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Hidroginástica

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A aeróbica aquática ou hidroginástica é um esporte que combina os benefícios de aeróbica e natação.

Hidroginástica
Aula de Aeróbica

Deve ser praticada em água morna, porque se a água está fria pode causar dificuldade para respirar e se estiver quente pode causar tonturas e cansaço. Como nos materiais suplementares aeróbicos também são utilizadas, tais como halteres, luvas de neoprene, tornozeleiras e cilindros longo de espuma que resistem a pia. Os últimos são os mesmos utilizados em piscinas para as crianças brincarem e são chamados em alguns lugares como macarrão.

A Hidroginástica traz tanto benefícios físicos e psicológicos: – Ela promove a circulação do sangue.
– Melhora a capacidade respiratória.
– Diminui a freqüência cardíaca de repouso.
– Melhora a atividade conjunta e tônus muscular.
– Remove gordura e previne a obesidade.
– Reflexos melhorados e coordenação.
– Previne contra doenças cardíacas.
– Osteoporose.
– Tem um efeito calmante, reduz o stress.
– Melhora o humor.
– Aumenta a vitalidade.
– Promove e melhora a auto-estima.
– A hidroginástica é um esporte recomendado para pessoas que sofrem de artrite, fibromialgia, osteoporose, etc.

Referências

Um estudo hidroginástica indica que a melhoria da qualidade de vida “, Viton , 5 de junho de 2007. Retirado 20 de maio de 2011.

Fonte:es.wikipedia.org

Hidroginástica

Hidroginástica é um conjunto de exercícios corporais realizados em uma piscina com objetivo da manutenção profilática da saúde. Visa o fortalecimento muscular, o condicionamento físico geral, cardiovascular e respiratório. “A Hidroginástica constitui atividade física de participação ativa, proporciona bem estar e interesse ao praticá-la e ao melhor conhecê-la, criando novas relações com o próximo, o ambiente e consigo mesmo. Acredita-se que a atividade aquática promova um estilo de vida mais saudável e favoreça modificações de comportamento em convergência com uma vida com mais qualidade”, explica Valéria Nascimento (CREF 0627/G-RJ) – Especialista em Performance Humana em Academia pela UFRRJ, Mestre em Ciência da Motricidade Humana pela UCB-RJ e docente da Universidade do Grande Rio e da UFRJ.

A Hidroginástica é uma atividade de intervenção do Profissional de Educação Física, portanto, somente ele está habilitado para tal. “Ela desenvolveu-se de forma exponencial entre as demais formas de exercitação corporal graças ao pioneirismo e à contínua dedicação de Profissionais de Educação Física, tão visionários quanto competentes, que ao longo dos anos revelaram para todos nós as formidáveis possibilidades de ampliação da motricidade humana no meio aquático, através da prática regular e sistematizada dos exercícios, incluídos nos mais variados formatos e programas desenvolvidos para essa atividade”, lembra Leandro Nogueira Salgado Filho (CREF 000829-G/RJ) – Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Gama Filho, professor de Natação e Hidroginástica na EEFD-UFRJ e docente no Curso de Pós-Graduação em Atividades Aquáticas da UGF.

Fonte:www.confef.org.br

Hidroginástica

As origens e a atualidade

Durante séculos os movimentos aquáticos foram utilizados com finalidades recreativas e curativas: devido ao prazer que proporcionava, o número de adeptos foi aumentando. Hoje, essa prática é mais conhecida como hidroginástica, sendo encontrada também com outros nomes, como Acquagym, Ginástica Aquática,Hidroatividade e Aquaeróbica. Esses nem sempre são sinônimos; muitos são programas específicos que são registrados por seus autores.

Porém, a estrutura da aula e os objetivos são os mesmos. No Brasil, segundo Bonachela (2001), a modalidade foi introduzida há aproximadamente vinte anos, não se sabendo exatamente por quem. No início era executada, na maioria das vezes, por pessoas idosas, por não causar lesões osteoarticulares, além de provocar agradável sensação debem-estar.

Com o interesse decorrente, atualmente são vários os objetivos que a demandam: emagrecimento, condicionamento físico, desenvolvimento de força muscular, bem como socialização e alívio do estresse. Assim, por agradar a muitos, conquistou espaços importantes em clubes, spas, academias e hotéis.

Pode ser entendida como prática corporal que utiliza o meio líquido para melhora da aptidão física e mental, como afirma Mazetti (1993) na classificação da modalidade como ginástica de força, por aproveitar a resistência da água como sobrecarga, ressaltando a versatilidade da prática, por possibilitar o trabalho com iniciantes e alunos já condicionados.

Mazarini (1995) também situa a hidroginástica como método de condicionamento físico e modelagem estética, bem como enfatiza que os exercícios adotados têm elementos próprios para fins de aprimoramento e da percepção corporal, além de melhorar a resistência cardiorrespiratória e localizada, favorecendo o desenvolvimento da coordenação motora e dos níveis de flexibilidade.

