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ciclo da borracha

Manaus, a capital do Estado do Amazonas, localizada a 18 km da junção dos Rios Negro e Amazonas, portão de entrada para a maior floresta tropical do planeta, é o mais importante destino turístico do norte brasileiro.

A cidade passou por grandes transformações nas últimas décadas, adotando feição contemporânea, que se consolida através de uma excelente infra-estrutura: malha viária com largas avenidas, viadutos e passagens de nível; aeroporto e porto com categoria internacional; shopping-centers, teatros, restaurantes, bares, museus, centros culturais, espaços para grandes eventos, clubes noturnos, aluguel de veículos; além de eficientes serviços de energia elétrica e saneamento básico.

Manaus ajusta-se ao seu tempo, perfeitamente conectada ao mundo globalizado através de uma eficiente rede de comunicação, disponibilizando a visitantes e residentes ótimos serviços de Internet, telefones celulares, pagers, serviços rápidos de entrega de encomendas, etc..

Ciclo da Borracha

Porto de Manaus

Um Pouco de História

Nasce com o nome de Lugar da Barra, em 1669, durante a construção da Fortaleza de São José da Barra (ou Forte da Barra), erigida com o objetivo de conter as invasões dos holandeses e espanhóis, inimigos da Coroa Portuguesa.

Em 1755, o governo português determina a criação da Capitania de São José do Rio Negro, instalada inicialmente em Mariuá (Barcelos, Amazonas) e em 1804 a sede da Capitania é definitivamente transferida para o Lugar da Barra (hoje Manaus).

O Lugar da Barra é elevado à categoria de Vila, em 1832, passando a chamar-se Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro; e, em 24 de Outubro de 1848, a Vila da Barra é elevada à categoria de Cidade.

Finalmente, em 05 de Setembro de 1856, a Cidade da Barra do Rio Negro, contando com quase 1.300 habitantes, passa a denominar-se Manáos.

O Ciclo da Borracha

A cidade floresce e vive um espetacular ciclo de desenvolvimento a partir de 1890, em decorrência das riquezas geradas pela produção e exportação da borracha natural (Hevea brasiliensis), época áurea em que foram realizadas grandes obras - o Porto de Manaus, o Teatro Amazonas, o Palácio da Justiça, o Reservatório do Mocó, a primeira rede de energia elétrica, os serviços de transporte coletivo em bondes, o início da construção da rede de esgotos, hotéis, casas de espetáculos, praças, escolas, liceus, etc..

Manaus torna-se uma referência internacional, símbolo de prosperidade e civilização, palco de importantes acontecimentos artísticos e culturais. Floresce o comércio de produtos luxuosos e supérfluos. Homens e mulheres de todo o mundo desfilam por suas ruas e avenidas, na sede da compra do "Ouro Negro", como era chamada a borracha natural, para revenderem com grandes lucros nas principais capitais da Europa e nos Estados Unidos da América.

Em 1910, iniciam-se tempos muito difíceis para a cidade, devido a forte concorrência da borracha natural plantada nos seringais da Ásia, que chega aos mercados europeu e americano com enormes vantagens, decretando a falência da economia local.

A Zona Franca de Manaus

A Zona Franca de Manaus é um projeto de desenvolvimento sócio-econômico criado pela Lei Nº 3.173 de 06 de Junho de 1957, reformulado e ampliado pelo Decreto-Lei Nº 288, de 28 de Fevereiro de 1967, estabelecendo incentivos fiscais para implantação de um pólo industrial, comercial e agropecuário numa área física de 10 mil km², tendo como centro a cidade de Manaus.

Os benefícios desse projeto se estendem a Amazônia Ocidental, formada pelos Estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Área de Livre Comércio de Macapá.

Em 36 anos de atividades a ZFM passou por diversas fases: na primeira década, predominou o comércio, atraindo compradores de todo o País, o que deu à cidade a infra-estrutura de transportes, comunicações, hotelaria e serviços. A partir de segunda década, estruturou-se o Pólo Industrial de Manaus (PIM), em que predomina o setor eletroeletrônico, responsável por 55% do faturamento industrial, cuja média anual é de US$ 10 bilhões.

A fase atual é marcada pela busca de mercados externos para os produtos do PIM; o investimento em pesquisas, incluindo novas tecnologias; o estudo das potencialidades regionais, entre as quais se destaca o Ecoturismo; e das formas de aproveitamento sustentável de matérias-primas da biodiversidade amazônica para interiorizar o desenvolvimento.

Ciclo da Borracha

Teatro Amazonas (Manaus Histórica)

Ciclo da Borracha

Usina Chaminé

Fonte: www.amazonroyal.com.br

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