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Problemas Sociais no Brasil

 

A raiz dos Problemas Brasileiros

Os problemas brasileiros atuais têm como causa duas grandes raízes.

Se combatermos essas raízes, a maioria dos problemas, inclusive os mais crônicos, serão gradativamente e automaticamente resolvidos.

As duas raízes que precisamos combater, são:

a) Excesso de liberdade de expressão na TV. (Libertinagens e desrespeito familiar).
b)
Falta de transparência na gestão pública e nos impostos em geral.

1 - Excesso de liberdades na TV (libertinagens)

Esta questão é muito importante porque, em qualquer sociedade, é o comportamento do povo que determina a qualidade de vida que a nação terá. É verdade que o ser humano também é fruto de uma herança genética. No entanto, a parte mais influente é a educação que recebe, seja dos pais, seja do ambiente em que vive, seja da escola, etc... A educação (formal e informal) tem o poder de induzir as pessoas a se tornarem honestas, ou desonestas - respeitadoras, ou desrespeitadoras - prudentes, ou imprudentes - trabalhadoras, ou preguiçosas - corretas, ou espertinhas - decentes, ou indecentes - fiéis, ou infiéis - etc...

Portanto, a conduta humana (atualmente fortemente influenciada pelos veículos de comunicação) é a principal responsável pelos resultados sociais e econômicos de uma nação.

Infelizmente, a partir dos anos 80 e 90 a televisão se tornou o principal “formatador” do modelo de conduta praticado pelo cidadão brasileiro. A TV vem influenciando crianças, jovens, pais, professores e indiretamente até mesmo a herança genética das novas gerações.

O grande problema desta tendência é que na falta de um referencial ético e moral, pré-estabelecido pelo governo para regulamentar a televisão brasileira, a TV baseia-se em si mesma para influenciar a sociedade. Lamentavelmente os assuntos que dão ibope e que fazem “sucesso” são os escândalos, os exageros, os exotismos, as fantasias perigosas, o “prazeismo” inconseqüente, etc... Logo, a influência que a TV faz sobre a sociedade não é a da melhor qualidade. Portanto, se queremos que o cidadão brasileiro absorva um padrão de conduta que torne a nação pacífica e próspera, temos que estabelecer um referencial de conduta (um código de ética) para a televisão brasileira.

Precisamos de um referencial ético e moral que iniba o desrespeito, a obscenidade, a imoralidade, a irreverência, a mentira, a vigarice, a ganância, o ódio, e que dê plena ênfase às verdades sejam elas quais forem. Se não combatermos os distúrbios comportamentais, propagados e estimulados pela TV nos últimos anos, a sociedade brasileira jamais alcançará níveis de desenvolvimento humano que lhe permita obter os resultados de paz e prosperidade que tanto deseja.

2 - Falta de transparência na gestão pública e nos impostos

A política de impostos embutidos (“invisíveis”), impede que o cidadão comum conheça o verdadeiro contribuinte do sistema tributário brasileiro. Esse desconhecimento mantém a sociedade muito passiva mesmo diante das inúmeras injustiças vivenciadas ano após ano. O dia que o cidadão comum descobrir como funciona, de fato, o recolhimento de impostos no Brasil, vai perceber então que o próprio sistema é o causador da maioria dos problemas brasileiros.

Observe que nos países do Primeiro Mundo a diferença salarial, entre simples operários e diretores de empresas, raramente ultrapassa o patamar de 7 vezes, isto é, os diretores não ganham 20 vezes mais que os operários. Mas, aqui, no Brasil, mesmo no setor público essa diferença chega a 50 e 100 vezes.

Tamanha injustiça é tolerada pacificamente porque a maioria dos cidadãos não sabe de onde sai o dinheiro que sustenta a nação. O dia que o cidadão comum descobrir que é, ele, o verdadeiro contribuinte de todos os impostos, certamente vai arregaçar as mangas e ajudar a corrigir os inúmeros absurdos da nossa sociedade. A maioria dos cidadãos ainda não percebeu que as empresas (indústrias, atacadistas, comércios etc.) não contribuem com um único centavo de imposto. Na realidade, elas “pagam” ao governo os valores previamente acrescentados aos preços de seus produtos conforme o Governo sabe e aprova.

Portanto, quem acaba contribuindo, de fato, é o consumidor final (o cidadão comum) que não tem para quem repassar os impostos embutidos no preço que pagou.

