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Zimbábue

 

História

Principalmente do grupo Bantu do sul e centro da África, os negros são divididos em dois grupos linguísticos principais, que são subdivididas em vários grupos étnicos.

O Mashona (alto-falantes Shona), que constituem cerca de 75 por cento da população, viveram na área o mais longo e são o grupo língua majoritária.

O Matabele (alto-falantes Sindebele), representando cerca de 20 por cento da população e centrado no sudoeste à volta de Bulawayo, chegou nos últimos 150 anos.

Um desdobramento do grupo sul-Africano Zulu, eles mantiveram o controle sobre a Mashona até a ocupação branca da Rodésia em 1890.

Zimbábue

Mais da metade dos brancos, principalmente de origem Inglês, chegou no Zimbábue após a Segunda Guerra Mundial.

Africanos da África do Sul e outras minorias europeus, incluindo Português de Moçambique, também estão presentes.

Até meados da década de 1970, havia cerca de 1.000 imigrantes brancos por ano, mas 1976-1985 uma emigração constante resultou em uma perda de mais de 150.000, deixando cerca de 100 mil em 1992.

Inglês, a língua oficial, é falado pela população branca e compreendida, se não sempre usados, em mais da metade dos negros.

A taxa de alfabetização é estimado em 70%. Escolas primárias e secundárias foram segregados até 1979, quando as restrições raciais foram removidos.

Desde a independência, o sistema educacional tinha sido sistematicamente ampliada pelo governo do Zimbabué, que está empenhada em oferecer educação pública e gratuita para todos os cidadãos em igualdade de condições.

A partir do final de 1970, cerca de 50 por cento das crianças africanas (5-19 anos de idade) foram listados oficialmente como nas escolas rurais.

Hoje, a maioria das crianças africanas frequentam a escola primária.

Cerca de 40 por cento das escolas rurais primárias foram destruídas durante o conflito da Rodésia, o que atrasou a melhoria do sistema de educação rural.

O ensino superior, oferecido na Universidade de Zimbábue, em Harare, a nova Universidade Nacional de Ciência e Tecnologia, em Bulawayo, a nova África (Metodista) Universidade em Mutare, várias faculdades de formação de professores, e três institutos técnicos, estão sendo ampliado com a ajuda de vários países doadores.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Zimbábue

ZIMBÁBUE, PAÍS DE CASCATAS E IMPÉRIOS PERDIDOS

Quando Livingstone descobriu as Cascatas Vitória para os europeus, desconhecia que desde séculos os africanos chamavam-as "Fumaça do Trovão", pelo vapor e o ruido da água do rio Zambeze caindo desde 106 metros de altitude. Esta estação maravilhosa encontra-se em Zimbábue, um dos países africanos mais belos do continente.

Zimbábue conta em suas paisagens naturais com muitas cachoeiras, rodeadas por uma natureza difícil de esquecer, bosques, savana arbórea, selva tropical, rios, lagos e áridas montanhas.

Aliás, neste país pode-se admirar restos de civilizações de desconhecida procedência nas ruinas de Khami e Dhlo-Dhlo e outros vestígios de civilizações perdidas no tempo, como o poderoso Império Monomopata, que pela sua riqueza chegou a confundir-se com as famosas Minas do Rei Salomão.

Belezas naturais e místicas culturas fazem de Zimbábue um país que deve-se conhecer.

Localização Geográfica

Situado em África meridional, Zimbábue, conta com uma extensão de 390.580 quilômetros quadrados delimitados ao norte pela Zâmbia, ao nordeste e leste por Moçambique, ao leste pela Botsuana e ao sul pela República da África do Sul.

O território é montanhoso, sobretudo o leste com uma cordilheira a percorre-lo de norte a sul. Suas altitudes máximas são o Monte Dombo com 2.008 metros e o Inyanga com 2.592 metros de altitude. O resto do país está composto por vários planaltos cuja altitude varia desde os 2.300 metros ao norte até os 200 metros no sul.

Sua rede fluvial está composta pelos rios Zambeze, Limpopo, Sabi, Lundi, Nuanetsi, Bembezi e Angwa. Os lagos mais importantes são o Kariba e o Kyle.

Flora e Fauna

Zimbábue oferece diferentes tipos de vegetação dependendo da zona. Nos arredores dos rios e lagos abunda a selva tropical úmida, enquanto que nos planaltos centrais pode-se desfrutar da savana arbórea-herbácea (com grande quantidade de fauna), para passar às paisagens mais áridas nas regiões montanhosas do leste do país.

A fauna está repartida em vários parques e reservas naturais onde contempla-se espécies tipicamente africanas como leões, elefantes, zebras, girafas, búfalos, rinocerontes, hipopótamos, antílopes, crocodilos, etc.

Destaca-se sobretudo as cebelinas, uma espécie estranha de antílope difícil de se encontrar em outros lugares, assim como também os impressionantes rinocerontes brancos, espetaculares.

História

Os bantus criam no século XV o Império Monomotapa neste território, atingindo uma grande importância. Em 1607 o monarca do império concede aos portugueses a exploração do subsolo da zona, provocando a decadência desta civilização que tornará a ressurgir em 1725 graças ao ouro, chamando-se o grande Zimbábue. Porém, tonará a apagar-se nos anos seguintes devido às constantes migrações da população.

O Século XX

O grande Zimbábue será finalmente submetido violentamente pelos ingleses para passar em 1911 a ser colônia da coroa britânica. A riqueza desta terra chamou numerosos europeus conseguindo que a população branca dominara o país.

Em 1953 o Reino Unido, com medo da maioria preta, cria a Federação da África Central composta pelas duas antigas Rodésias, norte e sul, e Nyassalândia (atual Malaui). Em 1964 Reino Unido concede a independência a Rodésia do Norte, mas nega à Rodésia do Sul por não ter garantido um sistema de governo democrático.

Um ano depois o primeiro ministro Ian Smith declara a independência da Rodésia do Sul, promulga uma nova Constituição e adota-se o nome de Rodésia.

Em 1969 o povo vota em referendo à favor da república como forma de governo com uma nova constituição. No ano seguinte se declara República, mas não é renconhecida pelo Reino Unido nem pela ONU (Organização de Nações Unidas).

Em 1978 começam os conflitos no país e, após um ano, a população preta consegue votar pela primeira vez em umas eleições, resultando eleito primeiro ministro o bispo Abel Mozorewa, que batiça o país com o nome de Zimbabuwe Rodésia e combina aceitar um governador britânico e convocar eleições para o ano seguinte.

As Últimas Décadas

Em 1980 o país consegue sua independência sob o nome República de Zimbábue e as eleições são ganhas pela UniãoNacional Africana de Zimbabwe, o UNAZ.

Em 12 de agosto de 1984 o UNAZ pretende instaurar um regime marxista-leninista de um único partido e dois anos depois Mugabe anuncia medidas para acabar com os escanhos ocupados pelos brancos na Assembléia.

Em 2 de dezembro de 1987 Robert Mugabe é nomeado Primeiro Presidente executivo do país e será reeleito em março de 1990. Em 1991 a UNAZ abandona suas idéias marxistas-leninistas e um ano depois promove uma reforma agrária que permite o governo trabalhar as grandes propriedades dos brancos.

Robert Mugabe se mantém no poder, eleito uma vez mais no ano de 1996.

Arte e Cultura

A arte em Zimbábue conta com numerosas jóias artísticas de interesse. Há um amplo ramalhete de mostras tanto arquitetônicas como pictóricas, escultóricas e de arte tradicional.

Na arquitetura destacam dois tipos de conjuntos arquitetônicos claramente diferençados: por um lado, as construções do antigo Reino de Monomotapa, onde destaca o templo de forma elíptica decorado com motivos fálicos e aneis irregulares e a Acrópole, fortaleza que guardava o templo; e por outro, restos de construções antigas de diferentes etnias como as ruinas de Khami e Dhlo Dhlo e a arte parietal dos bosquimanos, que não mais habitam o país, e pode-se admirar nos chamados Matopos.

Como mostras pictóricas destacam-se as que podem ser contempladas na Galeria Nacional de Harare, a capital do país.

As estatuetas e máscaras realizadas em madeiras nobres pelos Shona e Matabelés resultam muito atrativas, como também os reposa-cabeças belamente decorados pelos Shona.

Outros exemplos culturais fascinantes são as narrações que passam de pais para filhos, de geração em geração, contando os fatos principais das etnias. Destacam também as danças e rítmos tradicionais, que são espetaculares.

Gastronomia

Zimbábue conta com uma deliciosa gastronomia com pratos de preparação simples mas não por isso menos saborosos graças à imexorável qualidade dos ingredientes utilizados.

A carne, elemento indispensável na dieta da população de Zimbábue, de vaca, ovelha, frango cabra ou porco, serve-se em guisados com verduras e cereais ou simplesmente grelhada ou frita. O peixe é o outro prato essencial na gastronomia deste país. As peças de água doce de rios e lagos se servem normalmente grelhadas, embora também pode-se encontrar em molho ou acompanhado de verduras, arroz ou milho.

Como sobremesa pode-se comer frutas frescas como pêssego, maçãs, peras, deliciosos figos ou doces preparados com frutas que põem o ponto final a uma comida simples, mas deliciosa.

Bebidas

Em Zimbábue encontrará as principais bebidas internacionais e outras de carácter local. Aconselhamos beber água só se for engarrafada.

Compras

Os mercados de Zimbábue estão cheios de artigos artesanais e produtos naturais de excelente qualidade e preços econômicos, além de oferecer uma oportunidade para observar à população em seu entorno e poder conversar e misturar-se com eles.

O subsolo de Zimbábue é muito rico em metais e minerais, por isso as jóias de oro e prata são numerosas e seus preços moderados. Os desenhos resultam muito atrativos. Também pode-se encontrar esmeraldas, tanto encrustadas em jóias, como soltas, seus preços variam dependendo da pureza e talhado das gemas.

As madeiras nobres, em especial a caoba, são utilizadas para os trabalhos artesanais das diferentes etnias. Podem-se encontrar máscaras, estatuinhas, móveis, caixas e arcões, sendo especialmente atrativos os apoia-cabeças decorados, assim como outros objetos de uso diário também com desenhos decorativos muito originais.

Além disso pode-se encontrar cerâmica, cestaria e tecidos de brilhantes cores em sisal e cánhamo. Os sapatos são de boa qualidade e e seus preços reduzidos.

Os mercados de especiarias e comida oferecem todo um mundo de sensações e aromas que acordam os sentidos

População e Costumes

A mistura das culturas e raças tem conseguido desenvolver-se em Zimbábue na mais perfeita harmonia desde a independência. As diferenças são respeitadas como em nenhum outro país da África.

A população de Zimbábue encontra-se claramente diferenciada em dois grupos: os brancos, que habitam as regiões altas orientais e as cidades, e os grupos étnicos pretos.

Estes últimos pertencem a duas etnias principais ( ainda que existam outros grupos bantus espalhados por todo o país): os Shona, estabelecidos no nordeste e o leste do território, e os Ndevele, que vivem no centro, na zona sul, no oeste e, sobre todo, na cidade de Bulawayo.

Os Shona são um povo de origem milenar, que contava já com uma civilização bastante avançada antes da chegada dos europeus. Dedicavam-se à fundição do ferro, ouro e cobre, e foram eles que deram nome a uma escola de escultura que goza de grande reputação no mundo.

Sua habilidade no talhado de madeira é muito apreciada. A maioria dedica-se à agricultura e a criação de gado. Os Shona vivem em kraals, aldeias espalhadas pelo território, cujas construções caraterísticas são cabanas agrupadas em círculo com corral no centro.

A organização política é muito parecida à dos bantús, com vários estados pequenos, regidos por um chefe representando a um deus.

Os Ndevele, conhecidos pelas habilidades militares na época pré-colonial, falam a língua nguni. Habitam no sudoeste e na cidade de Bulawayo. Nesta etnia se incluim também os zulúes emigrados a Natal a princípios do século XIX. No século passado os ndevele fundaram seu próprio estado no território shona. São sedentários em geral, embora dedicam-se ao pastoreio.

A esperança de vida destes povos ronda os 60 anos e a alfabetização dos adultos atinge o 70% da população, um índice dos mais elevados do continente africano, e a mortalidade infantil é também baixa.

Entretenimento

Zimbábue oferece uma grande variedade de entretenimentos, sobretudo para os amantes da natureza.

Os rios do país são excelentes para praticar piraguismo, raffting em descidas de vertigem ou simplesmente dar um passeio de bote nos lagos rodeados de estações naturais de grande beleza onde pesca-se peixes de água doce.

