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Irmãos Wright

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Santos Dumont x Irmãos Wright

A polêmica sobre o primeiro vôo

A polêmica estabelecida com relação à prioridade do vôo do “mais pesado que o ar”, envolvendo o brasileiro Alberto Santos Dumont e os americanos Santos Dumont x Irmãos Wright (Wilbur Wright e Orville Wright), deve ser apreciada com a atenção que merece, tendo em vista a documentação da época e as pesquisas desenvolvidas por diversos historiadores.

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Alberto Santos Dumont – O Pai da Aviação

De forma reduzida, já que o assunto abordado demandaria muito papel, procuraremos sintetizar essa antiga divergência, como se segue:

1) O primeiro vôo de Santos Dumont ocorreu em 23 de outubro de 1906, no Campo Bagatelle, em Paris/França, com o seu famoso avião “14-Bis”.

2) O primeiro vôo alegado pelos Santos Dumont x Irmãos Wright foi em Kill Devil Hill, 4 milhas ao sul de Kitty Hawk, em Ohio. Data indicada: 17 de dezembro de 1903.

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No vôo pioneiro de Santos-Dumont, milhares de pessoas encontravam-se no Campo de Bagatelle, que para lá acorreram em decorrência das notícias divulgadas pela imprensa local. Esse vôo foi filmado por uma empresa cinematográfica ( “Companhia Pathé” ), todos os preparativos do vôo foram fotografados e a grande vitória alcançada por Santos-Dumont foi noticiada pelos mais importantes jornais do mundo. O Aeroclube da França registrou o acontecimento em ata especial.

No vôo dos Santos Dumont x Irmãos Wright, segundo sua própria biografia, estavam presente cinco testemunhas. Nada foi filmado e noticiado na imprensa norte-americana. Semente alguns anos após, eles exibiram fotografias da “decolagem” de seu avião, dizendo que foram batidas em 1903.

3) A expectativa quanto ao provável vôo de “um aparelho mais pesado que o ar” ( o avião ), era tão latente que, em julho de 1906 havia dois prêmios de aviação a disputar: um oferecido pelo Aeroclube da França ( 1.500 francos, para um vôo de cem metros de distância ) e outro, oferecido pelo Sr. Ernest Archdeacon, o “Mecenas da Aviação” ( três mil francos, para vinte e cinco metros de distância. Isso mesmo: 25 metros! ).

O fato de existir, em 1906, um prêmio para um vôo de 25 metros de distância, comprovava que até então nenhuma pessoa conseguira cumprir tal missão, decolar com um avião usando exclusivamente os recursos de bordo.

Se os Santos Dumont x Irmãos Wright “voavam” desde 1903, por que não se candidataram aos valiosos prêmios? Os Estados Unidos tinham uma representação diplomática em Paris “para a qual não deveria constituir segredo o ‘êxito’ dos Wright. Por que não esclareceram o Aeroclube da França a respeito?

4) Os únicos monumentos erigidos em Paris, homenageando-se um estrangeiro, no caso Santos-Dumont, foram inaugurados em 1910 ( um marco de granito, no próprio Campo de Bagatelle ) e outro, em 1913 ( o “Ícaro de Saint-Cloud”, na Praça Santos-Dumont ).

No 1º, está gravadona pedra: “AQUI, EM 12 DE NOVEMBRO DE 1906, SOB O CONTROLE DO AEROCLUBE DA FRANÇA, SANTOS-DUMONT ESTABELECEU OS PRIMEIROS RECORES DE AVIAÇÃO DO MUNDO”.

Obs: A data corresponde ao 2º vôo do 14-Bis.

No 2º monumento, há uma placa com os seguintes dizeres: “ESTE MONUMENTO FOI ERIGIDO PELO AEROCLUBE DA FRANÇA PARA COMEMORAR AS EXPERIÊNCIAS DE SANTOS-DUMONT, PIONEIRO DA LOCOMOÇÃO AÉREA. 19 DE OUTUBRO DE 1901 E 23 DE OUTUBRO DE 1906”.

Obs. – A 19 de outubro de 1901, foi a vitória obtida por Santos-Dumont com seu balão-dirigível n.º 6 ( “Prêmio Deutsh” ).

E os Santos Dumont x Irmãos Wright? Nenhuma placa, nem marco, nem monumento, pelos menos em Paris.

Santos Dumont escreveu:

“Os partidários dos Santos Dumont x Irmãos Wright pretendem que estes voaram na América do Norte de 1903 a 1908. Tais vôos teriam tido lugar perto de Dayton, num campo ao longo de cujo limite passava um bonde. Não posso deixar de ficar profundamente espantado por este feito inexplicável, único, desconhecido: durante três anos e meio os Wright realizaram inúmeros vôos mecânicos e nenhum jornalista de tão perspicaz imprensa dos Estados Unidos se abalança a ir assistí-los, controlá-los, e aproveitar o assunto para a mais bela reportagem da época. Como imaginar, então, que na época os Santos Dumont x Irmãos Wright descrevam círculos no ar durante horas sem que ninguém disto se ocupe?”

