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Guiné

 

GUINÉ-CONAKRY, NOVO OÁSIS DA ÁFRICA

Após ter permanecido fechado ao visitante durante alguns anos, Guiné se mostra agora todo seu esplendor, e se oferece como um oásis para o viajante que percorre esta área da África ocidental. Sem grandes maravilhas, o atrativo de Guiné é deixar-se levar pelas formosas paisagens e o rítmo vital de sua população.

Localização Geográfica

Guiné-Conakry tem uma extensão de 245.587 quilometros quadrados e limita-se ao norte com Senegal e Mali, ao leste com Costa de Marfim, ao sul com Serra Leona e Libéria, e ao oeste como o oceano Atlântico.

O país tem quatro regiões geográficas.

A baixa Guiné inclui o litoral - marcado pelas desembocaduras dos rios, com seus estuários e deltas, algumas ilhas, lagoas e pântanos- e as planícies costeiras. Na costa, frente a Conakry, estão as ilhas de Los. As terras altas do Fouta Djallom elevam-se íngremes para o interior (pico mais alto: monte Loura, 1.538 metros).

A Alta Guiné (altitude media 300 metros) compreende as planícies do Níger, que descem até o Sahara. A região dos bosques é um área isolada de colinas, ao sudeste do país.

O Fouta Dajllom é a fonte dos três rios maiores da África Ocidental: o Níger, o Senegal e o Gambia.

HISTÓRIA

DADOS HISTÓRICOS

Guiné foi parte do Império de Mali, que abarcava uma grande parte da África ocidental entre os séculos XIII e XV. A partir do século XV començou ser frequentada por comerciantes europeus, e o país convirteu-se em colônia francesa em 1891. Sob a liderança de Sekou Touré, obteve a independência em 1858.

Touré optou por isolar-se do resto das ex-colônias francesas e da metrópole, o que unido à adoção do modelo revolucionário chinês, submergiu o país em profunda crise. Touré, que já tinha mudado muitas de suas políticas, morreu em 1984, e um mês depois um golpe de estado deu o poder ao coronel Lansana Contel. Em 1991 introduziu-se o multi-partidismo no país, e em 1994 celebraram-se eleições que Contel ganhou com 51% dos votos. O país tem experimentado algumas melhoras, mas segue sendo um dos mais pobres da África.

ARTE E CULTURA

Para apreciar as manifestações artísticas e culturais da Guiné, aconselhamos uma visita ao Museu Nacional da capital, onde poderá desfrutar de interessantes exposições.

Quanto ao artesanato deve-se mencionar os belos trabalhos, especialmente os instrumentos musicais.

GASTRONOMIA

A gastronomia de Guiné é uma deliciosa mistura das cozinha africana e francesa, na que destacam seus peixes. Por outro lado, aconselhamos que pergunte pelo riz sauce, um arroz preparado com molho de mandioca, ou pelo boullion, estofado de cordeiro. Para os mais conservadores deve perguntar pelo frango com molho de amendoim. Como sobremesa nada melhor que uma ração de banana frita.

Quanto às bebidas encontrará algumas marcas internacionais. Água, só engarrafada.

COMPRAS

O artesanato em madeira, os instrumentos musicais, as jóias e os tecidos são os artigos mais apreciados pelos visitantes.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população da Guiné é aproximadamente de 7.405.000 habitantes. A maioria dela concentra-se nas cidades de Soss ou pela zona costeira, para o centro Malinké, a nortenha Fula; e Tenda e Kissi no leste e sul, respectivamente. A religão muçulmana é a dominante. Os cristãos constituem apenas 1%, enquanto que os crentes de práticas religiosas locais ocupam 15 %. Embora o idioma oficial é o francês, também usam-se as línguas africanas de souss ou, malinké e fula.

ENTRETENIMENTO

Conakry tem uma animada vida noturna, e para o amante do baile há numerosos lugares onde desafogar-se. No centro, de não muito alto nível mas muito concorrido, ficam o Bembeya Club e Le Bakoro. Os melhores lugares cobram entrada e encontram-se nos subúrbios. Os mais recomendados são King's Club e Edem Park. Para escutar música ao vivo o melhor lugar é A Paillote.

FESTIVIDADES

Os dias festivos oficiais são: a celebração do Ano Novo - 1 de janeiro; o Market Women's Revolt - 27 de agosto; o Dia da Independência - 1 de outubro; o Dia das Forças Armadas - 1 de novembro; Natal - 25 de dezembro; Segunda-Feira Santa e outros dias festivos muçulmanos que variam dependendo do calendário lunar.