Se o governo der um pouco mais de transparência à questão dos tributos (desembutindo os impostos invisíveis, para que o cidadão comum possa vê-los), o povo perceberá a realidade em que vive e dará início às correções sócio-econômicas de que o Brasil tanto precisa.

Valvim M Dutra

Fonte: www.renascebrasil.com.br

Problemas Sociais no Brasil

CORRUPÇÃO: A CAUSA DOS PROBLEMAS SOCIAIS DO BRASIL

A maioria do povo brasileiro tem tido seus direitos humanos desrespeitados diariamente.

Como compreender um país com a sexta economia mundial sendo considerado como um dos piores em qualidade de vida. É muito simples, diariamente casos de corrupção envolvendo autoridades empresariais e governamentais têm sido revelados, sendo mantidos em alta pela impunidade vergonhosa que impera no país.

Esse grande mal tem causado variados e complexos pública apresentada nos exames tanto nacionais problemas sociais como a baixa qualidade da educação como internacionais, a violência, o tráfico de drogas nas favelas e o caos na saúde pública, dentre outros.

A baixa qualidade da educação pública se deve ao desvalor atribuido ao setor, pois, dos 18% dos Recursos da União que deveriam ser aplicados com responsabilidade fiscal na educação, grande parte é utilizada em negociações comerciais superfaturadas, causando um prejuizo irreparável à educação, sendo este fato social uma grande violência a alunos e professores, visto que aqueles são obrigados a aceitar as irregularidades dos prédios escolares e estes têm que fazer educação com uma remuneração injusta, a qual é considerada pelos mais esclarecidos como uma ajuda de custo para a sobrevivência, sendo muitos destes obrigados a enfrentar três turnos de trabalho para receberem em troca o sustento de suas famílias.

Tivemos a oportunidade de assistir no Jornal Nacional em fevereiro de 2008, uma reportagem denunciando o superfaturamento nas negociaçães comerciais para aquisição de bens públicos, quando um reporter (disfaçando sua identidade) ligou a uma empresa solicitando informação de preço de um produto para pessoa física, ao que recebeu a informação de que o produto custaria R$ 40.000,00; após algumas horas ligou novamente solicitando a mesma informação, porém, se apresentando como uma grande autoridade da Prefeitura, ao que recebeu a informação de que o produto custaria R$ 70.000,00.

Essa é uma citação de caso que serve de reflexão de grande relevância para fortalecer o que defendo neste documento. É preciso investir em educação, é de suma importância uma educação de qualidade, capaz de causar um grande impacto na formação de nossas crianças e jovens, afim de que venham a ser cidadãos que respeitam o direito dos seus semelhantes.

É preciso urgentemente valorizar o profissional de educação neste país, e isso urgente, a não ser que queiramos continuar tentando resolver os Vamos parar de pagar para ver problemas sem olhar a causa, e vendo a cada dia serem mais agravantes. nossas crianças e jovens sendo assassinados em nome de política pública. A política que tenta matar os "esconder a causa.

Seria pouco problemas" para inteligente esperar que um país que violentou a educação desde sua descoberta e que ainda hoje, no século XXI não a considera como principal agente de transformação social, econômica, científica e tecnológica, pudesse apresentar em suas estátisticas a nível nacional um baixo índice de violência, de tráfico de drogas, de prostituição e trabalho infantil, lembrando que o combate ao tráfico de drogas nas favelas tem-se constituido o maior homicida do nosso tempo. Portanto, é preciso dar o nome correto ao monstro que atrasa este país, esse monstro chama-se corrupção.

Raimundo da Silva Santos Júnior

Fonte: moodle.eadesaf.serpro.gov.br

Problemas Sociais no Brasil

A desigualdade social acontece quando a distribuição de renda é feita de forma diferente sendo que a maior parte fica nas mãos de poucos.

No Brasil a desigualdade social é uma das maiores do mundo. Por esses acontecimentos existem jovens vulneráveis hoje principalmente na classe de baixa renda, pois a exclusão social os torna cada vez mais supérfluos e incapazes de ter uma vida digna.

Muitos jovens de baixa renda crescem sem ter estrutura na família devido a uma série de conseqüências causadas pela falta de dinheiro sendo: briga entre pais, discussões diárias, falta de estudo, ambiente familiar precário, educação precária, más instalações, alimentação ruim, entre outros.

A desigualdade social tem causado o crescimento de crianças e jovens sem preparação para a vida e muitos deles não conseguem oportunidades e acabam se tornando marginais ou desocupados, às vezes não porque querem, mas sim por não sobrarem alternativas.

