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História do Brasil

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A rigor, a História do Brasil começou com os indígenas que aqui chegaram, há aproximadamente dez mil anos, originários da Ásia e da Polinésia.

As sociedades indígenas americanas mantiveram-se isoladas em relação ao resto do mundo, até a chegada dos europeus no fim do século XV e início do XVI.

A partir de 1500, o Brasil e a América passaram a ser integrado no sistema capitalista que, nascido no continente europeu, terminou por tornar-se mundial. A economia do Brasil Colônia foi organizada principalmente em função dos interesses e decisões de governantes e empresários europeus, iniciando-se dessa forma a história de uma sociedade dependente.

As sociedades dependentes caracterizam-se por não possuir, no interior de suas fronteiras, a maior parte dos centros das decisões mais importantes para seu desenvolvimento. O Brasil e a América espanhola, mesmo depois da independência e especialmente no tocante à economia, se constituíram como sociedades dependentes da Europa Ocidental e, a partir do século XIX, dos Estados Unidos. Dessa forma, para o estudo da história da América Latina, torna-se fundamental um mínimo de conhecimento da história dos países centrais do sistema capitalista internacional.

A dependência revela-se clara na história do Brasil desde a descoberta que, fundamentalmente, explica-se pelas mudanças ocorridas na Europa dos fins da Idade Média com a crise do sistema feudal e o nascimento do capitalismo comercial.

História do Brasil – País

Brasil, oficialmente República Federativa do Brasil, República Portuguesa Federativa do Brasil, país da América do Sul que ocupa metade do continente.

É o quinto maior país do mundo, superado apenas em tamanho pela Rússia, Canadá, China e Estados Unidos, embora sua área seja maior do que a dos 48 estados americanos contíguos.

O Brasil fica de frente para o Oceano Atlântico ao longo de 7.400 km de costa e compartilha mais de 15.700 km de fronteiras internas com todos os países da América do Sul, exceto Chile e Equador – especificamente, Uruguai ao sul; Argentina, Paraguai e Bolívia ao sudoeste; Peru a oeste; Colômbia ao noroeste; e Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa ao norte.

Brasil se estende por cerca de 4.350 km de norte a sul e de leste a oeste para formar um vasto triângulo irregular que abrange uma ampla gama de paisagens tropicais e subtropicais, incluindo pântanos, savanas, planaltos e montanhas baixas.

Brasil contém a maior parte da bacia do rio Amazonas, que possui o maior sistema fluvial do mundo e a mais extensa floresta tropical virgem do mundo. O país não contém ambientes desérticos, montanhosos ou árticos.

Brasil é o quinto país mais populoso do planeta e responde por um terço da população da América Latina. A maioria dos habitantes do Brasil está concentrada ao longo da costa leste, embora sua capital, Brasília, esteja localizada no interior e um número crescente de migrantes esteja se mudando para o interior. O Rio de Janeiro, aos olhos de grande parte do mundo, continua sendo o ícone proeminente do Brasil.

As cidades florescentes do país, os enormes complexos hidrelétricos e industriais, as minas e as terras férteis fazem dela uma das maiores economias do mundo. No entanto, o Brasil luta com desigualdades sociais extremas, degradação ambiental, crises financeiras intermitentes e um sistema político às vezes bloqueado.

Brasil é único nas Américas porque, após a independência de Portugal, não se fragmentou em países separados, como aconteceu com as possessões britânicas e espanholas na região; em vez disso, manteve sua identidade ao longo dos séculos e em uma variedade de formas de governo. Por causa dessa hegemonia, a língua portuguesa é universal, exceto entre os índios nativos do Brasil, especialmente aqueles nas partes mais remotas da bacia amazônica.

História do Brasil – Sociedade

História é uma das ciências sociais empenhadas na reconstrução do passado e do presente, sendo muitas vezes extremamente difícil estabelecer fronteiras entre cada um desses momentos do tempo.

No seu trabalho o historiador utiliza fontes que podem ser: escritas, como documentos oficiais e particulares, jornais, livros; orais, como discos ou fitas gravadas; ou visuais, quadros, gravuras, fotos e filmes.

Na vida cotidiana deparamos com um sem-número de fontes para os mais diversos estudos de História.

Por exemplo, para o pesquisador empenhado em descrever e explicar a sociedade brasileira na década de 1980, seriam materiais importantes: cadernos de contas de famílias de várias classes; documentos mostrando o funcionamento de empresas; declarações de renda; decretos governamentais; panfletos sindicais e políticos, livros, revistas, jornais, fotos e filmes.

O historiador, como todo cientista, deve, num primeiro momento, definir o problema que deseja estudar, após o quê, passa a coletar a documentação relativa ao tema, aí incluindo trabalhos já realizados por outros estudiosos.

Por exemplo: desejamos determinar os níveis de renda, consumo e poupança da classe média, na cidade de São Paulo, no início dos anos setenta.

