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Guiné

GUINÉ-CONAKRY, NOVO OÁSIS DA ÁFRICA

Após ter permanecido fechado ao visitante durante alguns anos, Guiné se mostra agora todo seu esplendor, e se oferece como um oásis para o viajante que percorre esta área da África ocidental. Sem grandes maravilhas, o atrativo de Guiné é deixar-se levar pelas formosas paisagens e o rítmo vital de sua população.

Situação e Geografia

Localização Geográfica

Guiné-Conakry tem uma extensão de 245.587 quilometros quadrados e limita-se ao norte com Senegal e Mali, ao leste com Costa de Marfim, ao sul com Serra Leona e Libéria, e ao oeste como o oceano Atlântico.

O país tem quatro regiões geográficas. A baixa Guiné inclui o litoral - marcado pelas desembocaduras dos rios, com seus estuários e deltas, algumas ilhas, lagoas e pântanos- e as planícies costeiras. Na costa, frente a Conakry, estão as ilhas de Los. As terras altas do Fouta Djallom elevam-se íngremes para o interior (pico mais alto: monte Loura, 1.538 metros). A Alta Guiné (altitude media 300 metros) compreende as planícies do Níger, que descem até o Sahara. A região dos bosques é um área isolada de colinas, ao sudeste do país. O Fouta Dajllom é a fonte dos três rios maiores da África Ocidental: o Níger, o Senegal e o Gambia.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Guiné foi parte do Império de Mali, que abarcava uma grande parte da África ocidental entre os séculos XIII e XV. A partir do século XV començou ser frequentada por comerciantes europeus, e o país convirteu-se em colônia francesa em 1891. Sob a liderança de Sekou Touré, obteve a independência em 1858.

Touré optou por isolar-se do resto das ex-colônias francesas e da metrópole, o que unido à adoção do modelo revolucionário chinês, submergiu o país em profunda crise. Touré, que já tinha mudado muitas de suas políticas, morreu em 1984, e um mês depois um golpe de estado deu o poder ao coronel Lansana Contel. Em 1991 introduziu-se o multi-partidismo no país, e em 1994 celebraram-se eleições que Contel ganhou com 51% dos votos. O país tem experimentado algumas melhoras, mas segue sendo um dos mais pobres da África.

ARTE E CULTURA

Para apreciar as manifestações artísticas e culturais da Guiné, aconselhamos uma visita ao Museu Nacional da capital, onde poderá desfrutar de interessantes exposições.

Quanto ao artesanato deve-se mencionar os belos trabalhos, especialmente os instrumentos musicais.

LOCAIS TURÍSTICOS

CONAKRY

É uma cidade ativa e dinâmica, embora para o visitante o resto do país possua mais atrativos. Aliás, pode-se visitar o Palais da Presidence, o Musée National e as praias próximas à capital, como Iles de Los, Ile de Roume e Ilha Kassa.

A FOUTA DJALON

O pequeno planalto Fouta Djalom é uma formosa área de colinas verdes, onde a temperatura é mais fresca que nas terras baixas. No coração da planície encontra-se Dalaba, que foi durante muito tempo um centro terapêutico, pela paisagem e encontra-se a 1000 metros de altitude. Hoje é um bom ponto de partida para fazer caminhadas pelas montanhas colindantes.

Perto da cidade de Pita encontram-se as cascatas de Cutes du Kinon, enquadradas em uma bela paisagem onde vale a pena chegar a pé.

KANKAN

Kankan é a segunda cidade de Guiné, tranquila, mas com um barulhento mercado aberto para fazer compras e, como monumentos, sua grande mesquita e o antigo Palácio Presidencial.

KINDIA

A 12 quilometros desta cidade encontram-se as Cascatas Bridal Falls, que devem ser visitadas preferencialmente na época chuvosa, ou justamente após.

FONTES DO NÍGER

Na fronteira de Serra Leona, esta é a bela estação onde nasce um dos rios mais importantes da África. É uma zona sagrada para os locais, pelo que deve-se guardar certas formas.

GASTRONOMIA

A gastronomia de Guiné é uma deliciosa mistura das cozinha africana e francesa, na que destacam seus peixes. Por outro lado, aconselhamos que pergunte pelo riz sauce, um arroz preparado com molho de mandioca, ou pelo boullion, estofado de cordeiro. Para os mais conservadores deve perguntar pelo frango com molho de amendoim. Como sobremesa nada melhor que uma ração de banana frita.

Quanto às bebidas encontrará algumas marcas internacionais. Água, só engarrafada.