Nos Parques Nacionais pode-se contemplar uma grande variedade de animais como elefantes, hipopótamos, búfalos, leões, panteiras, crocodilos e antílopes de diversas espécies, entre as que destacam as cebelinas difíceis de encontrar em outras regiões africanas; também pode-se admirar rinocerontes brancos, oribis e nyalas. Zimbábue é um verdadeiro paraíso ornitológico com numerosas espécies de aves.

Nas montanhas do país pode-se praticar trekking, escalada ou senderismo no meio de uma natureza absolutamente virgem. Também pode-se visitar restos arqueológicos de grande beleza como os restos do Império Monomotapa ou as ruinas de Khami e Dhlo Dhlo.

Não menos atrativos resultam os espetáculos étnicos onde admirar as complicadas danças tradicionais acompanhadas pela música rítmica, fazendo os bailarinos adquirirem uma especial concentração.

Nas cidades pode-se degustar uma boa comida, visitar seus museus ou desfrutar com a coleção de pintura da Galeria Nacional de Harare, a capital de Zimbábue.

Festividades

A festividade nacional de Zimbábue é o 18 de Abril, Dia da Independência, quando as pessoas saem às ruas para desfrutar com os desfiles e os diferentes eventos, oferecendo uma excelente oportunidade para se conhecer a população e misturar-se com ela.

Também são festas oficiais as diferentes festividades cristãs: O 1 de Janeiro, Ano Novo, a Semana Santa, e 25 de Dezembro, Natal.

Os diferentes grupos étnicos têm suas próprias festividades cheias de exotismo com danças tradicionais acompanhadas de músicas rítmicas que fazem os bailarinos atingirem estados de ánimo muito especiais.

O 25 de Maio é o Dia da África, o 11 de Agosto, o Dia dos Heróis e o 12 de Agosto, o Dia das Forças Armadas.

Transportes

Avião: As companhias aéreas British Airways, Lufthansa e a nacional Air Zimbabwe oferecem vôos diretos desde as principais cidades africanas e européias. Air Zimbabwe liga as principais cidades do país.

Barco: Por não ter saída ao mar, Zimbábue conta unicamente com seus rios e lagos como bacias fluviais. Na maioria não são navegáveis por barcos de grande calado, mas é possível faze-lo com pequenas embarcações. Existem transbordadores no Lago Kariba.

Trem: Os trens de Zimbábue contam com um traçado de 2.540 quilômetros comunicando as principais cidades do país e também com outros estados africanos vizinhos. Os preços são moderados e os vagões relativamente confortáveis. Há três linhas internas principais.

Por Terra: As estradas extendem-se ao longo de 46.400 quilômetros mas muitos deles não estão asfaltados. É conveniente informar-se previamente sobre seu estado, especialmente durante a época de chuvas. Para dirigir por Zimbábue, seja de carro alugado ou próprio, é preciso ter carteira de motorista internacional e um seguro de assistência. Lembre que dirige-se pela esquerda. Existem serviços de ônibus interurbanos e de mini-ônibus, assim como táxis. Neste últimos deve combinar preço antes de iniciar o trajeto.

Fonte: www.rumbo.com.br

Zimbábue

População: 11,7 milhões (2000)
Área geográfica: 390.759 km²
Forma de Governo: República presidencialista

Em 1989, existiam 4.319 empresários rurais negros e brancos ocupando aproximadamente 29% da terra no Zimbábue.

Haviam sido assentadas 52 mil famílias em cerca de 2,8 milhões de hectares de terra adquiridas pelo Estado para reassentamento. Em 2000, o número de beneficiários tinha aumentado para 75 mil famílias e o total de terras redistribuìdas para 3,5 milhões de hectares.

Contudo, a aquisição de terras não ocorreu uniformemente ao longo do tempo. O processo foi extremamente desigual e tem havido uma desaceleração no andamento do programa. As desigualdades no Zimbábue são acentuadas. A estrutura fundiária reflete a divisão racial, com 6 mil fazendeiros brancos possuindo cerca de 42% das terras do país.

Breve histórico

A colonização do Zimbábue começou apenas na década de 1890. Esse movimento dos colonizadores europeus foi estimulado por descobertas massivas de ouro no Rand (atual Joanesburgo), na África do Sul. A Companhia Sul-Africana Britânica obteve concessão da Coroa Britânica para explorar minérios na região. No entanto, o ouro descoberto no Zimbábue era espalhado e quase impossível de ser extraído com lucro.

Devido à impossibilidade de obter lucros pela exploração do ouro, a Companhia buscou um meio alternativo de gerar receitas:patrocinou o assentamento de homens brancos com objetivos agrícolas. O resultado foi a necessidade de expropriar uma maior quantidade de terras dos africanos e forçá-los a trabalhar nas fazendas dos colonos.

O primeiro Chimurenga - rebeliões africanas para expulsar os brancos do território - aconteceu em 1896, mas foi derrotado pelas armas européias. Por volta de 1923, um plebiscito foi organizado para os colonos brancos determinarem o futuro do território. Os brancos resolveram que queriam se separar da África do Sul.

Surge a Rodésia, nome do Zimbábue até 1980, em homenagem a John Cecil Rhodes, o primeiro colonizador do país.

Em 1930, o Ato de Indicação de Terras separou a terra segundo critérios raciais, tanto em termos de quantidade como de qualidade. Assim, 51% das terras ficaram com os colonos brancos. Elas estavam localizadas, em grande parte, nas aráveis regiões altas centrais.

Aos africanos (a maioria da população) foram destinados 30% das terras. Essas regiões, designadas "Áreas de Reserva Africana", são hoje conhecidas como áreas comunais. O restante pertencia a companhias comerciais ou ao governo colonial ("Terras da Coroa").

Entre 1930 e 1980, ano da independência do Zimbábue, as propriedades dos brancos diminuíram de 51% para 40% e as terras disponíveis para os africanos se expandiram de 30% para 40%. A densidade populacional, contudo, era diferente, com um maior número de pessoas vivendo na área negra, situação que prevalece até hoje.

O Ato de Agricultura em Terras Nativas foi aprovada em 1951. O ponto central desta lei, comum a muitas outras colonias britânicas na Àfrica do período, era a limitação dos rebanhos, a introdução de novas tecnologias e de métodos de conservação de água e solo.

Dados da década de 60 mostram a segregação a que estavam submetidas as populações nativas. Os brancos estavam com a maior quantidade de terras, nas melhores regiões e apoiados pelo Estado para desenvolver a agricultura. As terras dos negros ficaram abandonadas sem apoio estatal.

A maior parte da população do Zimbábue se concentra em áreas negras, onde há pouca terra. Isso levou a uma degradação ambiental muito grande e os negros se tornaram mão-de-obra para as fazendas dos brancos.

Em meados da década de 60, o segundo Chimurenga começou, liderado pela União Nacional Africana do Zimbábue e União dos Povos Africanos do Zimbábue.

Estes dois movimentos de libertação se comprometiam a fazer uma reforma agrária radical quando tomassem o poder. A principal motivação era reconquistar a terra perdida - uma luta na terra e pela terra. Com isso, observamos que a raiz do problema da terra no Zimbábue está na segregação racial.

O programa de reforma agrária

O Programa de Reassentamento e Reforma Agrária do governo do Zimbábue pode ser divido em duas fases: a primeira se prolonga de 1980 a 1996; a segunda começa com a publicação oficial da aquisição compulsória de fazendas, em 1997.

De 1980 a 1996, o Estado comprava terras dos brancos e redistribuía aos negros, formando assentamentos. O Estado só podia comprar terras dos brancos que queriam vender. Havia pressões contrárias a esse tipo de reforma agrária, por parte do Banco Mundial e do FMI, além da União dos Fazendeiros Brancos, que estimulava os proprietários a não passarem terras para o Governo. Isso levou o Governo a cortar as verbas para os assentamentos.

O Banco Mundial insistia em uma reforma agrária de mercado. No entanto, durante o Programa Econômico de Ajuste Estrutural (1991-1995), a agência falhou em mobilizar recursos necessários para apoiar essa proposta. Neste período aumentaram as deficiências na aquisição de terras e os conflitos agrários.

A maioria dos empresários rurais se beneficiou da nova orientação agroexportadora. Isso agravou os conflitos entre elite agrícola branca e os camponeses negros que competiam pelos mesmos recursos. A política de ajuste estrutural internacionalizou os interesses pelas terras do Zimbábue e gerou novos conflitos agrários.

A partir daí, o Estado passa a adotar uma postura mais radical, colocando a polícia para reprimir as ocupações de terra. O governo deixa de indenizar as terras pelo preço de mercado, atribuindo esta obrigação de reparação histórica à Grã-Bretanha, colonizadora do país.

A Emenda de 2000 (nº 16) estipulou vários fatores a serem considerados na indenização. Desobrigou o governo de pagar pela terra desapropriada para reassentamento - o Governo indenizaria apenas as benfeitorias feitas nas propriedades. Esse processo, contudo, teve um sucesso mínimo, já que os proprietários contestaram as terras na justiça.

O resultado disso foi um intenso processo de ocupação de terras a partir de agosto de 1997 em todo o país. O objetivo explícito dessas ações era redistribuir terra dos fazendeiros brancos aos sem terra e veteranos de guerra. Essas ocupações vieram em ondas, com apenas algumas em 1997, mas aumentando até atingir bem mais de mil em 2000.

A escala e a forma das ocupações tornaram-se o centro de uma guerra midiática e de propaganda no Zimbábue, na subregião do sul da África, assim como internacionalmente. Como conseqüência é bastante difícil conseguir uma estimativa confiável da escala do fenômeno. Estimativas variam de 900 a 1.500 fazendas.

Texto basedo em LEBERT, Tom - Reforma agrária e Ocupação de Terra no Zimbábue

Fonte: www.social.org.br

Zimbábue

História

Zimbabwe deriva seu nome de estruturas de pedra histórico chamado "Grande Zimbabwe" (casas de pedra), o maior da África, depois as pirâmides do Egito.

As esculturas de pedra foram construídos em etapas, entre 800 e 1500 dC Eles são a evidência restante de um passado imperial do capital da imponente arquitetura, cuja parede, feito de milhões de blocos de tijolos de tamanho do corte da mão de granito encaixadas sem argamassa ou cimento, ainda estão de pé, cerca de 11 metros de altura e seis metros de espessura em alguns pontos. O cerco Grande é cerca de 250 metros de circunferência.

Seu auge, a cidade tinha 20 000 a 30 000 habitantes. Grande Zimbabwe tornou-se uma cidadela, uma Meca regional e famoso por World Trade Center.

Assim como a Europa estava a emergir da Idade das Trevas, dois séculos antes da conquista normanda da Inglaterra, ZimbabweGreat Zimbabwe National Monumentan africanos foram fundar uma grande civilização, whish durou 600 anos.

Estruturas menores de pedra foram encontradas em Khami, Dhlodhlo, Nalatele e 250 outros sites na atual Zimbabwe, África do Sul, Botswana e Moçambique.

Apesar das dificuldades de comunicação nesses dias, os africanos desenvolveram formações estatais poderosas, administrações amplas e sofisticadas redes sócio-econômicas. A evidência histórica mostra que as pessoas tinham conhecimentos na agricultura, pecuária e fundição de metais (ferro, cobre e ouro).

No entanto, os povos Bantu não desenvolveram uma forma de escrita, portanto, pouco se sabe de sua história antes da era do Grande Zimbabwe. Um pouco mais se sabe sobre o período após o contato com o Português no século 16, ou seja, os impérios Munhumutapa, Torwa e Rozvi.

Ao longo dos séculos, a África Austral também foi habitada por pessoas com um estilo de vida diferente. O San (bosquímanos) as pessoas não vivem em cidades ou vilas, nem eles cultivar os campos ou manter animais domesticados.

Eram caçadores e coletores frutas. Sua história é imortalizado em milhares de pinturas rupestres, algumas das quais são mais de 30 000 anos. Poucas pessoas ainda permanecem San no Zimbabué, mas os grupos ainda podem ser encontrados nas áreas de deserto de Kalahari de Botswana, Namíbia e África do Sul.

Por volta do século 19, Caverna drawingsthe grandes impérios língua Shona se desintegrou em principados numerosos e chefias. Ao mesmo tempo, um poderoso reino surgiu em Kwazulu Natal sob o rei Shaka.

Levantes na região dirigiu um dos generais de Shaka, Mzilikazi, e seus soldados norte até que se estabeleceram na parte ocidental do Zimbábue sobre 1836 depois de dominar o local Shona chefes. Em 1860, seu filho, Lobengula, tornou-se o rei Ndebele segunda e última.

Ele foi deposto por tropas britânicas em 1893.