Outro fator que agrava essa situação é a violência que cresce a cada dia.

Podemos perceber que o ódio que faz com que uma pessoa se torne violenta sempre tem razões anteriores.

Na maioria das vezes que vemos depoimentos de pessoas envolvidas com violência, as mesmas tiveram na infância situações onde o pai era ausente ou se presente espancava a mãe, a miséria fazia com que os pais vendessem drogas por um prato de comida, pais entregavam filhos para adoção ou até mesmo abandonavam os filhos ao invés de tentar reverter à situação.

Alguns casos, as pessoas hoje violentas foram vítimas de abuso sexual quando mais jovens e essa série de situações trazem uma ira e desejo de vingança não só dos mal-feitores, mas também das autoridades que sabem de todos esses possíveis acontecimentos e não tomam posição.

Hoje traficantes têm tomado o poder de algumas grandes cidades brasileiras e prejudicado cidadãos de bem com o intuito de atingir as autoridades. A cada dia que passa pessoas são mortas, espancadas e abusadas para que alguém excluído do mundo mostre que alguma coisa ele sabe fazer, mesmo que isso seja ruim.

O fato é que, as autoridades são as principais causadoras desse processo de desigualdade que causa exclusão e que gera violência. É preciso que pessoas de alto escalão projetem uma vida mais digna e com oportunidades de conhecimento para pessoas com baixa renda para que possam trabaslhar e ter o sustento do lar entre outros.

Desigualdades Sociais

Problemas Sociais no Brasil

No mundo em que vivemos percebemos que os indivíduos são diferentes, estas diferenças se baseiam nos seguintes aspectos: coisas materiais, raça, sexo, cultura e outros.

Os aspectos mais simples para constatarmos que os homens são diferentes são: físicos ou sociais. Constatamos isso em nossa sociedade pois nela existem indivíduos que vivem em absoluta miséria e outros que vivem em mansões rodeados de coisas luxuosas e com mesa muito farta todos os dias enquanto outros não sequer o que comer durante o dia.

Por isso vemos que existe a desigualdade social, ela assume feições distintas porque é constituída de um conjunto de elementos econômicos, políticos e culturais próprios de cada sociedade.

Desigualdades: A pobreza como fracasso

No século XVIII, o capitalismo teve um grande crescimento, com a ajuda da industrialização, dando origem assim as relações entre o capital e o trabalho, então o capitalista, que era o grande patrão, e o trabalhador assalariado passaram a ser os principais representantes desta organização.

A justificativa encontrada para esta nova fase foi o liberalismo que se baseava na defesa da propriedade privada, comércio liberal e igualdade perante a lei. A velha sociedade medieval estava sendo totalmente transformada, assim o nome de homem de negócios era exaltado como virtude, e eram-lhe dadas todas as credenciais uma vez que ele poderia fazer o bem a toda sociedade.

O homem de negócios era louvado ou seja ele era o máximo, era o sucesso total e citado para todos como modelo para os demais integrantes da sociedade, a riqueza era mostrada como seu triunfo pelo seus esforços, diferente do principal fundamento da desigualdade que era a pobreza que era o fator principal de seu fracasso pessoal .

Então os pobres deveriam apenas cuidar dos bens do patrão, maquinas, ferramentas, transportes e outros e supostamente Deus era testemunha do esforço e da dedicação do trabalhador ao seu patrão. Diziam que a pobreza se dava pelo seu fracasso e pela ausência de graça, então o pobre era pobre porque Deus o quis assim.

O pobre servia única e exclusivamente para trabalhar para seus patrões e tinham que ganhar somente o básico para sua sobrevivência, pois eles não podiam melhorar suas condições pois poderiam não se sujeitar mais ao trabalho para os ricos, a existência do pobre era defendida pelos ricos, pois os ricos são ricos as custas dos pobres, ou seja para poderem ficar ricos eles precisam dos pobres trabalhando para eles, assim conclui-se que os pobres não podiam deixar de serem pobres.

A desigualdade como produto das relações sociais

Várias teorias apareceram no século XIX criticando as explicações sobre desigualdade social, entre elas a de Karl Marx, que desenvolveu um teoria sobre a noção de liberdade e igualdade do pensamento liberal, essa liberdade baseava-se na liberdade de comprar e vender. Outra muito criticada também foi a igualdade jurídica que baseava-se nas necessidades do capitalismo de apresentar todas as relações como fundadas em normas jurídicas. Como a relação patrão e empregado tinha que ser feita sobre os princípios do direito, e outras tantas relações também.