COMPRAS

O artesanato em madeira, os instrumentos musicais, as jóias e os tecidos são os artigos mais apreciados pelos visitantes.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população da Guiné é aproximadamente de 7.405.000 habitantes. A maioria dela concentra-se nas cidades de Soss ou pela zona costeira, para o centro Malinké, a nortenha Fula; e Tenda e Kissi no leste e sul, respectivamente. A religão muçulmana é a dominante. Os cristãos constituem apenas 1%, enquanto que os crentes de práticas religiosas locais ocupam 15 %. Embora o idioma oficial é o francês, também usam-se as línguas africanas de souss ou, malinké e fula.

ENTRETENIMENTO E FESTIVIDADES

ENTRETENIMENTO

Conakry tem uma animada vida noturna, e para o amante do baile há numerosos lugares onde desafogar-se. No centro, de não muito alto nível mas muito concorrido, ficam o Bembeya Club e Le Bakoro. Os melhores lugares cobram entrada e encontram-se nos subúrbios. Os mais recomendados são King's Club e Edem Park. Para escutar música ao vivo o melhor lugar é A Paillote.

FESTIVIDADES

Os dias festivos oficiais são: a celebração do Ano Novo - 1 de janeiro; o Market Women's Revolt- 27 de agosto; o Dia da Independência- 1 de outubro; o Dia das Forças Armadas- 1 de novembro; Natal-25 de dezembro; Segunda-Feira Santa e outros dias festivos muçulmanos que variam dependendo do calendário lunar.

TRANSPORTES

Avião

As linhas aéreas que voam a Conakry são Air France, KLM, Sabena e Aeroflot, entre outras. Ghana Airways e AirÁfrica também oferecem vôos a/desde Europa. Conakry está, além disto, ligada com as principais capitais da África ocidental. No interior, Air Guinée, Guinée Air Service e Inter Air têm serviços desde Conakry a Boké, Kissidougou, Kankan, Siguiri, Labé e Koundara

Barco

Em um trajeto de quatro dias, um transbordador semanal une as cidades de Kankam (Guiné) e Jikuroni (Mali).

Por terra

À Guiné pode-se chegar por estrada desde os vizinhos Guiné-Bissau, Mali. Senegal e Serra Leona. No interior, a companhia estatal SOGETRAC oferece serviços frequentes desde a capital às principais cidades do interior. Os ônibus são razoavelmente rápidos, cômodos e econômicos. Os serviços privados não são tão confiáveis.

Os táxis coletivos e mini-ônibus podem ser mais econômicos, mas por comodidade e risco não representam alternativa aos ônibus.

Fonte: www.rumbo.com.br

Guiné

Guiné-Conacri

A presença de portugueses nesta região data da 1ª. metade do século XV. A partir do século XVII começam a chegar os holandeses e depois os franceses, constituindo-se no século XIX numa colónia da França. A Guiné-Conacri tornou-se independente em 1958, entrando nos anos 60 para a órbita da antiga União Soviética. Em poucos anos tornou-e num dos regimes mais sanguinários de África.

Durante a Guerra Colonial (1961-1974) ocorreu na Guiné-Conacri aquela que foi a última das acções militares agressivas de Portugal num país estrangeiro. A ‘Operação Mar Verde’ foi desencadeada no dia 20 de Novembro de 1970, contra a Guiné-Conacri, onde o PAIGC tinha as suas principais bases de guerrilha. A missão comandada por Alpoim Galvão consistia em Amílcar Cabral (Dirigente do PAIGC), assassinar o presidente Sekou Touré e substituir o governo por um outro amigo de Portugal, aniquilando a Guarda Republicana de Conacri e libertar 22 militares portugueses da cadeia de La Montaigne. Os prisioneiros portugueses foram libertados, o palácio presidêncial tomado, a maior parte da Força Aérea foi destruída, mas tudo o mais falhou. Sekou Touré não se encontrava no país. Amílcar Cabral não foi morto, embora tenha sido traído e assassinado três anos depois, justamente na cidade de Conacri, por membros do seu próprio partido (20/01/1973).

Esta acção provocou um enorme protesto internacional. A missão começou a ser planeada em fins de 1969 e contou com o apoio de dissidentes da Guiné-Conacry (ligados aos serviços secretos franceses).

Ao contrário do que seria de esperar, após a Independência da Guiné-Bissau, em 1975, os conflitos com a Guiné-Conacri não tem parado.

