na economia. O governo recorre ao FMI e tenta estimular novos setores produtivos para diminuir a dependência da agricultura.

Geografia

Área: 322.463 km². 
Hora local:
 +3h. 
Clima: 
subequatorial de floresta (S), tropical úmido (NO), tropical seco (NE - savana e floresta clara). 
Capitais:
 Abidjan (sede do governo), Yamoussoukro (administrativa). 
Cidades: 
Abidjan (2.877.948), Bouaké (461.618), Yamoussoukro (299.243), Daloa (173.107), Korhogo (142.093) (1998).

População

16,9 milhões (2004)
Nacionalidade:
 marfinense
Composição: 
bauleses 23%, betes 18%, senufus 15%, mandingas 11%, outros 33% (1996). 
Idiomas:
 francês (oficial), diula, baulê. 
Religião: 
crenças tradicionais 37,6%, cristianismo 31,8% (católicos 14,8%, independentes 9,3%, outros 7,7%), islamismo 30,1%, sem religião 0,3%, outras 0,3% (2000).

Economia

Moeda: franco CFA; cotação para US$ 1: 545,10 (ago./2004). 
PIB:
 US$ 11,7 bilhões (2002). 
Força de trabalho: 
6,7 milhões (2002)..

Governo

República presidencialista. 
Div. administrativa:
 19 regiões subdivididas em departamentos. 
Presidente: 
Laurent Gbagbo (desde 2000).
Partidos:
 Frente Popular Marfinense (FPI), Democrático da Costa do Marfim (PDCI), União dos Republicanos (RDR), Marfinense dos Trabalhadores (PIT). 
Legislativo:
 Assembléia Nacional, com 225 membros. 
Constituição: 
2000.

Descrição

O nome da Costa do Marfim, nação no oeste da África, é uma referência ao grande número de elefantes que existia na região. Hoje, eles podem ser vistos no Parque Nacional Comoé, patrimônio natural da humanidade. Convivem no território marfinense mais de 60 grupos étnicos, de maioria religiosa animista.

A capital administrativa, Yamoussoukro, diferencia-se da maioria das cidades africanas pela moderna arquitetura. A Costa do Marfim tornou-se uma das nações mais prósperas do oeste africano graças à agricultura, sobretudo café e cacau - fruta da qual o país é o maior produtor mundial.

A indústria alimentícia e a têxtil, bem como a exploração de petróleo e gás natural, estão em crescimento. Com relativa estabilidade política nas últimas décadas, a Costa do Marfim entra em guerra civil em setembro de 2002. Negociações de paz levam a um acordo em 2003, mas o país continua cindido, com o norte sob o controle dos rebeldes.

História

Os portugueses são os primeiros europeus a chegar à região, no século XVI, inaugurando o comércio de marfim. No século XVII surgem pequenos Estados, entre os quais se destaca o dos bauleses.

Nessa época, os franceses instalam entrepostos comerciais na região. Vários reinos, temendo a expansão baulesa, colocam-se sob a proteção da França. Isso facilita o domínio da região, que em 1893 se torna protetorado francês. Inicia-se a exploração de cacau, café e produtos da floresta.

Independência

Em 1946, começa o processo de emancipação com a fundação da União Democrática Africana (RDA), o primeiro partido anticolonial do continente, liderado por Félix Houphouët-Boigny.

A independência ocorre em 1960, fruto de negociações entre a França e Houphouët, eleito presidente, tendo a RDA como partido único. O país progride com o setor agrícola. A queda nos preços internacionais dos produtos tropicais, em 1989, traz uma grave crise.

A insatisfação popular leva ao reconhecimento de novos partidos. Nas eleições de 1990, Houphouët é reeleito pela sétima vez. Com sua morte, em 1993, o cargo é ocupado pelo presidente da Assembléia Nacional, Aimé Henri Konan Bédié, que mantém o regime ditatorial.

A oposição boicota o pleito presidencial de 1995, no qual Bédié obtém 95% dos votos.

Golpe militar

A Costa do Marfim sofre o primeiro golpe militar de sua história em dezembro de 1999. O general Robert Guei toma o poder, suspende o Legislativo e a Constituição. Para governar, cria um Conselho Nacional de Salvação Pública (CNSP), sob seu comando.

O CNSP reúne militares e políticos, com forte presença da União dos Republicanos (RDR), liderada pelo principal adversário do presidente deposto, o ex-primeiro-ministro Alassane Ouattara. A nova Constituição é aprovada em 2000, determinando que apenas pessoas cujos pais tenham nascido na Costa do Marfim possam assumir a Presidência.

Assim, fica impedida a candidatura de Ouattara, cujo pai é burquinense. A restrição é entendida como uma discriminação à população do norte do país.

Revolta popular

As eleições presidenciais ocorrem no segundo semestre de 2000, mas Guei se autoproclama vencedor ao constatar que o oposicionista Laurent Gbagbo havia ganho. O golpe desencadeia um levante popular. Com a adesão de parte do Exército aos protestos, Guei foge para o Benin e Gbagbo assume a Presidência.

Fatos recentes

Em 2002, Gbagbo comunica a entrada da RDR de Ouattara no governo. Em setembro, soldados iniciam um motim em Abidjan. O governo culpa Guei, que morre no tiroteio. O conflito se estende pelo país. Em poucas semanas, rebeldes conquistam a metade norte da nação.

Acordo de paz

Em janeiro de 2003, sob coordenação da França, o governo e os grupos rebeldes fecham acordo para formar um governo de união nacional e acabar com leis de discriminação étnica.