Penetração européia no Zimbabwe começou através de missionários cristãos que befriended Rei Mzilikazi em 1858. Eles foram seguidos por caçadores de fortuna, soldados e colonos grilagem de terras. Cecil John Rhodes e sua Companhia Sul Africano britânico comprou a Concessão Rudd do rei Lobengula ostensivamente para fins de mineração, mas ele trouxe um exército e se estabeleceu no dia atual Harare em 1890. Posteriormente, Rhodes declarou guerra à Lobengula e derrubou-o e nomeou o Rodésia país.

Como uma colônia britânica, a Rodésia foi caracterizado por:

1. Um exercício de garra enorme de terra, o que levou milhares de africanos, muitas vezes à mão armada, de 50% do país em reservas, agora chamados de terras comunais. Terra foi tomada sem indenização ao proprietário e dado a soldados Rodésias, ou mais tarde para os veteranos das duas guerras mundiais do século 20, ou a qualquer colono branco, mas não para pessoas negras. Esta divisão racial terra foi consolidada pela Lei de Rateio Terra de 1930 e da Lei de Posse da Terra de 1969, que proibia os negros de possuir terras em áreas brancas.

2. A exclusão dos africanos do processo político. Africanos foi negado o direito de votar ou para o parlamento, ou para manter um alto cargo no serviço policial militar, ou público.

3. Os africanos foram excluídos das melhores escolas, áreas residenciais e outras comodidades, que foram reservados somente para brancos. Rodésia era uma imagem de espelho da política de apartheid, que então prevalecia na África do Sul.

A partir de 1960, grandes contradições entre a política colonial desenvolvida em Londres, que agora queria mudança, e da administração da Rodésia, que opôs o governo da maioria, resultando na Declaração Unilateral de Independência (UDI) de 1965 pelo primeiro-ministro da Rodésia, Ian Smith.

Apesar de julgamentos por tribunais superiores na Rodésia e na Inglaterra, que a rebelião era ilegal e traiçoeiro, o governo britânico se recusou a enviar tropas para sufocar a rebelião, mas impôs sanções econômicas, que eram para durar 14 anos.

Africanos resistiram domínio britânico desde o início da colonização europeia. Embora o rei Lobengula foi derrotado em 1893, os africanos, tanto Mashonaland e Matabeleland pegou em armas na guerra de 1896-97 Chimurenga Primeiro, que foi liderada pelo famoso espírito médiuns Mbuya Nehanda e Kaguvi Sekuru.

A revolta foi suprimida pelo uso de brutalidade inigualável e tortura dos prisioneiros de guerra e civis. Para os seguintes 60 anos não havia oposição armada ao regime de minoria britânica. Políticos, protestos de trabalhadores e agitação continuou.

Após a UDI, os africanos lançaram o segundo Chimurenga (liberação de guerra) com a Batalha Chinhoyi em 1966. Até 1970, combatentes da liberdade lutou batalhas esporádicas com as forças de segurança de Rhodesian. As forças de segurança de Rhodesian foram amplamente apoiada pelo Sul Africano Exército.

Este período foi seguido pela guerra sustentada liderada pelo Africano do Zimbabwe National Union (ZANU) ea União do Povo do Zimbábue Africana (ZAPU) apoiada pelos Estados independentes africanos, especialmente Zâmbia, Moçambique, Tanzânia, Botswana, e também pela China e da União Soviética .

A guerra de libertação terminou em dezembro de 1979, após a Conferência de Lancaster House, em que o regime rodesiano e do governo britânico admitiu a derrota e concedeu independência sob uma constituição democrática.

Zimbabwe surgiu como um Estado independente em 18 de abril de 1980, com Robert Mugabe como Primeiro-Ministro e Banana Canaã como presidente cerimonial.

Os primeiros sete anos de independência trouxe muitas mudanças para zimbabuanos. Temendo retaliação pelas muitas atrocidades e crimes de guerra cometidos pelos antigos regimes brancos e 90 anos de discriminação racial e opressão sobre os povos africanos, a maioria dos brancos fugiram do país, apesar da declaração da política de reconciliação do primeiro-ministro de Mugabe e proclamação da uma anistia geral. A população branca caiu de 250 000 a 100 000.

Agora, é estimada em 75 000. Significativamente no entanto, a população fazendeiro branco permaneceu constante e próspero. Seus números foram reduzidos de 5 000 para 4 500 agricultores, durante os primeiros 10 anos de independência. A divisão racial da terra permaneceu a assombrar Zimbabwe.

Durante este período, o governo rapidamente controle consolidado Africano do exército, polícia, serviço público e outros braços do governo. O país passou por um período de agitação, quando soldados rebeldes empreenderam uma campanha de terror em que muitos civis em Matabeleland foram mortos ou mutilados.

Levou as forças do governo três anos em que para reprimir a revolta, durante o qual as forças de segurança foram acusados de ter usado força excessiva.

Os rebeldes arbusto entregaram suas armas quando ordenada por Joshua Nkomo após a assinatura do Acordo de Unidade de 1987, que resultou na fusão de ZAPU partido em ZANU (PF) com o presidente Mugabe como Presidente, e Josué Nkomo e Simon Muzenda como vice-presidentes.

O Acordo de Unidade inaugurou um período de paz e tranquilidade, que durou até 1999.

Significativas mudanças constitucionais ocorreram em 1987. O cargo de primeiro-ministro foi abolida em favor de um presidente executivo. Os 20 assentos parlamentares que haviam sido reservados para os brancos que constituíam menos de 1 por cento do eleitorado foram abolidas. Zimbabwe tornou-se uma democracia plena.

Em 1981, o Governo criou a Secretaria de Desenvolvimento Rural (DERUDE) para fins de reassentamento 162 000 famílias em 9 milhões de hectares em três anos.

Até o final de 1987, apenas 45 000 famílias tinham sido assentadas em 2 milhões de hectares. Mais lento progresso foi feito nos próximos 12 anos.

Até o final de 1999, um total de 90 000 famílias tinham sido assentadas em 3,5 milhões de hectares. As principais razões para este fracasso para alcançar os objetivos definidos no que diz respeito à distribuição de terra estava lá quadro legal restritivo para distribuição de terras e promessas não cumpridas por parte da comunidade internacional.

Os EUA 2000 milhões dólares prometidos para a aquisição de terras / reinstalação pelo Reino Unido e os governos dos EUA em Lancaster Conferência de Paz de casa não se materializou. Dinheiro americano prometeu pelo presidente Carter foi arbitrariamente detido por seu sucessor, o presidente Reagan, e seu secretário-adjunto, Chester Crocker. Algum dinheiro britânico veio entre 1981 e 1995, totalizando EUA $ 75 milhões.

O governo trabalhista britânico parou de pagamento ainda mais depois de 1996, dizendo que eles deixaram de ser reconhecidos compromissos coloniais ao Zimbábue.

O repúdio de promessas por Grã-Bretanha é a causa direta da crise terra do ano de 2000. O governo do Zimbabwe alterado suas leis para permitir mais rápido reassentamento sem dinheiro britânico.

Mais de 60 000 veteranos de guerra de libertação africanos e outros sem-terra ocuparam uma 700 fazendas de agricultores brancos de fevereiro de 2000 como uma demonstração de sua raiva e frustração com a continuação da divisão racial da terra, que ainda prevalecia 20 anos após a independência.

Em julho de 2000, o governo embarcou em uma "via rápida" programa de reassentamento, adquiriu mais de 3 000 fazendas, e reassentadas cerca de 100 000 famílias em seis meses. O alvo declarado no início do "fast track" programa de reassentamento terra era adquirir um total de 5 milhões de hectares e reassentar cerca de 110 000 famílias.

O programa de reassentamento terra é um programa on-going, cujo objetivo é atender os desejos da terra de zimbabuanos, visando o seguinte:

1. Terrenos abandonados
2. Terra Underutilised
3. Terras pertencia a proprietários ausentes
4. Terras de propriedade de uma pessoa com mais de um farm
5. Terra exceder o limite estabelecido em uma região
6. Terras contíguas às terras comunais

Estes critérios são projetados para aumentar a disponibilidade de terras para o reassentamento, e para produzir níveis mais altos de produção agrícola.

Os beneficiários do programa de reassentamento são:

1. As pessoas que vivem em terras superpovoadas comunais, trabalhadores rurais 
2. Deslocados, sem casa para voltar
3. As pessoas com competência especial na agricultura, os agricultores mestre, por exemplo, os graduados agrícolas
4. Especiais grupos desfavorecidos, designadamente mulheres, organizações de caridade, cooperativas

Para garantir a equidade, o governo paga aos agricultores para todas as melhorias feitas em terrenos adquiridos (estimada constituem 80% do valor de fazenda) e deixar de compensação para a fazenda adquirida para o governo britânico. Governo também prometeu que quem quer continuar a ser um agricultor serão acomodados. No caso de agricultores perde sua fazenda apenas, o governo vai alocar de cada exploração em áreas adequadas para eles para realizar suas operações agrícolas.

Grande escala contas agrícolas comerciais para as culturas de rendimento como o tabaco, algodão, açúcar, chá, café, etc Estes produtos ganhar divisas valioso e empregam milhares de trabalhadores.

Ao mesmo tempo, o governo fornece negros pequenos agricultores e camponeses serviços financeiros e extensão para lhes permitir realizar em grande escala a agricultura comercial como produtores de milho (o alimento básico), algodão e amendoim.

Na altura da independência, os agricultores comerciais produzidos mais de 90% dessas culturas. Nos últimos 15 anos, os agricultores negros e camponeses produziram mais de 70% do milho e de algodão por ano.

Nos primeiros dez anos da independência do Zimbabwe alcançou sucesso fenomenal nos setores dos serviços de educação, saúde, habitação e social. O foco de muitos dos programas do governo estava nas áreas rurais, onde a maioria das pessoas residem.

Na altura da independência, apenas 40% das crianças foram para a escola primária, mas em 1985, mais de 93% frequentavam a escola. O Zimbabwe tem uma das maiores taxas de alfabetização (87%) e uma da força de trabalho mais educada.

Após a independência do Zimbábue, também houve uma rápida expansão no ensino secundário e terciário. No setor da saúde, o governo conseguiu uma significativa mudança de instalações e alocação de recursos de áreas urbanas para as rurais, e de curativos para cuidados preventivos de saúde.

Zimbábue nasceu em um ambiente de insegurança internacional. Apartheid da África do Sul era então um vizinho hostil e poderoso. Foi o maior parceiro comercial com capacidade para desestabilizar Zimbabwe e outros países vizinhos. Mais de 10 000 tropas tiveram de ser implantado em Moçambique há sete anos em apoio do governo da FRELIMO, em sua luta contra o movimento rebelde RENAMO, que foi apoiada pela África do Sul.

Em casa, as forças de segurança estavam em alerta constante contra bombas Sul Africano e subversão. O governo do Zimbabwe permaneceu firme em seu apoio ao movimento de libertação na África Austral. Zimbabwe rapidamente se tornou um membro ativo da Organização das Nações Unidas, a Organização de Unidade Africano (OUA), a Comunidade de Nações, e do Movimento dos Não-Alinhados.

Na frente regional, o governo se juntou ao Sul Africano de Desenvolvimento (SADC) e do COMESA. Além das Nações Unidas, Zimbabwe acolheu reuniões de cúpula para essas organizações, e participou de muitas conferências em outro lugar.

O Zimbabué é um membro ativo da Organização das Nações Unidas e seus soldados prestaram serviço distinto dos direitos de manutenção da paz, em Angola, Bósnia, e da República Democrática do Congo.

Fonte: www.zimembassy.se

Zimbábue

Nome Oficial: ZIMBABWE
Área: 390 245 km²
População: 12 523 0002 hab.
Capital: Harare
Principais cidades: Harare
Língua Oficial: Inglês, Shona, Sindebele
Moeda: Dólar EUA (USD)
Dia Nacional: 18 de abril - Dia da Independência

História

Em 1965, a minoria branca, recusando-se a submeter à vontade das autoridades britânicas, para quem a ascensão ao poder dos negros era um pré-requisito para a independência, proclamada a independência da Rodésia.

A longa guerra de guerrilha - que foi quase 15.000 mortos - adicionada à pressão da comunidade internacional, o governo obrigado a compartilhar uma parte do poder em 1979.

Iniciado sob os auspícios de Londres, as negociações levaram a um cessar-fogo e da restauração provisória do domínio britânico até a chegada da maioria negra no poder (1980).

Os primeiros ocupantes da colonização

As ruínas encontradas nas proximidades Masvingo atestar a chegada de povos Bantu do século V de nossa era - o país tem o seu nome Bantu palavras Zimba ("casa") e mabgi ("pedras"). Esta onda tem empurrado os bosquímanos do deserto. Entre os vestígios de civilizações antigas, o mais importante foram encontrados no local do Zimbábue, onde brilhou o império de Monomotapa, cobre comércio forte, ouro e marfim.

