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Governo Nilo Peçanha

 

NILO PROCÓPIO PEÇANHA ( Nilo Peçanha ) 1909 – 1910

Vida

Nasceu a 02 de outubro de 1867 em Campos, Estado do Rio de Janeiro.

Estudou Direito em São Paulo e depois no Recife, onde se formou.

Participou das campanhas abolicionista e republicana, iniciando sua vida política em 1890 ao ser eleito a Assembléia Constituinte.

Em 1903 foi sucessivamente senador e presidente do Estado do Rio, permanecendo neste cargo até 1906 quando foi eleito, na chapa de Afonso Pena, vice-presidente da República. Em 1909, com a morte de Afonso Pena, assumiu a Presidência.

Embora curto, o seu governo foi marcado pela agitação política em razão a suas divergências com Pinheiro Machado, líder do Partido Republicano Conservador.

Em conseqüência da campanha civilista, tornaram-se mais agudos os conflitos entre as oligarquias estaduais, sobretudo de Minas Gerais e São Paulo.

Nilo Peçanha criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, Serviço de Proteção ao Índio e inaugurou no Brasil e ensino técnico profissional.

Ao fim de seu mandato, voltou ao Senado e dois anos mais tarde foi eleito a presidência do Estado, cargo que renunciou em 1917 para assumir a pasta das Relações Exteriores.

Eleito novamente senador em 1918, encabeçou em 1921 a chapa de Movimento Reação Republicana, que tinha por objetivo contrapor o liberalismo político contra a política vigente das oligarquias estaduais.

Morreu em 1924 no Rio de Janeiro afastado da vida política.

1909 - 1910

Após a morte do presidente Afonso Pena, assumiu o Vice-presidente Nilo Peçanha.

Durante o curto período de seu governo, foi criado o Serviço Nacional de Proteção ao Índio, cuja direção foi entregue ao então coronel Cândido Rondon, a quem tanto deve o país na obra de integração do selvagem brasileiro na civilização.

Os silvícolas haviam sido esquecidos pelo governo desde a invasão portuguesa na América. Em 1967, o Serviço mudou de nome para FUNAI.

1a Crise do Café-com-Leite

No seu governo desenvolveu-se a campanha eleitoral do período seguinte, surgindo a primeira crise do café-com-leite.

Os estados de São Paulo e Minas Gerais, que se alternavam no poder, não chegaram a um acordo acerca da sucessão presidencial. Isso ensejou o surgimento de uma oposição um pouco mais consistente.

Dois candidatos se apresentaram: Rui Barbosa, defendendo o civilismo, isto é, a predominância civil no governo da República; e o marechal Hermes da Fonseca, elemento de prestígio no seio das classes armadas. Venceu o candidato militar.

A República do Café-com-Leite (a alternância entre MG e SP) atravessaria dias difíceis.

Fonte: elogica.br.inter.net/www.geocities.com

Governo Nilo Peçanha

De 14 de junho de1909 a 15 de novembro de 1910.

Nilo Procópio Peçanha. Nasceu em Campos - RJ em 2/10/1867 e morreu no Rio de Janeiro em 31/03/1924.

Assumiu o governo aos 41 anos em virtude da morte do Presidente Afonso Pena. A Constituição vigente na época (constituição de 1891), dizia que se fosse cumprido mais da metade do mandato, não seria necessário convocar nova eleição para presidente, governou assim por 17 meses.

Apesar de ser um político de renome no Rio de Janeiro, sobretudo no norte do Estado do Rio de Janeiro (o nome Peçanha, seja com "ç" ou com "ss" até hoje é um nome respeitado em Campos e adjacências), morava na Cidade de Niterói por ocasião da posse, e teve que atravessar a Baía de Guanabara para assumir o cargo; claro que não faltaram brincadeiras, e piadas a esse respeito.

Ele lançou o lema "Paz e Amor" como forma de tentar criar um governo de conciliação das forças políticas que lutavam entre si na época, mas houve muitos protestos e mortes na Capital Federal durante sua estada no Governo.

