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Vitória

Uma breve descrição da cidade

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Vitória Teatro Carlos Gomes

Vitória Centro da cidade à noite

Vitoria, a capital do Estado do Espírito Santo, é localizada numa ilha de mesmo nome e se caracteriza por sua beleza deslumbrante e sua modernidade. Seu encanto inspirou denominações como “Ilha do Mel”, “Ilha de Santo Antônio”, “Ilha de Nossa Senhora da Vitória”, “Cidade Presépio” e “Delícia de Ilha”.

Fundada oficialmente em 8 de Setembro de 1551, Vitória é uma das 10 cidades mais antigas do Brasil. Ao mesmo tempo, Vitória está se tornando uma cidade muito moderna e tem muito a oferecer: praias, vida noturna, bons hotéis de categoria internacional, excelentes restaurantes e um belíssimo shopping. Isso tudo faz da cidade um dos endereços da qualidade de vida no país.

O centro da cidade guarda muito de sua história nas construções coloniais, nos antigos fortes e igrejas e nas várias tradições seculares que são ainda hoje cultuadas pelo capixaba, como a torta típica de frutos do mar, chamada “Torta Capixaba” (a qual contém como ingredientes básicos : bacalhau, peixe e crustáceos), a popular banda de “congo” e artesanatos locais como as famosas panelas de barro.

Vitória está localizada na latitude 20º19’09” sul e longitude 40º20’50” oeste de Greenwich e tem 81.0 km² de área. O fuso horário local é GMT – 3.

Sua geografia é caracterizada por sinuosidades, recortes, afloramentos rochosos, encostas, baía e canal. Grande parte de seu charme e de sua beleza, entretanto, vem do fato dela ser a maior de um arquipélago de outras 33 ilhas.

A cidade é o centro da área metropolitana de mesmo nome e tem 1.3 milhões de habitantes, o que representa aproximadamente 40% da população total do estado do Espírito Santo.

O azul do mar e o verde das montanhas sob o brilho do nosso sol tropical constituem os ingredientes básicos da receita que produziu uma cidade que não poderia ter outro nome : Vitória !

Vindo para Cá

Graças à sua localização, Vitória é uma cidade de muito fácil acesso.

Não importa se você pretende vir para cá a pé, de ônibus, de trem, de carro próprio, de avião, de navio, iate ou veleiro, Vitória te aguarda de braços abertos e com uma variedade de opções pelas quais você pode chegar até ela…. !

Para facilitar o planejamento de sua vinda, relacionamos abaixo algumas orientações que poderão lhe ser úteis quando estiver vindo para cá.

De avião

Se você estiver vindo de alguma cidade do Brasil, não terá dificuldade em conseguir vôos domésticos para Vitória, pois a cidade é servida pelas principais companhias aéreas do país (VARIG, RIOSUL, VASP, TRANSBRASIL, NORDESTE e TAM).

Se você estiver vindo de outro país, provavelmente precisará fazer uma conexão em Belo Horizonte , Rio de Janeiro ou São Paulo . Esta última parte de sua viagem não deverá ser muito cansativa pois existem vários horários de vôos chegando a Vitória a partir das capitais vizinhas e a viagem não dura mais que uma hora e meia.

Vitória só tem um aeroporto, chamado Eurico Salles e também conhecido como “Aeroporto de Goiabeiras”.

Você pode usar a Internet para planejar melhor sua viagem visitando os sites das companhias aéreas que servem a cidade. Em alguns destes sites você encontrará todos os horários e as conexões necessárias para chegar a Vitória vindo de qualquer uma das principais cidades do mundo.

De trem

Existe um trem de passageiros, da Companhia Vale do Rio Doce, que faz uma viagem diária de Belo Horizonte (MG) para Vitória e vice-versa. O trem é equipado com equipamentos modernos de comunicação e segurança, mas a viagem não é muito rápida uma vez que o roteiro inclui várias cidades do centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Existem três tipos de bilhete para a viagem de trem: primeira classe, segunda classe e classe executiva. Os bilhetes de segunda classe dão acesso a vagões mais simples e baratos e os vagões de classe executiva são os melhores e mais caros.