Os prêmios estabelecidos na França referiam-se ao vôo de “um aparelho mais pesado que o ar” (o avião), saindo do chão com os próprios recursos a bordo.

O 14-Bis fez a sua corrida no solo, saiu do chão, ganhou altura e pousou em seguida, usando trem de pouso (duas rodas), como todos os aviões.

O avião dos Santos Dumont x Irmãos Wright era um planador, equipado com motor (extremamente ruidoso), e lançado através de uma catapulta, ganhando velocidade sobre trilhos montados no chão. O avião não tinha rodas!

Após qualquer pouso, os Wright tinham que transportar todo o material ( torre do pilone, pilone, trilhos, cordas, etc. ), para que nova decolagem fosse possível!

Em conclusão: o “avião” dos Wright não decolava, e sim, catapultado. E somente voava quando havia vento…

Quando eles surgiram em Paris em 1908 ( dois anos após os vôos pioneiros de Santos-Dumont com o 14-Bis ), a engenhoca ainda não tinha rodas!

Em artigo publicado na revista “Century Magazine”, os Santos Dumont x Irmãos Wright declararam “ter convidado em 1904, representantes de todos os jornais de Dayton ( Ohio ), para assistirem a um vôo seu, vieram 12 repórteres, e o avião não voou; regressaram no dia seguinte, a pedido, e novo fracasso presenciaram. Então, ignorando a diferença essencial entre dirigíveis e aeroplanos, nunca mais os jornalistas prestaram atenção ao que fazíamos.”

As atividades dos Wright sempre estiveram envolvidas em mistério; suspendeream seus vôos de outubro/1905 a maio/1908.

Quais as razões?

A “Illustrated London News”, de 26 de setembro de 1908, afirma: “Os Santos Dumont x Irmãos Wright, de fama aviatória, cujas experiências na América se envolveram durante tanto tempo num impenetrável mistério, etc.”

Tentaram vender a sua “invenção” ao Exército dos Estados Unidos, não havendo qualquer sucesso porque os militares não chegaram a assistir a qualquer vôo…

CONCLUSÃO

A fim de que o assunto não fique mais alongado, concluímos que a História não falha, a prioridade de Santos-Dumont é legítima, acima de qualquer dúvida.

O ex-Presidente dos Estados Unidos quando esteve, recentemente em visita oficial ao Brasil, numa entrevista concedida aos jornalistas em Brasília, disse que o “Pai da Aviação é Santos-Dumont”. Essa afirmação de Bill Clinton foi gravada, filmada e transmitida pelos canais de televisão.

Os Wright, construtores de bicicletas, pensavam mais em obter dinheiro com a venda de sua “invenção”, do que doar à Humanidade o ideal da conquista do espaço.

A imensa propaganda, desencadeada a partir de 1908, fez até velhos amigos franceses de Santos-Dumont terminarem por adotar a prioridade dos Santos Dumont x Irmãos Wright!

Porém, Santos-Dumont é, por justiça histórica, o “Pai da Aviação”. Disso, ninguém poderá contestar!

Fonte: www.reservaer.com.br

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Só anos depois que o Exército americano aceitou o aparelho dos irmãos Wright, em 1909, o governo dos Estados Unidos passou a considerá-los inventores do aeroplano, questão sobre a qual há controvérsias, já que para brasileiros e franceses a primazia documentada cabe a Alberto Santos-Dumont.

Wilbur Wright nasceu em 16 de abril de 1867, perto de Millville, Indiana. Seu irmão Orville nasceu em Dayton, Ohio, em 19 de agosto de 1871.

Desde jovens, interessaram-se pela aeronáutica, e na primeira máquina que construíram, inspirada em observações das aves, já aplicaram o princípio dos três eixos de movimento vertical, lateral e horizontal que influiria na indústria aeronáutica posterior.

No início do século XX, projetaram vários planadores.

Segundo um diário que mantinham, os irmãos Wright realizaram um vôo sustentado e controlado com o Flyer I, aeroplano com motor de 12 cv, em 17 de dezembro de 1903, em Kitty Hawk, Carolina do Norte. O diário registra mais três vôos com o mesmo aparelho, e um com outro, em 5 de outubro de 1905.

Os irmãos tentaram em vão vender o aparelho ao Exército dos Estados Unidos (1905), ao governo francês (1906) e a um grupo de industriais.

Em 1907 foram à Europa, onde prosseguiram as negociações em torno do invento, e no ano seguinte realizaram experiências públicas.

Daí em diante, tiveram grande sucesso. Wilbur e Orville divulgaram o aeroplano na Europa e na América, e num dos vôos Orville sofreu grave acidente.

Wilbur morreu em 30 de maio de 1912 em Dayton.