As primeiras fontes para a nossa pesquisa podem ser oficiais: documentos de entidades governamentais como o IBGE, Ministério da Fazenda, sobre salários, preços e índices de poupança.

Além da documentação oficial, deveríamos utilizar também documentos de outras fontes como: sindicatos, jornais, institutos independentes de pesquisa.

O estudo das fontes deve ser feito de forma crítica. Nem tudo o que é dito pelos materiais coletados para a pesquisa é expressão da verdade. Ao longo da história, governos, instituições e pessoas tendem a afirmar, como verdade, aquilo que muitas vezes é apenas expressão dos seus interesses. Essas mentiras podem ser deliberadas ou inconscientes. Cabe ao historiador comparar, criticar, estudar fontes de variadas tendências, numa tentativa de reconstruir o que aconteceu da forma mais exata possível. Essas conclusões, por sua vez, com o avanço científico podem ser mais bem explicitadas, confirmadas ou negadas.

A história e o tempo

No estudo das diversas sociedades, é de grande importância a observação do seu desenvolvimento no tempo. Por isso, os estudos de História recebem grande colaboração da cronologia, uma atividade científica que estuda a organização e as divisões do tempo.

Nos estudos de História existe uma divisão cronológica tradicional e básica: em quatro grandes períodos: a Antiguidade que durou aproximadamente de 4000 a.C. até o século V da nossa era, quando se deu a queda do Império Romano do Ocidente; do século V ao XV tivemos o período da Idade Média, cujo final é assinalado pela queda de Constantinopla em 1453; a Idade Moderna, iniciada no século XV, terminou no fim do século XVIII com o início da Revolução Francesa; o momento que vai de 1789 até nossos dias foi chamado de Idade Contemporânea.

História do Brasil – Colonização

Em 1532, o rei de Portugal, D.João III, anuncia o povoamento do Brasil por meio da criação das capitanias hereditárias. O Brasil foi dividido em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donatários.

Fracassado o projeto das capitanias hereditárias, a Coroa Portuguesa faz, em 1549, a segunda tentativa para controlar o território e cria o primeiro Governo Geral, nomeando Tomé de Souza como governador geral.

Entre os destaques desse período, a consolidação do projeto de colonização por Duarte da Costa, segundo governador geral, que introduz a produção do açúcar.

Em 1580, a anexação da Coroa portuguesa à espanhola, também conhecida como União Ibérica, trouxe prejuízos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, se transformou em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro, onde construíram fortes e fundaram povoações como a Cidade Maurícia, atual Recife. A ocupação holandesa durou até 1654, com o fim da Batalha dos Guararapes e a expulsão dos invasores.

Logo após, na virada dos séculos XVII e XVIII, inicia-se um novo ciclo econômico no país, o ciclo da mineração. Durante essa época, houve uma reestruturação do sistema colonial brasileiro. Marquês de Pombal, obedecendo as diretrizes do iluminismo ilustrado, finalizou a incorporação das capitanias à Coroa, promoveu políticas de urbanização e de controle das fronteiras que atingisse todo o território, transferiu a capital de Salvador para o Rio de Janeiro (1762), elevou a colônia à condição de Vice-Reino e estimulou a diversificação da agricultura e o desenvolvimento da incipiente indústria colonial.

Independência do Brasil

Também durante o século XVIII, em 1792, ocorreu a Inconfidência Mineira, primeiro movimento pela independência do Brasil, influenciado pelos ideários das Revoluções Americana e Francesa.

A resposta da Coroa foi a devassa, repressão que condenou à morte e ao degredo os principais líderes do movimento, como Tiradentes, enforcado e esquartejado.

Outro fator que colaborou para o processo de independência do Brasil foi a transferência da Corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, em decorrência das Invasões Napoleônicas.

A chegada da Família Real abriu os portos brasileiros para todas as nações, reformou e remodelou a capital, estimulou a economia regional e desenvolveu a cultura do algodão, cotado para a indústria têxtil inglesa.

Brasil independente

Em 9 de janeiro de 1822, contrariando a decisão portuguesa de extinguir a regência brasileira e exigir a volta de D. Pedro, o Príncipe Regente opta por permanecer no Brasil, em data que ficou conhecida como Dia do Fico. No mesmo ano, no dia 7 de setembro, o país se tornou independente e marcou o fim do tumultuado conflito com as tentativas de Portugal para recolocar o Brasil em seu status colonial.

Em 1831, D. Pedro I, imperador do Brasil, após confronto com deputados liberais, abdicou em favor de seu filho, de 5 anos de idade, e voltou para a Europa.

Inicia-se a Regência, que contou com períodos liberais e conservadores no poder. Para conter a onda conservadora, os liberais lançaram a campanha vitoriosa da maioridade de D. Pedro II que, coroado, formou um Ministério liberal, substituído no ano seguinte por um conservador, inaugurando o costume de troca de Ministérios que vigorou até o fim do Império.

