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Museu do Cairo

 

 

O Museu Egípcio do Cairo contém a maior coleção do mundo de antiguidades faraônicas; nenhuma visita ao Egito é completa sem uma viagem através de suas galerias.

O Museu de Antiguidades Egípcias, no Cairo é um tesouro incrível de riquezas.

Museu do Cairo
O Museu Egípcio, Cairo (Ahmed Amin)

A coleção original foi fundada no final do século 19 sob Auguste Mariette e alojados em Boulaq.

Os objetos foram transferidos em 1891 para o palácio de Ismail Pasha, em Giza, antes de ser transferido em 1902 para o atual prédio na Praça Tahrir, que é o primeiro museu edifício construído para o efeito no mundo.

Projetado em estilo neoclássico por Marcel Dourgnon, o Museu Egípcio possui 107 salas cheias de artefatos que datam do pré-histórica através dos períodos romano, com a maioria da coleção voltada para a era faraônica.

O museu abriga cerca de 160 mil objetos que abrangem 5.000 anos de passado do Egito.

O piso térreo leva o visitante a uma viagem cronológica através das coleções, enquanto os objetos no piso superior são agrupados de acordo com o túmulo ou categoria; exposições aqui incluem os tesouros de Tutancâmon, modelos de madeira da vida diária, estatuetas de divindades, e um raro grupo de Faiyum Portraits.

Em exibição no segundo andar também são muitas das múmias reais do Novo Império.

Museu do Cairo
Interior do Museu Egípcio (Museu Egípcio)

Localização: Cairo, Egito

O Museu Egípcio de Antiguidades: O maior no Egito

O Museu Egípcio foi construído pela primeira vez em Boulak.

Em 1891, ele foi transferido para Giza Palácio de "Ismail Pasha" que abrigava as antiguidades que foram mais tarde mudou-se para o prédio atual.

O Museu Egípcio está situado na praça Tahrir, no Cairo. Foi construído durante o reinado de Quediva Abbass Helmi II em 1897, e abriu 15 de novembro de 1902 ( mais História ).

Tem 107 salas. No piso térreo, há os enormes estátuas. O piso superior abriga pequenas estátuas, jóias, tesouros Tutankhamon e as múmias.

O Museu também compreende uma seção de fotografia e uma grande biblioteca.

O Museu Egípcio compreende muitas seções dispostas em ordem cronológica:

A primeira seção abriga tesouros de Tutankhamon.
A segunda seção abriga o pré-dinastia e os monumentos do Império Antigo.
A terceira seção abriga o primeiro período intermediário e os monumentos do Médio Império.
A quarta seção abriga os monumentos do Reino Moderna.
A quinta seção abriga os monumentos do período de tarde e períodos grego e romano.
A sexta seção abriga moedas e papiro.
A sétima seção abriga sarcófagos e scrabs.

Uma sala para as múmias reais foi inaugurado no museu, que abriga onze reis e rainhas. Mais de um milhão e meio de turistas visitam o museu anualmente, além de meio milhão de egípcios.

Fonte: www.sca-egypt.org/www.touregypt.net

Museu do Cairo

Passagem obrigatória para quem vai ao Egito, e principalmente, quem visita o Cairo. É um mergulho em 5000 anos de história.

Guardado por um verdadeiro exército, este museu é algo para não esquecer jamais.

São imensos salões com milhares de peças dos mais variados tamanhos e épocas dos faraós. Algumas delas, são inacreditavelmente belas. Não sei se é o seu caso, mas dá vontade de retornar muitas vezes à este lugar.

Muitas peças, apesar de terem sido feitas há milênios, ainda estão intactas.

Uma coisa curiosa é que no Egito sempre estão descobrindo novas tumbas e novos tesouros. Estando por lá, você vai descobrir o porquê. Qualquer lugar daquelas areias que se cave, existe grandes possibilidades de encontrar história.

Salas imensas, fazem você se perder com tanta coisa para ver.

No segundo andar, existe um espaço imenso, onde você pode ver de perto o Tesouro de Tuthankamon. Diversas salas e exatamente todas as peças encontradas em 1922. Uma visita imperdível.

Múmias e sarcófagos de todas as espécies que você pode imaginar. Esculturas de diversos tamanhos e pedras diferentes.

Quando você olha no relógio, o tempo já passou e está na hora de voltar.

Vir ao Museu do Cairo lhe dará uma sensação muito boa. Diversos sentimentos vão remexer dentro de você, pode ter certeza.