Marx criticava o liberalismo porque só eram expressos os interesses de uma parte da sociedade e não da maioria como tinha que ser.

As classes sociais

As classes sociais mostram as desigualdades da sociedade capitalista. Cada tipo de organização social estabelece as desigualdades, de privilégios e de desvantagens entre os indivíduos.

A desigualdade social no Brasil

O crescente estado de miséria, as disparidades sociais, a extrema concentração de renda, os salários baixos, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a marginalidade, a violência, etc, são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.

A extrema desigualdade social

Observou-se anteriormente que mais de 50% da população ativa brasileira ganha até 2 salários mínimos. Os índices apontados visam chamar a atenção sobre os indivíduos miseráveis no Brasil.

Os catadores de papel, nome comum para carrinheiros, que atuam na Grande Vitória recolhendo materiais recicláveis e sucatas para seu sustento, passam em diversos momentos por discriminação e preconceito nas ruas dos bairros onde trabalham. As reclamações feitas por esses trabalhadores são muitas, já que são vistos pela sociedade como mendigos e bandidos. O que não percebemos é que os catadores fazem também um trabalho de reciclagem, pois tiram proveito do que é jogado fora, aproveitando-se do que é considerado inútil.

Um advogado é um profissional liberal, bacharel em Direito e autorizado pelas instituições competentes de cada país a exercer o jus postulandi, ou seja, a representação dos legítimos interesses das pessoas físicas ou jurídicas em juízo ou fora dele, quer entre si, quer ante o Estado.

O advogado é uma peça essencial[1] para a administração da justiça e instrumento básico para assegurar a defesa dos interesses das partes em juízo.

Por essa razão, a advocacia não é simplesmente uma profissão, mas, um munus publico, ou seja, um encargo público, já que compõe um dos elementos da administração democrática do Poder Judiciário como servidor ou auxiliar da Justiça.

Conclusão

Hoje ainda no Brasil é possível ver os reflexos desta história de desigualdade e exploração.

Alguns indicadores referentes à população, família, educação, trabalho e rendimento resumem a situação social de brancos, pretos e pardos. Estes dados revelam desigualdades em todas as dimensões e áreas geográficas do país. Apontava também para uma situação de pobreza, sobretudo para a população de pretos e pardos.

A vida dos negros é ruim desde a época da escravidão, eles foram tratados comopessoas inferiores e ainda existe racismo no Brasil, apesar de ser um crime inafiançável.

Em termos regionais a população branca está mais concentrada no sul (83,6%), o preto no sudeste (6,7%), o pardo no norte (68,3%), a população amarela e indígina também no norte 1%.

Em 1999 a população brasileira era composta por 54% de pessoas que se declararam brancas e 5,4% d negros e 39,9% de partos e 0,6% amarelos.

Hoje ainda no Brasil é possível ver o reflexo dessa história. Há muita discriminação com os negros, pois a vida deles é quase a mesma, e mudou muito pouco.

O preconceito e o racismo não são a mesma coisa. O racismo é um dos tipos de preconceito e se refere a raça. Existem outros tipos de preconceito.

No texto analsado os negros não tinham direito a nada. O preconceito era muito grande, eles não tinham estudo e a maioria trabalhava para os senhores e não ganhavam salário, e os que ganhavam não tinham como sustentar uma família porque ganhavam muito pouco.

Fonte: dc202.4shared.com

Problemas Sociais no Brasil

Embora o Brasil tenha avançado na área social nos últimos anos, ainda persistem muitos problemas que afetam a vida dos brasileiros. Abaixo listaremos uma relação dos principais problemas brasileiros na atualidade.

Desemprego

Embora a geração de empregos tenha aumentado nos últimos anos, graças ao crescimento da economia, ainda existem milhões de brasileiros desempregados. A economia tem crescido, mas não o suficiente para gerar os empregos necessários no Brasil. A falta de uma boa formação educacional e qualificação profissional de qualidade também atrapalham a vida dos desempregados. Muitos têm optado pelo emprego informal (sem carteira registrada), fator que não é positivo, pois estes trabalhadores ficam sem a garantia dos direitos trabalhistas.