A atitude do Português (que chegou no século XVI), a princípio pacífico, vai endurecer rapidamente; europeus substituição Swahili muçulmanos que segurava as rédeas do comércio de minerais e ouro. Em 1855, o inglês David Livingstone descobriu as Cataratas Vitória.

Quatro anos mais tarde, Robert e John Moffat fundou o primeiro assentamento europeu. A instalação maciça de brancos em 1890, com a chegada da Coluna Pioneer - liderada por Leander Starr Jameson - filial da empresa britânica na África do Sul de Cecil Rhodes. Vindo da África do Sul, os britânicos estavam em busca de ouro e terras, eles vão adquirir vezes tratados principalmente por ondas de conquista.

De "reservas africanas" são legalizados em 1908. Em 1911, a Rodésia do Norte (Zâmbia futuro) está para o que se tornaria Rodésia do Sul em 1923 (atual Zimbábue). No entanto, para todos os assuntos constitucionais e questões relacionadas com a população Africano, as decisões eram tomadas em última instância pelos britânicos.

Em 1953, a Rodésia do Sul foi realizada no norte da Rodésia e Niassalândia, formando a Federação da Rodésia e Niassalândia com Salisbury (Harare mais tarde em 1982) como sua capital. Em 1961, o líder nacionalista Joshua Nkomo cria o Zimbábue Africano Popular União (ZAPU) e no ano seguinte é feito o Zimbábue Nacional Africano União (ZANU) Robert Mugabe.

Em 1963, após a introdução dos governos negros em Rodésia do Norte e Niassalândia (Malawi futuro), a Federação foi dissolvida. Dada a impossibilidade de chegar a um acordo com os ingleses sobre a questão da participação negra no governo quando a independência, Ian Smith, primeiro-ministro da Rodésia, declarou a independência unilateral (11 de Novembro de 1965). A Constituição garante o controle do governo brancos foi então adotado.

África do Sul foi o único país a reconhecer a colônia separatista, que também poderia contar com o apoio de Portugal indireta de Salazar, presente em Moçambique e Angola. Em 1969, depois de mais um fracasso das negociações com os britânicos, uma Constituição exclui qualquer idéia de ascensão ao poder dos negros foi adotada, e da República da Rodésia, o modelo da África do Sul foi proclamada em Março de 1970.

A República da Rodésia para Zimbabwe

Ao longo dos anos 1960 e 1970, apesar de o exílio ou a prisão de seus principais líderes, grupos nacionalistas continuaram a lutar por uma maior ênfase a ser feita nos assuntos de seu país.

Em meados dos anos 1970, especialmente após a independência ea ascensão ao poder de um regime progressista em Moçambique, os guerrilheiros, contra fazendas de brancos e nós de comunicação, tem se intensificado. Em 1978, Ian Smith, na esperança de acabar com a guerra civil começou negociações.

Com três representantes nacionalistas - Abel Muzorewa Bispo, Sithole Rev. e Ndabaninge Chefe Jeremias Chirau - ele formou um governo de coalizão de transição. O princípio da eleição sufrágio universal foi realizada pela primeira vez nas eleições de abril de 1979, e Bispo Muzorewa tornou-se o primeiro chefe negro do governo do país.

Líderes nacionalistas Joshua Nkomo e Robert Mugabe, que se uniram para formar a Frente Patriótica, se recusou a participar do acordo de solução internamente, o que levou a uma perseguição dos guerrilheiros.

No Outono de 1979, os líderes das várias facções, se reuniram em Londres para chegar a um acordo sobre o princípio de uma nova Constituição, que prevê a redução do número de lugares reservados para os brancos. Muzorewa governo revogou a declaração unilateral de independência em 1965.

O país se encontrava sob administração britânica provisória 12 de dezembro de 1979 a 18 de abril de 1980, quando ganhou a independência do Zimbabwe total e definitiva.

A virada da década de 1980 a independência, o novo governo teve que resolver muitos problemas, começando com as pessoas deslocadas pela guerra (quase um milhão de pessoas). Robert Mugabe instituiu uma política de aproximação com a população branca, e tomou medidas para melhorar a educação ea saúde, ele levantou os menores salários. Mas o sucesso de sua política foi feita incerto por tensões crescentes entre seus partidários e os de Joshua Nkomo.

ZANU-PF e ZAPU se fundiram em 1988, a redução das tensões em Matabeleland, a fortaleza do Ndebele. Em 1990, o estado de emergência, em vigor há 25 anos, foi levantada. Rosto nepotismo presidente Robert Mugabe (reeleito em Março de 1996), a corrupção generalizada, a estagnação do crescimento (4,5%) (1994) e o aumento da inflação (22%) (1994) crescente descontentamento social se refletiu em 1996 por violentos protestos.

Aos poucos, ganhando todos os estratos sociais, que atingiu o seu pico em julho e agosto de 1997, com a "revolta" dos veteranos que exigiam o pagamento de suas pensões. Para aliviar o mal-estar geral, R. Mugabe decidiu, em primeira instância, para aumentar os benefícios financeiros de veteranos.

No entanto, o impacto desta medida poderia ter tido sobre o déficit fiscal global, que resultou no adiamento do empréstimo do FMI. Presidente R. Mugabe, então teve que enfrentar uma situação mais crítica.

Em 1999, Zimbabwe, envolvidos na exploração de riquezas minerais em Katanga permaneceu, após a retirada do Chade e Sudão, e do baixo comprometimento de Angola e da Namíbia, o único aliado de presidente congolês Laurent- Kabila, no conflito que opôs os rebeldes apoiados por Ruanda e Uganda.

No entanto, o impasse no processo de paz desde a assinatura do Acordo de Lusaka, e manutenção em território congolês de mais de 11.000 homens, ameaçou empurrar o país em uma nova crise. Na verdade, a revelação do custo real da guerra na República Democrática do Congo, cerca de um milhão de dólares (915.000 €) por dia, ou cerca de 5,5% do PIB, mais uma vez dissuadiu o FMI para pagar o assistência financeira ($ 193 milhões) que tinha decidido conceder ao país há alguns meses atrás, uma posição também adotada pelo Banco Mundial, que congelou o pagamento de 140 milhões dólares (128 milhões de euros).

Finalmente, uma epidemia de cólera, o aumento contínuo do desemprego, casos de corrupção envolvendo novos os mais altos escalões do poder, o mau tempo e as más colheitas responsáveis por uma reforma agrária atrasada, reviveu o descontentamento social. Assim, pela primeira vez em vinte anos a algumas semanas e as eleições gerais, Mugabe sofreu uma derrota nas urnas em um referendo sobre uma nova Constituição, realizada em fevereiro de 2000.

Apesar da promessa de redistribuição de terras, a mais fértil permaneceu nas mãos de agricultores brancos, 54,6% dos eleitores rejeitaram a nova lei visa reforçar os poderes presidenciais. Em abril, uma lei para a expropriação sem indenização dos fazendeiros brancos ainda possui 70% das terras nos veteranos antiga Rodésia incentivou da Guerra da Independência da propriedade das terras lidar com a violência.

Onze pessoas, dois agricultores brancos e 11 negros perderam suas vidas. O endurecimento do regime contra opositores, especialmente a atitude do Presidente Mugabe, que incentivou essas desapropriações foram denunciados pela comunidade internacional.

No entanto, durante a eleição presidencial de março de 2002, quando Morgan Tsvangirai, principal rival de Mugabe eo líder do Movimento para a Mudança Democrática (MDC), foi visto como uma política alternativa possível, o presidente cessante, que corria para um quinto mandato, foi reeleito com mais 56% dos votos. Esta eleição foi contestada por observadores nacionais e internacionais.

Geografia

Estado da África Austral na fronteira com a Zâmbia a norte, Moçambique ao leste da África do Sul, ao sul, Botswana para o oeste, que se estende por 389.360 km². Desde 1980, a sua independência total, Zimbábue, uma ex-colônia britânica da Rodésia do Sul ou a Rodésia, está enfrentando um problema crescente agrária que se sobrepõem a turbulência geopolítica devido ao seu isolamento.

Maior parte do território é ocupada por um planalto sul-oeste ao nordeste, o estepe elevada, o que muitas vezes ultrapassa o m 1400 e abrange um quarto do território.

Alívio

A intrusão do Great Dyke, onde estão localizados a maioria da riqueza mineral do país, atravessa cerca de 480 km. O Veld média, noroeste e sudeste, fica entre 700 e 1400 m. Sudeste, para baixo Veld - em todo o vale do Zambeze e na bacia do Limpopo - que não exceda 900 metros, é menos povoadas e menos desenvolvidas. Chimanimani Montanhas e Inyanga (2593 m no monte Inyangani) são os mais altos do país. Victoria Falls e Parque Nacional Hwange são os locais mais notáveis naturais.

População

Quase 98% da população, estimada em 11,2 milhões de pessoas, é de ascendência Africano, sendo o restante composto de brancos, asiáticos e mestiços. O número de brancos - o ex-Rodésia, sul-africanos e britânicos - chegou a 277.000 em 1977 para baixo para 100.000 em 1989.

A maioria negra é composta principalmente de Bantu, incluindo o Shona ou Mashona, formam o maior grupo étnico (71% aborígene) cerca de 15,8% dos negros estão Ndebele. Quase 80% dos brancos vive em cidades, enquanto 85% dos negros estão localizados em áreas rurais.

A população urbana não ultrapassa 26,5%. Aglomerações Harare (anteriormente Salisbury) e Bulawayo, as duas principais cidades, lar de 1,5 milhão de habitantes, respectivamente, e 621.742 habitantes.

Economia

Orientação economia "colonial" cessou em 1965 com a declaração unilateral de independência da minoria branca ea decisão das Nações Unidas a tomar medidas de retaliação contra as sanções separatistas que levou ao desenvolvimento indústria.

Agricultura

De acordo com a lei sobre a distribuição de terra 1930 (Terra Rateio Act), os brancos, antes da independência, ocupou 47% do território, as "reservas" (terra atribuída aos africanos) também de 47% para o restante parques nacionais.

Após mudanças ocorreram sob a lei sobre a divisão da terra em 1970 (Lei da Posse da Terra), o princípio da atribuição de terras com base em raça foi abolido em 1979. Um ano após a independência, o governo adquiriu suas terras para os brancos para redistribuição aos africanos.

Principal fonte de renda para 70% da população, a agricultura tem apenas 21% da renda nacional. A maioria das culturas de caixa para exportação, ainda são de grandes fazendas de propriedade de brancos. A produção de tabaco está em declínio.

Gado, algodão, sorgo, trigo e recorde de açúcar, no entanto, uma progressão. Milho e milheto são a base da alimentação dos zimbabuanos; gado é sua principal forma de acumulação.

Energia e Indústria

A Kariba, no rio Zambeze, uma barragem construída em 1960 e mantendo um lago artificial ao longo de 282 km garante o fornecimento de energia elétrica. Entre os recursos minerais abundantes são principalmente explorado depósitos de carvão, o cobre, o crómio, o amianto, platina e ouro.

Para atender a seus produtos petrolíferos, Zimbabwe só podem recorrer a importações. Fabricação, concentrada em Harare e Bulawayo, responde por quase 31% na composição do PIB. Os principais produtos são metalurgia (mineração e industrial local Redcliff), têxteis, produtos químicos, couro e tabaco.

Transportes e comunicações

O Zimbabué é um país sem litoral, mas ligado aos portos dos oceanos Índico e Pacífico por uma rede ferroviária herdada da era colonial. O sistema de comunicação é baseado, em parte, a linha de trem que passa ao sul de Bulawayo, e continua através de Botsuana para a África do Sul, as outras duas linhas para o transporte de mercadorias para porta sites de Maputo e na Beira, Moçambique (distúrbios crônicos vividos por ex-colônia Português, no entanto, afetar a sua operação).

A quarta linha, a nordeste de Bulawayo, é o minério exportado (cobre), através da Zâmbia e da província congolesa de Katanga (ex-Shaba), à porta angolana de Benguela, mas conhece o seu funcionamento riscos decorrentes da guerra civil que viu o Angola quase permanente desde 1975.

Fonte: www.afrique-planete.com

Zimbábue

Zimbabwe (zimbäbwa), antiga Rodésia, oficialmente República do Zimbabwe, república (2005 pop est. 12747000), 150.803 sq mi (390.580 km ²), S África central.

É limitado a norte pela Zâmbia, no nordeste e leste por Moçambique, a sul pela África do Sul e no sudoeste e oeste pelo Botswana. Harare (anteriormente Salisbury) é a capital e maior cidade.

História

Os restos mortais de humanos primitivos, que datam 500 mil anos, foram descobertos na atual Zimbábue. Primeiros colonos da terra, os khoisan, datam de 200 aC Depois de um período de dominação Bantu, o povo Shona governado, seguido pelo Nguni e os povos Zulu. Por meados do século 19 os descendentes dos Nguni e Zulu, os Ndebele, havia estabelecido um reino poderoso guerreiro.