Foi o primeiro Governante Fluminense desde Dom Pedro II (que além de Fluminense era Carioca, nascido no Bairro de São Cristovão).

Em seu governo, foi assinado o tratado definitivo de limites fronteiriço entre Brasil e Peru, sendo ratificado em 1910. Essa foi mais uma das muitas que devem ser creditadas ao Barão do Rio Branco.

Houve em seu curto período como presidente vários incidentes em comícios e protestos públicos, onde chegaram a ocorrer mortes. Interviu nos Estados da Bahia, Maranhão, Sergipe e Amazonas.

Criou o Serviço de Proteção aos Índios.

Criou o Ministério da Agricultura; desmembrado do antigo Ministério da Viação e Obras.


Nilo Peçanha

Nilo Procópio Peçanha (1867-1924)

Cumpriu três mandatos no Senado Federal (1903, 1912 e 1921), representando o Estado do Rio de Janeiro.

Eleito vice-presidente da República em 1906, assumiu a Presidência entre 1909 e 1910, após o falecimento do titular, Afonso Penna.

Criou o Serviço de Proteção aos Índios, por sugestão do tenente-coronel Cândido Rondon - primeiro diretor da entidade.

Restabeleceu o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, extinto por Floriano Peixoto.

Ao final de seu governo, apoiou a vitoriosa candidatura do Marechal Hermes da Fonseca à presidência da República, também apoiado pela força conservadora das antigas oligarquias, em sua competitiva disputa contra o senador Rui Barbosa, candidato da maioria das bancadas dos estados de São Paulo e Bahia.

Candidato à Presidência da República em 1921, foi derrotado por Artur Bernardes.

Biografia

Nilo Procópio Peçanha, Advogado, nascido na cidade de Campos, estado do Rio de Janeiro, em 2 de outubro de 1867. Formou-se bacharel pela Faculdade de Direito de Recife (1887). Fundador e presidente do Clube Republicano de Campos e do Partido Republicano Fluminense - PRF, em Campos-RJ (1888).

Foi deputado à Assembléia Nacional Constituinte (1890-1891), deputado federal pelo Partido Republicano Fluminense (1891-1903) e senador (1903).

Renunciou ao mandato de senador para assumir a presidência do estado do Rio de Janeiro (1903-1906).

Foi um dos signatários do Convênio de Taubaté-SP, enquanto presidente do Rio de Janeiro, assim como os presidentes de São Paulo e Minas Gerais (1906).

Foi eleito vice-presidente da República em 1906 e, com o falecimento de Afonso Pena, assumiu a presidência em 14 de junho de 1909.

Em 1912, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, estado do qual tornou-se mais uma vez presidente entre 1914 e 1917.

Foi ministro da Relações Exteriores (1917) no governo de Delfim Moreira e em 1921 concorreu à presidência da República na legenda da Reação Republicana, sendo vencido nas urnas por Artur Bernardes.

Senador pelo Rio de Janeiro (1918-1920).

Faleceu no Rio de Janeiro, em 31 de março de 1924.

Período presidencial

Durante o breve mandato de Nilo Peçanha, a campanha eleitoral para a presidência da República tornou-se uma acirrada disputa entre os candidatos Hermes da Fonseca, sobrinho do ex-presidente marechal Deodoro da Fonseca e ministro da Guerra do governo de Afonso Pena, e Rui Barbosa. Paulistas e mineiros, que durante anos estiveram unidos em torno de um mesmo candidato, fazendo a conhecida "política do café com leite", desta vez estavam em lados opostos.

Hermes da Fonseca foi apoiado por Minas Gerais, pelo Rio Grande do Sul e pelos militares, enquanto o candidato Rui Barbosa recebeu o apoio de São Paulo e da Bahia. A campanha de Rui Barbosa ficou conhecida como "campanha civilista", ou seja, como uma oposição civil à candidatura militar de Hermes da Fonseca.