Orville morreu na mesma cidade, em 30 de janeiro de 1948.

Fonte: biomania.com.br

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Pioneiros da aviação norte-americana, Orville Wright nasceu em Dayton, Ohio em 1871, e Wilbur Wright, em Millville, Indiana em 1867.

Os dois irmãos, que possuíam uma oficina de bicicletas em Dayton, lançaram-se à construção de planadores, entusiasmados pelos ensaios realizados por Otto Lilienthal, na Alemanha, e Chanute e Langley, nos EUA.

Segundo um diário que então escreveram, os irmãos Wright voaram num aeroplano chamado “Flyer”, com motor de 12 c.v., a 17 de dezembro de 1903, em Kitty Hawk na Carolina do Norte. O diário registra três outros vôos com o mesmo aparelho, dos quais um de 59 segundos à velocidade de 50 km/h e um outro, a 5 de Outubro de 1905.

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Os irmãos Wright tentaram vender sua aeronave ao Exército dos EUA em 1905; depois ao governo francês em 1906; e, posteriormente, a um grupo de industriais. Não obtiveram sucesso.

Em 1907 foram à Europa, onde prosseguiram as negociações para a venda do invento. Somente em 1908 realizaram experiências públicas de vôo no Velho Mundo.

Daí em diante, obtiveram grandes sucessos. O Exército norte-americano aceitou, finalmente, o avião em 1909, mas só anos depois é que os irmãos Wright passaram a ser considerados pelo governo dos EUA como inventores do aeroplano.

A primeira morte ocorrida em um acidente aeronáutico, a do Tenente Thomas E. Selfridge, foi com um avião fabricado pelos Irmãos Wright.

Orville Wright faleceu em Dayton em 1948 enquanto que Wilbur, em 1912, na mesma cidade.

Fonte: www.pioneirosdoar.com.br

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Polêmica à parte, é interessante conhecer a história de Wilbur e Orville Wright.

A aventura dos irmãos Wright começou em 1896, quando leram nos jornais da época a história da morte do piloto de planador, o alemão Otto Lilienthal.

Eles acreditavam que a morte tinha se dado devido a falta de controle sobre o aparelho, e começaram a pensar em um modelo de um sistema de controle para uma aeronave.

Começava assim um longo período de pesquisas e estudos.

Em 1899, Wilbur está brincando com uma longa e fina caixa quando tem uma brilhante idéia para um sistema de controle de aeronave. Torcendo as asas, ele poderia controlar o giro, inclinação e direção (direita ou esquerda) da aeronave.

Os irmãos testaram o conceito com uma pipa e comprovaram sua teoria.

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Wilbur Wright se preparando para seu primeiro vôo em 1903

Na primavera de 1900, os irmãos construíram um planador e iniciaram os testes de vôo em Kitty Hawk, na Carolina do Norte (EUA).

A cidade foi escolhida devido aos sues fortes ventos, que ajudariam na decolagem do planador, e às areias macias, que auxiliariam na aterrissagem.

O sistema de controle das asas funcionou bem, mas o planador não alcançou a altitude desejada. No ano seguinte, eles testaram um novo planador.

Uma decepção: o controles não funcionaram tão bem e a aeronave mal pôde se erguer do solo.

Apesar do desânimo da falha dos primeiros testes, os irmãos não desistiram. Eles testaram mais de 200 tipos diferentes de asas e construíram um túnel de vento para descobrir qual asa conseguiria uma maior ascensão.

Os Wright construíram seu terceiro planador baseado nos resultados dessa pesquisa.

A aeronave produziu o levantamento esperado, mas ainda era difícil de controlar em uma curva.

Eles decidiram então fazer uma cauda móvel para o planador, e isso resolveu o problema. Os irmãos realizaram diversos vôos com a aeronave, alcançando 600 pés de altitude.

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Vôo dos irmãos Wright em 1903

Após o sucesso dessa experiência, Walbur e Orville decidiram dar um passo além e começaram a planejar uma aeronave motorizada.

Os irmãos começaram então uma série de estudos, pesquisas e contatos com fábricas para a construção de uma aeronave. Por fim, decidiram construir eles próprios o motor para sua aeronave, que ficou pronta no outono de 1903.

Devido a alguns problemas mecânicos, os testes só começaram a ser realizados no início de dezembro.

ssim, no dia 17 de dezembro de 1903, os irmãos conseguiram realizar seu primeiro vôo controlado e motorizado, no avião batizado de Flyer I, que permaneceu no ar por 12 segundos.

Fonte: 360graus.terra.com.br

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Irmãos Wright foram os primeiros, mas Santos Dumont fez mais pela aviação

Mas, afinal, quem é o pai dessa criança? O físico Henrique Lins de Barros dá um suspiro ao telefone quando ouve a pergunta. Para o pesquisador do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas), talvez o maior especialista vivo em Santos-Dumont, já passou da hora de pôr um ponto final a uma controvérsia tão antiga quanto inútil. A criança –no caso o avião– não tem um “pai”. Tem vários.