Os primeiros exploradores ingleses, colonos e missionários chegaram na década de 1850, eo afluxo maciço de estrangeiros levou ao estabelecimento da Rodésia território, em homenagem a Cecil Rhodes da Companhia Britânica da África do Sul. Em 1923, os colonos europeus votaram para se tornar a colônia auto-governante britânica da Rodésia do Sul.

Depois de uma federação breve com a Rodésia do Norte (atual Zâmbia) e Niassalândia (hoje Malawi) no mundo pós-período da II Guerra, a Rodésia do Sul (também conhecido como Rodésia) escolheu permanecer uma colônia quando seus dois sócios votaram pela independência em 1963.

Governo de minoria branca declara independência da Grã-Bretanha

Em 11 de novembro de 1965, o governo conservador de minoria branca da Rodésia declarou sua independência da Grã-Bretanha. O país resistiu às demandas dos negros africanos, eo primeiro-ministro Ian Smith resistido à pressão britânica, sanções econômicas, e ataques de guerrilheiros em seu esforço para defender a supremacia branca.

Em 1 de março de 1970, a Rodésia formalmente proclamou-se uma república. Guerra de guerrilha elevada e uma retirada de Sul Africano ajuda militar em 1976 marcou o início do colapso de 11 de Smith anos de resistência.

Preto movimentos nacionalistas foram conduzidos pelo Bispo Abel Muzorewa do Congresso Nacional Africano e Sithole Ndabaningi, que eram moderados, e os líderes da guerrilha Robert Mugabe do Africano do Zimbabwe National Union (ZANU) e Joshua Nkomo do Africano do Zimbabwe Popular União (ZAPU), que defendeu revolução.

Em 3 de março de 1978, Smith, Muzorewa, Sithole, e Chefe Jeremias Chirau assinou um acordo para transferir o poder para a maioria negra até 31 de dezembro de 1978. Eles formaram um conselho executivo, com presidência rotativa, mas com Smith manter o título de primeiro-ministro.

Os negros foram nomeados para cada ministério gabinete, servindo como coministers com os brancos que já possuem essas mensagens. Nações africanas e líderes rebeldes imediatamente denunciou a ação, mas os governos ocidentais eram mais reservados, embora nenhum concedido reconhecimento ao novo regime.

Primeiras eleições multirraciais Realizada

A minoria branca finalmente consentiu em realizar eleições multirraciais em 1980, e Robert Mugabe obteve uma vitória esmagadora. O país conseguiu a independência em 17 de abril de 1980, sob o nome de Zimbabwe. Mugabe acabou por estabelecer um estado socialista de partido único, mas, em 1990, ele havia instituído eleições multipartidárias em 1991 e suprimiu todas as referências ao marxismo-leninismo eo socialismo científico da constituição.

As eleições parlamentares em Abril de 1995 deu-partido de Mugabe uma vitória impressionante, com 63 das 65 cadeiras disputadas, e, em 1996, Mugabe ganhou outro mandato de seis anos como presidente.

Em 2000, os veteranos de guerra pela independência do Zimbabwe em 1970 começou de cócoras em terra de propriedade de fazendeiros brancos, em um esforço para recuperar a terra tomada sob britânico-colonização de um terço das terras aráveis do Zimbábue era de propriedade de 4.000 brancos.

Em agosto de 2002, Mugabe ordenou que todos os fazendeiros brancos comerciais a deixar suas terras sem compensação. Apoio de Mugabe para os posseiros e seu governo repressivo levou a sanções contra o Zimbabué estrangeiros.

Uma vez anunciado como um campeão do movimento anticolonial, Mugabe é agora visto por grande parte da comunidade internacional como um governante autoritário responsável por flagrantes violações dos direitos humanos e para o funcionamento da economia de seu país para o chão.

Mugabe Executa Economia no chão

Em março de 2002, o Zimbabwe foi suspenso da Commonwealth of Nations. Naquele mês Mugabe foi reeleito presidente por mais seis anos, em uma eleição descaradamente manipuladas cujos resultados foram reforçados pela milícia do presidente.

Em 2003, a inflação atingiu 300%, o país enfrentou escassez de alimentos, e do sistema de cultivo foram destruídos. Em 2004, o FMI estima que o país havia crescido um terço mais pobre nos últimos cinco anos.

Eleições parlamentares de Março de 2005 foram julgados por monitores internacionais para ser flagrantemente falho. Em abril, o Zimbabué foi reeleito para a Comissão das Nações Unidas sobre Direitos Humanos, ultrajando numerosos países e grupos de direitos humanos.

Em meados de 2005, o Zimbábue demolida suas favelas urbanas e favelas, deixando 700.000 pessoas desabrigadas em uma operação chamada "Drive Out Lixo." Em 2006, o governo lançou a "Operação Roundup", que levou 10 mil pessoas sem teto para fora da capital.

Desde 2000, o Zimbábue tem experimentado hiperinflação precipitada e ruína econômica. Até o final de 2008, a inflação disparou para um incompreensível 231.000.000%, acima de 7000% em 2007, o desemprego atingiu 80%, eo dólar zimbabweano foi basicamente inútil. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Zimbábue tem expectativa de vida mais baixa do mundo.

Rigs Mugabe eleições presidenciais de 2008

Zimbabuanos, claramente cansados com o colapso econômico ea falta de necessidades disponíveis no Zimbábue, expressou sua raiva nas urnas nas eleições presidenciais e parlamentares de março 2008.

O Movimento para a Mudança Democrática ganhou a maioria dos assentos no Parlamento, uma derrota marcante para o partido de Mugabe, ZANU-PF. Quatro dias depois da votação, Morgan Tsvangirai, líder do Movimento para a Mudança Democrática, declarou-se vencedor por uma estreita margem. Mugabe se recusou a admitir até que a contagem dos votos foi concluída.

Mais de um mês depois da eleição, howvever, o voto ainda não era completa. Tribunal Superior do Zimbábue rejeitou pedido da oposição para a liberação dos resultados eleitorais. Muitos observadores especularam que Mugabe ordenou o atraso ou intimidar as autoridades eleitorais ou para fraudar os resultados a seu favor.

De fato, em abril a polícia invadiu os escritórios da oposição e monitores eleitorais e detiveram dezenas de pessoas para interrogatório. Após a eleição, os partidários de Mugabe iniciou uma campanha brutal de violência contra a oposição, que deixou mais de 30 mortos e centenas de feridos. Tsvangirai abandonou o país, temendo tentativas de assassinato. Ele retornou ao Zimbábue no final de maio.

Em 2 de maio, os funcionários eleitorais finalmente divulgou os resultados da votação, com Tsvangirai derrotar o presidente Robert Mugabe, de 47,9% para 43,2%. Um segundo turno foi necessária porque nenhum dos candidatos obteve mais de 50%.

No preparativos para o segundo turno da eleição, a polícia intensificou a sua ofensiva sobre Tsvangirai e os membros do seu partido. Na verdade, pelo menos 85 apoiantes do seu partido foram mortos em violência apoiada pelo governo.

Funcionários proibidos comícios e repetidamente Tsvangirai detido por tentativa de fazê-lo. Além disso, o vice-superior de Tsvangirai, Tendai Biti, foi detido sob a acusação de traição.

Biti negou que ele cometido traição, e vários membros do Parlamento alegou que as acusações foram forjadas.

Em junho, Mugabe barrado grupos humanitários de fornecer ajuda no movimento do país uma drástica que organizações de ajuda estimadas negaria cerca de dois milhões de pessoas muito necessária assistência. A proibição de grupos de ajuda foi suspensa em setembro, e os grupos de ajuda estavam corretos em sua previsão de que o sofrimento de quase dois milhões de zimbabuanos iria intensificar sob a proibição.

Líderes mundiais condenam os Eleição

A eleição presidencial teve lugar no final de junho, mas não foi livre nem justa. No entanto, Mugabe foi eleito para um sexto mandato, tendo 85% dos votos. O presidente Bush juntou-se ao coro de líderes mundiais que condenaram a eleição e a repressão patrocinada pelo governo sobre a oposição.

China e Rússia, no entanto, bloqueou o esforço liderado pelos EUA no Conselho de Segurança da ONU para impor sanções ao Zimbabwe. Bush respondeu em julho, expandindo as sanções existentes dos EUA contra Mugabe no Zimbábue, empresas e indivíduos.

Em agosto, Lovemore Moyo, presidente nacional do partido de oposição Movimento para a Mudança Democrática, foi eleito para o cargo de alto-falante poderoso do Parlamento, 110-98, prevalecendo sobre o candidato do partido do presidente Mugabe, ZANU-PF. É a primeira vez que um membro da oposição ocupa o cargo desde Zimbabwe independência em 1980.

Acordo de partilha de poder

Presidente Mugabe e Tsvangirai concordaram em um acordo de partilha de poder em setembro, que instou os líderes a compartilhar o poder executivo. Sob o acordo, Tsvangirai vai servir como primeiro-ministro ea oposição vai controlar 16 ministérios.

O partido do governo vai controlar 15; Mugabe continuará como presidente. Sul-Africano presidente Thabo Mbeki intermediou o negócio, mas seus laços estreitos com Mugabe solicitado observadores e aliados de Tsvangirai a questionar a sua neutralidade.

Ambos os lados, no entanto, recusou-se a sugestões negoitators que Mugabe e Tsvangirai controle acionário sobre o Ministério do Interior, que controla a força policial, protelando a implementação do acordo. As conversações se arrastou para o restante de 2008, mas o lado dois não conseguiram chegar a um consenso.

Como se a vida não fosse insuportável o suficiente no Zimbábue, com seus moradores enfrentam a fome, prateleiras vazias, um sistema de saúde inexistente, o desemprego galopante, a inflação de um por cento 231000000 impressionante, ea instabilidade política óbvia, uma epidemia de cólera eclodiu em agosto de 2008 . Pelo menos 565 pessoas morreram da doença no final do ano, e um outro 12.000 foram infectadas.

Tsvangirai concordaram em janeiro de 2009 para entrar em um governo de partilha de poder com Mugabe, e ele foi empossado como primeiro-ministro em fevereiro. Movimento de Tsvangirai para a Mudança Democrática irá controlar 13 dos 31 ministérios no novo governo, enquanto Mugabe Zanu-PF foram alocados 15. As partes irão compartilhar a responsabilidade pela contestada home-ministério de assuntos, que supervisiona a polícia.

Economia

Economia do Zimbábue é basicamente agrícola. O setor agropecuário anteriormente comercial forte foi jogado em desordem com a desapropriação de fazendas de proprietários brancos, que começou em 2000, e da substituição de grandes fazendas eficientes com menores trabalhadas por agricultores inexperientes.

Anteriormente um exportador de alimentos, Zimbabwe agora deve importar grãos. O milho é a fonte de alimento principal, e algodão e tabaco as principais culturas de rendimento. Outros produtos incluem trigo, café, cana de açúcar, e amendoim. Há também plantações de chá no país; produção leiteira é importante em estepe alta. Ovelhas, cabras e porcos são criados.

Florestas na SE Zimbábue produzir madeiras valiosas, incluindo teca e mogno. O país é dotado de uma ampla variedade de recursos minerais. Existe extensa mineração (carvão, ouro, platina, minério de cobre, níquel, estanho, a argila, o minério de crómio, e ferro), e os depósitos de diamante foram significativas discoverd no cento 21.

Entre os produtos industriais do Zimbabwe são de aço, produtos de madeira, produtos químicos, fertilizantes, vestuário e calçado, produtos alimentares e bebidas. Maior parte da energia do Zimbábue é gerada por uma usina hidrelétrica na Barragem de Kariba , no rio Zambeze.

O país tem boa estrada e redes ferroviárias e de serviço aéreo doméstico e internacional. As principais exportações são o tabaco, algodão, ouro, ferroligas, produtos têxteis e vestuário. Importações incluem máquinas, equipamentos, transporte, bens manufaturados, produtos químicos e combustíveis. África do Sul é, de longe, o maior parceiro comercial, seguido pela China, Japão e Zâmbia.

Terra e Povo

O terreno é principalmente um platô de quatro regiões. O estepe elevada, acima de 4.000 pés (1.219 m), atravessa o país de sudoeste para nordeste. Em cada lado do mesmo encontra-se a meio veld, 3000 a 4000 pés (914-1,219 m) de altura, e para além dela o veld baixo, em altitudes inferiores a 3000 pés (914 m).

A quarta região, o Eastern Highlands, é um cinto estreito e montanhosa ao longo da fronteira com Moçambique, onde o ponto mais alto no Zimbábue, MT. Inyangani (8.503 pés / 2.592 m), está de pé. O Zimbabwe tem um extenso sistema de parques nacionais, incluindo Hwange e Victoria Falls, tanto no oeste.