Como, com a tecnologia que possuíam naquela época, conseguiram fazer peças como essas?

Fonte: www.khanelkhalili.com.br

Museu do Cairo

Museu do Cairo
Museu do Cairo

Para evitar que o patrimônio nacional se dissipasse, foi que em meados do século XIX, o governo egípcio decidiu construir um museu onde seriam conservados e salvaguardados os tesouros do Antigo Egito.

O museu atual, inaugurado em 1902, é um edifício de dois andares, situado no centro da cidade e embelezado por um pequeno jardim adornado com epígrafes e esculturas antigas.

O rés-do-chão, inteiramente dedicado à escultura e aos sarcófagos, é dominado pelas estátuas colossais de Amenothep III e da rainha Tie, colocadas ao fundo do grande átrio.

O museu do Cairo ergue-se no centro da cidade, precisamente na praça de al Tahrir, onde é possível chegar com o metropolitano e com numerosas linhas de autocarro que aqui têm um terminal. Situado no lado norte da praça, a pouca distância do rio, na sua vizinhança encontram-se numerosos hotéis de luxo.

À frente do museu, num pequeno jardim adornado com esculturas e epígrafes antigas, encontra-se o monumento funerário do seu fundador, o francês Auguste Mariiette.

O Museu do Cairo

A grande importância deste museu está no acervo gigante de peças do Egito Antigo.

Entre múmias, utensílios e preciosidades, destaque para os objetos encontrados no túmulo do faraó Tutancâmon. Impressiona a riqueza deste túmulo, principalmente a máscara de ouro e os diversos sarcófagos.

Inaugurado em 1902 o edifício do museu encontra-se no centro da cidade do Cairo, capital do Egito.

Foi criado para evitar a evasão de peças para os museus do Europa e dos Estados Unidos.

Fonte: viajarpelomundo.com.br

Museu do Cairo

Museu do Cairo
Museu do Cairo

Esse é um dos melhores museus para se conhecer os tesouros do Egito antigo.

É no Museu Egípcio que está concentrada a maior coleção de antiguidades faraônicas do mundo, com mais de 120 mil peças. Os objetos encontrados vão desde sarcófagos e tumbas até às relíquias das dinastias mais importantes da história antiga do Egito.

Ele foi criado pelo governo do país em 1835, mas o prédio que sedia o museu atualmente foi construído em 1900. O estilo é neoclássico, com projeto do arquiteto francês Marcel Dourgnon. As exposições são realizadas em dois andares, seguindo uma ordem cronológica que respeita a história do Antigo Egito.

Existem quase 100 salas para abrigar todas as obras. Na entrada principal, situam-se duas esfinges que dão a sensação para o visitante de estar entrando em um templo antigo.

O Museu do Cairo é um museu enorme dedicado à história egípcia. Lá estão diversas esculturas, pinturas e artefatos de todos os lugares e dinastias egípcias. Está lá também, ocupando 1/4 do museu, o tesouro de Tutankamon.

Localização

O museu está localizado no centro do Cairo, na praça do Tahrir, perto do rio Nilo.

O que fazer

Uma das melhores dicas é fazer o passeio guiado pelo museu. Eles são especializados no estudo da história do antigo Egito e são a melhor maneira para se reconhecer os detalhes que o museu possui, assim como acompanhar de maneira rápida a exposição dentro do museu.

Para aqueles que visitarem por conta própria, uma prioridade é conhecer o tesouro e todos os objetos do grande faraó Tutankhamon. Eles são expostos minuciosamente e exemplificam a arte egípcia detalhadamente. Logo na entrada, os visitantes se deparam com uma exposição de papiro, moedas de ouro, prata e bronze, além de artefatos do Novo Reinado, com sarcófagos que tinham por característica ser maiores que os construídos nos séculos anteriores.

No segundo andar, concentra-se a mostra sobre o Lendário Vale dos Reis, com jóias do faraó Amenophis 2º e da egípcia Hatshepsut, uma das mais importantes de sua era. As jóias expostas no Museu Egípcio são belíssimas e dão a dimensão real do domínio que o povo tinha do metal. Para conferir, vale observar o colar de Neferuptah, formado por uma rede tubular de contas de feldspato e coral. O exemplar exposto no museu acompanhava a princesa Neferuptah em seu sarcófago. Outras obras chamam a atenção pelo caráter inusitado, como a pintura do anão Seneb e a escultura em faiança de um hipopótamo azul, que fogem levemente dos padrões egípcios, mas sem perder a essência regional.