A passagem de trem é relativamente barata, portanto recomendamos que compre um bilhete para a classe executiva, especialmente porque os vagões desta classe são os únicos equipados com condicionadores de ar e isto pode ser um item muito importante se considerarmos que a viagem é durante o dia, sob o sol, e o trem passa durante todo o percurso por outros trens de transporte de minério.

Durante a viagem você pode fazer suas refeições no vagão restaurante. A viagem de Belo Horizonte até aqui começa de manhã bem cedo e termina por volta das 21h00, portanto você terá um dia inteiro para descansar, conversar, fazer novos amigos, ler e apreciar a paisagem.

De carro

A BR-101 corta Vitória, vinda do Rio de Janeiro (RJ) ao sul e indo para Salvador (BA) ao Norte. o Rio fica a 521Km daqui e Salvador fica a cerca de 1200 km de distância. Vinda do oeste chega a BR-262, que liga Vitória a Belo Horizonte (MG) num percurso sinuoso de 524km que atravessa a famosa Serra do Mar. Se você vem do sul do estado, tem ainda a opção de uma rodovia estadual litorânea, chamada Rodovia do Sol, que lhe oferece quilômetros e quilômetros de paisagens deslumbrantes.

Chegando em Vitória

Se você vier de avião e conseguir um lugar ao lado da janela, a imagem abaixo é um exemplo do que você verá quando estiver chegando aqui, antes do avião pousar …!

Vitória Vista aérea de Vitória

A cidade

Vitória é um lugar bem calmo. Problemas de engarrafamento e violência, comuns nas grandes cidades, ainda não chegaram à ilha.

A parte leste da cidade é a região mais bonita. Lá você pode encontrar praias, shoppings, residências arrojadas, restaurantes de comidas típicas, os melhores hotéis da cidade e as principais atrações turísticas.

No centro da cidade há uma região chamada de “Cidade Alta” onde estão localizados dezenas de construções históricas do século XVI.

A parte oeste é coberta em sua maioria por montanhas não habitadas (como você pode perceber na imagem acima).

O aeroporto

Localizado na parte continental da cidade, o Aeroporto é pequeno, mas conta com a infra-estrutura básica necessária para atender o viajante. Nele há um pequeno conjunto de lojas de artigos para presentes, uma banca de jornais e livraria, uma lanchonete, um restaurante, um posto da companhia telefônica local, chamada TELEST, vários telefones públicos, agências de viagem e balcões de todas as companhia aéreas que servem a cidade.

Existe um balcão de Informações Turísticas em frente ao portão de desembarque. Lá você será atendido por um guia especializado que irá lhe fornecer folhetos explicativos, mapas e roteiros turísticos, além de tirar todas as suas dúvidas sobre a cidade.

Lugares para ir em Vitória

Catedral Metropolitana

Vitória

A construção dessa suntuosa catedral começou em 1920 e demorou 50 anos para ser concluída. Trata-se de um monumento no estilo neo-gótico inspirado na catedral alemã de Colônia. Sua estrutura é em concreto armado e os vitrais, de autoria do imigrante italiano Formenti, foram doados por famílias ricas da cidade e pelas irmandades religiosas. Suas torres chamam a atenção de qualquer um que as contempla sob o sol tropical de Vitória.

Palácio Anchieta

Vitória

Atualmente sede do governo estadual, o Palácio Anchieta guarda, sob o local do altar-mor da antiga igreja, o túmulo do Padre José de Anchieta, “Apóstolo do Brasil”. Destaca-se na paisagem por sua localização e arquitetura monumental. Na reforma que durou de 1908 a 1912, foi mantida a estrutura original, com suas grossas paredes de pedra e cal, e o prédio foi adaptado aos modos do século XX : salões, móveis de época e objetos artísticos. Em 1928, o Palácio passou a abrigar outras repartições públicas. A fachada foi transformada de acordo com o estilo e a imponência da época com a abertura de novas entradas ornamentadas. O Palácio Anchieta se localiza no centro da cidade, em uma região conhecida como “Cidade Alta” e é cercado por outras construções históricas.