Precipitação varia de cerca de 70 polegadas (178 cm) nas Terras Altas para menos de 25 polegadas (64 cm) do sul. Além de Harare, outras cidades incluem Bulawayo , Chitungwiza, Gweru, e Mutare.

Cerca de 82% da população pertence ao grupo Shona étnica, enquanto 14% são Ndebele. Há pequenas minorias de ascendência mista e asiáticos. Desde a independência, em 1980, a população europeia do Zimbábue caiu para menos de 100.000.

Língua oficial do Zimbábue é o Inglês, com Shona e Ndebele sendo as línguas predominantes africanos. Cerca de metade da população pratica uma mistura de religiões cristãs e indígenas, o equilíbrio das pessoas estão divididos quase igualmente entre os dois.

Geografia

Zimbábue, um país encravado no centro-sul da África, é um pouco menor do que a Califórnia. Faz fronteira com o Botswana no oeste, no norte da Zâmbia, Moçambique, a leste, e da África do Sul, a sul.

Governo

Democracia parlamentar.

Fonte: www.infoplease.com

Zimbábue

Perfil

As fortunas do Zimbabwe há quase três décadas foi amarrado ao presidente Robert Mugabe, o ativista pró-independência que tomou o controle de uma pequena comunidade branca e tornou-se o primeiro líder negro do país.

Até as eleições legislativas de 2008, o Zimbábue foi efetivamente um Estado de partido único, governado por Mugabe Zanu-PF.

Um acordo de partilha de poder acordado após as eleições levantou esperanças de que Mugabe possa estar preparado para abrir mão de alguns de seus poderes.

A parceria foi instável e muitas vezes amarga, mas a coalizão conseguiu aprovação de um novo projeto de Constituição, que será submetida a um referendo antes das próximas eleições, em 2013.

Enquanto isso, Mugabe preside uma nação cuja economia ainda está em frangalhos, onde a pobreza eo desemprego são conflitos endémicos e políticos e comuns repressão.

Zimbabwe é a casa de Victoria Falls, uma das maravilhas naturais do mundo, os recintos de pedra da Grande Zimbabwe - restos de um império passado - e manadas de elefantes e outros jogos de roaming vastas extensões de deserto.

Durante anos foi um grande produtor de tabaco e uma cesta de pão potencial para países vizinhos.

Mas a apreensão forçada de quase todas as fazendas de proprietários brancos comerciais, com o objetivo declarado de beneficiar zimbabuanos negros sem terra, levou a fortes quedas na produção e precipitou o colapso da economia baseada na agricultura. O país tem sofrido uma inflação galopante e alimentos crítica e falta de combustível.

Muitos zimbabuanos sobreviver de esmolas de grãos. Outros votaram com os pés, centenas de milhares de zimbabweanos, incluindo muito necessários profissionais, emigraram.

Agências de ajuda humanitária e críticos, em parte, culpa a escassez de alimentos no programa de reforma agrária. O governo culpa a seca de longa duração, e Mugabe acusou a Grã-Bretanha e seus aliados de sabotar a economia em vingança para o programa de redistribuição.

Unidade do governo demolição urbana favela em 2005 atraiu a condenação mais internacional. O presidente disse que era um esforço para impulsionar a lei ea ordem e desenvolvimento; críticos o acusaram de destruir favelas apoiantes da oposição de habitação.

A antiga Rodésia tem uma história de conflito, com os colonos brancos desapropriando a população residente, exércitos de guerrilha, forçando o governo branco submeter-se a eleições, e os líderes pós-independência cometer atrocidades em áreas do sul, onde ela não tinha o apoio do povo Matabele.

Zimbabwe teve uma relação complicada com a Commonwealth - que foi suspensa após polêmica do Presidente Mugabe a reeleição em 2002 e mais tarde anunciou que estava saindo para o bem.

Zimbábue
Zimbabwe foi colonizada por Cecil John Rhodes (centro) no final de 1800. O país foi chamado Rodésia do Sul depois dele

Uma cronologia dos principais eventos:

1.200 de 1600 - ascensão e declínio do domínio Monomotapa, que teria sido associado com o Grande Zimbabwe e de ter sido envolvido na mineração de ouro e comércio internacional.

1830 - as pessoas que fogem de Ndebele Zulu violência e migração Boer na atual movimento África do Sul para o norte e se estabelecer em que se torna conhecido como Matabeleland.

1830-1890 - Os caçadores europeus, comerciantes e missionários explorar a região do sul. Eles incluem Cecil John Rhodes.

1889 - British Rhodes África do Sul Company (BSA) ganha um mandato britânico para colonizar o que torna a Rodésia do Sul.

Brancos resolver

1890 - Pioneer coluna de colonos brancos chega do sul no local da futura capital de Harare.

1893 - Ndebele levante contra BSA regra é esmagado.

1922 - BSA administração termina, opta minoritários brancos para auto-governo.

1930 - Rateio Terra Lei restringe o acesso à terra preta, forçando muitos a trabalho assalariado.

1930-1960 - Preto oposição ao regime colonial cresce. Surgimento em 1960 de grupos nacionalistas - o Zimbábue Africano Popular União (Zapu) eo Zimbábue Nacional Africano União (Zanu).

1953 - Grã-Bretanha cria a Central Africano Federação, composta por Rodésia do Sul (Zimbabwe), Rodésia do Norte (Zâmbia) e Niassalândia (Malawi).

1963 - Federação rompe quando a independência ganho Zâmbia e Malawi.

Smith declara UDI

1964 - Ian Smith, da Frente Rhodesian (RF) torna-se primeiro-ministro, tenta convencer a Grã-Bretanha a conceder a independência.

1965 - Smith declara unilateralmente a independência sob domínio da minoria branca, o que provocou indignação internacional e sanções econômicas.

1972 - guerra de guerrilha contra o regime branco intensifica, com rivais Zanu e Zapu operando fora da Zâmbia e Moçambique.

1978 - rendimentos Smith a pressão para a solução negociada. As eleições para legislatura de transição boicotada pela Frente Patriótica composta de Zanu e Zapu. Novo governo do Zimbabwe Rodésia, liderada pelo bispo Abel Muzorewa, deixa de ganhar reconhecimento internacional. A guerra civil continua.

1979 - British-intermediadas todos os partidos palestras em Lancaster House, em Londres levar a um acordo de paz ea nova Constituição, que garante os direitos das minorias.

Independência

1980 - O veterano líder pró-independência Robert Mugabe e seus Zanu partido vencer as eleições britânico supervisionados independência. Mugabe é nomeado primeiro-ministro e líder inclui Zapu Joshua Nkomo, em seu gabinete. Independência em 18 de Abril é reconhecido internacionalmente.

1982 - sacos Mugabe Nkomo, acusando-o de preparar-se para derrubar o governo.

Norte-coreano Brigada treinada Quinta implantado para esmagar a rebelião pró-Nkomo ex-guerrilheiros nas províncias de Midlands e Matabeleland. As forças do governo são acusadas de matar milhares de civis nos próximos anos.

1987 - Robert Mugabe, Nkomo fundir as suas partes para formar o Zanu-PF, acabar com a violência em áreas do sul.

1987 - alterações Mugabe Constituição, torna-se presidente executivo.

1991 - A Comunidade adota a Declaração de Harare em sua cúpula no Zimbábue, reafirmando seus objetivos de promoção da paz e da segurança internacionais, democracia, liberdade, dos direitos individuais e igual para todos.

1998 - A crise econômica acompanhada por revoltas e greves.

1999 - A crise econômica persistir, o envolvimento militar do Zimbábue na guerra civil do Congo torna-se cada vez mais impopular.

Movimento para a Mudança Democrática (MDC) formado.

Convulsões Fazenda

Fevereiro de 2000 - O presidente Mugabe sofre derrota em referendo sobre projeto de Constituição.

Posseiros apreender centenas de fazendas de proprietários brancos em uma campanha em curso e violentos para recuperar o que dizem foi roubada por colonizadores.

Junho de 2000 - Eleições parlamentares: Zanu-PF estreita luta com um desafio do Movimento para a Mudança Democrática (MDC), liderado por Morgan Tsvangirai, mas perde seu poder de mudar a Constituição.

2001 Maio - O ministro da Defesa Moven Mahachi morto em um acidente de carro - o segundo ministro a morrer dessa forma em um mês.

Julho de 2001 - O ministro das Finanças Simba Makoni reconhece publicamente crise econômica, dizendo que as reservas externas estão esgotadas e alerta de escassez de alimentos. Doadores mais ocidentais, incluindo o Banco Mundial eo FMI, têm cortar a ajuda por causa da apreensão do Presidente Mugabe terra programa.

Fevereiro de 2002 - O Parlamento aprova uma lei que limita a liberdade de imprensa. A União Europeia impõe sanções contra o Zimbábue e retira observadores sua eleição após o líder da equipe da UE é expulso.

Março de 2002 - Mugabe reeleito nas eleições presidenciais condenados como falhas graves pela oposição e observadores estrangeiros. Commonwealth suspende Zimbabwe de seus conselhos para um ano depois de concluir que as eleições foram marcadas por altos níveis de violência.

A escassez de alimentos

De abril de 2002 - Estado de desastre declarado como o agravamento da escassez de alimentos ameaça a fome.

Junho de 2002 - 45 dias de contagem regressiva para 2900 alguns agricultores brancos a deixar sua terra começa, nos termos de uma lei de aquisição de terras-aprovada em maio.

Protestos

Março de 2003 - amplamente observado greve geral é seguido por prisões e espancamentos.

Junho de 2003 - Movimento para a Mudança Democrática (MDC), Morgan Tsvangirai, líder é preso duas vezes durante uma semana de protestos da oposição.

Ele é acusado de traição, adicionar a uma acusação de traição existente a partir de 2002, mais de um suposto plano para matar o presidente Mugabe.

Novembro de 2003 - Canaan Banana, o primeiro presidente do Zimbábue, preto, morre 67 anos.

De dezembro de 2003 - Zimbabwe retira da Commonwealth após a organização decida prorrogar suspensão do país por tempo indeterminado.

Março de 2004 - Um grupo de mercenários supostamente a caminho de Guiné Equatorial para um golpe de Estado é interceptado após o desembarque no aeroporto de Harare. Seu líder, nacional britânico Simon Mann, é condenado a sete anos de prisão por tentar comprar armas.

Outubro de 2004 - O líder da oposição Morgan Tsvangirai é absolvido das acusações de traição relativos a um suposto plano para matar o presidente Mugabe. Ele enfrenta uma acusação de traição separado.

De janeiro de 2005 - Os EUA rótulos Zimbábue como um dos do mundo seis "postos avançados da tirania". Zimbábue rejeita a declaração.

Março de 2005 - ZANU-PF partido ganha dois terços dos votos em eleições parlamentares. Principal partido da oposição diz que a eleição foi fraudada contra ele.

Urbana "clean-up"

Maio-Julho de 2005 - Dezenas de milhares de habitações favelas e bancas de rua ilegais são destruídos como parte de uma "limpeza" do programa. A ONU estima que a unidade deixou cerca de 700 mil pessoas desabrigadas.

Agosto de 2005 - Procuradores soltar acusações de traição restantes contra o líder da oposição Morgan Tsvangirai.

Novembro de 2005 - ZANU-PF partido ganha uma esmagadora maioria de assentos em uma casa recém-criado alta do Parlamento, o Senado.

A oposição MDC divide sobre a decisão de seu líder de boicotar a votação.

Dezembro de 2005 - chefe humanitário da ONU, Jan Egeland, diz Zimbábue está em "colapso".

Inflação galopante

Maio de 2006 - Ano-a-ano de inflação superior a 1.000%. Novas notas, com três zeros excluídos de seus valores, são introduzidas em agosto.

Setembro de 2006 - A polícia de choque interromper uma manifestação prevista contra a manipulação do governo da crise econômica. Os líderes sindicais são levados em custódia e depois hospitalizado, alegadamente depois de ter sido torturado.

De dezembro de 2006 - ZANU-PF, aprova um plano para mover eleições presidenciais 2008-2010, efetivamente estendendo regra de Mugabe por dois anos.

Fevereiro de 2007 - Ralis, as manifestações proibidas por três meses. A proibição é estendida em maio.

Março de 2007 - O líder da oposição, Morgan Tsvangirai, está hospitalizado depois de sua prisão em um comício. Um homem é morto a tiros quando a polícia de choque mover para dispersar a reunião.

Maio de 2007 - Advertências de cortes de energia de até 20 horas por dia, enquanto a eletricidade é desviado para a agricultura.

Junho de 2007 - ZANU-PF e MDC oposição manter conversações preliminares na África do Sul.

Crise eleições

Março de 2008 - Eleições presidenciais e parlamentares. Oposição MDC reivindica a vitória.