Violência e Criminalidade

A violência está crescendo a cada dia, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Os crimes estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Nos jornais, rádios e tvs presenciamos cenas de assaltos, crimes e agressões físicas. A falta de um rigor maior no cumprimento das leis, aliada as injustiças sociais podem, em parte, explicar a intensificação destes problemas em nosso país.

Poluição

Este problema ambiental tem afetado diretamente a saúde das pessoas em nosso país. Os rios estão sendo poluídos por lixo doméstico e industrial, trazendo doenças e afetando os ecossistemas.

O ar, principalmente nas grandes cidades, está recendo toneladas de gases poluentes, derivados da queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo - gasolina e diesel principalmente). Este tipo de poluição afeta diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias. Pessoas idosas e crianças são as principais vítimas.

Saúde

Nos dias de hoje, pessoas que possuem uma condição financeira melhor estão procurando os planos de saúde e o sistema privado, pois a saúde pública encontra-se em estado de crise aguda. Hospitais superlotados, falta de medicamentos, greves de funcionários, aparelhos quebrados, filas para atendimento, prédios mal conservados são os principais problemas encontrados em hospitais e postos de saúde da rede pública. A população mais afetada é aquela que depende deste atendimento médico, ou seja, as pessoas mais pobres.

Educação

Os dados sobre o desempenho dos alunos, principalmente da rede pública de ensino, são alarmantes.

A educação pública encontra vários problemas e dificuldades: prédios mal conservados, falta de professores, poucos recursos didáticos, baixos salários, greves, violência dentro das escolas, entre outros. Este quadro é resultado do baixo índice de investimentos públicos neste setor. O resultado é a deficiente formação dos alunos brasileiros.

Desigualdade social

O Brasil é um país de grande contraste social. A distribuição de renda é desigual, sendo que uma pequena parcela da sociedade é muito rica, enquanto grande parte da população vive na pobreza e miséria. Embora a distribuição de renda tenha melhorado nos últimos anos, em função dos programas sociais, ainda vivemos num país muito injusto.

Habitação

O déficit habitacional é grande no Brasil. Existem milhões de famílias que não possuem condições habitacionais adequadas. Nas grandes e médias cidades é muito comum a presença de favelas e cortiços. Encontramos também pessoas morando nas ruas, embaixo de viadutos e pontes. Nestes locais, as pessoas possuem uma condição inadequada de vida, passando por muitas dificuldades.

Fonte: armazemdahistoria.no.comunidades.net

Problemas Sociais no Brasil

A Desigualdade Social no Brasil

Desde os primórdios do processo de desenvolvimento brasileiro, o crescimento econômico tem gerado condições extremas de desigualdades espaciais e sociais, que se manifestam entre regiões, estados, meio rural e o meio urbano, entre centro e periferia e entre as raças.

Essa disparidade econômica se reflete especialmente sobre a qualidade de vida da população: expectativa de vida, mortalidade infantil e analfabetismo, dentre outros aspectos.

Em anos mais recentes, a desigualdade de renda no Brasil pode ser atribuída a fatores estruturais sócio-econômicos, como a elevada concentração da riqueza mobiliária e imobiliária agravada pelo declínio dos salários reais e à persistência dos altos juros. A crise energética do País, anunciada em no mês de maio passado, juntamente com os riscos de contágio da crise Argentina, afetam negativamente o potencial produtivo brasileiro e reduzem a entrada investimentos externos , limitando ainda mais, as chances de geração e de distribuição de emprego e renda no Brasil. A desigualdade se tornou a marca maior da sociedade brasileira.

O relatório 2001 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 162 países, referente a 1988/99 - período em que ocorreram recessões no Brasil, apontou que o País passou da 74a posição no ranking mundial, em 1988, para o 69o lugar.

Mesmo assim, o Brasil continuou atrás de seus principais vizinhos sul-americanos: Argentina (34a) e Uruguai (37a). De acordo com o relatório, as mudanças nos indicadores de melhoria de vida da população brasileira não têm mudado de forma significativa, tendendo para a estabilidade. Por exemplo, em 2000, as políticas sociais do País consumiam 23% do orçamento federal, sendo que pouco desse total chegava efetivamente aos mais pobres. O relatório indica que, enquanto 9% da população vive com menos de US$ 1 por dia, 46,7% da renda nacional está concentrada nas mãos de apenas 10% da população. A expectativa de vida do brasileiro permaneceu praticamente inalterada desde o último relatório, indicando a média de 67,2 anos de vida para a população.