Grandes mudanças políticas ocorreram durante o reinado de D. Pedro II. A promulgação da Lei de Terras, em 1850, aumentou o poder dos proprietários de terra e donos de escravos com a proibição da posse da terra aos que nela já habitavam, além da expulsão dos índios e posseiros que lá viviam desde os tempos coloniais.

Já em 1888, a assinatura da Lei Áurea, pela Princesa Isabel, que extinguia a escravidão, atendeu os interesses capitalistas da Inglaterra, como demonstrado pela Lei Bill Aberdeen, de 1845, em que se deu permissão para os navios ingleses atacarem, em águas internacionais, navios brasileiros envolvidos com o tráfico de escravos.

História do Brasil – República

Um ano depois, em 1889, é proclamada a República, decorrente de diversos motivos, entre eles os atritos com a Igreja Católica, o abandono do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país, a manutenção de um regime político de castas e censitário e o afastamento do Brasil em relação aos demais países do continente americano.

O Marechal Deodoro da Fonseca inaugurou o período conhecido como República Velha, caracterizado pela política do café com leite, a alternância no poder de representantes dos estados de Minas Gerais e São Paulo, e a prioridade do modelo agrário exportador em detrimento da industrialização.

A década de 20 foi marcada por diversos movimentos contestadores da ordem política e social, como a Semana de Arte Moderna de 1922 e o Tenentismo.

Esses eventos e o crash da bolsa em 1929 auxiliaram, junto com a insatisfação da classe política de outros estados fora do eixo “café-com-leite”, Getúlio Vargas a liderar a Revolução de 1930, que instaurou no Brasil um novo modelo de desenvolvimento industrial e urbano, apoiado pelo populismo e a instituição de medidas que beneficiaram os trabalhadores, como a instituição do salário mínimo. Até 1945, Vargas foi o comandante do país, de modo a instituir o regime ditatorial em 1937, por meio de uma Constituição inspirada no fascismo italiano, a “polaca”.

A onda democratizante do pós 2ª Guerra, em 1945, forçou Getúlio Vargas a organizar eleições, cujos partidos foram criados por decreto e sob forte controle.

Os dois maiores, o Partido Social Democrata (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), articularam uma aliança nacional que durou 15 anos. Getúlio ainda voltaria ao poder em 1950 e se suicidaria 4 anos depois, sob acusações de ser o mandante de um crime político e pressionado a renunciar por diversos setores da sociedade brasileira.

Juscelino Kubitschek, vitorioso nas eleições em 1955, institucionalizou o Plano de Metas e consolidou o Modelo Desenvolvimentista, cujo símbolo foi a criação de uma nova capital no Planalto Central, Brasília, inaugurada em 1960.

Quatro anos depois, em 1964, os militares tomaram o poder e, por meio de ato institucional, o AI-5, em 1969, iniciaram uma perseguição a todos que fossem considerados como ameaça ao regime.

O cenário político nacional é marcado pelo autoritarismo, supressão dos direitos constitucionais, perseguição policial e militar, prisão e tortura dos opositores e pela imposição de censura prévia aos meios de comunicação. Na economia, institui-se diversificação e modernização da indústria e serviços, sustentada por mecanismos de concentração de renda, endividamento externo e abertura ao capital estrangeiro.

A ditadura militar durou até 1985, ano em que se iniciou a transição democrática, pressionada por grande mobilização popular, conhecida como Diretas Já.

O período conhecido como Nova República tem como primeiro presidente Tancredo Neves, que é internado na véspera da posse e morre cerca de um mês depois, em 21 de abril de 1985. José Sarney assume em seu lugar. No plano econômico, destaca-se a inflação galopante e o Plano Cruzado, a primeira tentativa, fracassada, de estabilizar a moeda.

Nas primeiras eleições diretas para presidente, em 1989, se enfrentaram no segundo turno Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT). Collor, vitorioso, apresenta um ambicioso programa de estabilização da economia, o Plano Collor, que confiscou contas correntes e poupanças de boa parte da população e fez voltar a inflação galopante, além de agravar a recessão, presente desde a década anterior.

Acusado pelo irmão de envolvimento em esquema de corrupção, Collor foi investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Ao mesmo tempo, jovens, que passaram a ser conhecidos como “caras pintadas” saem às ruas exigindo o impeachment de Collor, que é afastado pelo Congresso, em 1992, assumindo o vice, Itamar Franco.

Itamar Franco nomeou em 1994 o senador Fernando Henrique Cardoso para Ministro da Fazenda e foi criado o Plano Real, que teve sucesso em promover a estabilização da moeda. Nas eleições desse ano se enfrentam, no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Fernando Henrique Cardoso (FHC), do Partido Social-Democrata Brasileiro (PSDB), que sai vitorioso.

FHC é reeleito em 1998 e se mantém no poder até 2002, quando Lula é eleito. Em 2006, é a vez do candidato do PT ser reeleito como Presidente da República, cargo que exerce até hoje.