TRANSPORTES

Avião

As linhas aéreas que voam a Conakry são Air France, KLM, Sabena e Aeroflot, entre outras. Ghana Airways e AirÁfrica também oferecem vôos a/desde Europa. Conakry está, além disto, ligada com as principais capitais da África ocidental. No interior, Air Guinée, Guinée Air Service e Inter Air têm serviços desde Conakry a Boké, Kissidougou, Kankan, Siguiri, Labé e Koundara

Barco

Em um trajeto de quatro dias, um transbordador semanal une as cidades de Kankam (Guiné) e Jikuroni (Mali).

Por terra

À Guiné pode-se chegar por estrada desde os vizinhos Guiné-Bissau, Mali. Senegal e Serra Leona. No interior, a companhia estatal SOGETRAC oferece serviços frequentes desde a capital às principais cidades do interior. Os ônibus são razoavelmente rápidos, cômodos e econômicos. Os serviços privados não são tão confiáveis.

Os táxis coletivos e mini-ônibus podem ser mais econômicos, mas por comodidade e risco não representam alternativa aos ônibus.

Fonte: www.rumbo.com.br

Guiné

Continente: África

Nome Oficial: República da Guiné Equatorial (República de Guinea Ecuatorial)

Localização: África Ocidental

Coordenadas: 11 00 N, 10 00 W

Limites: Países limítrofes: Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Senegal, Serra Leoa

Capital: Conakry

Principais Cidades: Malabo, Bata

Governo: República Presidencialista

Moeda: Franco Guineano

Área: 245.857 km2

Nacionalidade: Guineana

População: 7.775.065 (julho/2002)

Mortalidade: 127,08 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)

Vida: 46,28 anos

Ponto Culminante: Monte Nimba, 1.752 m

Religiões: Islamismo 85%,Cristianismo 8%, Crenças Tradicionais 7%

Idiomas: Francês (oficial), Sussu, Manicá

Analfabetismo: 67%

Renda: US$ 490 (2001)

Fonte: www.libreria.com.br

Guiné

 

A Guiné é um país Oeste Africano está dividido em sete províncias e cidades.

O francês é a língua oficial, mas também fala mandinga, Fula, Susu e Bassari.

A população é cristão, muçulmano ou animista.

Política interna

Em 1958, a Guiné se recusaram a aderir à Comunidade francês novo e ganhou independência. Sob a liderança do ex-sindicalista Ahmed Sékou Touré e seu partido democrático da Guiné (PDG), que é um partido único, a Guiné adota um modelo de desenvolvimento socialista. A repressão do regime prática severa contra a oposição, o que levou vários Guiné ns a tomar o caminho do exílio. Resultados econômicos mostrarem insatisfatórios e uma ligeira mudança na direção do liberalismo é iniciada. Ele aumenta após a derrubada de Sékou Touré em 1984. Aberturas democrática s, o que confirma a Constituição de 1990, também permite a participação de outros partidos na vida política. Durante os anos 90, a figura dominante da Guiné é o presidente Lansana Conté.

Em termos da organização dos poderes, é um estado unitário. "o sistema político é presidencialista, não governa presidente necessariamente ter o apoio do Poder Legislativo.

O sistema eleitoral é do tipo mista (paralelo).

Política externa

A recusa da Guiné para se juntar à Comunidade Francesa e da proclamação da independência, em 1958, causando tensões com a França , que retirou seu apoio. O presidente Ahmed Sékou Touré procura mitigar o impacto desta decisão, solicitando o apoio da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas ( URSS ) e China . Sékou Touré também é expressa em favor do pan-africanismo, embora mantenha uma relação tensa com muitos dos seus vizinhos. A baixa resistência da economia guineense incentiva os gerentes a desviar países comunistas e se reconectar com a França em 1978. A evolução para um modelo mais liberal também leva a uma maior participação do capital estrangeiro, especialmente no Ocidente.

Fonte: perspective.usherbrooke.ca

Guiné

Guiné é um país na África Ocidental, na fronteira com Guiné-Bissau, Senegal, Mali, Costa do Marfim, Libéria e Serra Leoa.

Guiné às vezes é chamado de "a Guiné Conakry" o nome de sua capital para diferenciá-lo do vizinho Guiné-Bissau e Guiné Equatorial.

Nome oficial: República da Guiné

Área: 245 857 km2

População: 10.211.437 habitantes.

