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Governo Delfim Moreira

Delfim Moreira – Vida

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Nascimento: 7 de novembro de 1868, Cristina, Minas Gerais.

Falecimento: 1 de julho de 1920, Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais.

Delfim Moreira da Costa Ribeiro ( Delfim Moreira ), nasceu em Cristina, Minas Gerais, em 1868.

Pertencente à geração de republicanos históricos mineiros, foi deputado estadual de 194 a 1902, sendo nomeado secretário do Interior de Minas Gerais pelo Governador Francisco Sales, permanecendo no cargo de 1902 a 1906.

No ano seguinte foi eleito senador estadual e, em 1909, deputado federal, cargo a que renunciou um ano depois, quando foi novamente nomeado Secretário do Interior de Minas Gerais.

Presidente deste Estado em 1914, ocupou o cargo até 1918, quando foi eleito vice-presidente na capa de Rodrigues Alves.

Como o presidente eleito não pudesse assumir, Delfim Moreira foi empossado e manteve o ministério que Rodrigues Alves nomeara.

Seu estado de saúde, com tudo também, não era bom, e foi Afrânio de Melo Franco, ministro da Viação, quem assumiu temporariamente os encargos do Governo.

Após o falecimento de Rodrigues Alves, Delfim Moreira assumiu a Presidência.

No seu governo, o Brasil se fez representar na Conferência de Paz, em Paris, pelo senador Epitácio Pessoa, eleito Presidente da República a 13 de maio, em disputa como candidato da oposição, Rui Barbosa.

Logo após a volta do novo presidente do exterior, Delfim Moreira passou-lhe o cargo em 28 de julho de 1919, voltado à vice-presidência.

Morreu em 1 de julho de 1920.

Delfim Moreira – Presidente

Governo Delfim Moreira
Delfim Moreira da Costa Ribeiro

Eleito Vice-presidente, assumiu a presidência em decorrência do falecimento do presidente eleito Rodrigues Alves.

Delfim Moreira teve uma administração em que se destacou o nome do ministro da Viação Afrânio de Melo Franco.

Porém ficou pouco tempo no cargo, uma vez que foi realizada uma nova eleição cujo resultado favoreceu Epitácio Pessoa.

Resumo

Oitavo Período de Governo Republicano – 15.11.1918 a 15.11.1922

1ª fase: 15.11.1918 a 28.07.1919
Nascimento:
Cristina – MG, em 07.11.1868
Falecimento: Santa Rita do Sapucaí – MG, em 01.07.1920
Profissão: Advogado
Período de Governo: 15.11.1918 a 28.07.1919 (08m16d)
Idade ao assumir: 50 anos
Tipo de eleição: direta
Posse: em 15.11.1918, em sessão solene do Congresso Nacional, presidida pelo Senador Antônio Francisco de Azeredo

Observação: Como Vice-Presidente, exerceu a Presidência até 28.07.1919 quando foi feita nova eleição.

Delfim Moreira – Político Mineiro

Governo Delfim Moreira
Delfim Moreira da Costa Ribeiro

Político mineiro (1868-1920).

Presidente da República de novembro de 1918 a julho de 1919, em substituição a Rodrigues Alves.

Delfim Moreira da Costa Ribeiro (7/11/1868-10/6/1920) nasce no município de Cristina e estuda no seminário de Mariana.

Pertence à geração dos republicanos históricos, formados em 1890 na Faculdade de Direito de São Paulo.

Começa a carreira como promotor público nas cidades mineiras de Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre.

Ingressa na política como vereador e, em seguida, elege-se deputado estadual (1894-1902).

No governo de Francisco Antônio Sales, assume a secretaria do Interior de seu estado.

Chega à Câmara Federal em 1908, mas renuncia no ano seguinte para voltar à secretaria.

De 1914 a 1918 ocupa o cargo de presidente (o equivalente a governador) de Minas Gerais.

Eleito vice-presidente da República para o mandato 1918-1922, chega à Presidência em novembro de 1918 no lugar do titular, Rodrigues Alves, vítima da gripe espanhola.

Com a morte de Rodrigues Alves, em janeiro do ano seguinte, Delfim Moreira assume o cargo, mas, também com problemas de saúde, delega a maioria de suas funções ao titular da pasta da Viação, Francisco de Melo Franco.

Em maio, Delfim Moreira preside as eleições para a escolha de um novo mandatário.

Dois meses depois entrega o governo a Epitácio Pessoa, então chefe da delegação do Brasil na conferência de paz de Versalhes, que põe fim à I Guerra Mundial.

Sua eleição para a Presidência dá continuidade à república do café-com-leite, pela qual São Paulo e Minas Gerais garantiam para seus políticos, alternadamente, o exercício da Presidência da República.

Morre em Santa Rita do Sapucaí.

Delfim Moreira – História

Governo Delfim Moreira
Delfim Moreira da Costa Ribeiro

Quando distrito de Itajubá, a estação da Estrada de Ferro Rede Mineira de Viação, que servia a sede distrital, chamava-se Delfim Moreira, certamente em homenagem ao ex-Presidente do Estado, grande estadista e político daquela zona. Emancipando o município, foi lembrado e aceito o nome do emitente homem público – Delfim Moreira.