“É muito complicado, num desenvolvimento tecnológico, dizer quem foi o pai da criança. Quem inventou o navio? Qualquer um. Um produto tecnológico são várias descobertas que vão culminar num determinado momento”, diz. O “momento” do avião é complicado de determinar.

No dia 23 de outubro de 1906, Alberto Santos-Dumont, mineiro de nascimento, parisiense de adoção, decolou com um aparelho mais pesado que o ar. Seu 14-Bis, uma geringonça de 290 quilos e com um motor de 50 cavalos, subiu a uma altura de quase três metros no Campo de Bagatelle, em Paris, e voou 60 metros.

Foi o primeiro vôo feito em público e num aparelho que saiu do chão e pousou por meios próprios (“pousou” em termos; na verdade, o 14-Bis desceu bruscamente e quebrou as rodas). O feito lhe valeu um prêmio de 3.000 francos, instituído por Ernest Archdeacon para quem voasse mais de 25 metros.

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Longe dali, numa praia de Kitty Hawk, no Estado americano da Carolina do Norte, o primeiro vôo motorizado de um aparelho mais pesado que o ar era feito por dois mecânicos de bicicleta –só que três anos antes. Em 17 de dezembro de 1903, Orville e Wilbur Wright haviam voado 260 metros com seu Flyer, uma aeronave improvável de 300 quilos e com um motor de 12 cavalos, que decolara de uma colina. O feito, sem testemunhas, foi comunicado por telegrama.

Ciosos de seu invento, que pretendiam patentear, os irmãos Wright cortaram todos os contatos com o mundo exterior –mantidos até 1902. De 1905 a 1908, quando se estabeleceu a Federação Aeronáutica Internacional, pararam de voar. Sua primazia só seria comprovada inquestionavelmente em 1908, quando voaram (ainda sem decolar por meios próprios) espantosos 124 quilômetros na França.

“Até Santos-Dumont reconheceu que não seria possível em 1908 que os Wright não tivessem uma experiência grande de vôo anteriormente, porque, quando os europeus estão voando 10 quilômetros e ficando 15 minutos no ar, o avião dos Wright fica mais de duas horas no ar. Então eles já faziam isso antes, como estavam falando”, diz Lins de Barros. Os americanos não inventaram o avião, mas foram os primeiros a voar.

O Flyer tinha problemas, é verdade: pesado, instável e com asas inclinadas para baixo, precisou de ventos fortes para fazer seu vôo, descendente, do alto de uma colina. Era um beco sem saída evolutivo que jamais poderia sair do chão sozinho.

E, claro, tem a história da catapulta. O vôo dos Wright não valeu porque o Flyer foi atirado de uma catapulta. Portanto, Santos-Dumont teve mesmo a primazia. Certo?

Errado. “O Flyer não foi catapultado. Isso faz parte dessa história mal contada, mal formulada no Brasil”, afirma o pesquisador do CBPF, que acaba de lançar o livro “O Desafio de Voar” (Metalivros), sobre a conquista do ar e os brasileiros que participaram dela. A catapulta seria adotada pelos Wright só depois de 1903.

Irradiação

O título de “inventor do avião” poderia ser dividido entre muita gente. Como o alemão Otto Lilienthal, morto em 1896 num vôo de planador. Como Gabriel Voisin e Louis Blériot –o primeiro a voar sobre o canal da Mancha, em 1909.

Os próprios Wright e Santos Dumont já eram celebridades no meio aeronáutico no começo do século passado: os americanos criaram a configuração “canard” (ganso) para seus planadores, com o leme na frente, usada no próprio 14-Bis.

E o brasileiro ficara famoso ao criar o primeiro balão dirigível, o nº 6, em 1901. Tanto que foi a Santos-Dumont que a imprensa local de Ohio (terra natal dos irmãos) comparou os irmãos ao noticiar o feito de 1903.

Se os Wright voaram antes, foi ao brasileiro que a irradiação original da aeronáutica se deveu –portanto, se a alcunha de “pai do avião” é exagero, a de “pai da aviação” é justíssima.

“Ele resolve uma das questões essenciais do vôo, que é tirar o avião do chão. Conseguiu transportar as forças que ele conhece e que atuam quando o avião está pousado e fazer a transição entre a situação do avião pousado e do avião voando, onde as novas forças têm que atuar e ele não conhece direito onde elas atuam”, afirma Lins de Barros.

“Essa contribuição do Santos-Dumont é fundamental por duas razões: primeiro porque ele dá a chave da decolagem. Segundo porque ele executa isso publicamente, reconhecido por uma comissão internacional. Por isso, em um ano, entre 1906 e 1907, todos os inventores importantes estão voando.”

