Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Gabão  Voltar

Gabão

GABÃO, RIQUEZA NATURAL

Embora a descoberta do petróleo e a sua posterior exploração tem subtraido um pouco do sabor tipicamente africano que o viajante espera encontrar em um país deste continente, a natureza do Gabão, com suas imensas e intactas riquezas, conta uma história bem diferente: que o Gabão é a África em seu mais puro estado.

Localização Geográfica

Gabão está situado no extremo ocidental da África sub-saariana, e tem uma extensão de 267.667 quilômetros quadrados. Limita-se ao norte com Guiné Equatorial e Camarão, ao leste e sul com a República do Congo e ao oeste com o Oceano Atlântico.

Gabão possui três regiões bem diferenciadas: a planície costeira, com numerosos lagos e lagoas; a região montanhosa conhecida como os Montes Cristal e os planaltos ondulados do leste, que culminam no Monte Iboundji. O país extende-se sobre a bacia do Ogooué e de outros rios menores, que formam esteiros nas desembocaduras.

Flora e Fauna

Gabão é um país densamente boscoso e suas selvas abrigam grande quantidade de vida animal selvagem: chimpanzés, gorilas, hipopótamos, crocodilos, leopardos, mandriles e antílopes são vistas habituais de suas reservas naturais.

História

Parece que os primeiros moradores do Gabão foram pigmeus -que ainda moram em algumas zonas do interior do país- que aos poucos foram sendo afastados por migrações do norte (o que hoje é Guinè Equatorial e Camarão), principalmente os fang.

Tempos colôniais

Os portugueses chegaram às beira do Gabão em 1472, mas preferiram outros lugares como base para seu comércio. Aliás, franceses, holandeses e britânicos ancoraram frequentemente para comerciar escravos, marfim e madeiras preciosas. A capital, Livreville, foi estabelecida como assentamento para escravos libertados em 1843, e em 1906 o Gabão passou ser colônia da África Equatorial Francesa.

A Independência

O país logrou sua independência em 1967 e, graças à exportação massiva do petróleo, manganês, ferro, cromo ouro e diamantes falou-se em milagre econômico.

Uma ruim administração dos recursos e a baixa nos preços do petróleo nos mercados internacionais significaram o fim do sonho gabonês.

O país é governado desde 1967 pelo presidente O Hadj Omar Bongo, que proibiu toda oposição política até 1990. Em 1994 celebraram-se as primeiras eleições livres, resultando reeleito como presidente Bongo, sendo seu primeiro ministro Paulim Obame Nguema.

Arte e Cultura

Para desfrutar das expressões artísticas e culturais do Gabão, o melhor lugar é sua capital. Ali aconselhamos a visita à Igreja de Saint-Michel, com formosos mosaicos e talhas de madeira sobre cenas da Bíblia e ao Museu de Artes e Tradições, com numerosos exemplos da arte indígena.

Gastronomia

A cozinha gabonesa é uma deliciosa mistura de gastronomia francesa e africana. Para o amante de emoções fortes, existem restaurantes em Livreville onde é possível degustar carne da selva, como chama-se à carne de macaco, cobra, queixada, gazela e crocodilo. Aliás, aconselhamos o frango à brasa.

A riqueza fluvial do país também produz excelentes peixes e lagostas.

Bebidas

Como em muitos países da África aconselha-se beber água engarrafada. No país encontrará cervejas de importação.

Compras

Os artigos mais apreciados pelos visitantes são as talhas em madeira, máscaras decoradas, instrumentos musicais, facas e utensílios em pedra.

População e Costumes

Gabão tem uma população aproximada de 1.190.000 habitantes, segundo estatísticas do ano 97. A maioria são de origem bantu, conformando os Fank uma terça parte deles. 50.01% professa a religião católica; 18.2% são cristãos, muçulmanos 0,8% e 19% pertencem a alguma religião tribal.

Entretenimento

O entretenimento no Gabão vem do encanto da população e da natureza: seus rios e a selva. O país oferece uma modesta, mas boa seleção de atividades, especialmente as náuticas. Para os amantes da natureza, nada melhor que as excursões aos parques nacionais, para desfrutar de uma fauna e flora únicas.