Fonte: lusotopia.no.sapo.pt

Guiné

DADOS PRINCIPAIS

Nome oficial: República da Guiné (République de Guinée).
Nacionalidade: Guineana.
Data nacional: 2 de outubro (Proclamação da República).
Capital: Conacri.
Cidade principal: Conacri (1.090.610) (1993).
Idioma: francês (oficial), sussu, manicá.
Religião: islamismo 86,9%, religiões tribais 4,6%, cristianismo 4,3%, outras 4,2% (1983).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da África.
Hora local: + 3h.
Área: 245.857 km2.
Clima: tropical.
Área de floresta: 64 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 7,4 milhões (2000), sendo fulanis 35%, mandingas 30%, sussus 20%, outros 15% (1996).
Idioma: francês (oficial), sussu, manicá.
Religião: islamismo 86,9%, religiões tribais 4,6%, cristianismo 4,3%, outras 4,2% (1983).
Densidade: 30,1 hab./km2.
População urbana: 31% (1998).
Crescimento demográfico: 0,8% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,51 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 46/47 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 124 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 58,9% (2000).
IDH (0-1): 0,394 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 8 províncias subdivididas em regiões.
Principais partidos: da Unidade e do Progresso (PUP), União Popular Guineana (RPG) e União pelo Progresso e Renovação (UPR).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 114 membros eleitos por voto direto, para um mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1991.

ECONOMIA

Moeda: franco guineano.
PIB: US$ 3,6 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 22% (1998).
PIB indústria: 35% (1998).
PIB serviços: 43% (1998).
Crescimento do PIB: 4,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 530 (1998).
Força de trabalho: 3 milhões (1998).
Agricultura: frutas, fruto de palma, amendoim, café.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 102,6 mil t (1997).
Mineração: bauxita, ouro, diamante.
Indústria: metalúrgica (alumínio), alimentícia, materiais de construção.
Exportações: US$ 800 milhões (1998).
Importações: US$ 1,1 bilhão (1998).
Parceiros comerciais: Federação Russa, França, Costa do Marfim, EUA, Bélgica, Luxemburgo, países da ex-URSS, Japão.

DEFESA

Efetivo total: 9,7 mil (1998).
Gastos: US$ 60 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Guiné

Nome Oficial: República da Guiné Equatorial (República de Guinea Ecuatorial)
Capital de Guiné Equatorial: Malabo
Área: 28.051 km² (144º maior)
População: 504.000 (2005)
Idiomas Oficiais: Espanhol e Francês
Moeda: Franco CFA
Nacionalidade: Guinéu-equatoriana
Principais Cidades: Malabo, Bata

Fonte: www.webbusca.com.br

Guiné

Continente: África
Nome Completo: República da Guiné
Localização: África Ocidental
Coordenadas: 11 00 N, 10 00 W
Limites: Países limítrofes: Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Senegal, Serra Leoa
Capital: Conakry
Governo: República Presidencialista
Moeda: Franco Guineano
Área: 245.857 km2
Nacionalidade: Guineana
População: 7.775.065 (julho/2002)
Mortalidade: 127,08 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)
Vida: 46,28 anos
Ponto Culminante: Monte Nimba, 1.752 m
Religiões: Islamismo 85%,Cristianismo 8%, Crenças Tradicionais 7%
Idiomas: Francês (oficial), Sussu, Manicá
Analfabetismo: 67%
Renda: US$ 490 (2001)

Fonte: www.libreria.com.br

Guiné

A Guiné (também chamada de Guiné-Conacri para a distinguir da vizinha Guiné-Bissau) é uma país da África Ocidental, limitado a norte pela Guiné-Bissau e pelo Senegal, a norte e leste pelo Mali, a leste pela Costa do Marfim, a sul pela Libéria e pela Serra Leoa e a oeste pelo Oceano Atlântico.

História da Guiné

A área ocupada hoje pela Guiné fez parte do território de diversos povos africanos, incluindo o império Songai, no período entre os séculos X e XV, quando a região tomou contato pela primeira vez com os comerciantes europeus.

O período colonial da Guiné se iniciou quando tropas francesas penetraram na região em meados do século XIX. A dominação francesa foi assegurada ao derrotarem as tropas de Samory Touré, guerreiro de etnia malinke, o que deu aos franceses o controle do que é hoje a Guiné, e de regiões adjacentes.

A França definiu, em fins do século XIX e início do XX, as fronteiras da atual Guiné com os então territórios britânico e português que hoje formam, respectivamente, Serra Leoa e Guiné-Bissau. Negociou ainda a fronteira com a Libéria. Sob domínio francês, a região passou a ser o Território da Guiné dentro da África Ocidental Francesa, administrada por um governador-geral residente em Dakar (atualmente, capital do Senegal). Tenentes-governadores administravam as colônias individuais, incluindo a Guiné.