Os nomes anteriores foram os seguintes: “ Descoberto de Itajubá” e “ Soledade de Itajubá”. Este último era vulgarmente conhecido por “Itajubá Velho”, em virtude do rápido crescimento da vizinha cidade de Itajubá.

De princípio, esta localidade foi denominada pelos bandeirantes de “Descoberto”, possivelmente como resultado de suas aventuras pelos sertões: “Descoberto de Itajubá”, provavelmente pela significação da palavra que quer dizer: Pedra Amarela, Cachoeira, Cascata e Rio das Pedras, conforme a definiram vários etimólogos ou historiadores; “Soledade de Itajubá”, em reverência À Santa padroeira da capela fundada quando simples povoado.

Muito embora sem elementos que possam com segurança informar quais foram os primitivos habitantes da região, bem como suas respectivas raças, localização de seus aldeamentos e seus comportamentos com relação aos desbravadores brancos, acredita-se que alguma tribo indígena por lá viveu no passado pois no lugar denominado “Curral”, foram encontrados vasos funerários e armas indígenas.

A origem do município de Delfim Moreira, jóia incrustada na legendária Mantiqueira, está ligada à procura e mineração do ouro, ali iniciada pelos bandeirantes paulistas, chefiadas por Borba Gato, em 1740. Incluído na intrépida bandeira o Padre João de Faria Fialho, este e Borba Gato decidiriam que unidos escalariam a imponente Mantiqueira, para, do cimo daquela gigantesca muralha, tentarem pela primeira vez desvendar uma nova terra da promissão que se afigurava resplandecente aos olhos daqueles que buscavam o ouro e a riqueza.

Publicação intitulada “A Diocese de Pouso Alegre, no seu ano jubilar de 1950” afirma que o descobridor das minas de Itajubá, também designadas por Caxambu, foi o sargento-mor Miguel Garcia, que para ali se transferiu com sua família. Essa descoberta foi anterior a 1723, pois nesse ano ali residia o Padre João da Silva Canato, ocupado em mineração. Da mesma publicação consta que o Governador da Capitania de São Paulo, D. Rodrigo César Menezes, expediu Portaria datada de 14 de fevereiro de 1724, ordenado a Francisco de Godoy Almeida, escrivão da Guarda-moria de Taubaté, proceder o recolhimento de tributos referentes à exploração das minas de Itajubá.

Em 1746, reavivaram-se as questões de limites entre as Capitanias de Minas e São Paulo. Na região de Itajubá (Delfim Moreira), sofreram modificações as respectivas divisas que foram pelo alto da serra da Mantiqueira. E em decorrência disso, as minas de Itajubá, descobertas, povoadas e até então governadas por São Paulo, passaram a pertencer ao Estado de Minas Gerais.

Ainda por força do Decreto-lei nº 148, foi o município colocado sob a jurisdição do termo e comarca de Itajubá.

Formação Administrativa

Em 1848, pela Lei provincial nº 355 e 28 de setembro, foi a nova freguesia (Itajubá) elevada à categoria de Vila, sendo a ela anexado, como um de seus distritos, o de “Descoberto de Itajubá”(Delfim Moreira).

Por força do Decreto-lei estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938, passou o distrito a denominar-se Delfim Moreira. Ainda em virtude do citado Decreto-lei nº 148, foi criado o município de Delfim Moreira com o distrito do mesmo nome, desmembrado do município de Itajubá.

Desse modo, segundo o quadro de Divisão Territorial do Estado, fixado pelo mencionado Decreto-lei, o município de Delfim Moreira se compõe apenas do distrito sede, conservando até agora a mesma composição distrital.

Distrito criado com a denominação de Soledade de Itajubá, pela lei provincial nº 239, de 30-11-1842, e Lei estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Itajubá.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de o distrito de Soledade de Itajubá, figura no município de Itajubá.

Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Elevado à categoria de município a denominação de Delfim Moreira, pelo Decreto-lei estadual nº 148, de 17-12-1938, desmembrado de Itajubá. Sede no antigo distrito de Delfim Moreira. Constituído do distrito sede. Não temos a data de Instalação.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de1-VII-1950.

Pela lei estadual nº 1039, de 12-12-1953, é criado o distrito de Queimada ex-povoado e anexado ao município de Delfim Moreira.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: DelfimMoreira e Queimada.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.

Pela lei estadual nº 2764, de 30-12-1962, desmembra do município de Delfim Moreira o distrito de Quimada. Elevado à categoria de município coma denominação de Marmelópolis.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído o distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica distrital

Soledade de Itajubá para Delfim Moreira, alterado pelo Decreto-lei estadual nº 148, de 17-12-1938.

Fonte: www.geocities.com/www.planalto.gov.br/www.meusestudos.com/biblioteca.ibge.gov.br

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