Quando visitar

A melhor época é entre dezembro e janeiro, quando chove menos e a temperatura é suportável. Em geral, o ar no Cairo é seco e pode ser um incômodo.

Fonte: www.mundi.com.br

Museu do Cairo

O Museu de Antiguidades Egípcias, também conhecido como Museu Egípcio do Cairo, é um dos mais fantásticos museus do mundo, onde estão expostos tesouros da história, dos costumes e da arte da grandiosa civilização egípcia.

Na realidade, o Museu Egípcio do Cairo é um dos maiores museus em todo o mundo em termos de quantidade de objetos expostos.

Segundo estimativa, o museu possui cerca de 120.000 objetos expostos, datados desde a Pré-história até o período greco-romano. Entre eles, artefatos de tumbas de faraós, monumentos de 50 séculos atrás e a múmia de Ramsés II - além do fabuloso tesouro de Tutancâmon, com 1.700 peças (há mais 1.800 que não estão expostas), revelando ao mundo a maravilhosa capacidade mental, criatividade e habilidade artística do homem àquela época. Além disso, há mais de 100.000 objetos conservados nos armazéns, para serem avaliados, catalogados, restaurados etc.

O museu é um edifício imenso de dois pavimentos, com cerca de 10 mil m2, em cor encarnada e cercado por belíssimos jardins. No jardim da frente há um espelho d'água onde crescem as plantas aquáticas papiro e lótus, símbolos do Egito, adornado com epígrafes e esculturas antigas, a maioria delas datando do período do Novo Reino (1570-1080 a.C. aprox.). O papiro era o símbolo do Baixo Egito (O norte), enquanto o lótus era o símbolo do Alto Egito (O sul). A flor de lótus era o símbolo de ressurreição e inspirou os arquitetos antigos para decorar as colunas e capitéis dos templos e casas.

Cercado por guardas, normalmente o Museu recebe cerca de 10 mil turistas de todo o mundo por dia. Guias locais falam diversos idiomas e nenhum estrangeiro caminha sozinho nas suas dependências.

A entrada no museu é cercada dos maiores cuidados: seguranças e funcionários revistam todos os visitantes, sendo proibido fotografar, a não ser com autorização. "Fazemos isso para proteger a nossa indústria turística", afirma o guia egípcio Said Mahamoud.

O MUSEU

No pátio externo, em frente ao portal de entrada, estão hasteadas três bandeiras: a Bandeira Nacional, a que representa o Ministério de Cultura, e a do Supremo Conselho das Antiguidades Egípcias, órgão que cuida de todas as relíquias existentes no país, incluindo as pirâmides, esfinges, museus etc.

Museu do Cairo
Príncipe Rahotep e sua esposa Nofret, dinastia Medûm

Na parte superior da fachada estão inscritas duas datas, a primeira é 1897, que se refere à data do início das obras de construção do museu, e a segunda, 1901, indica o fim das obras. No entanto, o museu foi inaugurado em 1902, sob a direção de Gaston Maspero. Há, também, duas letras iniciais ao lado direito e ao lado esquerdo do nome do governante que comandou o Egito de 1892 a 1914, são as letras "A" e "H", que indicam o nome de Abbas Helmi.

No centro da fachada encontra-se a cabeça da deusa Hathor, importantíssima segundo as crenças egípcias, considerada uma das mais famosas e antigas deusas.

Teria sido ela quem amamentou o deus Hórus, quando este era bebê, durante a ausência da sua mãe Ísis, segundo conta a lenda de Osíris. Hathor era a deusa de amor, alegria, música e maternidade. Era representada em três formas; a primeira, na forma de uma vaca; a segunda, numa forma híbrida, com corpo de mulher e cabeça de vaca; e a terceira, em forma de mulher, mas com dois chifres de vaca em cima da cabeça e o disco solar entre eles.

Na fachada do prédio a cabeça de Hathor está representada com cara de mulher, dois cornos e o disco solar. Nos dois lados, à direita e à esquerda, há uma representação da célebre deusa Ísis, a esposa de Osíris, e mãe de Hórus. Ísis foi uma das divindades que desempenhou um papel importante na Teologia Egípcia Antiga. É a deusa da maternidade, fidelidade e magia.Ísis está representada numa forma greco-romana e não egípcia tradicional, devido ao estilo da sua peruca e, também, ao seu vestido com nó, que é romano. A fachada do museu é no estilo greco-romano em razão da existência de duas colunas jônicas , característica desta época. Os nomes de reis egípcios antigos estão escritos dentro de medalhões.