História do Brasil – As Grandes Navegações

As Grandes Navegações foram realizadas pelos europeus, que viajaram pelo Oceano Atlântico em busca de novas terras e mercados comerciais.

A principal razão para esse empreendimento foi a questão econômica, pois naquela época, os comerciantes europeus compravam as especiarias que viam da “rota do mediterrâneo”, mas nessa rota, havia muitos intermediários, que faziam os preços das especiarias se elevarem. Então os comerciantes europeus precisaram achar uma nova rota, pois se continuassem comprando pela rota do mediterrâneo, nunca iriam conseguir ampliar o seu mercado e perderia a sua clientela, por causa dos altos preços cobrados.

Portugal foi o pioneiro nas Grandes Navegações porque tinha uma atividade pesqueira marítima bem desenvolvida, a burguesia tinha um grande interesse de financiar para aumentar os seus domínios (mercados comerciais).

História do Brasil – Período pré-colonial

período pré-colonial no Brasil ocorreu entre 1500 a 1530, e é caracterizado como um período em que o Brasil está sendo apenas estudado, isto é, os portugueses estavam fazendo um pequeno reconhecimento do território. Houve algumas expedições e em duas delas, se confirmaram a existênciade uma árvore, o pau-brasil, que era utilizado em tinturaria, e com isso, atraiu muitos navegadores para contrabandear a madeira.

Quando a coroa portuguesa tomou conhecimento desse contrabando, foram enviadas algumas expedições para combatê-las, porém como o território brasileiro é muito extenso, dificultaria e muito o combate ao tráfico, então o único meio encontrado para evitar isso era colonizar o Brasil e formar grupos de povoamento.

Nessa época, os portugueses estavam dando mais atenção na conquista do mercado de especiarias do oriente, que era muito lucrativo, por isso, e quando eles chegaram no Brasil, não encontraram nenhum metal precioso ou algo que lhe desse ótimos lucro e por causa desses fatores que eles não dava atenção a terra descoberta.

História do Brasil – O Sistema Colonial

O Brasil só começou a ser explorado em 1530, isto é, 30 anos após de ser “descoberto” por Cabral.

Mas por que os portugueses só se interessaram em colonizar o Brasil após 1530?

Porque naquela época, as especiarias orientais davam ótimos lucros aos portugueses, mas os outros países europeus começaram a navegar nessa rota, fazendo com que o preço das especiarias se desvalorizasse, trazendo prejuízo aos portugueses, porém havia outros fatores que levaram Portugal a se preocupar, pois os países europeus – França, Inglaterra, Holanda – estavam invadindo a sua colônia (Brasil), e Portugal não queria perder um vasto território inexplorado, com grandes probabilidades de se encontrarem metais preciosos.

Por causa desses fatores, que Portugal iniciou a exploração, mas com ela, também iniciou uma atividade econômica para atrair a atenção de aventureiros em busca de se enriquecerem rapidamente e voltarem para Portugal.

colonização que ocorreu no Brasil, foi uma colonização de exploração, porque a colônia produzia somente para o mercado externo (o mercado europeu), com um único objetivo, o de obter lucro, e por isso que foi usada a mão-de-obra escrava. A técnica utilizada nas plantações eram rudimentares, logo não se importavam em ensinar os escravos,pois os colonos produziam uma mercadoria para obter uma quantidade muito grande, não se importando com a qualidade.

Porque foram os holandeses que investiram o seu capital no Brasil em 1530?

Pois naquela época, Portugal não possuía condições financeiras para os gastos da construção dos engenhos e transporte de mercadorias produzidas por este, e naquela época, só a Holanda tinha as condições de realizar o transporte e investir na compra dos matérias e escravos.

O expansionismo do território brasileiro

A expansão territorial se iniciou aproximadamente em 1630, pois foi quando o colonizador começou a achar fontes de riquezas, principalmente o ouro.

Os bandeirantes foram um dos principais elementos que contribuíram para a expansão do território, porque na Capitania de São Vicente os engenhos não davam lucros e as pessoas que a habitavam queriam se enriquecer, então a única solução encontrada foi a corrida para o ouro.

Houve quatro ciclos no período das bandeiras que foram:

Ciclo do sertanismo de contrato: Foi a época em que os bandeirantes eram mercenários e lutavam ao lado do governo em serviços particulares, isto é, sufocar rebeliões e foram contratados para destruir os quilombos (no qual foi destruído o quilombo dos palmares).
Ciclo do ouro de lavagem: 
Foi o ciclo onde foram encontrados ouro nos leitos de rios, que eram de fácil extração.
Ciclo de caça ao índio: 
Neste ciclo, os bandeirantes foram ao encontro das missões jesuíticas para aprisionar os índios catequisados e vendê-los aos engenhos baianos, pois os holandeses havia invadido as colônias portuguesas na África e bloquearam o fornecimento de escravos para os engenhos que não tinha um contrato com os holandeses. Mas eles foram expulsos da África, fazendo com que o tráfico de escravos voltassem ao normal e que os bandeirantes voltassem a sua atenção a procura do ouro, agora em mina.
Ciclo do ouro encontrado em mina: 
No final do século XVII, foi encontrado ouro na serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, so que a quantidade foi em grande escala. Também foi encontrado ouro no Mato Grosso e Goiás. Com a descoberta destas minas, as migrações para essas regiões foi muito grande. Foi o início do povoamento do oeste do Brasil.