A prova disso é que o primeiro avião a ser produzido em série na história, que inspirou o desenho de vários outros, foi uma invenção de Dumont: o Demoiselle, de 1907. Esse precursor do ultraleve teve seu projeto distribuído gratuitamente pelo brasileiro. Cerca de 300 foram produzidos pela fábrica Clément Bayard.

Nos EUA aconteceu exatamente o contrário. Orville e Wilbur Wright eram capitalistas que fizeram questão de patentear o aeroplano. “Eles poderiam patentear o motor, o sistema de esquis. Tentaram patentear o avião, o vôo.”

Não conseguiram. Com isso, atrasaram o desenvolvimento tecnológico nos EUA até 1911, ao tentar impedir outros americanos, como Glenn Curtiss, de desenvolver aeronaves. “A Scientific American chegou a perguntar se eram “flyers” (voadores) ou “liars” (mentirosos)”, diz Lins de Barros.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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Irmãos Wright: eles foram os primeiros

A polêmica com Santos Dumont não faz sentido. Os irmãos Wright voaram três anos antes do brasileiro

Sim, foram os irmãos Wright os primeiros a voar. O desafio era fazer um vôo prolongado, motorizado, com controle de direção, em uma máquina mais pesada do que o ar, e isso eles conseguiram em 17 de dezembro de 1903, em Kitty Hawk, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, em um avião batizado como Flyer (Voador).

Quando Santos Dumont pôs no ar o seu 14 Bis, em 23 de outubro de 1906, e percorreu 60 metros, os irmãos Wilbur e Orville Wright já haviam feito vôos controlados de 39 quilômetros.

O feito dos irmãos americanos não teve o reconhecimento público imediato porque não foi presenciado por muitas testemunhas, apenas por alguns salva-vidas e um agente dos Correios.

Evidências indiscutíveis, como fotografias dos vôos, correspondências trocadas pelos irmãos e anotações técnicas detalhadas, consagraram-nos no mundo como os primeiros a voar.

Com um porém: o avião dos irmãos Wright não decolava por meios próprios. Como não tinha rodas, nos primeiros testes, em 1903, era preciso usar um trilho para ganhar velocidade e contar com a ajuda do vento contrário para se erguer no ar.

Mais tarde, em 1904, os irmãos acoplaram ao trilho uma catapulta, o que encurtou a extensão do trajeto a ser percorrido e diminuiu a dependência do vento.

Apostavam que as rodas eram um peso desnecessário e que usar um trilho era mais prático do que encontrar um longo campo plano para decolar.

Bicicleta inspiradora

O primeiro a pensar em construir um avião, na década de 1890, foi Wilbur. Na época, ele e Orville possuíam uma loja de bicicletas. Wilbur passava horas observando o vôo de falcões, até que percebeu que, para ter total controle da inclinação, a ave elevava uma das asas e abaixava a outra.

Os irmãos chegaram à conclusão de que o maior desafio seria controlar o avião no ar com a mesma presteza. Foi em 1899, ao atender uma cliente da loja de bicicletas, que Wilbur, ao torcer uma caixa de tubo, percebeu como conseguiria o controle lateral em planadores.

Ele tinha acabado de inventar o sistema de torção de asa, que, junto com os lemes, garantiria o controle dos vôos. Os primeiros testes foram realizados em 1900, com planadores.

Os irmãos escolheram a pequena cidade de Kitty Hawk, na Carolina do Norte, por causa dos ventos constantes e do solo arenoso, que tornava o pouso mais suave. Conseguiram chegar a um modelo que voava por pouco tempo, mas tinha bom controle de direção.

O piloto ficava deitado no centro, com um leme horizontal à frente para controlar a ascensão no ar e um mecanismo que provocava a torção de asas. Em 1903, depois de mais de 700 vôos planados, os irmãos testaram um aparelho com um motor de 12 cavalos construído por eles próprios. E voaram.

O primeiro vôo com sucesso foi pilotado por Orville. Durou 12 segundos e percorreu 36 metros. No mesmo dia, os dois fizeram, em revezamento, outros três vôos bem-sucedidos.

O mais longo deles, com Wilbur no comando, durou 59 segundos e percorreu 260 metros. Até 1905, eles fizeram diversos aperfeiçoamentos no Flyer, até alcançarem um avião prático, com controle e sustentação.

Tudo em sigilo, porque os irmãos pensavam em garantir a patente, o que ocorreu em 1906.

Apenas em agosto de 1908, eles realizaram a primeira exibição pública na Europa. Estavam em Paris e assombraram a platéia com o completo controle do Flyer, que fez curvas de 90º dando duas voltas sobre uma pista de corrida e pousou no mesmo ponto em que subiu. No final de 1909, os dois fundaram a Wright Company e começaram a comercializar seus aparelhos.

Em 2003, no centenário do feito dos irmãos Wright, um consórcio de empresas e instituições nos EUA tentou reproduzir o primeiro vôo do Flyer, com uma réplica exata do avião. Sequer conseguiram sair do solo. A réplica era fiel, mas faltaram os ventos fortes que ajudaram os Wright a decolar em 1903.