Para entender a origem de tais disparidades no Brasil é necessário introduzir uma perspectiva mais ampla, abrangendo o passado histórico, sem desconsiderar as dimensões continentais do país.

Podemos começar a explicar isso pelo fator mais evidente: a escravidão, que é o paroxismo da exclusão: o Brasil importou o maior número de escravos da África dentre todas as colônias no Novo Mundo e, como Cuba, foi um dos últimos países a libertá-los (em 1888). Mesmo considerando-se os movimentos ascendentes na escala social - os imigrantes são um exemplo eloqüente disso -, a grande massa não teve condições de impor às elites uma distribuição menos desigual dos ganhos do trabalho. Nem logrou, eficazmente, exigir do Estado o cumprimento de seus objetivos básicos, entre os quais se inclui, na primeira linha, a educação. As seqüelas desse feito representam imenso obstáculo para uma repartição menos iníqua da riqueza e perduram até hoje.

A experiência brasileira é rica em programas e projetos para atenuar as desigualdades regionais e sociais.

Mesmo que a maioria delas não tenham obtido os resultados esperados, há exemplos de políticas sociais que estão tendo impacto favorável: o salário mínimo, a aposentadoria rural, a bolsa-escola, a renda mínima e a reforma agrária. No entanto, essas iniciativas não tem sido suficientes para resolver os problemas das desigualdades no Brasil.

A Desigualdade na concepção Platônica

Platão não pretendia como muitos intérpretes afirmavam abolir as classes sociais, e sim teve ele intenção de reformar o sistema de classes estabelecido pelas diferenças de renda e patrimônio (ricos, pobres e remediados), substituindo-o por outro baseado nas atribuições naturais com que cada um é dotado (razão, coragem, apetite).

Adepto da mulher desenvolvendo atividades junto aos homens e de um filósofo no comando maior das questões.

Segundo ele, a sociedade ideal, perfeita, só é possível suprimindo-se com a desigualdade entre os cidadãos, cabendo ao Estado confiscar toda a riqueza privada fazendo dela um fundo comum utilizado somente para a proteção coletiva. O ouro não sendo de ninguém em particular, sendo tesouro estatal, não poderá ser usado para provocar a discórdia e a inveja, tão prejudicial à paz social.

Fonte: c2n.me

Problemas Sociais no Brasil

Os principais problemas sociais do Brasil

Nosso país é muito grande e possui inúmeras riquezas tais como: extensas áreas de florestas, cerrados e campos, importantes reservas de minérios, grande número de rios e terras férteis para plantar.

Mesmo com todas estas riquezas não estamos livres dos problemas sociais, que acontecem em todas as regiões do país, sendo sua maior concentração nas grandes cidades, pelo fato do rápido crescimento gerado pelo êxodo rural (deslocamento do campo para as cidades).

Dessa forma, faltam: moradias, hospitais, escolas e empregos.

Diversos fatores contribuem para os problemas sociais e muitas vezes um problema esta associado ao outro, tornando mais complexa à solução e sendo necessário o envolvimento dos mais diversos setores da sociedade.

Corrupção política

Os atos de corrupção praticados pelos políticos são considerados além de crime um problema social, devido afetar diretamente a população brasileira.

As fraudes públicas custam ao país bilhões de dólares por ano. Elas ocorrem quando governantes, funcionários públicos e pessoas do setor privado usam o dinheiro dos impostos para se beneficiar e enriquecer.

O desvio de dinheiro dos cofres públicos pelos corruptos prejudica principalmente a população mais pobre do país. Esse dinheiro, que deveria ser investido na construção de casas populares, no saneamento básico, em educação, na melhoria de hospitais públicos e nos transportes, é transferido para a conta bancária de alguma pessoa ou de um grupo.

A corrupção custa muito caro à população de um país. Como exemplos, há alguns anos, na construção do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo e na compra de ambulâncias para alguns municípios brasileiros, foram desviados cerca de 240 milhões de reais dos cofres públicos. Essa quantia seria suficiente para construir 200 mil casas populares, que abrigariam 800 mil pessoas.

Quando ocorre esse desvio, muitas melhorias em portos, estradas, escolas, universidades, postos de saúde, etc. não são feitas, contribuindo para o atraso econômico do país e a manutenção da pobreza.

Mas a corrupção não existe só entre os políticos. Quando alguém suborna um funcionário público para conseguir favores do governo também está sendo corrupto. Assim, precisamos estar atentos para não praticar atos corruptos, nem permitir que os outros pratiquem.

