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Governo Venceslau Brás

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Nascimento: 26 de fevereiro de 1868, Brazópolis, Minas Gerais.

Falecimento: 16 de maio de 1966, Itajubá, Minas Gerais.

Partido: Partido Republicano Mineiro.

Governo Venceslau Brás
Venceslau Brás

Governo Venceslau Brás – 1914 – 1918

Quando Venceslau Brás, político mineiro que discretamente exerceu a Vice-presidência no quadriênio anterior, assumiu o governo, já havia rebentado a Primeira Guerra Mundial.

1a Guerra Mundial

O afundamento do navio brasileiro Paraná, obrigou o governo a romper relações com o Império Alemão. A opinião pública era positivamente a favor dos aliados.

A França sempre gozou em nossas elites de grande prestígio e a monarquia imitou os modelos britânicos. Outros torpedamentos seguiram-se.

Pouco depois (26 de outubro de 1917), com uma declaração de guerra, o Brasil oficialmente participava do conflito. Nossa ajuda aos Aliados consistiu sobretudo no fornecimento de gêneros e em transportes marítimos.

Industrialização

Perturbado o comércio internacional, nossas exportações haviam caído assustadoramente. O prolongamento do conflito daria entretanto ao Brasil algumas oportunidades comerciais; gêneros alimentícios e matérias primas encontrariam sempre compradores dispostos a pagar altos preços. Além disso, a impossibilidade de importar produtos fabris gerou um surto industrial significativo. Muito embora acidental e não planificado, o avanço industrial representou uma mudança importante em nossa estrutura tradicionalmente agrícola.

Como consequência da industrialização, constatou-se a emergência de uma burguesia industrial e do operariado. A exploração da força de trabalho, a falta de legislação trabalhista e a difusão de ideais anarquistas deu ensejo a numerosos protestos e greves operários (Grande Greve de 1917). Só posteriormente é que foi difundido no Brasil o ideal comunista; nessa época, as principais lideranças eram anarquistas.

Ainda no quadriênio de Venceslau Brás deve ser registrada a pacificação do Contestado, região nos limites entre os Estados do Paraná e Santa Catarina.

Conseguiria o Presidente dirimir a pendência entre as duas unidades da Federação. A 20 de outubro de 1916 foi assinado no Rio de Janeiro um tratado que encerrava definitivamente a questão.

Lamentavelmente, nos últimos meses do governo de Venceslau Brás, o país foi atingido pela terrível epidemia conhecida pelo nome de “gripe espanhola”. Mataria cerca de 15 000 pessoas. Era uma das lastimáveis conseqüências dos gases oriundos da 1a Guerra Mundial.

Código Civil Brasileiro

É de se assinalar a promulgação do Código Civil Brasileiro.

Após mais de 15 anos em tramitação no Congresso, o Código redigido por Clóvis Beviláqua foi promulgado em 1916, entrando em vigor em 1o de janeiro de 1917.

De lá pra cá, porém, já houve inúmeras tentativas de criar-se um novo código, mas até o momento foram tentativas frustradas.

Venceslau Brás – Vida

Governo Venceslau Brás
Venceslau Brás

Nasceu em São Caetano da Vargem Grande, hoje Brasópolis, antigo Distrito de Itajubá, Minas Gerais, a 26 de fevereiro de 1868.

Mineiro, vice-presidente de Hermes da Fonseca.

Sua carreira política foi rápida e intensa: deputado estadual de 1892 a 1898; secretário do Interior do governo de Minas Gerais de 1898 a 1902; deputado federal de 1903 a 1908 e Presidente do Estado de Minas Gerais de 1909 a 1910, completando o mandato do falecido João Pinheiro.

Candidato único à eleição.

Governou durante toda a Primeira Guerra Mundial.

Os conflitos estaduais se seguiram.

Enfrentou a Campanha do Contestado no Paraná.

Terminado o mandato, retirou-se da vida pública e faleceu a 15 de maio de 1966 em Itajubá, Minas Gerais.

Governo Venceslau Brás – 1914 – 1918

Seu mandato coincidiu com a Primeira Guerra Mundial, da qual o Brasil participou, lutando contra a Alemanha.

Em seu governo foi promulgado o Código Civil Brasileiro. A gripe espanhola, terrível epidemia que surgiu na Europa em conseqüência da guerra, fez milhares de vítimas no Brasil.

Nesse governo foi resolvida a questão de limites entre Paraná e Santa Catarina. Os governos dos dois Estados entraram em acordo sobre a região do Contestado e dividiram entre si as terras em disputa.