Capital: Conacri

Principais cidades: Conakry

Língua oficial: Francês

Moeda: Franco guineense

Dia Nacional: 02 de outubro

HISTÓRIA

A história antiga da Guiné é pouco conhecido. Mas nós sabemos que as pessoas da região são muito cedo no primeiro milênio dC, encontrado no circuito Níger através do comércio e grandes ondas de migração na sub-região. O país, portanto, diretamente envolvidos no comércio trans-saariano. Interior da Guiné foi incorporada ao Império do Gana para o século décimo. No século XIII, Sundiata Keita fundou o Império do Mali, cuja capital Niani, foi no território da atual Guiné.

A partir do século XIII, grupos de Fulani migraram do Sahel para a região Djallon Fouta propício para a reprodução. Eles forçaram a população local e oposição a estados vizinhos, em expansão. No século XVII, outros grupos Fulani convertido ao Islã, se juntou a eles. No geral, no século XVIII, que lançou uma jihad contra os "infiéis". Fouta Djallon é organizado em um Estado teocrático, sob a liderança de Karamoko Alfa (1725-1750) e Ibrahima Sori Sambego (1751-1784). A capital estava em Timbó. A oposição entre as duas famílias, e Soriya Alfaya, levou em 1837 a um frágil acordo de alternância no poder diminuiu a resistência do país à conquista colonial.

Na década de 1870, um comerciante Dioula Samori Touré, formou um império na Alta Guiné, com Bissandougou capital. Converteu ao Islã em 1880, ele deu suas conquistas militares o caráter de uma nova jihad. Ele foi ajudado por um exército poderoso ele equipado com armas feitas por ferreiros locais.

A chegada dos europeus

O Português foi o primeiro, no século XV, ao longo da costa da Guiné e contatar as pessoas que estavam lá. Eles montaram contadores e praticou o comércio de marfim, ouro e tráfico de escravos. Eles logo foram suplantados pelos britânicos e franceses.

No século XIX, os europeus lançaram missões de exploração para o interior: Francês Mollien atingiu o Djallon Fouta ea cidade de Timbó, em 1818, o inglês Gordon Laing (1826) eo francês René Caillié (1828 ) chegou a Timbuktu. Em 1840, o almirante francês Bouet-Willaumez (1808-1871), o futuro governador do Senegal, assinou os primeiros tratados com os chefes locais. Em 1880, o francês Olivier de Sanderval lançou as bases da colonização.

O governador francesa do Senegal, Louis Faidherbe, rapidamente percebeu que a região dos rios do sul, na costa da Guiné, seria uma base ideal para crescer dentro. Em 1881, o Bayol francês assinou um tratado de amizade, comércio e protetorado com o Djallon Fouta. Almamy (soberano) Ibrahima Sori em seguida foi visitar Gambetta em Paris. Em 1882, tornou-se o Bayol Tenente primeiro dos rios do sul. Em 1884-1885, a Conferência de Berlim reconheceu os direitos da França na região. Em 1890, a Guiné se tornou uma colônia separada, com capital Conakry. Em 1893 e 1894, a Costa do Marfim e Daomé foram destacados. Em 1899, Sudão francês perdeu a região do Alto Malinke Níger, ligado a Guiné.

Os franceses estabeleceram-se facilmente na costa. A exploração de disputas políticas no Djallon Fouta feito expansão colonial relativamente fácil.

Em contraste, na Alta Guiné, França correu forte resistência: as tropas francesas haviam entregue pesados combates contra Mahmadou Lamine e contras Almamy Samory Touré. A empresa controlada por Louis Archinard Bissandougou então tomou Kankan. O império de Samori Touré foi totalmente invadida em 1892, mas o conquistador cortar um novo estado no norte da Costa do Marfim. A área foi totalmente "pacificada" em 1912, após a derrota de Alfa Yaya Diallo.

Colonização

França praticado o tráfico de lícito em grande parte confiada a grandes empresas comerciais. Em 1914, a linha férrea Conakry-Kankan foi concluída. Durante as duas guerras mundiais, a cidade foi em grande parte baseada em soldados guineenses. Guiné nacionalismo ganhou impulso após a Segunda Guerra Mundial.

Eleito em 1945, Yacine Diallo foi o primeiro membro da Assembléia francesa na Guiné. O Partido Democrático da Guiné (PDG seção RDA guineense), criado por Fode Mamadou Touré e Keita Madeira, liderou a luta pela independência. A união Sékou Touré tomou a direção do CEO em 1952. A administração colonial tentou por todos os meios para quebrar o protesto. Após a lei de 1956 ea vitória das eleições CEO territoriais de 1957, Sékou Touré foi eleito Presidente do Conselho. O CEO se tornou o partido da Guiné.