O novo governo integra os três principais grupos armados: Movimento Patriótico da Costa do Marfim (MPCI, que controla o norte), Movimento por Justiça e Paz (MJP) e Movimento Popular Marfinês do Extremo Oeste (MPIGO).

Em fevereiro de 2004, a ONU aprova uma nova força de paz para a Costa do Marfim, com 6.240 militares, recebendo o apoio de mais 4 mil soldados franceses. Os principais objetivos são monitorar o cessar-fogo, impulsionar o desarmamento e apoiar o processo de paz.

Novos conflitos

Em março, porém, uma manifestação de rua da oposição é violentamente reprimida pelo governo em Abidjan, causando mais de 120 mortes. Em conseqüência, os rebeldes anunciam a saída do governo de união nacional e, em junho, retomam os combates.

A situação se agrava em novembro, quando aviões governamentais bombardeiam o norte do país, matando nove soldados franceses. A Força Aérea da França, então, destrói aviões e helicópteros do governo em Abidjan, provocando revolta na população, que ataca cidadãos e propriedades francesas no país.

A Organização das Nações Unidas (ONU) coloca a Costa do Marfim sob embargo de armamentos. Sob forte pressão internacional, Gbagbo então impulsiona em dezembro as reformas previstas no acordo de paz.

O Parlamento acaba com a exigência de que um futuro presidente tenha pais marfinenses.

Fonte: www.casadasafricas.org.br

Costa do Marfim

Terra suave e hospedeira, a Costa do Marfim é situada na parte ocidental do continente africano, entre a Guine e o Gana, com o oceano pacifico como limite ao sul.

A sua superfície e de 322.462 km².

Este pais e caracterizado por dois tipos de clima: um clima sub-equatorial no sul, e no norte um clima tropical.

Neste pais, dois lindos conceitos, a cultura e o turismo, misturam-se para dar vida a um turismo cultural variado e cheio de cor. Este turismo e influenciado pelas características climáticas e geográficas de cada região. Dai, o nosso passeio pelas regiões que nos vai levar a descoberta das principais cidades do pais e dos respectivos sítios turísticos que lá se encontram.

Na parte sul temos a capital econômica do pais, a magnifica cidade de Abidjan. Essa metrópole sem igual em África ocidental, também chamada "lá perle des lagunes" (perla das lagunas), e dividida em 10 zonas ou bairros. No Plateau, centro administrativo, podemos, no meio dos altos edifícios, visitar a catedral São Pedro.

m pouquinho mais longe encontramos a zona de Cocody que abriga o prestigioso hotel intercontinental "hotel ivoire". Hotel que tem vários sítios de divertimento como cinema, piscina, galerias, restaurantes, campo de ténis.

E lugares para se divertir e que não faltam: em cada parte da cidade temos discotecas, piscinas, centros comerciais, cinemas e muito mais...

Deixando Abidjan continuamos o passeio e chegamos na Cidade de Bassam, ainda no sul.

A característica dessa cidade são as ruínas da época colonial: monumentos e casas antigos que infelizmente não gozam do cuidado que mereciam. No entanto Bassam e uma cidade recheada de praias. Ai deitado ao pé dos coqueiros (atenção a cabeça!...) pode descansar e deixar se ninar pelo vento, levado pelas ondas suaves do mar. Uma coisa e certa e uma delicia passar os domingos em Bassam.

Dirigindo-nos um pouco na parte sul-oeste, fazemos uma escala em San-pedro. Um dos lugares mais reputados e a baia das sereias. sitio paradisíaco, ótimo para mergulhos e atividades náuticas. Lá podemos saborear vários mariscos entre os quais um bom prato de lagostas.

Subindo mais chegamos ao oeste do pais, precisamente a zona de Man. Essa e a zona montanhosa, pois tem uma corrente de 18 montanhas. Uma da curiosidades nesta região e a ponte das lianas. Curiosidade devida a sua construção secreta e desconhecida. A lenda diz que foi construídas pelos gênios da floresta. Enfim! E melhor deixar a ponte com os seus mistérios! Mas não podemos sair de Man sem visitar as suas famosas cascatas.

Depois do oeste vamos para o centro, na cidade de Yamoussoukro.

Capital política da Costa do Marfim, Yakro não nos pode deixar indiferentes: com a sua grande auto-estrada 2*4 vias, suas grandes escolas (das quais a universidade mais grande da África ocidental), sua magnífica basílica (copia da do Vaticano em mais grande), sua pista de aterragem que e a única em áfrica que pode receber o concorde, seu lago sagrado e jacarés, a sua paisagem irreal , Yamoussoukro e um caso único!

Caminhando ao este, chegamos a Abokouamekro, precisamente no parque zoológico. O parque de Abokouamekro e um dos raros lugares onde se pode ainda ver facilmente animais em Costa do Marfim. Ao longo do caminho lá poderemos ver búfalos, rinoceros, hipopótamos, os elefantes etc...

E agora atingimos Sassandra. Reputada por suas lindíssimas praias (talvez as mais lindas de Costa do Marfim). E podemos aproveitar para visitar a "mangrove", dar um passeio de barco no rio Sassandra e descobrir dois grupos de hipopótamos.

E terminamos o nosso passeio no norte do pais, na região de Khorogo. Visitamos as vilas típicas, as telas famosas de Fakaha (sonhos pintados nos tecidos), e um dos mais velhos monumentos da região que foi construído no século 17.

Assim chegamos ao fim! Mas isso e só uma idéia daquilo que poderão encontrar lá. A Costa do Marfim, no seu interior, contem mil e uma maravilhas que só poderão descobrir e apreciar uma vez lá. Então deixe-se levar pelo seu instinto aventureiro e vem descobrir essa jóia do continente africano.

Fonte: student.dei.uc.pt

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