Nas eleições realizadas para escolher o sucessor de Venceslau Brás, foi novamente eleito Rodrigues Alves, que faleceu em 1918 antes de tomar posse. O vice-presidente eleito, Delfim Moreira, governou até o novo presidente ser eleito e empossado.

Governo Wenceslau Brás (1914/1918) – Resumo

Retomada do “Café com Leite”

Depois dos conturbados anos do quadriênio Hermes da Fonseca, as elites de SP e MG rearticulam a Política do Café com Leite e procuram equilibrar forças com o senador Pinheiro Machado
O mineiro Wenceslau Brás foi escolhido para pacificar as tensões entre oligarcas de todo o país após os primeiros abalos da Política dos Governadores
A Revolta dos Sargentos marcou o clima de descontentamento dos militares diante do poder oligárquico. Outras pequenas revoltas agitam os quartéis no período
Após a morte de Pinheiro Machado em 1915 o presidente consegue fortalecer sua posição frente ao Congresso Nacional

Conjuntura Internacional

Os conflitos imperialistas que se arrastavam desde o quarto final do século XIX geraram a Primeira Guerra Mundial (1914/1918)
O quadriênio de Brás foi todo dentro da guerra que teve a participação brasileira
Tratando-se de um conflito bélico sem precedentes, as indefinições do cenário diplomático trouxeram mudanças ao Brasil

Desdobramentos da Guerra

As incertezas do conflito proporcionaram a diversificação de investimentos produtivos
Dificuldades do comércio internacional deixaram o mercado interno desabastecido
Diante da potencialidade dos negócios, capitalistas aproveitaram as oportunidades
Surto industrial (1915/1919) Þ baseado na substituição de importações

Surto Industrial (1915/1919)

O surto industrial ocorreu nas regiões mais populosas (Recife, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo) como também em cidades com mercado em expansão (Juiz de Fora, Joinville, Campinas, Santos, Ribeirão Preto, Sorocaba etc.)
A disponibilidade de capitais e os mercados em crescimento levaram o Sudeste ao patamar de principal centro industrial
O crescimento das indústrias também gerou tensões entre empresários e trabalhadores
A ausência de leis trabalhistas, as péssimas condições de trabalho e os baixos salários revoltavam os operários
Diversas greves foram organizadas, porém a Greve Geral de 1917 com caráter anarquista marcou o governo de Brás

Guerra do Contestado (1912/1916)

Movimento social rural
Região Þ SC e PR
Área de disputa territorial – administrativa reivindicada pelos dois estados
Conflito de interesses envolvendo colonos, latifundiários, construtora da estrada de ferro, empresa colonizadora de terras, novos e velhos proprietários da região
Desempregados que participaram da construção da ferrovia estavam sem trabalho e condições de sobrevivência
Começa a luta pela terra na região
Messianismo / Milenarismo
Liderança Þ “Monge” José Maria, herdeiro espiritual de João Maria
Formação de diversos núcleos rurais
Os caboclos criaram comunidades com um discurso cristão místico
Coletivismo / igualitarismo
Repressão do exército nacional ordenada pelo governo federal (Fonseca e Brás)
Destruição dos núcleos espalhados entre os estados de SC e PR entre 1914 e 1916

Venceslau Brás – Presidente do Brasil

Governo Venceslau Brás
Venceslau Brás

Wenceslau Brás Pereira Gomes, nascido em Itajubá (MG), em 1868, e falecido na mesma cidade, em 1966, foi advogado, político e presidente da República, durante a Primeira Guerra Mundial.

Bacharelado pela Faculdade de Direito de São Paulo, iniciou sua carreira como promotor público, tendo sido iniciado maçom, através da Loja “Caridade Mocoquense”, de Mococa (SP), a 7 de março de 1896.

Ingressando na política foi deputado por Minas Gerais e ocupou a Secretaria do Interior daquele Estado; em 1908, assumiu a presidência do Estado, para completar o mandato 1906-1910.

Eleito, depois, deputado federal e líder da maioria, foi vice-presidente da República no governo do marechal Hermes e, em 1914, eleito presidente da República, encontrando o país conturbado pelo estado de sítio do governo anterior e pela eclosão da Grande Guerra.

Inicialmente, ele mantinha a neutralidade brasileira na guerra, inclusive com o apoio do Grande Oriente do Brasil, cujo Grão-Mestre, o general e senador Lauro Sodré, lutava por essa neutralidade das nações não envolvidas num conflito, expondo suas idéias através de um manifesto, intitulado “Um Apelo Pro-Pace – Le Grand Orient di Brésil aux Puissances Maçonniques du Globe”, de 28 de agosto de 1914, o qual seria comentado no “Masonic Home Journal”, publicado em Louisville, nos Estados Unidos, em nota constante do número de abril de 1915.