No referendo sobre a Comunidade Francesa, Guiné seguido a instrução defendida por Sékou Touré e votou "não" para 94,4% dos votos. 02 de outubro de 1958, a Guiné proclamou sua independência.

A Guiné contemporânea de 1958 até a morte de seu líder carismático, Sekou Touré, em 1984, a Guiné foi trancada em um sistema totalitário dinâmica nacional de esterilização. O partido-estado e da ditadura de uma casta Malinke origem, capturando a mineração de bauxita de anuidade e de perseguir a oposição, especialmente os estudiosos Peul Fouta Djallon, eventualmente sufocar o país. Produções exportado anteriormente, banana, café, abacaxi, amendoim, entrou em colapso e os camponeses se retiraram para suas terras para garantir a segurança alimentar.

Insatisfeito com a decisão, depois guineense no referendo de 28 de Setembro na Comunidade, a França suspendeu imediatamente e completamente ajudar. Sékou Touré se tornou presidente, estava fora da "zona franca" país em 1960 e substituir o uso de línguas locais em francês em 1968. Na frente econômica, ele escolheu o caminho da "revolução socialista" e Guiné virou-se para o bloco comunista (URSS e China) para apoio e financiamento que a França recusou. Sékou Touré impôs um poder ditatorial que levou para o exílio os líderes da oposição e uma parte da população. A oposição tem, essencialmente, Paris, Dakar e Abidjan, foi organizado em 1965, em uma tentativa de derrubar o presidente. Ele nunca deixou de denunciar as conspirações fomentadas com apoio estrangeiro. Em 1970, apoiado pela expedição Português militares tentaram uma invasão do Português na Guiné, foi rejeitado pelo exército guineense.

Em 1977, a morte na prisão de Diallo Telli, ex-Secretário Geral da OUA, levantou uma emoção muito forte na opinião internacional. O descontentamento crescente da população, eventualmente, forçaram o presidente a flexibilizar a sua política econômica. Ele abriu a cooperação com a Guiné países capitalistas, especialmente a França. Em Março de 1984, Sékou Touré morreu subitamente. Ele deixou um país arruinado, prisões completos e centenas de mortes sob tortura. Um golpe militar liderado alguns dias depois trouxe o coronel Lansana Conté ao poder.

Desde 1985, a Guiné tem realizado uma série de reformas para romper com o velho regime. Engajar-se duas reformas decisivas (função de moeda, e setor público), os líderes da Segunda República abordaram dois pilares fundamentais da herança. Reforma monetária levou à criação do franco guineense eo tamanho do serviço civil, 84.000 pessoas, em 1984 foram reduzidos em 50%. Cerca de 300 empresas estatais foram fechadas, mas a privatização é difícil. A diáspora (2 milhões de guineenses vivem no exterior), decepcionado, não contribuem enquanto a corrupção e desvio de verbas não foram eliminados. Relações com o FMI eo Banco Mundial têm piorado desde 1989. Relações com os doadores são ainda mais difíceis as tensões políticas são elevados. O processo de democratização foi iniciado em 1990 (Constituição mutlipartisme restaurante, criação de um Conselho de Transição para a Recuperação Nacional substituir o Comité Militar para a Recuperação Nacional). A eleição presidencial por sufrágio universal de 19 de Dezembro de 1993, foi vencido pelo general Lansana Conté (50,9% dos votos), mas os resultados foram muito contestada pelos partidos da oposição divididas. A lenta transformação política foi concluído em 1995 com as eleições legislativas e municipais, mas a situação política continua muito incerto. Confrontos entre Malinke, Susu e resurfacing Fula e um novo golpe de Estado, em fevereiro de 1996, mostra que a situação está longe de ser apaziguado. Com 550 dólares per capita (1995), apesar de sua riqueza mineral, o país permanece extremamente pobre. Em 1999, o presidente Lansana Conte disse a liderança do governo Lamine Sidimé.

GEOGRAFIA

Estado costeiro para a África Ocidental, a Guiné tem um crescente semi-moldada, delimitada a norte-oeste pela Guiné-Bissau no norte pelo Senegal e Mali, no sudeste da Côte d ' Marfim, a sul pela Libéria e na Serra Leoa, no oeste pelo Oceano Atlântico. Seu potencial de mineração não um país rico ea liberação de ruína econômica em que a esquerda Sékou Touré (1958-1984) é muito difícil.