O estado de São Paulo proporcionou os recursos financeiros necessários à campanha de Rui Barbosa, que percorreu o país procurando o apoio popular, fato inédito na vida republicana brasileira.

O presidente Nilo Peçanha enfrentou o agravamento dos conflitos entre as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais decorrentes da campanha civilista, realizando intervenções em alguns estados para garantir a posse dos presidentes aliados ao governo federal. Uma das intervenções ocorreu no estado do Amazonas no intuito de apoiar o presidente Antônio Bittencourt, de tendências civilistas, que havia sido destituído pelo seu vice Sá Peixoto, com o apoio de Pinheiro Machado.

Esse episódio levou ao rompimento definitivo de Nilo Peçanha com o influente líder do Partido Republicano Conservador, o gaúcho Pinheiro Machado.

Dentre suas realizações, destacaram-se o impulso ao ensino técnico-profissional, a reorganização do Ministério da Agricultura e a criação do Serviço de Proteção ao Índio, sob a direção do tenente-coronel Cândido Rondon. Em 1910, a população do Brasil era de 23.151.669 habitantes, dos quais cerca de 67% viviam no campo.

Resumo

Nascimento: Campos - RJ, em 02.10.1867
Falecimento: Rio de Janeiro (DF) - RJ, em 31.03.1924
Profissão: Advogado
Período de Governo: 14.06.1909 a 15.11.1910 (01a05m01d)
Idade ao assumir: 42 anos
Tipo de eleição: direta
Votos recebidos: 272.529 (duzentos e setenta e dois mil quinhentos e vinte e nove) como Vice-Presidentee
Posse: Não se encontra no Livro de Posse registro da posse de Nilo Peçanha por se tratar de uma substituição em final de mandato

Observação: A cerimônia de posse ocorreu em atmosfera de luto nacional pela morte do Presidente da República, talvez, por isso não tenha havido solenidade em sua investidura

Fonte: www.senado.gov.br/www.bairrodocatete.com.br

Governo Nilo Peçanha


Nilo Peçanha

Nilo Procópio Peçanha

Nilo Procópio Peçanha (1867-1924).

Filho de modesta família de Campos (RJ), bacharel em Direito (1887), foi o fundador do Clube Republicano em sua cidade natal. Deputado à Constituinte, Senador e Governador do Estado do Rio de Janeiro (1903), foi um dos signatários do Convênio de Taubaté.

Na presidência

Eleito Vice-Presidente da República, Nilo Peçanha chegou à Presidência com a morte de Afonso Pena. Durante o governo Nilo Peçanha (15/06/1909 - 15/11/1910) foi concedido grande impulso ao ensino técnico-profissional, reorganizado o Ministério da Agricultura e criado o Serviço de Proteção ao Índio.

Fonte: www.republicaonline.org.br

Governo Nilo Peçanha


Nilo Peçanha

Nilo Procópio Peçanha (1867 - 1924)

Presidente da república brasileira (1909-1910) nascido em Campos dos Goitacases, RJ, que como presidente da república, procurou manter-se neutro durante a disputada campanha eleitoral entre Hermes da Fonseca e Rui Barbosa, pela sua sucessão.

Filho de camponeses humildes, formou-se pela Faculdade de Direito de Recife, PE (1887), onde depois criou um escritório de advocacia.

Atraído pela política, fundou, com Francisco Portela, o Clube Republicano de Campos e foi membro do Congresso Constituinte (1890-1891) e da primeira legislatura do Congresso Nacional.

Reeleito sucessivamente, foi eleito presidente do estado do Rio de Janeiro (1903), onde se mostrou um administrador dinâmico e eficiente.

Compondo como vice a chapa vitoriosa de Afonso Pena, assumiu a presidência com a morte do titular.

Após passar o governo para o eleito Hermes Rodrigues da Fonseca, foi para Europa (1910-1912), só voltando para assumir a cadeira de senador pelo Rio de Janeiro.