Educação

O Brasil não cumpre o preceito constitucional de assegurar educação de qualidade a todos os jovens e crianças.

Nem todas as escolas públicas brasileiras têm as condições adequadas para que os alunos estudem.

O atraso escolar, causado principalmente pelo ingresso tardio no colégio, pela repetência e pelo abandono, é um problema que persiste no país.

Sem estímulos, muitos estudantes abandonam a escola antes de completar a formação básica, o que no futuro dificultará sua entrada no mercado de trabalho.

Segundo dados da UNESCO, Países ricos investem 71% a mais no ensino fundamental que o Brasil.

Somente se pusermos a educação no centro das políticas, o Brasil terá como romper o ciclo de pobreza e exclusão.

Exclusão social

Aproximadamente 25% da população brasileira não têm acesso à moradia, educação, saúde, emprego e alimentação dignos de um cidadão.

Esse grande número de brasileiros sofrem a chamada exclusão social, isto é, eles não têm acesso às condições mínimas previstas na constituição brasileira.

O fator responsável por este quadro é a má distribuição de renda entre a população, ou seja, poucos têm muito e muitos têm pouco.

Mercado de trabalho

São milhões de brasileiros procurando emprego.

Muitos têm poucas chances de conseguir um, porque têm baixa escolaridade e, assim, não estão qualificados para ocupar as vagas disponíveis.

Para sobreviver, grande parte dos desempregados faz o chamado "bicos", ou seja, pequenos serviços que rendem pouco dinheiro (ambulantes, carregadores, diarista etc). Esse tipo de ocupação é denominado subemprego.

Saneamento básico

Saneamento básico é o conjunto de medidas que visam à saúde e à qualidade de vida da população.

São elas: tratamento e distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto e lixo, limpeza e preservação de rios, represas e praias.

Um sistema adequado de coleta e tratamento de água, lixo e esgoto é importante para proteger a saúde da população evitando a proliferação de doenças.

Apesar da importância do saneamento básico, apenas 51% dos brasileiros dispunham desse serviço. Os 49% restantes estão mais sujeitos a contrair doenças, pois vivem em lugares sem saneamento básico. Além disso, são esses 49% que menos dispõem dos serviços de saúde pública, que são precários.

A taxa de mortalidade entre crianças de 1 a 6 anos nas áreas que não têm coleta de esgoto é maior do que nas áreas que dispõem desse serviço.

A boa notícia é que o número de brasileiros atendidos pelo saneamento básico vem aumentando. Porém o país ainda terá de investir muito por mais vinte anos para atender a toda a população.

Violência

A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer.

Ela se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.

A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram sobremaneira para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.

Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Colaboram também para o aumento da violência as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.

As causas da violência são associadas, em parte, a miséria, fome, desemprego e corrupção, uma das piores chagas brasileiras. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança, contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência.

Fonte: www.ecochoice.com.br

Problemas Sociais no Brasil

Falta de oportunidades de trabalho digno, ausência de planejamento familiar e disparidades no sistema educacional do Brasil são grandes obstáculos no desenvolvimento da cidadania.

A nossa Constituição Federal de 1.988, em seu artigo 205 fixa como fim da educação nacional o “pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

O artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção, de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

O artigo 227 introduziu, no direito brasileiro, um conteúdo e um enfoque diferenciado trazendo para nossa sociedade muitos avanços no que diz respeito à criança e ao adolescente:

“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda e qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”

Portanto, quando perguntamos sobre as possibilidades da existência de cidadania não nos referimos ao que consta formalmente na Lei como tal, mas sim sobre a sua existência de fato pensando o conjunto da população.

Embora o Brasil tenha avançado na área social nos últimos anos, ainda persistem muitos problemas que afetam a vida dos brasileiros.

Os principais problemas brasileiros na atualidade são:

Desemprego

Embora a geração de empregos tenha aumentado nos últimos anos, graças ao crescimento da economia, ainda existem milhões de brasileiros desempregados. A economia tem crescido, mas não o suficiente para gerar os empregos necessários no Brasil. A falta de uma boa formação educacional e qualificação profissional de qualidade também atrapalham a vida dos desempregados. Muitos têm optado pelo emprego informal (sem carteira registrada), fator que não é positivo, pois estes trabalhadores ficam sem a garantia dos direitos trabalhistas.