História do Brasil – Brasil Império

Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822, ela foi baseada na independência dos E.U.A. Ela foi realizada pela aristocracia, e por isso, a sociedade continuou escravista.

Após a abdicação de D. Pedro I, que foi abdicado em 1831, foi considerado com a finalização da nossa independência.

O período Regencial, que se iniciou em 1831 e se estendeu até 1840 foi caracterizado por vários conflitos sociais como A Cabanagem, A Sabinada, A Farroupilha e A Balaiada.

No período das Regências, como D.PedroII (filho de D. Pedro I) era menor de idade para governar, então o Partido Brasileiro que assumiu o poder após a abdicação de D. Pedro I, formando A Regência Trina Provisória, com isso remontou o Ministério dos Brasileiros, anistiou as pessoas presas por questões políticas, suspensão temporária do Poder Moderador, decidiu tornar indissolúvel a Câmara dos Deputados.

Na Regência Trina Permanente, foram formados três partidos políticos: o Liberal Moderado, o Liberal Exaltado e o Restaurador.

Foi também na Regência Trina Permanente que houve o Ato Adicional que decretava: extinção do conselho de estado, concessão da autonomia para as províncias, substituição da Regência Trina Permanente pela Regência Una, criação das Assembléias Legislativas Provinciais.

Houve a Regência Una de Diogo Feijó e a Regência Una de Araújo Lima, que não conseguiram resolver os conflitos sociais e então os partidos políticos se uniram e deram o golpe da maioridade, aonde D. Pedro II assumiu o trono

História do Brasil – Brasil República

Os militares tomaram o poder com o auxílio da aristocracia e Proclamaram a República em 15 de novembro de 1889.

A República da Espada foi caracterizada por uma disputa política, entre os militares e os fazendeiros, pois cada grupo tinha seus ideais.

Na República Velha, o voto deixou de ser censitário, mas eram controlados pelos coronéis, grandes fazendeiros que compravam a patente de coronel. O poder do país ainda estavam nas mãos dos grandes fazendeiros.

Na metade do século XX, se iniciou o declínio da oligarquia cafeeira, pois naquela época, a indústria estava sendo implantada no país, e com isso, o surgimento de uma nova classe, a burguesia industrial.

História do Brasil – Cronologia

Descobrimento do Brasil

Descobrimentos

1389: Tem início a dinastia de Avis, com D. João I, iniciando-se a história da expansão marítima portuguesa.
1415: 
Os portugueses conquistaram a cidade norte-africana de Ceuta. Este é o marco inaugural da expansão marítima.
1453:
 Tomada de Constantinopla pelos turcos. Este é o início da Idade Moderna. O comércio no Mediterrâneo sofre bloqueio turco. O episódio dá novo impulso à necessidade de se procurar novo caminho para as Índias.
1488:
 O navegador Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperança.
1492: 
Cristóvão Colombo, navegando a serviço da Espanha, descobre a América.
1494: 
Espanha e Portugal assinam o Tratado de Tordesilhas.
1498: 
Vasco da Gama atinge Calicute, na Índia, contornando a costa africana.
1499:
 Os irmãos Pinzón percorrem a costa das Guianas e do Brasil, até a altura do rio Amazonas.