Museu do Cairo
Estátua em pedra de um escriba com um rolo de papiro, 4ª / 5ª dinastia

O museu possui cerca de 100 salas expositivas. O primeiro piso, dedicado à escultura e aos sarcófagos, é dominado pelas estátuas colossais de Amenothep III e da rainha Tie, colocadas ao fundo do grande átrio. No térreo os visitantes encontram uma extensa coleção de papiro e moedas usadas no mundo antigo. Os papiros são geralmente fragmentos, devido ao desgaste que o material, delicado, sofre com o tempo. Já as moedas foram forjadas em materiais como ouro, prata e bronze, com inscrições em grego, latim, arábico e hieróglifos. Esse material foi utilizado por pesquisadores para recriar rotas de comércio no Egito Antigo, buscando entender melhor a relação do Império com outros povos.

No piso térreo, também são exibidos os artefatos do Novo Reinado, período entre 1550 e 1070 a.C. Os objetos dessa época, tal como estátuas, mesas e sarcófagos, são geralmente maiores do que os criados em séculos anteriores.

Museu do Cairo
Estátua em madeira dourada de Tutancâmon

O segundo piso é dedicado, fundamentalmente, para exibir a coleção de peças do faraó Tutancâmon: a máscara e os sarcófagos de ouro, as joias, o trono em ouro, o vasilhame de alabastro, o mobiliário e os objetos do túmulo do casal Yoya e Tuya, e a Sala das Múmias.

A exibição das peças está distribuída, nos dois andares do prédio, segundo uma ordem cronológica, de acordo com a direção do relógio, iniciando-se a partir do Período Pré- dinástico, a Época Arcaica, passando pelo Antigo Reino, o Médio Reino, o Novo Reino, o Período Tardio e terminando pelo início da Época Grega no Egito.

No piso superior também estão os objetos encontrados no lendário Vale dos Reis, pertencentes às duas últimas dinastias do Egito Antigo. Lá estão as joias e tesouros do faraó Amenophis II e da mais famosa rainha egípcia, Hatshepsut.

AS OBRAS

As obras do museu egípcio impressionam não apenas pelas características mais conhecidas dessa arte, mas também por serem incomuns e inusitadas. É o caso da pintura do anão Seneb com sua família. Apesar de ter sido claramente executada segundo os critérios estabelecidos pela tradição egípcia, que estabelece que os homens tenham a pele mais escura que a das mulheres, que as crianças tenham o cabelo pendendo de apenas um lado da cabeça e com um dedo apontando para a própria boca, é interessante ver a solução que o artista encontrou para manter a harmonia da composição. Já que Seneb é muito baixo e o marido deve ser representado ao lado de sua mulher, e não inferior a ela, dois dos filhos de Seneb foram colocados no lugar de suas pernas.

A escultura, em faiança, de um hipopótamo azul também chama a atenção pela atualidade de seu design. No Egito, o animal era temido por seu tamanho e sua voracidade, mas também era símbolo de fertilidade e era venerado através da deusa Taweret. A representação do hipopótamo em azul, com flores de lótus e símbolos de renascimento, remete à arte abstrata atual.

O grande destaque do acervo do museu egípcio é o tesouro de Tutancâmon. O rei-menino, como ficou conhecido, assumiu o trono em um contexto de divergência política e religiosa e, com a sua ascensão ao poder, o país gradualmente reconquistou suas crenças e valores.

Belíssimas joias também estão expostas no museu egípcio. Exímios artesãos, os egípcios tinham uma preocupação extrema com a harmonia do design e com as cores empregadas nas peças. Um exemplo dos belos trabalhos de ourivesaria egípcia é o colar de Neferuptah, formado por uma rede tubular de contas de feldspato e coral. As fileiras são alternadas por finas camadas de ouro, e peças em formato de gota arrematam a parte inferior do colar. De cada lado, uma cabeça de falcão dourada. Esse tipo de colar era o favorito para ornamentar deuses, reis e pessoas importantes, devido a sua capacidade de proteger quem o utilizasse. O exemplar exposto no museu acompanhava a princesa Neferuptah em seu sarcófago.

Fonte: jornalareliquia.com.br

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