Violência e Criminalidade

A violência está crescendo a cada dia, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Os crimes estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas. Nos jornais, rádios e tvs presenciamos cenas de assaltos, crimes e agressões físicas. A falta de um rigor maior no cumprimento das leis, aliada as injustiças sociais podem, em parte, explicar a intensificação destes problemas em nosso país.

Meio Ambiente

O problema da poluição tem afetado diretamente a saúde das pessoas em nosso país. Os rios estão sendo poluídos por lixo doméstico e industrial, trazendo doença e afetando os ecossistemas. O ar, principalmente nas grandes cidades, está recendo toneladas de gases poluentes, derivados da queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo - gasolina e diesel principalmente). Este tipo de poluição afeta diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças respiratórias.

Pessoas idosas e crianças são as principais vítimas.

Saúde

Nos dias de hoje, pessoas que possuem uma condição financeira melhor estão procurando os planos de saúde e o sistema privado, pois a saúde pública encontra-se em estado de crise aguda. Hospitais superlotados, falta de medicamentos, greves de funcionários, aparelhos quebrados, filas para atendimento, prédios mal conservados são os principais problemas encontrados em hospitais e postos de saúde da rede pública. A população mais afetada é aquela que depende deste atendimento médico, ou seja, as pessoas mais pobres.

Educação

Os dados sobre o desempenho dos alunos, principalmente da rede pública de ensino, são alarmantes.

A educação pública encontra vários problemas e dificuldades: prédios mal conservados, falta de professores, poucos recursos didáticos, baixos salários, greves, violência dentro das escolas, entre outros. Este quadro é resultado do baixo índice de investimentos públicos neste setor. O resultado é a deficiente formação dos alunos brasileiros.

Desigualdade social

O Brasil é um país de grande contraste social. A distribuição de renda é desigual, sendo que uma pequena parcela da sociedade é muito rica, enquanto grande parte da população vive na pobreza e miséria. Embora a distribuição de renda tenha melhorado nos últimos anos, em função dos programas sociais, ainda vivemos num país muito injusto.

Habitação

O déficit habitacional é grande no Brasil. Existem milhões de famílias que não possuem condições habitacionais adequadas. Nas grandes e médias cidades é muito comum a presença de favelas e cortiços. Encontramos também pessoas morando nas ruas, embaixo de viadutos e pontes. Nestes locais, as pessoas possuem uma condição inadequada de vida, passando por muitas dificuldades.

Corrupção

Ocorre não só no setor público, mas também na esfera privada, nas relações comerciais e até mesmo no cotidiano do povo.

Preconceito

Pesquisa realizada pelo Portal Educacional revelou que 82% dos jovens não se consideram preconceituosos e 50% acham que o preconceito não atrapalha o desenvolvimento do país. 90% disseram que nunca se sentiram obrigados a adotar um discurso mais preconceituoso por pressão do grupo, 84% namorariam alguém de outra raça ou grupo social e quase 95% não terminariam esse namoro por pressão do grupo de amigos. Já quando a família entra na jogada, esse relacionamento poderia acabar para 21% dos jovens, o que mostra o poder de influência que pode vir de casa nessa fase da vida. Outra questão a ser visualizada é o preconceito velado do brasileiro.

Individualismo

Outro item abordado na pesquisa do Portal Educacional foi como o jovem enfrenta o individualismo. A constatação inicial é que a maioria dos jovens (66%) não se considera individualista. No entanto, quando questionados sobre sua maior preocupação, o item mais citado é de cunho estritamente pessoal (45% estão preocupados basicamente com estudo e futuro profissional). 30% esboçam uma preocupação mais coletiva (a violência), embora esse resultado possa estar sendo influenciado pela questão da segurança individual. Em casa, mais de 60% dos entrevistados preferem ficar sozinhos em seus cantos, em vez de dividir o espaço com pais e irmãos. 60% nunca participaram de trabalhos sociais ou comunitários, 77% nunca se envolveram com grêmios ou movimentos estudantis e quase 90% nunca protestaram na rua contra nada. Além disso, 55% desses jovens não seriam solidários com seu grupo de amigos em caso de problemas na escola (como suspensão ou cola) para não se prejudicarem.

"Individualismo é uma das palavras mais usadas para classificar o jovem atualmente. Sem grandes participações sociais ou interesses políticos, as prioridades são basicamente as individuais e, mesmo em relação aos amigos, pode prevalecer o interesse próprio", analisa Jairo Bouer, psicanalista que realizou a pesquisa.

Fonte: lurossi.zip.net

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