2008 Maio - corpo Eleitoral diz que Tsvangirai ganhou a maioria dos votos na eleição presidencial, mas não o suficiente para evitar um segundo turno contra Mugabe.

Junho de 2008 - Run-off vai à frente. Mugabe declarado vencedor. Tsvangirai saiu dias antes da votação, reclamando de intimidação.

Rússia, China vetar um apoiado pelo Ocidente resolução da ONU para impor sanções.

Acordo de partilha de poder

De julho de 2008 - UE, EUA ampliar sanções contra os líderes do Zimbábue.

2008 setembro - Mugabe, Tsvangirai sinal acordo de partilha de poder. Implementação barracas sobre quem fica com principais cargos ministeriais.

De dezembro de 2008 - Zimbabwe declara emergência nacional por uma epidemia de cólera e do colapso do seu sistema de saúde.

2009 Janeiro - O governo permite o uso de moedas estrangeiras para tentar hiperinflação tronco.

2009 Fevereiro - Tsvangirai toma posse como primeiro-ministro, depois de conversas prolongadas sobre formação de governo.

2009 Março - esposa de Tsvangirai é morto em um acidente de carro. Ele está ferido.

Os preços de varejo caem pela primeira vez depois de anos de hiperinflação.

Junho de 2009 - Revisão Constitucional começa.

Tsvangirai passeios Europa e EUA em busca de apoio dos doadores.

De setembro de 2009 - Um ano após acordo de partilha de poder, MDC permanece frustrado e alega perseguição e violência contra os membros.

Chegada da UE e delegações dos EUA vistos como sinais de degelo nas relações estrangeiras. Ambos mantêm posição sobre sanções específicas.

FMI oferece 400 milhões dólares de apoio como parte do G20 acordo para ajudar os Estados membros.

Outubro de 2009 - Mugabe apela para novo começo para as relações com o Ocidente.

De janeiro de 2010 - O primeiro-ministro Morgan Tsvangirai pede a flexibilização das sanções específicas, dizendo o progresso do governo de unidade deveria ser recompensado.

Tribunal Superior do Zimbábue rejeita a decisão do tribunal regional contra o programa do Presidente Mugabe de reforma agrária.

2010 Março - As forças de nova regra de capital estrangeiro as empresas a vender participação majoritária para os moradores.

Junho de 2010 - Os agricultores comerciais dizem que estão sob uma onda renovada de ataques.

2010 Agosto - Zimbabwe retoma as vendas de diamantes oficiais, em meio a polêmica sobre os abusos relatados direitos nos campos de diamantes de Marange.

2010 Setembro - Premier Tsvangirai alega violência partido no poder instigar a consultas públicas sobre nova Constituição.

2010 Dezembro - ZANU-PF, nomeia o Presidente Mugabe como candidato para a corrida presidencial seguinte.

Grace Mugabe esposa toma medidas legais sobre os créditos liberados pelo WikiLeaks que ela lucrou com comércio ilegal de diamantes.

2011 Fevereiro - União Europeia facilita sanções ao Zimbabwe por retirar o nome de 35 de partidários do presidente Mugabe a partir de uma lista de pessoas cujos bens foram congelados.

2011 Março - O primeiro-ministro Tsvangirai diz que governo de unidade impotente pela ZANU-PF violência e desrespeito à partilha de poder negócio.

2011 Agosto - Geral Solomon Mujuru, um dos políticos mais experientes do país, morre em um incêndio misterioso.

2011 Novembro - O Processo de Kimberly, que regula a indústria mundial de diamantes, levanta a proibição da exportação de diamantes de dois dos campos do Zimbábue Marange.

2011 Dezembro - Presidente Mugabe diz que vai disputar as próximas eleições. Ele condena o governo de partilha de poder atual como um monstro.

2012 Fevereiro - União Europeia levanta sanções em alguns zimbabuanos proeminentes, mantendo as restrições de viagem eo congelamento dos bens do Presidente Mugabe.

Comissão Especial Constitucional conclui projeto de nova Constituição, mas a ZANU-PF eo MDC continuam a brigar sobre os detalhes.

2012 Abril - A violência política declaradamente em ascensão, com MDC reclamando que seus comícios têm sido repetidamente desligado.

Corrida para as eleições

2012 Outubro - Ativistas de direitos humanos dizem que as estruturas repressivas instrumentais em 2008 violência eleitoral estão sendo reativadas.

O primeiro-ministro Morgan Tsvangirai ameaça retirar-se do governo de unidade, citando a violência contra os membros de seu partido.

2013 Janeiro - As negociações envolvendo o presidente Mugabe eo primeiro-ministro Morgan Tsvangirai chegar a um acordo sobre um novo projeto de Constituição.

2013 Fevereiro - O governo anuncia que é a realização de um referendo sobre uma nova Constituição, com 16 conjunto de março como uma data "tentativa" para a votação. Novas eleições serão realizadas após o referendo.

Fonte: news.bbc.co.uk

Zimbábue

História

Mapungubwe e Grande Zimbabwe: 11 - c 15. AD

O planalto entre o Zambeze e rios Limpopo, no sudeste da África, oferece ricas oportunidades para o assentamento humano. Suas pastagens fazer pastagem excelente para o gado.

As presas de elefantes mortos fornecem uma base fácil para um comércio de marfim. Uma costura de ouro, correndo ao longo da maior cume, mostra sinais de ter sido trabalhado em pelo menos quatro lugares antes de 1000 AD.

O centro comercial mais antigo importante está em Mapungubwe, na margem do Rio Limpopo. O acordo é estabelecido por um povo pastoreio de gado, cuja crescente prosperidade leva ao aparecimento de um tribunal sofisticado e elite dominante.

Em 1075 o governante de Mapungubwe separa a sua habitação própria dos de seu povo. Ele se move sua corte da planície para o topo de uma colina de arenito, onde ele governa de um palácio com imponentes paredes de pedra.

É o primeiro exemplo do zimbabwe desta região -. Uma palavra em Shona, a língua Bantu local, que significa "casa de pedra", literalmente, Zimbabwe tornar as habitações característicos de caciques, e cerca de 100 ruínas hilltop deste tipo sobreviver.

Facilmente o mais impressionante é o grupo conhecido como Grande Zimbabwe, que no século 13 consegue Mapungubwe como o poder dominante Shona - com um reino que se estende por toda a região entre o Limpopo eo Zambeze.

Grande Zimbábue não está perto para a costura de ouro local, mas seu poder deriva de controlar o comércio de ouro. Por este período de minas são afundado a uma profundidade de 100 metros. Mineradores (entre eles mulheres e crianças) descem estes eixos para trazer o metal precioso. Tanto quanto uma tonelada de ouro às vezes é extraído em um ano.

Os edifícios do Grande Zimbábue são a prova do trabalho igualmente grande. Paredes de pedra maciços encerram um complexo do palácio com uma grande torre cônica, enquanto alvenaria de granito impressionante seca-pedra é usado em uma fortaleza ou acrópole no topo de uma colina próxima. A data edifícios dos séculos 13 e 14, o pico de grande poder no Zimbábue.

No século 15 Grande Zimbabwe é eclipsado por dois outros reinos, um para o sul em Khami (perto de Bulawayo moderno) e uma ao norte, perto do Monte Darwin. Este último reino é estabelecido por um governante que é conhecido como o Munhumutapa - um título adoptado por todos os seus sucessores.

O Munhumutapa é o potentado de quem palavra é enviado para casa para a Europa pelos recém-chegados na costa Africano no início do século 16. Sua corte é primeiro atingido por um Português viajante em cerca de 1511.

O reino Ndebele: século 19

Apesar de missionários e comerciantes portugueses, ocasionalmente, fazer o seu caminho no interior da costa, eles têm pouco efeito sobre as tribos africanas que vivem na região da moderna Zimbabwe. É europeus do sul da África, que depois exercem uma influência profunda. Em 1837 os Boers, pressionando norte, conduzir o Ndebele fora do Transvaal e através do Limpopo.

Norte do rio, o chefe Ndebele, Mzilikazi, estabelece um poderoso reino. Como guerreiros e criadores de gado do Ndebele facilmente subjugar a Shona agrícola, residente de longa na região. Mas na década de 1880 os Ndebele são incapazes de resistir a um novo ataque a partir do sul, desta vez conduzida pela comunidade britânica do sul da África.

Cecil Rhodes: AD 1871-1891

No último trimestre do século 19, a força motriz por trás da expansão colonial britânico na África é Cecil Rhodes. Ele chega em Kimberley, na idade de 18 em 1871, o ano em que o diamante ricos filões de rolamento são descobertos ali. Ele faz sua primeira carreira de sucesso como empresário, comprando as reivindicações dos garimpeiros outros na região.

No final dos anos 1880, ele aplica essas mesmas técnicas para as minas de ouro descobertas no Transvaal . Até o final da década suas duas empresas, Minas Consolidadas De Beers e Campos do ouro de África do Sul, dominam a exportação já imensamente valioso Sul-Africano de diamantes e ouro.

Rhodes é agora rico além do alcance da imaginação todos os dias, mas ele quer que esta riqueza para um propósito muito específico. Ele é necessário para realizar o seu sonho de estabelecer colônias britânicas ao norte do Transvaal, como o primeiro passo para a sua grande visão final - uma faixa contínua de império britânico do Cabo até a foz do Nilo.

Os termos de incorporação de empresas de mineração, tanto Rhodes incluir cláusulas que lhes permite investir na expansão do norte, e em 1889 ele forma a British South Africa Company para cumprir esta finalidade precisa. Estabelecida com uma carta real, a sua breve é estender o domínio britânico na África central sem envolver o governo britânico na nova responsabilidade ou despesa.

O primeiro passo para o norte do Zambeze tem urgência considerável no final de 1880. Sabe-se que os Boers do Transvaal está interessado em estender seu território nessa direção. Na luta em desenvolvimento para a África do Português poderia facilmente pressione a oeste de Moçambique. Então, poderia os alemães, que por um acordo de 1886 foram autorizados Tanganyika como uma esfera de interesse.

Rhodes tem vindo a preparar a sua campanha, alguns anos antes da fundação da Companhia Britânica da África do Sul em 1889. Em 1885, ele convence o governo britânico para garantir Bechuanaland , que será o seu trampolim para o norte empurrão. E em 1888 ele ganha uma concessão valiosa de Lobengula, cujo reino é imediatamente a norte do Transvaal.

Lobengula é o filho de Mzilikazi , o líder do Ndebele, que estabeleceu um novo reino (na atual Zimbábue), após ser conduzido ao norte pelos Boers em 1837.

Cinquenta anos depois, em 1888, Lobengula bolsas Rhodes os direitos de mineração em parte de seu território (há relatos de ouro), em troca de 1.000 fuzis, um navio a vapor armado para uso no Zambeze e uma renda mensal de 100 €.

Com esses acordos alcançados satisfatoriamente, Rhodes envia o primeiro grupo de colonos norte de Bechuanaland em 1890. Em setembro, eles depositam-se no local que hoje é de Harare e começar a prospeção de ouro. Em apoio de esquema de Rhodes, o governo declara a área um protetorado britânico em 1891.

O crescimento da Rodésias: 1890-1900 AD

A população de colonos aumenta rapidamente no território administrado pelo British Rhodes da Companhia da África do Sul. Há tantos como 1500 europeus na região por 1892. Mais logo a seguir, em parte graças à evolução dos transportes.

A estrada de ferro do Cabo atingiu Kimberley em 1885, em um momento fortuito pouco antes do início do ambicioso empreendimento de Rhodes (um dos objetivos declarados de sua empresa é estender a linha para o norte do Zambeze).

Trens chegar Bulawayo tão cedo quanto 1896. Victoria Falls é o término do norte em 1904. Enquanto isso, o território foi dado um nome em homenagem ao seu fundador colonial. De 1895 a região até o rio Zambeze é conhecido como Rodésia.

Durante 1890, a empresa tem grande dificuldade em manter a sua presença nestes novos territórios. Lobengula se tenta manter a paz com os britânicos, mas muitos de sua tribo estão ansiosos para expulsar os invasores. A questão vem à cabeça quando Leander Jameson, a administração da região para Rhodes, encontra um pretexto para a guerra em 1893 contra Lobengula.

Com cinco metralhadoras Maxim, Jameson facilmente luta contra seu caminho em curral de Lobengula em Bulawayo. Foge Lobengula, trazendo um fim ao reino Ndebele estabelecido por seu pai. Há uma forte revolta tribal contra os britânicos em 1896-7, mas depois Rhodes empresa traz toda a região até o rio Zambeze sob total controle.