Festividades

As festas oficiais em Gabão são: 1 de Janeiro, 12 de Março, 1 de Maio, 17 de Agosto (Dia da Independência), 25 de Dezembro, Segunda-feira de Páscoa, além de algumas festas tribais.

Transportes

Avião

Air Gabom e Sabena são as principais linhas que ligam o Gabão através de Livreville. No interior, Air Gabão oferece vôos a Port-Gentil e Franceville. O Aeroporto Internacional de Livreville encontra-se a 12 quilômetros do centro da cidade.

Barco

Há um serviço de transbordador entre Port Mole (Gabão) e Santo Tomé. No interior, a viagem de barco é um interessante modo de conhecer o país. As principais rotas são Livreville - Port-Gentil; Port Gentil- Lambaréné e Ndjolé – Lambaréné e Port Gentil.

Trem

O trem Trans-gabonês une Owendo (poucos quilômetros ao sul de Livreville) com Franceville. Há poltronas de primeira e segunda classe.

Por terra

As estradas do Gabão encontram-se relativamente bem. Aliás, durante a temporada de chuvas a situação complica. Quanto ao serviço de ônibus é devagar e em algumas ocasiões inseguro.

Fonte: www.rumbo.com.br

Gabão

Geografia

Área: 267.667 km².
Hora local:
+4h.
Clima: equatorial.
Capital: Libreville.
Cidades: Libreville (573.000) (2001), Port-Gentil (80.841), Franceville (30.246) (1993).

População

1,4 milhão (2004)
Nacionalidade:
gabonesa
Composição:
fangues 35,5%, mepongues 15,1%, mebedes 14,2%, bapunus 11,5%, outros 23,7% (1983).
Idiomas:
francês (oficial), fang, banto.
Religião:
cristianismo 90,6% (católicos 60,8%, protestantes 19%, independentes 14,7%, outros 2,7% - dupla filiação 6,6%), islamismo 4,6%, outras 3,7%, sem religião e ateísmo 1,2% (2000).

Economia

Moeda: franco CFA; cotação para US$ 1: US$ 545,10 (ago./2004).
PIB:
5 bilhões (2002).
Força de trabalho:
596 mil (2002).

Governo

República com forma mista de governo
Div. administrativa:
9 províncias e 37 prefeituras.
Presidente:
Omar (Albert-Bernard) Bongo (PDG) (desde 1967, reeleito em 1973, 1979, 1986, 1993 e 1998).
Primeiro-ministro:
Jean-François Ntoutoume Emane (PDG) (desde 1999).
Partidos:
Democrático Gabonês (PDG), União pelo Gabão (RPG), Gabonês do Progresso (PGP), Social-Democrata (PSD).
Legislativo:
bicameral - Senado, com 91 membros; Assembléia Nacional, com 120 membros.
Constituição:
1991.

Descrição

País quente e úmido no centro-oeste da África, o Gabão tem três quartos do território cobertos por florestas tropicais, onde vivem elefantes, leões e macacos. A nação possui uma das maiores rendas per capita do continente africano e atrai imigrantes de outras regiões. A extração de petróleo é a principal fonte de receita externa.

História

Os portugueses chegam à região em 1472. Nos séculos seguintes, ingleses, franceses e holandeses buscam escravos, marfim e madeiras nobres no território.

Logo se estabelece o tráfico de escravos, que atinge o apogeu no século XIX. Em 1842, a França ocupa permanentemente a região, transformando-a em colônia em 1886. O Gabão torna-se uma república em 1958 e declara a independência em 1960, tendo Leon M'Ba como primeiro presidente. Em 1964, um golpe militar depõe M'Ba, que retorna ao poder com a ajuda da França. Após sua morte, em 1967, o vice, Albert-Bernard Bongo, assume a Presidência e instaura regime de partido único. Em 1973, Bongo converte-se ao islamismo e adota o nome de Omar.