Brasil Colônia

1500: Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil, tomando posse da terra em nome da Coroa Portuguesa.
1509: 
Diogo Álvares Correia (O Caramuru) funda o primeiro estabelecimento português no Brasil.
1530
: Expedição colonizadora de Martim Afonso ao Brasil.
1532: 
Fundação, por Martim Afonso, da primeira vila do Brasil, a Vila de São Vicente.
1534:
 O Brasil é dividido em capitanias hereditárias. Início da colonização sistemática.
1548: 
Cria-se o governo-geral com o intuito de centralizar a administração da Colônia.
1550: 
Chega a Salvador a primeira leva de escravos africanos.
1555:
 Os franceses fundam a França Antártida, no Rio de Janeiro.
1556: 
Proibição oficial da Coroa espanhola quanto ao emprego das palavras “conquista” e “conquistador”.
1567:
 Os franceses são expulsos do Rio de Janeiro.
1570:
 Carta régia de D. Sebastião garantindo a liberdade dos índios. Mas as leis não são suficientes para conter os ataques e violências contra os índios.
1571
: D. Sebastião decreta que somente navios portugueses transportem mercadorias para o Brasil.
1580:
 Início do domínio espanhol, também chamado União Ibérica. Prolonga-se até 1640.
1612:
 Os franceses invadem o Maranhão e fundam a França Equinocial.
1615:
 Os franceses são expulsos do Maranhão.
1624:
 Os holandeses invadem a capital da Colônia, Salvador.
1625:
 Os holandeses são expulsos da Bahia.
1630:
 Os holandeses iniciam a invasão de Pernambuco. Só serão expulsos em 1654.
1635:
 É liqüidada a resistência luso-brasileira comandada por Matias de Albuquerque.
1637:
 Maurício de Nassau chega ao Brasil e inicia sua habilidosa administração. D. João IV restaura o trono português pondo fim ao domínio espanhol.
1644:
 Desentendendo-se com a Companhia das Índias Ocidentais, Maurício de Nassau deixa o cargo de governador.
1648:
 Vitória dos luso-brasileiros contra os holandeses na primeira batalha dos Guararapes ( a segunda foi em 1649).
1654: 
Os holandeses assinam sua rendição na Campina da Taborda.
1661: 
Os holandeses reconhecem oficialmente a perda do nordeste brasileiro e assinam o tratado de paz de Haia.
1674:
 Bandeira de Fernão Dias Pais Leme parte em direção ao sertão de Minas Gerais.
1684: 
Explode, no Maranhão, a Revolta liderada pelo senhor de engenho Manuel Beckman.
1690 a 1695: 
São encontradas as primeiras jazidas de ouro no Brasil.
1694:
 O bandeirante Domingos Jorge Velho (sertanismo de contrato) destrói o quilombo dos Palmares.
1701: 
É proibida a criação de gado numa faixa de dez léguas a partia do litoral.
1702:
 É criada a Intendência das Minas, tendo como função básica distribuir terras para a exploração do ouro e cobrar tributos para a Fazenda Real.
1703: 
Portugal e Inglaterra assinam o Tratado de Methuen (Tratado dos Panos e Vinhos), que teve importante repercussão na vida econômica portuguesa.
1708: 
Tem início a Guerra dos Emboabas.
1710: 
Explode a Guerra dos Mascates, conflito entre os senhores de engenho de Olinda e os comerciantes de Recife.
1713:
 Tratado de Utrecht (a França aceitava o rio Oiapoque como limite entre a Guiana e o Brasil).
1715: 
Tratado de Utrecht ( a Espanha concordava em devolver a Colônia do Sacramento a Portugal).
1720:
 São criadas as Casas de Fundição, onde todo o ouro deveria ser levado para a transformação em barras. Ao receber o ouro, as Casas retiravam a parte correspondente ao imposto (quinto). Nesse mesmo ano, explode a Revolta de Vila Rica, em protesto contra a criação das Casas de Fundição.
1729: 
Tem início a produção de diamantes no arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina, em Minas Gerais.
1750:
 É determinado que o resultado do quinto não poderia ser menor do que 100 arrobas de ouro por ano. Tratado de Madri estabelece a posse portuguesa além da linha de Tordesilhas. Além disso, determinava que a Colônia do Sacramento pertencia aos espanhóis, e a região dos Sete Povos das Missões pertencia aos portugueses.
1759: 
Expulsão dos jesuítas do Brasil, por determinação do marquês do Pombal.
1761: 
Acordo do Pardo (Espanha e Portugal anulam o Tratado de Madri).
1763: 
A capital do Estado do Brasil é transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
1765:
 Foi decretada a Derrama, pela qual obrigava-se a população mineradora a completar a soma acumulada do imposto devido.
1771: 
Começa a funcionar a enérgica atuação da Intendência dos Diamantes.
1777:
 Tratado de Santo Ildefonso (a Espanha ficaria com a Colônia do Sacramento e a região dos Sete Povos das Missões, mas devolveria terras que havia ocupado nos atuais estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
1789:
 Organiza-se a Conjuração Mineira, que teve como desfecho a condenação à morte de Tiradentes (21 de abril de 1792).
1798: 
Prepara-se a Conjuração Baiana, que contou com significativa participação das camadas populares. Esta rebelião teve como desfecho a pena de morte aplicada a João de Deus, Manuel Faustino, Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens (8 de novembro de 1799).
1801:
 Tratado de Badajós (a Espanha renuncia à posse dos Sete Povos das Missões, e Portugal confirma o direito espanhol à Colônia do Sacramento).
1806
: Napoleão Bonaparte decreta o Bloqueio Continental contra a Inglaterra.
1807:
 Recusando-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal é invadido por tropas franco-espanholas. Em novembro desse ano, a família real abandona o território português, transferindo a sede do reino para o Brasil.
1808:
 D. João chega ao Brasil. Pressionado pela Inglaterra, assina o decreto da abertura dos portos, rompendo com o monopólio do comércio colonial.
1810:
 Portugal e Inglaterra assinam um tratado de comércio, que fixa em 15% a taxa alfandegária (ad valorem) sobre produtos ingleses vendidos para o Brasil. Os demais países pagavam 24%, e Portugal 16%.
1815: 
Elevação do Brasil à categoria de Reino Unido à Portugal e Algarves.
1817: 
Explode a Revolução Pernambucana, tendo como ideal a proclamação da república e a elaboração de uma Constituição liberal. Os revoltosos ocupam o poder, por pouco tempo. A revolução foi violentamente reprimida
1820: 
Eclode em Portugal a Revolução do Porto, liderada pela burguesia lusitana. Os revoltosos exigem a volta de D. João VI ao país.
1821
: D. João VI é obrigado a deixar o Brasil, depois de tê-lo governado por mais de 12 anos. Em seu lugar fica o príncipe regente D. Pedro.
1822:
 No dia 7 de setembro, D. Pedro proclama a independência do Brasil. Inicia-se o período monárquico, que durou 67 anos.