Praia do Canto e Curva da Jurema

Vitória

A Praia do Canto fica ao lado do Iate Clube do Espírito Santo e é mais indicada para o lazer pois possui uma praça (a dos Namorados) com área para prática de esportes (tênis, vôlei, basquete, futebol soçaite e pistas de patinação e skate). Aos Sábados e Domingos, abriga uma feira de artesanatos, com shows eventuais durante o verão. Anualmente ocorre aqui, em seu circuito de rua, uma etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Ford/Chevrolet.

A Curva da Jurema é a mais procurada pelos moradores da Grande Vitória. Possui um aterro, coqueiros, quiosques (sempre com atrações nos finais de semana, para animar os frequentadores), uma praça, também com ampla área de lazer e um Shopping Center nas proximidades. Sem ondas, é ideal para a prática de esportes náuticos. Aqui também acontecem competições, como o campeonato de canoagem oceânica.

Praia de Camburi

Vitória

Urbanizada em seus 5 km de extensão, a Praia de Camburi concentra as atividades culturais e esportivas promovidas pela prefeitura durante o verão. Tem uma faixa larga de areia fina e clara, que pode ser usada inclusive à noite graças aos potentes refletores de iodo que a iluminam. Esta praia é um dos pólos da vida noturna da cidade.

Suas ondas são fracas na parte inicial onde estão concentrados a maioria dos restaurantes. Na parte final possui ondas moderadas, sobretudo próximo ao segundo pier, onde a garotada da cidade se reúne para praticar o surf. Em toda a sua extensão esta praia possui quiosques, restaurantes, bares, hotéis e locais para prática de vôlei de praia e futebol de areia.

As vizinhanças da cidade

A cidade de Vitória, em conjunto com outras quatro cidades (Viana, Serra, Cariacica e Vila Velha) forma uma região metropolitana chamada Grande Vitória.

Aqui destacamos as belezas naturais e demais pontos turísticos interessantes localizados na região da Grande Vitoria …!

Praia da Costa

Esta é a praia mais badalada de Vila Velha. Urbanizada em toda a sua orla, tem calçadão, quiosques e vários hotéis e restaurantes. Com águas claras e rasas, esta praia é cercada por pedras no canto esquerdo. Na faixa de areia há locais para prática de vôlei de praia e futebol. Seguindo no sentido norte encontra-se o farol de Santa Luzia, que funciona desde 1871 e fica aberto para visitação nos finais de semana e feriados.

Fonte: www.geocities.com

Vitória

História de Vitória ES

O início da história de nossa Capital data do segundo quartel do século XVI, quando a carta régia de 1º de janeiro de 1534, surpreendendo Vasco Fernandes Coutinho, no seu solar em Alenquer, tornava-o donatário de uma das capitanias na costa brasileira.

O título régio expedido de Évora fora registrado a 25 de setembro e confirmado em 7 de outubro, tudo do ano de 1534.

Reunindo uns sessenta homens, entre fidalgos e criados Del Rei, alinhando-se entre aqueles D. Jorge de Meneses e D. Simão do Castelo Branco, que por mandato de Sua Alteza iam cumprir suas penitências a estas partes, e equipada a caravela de quatro mastros com tudo que se fazia necessário à empresa que ia empreender, deixou o fidalgo lusitano a sua pátria. Navegava rumo ao Ocidente, para se apossar de sua donatária de cinquenta léguas de terra na dita costa do Brasil.

Figuravam como divisas da capitania, no litoral, o Rio Mucuri, ao norte, o Rio Itabapoana.