Bonachela (2001) a define como hidrolocalizada, sendo o conjunto de exercícios físicos executados na água, cujo objetivo é aumentar a força e a resistência muscular, melhorar a capacidade cardiorrespiratória e a amplitude articular, utilizando a resistência da água como sobrecarga. E com isso permite contribuir para melhor qualidade de vida e bem-estar físico dos praticantes.

Baum (2000)conceitua a hidroginástica como Aquaeróbica, que vem a ser o sistema de exercícios utilizado na água, com música, sendo promotor de saúde, natural, agradável e holístico. Sua realização é feita na posição vertical, água na altura do tórax, devendo trabalhar toda a musculatura do corpo. Estrutura-se com aquecimento, condicionamento aeróbico e relaxamento. Destina-se a promover aspectos relacionados com a capacidade física: força, resistência muscular, condicionamento cardiovascular, flexibilidade e bem-estar físico e mental.

Campos (1991) descreve a hidroginástica como programa de exercícios adaptado ao meio, realizado e organizado respeitando-se as peculiaridades da água, cujo objetivo principal é a melhoria da aptidão física em qualquer indivíduo que apresente um mínimo de adaptação aquática. Em síntese, no Projeto Aprender a Nadar entende-se que a prática da hidroginástica transcende a preocupação estética e corporal para além da melhoria do condicionamento físico (resistência, força e flexibilidade),dando espaço à busca do bem-estar.

Particularidades

A hidroginástica possui muitas especificidades, sendo a principal a ser explorada a utilização das já discutidas propriedades da água a favor dos objetivos pretendidos.

Uma das particularidades é decorrente do tipo de atividade realizada na água. Nesta, é raro ocorrer dor muscular pós-exercício, pois na água a ação muscular é concêntrica – caracterizada por um tipo de contração que provoca encurtamento das respectivas fibras. Ocorre, ainda, simetria muscular, ou seja, exercita-se de modo equilibrado todos os grupos musculares devido à resistência multidirecional oferecida pela água. Isso se dá quando não se recorre à utilização de materiais flutuantes nos exercícios.

A diminuição do impacto também é aspecto vantajoso: ocorre devido à força de flutuabilidade que causa a diminuição do peso corporal, como já descrito. Assim, há a possibilidade de explorar exercícios com saltos, já que as articulações não sofrem como no solo. O alongamento é questão controversa; diversos autores discutem sua ação e eficácia. Bonachela (2001) emprega o alongamento no início e no final da aula, afirmando que na água as articulações ficam mais soltas e há o relaxamento natural da musculatura, o que facilita sua ação.

Além disso, apresenta vários de seus objetivos como: redução das tensões musculares, sensação de bem-estar, aumento de amplitude articular, prevenção de lesões, desenvolvimento da consciência corporal e prevenção a diminuição da elasticidade muscular. Maglischo (1999) afirma que o alongamento pode ser perigoso e cita que entorses,estiramentos e lacerações são tipos de lesões que podem resultar do deslocamento dos músculos e do tecido conectivo além do seu estado de extensibilidade.

E sublinha que os alongamentos antes e depois das sessões de aula são funcionais para a preparação do tecido conectivo e devem ser feitos até o ponto em que é sentida a resistência, evitando assim possíveis lesões. Ainda segundo o autor, contrariamente ao que diz Bonachela (2001), o aumento da amplitude articular, ou o aumento da flexibilidade, deve ser buscado em sessões com exercícios e métodos apropriados.

Nessa modalidade a carga é constituída pela própria resistência que a água oferece e pode ser intensificada de três formas simples, aumentando:

 i) a velocidade de execução do movimento;

ii) o comprimento da alavanca, ou seja, fazendo o exercício com a maior amplitude;

iii) a resistência com a água com materiais flutuantes, como luvas, nadadeiras, bóias ou aquadisco.

Também nesse contexto a música é marcante, apresentando-se como fator determinante no rendimento da aula, pois a torna mais atraente e bastante funcional no andamento das atividades, sendo estímulo adicional oferecido aos praticantes. Com ela podemos programar sessões temáticas, baseadas em ritmos,o que no Projeto Aprender a Nadar se tornou um hábito, fazendo aumentar assim a interação social dos praticantes durante todo o semestre.

Os sentimentos e as percepções dos praticantes e do professor são valorizados com a utilização de sons adequados, divertimento, alegria, descontração e euforia, fazendo a música deixar de ser mero pano de fundo e tornando-a realmente mais um atrativo. Outra vantagem de seu uso é a possibilidade de resgatar lembranças importantes de cada pessoa; exemplo disso é a utilização das músicas dos anos 1960-70, que agradam grande parte das pessoas. A identificação pessoal com determinado cantor e ritmo favorecem a criação de ambiente especial e agradável.

Referências bibliográficas

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Manole, 2000.BONACHELA, Vicente. Hidro localizada. Rio de Janeiro, Sprint, 2001.
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MARINS, João C. Bouzas & GIANNICHI, Ronaldo. Avaliação e prescrição de atividade física: guia prático. 2. ed., Rio de Janeiro, Shape,
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Fonte:www.fef.unicamp.br

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