Eleito presidente do estado do Rio de Janeiro (1914), antes do término do mandato foi nomeado para o Ministério das Relações Exteriores (1917).

Formou uma chapa oposicionista com José Joaquim Seabra, presidente da Bahia, com o apoio dos maçônicos da Grande Oriente do Brasil, na chamada Reação Republicana (1921), contra o candidato das correntes oficiais, Artur Bernardes, presidente de Minas Gerais, apoiado pela Igreja Católica, e foi derrotado (1922).

Publicou os livros Impressões da Europa (1913), com suas observações sobre a primeira viagem ao exterior, e Política, economia e finanças (1922), com os discursos de campanha da Reação Republicana, e morreu no Rio de Janeiro, RJ, em 31 de março.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Governo Nilo Peçanha

Advogado e político fluminense (1867-1924).

Presidente do Brasil de junho de 1909 a setembro de 1910.

Assume a Presidência como vice de Afonso Pena, que morre antes do fim do mandato.

Nilo Procópio Peçanha (2/10/1867-31/3/1924) nasce na cidade de Campos.

Filho de agricultores, faz o 1º grau em sua terra natal e completa os estudos no Rio de Janeiro.

Forma-se em direito pela Faculdade de Direito do Recife, em 1887, e começa a carreira em Campos.

Interessado em política, engaja-se nas campanhas abolicionista e republicana no mesmo ano e, em 1890, é eleito deputado constituinte.

Em 1903 elege-se presidente do estado do Rio de Janeiro.

Participa como vice-presidente da chapa de Afonso Pena em 1906.

Assume a Presidência aos 41 anos.

Seu governo, de apenas um ano e três meses, é marcado pela disputa sucessória entre São Paulo e Minas Gerais.

A oligarquia paulista lança Rui Barbosa para suceder Peçanha, em aliança com a Bahia.

Minas, aliada com o Rio Grande do Sul, apóia o marechal Hermes da Fonseca.

Em seu governo, restaura o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio e incentiva a policultura, com o objetivo de diminuir a dependência econômica do país.

Preocupado com o extermínio de índios, e pensando em sua integração e pacificação, cria em 1910 o Serviço de Proteção ao Índio, sob a direção de Cândido Rondon.

Trata de administrar a questão sucessória com o lema Paz e Amor.

Conclui o mandato em 1910, substituído por Hermes da Fonseca.

Volta a disputar as eleições para a Presidência em 1921, como candidato da chapa Reação Republicana, de oposição às oligarquias estaduais, mas é derrotado.

Morre no Rio de Janeiro.

Referências bibliográficas

Almanaque Abril. Quem é quem na história do Brasil. São Paulo, Abril Multimídia, 2000. (bibliografia completa)

Fonte: www.meusestudos.com

Governo Nilo Peçanha

Nilo Procópio Peçanha nasceu em Campos (RJ), em 1867.

Bacharel pela Faculdade de Direito de Recife em 1887, foi um dos fundadores, no ano seguinte, do Partido Republicano Fluminense (PRF), em Campos. Deputado à Assembléia Nacional Constituinte em 1890 e deputado federal pelo PRF de 1891 a 1903, elegeu-se senador nesse último ano.

Ainda em 1903, renunciou ao mandato para assumir a presidência do estado do Rio de Janeiro para o período de 1903 a 1906.

Em 1906 assumiu o cargo de vice-presidente da República e a presidência da República, em 1909, em decorrência da morte do presidente Afonso Pena.

Elegeu-se senador pelo Rio de Janeiro para a legislatura 1912-1914 e novamente presidente estadual para o período 1914-1917.

Foi ainda ministro das Relações Exteriores em 1917, senador pelo Rio de Janeiro de 1918 a 1920 e candidato à presidência da República na legenda da Reação República, em 1921, perdendo as eleições para Artur Bernardes.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1924.

Fonte: www.cpdoc.fgv.br

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