No dia 23 de maio de 1535, domingo, a nau Glória, orientando-se pela serra do Mestre Álvaro, que se erguia no horizonte, recortando-se contra o céu, atravessou a barra de nossa baía, ancorando numa pequena enseada situada à esquerda, nas fraldas do morro da Penha, ao norte do morro de João Moreno. Julgaram ser a baía um grande rio. Os colonizadores deram à terra o nome de Espírito Santo, em vista da celebração, naquela data, da festa do Divino Espírito Santo, pela igreja católica.

O desembarque não se fez com facilidade, pois os aborígines, em defesa de sua terra, lutaram com ardor, armados de arcos e flechas, atirando suas setas em direção às embarcações. Houve necessidade de fazerem-se troar as duas peças de artilharia que guarneciam a caravela, para que os Goitacazes debandassem, permitindo a posse da terra por Vasco Fernandes Coutinho.

Iniciava-se então o povoamento do solo espírito-santense, com as suas primeiras cabanas e culturas agrícolas e tendo pouco depois a uni-las o vínculo religioso representado por uma bizarra igrejinha, que recebia por patrono São João, em memória do monarca reinante. Recebera aquele primeiro núcleo de colonização o nome de Vila de Nossa Senhora da Vitória, devoção particular do donatário.

Reconhecendo o perigo representado pelos silvícolas, assim como a possibilidade de incursão de piratas, que infestavam as águas do Atlântico, naquela época, Vasco Fernandes Coutinho lançou-se à construção de um forte em local estratégico, situado, mais ou menos, onde se ergue hoje o Quartel de Piratininga.

Animado pelas autorizações contidas na carta régia de D. João III, que lhe assegurava direito sobre todas as conquistas levadas a efeito sertão adentro, cuidou logo Vasco Fernandes Coutinho de mandar fazer levantamento nas circunvizinhanças e mesmo no interior.

Arregimentados os colonizadores mais destemidos, estes, seguindo o caminho líquido que julgavam ser um rio, subiram pela barra, sob a ação hostil dos Goitacazes, descobrindo uma grande ilha que chamaram ilha de Santo Antônio, por ser o dia 13 de junho de 1535. O desembarque se efetuou próximo a uma ilhota que depois se chamou Caleiras ou Caieiras, como é conhecida, até hoje. Esse local se situa na faixa insular onde se ergue em nossos dias o bairro de Santo Antônio, parcializando-se assim a denominação com que se batizou toda a ilha, no histórico dia de Santo Antônio do remoto 1535.

Gentílico: capixaba ou vitoriense

Formação Administrativa

Elevado à categoria de vila em 1545.

Elevado à condição de cidade, por decreto de 24-02-1823. Confirmada por carta de lei de 18-03-1823.

Por decreto provincial nº 5, de 16-12-1837, é criado o distrito de Carapina e anexado ao município de Vitória.

Pela resolução provincial nº 9, de 27-08-1846, é criado o distrito de Queimado e anexado ao município de Vitória.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 3 distritos: Vitória, Carapina e Queimado.

Pela lei estadual nº 1445, de 10-07-1924, são criados os distritos de Argolas e Jucu e anexados ao município de Vitória.

Pelo decreto estadual nº 1102, de 27-04-1931, o município de Vitória adquiriu o distrito de Vila Velha desmembrado do extinto município de Espírito Santo.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 7 distritos Vitória, Argolas, Carapina, Espírito Santo, Jucu, Queimado e Vila Velha.

Pelo decreto estadual nº 5041, de 11-07-1934, of. nº 3034, de 25-11-1943, pelo DEE do Espírito Santo dirigido ao IBGE e protocolo SG sob o nº 6676, desmembra do município de Vitória os distritos de Espírito Santo, Argola e Jucu. Para formar o município de Espírito Santo. Sob o mesmo decreto foi restabelecido o município de Vila Velha.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o município é constituído de 3 distritos: Vitória, Carapina e Queimado.