Brasil Império

1823: Instala-se, no dia 3 de maio, a Assembléia Constituinte encarregada de elaborar a primeira Constituição do Brasil. Criando um sistema eleitoral baseado na renda em farinha de mandioca, o anteprojeto ficou conhecido como a Constituição da Mandioca. Em novembro, D. Pedro I dissolve a Assembléia.
1824: 
É outorgada no dia 25 de março, por decreto imperial, a primeira Constituição do país. No dia 25 de julho, explode a Confederação do Equador.
1825: 
Os revolucionários cisplatinos assumem o controle militar da província Cisplatina.
1826: 
Morre, em Portugal, D. João VI. Aberta a sucessão do trono, D. Pedro I torna-se o legítimo pretendente, mas abdica seu direito em favor de sua filha D. Maria da Glória.
1828:
 É assinado um tratado de paz entre Brasil e Argentina, pelo qual ambos os países aceitavam a fundação de República Oriental do Uruguai.
1831: 
D. Pedro I abdica o trono brasileiro em favor de seu filho Pedro de Alcântara. A Regência Trina Provisória assume o poder até junho desse ano. A partir dessa data, o governo é transferido para a Regência Trina Permanente. O período regencial vai até 1840.
1832:
 O ministro da Justiça, padre Feijó, renuncia ao cargo.
1834:
 D. Pedro I morre em Portugal. É aprovado o Ato Adicional, introduzindo modificações na Constituição do império.
1835: 
Início da Regência Una do padre Feijó. No Pará, explode a Cabanagem; no sul, a Farroupilha.
1837: 
O Regente Feijó renuncia ao cargo. Tem início a Regência Una de Araújo Lima. Na Bahia, explode a Sabinada.
1838:
 A Balaiada tem início, no Maranhão.
1840: 
Termina o Período Regencial, com a decretação da maioridade de D. Pedro II. Início do Segundo Reinado. É aprovada a lei interpretativa do Ato Adicional, limitando a autonomia das províncias.
1842:
 Revolta dos liberais em São Paulo e Minas Gerais.
1847:
 É criado o cargo de presidente do Conselho de Ministros. Introdução dos primeiros imigrantes na fazenda de café Ibicaba, em São Paulo.
1848: 
Explode a Revolução Praieira, a última grande revolta liberal do império.
1850:
 É extinto o tráfico de escravos no Brasil.
1854:
 Inauguração da primeira estrada de ferro do Brasil.
1865:
 Início da Guerra do Paraguai.
1870:
 Fim da Guerra do Paraguai. É publicado o Manifesto Republicano, no Rio de Janeiro.
1873: 
É fundado o Partido Republicano Paulista, na Convenção de Itu, em São Paulo.
1888: 
É promulgada a Lei Áurea, declarando extinta a escravidão no Brasil.
1889: 
Fim do império. Proclamação da república.