A colônia de colonos: AD 1890-1953

Tal como acontece com os fundadores das primeiras colônias americanas , os primeiros colonos europeus na Rodésia sentir desde o início que o governo deveria estar em suas mãos. Eles insistem em ter uma voz na assembléia legislativa da colônia, que em 1903 é composto por sete funcionários da Companhia Britânica da África do Sul e sete colonos eleitos.

Quatro anos mais tarde, eles têm uma maioria dos assentos. E em 1914, quando a empresa de 25 anos charter expira, é a sua vontade que prevalece.

Auto-governo é a sua ambição. Assim, sua preocupação imediata é não aceitar o abraço de seu grande vizinho, a África do Sul , que está ansioso para absorver esse território rico. Eles persuadir o governo britânico para estender estatutos da empresa por mais de dez anos.

Oito anos mais tarde, com o final da nova Carta se aproximando, um referendo é realizado sobre o assunto (limitado a população europeia da Rodésia). Dos votos, 60% são para interno pleno auto-governo contra 40% que desejam se tornar a quinta província da União da África do Sul.

Em 12 de Setembro de 1923 (33 anos depois do dia da chegada dos primeiros colonos em Harare) Rodésia torna-se uma colônia da coroa auto-governar. Isso prova próspero e bem sucedido, com a população passando de 34.000 europeu na época do referendo para 222.000 30 anos depois.

Na década de 1950 o futuro político de todas as colônias africanas está sob intensa discussão. Entre a população europeia das duas regiões se estabeleceram pela empresa Rhodes, há uma suposição geral de que, mais cedo ou mais tarde Rodésia e Rodésia do Norte irão se fundir para formar uma única nação independente.

Mas este é resistido pelos africanos, agora começando a encontrar uma voz política. Oposição negro é mais forte na colônia do norte, com seu menor minoria muito branco. Aqui, do ponto de vista Africano, o perigo de união parece por demais evidente.

Rodésia do Norte será ofuscada pela cultura europeia forte da Rodésia, adiando indefinidamente, talvez o ideal de independência sob governo de maioria negra.

Federação: AD 1953-1963

Confrontado com demandas conflitantes, e ciente das suas responsabilidades de Niassalândia, bem como os dois Rodésias, o governo britânico em 1953, impõe um compromisso difícil na forma da Federação da Rodésia e Niassalândia. Isto é para ser uma colônia auto-governante, com a sua própria assembleia e primeiro-ministro (primeiro Senhor Malvern, a partir de 1956 e Roy Welensky).

A intenção é obter o maior benefício econômico da unidade maior, minimizando a tensão política entre as três partes da federação, cada um dos quais mantém seu governo local existente.

As colônias federados estão em diferentes estágios de seu desenvolvimento político. Tudo o que eles têm em comum é uma ausência quase completa de qualquer voz Africano no processo político.

Rodésia tem sido uma colônia auto-governante durante três décadas, mas sem sufrágio Africano (uma pequena 'roll B' dos eleitores africanos é adicionado ao eleitorado em 1957). Rodésia do Norte tem um conselho legislativo, desde 1948, dois lugares reservados para os membros africanos. No momento da federação não há africanos no Conselho Legislativo da Niassalândia. Dois anos depois, em 1955, os lugares são encontrados por cinco membros.

Os benefícios econômicos destinados materializar durante os primeiros anos da federação, ajudado por um aumento mundial dos preços do cobre, mas isso não é suficiente para sufocar o aumento da agitação política - particularmente como colônias britânicas em outras partes da África independência vitória (começando com Gana em 1957).

No início de 1960 os políticos africanos na Rodésia do Norte e Niassalândia conquistar o poder cada vez maior em seus conselhos legislativos. A pressão cresce para quebrar a federação. Em março de 1963, época em que todas as três colônias estão exigindo a independência, o governo britânico finalmente admite. A federação é dissolvida formalmente em 31 de dezembro de 1963.

Antes e depois da UDI: 1957-1979 AD

Durante os anos da federação os partidos são formados que, posteriormente, lutar a luta amarga para o futuro de uma Rodésia independente.

No lado Africano o primeiro líder a surgir é Joshua Nkomo. Em 1957 é eleito presidente da filial local do Congresso Nacional Africano. Depois que isso é proibido na Rodésia, funda em 1960 o Partido Democrático Nacional.

Quando esta por sua vez é proibido, em 1961, ele substitui com ZAPU (União Popular Africana do Zimbábue é). Seus colegas ZAPU incluem Ndabaningi Sithole e Robert Mugabe. Juntos, eles se separou de ZAPU em 1963 e formar o rival ZANU (Zimbabwe Nacional Africano União).

Esta pressão política da maioria Africano da Rodésia, combinado com o apoio para a sua causa das Nações Unidas, faz com que o governo federal, em 1961, a introdução de uma nova Constituição, permitindo a representação no parlamento Africano da Rodésia.

Mas a proposta cria a sua própria reação, levando Ian Smith para fundar um novo partido, a Frente da Rodésia, comprometida com políticas de supremacia branca e oferecendo a promessa de uma Rodésia independente governado pela minoria Europeia. Nas eleições de 1962, o novo partido ganha uma vitória surpreendente, substituindo o mais moderado Unidos Federal Partido. Winston campo torna-se primeiro-ministro, com Ian Smith como seu vice.

Em abril de 1964, quatro meses após o fim da federação, Smith substitui campo como primeiro-ministro da Rodésia, agora, mais uma vez uma colônia auto-governante separado. Seu primeiro ato no cargo é de ordenar a prisão de Nkomo e Mugabe. Cada permanece na prisão até 1974 (Sithole se junta a eles a partir de novembro de 1965).

Smith agora tenta convencer o governo britânico a conceder demanda único a Frente de Rhodesian imperiosa - independência com base na regra da minoria branca. Encontro uma recusa plana sobre esta questão, ele leva o assunto em suas próprias mãos. Em 11 de Novembro de 1965, publica uma Declaração Unilateral de Independência (UDI).

A primeira resposta do governo britânico é a diplomacia paciente (incluindo duas reuniões entre Harold Wilson e Smith em navios de guerra ao largo de Gibraltar, o Tigre em 1966 e Sem Medo em 1968), mas esta é atendida pela intransigência por parte de Smith. O resultado é sanções econômicas, impostas pelas Nações Unidas com a aprovação britânico em 1968.

As sanções levar um longo tempo para morder. Enquanto isso, a atividade de guerrilha por ZAPU separado e forças de ZANU através das fronteiras está a ter efeito bem mais inquietante - especialmente depois de Nkomo e Mugabe resolver suas diferenças em 1976 e formar uma frente unida Patriótica.

Em 1978 Smith reconhece a necessidade de concessões. Ele chega a um acordo com um líder moderado Africano, bispo Abel Muzorewa, líder do UANC (Estados Conselho Nacional Africano). Em troca de garantias prestadas brancas interesses políticos e econômicos, multi-raciais eleições serão realizadas em 1979.

Com a Frente Patriótica proibidos de participar, Muzorewa surge como primeiro-ministro de um governo de transição. Mas nada está resolvido. A Frente Patriótica continua a sua campanha de guerrilha.

A situação está finalmente resolvido nas negociações em Londres, em dezembro de 1979, com a presença de todos os três líderes africanos. UDI é derrubada e Rodésia reverte rapidamente para o status de uma colônia britânica. Grã-Bretanha compromete-se a fornecer fundos para comprar a terra dos agricultores britânicos dispostos a vender, para um programa de distribuição de terras muito necessária. As eleições são organizadas para fevereiro de 1980.

Zimbabwe: a partir de 1980 dC

Na eleição ZANU de Mugabe partido ganha uma vitória decisiva sobre Nkomo e ZAPU. A nação recém-independente leva o antigo nome do Zimbabué.

Mugabe governa no início de forma conciliadora. As disposições para proteger direitos políticos europeus são respeitados (Smith continua a servir como um membro do parlamento até 1987). E Nkomo é trazido para o gabinete.

No entanto, há um conflito subjacente entre a ZANU e ZAPU. O primeiro chama o seu apoio ao povo Shona maioria, enquanto ZAPU está ligada com a minoria (mas historicamente dominante) Ndebele . Hostilidades tribais se tornar uma característica notável da vida política do Zimbábue, depois de Mugabe rejeita Nkomo de seu gabinete em 1982, apenas dois anos após a independência.

Em 1987, os dois líderes fazer uma nova tentativa para resolver as divisões do país por meio da fusão de seus partidos como ZANU-PF, tornando o Zimbabwe efetivamente um estado de partido único. Ao mesmo tempo, a Constituição é alterada para dar Mugabe a função de presidente executivo. Nkomo posteriormente serve como vice-presidente (até sua morte em 1999).

Durante a década de 1980 as políticas marxistas Mugabe fazer mal para a economia, mas na moda mudando da década de 1990, há um movimento em direção a um sistema de mercado.

Há também um gesto simbólico para a democracia multipartidária, embora isso não faz nada para impedir que a ZANU-PF ganhar 98% das cadeiras no Parlamento em 1995. Em 1996, Mugabe é eleito para um mandato de seis anos como presidente novo.

Vários fatores causam desconforto generalizado sobre Zimbabwe depois de vinte anos de independência. Adversários políticos são perseguidos. Sithole, por exemplo, é despejado de sua fazenda, em 1994, e é preso em 1995 por supostamente conspirar para assassinar Mugabe. Suspeita-se que o propósito subjacente em cada caso é dissuadi-lo de pé, como um candidato presidencial em 1996.

A comunidade branca é perturbado pelos planos anunciados freqüentemente se apropriar muitas de suas fazendas, sem compensação, para redistribuição aos africanos. E há denúncias de corrupção financeira nos círculos governamentais.

O flare tensões subjacentes se de forma dramática durante o primeiro semestre de 2000. Em fevereiro de Mugabe é derrotado em um referendo projetado para aumentar a sua permanência no poder. Sua resposta é imediata para escalar a sua campanha de longa data para apropriar-se dos grandes fazendas comerciais de propriedade de brancos rodesianos.

Partidários armados de Mugabe, descritos como veteranos da guerra de independência, à força ocupar cerca de 500 fazendas (de um total de 4500 de propriedade de brancos).

Enquanto isso, um novo partido de oposição - o MDC (Movimento para a Mudança Democrática), formada em janeiro e liderado por um sindicalista, Morgan Tsvangirai - mostra sinais de ser capaz de montar um desafio muito sério para a ZANU-PF nas próximas eleições.

A campanha eleitoral é marcada por altos níveis de violência e intimidação de partidários de Mugabe, resultando em 30 ou mais mortes. Mesmo assim, o resultado é estreita. ZANU-PF ganha 62 assentos na nova montagem, com MDC pouco menos de vitória com 57.

Imediatamente após a eleição, em junho de 2000, Mugabe publica uma lista de 804 grandes fazendas comerciais (a maioria, mas não todos, de proprietários brancos) que devem ser apropriados pelo Estado para o reassentamento de camponeses. Ele insiste que a compensação é de responsabilidade do governo britânico.

Isso é algo que, em princípio, é acordado em Londres, uma vez que é amplamente reconhecido que os ancestrais dos agricultores britânicos reivindicou a posse duvidosa sobre essas terras meros cem anos atrás. Sobre a independência, em 1980, havia um esquema de acordo de compensação.

Ele foi interrompido pela Grã-Bretanha em 1988, alegando que o benefício foi resultantes não aos camponeses do Zimbabwe, mas para a elite política (de 2000 fazendas adquiridas pelo governo, desta forma, 420 foram transferidos para a posse de proeminentes ZANU-PF).

O problema da terra é provável que se mantenha na agenda política do Zimbabué vez mais do próprio Mugabe, cujo comportamento ditatorial e tenta se manter no poder tornar-se cada vez mais extrema, como o novo milênio progride.

Eleições de 2008

Em 2007, na campanha para as eleições de 2008 gerais e presidenciais, Tsvangirai é preso a caminho de uma reunião de oração Harare e é severamente espancado e torturado na prisão. Mas, com grande coragem, ele emerge de hospital para continuar sua campanha política contra Mugabe, em um contexto em que a economia do Zimbábue entrou em colapso com a inflação rodando a um nível inédito desde a Alemanha na década de 1920.

Quando as eleições são realizadas, no final de março de 2008, foi anunciado que no concurso parlamentar do partido de Tsvangirai derrotou Mugabe (MDC 99 assentos, o ZANU-PF 97 assentos na Assembleia). E sondagens sugerem que, apesar da intimidação de partidários do MDC, Tsvangirai derrotou Mugabe nas eleições presidenciais.

Mas, apesar de crescente pressão internacional Mugabe recusa-se a divulgar os resultados presidenciais, dizendo apenas que ele será contestando uma segunda rodada. Tsvangirai, convencido de que ele já ganhou, diz que ele irá se recusar a participar de uma rodada ilegal segundo.

Fonte: www.historyworld.net

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