Pelo decreto-lei estadual nº 15.177, de 31-12-1943, o município de Espírito Santo, foi extinto sendo seu território anexado ao município de Vitória com a denominação de Espírito Santo de Vitória. Sob o mesmo decreto é criado o distrito de Goiabeiras e anexado ao município de Vitória e ainda desmembra do município de Vitória os distritos de Carapina e Queimado sendo anexado ao município de Serra.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: Vitória, Argolas, Espírito Santo de Vitória e Goiabeiras.

Por ato das disposições constitucionais transitórias, promulgado em 26-07-1947, desmembra do município de Vitória os distritos de Espírito Santo de Vitória e Argolas. Para formar o novo município de Espírito Santo de Vitória.

Em divisão territorial datada de 01-07-1960, o município é constituído de 2 distritos: Vitória e Goiabeiras.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

Mais História

Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, é a principal ilha de um arquipélago de 34 ilhas e o centro da Região Metropolitana da Grande Vitória, formada por ela e pelos municípios de Vila Velha, Cariacica, Viana e Serra.

Fundada oficialmente em 8 de Setembro de 1551, Vitória é uma das dez cidades mais antigas do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, vem se tornando uma cidade moderna e tem muito a oferecer: praias, vida noturna, bons hotéis, excelentes restaurantes e grandes áreas de lazer. Sua geografia é caracterizada por sinuosidades, recortes, afloramentos rochosos, encostas, baía e canal. A cidade de Vitória é o centro da área metropolitana de mesmo nome, e tem segundo o Censo de 1991 do IBGE, 258.243 habitantes, o que representa aproximadamente 10% da população total do Estado do Espírito Santo.

Seu encanto inspirou denominações como “Ilha do Mel”, “Ilha de Santo Antônio”, “Ilha de Nossa Senhora da Vitória”, “Cidade Presépio” e “Delícia de Ilha”.

Os núcleos urbanos estabelecidos nos primeiros séculos da colonização brasileira situavam-se, de modo predominante, no litoral, por razões econômicas, administrativas e militares.

Assim em vinte e três de maio de 1535, oitava de Pentecostes (domingo), a caravela de Vasco Fernandes Coutinho aportou, em terrenos baixos, junto ao Monte Moreno, à esquerda da entrada da baía – que julgaram ser um rio. Como se tratava do dia dedicado à terceira pessoa da Santíssima Trindade pela Igreja Católica, ao rio e à vila logo iniciada foi dado o nome de Espírito Santo, depois estendido a toda a Capitania. Nos dias atuais esta localidade faz parte do município de Vila Velha.

Inspirado pela preocupação de tornar menos precária a segurança dos seus governados, sujeito a ataques indígenas, Vasco Coutinho transferiu a sede da Capitania para a Ilha de Santo Antônio, atual ilha de Vitória, onde a defesa era mais fácil, protegida que estava pelas águas circundantes.

É muito controvertida a data da mudança da sede do governo da Capitania. A dúvida fica entre os anos de 1550 e 1551, sendo que oficialmente é considerado o dia 8 de setembro de 1551 como o dia da cidade de Vitória.

A parte alta da cidade, ao oferecer condições naturais de defesa, concentrava as parcas construções oficiais e sobretudo as religiosas. Ao redor do núcleo original, eram construídas as residências, que, aos poucos, davam origem às ruas variando entre sinuosas, mais largas ou mais estreitas. A parte baixa da cidade era local menos privilegiado, sujeito a ataques de invasores. Para proteger a cidade do perigo que vinha do mar, foram construídos vários fortes à beira mar, fazendo de Vitória uma praça-forte.

Edificadas de modo a obedecerem uma determinada distância entre si, as primeiras Igrejas: de Santa Luzia , a Matriz (hoje Catedral Metropolitana) e a igreja jesuítica de São Tiago (hoje Palácio Anchieta), ocuparam essa elevação, sempre voltadas para dentro da área plana e formando adros à sua frente.