Fonte: historia.abril.com.br

Irmãos Wright

Embora o grande crédito se deva aos srs. Orville e Wilbur Wright, também é justo reconhecer o contributo dos pioneiros da aviação que os precederam: Chanute, Lilienthal, Langley, Maxim e Pilcher,… todos fizeram as suas tentativas antes dos irmãos Wright, embora com menor sucesso.

Com efeito, experiências com papagaios já se realizavam há mais de 100 anos atrás, mas muitos destes pretendentes, tentavam imitar meramente os movimentos das aves ou não tinham ainda as bases da aerodinâmica… e naturalmente depararam-se com o fracasso.

Os irmãos Wright utilizaram um percurso muito mais ponderado e tinham melhor conhecimento de física básica, bem como, talento necessário para conseguir fazer levantar do chão, um aparelho mais pesado que o ar e controlá-lo assim que estivesse no ar.

A sua avaliação foi cautelosa quando construíram o “Flyer”.

O “Flyer” dos Irmãos Wright

Eles precisavam de uma estrutura apropriada, um motor com potência razoável, uma asa que lhes proporcionasse força suficiente para levantar um aparelho do chão, e o mais importante de tudo, a ver deles, desenvolver um método de controlo funcional no ar.

O trabalho já produzido por outros em estruturas era apropriado e uma grande ajuda para construir um avião. Por outro lado, o progresso realizado nos motores de combustão interna também os ajudaram muito ao projetar o seu motor.

Mas foi o controlo de estabilidade o fator que lhes provocava a maior dor de cabeça, provavelmente ao inverso dos seus antecessores, por e terem dedicado com maior consistência em controlar um aparelho em três dimensões. Outros imaginavam que um avião daria a volta num plano, usando apenas um leme. Os irmãos Wright analisaram corretamente que se o avião efetuasse um rolamento à volta do seu eixo longitudinal, conseguiria dar a volta mais facilmente.

Primitivamente os meios para o obter era pela deformação da asa… Mas não levou muito tempo a ser inventado o “aileron”, para melhor alcançar este movimento.

Após repetidas falhas e algumas surpreendentes descobertas, Wilbur de 35 anos e Orville de 31, decidiram planear para 1903, voar uma máquina mais pesada que o ar, tripulada, controlada, com capacidade de descolar com a sua própria propulsão e aterrar em segurança.

A Contagem decrescente para Kitty Hawk.

Foram para Kitty Hawk em 25 de Setembro de 1903, totalmente confiantes de ser um sucesso, iniciando a montagem do “Flyer” em Kill Devil Hills.

Os irmãos Wright tiveram que construir o seu próprio motor, com a ajuda do mecânico Charles Taylor, uma vez que a indústria de motores de combustão interna se encontrar ainda numa fase muito primitiva. Duas hélices de madeira foram montadas atrás das asas, rodando em sentidos opostos para cancelar o efeito de torção e ligadas por correntes de bicicleta (lembrem-se que os Wright tinham uma fábrica de bicicletas), que faziam a transmissão do movimento proveniente do motor.

Não querendo perder mais um dia, os irmãos Wright levantaram-se no dia 17 de Dez. preparados para voar. O vento era muito forte do lado norte, com uma velocidade de 45 km/h, e o tempo estava frio. Eles esperaram que o vento acalmasse, mas como isso não acontecia, decidiram fazer uma tentativa.

Pelas 10 Horas da manhã, fizeram sinal aos homens do posto de socorros a náufragos. O carril foi colocado desta vez, em terreno plano, mas a temperatura baixa dificultou este trabalho. Nesta tentativa estavam presentes John T. Daniels, Will S. Dough e Adam D. Etheridge, e alguns elementos do posto de socorros a náufragos.

Pelas 10:35, com Orville aos comandos, o “Flyer” rolou pelo seu carril de lançamento e elevou-se no ar.

O Wilbur, que tinha corrido ao lado, segurando a ponta da asa direita para manter o avião estável durante a descolagem, deu mais uns passos. Daniels tirou uma daquelas mais famosas fotografias — o primeiro voo da máquina voadora dos irmãos Wright — o triunfo do homem sobre os céus.

Orville escreveu no seu diário: “Com a largada da corda, a máquina começou a aumentar de velocidade provavelmente 7 ou 8 milhas. A máquina iniciou a subida mesmo ao atingir a quarta seção do carril. O senhor Daniels tirou uma fotografia no momento logo que deixou o carril. Notei o controlo do leme da frente difícil por estar compensado muito perto do centro e assim tinha tendência para inverter por si quando iniciado, por o leme estar muito longe de um dos lados e muito longe do outro. Como resultado, a máquina bruscamente subia à volta de 10 ft. e logo de seguida com o girar do leme, embicava para o chão. Uma flecha repentina quando atingiu os 100 ft. do final do carril, finalizou o voo. Tempo de 12 segundos (não sei exatamente porque o cronómetro não foi parado imediatamente)”.