Com a saída de Sodré, o novo Grão-Mestre, almirante Veríssimo José da Costa, passou a defender a entrada do Brasil na Grande Guerra, ao lado das nações amigas, em 1916.

A 26 de outubro de 1917, depois de nota alemã, de 31 de janeiro, sobre o bloqueio submarino total do Atlântico e o posterior torpedeamento de diversos navios da Marinha Mercante Brasileira, Wenceslau reconheceu e proclamou o estado de guerra, integrando o Brasil no grupo dos aliados e enviando, ao campo de batalha, cruzadores, contratorpedeiros e dez aviadores do Corpo da Aviação Naval.

Nos últimos meses de seu governo, o país seria atingido pela epidemia de influenza, que passou à história como “gripe espanhola”.

O governo de Wenceslau Brás foi caracterizado pela austeridade e pela consolidação das dívidas brasileiras. Ao deixar o governo, ele se retirou, definitivamente, da vida pública.

Em síntese: governou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro de 1918 e se tornou o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano Mineiro (PRM).

No ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam resquícios.

O presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados do Paraná e de Santa Catarina, o palco do conflito.

Em seu governo foi promulgado o primeiro Código Civil brasileiro.

Ele entrou na Primeira Guerra Mundial por causa do bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs.

Seu mandato terminou em 15 de novembro de 1918.

Venceslau Brás – Governo

Governo Venceslau Brás
Venceslau Brás

Mineiro de Itajubá, formou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo, onde exerceu o cargo de Promotor Público.

Deputado estadual em Minas Gerais, foi Secretário do Interior, Governador daquele estado (1909-1910) e Vice-Presidente da República, no governo de Hermes da Fonseca.

Na Presidência

Durante o governo de Wenceslau Brás (15/11/1914 – 15/11/1918), caracterizado por grande austeridade financeira, foi promulgado o Código Civil Brasileiro e encerrada a Guerra Sertaneja do Contestado, no sul do país.

Em 1917, o Brasil rompeu relações diplomáticas com o Império Alemão e, em seguida, declarou-lhe guerra.

Wenceslau Braz Pereira Gomes – Sétimo Período de Governo Republicano 15.11.1914 a 15.11.1918

Nascimento: São Caetano da Vargem Grande. (hoje Brasópolis) -MG, em 26.02.1868
Falecimento: I
tajubá – MG, em 15.05.1966
Profissão:
Advogado
Período de Governo:
15.11.1914 a 15.11.1918 (04a)
Idade ao assumir:
46 anos
Tipo de eleição:
direta
Votos recebidos:
532.107 (quinhentos e trinta e dois mil cento e sete)
Posse:
em 15.11.1914, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senhor José Gomes Pinheiro Machado
Afastamento:
08.09.1917 a 09.10.1917, por motivo de doença, período em que assumiu o Vice-Presidente

Período presidencial

No início de seu governo (1914), combateu a Guerra do Contestado. Quanto à economia, Venceslau Brás assumiu o governo adotando uma austera política financeira. Para enfrentar a redução drástica das exportações brasileiras, devido à desorganização do mercado internacional provocada pela Primeira Guerra Mundial, foram queimadas três milhões de sacas de café estocadas, evitando-se assim a queda dos preços. Essa situação determinou a segunda valorização do café, entre 1917 e 1920.

Em 1916, promulgou o 1º Código Civil Brasileiro, que entrou em vigor em 01 de janeiro desse ano. A partir de 1917, uma série de greves gerais eclodiu nas principais cidades do país, em especial no Rio de Janeiro e São Paulo.

A greve geral de 1917 dos operários de duas indústrias têxteis de São Paulo acabou abrangendo cerca de 50 mil trabalhadores da cidade, o que fez o governo mobilizar tropas e enviar dois navios de guerra para o porto de Santos, a fim de intimidar o movimento grevista. Entretanto, as sucessivas greves ocorridas entre os anos de 1917 e 1920 não trouxeram ganhos significativos para a totalidade da classe trabalhadora.

Em 3 de abril de 1917, submarinos alemães torpedearam o navio Paraná, que estava próximo à costa francesa. Em represália, o governo confiscou todos os navios alemães ancorados em portos brasileiros. Após o afundamento do navio brasileiro Macau, pelos alemães, Venceslau Brás assinou, em 27 de outubro desse ano, a declaração de estado de guerra contra a Alemanha, o que foi acompanhado por manifestações antigermânicas em todo o país.

Venceslau Brás – Guerras

Governo Venceslau Brás
Venceslau Brás

Venceslau Brás presidiu o Brasil na época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Enfrentou as conseqüências da guerra na economia e na política externa.

A sua candidatura representou a volta do acordo político entre paulistas e mineiros.