Brasil República

1889: Instalação do governo provisório da república.
1891:
 É promulgada a primeira Constituição da República. Deodoro da Fonseca é eleito, pelo Congresso Nacional, presidente da república. Em novembro desse ano, renuncia ao cargo e Floriano Peixoto assume o poder.
1892:
 Manifesto dos Treze Generais, exigindo a convocação de novas eleições presidenciais. Primeira Revolta da Armada.
1893: 
Explode a Segunda Revolta da Armada, liderada pelo almirante Custódio José de Melo. Tem início a Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul.
1894:
 Tem início o governo de Prudente de Morais. Antônio Conselheiro começa a organizar o arraial de Canudos.
1897: 
O arraial de Canudos é destruído por tropas federais.
1898:
 Têm início o governo de Campos Salles e a montagem da política dos governadores.
1903:
 O Acre é incorporado ao Brasil, pelo Tratado de Petrópolis, encerrando-se disputas com a Bolívia.
1904:
 Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro.
1906: 
O Convênio de Taubaté propõe soluções para a crise de superprodução do café. Os governos estaduais deveriam comprar e estocar a produção excedente.
1910: 
Revolta da Chibata, no Rio de Janeiro.
1912: 
Início da Guerra do Contestado, movimento messiânico.
1914:
 Início da Primeira Guerra Mundial, que se prolonga até 1918. Nesse período, o processo industrial brasileiro recebe grande impulso.
1916:
 Fim da Guerra do Contestado.
1920: 
Cresce o descontentamento social contra o tradicional sistema oligárquico que dominava o país.
1922: 
Revolta do Forte de Copacabana (Os 18 do Forte), sendo a primeira revolta do movimento tenentista. Desenvolve-se em São Paulo a Semana de Arte Moderna.
1924: 
Eclode em São Paulo outra revolta tenentista contra o governo federal. Tem início a Coluna Prestes.
1929:
 O mundo ocidental é abalado por uma grave crise econômica, refletida no Brasil pela violenta queda dos preços do café. Formação da Aliança Liberal (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba).
1930: 
Estoura no Rio Grande do Sul a Revolução de 1930, que forçou a deposição de Washington Luís, dando um fim à República Velha. Instala-se o governo revolucionário de Getúlio Vargas.
1932:
 Eclode a Revolução Constitucionalista. Fundação do Integralismo (AIB).
1933: 
Realizam-se eleições para a escolha dos membros da Assembléia Nacional Constituinte.
1934:
 É promulgada a segunda Constituição da República.
1935:
 O governo decreta o fechamento da Aliança Nacional Libertadora. Eclodem rebeliões militares em batalhões do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e do Rio de Janeiro (Intentona Comunista).
1937: 
Tem início o Estado novo. Uma nova Constituição é imposta ao país.
1939: 
Início da Segunda Guerra Mundial.
1941:
 Fundação da Companhia Siderúrgica Nacional, marco do desenvolvimento industrial brasileiro.
1942:
 O Brasil declara guerra às potências do Eixo.
1944:
 A FEB (Força Expedicionária Brasileira) vai para a Itália.
1945: 
As Forças Armadas obrigam à renúncia de Getúlio Vargas. Fim da Segunda Guerra Mundial. Início da Guerra Fria: EUA ´ URSS
1946:
 É promulgada a quarta Constituição da República. Início do governo Dutra.
1947:
 O governo Dutra decreta a extinção do Partido Comunista.
1951:
 Getúlio Vargas, por eleições populares, retorna à presidência da república.
1953: 
O governo Vargas cria a PETROBRÁS.
1954: 
O governo concede aumento de 100% aos assalariados. Em 24 de agosto, Vargas suicida-se.
1955:
 Juscelino Kubitschec é eleito presidente da República.
1956:
 O governo de Juscelino, com base em seu Plano de Metas, empreende diversas realizações desenvolvimentistas.
1960:
 Inauguração de Brasília. Jânio Quadros é eleito presidente da república.
1961:
 Jânio Quadros realiza um curto período de governo. Renuncia à presidência em 25 de agosto de 1961. O vice-presidente João Goulart assume sob o sistema parlamentarista.
1963:
 Um plebiscito popular revela a preferência dos brasileiros pela volta do sistema presidencialista.
1964: 
Um golpe militar derruba João Goulart da presidência da república. O marechal Castelo Branco assume a presidência da república em nome do movimento militar que depôs João Goulart.
1965:
 Extinguem-se todos os partidos políticos, instituindo-se o bipartidarismo (ARENA e MDB).
1967: 
É promulgada uma Nova Constituição Federal. Costa e Silva assume a presidência da república.
1968: 
É editado o Ato Institucional nº 5.
1969: 
Em razão da doença de Costa e Silva, uma Junta Militar assume o poder, impedindo a posse do vice-presidente Pedro Aleixo. A Junta Militar entrega o poder ao general Médici.
1973: 
O país vive o período do “milagre brasileiro”.
1974:
 Início do governo do general Geisel.
1979:
 início do governo do general João Figueiredo. Promove-se a abertura política.
1982: 
Em 15 de novembro realizam-se em todo o país eleições diretas para governador de estado.
1983: 
A crise econômica do país agrava as tensões populares. Diversos supermercados são saqueados.
1985:
 Fim do regime militar. Tancredo é eleito presidente, mas falece antes de tomar posse. Início do governo de Sarney.
1986: 
Plano Cruzado I e II.
1988:
 Promulgação da oitava Constituição do Brasil (5 de outubro).
1989:
 É realizada a primeira eleição direta para presidente da república em quase 30 anos.
1990:
 Posse do presidente eleito, Fernando Collor de Mello. Plano Collor I.
1991:
 Plano Collor II.
1992:
 Impeachment do preisdente Collor. O vice Itamar Franco assume a presidência da república.
1994:
 Plano Real derruba e controla a inflação.
1995: Fernando Henrique Cardoso do PSDB toma posse como presidente da República. Fica no poder por dois mandatos.
1998: Fernando Henrique é reeleito presidente.
2002: Lula do Partido dos Trabalhadores é eleito presidente do Brasil.
2006: Lula é reeleito presidente da República.
2010: Dilma Rousseff do PT é eleita para presidente do Brasil.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br/www.historiadobrasil.hpg.ig.com.br/members.tripod.com

 

 

 

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