A fotografia de John T. Daniels é uma das imagens mais notáveis do século XX, e com certeza, um dos mais extraordinários documentos históricos.

Esta foto mostra o momento grandioso: o “Flyer” descolou do carril de lançamento, Orville está aos comandos e Wilbur agitado corre a seu lado.

Se pensarmos em termos puramente estatísticos, foi apenas um pequeno triunfo. O voo de Orville só durou doze segundos e percorreu uma distância de 36 metros (120 ft), praticamente metade da distância da envergadura de um avião moderno de transporte como o Jumbo B-747. Mas os irmãos Wright efetuaram mais três voos nesse dia; o segundo voo realizado por Wilbur durou 12 segundos e percorreu a distância de 53 metros e o terceiro, foi tripulado por Orville e durou 15 segundos percorrendo 60 metros. O quarto e último voo foi o mais longo e foi pilotado por Wilbur. Durou cerca de 59 segundos e cobriu 260 metros antes de embater num pequeno monte de areia partindo o leme trazeiro do avião. Quaisquer dúvidas sobre a autenticidade sobre esta máquina voadora, foram assim desfeitas para sempre nesta altura.

No regresso a casa para tentar reparar os pequenos estragos do avião, eles foram surpreendidos por uma rajada de vento que começou a levantar a máquina.

Orville e Daniels seguraram as asas mas sem resultado. Daniels ficou pendurado num dos montantes da estrutura do “Flyer” e começou a embrulhar-se. Com alguma intensidade, o vento fez a máquina dar uma “cambalhota” com Daniels ainda no meio dos destroços.

Com algumas escoriações, o aventureiro Daniels, foi retirado das “ripas” partidas. Os voos de 1903 chegaram ao fim.

No final da tarde, um telegrama de Orville Wright foi entregue em casa de seu Pai em Dayton. As suas modestas palavras explicavam: “Sucesso quatro voos quinta de manhã todos com vento de 35 quilómetros por hora (21 milhas) iniciados em nível plano com apenas potência de motor média de velocidade através do ar trinta e uma milhas mais longo 57 segundos informar imprensa em casa para o Natal”.

A Indústria Aeronáutica

De regresso a Dayton, os irmãos Wright começaram a recear a imprensa. Eles pensavam que ao se exporem tanto à imprensa, isso iria comprometer o seu futuro trabalho, particularmente, quando quisessem esconder os pormenores das suas experiências, podendo eventualmente perder direitos de produção/patente revelando os seus inventos a possíveis concorrentes.

Finalmente e depois de inúmeras experiências, adaptações e modificações, os irmãos pensaram em usar uma catapulta portátil para diminuir a distância de descolagem e acelerar o seu avião para velocidades de voo. Este sistema de catapulta, constava de uma pequena torre com uma estrutura em forma de A de onde eram lançados pesos de 726 kg (1600 lb.) de uma altura de 4,8 metros (16 ft), amarrados a uma ponta de uma corda. Na outra ponta era preza à frente do avião, (corria por baixo do carril de lançamento). Tal engenho permitiu acelerar e atingir velocidades de descolagem e percorrer uma menor distância.

Com nova máquina, os irmãos Wright tentaram melhorar a estabilidade longitudinal e assim demonstrar um voo circular. Primeiro, puseram o motor mais recuado para permitir que o Centro de Gravidade mais para trás, pensando que tal iria trazer melhorias da estabilidade. Claro que não resultou… e rapidamente retrocederam para uma localização mais frontal, acrescentando “lastro” nos lemes dianteiros.

A 20 de Setembro de 1904 realizaram o primeiro voo circular com um avião na História. Daqui em diante, os voos circulares tornaram-se numa questão banal.

Apesar dos seus sucessos, muito poucas pessoas de Outer Banks e Dayton tinham assistido efetivamente aos voos dos irmãos Wright. Principalmente, porque os irmãos mantinham o seu trabalho envolvido num certo secretismo. Eles acreditavam que tinham conseguido desbloquear um conjunto de mistérios sobre o voo controlado e receavam que lhes fosse retirado o mérito de tal sucessos. Pelo menos até as suas patentes serem creditadas. Acordaram entre eles que só voariam novamente após terem um contrato de construção de um avião. Esta maneira errada de pensar levou a um certo descrédito dos seus aviões. Ninguém iria pagar um avião se não tivesse pelo menos visto um a voar.

Passados alguns meses, Wilbur e Orville preparam-se para voltar a voar, tanto nos EUA como fora, na Europa, onde conseguem uma venda de um avião a um sindicato Francês.