Liderados por Ahmed Sékou Touré, líder do Partido Democrático da Guiné (PDG), que ganhou 56 das 60 cadeiras nas eleições territoriais de 1957, o povo da Guiné decidiu em plebiscito, por esmagadora maioria, rejeitar a proposta de pertencer a uma Comunidade Francesa. Os franceses se retiraram rapidamente, e em 2 de Outubro de 1958, a Guiné se tornou um país independente, com Sékou Touré como presidente.

Sob o governo de Touré, a Guiné se tornou uma ditadura de partido único, com uma economia fechada de caráter socialista, e intolerante a direitos humanos, liberdade de expressão ou oposição política, a qual foi brutalmente suprimida. Antes acreditado por sua defesa de um nacionalismo sem barreiras étnicas, touré gradualmente passou a depender de seu próprio grupo étnico, os malinke, para preencher posições em sue governo. Alegando tentativas de golpe oriundas do exterior e do próprio país, o regime de Touré visou inimigos reais e imaginários, aprisionando milhares em prisões similares aos gulag soviéticos, onde centenas pereceram. A repressão do regime levou mais de 1 milhão de pessoas ao exílio, e a paranóia de Touré arruinou as relações com países estrangeiros, incluindo países africanos vizinhos, aumentando o isolamento econômico da Guiné e, posteriormente, devastando sua economia.

Sékou Touré morreu a 26 de Março de 1984, e uma junta militar encabeçada pelo coronel Lansana Conté tomou o poder a 3 de Abril de 1984. O país continuou sem eleições democráticas até 1993, quando foram realizadas e Lansana Conté ganhou-as numa disputa apertada. O presidente foi reeleito em 1998. O presidente foi severamente criticado ao prender, em 1999, um importante líder de oposição. As tensões com a vizinha Serra Leoa ainda persistem.

Política da Guiné

Na atualidade

Poder Executivo

Chefe de Estado

Presidente Lansana Conté (chefe do governo militar desde 5 de Abril de 1984. Eleito presidente em 19 de Dezembro de 1993)

Chefe de Governo

Primeiro Ministro Lamine Sidime (desde 8 de Março de 1999)

Gabinete

Conselho de Ministros, indicados pelo presidente

Eleições

O presidente é eleito por voto popular para um mandato de 5 anos. O candidato deve receber a maioria dos votos para se tornar presidente.

Poder Legislativo

Representado pela Assembléia Nacional Popular (Assemblee Nationale Populaire) com 114 cadeiras. Seus membros são eleitos por voto direto popular para um mandato de 5 anos

Eleições

A última ocorreu em 11 de Junho de 1995

Poder Judiciário

Corte de Apelação (Cour d'Appel)

Geografia da Guiné

A Guiné situa-se na costa atlântica da África ocidental e tem fronteiras com a Guiné-Bissau, o Senegal, o Mali, a Costa do Marfim, a Libéria e a Serra Leoa. O país divide-se em quatro regiões geográficas: uma faixa costeira estreita (a Baixa Guiné); as terras altas cobertas de pastagens de Fouta Djallon (a Média Guiné); a savana do norte (a Alta Guiné); e uma região de floresta húmida no sueste (a Guiné Florestal). Os rios Níger, Gâmbia e Senegal pertencem ao grupo dos 22 rios da África Ocidental que têm as suas nascentes na Guiné.

A região costeira da Guiné e grande parte do interior têm um clima tropical, com uma estação das chuvas entre Abril e Novembro, temperaturas relativamente elevadas e uniformes, e humidade elevada. A média anual das temperaturas máximas em Conakry é de 29 ºC e das mínimas é de 23 ºC; a precipitação média anual é de 430 centímetros. A Alta Guiné, que pertence ao Sahel, tem uma estação das chuvas mais curta e maior amplitude térmica diária.

Animais em extinção

Economia da Guiné

A Economia da Guiné é diretamente beneficiada pela grande quantidade de minerais presentes em seu território, possuindo um terço das reservas de bauxita já descobertas no planeta, 1,8 bilhão de toneladas métricas de minério de ferro, grandes depósitos de diamante e de ouro e quantidades ainda indeterminadas de urânio.

A Guiné tem também um potencial de crescimento considerável para setores como agricultura e pesca. A terra, a água e as condições climáticas favorecem a agricultura e a agroindústria em grande escala.

Fonte: pt.wikipedia.org

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