Eleições e fraudes

Uma onda de protestos, em 1989/1990, leva o regime a adotar o pluripartidarismo. O assassinato do líder oposicionista Joseph Rendjambe provoca uma revolta popular, e tropas da França desembarcam no país. Nas eleições pluripartidárias de 1990, o governo ganha a maioria na Assembléia. Em 1993, Bongo é reeleito, sob acusação de fraude. No ano seguinte, com mediação da França, a oposição reconhece o resultado.

Vírus ebola

Em 1996 e 1997, a Organização Mundial da Saúde (OMS) isola regiões do norte do país nas quais morreram quase 70 pessoas por causa do ebola, vírus altamente contagioso e mortífero que provoca febre hemorrágica. Em 1998, Bongo se reelege. Entre 1997 e 1999, investigações judiciais realizadas na França, na Suíça e nos Estados Unidos apontam Bongo, entre outros líderes africanos, como beneficiário de um esquema de corrupção patrocinado pela empresa petrolífera francesa Elf-Aquitaine. O presidente nega a acusação.

Fatos recentes

Nas eleições parlamentares de 2001, o governista Partido Democrático Gabonês conquista 86 das 120 cadeiras da Assembléia Nacional. Parte da oposição boicota o pleito. Novo surto de ebola surge em 2002, causando 53 mortes. Em 2003, a Constituição é modificada para permitir que o presidente se candidate à reeleição quantas vezes quiser. Em fevereiro de 2004, o Gabão é visitado por Hu Jintao, presidente chinês, e assina acordo que abre perspectivas de elevar a produção de petróleo.

Fonte: www.casadasafricas.org.br

Gabão

Nome oficial: República Gabonesa (République Gabonaise).

Nacionalidade: Gabonesa.

Data nacional: 17 de agosto (Independência).

Capital: Libreville.

Cidades principais: Libreville (362.386), Port-Gentil (80.841), Franceville (30.246) (1993).

Idioma: inglês, árabe, tigrina, tigre, saho, afar, edareb, cunama, nara, bilieno.

Religião: cristianismo 50%, islamismo 50% (1993).

Idioma: francês (oficial), fang, banto.

Religião: cristianismo 79,9% (católicos 50,1%, protestantes 18%, outros cristãos 11,8%), crenças tradicionais 19,3%, islamismo 0,8% (1995).

GEOGRAFIA

Localização: centro-oeste da África.
Hora local: + 4h.
Área: 267.667 km2.
Clima: equatorial.
Área de floresta: 179 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 1,2 milhões (2000), sendo fangues 35,5%, mepongues 15,1%, mebedes 14,2%, bapunus 11,5%, outros 23,7% (1983).
Densidade: 4,48 hab./km2.
População urbana: 79% (1998).
População rural: 21% (1998).
Crescimento demográfico: 2,6% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,4 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 51/54 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 87 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 29,2% (2000).
IDH (0-1): 0,592 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa:
9 províncias e 37 prefeituras.
Principais partidos:
Democrático Gabonês (PDG), União Nacional dos Madeireiros (RNB), Gabonês do Progresso (PGP).
Legislativo:
bicameral - Senado, com 91 membros; Assembléia Nacional, com 120 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor:
1991.

ECONOMIA

Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 5,5 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 7% (1998).
PIB indústria: 60% (1998).
PIB serviços: 33% (1998).
Crescimento do PIB: 3,3% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 4.170 (1998).
Força de trabalho: 1 milhão (1998).
Agricultura: fruto de palma, látex, mandioca, milho, banana-da-terra.
Pecuária: suínos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 44,8 mil t (1997).
Mineração: petróleo, manganês, urânio. Reservas não exploradas de minério de ferro.
Indústria: refino de petróleo, produtos minerais não metálicos, madeireira, alimentícia.
Exportações: US$ 2,1 bilhões (1998).
Importações: US$ 920 milhões (1998).
Parceiros comerciais: França, EUA, Japão.

DEFESA

Efetivo total: 4,7 mil (1998).
Gastos: US$ 130 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Gabão

Nome oficial: République Gabonaise.

Capital: Libreville.