Venceslau Brás Pereira Gomes, nasceu em 26 de Fevereiro de 1868, em São Caetano da Vargem Grande. Hoje, a cidade se chama Brasópolis (MG), em homenagem ao ex-presidente. A família controlava a política nas cidades do sul de Minas Gerais, desde a época do bisavô de Wenceslau.

Ele começou a estudar em casa, com o pai e com professores particulares. Quando jovem, em 1886, mudou para São Paulo e se matriculou na Faculdade de Direito de São Paulo, responsável por formar a elite intelectual e social da época. Foi companheiro de classe de outros dois futuros presidentes, Washington Luis e o primo Delfim Moreira.

Ainda estudante, Venceslau Brás fundou em sua terra natal o Partido Republicano e Abolicionista e conseguiu dos fazendeiros da região a libertação dos escravos. Em 1890, aos 22 anos, se formou advogado. Ele se casou com Maria Carneiro Pereira Gomes, filha do chefe político de Itajubá, em 12 de Setembro de 1892. O casal teve sete filhos e levava vida simples e sem ostentação.

Após se formar, retornou a Minas Gerais e iniciou a carreira de advogado e político na cidade de Monte Santo. Tornou-se vereador e presidiu o legislativo municipal. Foi Promotor Público em Jacuí e Deputado Estadual de 1892 a 1898.

Deixou a assembléia e foi Secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (1898-1902). Entre 1903 e 1908, foi Deputado Federal. Nos dois anos seguintes, foi Presidente do Estado de Minas Gerais. Em 1910, foi eleito vice-presidente da Republica na chapa de Hermes da Fonseca (1910-1914).

A indicação de Venceslau Brás para disputar a presidência fez parte de um acordo político que restaurou a “política do café-com-leite”, na qual se revezavam paulistas e mineiros na presidência do país. Venceslau Brás foi candidato único, já que seu oponente, Rui Barbosa, retirou a candidatura.

Eleito, Venceslau Brás assumiu a presidência da República, em 15 de novembro de 1914, aos 46 anos. O mundo vivia a Primeira Guerra Mundial e a economia brasileira não estava bem. O presidente teve que adotar uma rigorosa política financeira. Para dar o exemplo, solicitou à Câmara e ao Senado que seu salário fosse reduzido em 50%.

Para enfrentar a queda do preço do café e a redução das exportações provocada pela guerra, foram queimadas três milhões de sacas. Devido também a guerra, houve um significativo crescimento industrial para substituir as importações e um aumento na produção de alimentos e matérias primas.

A partir de 1917, greves aconteceram nas principais cidades do país. A greve geral dos operários das indústrias têxteis de São Paulo mobilizou cerca de 50 mil trabalhadores, o que fez o governo enviar dois navios de guerra para o porto de Santos, a fim de intimidar o movimento grevista. Durante seu mandato houve uma epidemia da gripe espanhola em diversos pontos do país. Só no Rio de Janeiro morreram 17 mil pessoas em 2 meses.

Em 1917, depois que submarinos alemães torpedearam e afundaram navios brasileiros, Venceslau Brás assinou a declaração de estado de guerra contra a Alemanha. Em agosto de 1918, o Brasil enviou tropas à Europa com a missão de fazer a patrulha marítima. Porém a gripe espanhola matou 156 tripulantes durante a viagem. Após as baixas, a esquadra comandada pelo almirante Pedro de Frontin seguiu para Gibraltar e terminou sua jornada em Dacar, na África.

Em 1915, Venceslau Brás controlou o conflito da “Guerra do Contestado”. Em 1916, promulgou o Código Civil, organizado pelo jurista Clóvis Bevilácqua. Em seu último ano de mandato o presidente extinguiu a Guarda Nacional, responsável pela titulação dos famosos “coronéis”, que eram donos e senhores políticos de suas regiões.

Para substituir Venceslau foi eleito o paulista Rodrigues Alves. Mas este morreu antes de tomar posse. Desta forma, Venceslau Brás passou o poder ao vice-presidente, seu primo Delfim Moreira.

Deixou a presidência aos 50 anos e retornou à Itajubá, onde viveu mais 46 anos se dedicando a negócios privados. De olhos vivos e fala mansa, Venceslau Brás foi um homem prudente e paciente, características que lhe renderam o apelido de “O pescador de Itajubá”. Mantinha as malas sempre prontas, pois quando podia gostava de retornar a sua terra natal para pescar ou caçar.

Venceslau Brás morreu em 15 de Maio de 1966, aos 96 anos, em Itajubá (MG).

Fonte: elogica.br.inter.net/br.geocities.com/www.republicaonline.org/www.senado.gov.br

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