Quatro configura o território natural que abrange 245.860 km2. A planície costeira e seu interior é a Baixa Guiné Guiné ou mar. A costa corte, Ilhas precederam (Loos Ilhas de Katral), realiza avançada rock (Kaloum península, capa ou Koundindé Verga) cruzando os alagados e pântanos salgados ao longo dos estuários, estuários de rios importantes do planalto interior, que Konkouré. As planícies costeiras são dominados a leste por escarpas vigorosas (como montanhas Benna, 1124 m) anunciando a Djallon Fouta. Guiné Marítima tem um clima tropical Coyah muito úmido recebe Kindia 5000 mm anuais mais de 2.000.

A Guiné média (80.000 km2), que inclui a Djallon Fouta é formado Horst desgastado pela erosão resultantes de movimentos tectônicos terciários quebraram a poderosa base encimado fundações de arenito. Estes braço cambaleou planaltos e navios de guerra (Bowe em fulani linguagem), separadas por vales profundos.

O maciço sobe para 1.538 m no Monte Loura. Estes planaltos de Guiné são médios 1600-2000 mm anuais, eo maciço, que surgem a partir de muitos rios, incluindo a Gâmbia, Senegal, Bafing e afluentes do Níger, como Tinkisso tem sido muitas vezes chamado de castelo água na África Ocidental.

Alta Bacia do Níger formam a Alta Guiné, uma tigela grande da bacia de convergência onde altitudes planícies e planícies de savana, pontilhada com pequenas ondulações, e raramente superior a 500 m onde a precipitação 1100-1500 milímetros por ano, é menor do que Fouta Djallon.

Alta Guiné ou Guiné Floresta, sudeste, é uma região montanhosa que abrange vários maciços do Backbone guineense, o Simandou e Doro, onde o Níger sobe, e as montanhas de Nimba, o ponto mais alto do país (1752 m). Inteiramente ao sul do paralelo 10, Guiné floresta é muito úmido (1600-2800 mm anuais), que promove a floresta.

População

A Guiné é um país cuja população (estimada em 7,5 milhões de habitantes) está crescendo muito rapidamente. 15 da Guiné milhões contabilizados em 2025.

Vinte grupos étnicos formam o povo guineense. O mosaico humano é muito desigual em todo o país. A densidade populacional média é de 30,5 h./km2, mas há mais de 50 h./km2 terras altas da Futa Jalom eo extremo sudeste do país, enquanto a Guiné do Norte e Alta fronteiras de Mali e Senegal são menos de 20 h./km2. Ainda profundamente rural (72% da população), a Guiné está urbanizando rapidamente, e sua capital, Conakry, tem mais de um milhão de habitantes, 80% dos cidadãos do país.

Fora da capital Conakry (1,1 milhões de habitantes) as cidades são relativamente pequeno: Kankan (89.000 habitantes), Kindia (85.000 habitantes), Labe (70.000 habitantes).

A língua oficial da Guiné é o francês.

As línguas pertencem a dois grupos de sub-Níger-Congo família: Atlântico Ocidental (. Fulani, Kissi, etc) e remendadas (Malinke, Susu, Kpélé, etc) .. Muçulmanos (85%) são os mais numerosos. Há seguidores 5% de religiões tradicionais e cristãos de 1,5%. Outras religiões totalizaram 8,5% da população.

ECONOMIA

A taxa de crescimento econômico aumenta Guiné (2,5% em 1991, 4,6% em 1995). Gastos com infraestrutura ter reiniciado através do estabelecimento de relações com o FMI eo Banco Mundial e da privatização de empresas da Coroa. Isso resultou em uma queda acentuada da inflação, que promove o desenvolvimento econômico como o esperado. Mas a produção de alimentos per capita diminuiu em 0,3% por ano entre 1979 e 1993, a recuperação das exportações é difícil de alcançar mercados globais saturado. A única esperança continua curto prazo intensificação da marinha indústria pesqueira.

Agricultura

A Guiné rural é tão diversa como os seus ambientes naturais. O litoral é a área de arroz povos que colonizaram manguezais e virou em campos de arroz irrigado.

As terras altas do Sudeste são povoadas por arroz de sequeiro montanha praticando. Em Alta Guiné, os solos Malinké, mais diversificados, combinar arroz e arroz irrigado sob chuva, combine cereais e milho, sorgo e fonio, além de mandioca. Fonio é a principal cultura na Djallon Fouta, onde as terras altas colonizado pelos Fulani no século XVIII, continua a ser um terreno fértil, concentrando metade do rebanho bovino nacional.