Religião: Cristianismo 84% (católicos 65,2%, protestantes 18,8%), seitas africanas 12,1%, crenças tradicionais 2,9%, islamismo 0,8%, outras 0,2% (1993).

Localização: Costa oeste da África, margeia o Oceâno Atlântico (Linha do Equador), entre a República do Congo e a Guiné Equatorial.

Características: planície costeira de arenito e aluvião alargando-se na direção norte; litoral com lagoas (N) e estuários (S); planaltos irregulares (maior parte).

Divisão administrativa: 9 províncias.

Rios: Oguê e Nguniê.

Moeda (numismática): franco CFA - moeda corrente oficial de 12 países ex-colônias francesas na África: Benin, Burquina Fasso, Camarões, Chade, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Mali, Níger, República Centro-Africana, Senegal e Togo, também de Guiné Bissau (ex-colônia portuguesa) e Guiné Equatorial (ex-colônia espanhola).

Situado no sudoeste da África, Gabão é um dos países mais ricos e urbanizados do continente. Tem seu território dominado por florestas tropicais virgens, e a extração de petróleo é a mais importante atividade econômica. Possui reservas de urânio, manganês e ferro.

Ex-colônia francesa, o país mantém forte vínculo com a França. É povoado por diversos grupos étnicos - os fangues são maioria, representando 35,5% da população. O presidente Albert-Bernard Bongo dirige o Gabão desde 1967, sendo reeleito em pleitos questionados pela oposição.

Entre os Séculos 12 e 14, materiais de diversas naturezas passam a ser utilizados em conjunto, como por exemplo as obras entalhadas em madeira e recobertas com latão da tribo Bakota.

História

Visitado pelos portugueses no século XVI, o país foi ocupado pela França em 1838 e compreendeu um dos 4 territórios da África Equatorial Francesa (French West Africa).

O Gabão fica sob domínio da França de 1839 a 1890, quando é anexado à colônia do Congo. O país torna-se independente em 1960.

Em fevereiro de 1961 é eleito o primeiro presidente, Leon Mba, deposto por um golpe militar em 1964 e reposto imediatamente com a ajuda francesa.

Após sua morte, três anos mais tarde, o substituto e vice-presidente Albert-Bernard Bongo instaura um regime de partido único, o Partido Democrático Gabonês (PDG).

Em 1973, Bongo converte-se ao islamismo e adota o nome Omar. Nos anos 80 passa a sofrer pressões internacionais para redemocratizar o país.

Pluralismo

Uma onda de protestos, iniciada pelos estudantes em janeiro de 1990, força o regime a admitir o pluralismo político. Começam as negociações com a oposição.

A morte do líder oposicionista Joseph Rendjambe, em maio, provoca comoção popular.

Tropas da França desembarcam no país alegando proteger os 20 mil residentes franceses. As eleições legislativas realizam-se em meio a denúncias de fraude em favor do partido do governo, que obtém maioria.

A instabilidade prossegue em 1991, com greves, manifestações e a renúncia dos deputados oposicionistas, que exigem nova Constituição democrática.

Bongo recua e forma, em junho de 1991, um governo de união nacional, integrado por oposicionistas. Em fevereiro de 1992, estudantes lideram uma greve geral pela antecipação das eleições.

Bongo reage e fecha a universidade. Em dezembro de 1993 é reeleito com 51,2% dos votos.

A oposição não aceita e forma um governo paralelo. Em janeiro de 1994, Bongo decreta toque de recolher. Em agosto, oposição e governo fazem um acordo que prevê eleições locais e legislativas.

Em fevereiro de 1996, a Organização Mundial da Saúde (OMS) isola a região de Ogooué-Evino (nordeste) após confirmar que 20 pessoas morreram de febre hemorrágica, causada pelo ebola. Gabão deixa a Opep, no final de 1996, insatisfeito por sua pouca influência nessa organização.

As eleições legislativas ocorrem em dezembro de 1996, dão vitória ao partido governista PDG e mantêm Albert-Bernard Bongo na Presidência do país.

Em fevereiro de 1997, Paulin Obame-Nguema é confirmado no cargo de primeiro-ministro do novo governo.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

voltar 123avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal