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História do Samba

História do Samba

Nascimento do Samba

As marchinhas faziam sucesso nos carnavais das primeiras décadas do século XX. Ao mesmo tempo, outras fusões de ritmos eram experimentadas. Buscava-se uma música genuinamente brasileira, sem desconsiderar as influências européias, mas valorizando os cantos e danças da cultura africana.

O sucesso Vem cá, mulata (de Arquimedes de Oliveira e Bastos Tigre), do Carnaval de 1906, foi composto com base no gênero lundu, e homenageava, além da mulata é claro, a sociedade carnavalesca Democráticos. Em época de experimentalismos, a música foi depois gravada como "tango brasileiro", que passou a ser chamado de choro, para diferenciá-lo do gênero argentino.

O primeiro samba de que se tem notícia foi composto em 1916, por Donga e Mauro de Almeida: Pelo telefone. Fez grande sucesso a partir do Carnaval do ano seguinte. A inovação tecnológica do telefone inspirou a composição, que ganhou depois várias versões satirizando políticos e autoridades da época.

Na década de 20, o samba consolidou-se com um formato mais definido, nos morros e subúrbios cariocas, afastando-se de gêneros como a marcha e o maxixe. Blocos carnavalescos ganhavam nome e importância nos bairros, prenunciando as escolas de samba que conhecemos hoje.

Grandes compositores começavam a gravar seus nomes na música popular brasileira, como Ernesto Nazareth, Catulo da Paixão Cearense, Sinhô, Pixinguinha, Ismael Silva, Lamartine Babo, Ary Barroso e o genial Noel Rosa, que em apenas 27 anos de vida deixou dezenas de obras-primas do samba e sucessos do Carnaval, verdadeiras crônicas dos costumes do Rio.

Apesar de apaixonado pela Vila Isabel, na música Palpite infeliz (1936) ele homenageia outras agremiações - "Estácio, Salgueiro, Mangueira, Oswaldo Cruz e Matriz" - e conclama a união no mundo do samba.

Fonte: www.educacaopublica.rj.gov.br

História do Samba

Origem do Samba

História do Samba

O samba é uma dança animada com um ritmo forte e característico.

Originou da África e foi levado para a Bahia pelos escravos enviados para trabalhar nas plantações de açúcar.

A dança gradualmente perdeu sua natureza ritualista e eventualmente se tornou a dança nacional brasileira.

Na época de carnaval no Rio de Janeiro que colocou o samba no mapa ocidental, os baianos das plantações de açucar viajavam das aldeias até o Rio para as festas anuais. Gradualmente a batida sutil e a nuança interpretativa do samba levavam-nos rua acima dançando nos cafés e eventualmente até nos salões de baile, tornou-se a alma dança do Brasil.

Originalmente a dança teve movimentos de mão muito característico, derivados de sua função ritualista, quando eram segurados pequenos recipientes de ervas aromáticas em cada uma das mãos e eram aproximadas do nariz do dançarino cuja fragrância excitava.

Havia muito trabalho de solo e antes de se tornar uma dança de salão, teve passos incorporados do maxixe.
Os grandes dançarinos americanos, Irene e Castelo de Vernou, usou o samba nas suas rotinas profissionais, e assim começou a se espalhar.

Mas provavelmente foi Carmem Miranda, a brasileira mais conhecida de todos, que com tremenda vitalidade e perícia de atriz, colocou o samba como o mais excitante e contagiante do mundo.

No Brasil o desfile das escolas de samba, cresceu e o País desenvolveu seu próprio ballet artístico com ritmo de samba e movimentos básicos

Fonte: www.carlinhosaraujo.com

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