Uma das prioridades dos governantes militares que tomaram o poder em abril de 1984 foi o de aumentar a produção agrícola, que era ao vivo diretamente 80% da população, mas contribuiu com apenas 30% do PIB. Liberalização dos preços e dissolução de empresas tiveram um impacto positivo para os produtores.

A recuperação parece óbvio para a produção de cereais (arroz, em particular), bem como para as culturas de exportação: café 30 000 t em 1994 contra 6.000 em 1974, 15.000 toneladas de algodão em 1994 contra menos de 2.000 em 1987, contra 108 mil toneladas de amendoim 27.000 em 1974. No entanto, o déficit da balança agrícola (3% do PIB), porque a oferta de cidades, especialmente em Conakry, ainda depende de importações de arroz, que estão crescendo como re-exportações para mercados deficitários (Libéria, Guiné Bissau, Mali, Costa do Marfim) é bem sucedido para os comerciantes de grande porte. O rebanho bovino é estimado em 2,7 milhões de cabeças de aves e intensivo foi desenvolvido em áreas suburbanas. A floresta produziu 4,7 milhões de metros cúbicos de madeira.

Mineração e indústria

Guiné tem um subsolo rico. Mineração por 80% dos lucros de exportação do país, 65% das receitas fiscais do Estado e 25% do PIB. Com uma média de 16,5 milhões de toneladas / ano de bauxita, a Guiné é o segundo maior produtor eo segundo maior exportador de bauxita (15% das vendas globais) que detém um terço das reservas mundiais conhecidas de bauxita com alto teor de alumina (45 a 55%).

Guiné tem também consideráveis recursos de minério de ferro (sites Nimba e Simandou). Ouro (4-5 t por ano), operado na bacia da Companhia Siguiri Guiné ouro, diamantes (63 milhões dólares de exportação), mas também de zinco, chumbo e urânio (não ainda não exploradas), completar uma variedade de muito mais interessante do que o potencial hidrelétrico é impressionante, 30 bilhões de kWh para a Djallon Fouta e Backbone da Guiné, incluindo 12.000 milhões equippable no Konkouré bacia (barragem Garafari).

Fonte: www.afrique-planete.com

Guiné

Nome oficial: República da Guiné (République de Guinée).

Nacionalidade: Guineana.

Data nacional: 2 de outubro (Proclamação da República).

Capital: Conacri.

Cidade principal: Conacri (1.090.610) (1993).

Idioma: francês (oficial), sussu, manicá.

Religião: islamismo 86,9%, religiões tribais 4,6%, cristianismo 4,3%, outras 4,2% (1983).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da África.
Hora local: + 3h.
Área: 245.857 km2.
Clima: tropical.
Área de floresta: 64 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 7,4 milhões (2000), sendo fulanis 35%, mandingas 30%, sussus 20%, outros 15% (1996).
Idioma: francês (oficial), sussu, manicá.
Religião: islamismo 86,9%, religiões tribais 4,6%, cristianismo 4,3%, outras 4,2% (1983).
Densidade: 30,1 hab./km2.
População urbana: 31% (1998).
Crescimento demográfico: 0,8% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,51 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 46/47 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 124 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 58,9% (2000).
IDH (0-1): 0,394 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 8 províncias subdivididas em regiões.
Principais partidos: da Unidade e do Progresso (PUP), União Popular Guineana (RPG) e União pelo Progresso e Renovação (UPR).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 114 membros eleitos por voto direto, para um mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1991.

ECONOMIA

Moeda: franco guineano.
PIB: US$ 3,6 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 22% (1998).
PIB indústria: 35% (1998).
PIB serviços: 43% (1998).
Crescimento do PIB: 4,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 530 (1998).
Força de trabalho: 3 milhões (1998).
Agricultura: frutas, fruto de palma, amendoim, café.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 102,6 mil t (1997).
Mineração: bauxita, ouro, diamante.
Indústria: metalúrgica (alumínio), alimentícia, materiais de construção.
Exportações: US$ 800 milhões (1998).
Importações: US$ 1,1 bilhão (1998).
Parceiros comerciais: Federação Russa, França, Costa do Marfim, EUA, Bélgica, Luxemburgo, países da ex-URSS, Japão.

DEFESA

Efetivo total: 9,7 mil (1998).
Gastos: US$ 60 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

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