No entanto, os eventos na Europa ultrapassavam os irmãos Wright. Aeronautas franceses, incluindo o célebre brasileiro Alberto Santos Dumont, que vivia em França, já tinha voado em público as suas máquinas mais pesadas que o ar.

Em França, às 6 horas da tarde de sábado dia 8 de Agosto de 1909, com uma pequena assistência, que incluía Louis Blériot (completou a travessia do Canal da Mancha em 25 de Julho de 1909), Wilbur Wright levantou voo. Foi um voo simples e durou menos de dois minutos. Fez algumas voltas ao circuito de corridas de cavalos de “Les Hunaudieres”. Os franceses ficaram espantados pois nunca ninguém tinha conseguido demonstrar aquele nível de controlo.

Realizaram na segunda-feira a seguir mais voos onde o mais velho dos irmãos Wright, efetuou apertadas voltas em “oito”. Estas voltas acrobáticas puseram os franceses “loucos”. De repente, todas as suspeitas e dúvidas caíram por terra. O público e a imprensa francesa vitoriaram os Wright como os verdadeiros Reis do Ar.

Ao nível comercial, o negócio crescia exponencialmente em França e tinham já convites para fazerem demonstrações na Alemanha no final do ano.

Os feitos aeronáuticos dos irmãos Wright foram reconhecidos mundialmente. No final de 1909, fundaram a “Wright Company”. Esta empresa construía e vendia os aviões. Tinham escritórios em New York City e oficinas em Dayton. O Wilbur Wright era o Presidente e Orville o Vice-Presidente.

Fonte: chapter1297lusitanos.planetaclix.pt

Irmãos Wright

Os Irmãos Wright, Orville Wright (19 de Agosto de 1871 – 30 de Janeiro de 1948) e Wilbur Wright (16 de Abril de 1867 – 30 de Maio de 1912), são, geralmente, reconhecidos nos Estados Unidos da América e em boa parte do mundo por projetarem e construírem o primeiro avião funcional e por realizarem o primeiro vôo controlado num aparelho mais pesado que o ar em Kitty Hawk, Carolina do Norte, que teria sido realizado em 17 de Dezembro de 1903 (foto registrada com data), além de outras realizações marcantes na história da aviação.

O vôo do Flyer 1 é reconhecido pela Fédération Aéronautique Internationale como o primeiro de um aparelho voador controlado, motorizado e “mais pesado que o ar.”

Contudo, há bastante polémica quanto ao fato de terem ou não sido os primeiros a realizar estas ações, reindivicadas por parte de outros indivíduos e nações.

Um dos casos mais conhecidos é o do inventor brasileiro Alberto Santos-Dumont, considerado por muitos (principalmente no Brasil) como o criador do primeiro aparelho voador “mais pesado que o ar” – o seu 14-Bis, construído na França, que alçou vôo em 23 de outubro de 1906, quase três anos depois dos Irmãos Wright.

Irmãos Wright
“Flyer I”, 17 de Dezembro, 1903.

A questão principal sobre esta polêmica, deve-se ao fato de que, de fato, a aeronave de Orville e Willbur Wight elevou-se do chão antes da data do feito de Santos Dumont, entretanto, impulsionado por uma catapulta mecânica, enquanto o 14-Bis alçou alvo por meios motorizados através de combustão, três anos depois.

A controvérsia é alimentada ainda pelo fato dos Irmãos Wright conduzirem o seus testes em segredo.

O primeiro vôo dos irmãos foi testemunhado por apenas quatro salva-vidas e um menino. Era uma época em que vários inventores de diversos países estavam tentando criar a primeira aeronave mais pesada do que o ar capaz de voar com sucesso.

Os Irmãos Wright não queriam derramar informações ao seu principal rival Samuel Pierpont Langley, o então secretário do instituto Smithsonian.

Comenta – se que posteriomente, teriam realizado vôos públicos sem o uso de catapultas antes que Santos Dumont, e que o mundo não ficou sabendo porque não havia pessoas fidedignas em aviação presentes, porem cria-se um parodoxo, já que o primeiro vôo com o Flyer 1 teria sido realizado na presença de apenas 1 menino e 4 salva – vidas, portamto tendo como assegurar o devido crédito, tornando o brasileiro Santos Dumont a ser o primeiro a levantar vôo com centenas de testemunhas e sem mecanismo impulsor, levando, então os céditos de primeiro vôo.

A controvérsia do primeiro vôo mais pesado do que o ar ainda existe, principalmente para os americanos, pois Santos Dumont realizou sua experiência independente dos irmãos Wright, e lançou o seu primeiro vôo oficial aberto ao público francês.

Só então dois anos após que os Wright demonstrariam o seu “Flyer” para o mesmo público.

Ambos os irmãos estudaram, mas não receberam diploma de segundo grau. Eles cresceram em Dayton, onde abriram em 1882 uma companhia de manutenção, design e fabricação de bicicletas (a Wright Cycle Company), operando a companhia até 1909.

Fonte: www.geocities.com

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