Os jesuítas não foram os únicos religiosos a edificarem casas de reza na capital. Encontramos os franciscanos com sua primeira edificação ao sul do Brasil, o Convento de São Francisco, do qual, infelizmente, restou somente seu frontispício e ruínas.

Também a ordem dos Carmelitas edificou convento, este chamado de Convento do Carmo.

Diferentes Irmandades e Confrarias destinadas à caridade dos menos privilegiados construíram suas igrejas. Assim temos a Igreja da Misericórdia, Igreja de Nossa Senhora do Rosário e Igreja de São Gonçalo.

Dos seis portos do Espírito Santo, três estão na capital, sendo o mais antigo o Porto de Vitória, situado às margens da área central da cidade. Até 1880, o porto era apenas um cais de madeira, chamado o “Cais do Schmidt”, no lado oeste da ilha.

Mas a partir de 1881 começam as exportações de café e, então, surge entre os políticos locais a idéia de transformar aquele cais num grande porto que centralizasse todo o comércio do Espírito Santo, eliminando a dependência comercial do Rio de Janeiro, e fizesse de Vitória um grande centro comercial.

Essa construção seria responsável pela concepção de outra cidade, onde praticamente todos os antigos cais desaparecem, para dar origem ao Porto de Vitória. Todo o desenho da ilha foi assim modificado, morreu a cidade colonial voltada para o mar e uma outra começou a ser erguida.

O porto é o responsável pelo mais recente aterro ocorrido no Centro da cidade de Vitória. As obras começam em 1911, com a construção de um dique de meia maré, que entrava pela baía a fim de ganhar mais espaço para as instalações do porto e também chegar a um ponto nas águas onde houvesse maior profundidade para os barcos atracarem.

Mesmo avançando baía adentro, durante muito tempo os navios operaram ao largo, e as mercadorias eram trazidas até os trapiches por meio de chatas ou flutuantes. Isso porque havia grande quantidade de rochas submarinas, as quais necessitavam de desmonte, o que só foi concluído em 1937.

Em 1925, os Serviços de Melhoramentos de Vitória começou a construção de uma muralha de 130 metros de extensão e 3 armazéns. Estes agora são em número de 4 e na época foram construídos guardando certa distância um do outro, possibilitando brechas para um olhar à Baía.

A necessidade de maior área para armazenar as cargas fez com que os galpões fossem ampliados, bloqueando a visão da Bahia de Vitória. Poucas brechas sobraram com ressalva àquela em frente à escadaria do Palácio Anchieta , onde se pode apreciar o movimento dos navios através das grades em ferro.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Vitória

O Brasil ainda era uma vastidão desconhecida, quando os portugueses desembarcaram de suas caravelas na capitania do Espírito Santo, em 1535. Em busca de local seguro, encontraram bem junto ao litoral uma bela ilha. Uma grande extensão de terra entre o mar e o manguezal, protegida por imponente maciço rochoso e cercado de densa vegetação.

Nessa fortaleza natural, resistiram a todos os ataques. E, para louvar suas conquistas, no dia 8 de setembro de 1551, deram à ilha protetora – que os nativos chamavam de Guaananira, ou ilha do mel – o nome de Vitória.

História e tradições

Vitória é uma das capitais mais antigas do Brasil. Uma cidade que se modernizou sem perder de vista as marcas de sua história. Das tradições de pescadores e paneleiras ao conjunto de edificações e monumentos do Centro Histórico, passando por igrejas e conventos seculares, Vitória reúne passado e presente no mesmo cenário de beleza. E, tendo a história como bússola, abre as velas rumo ao futuro.

Recantos e encantos

A cidade tem belos manguezais, parques, praças e jardins. No Espírito Santo, é a cidade mais arborizada. São 91 metros quadrados de área verde por habitante, distribuídos em recantos de lazer e áreas de preservação ambiental. Ecossistemas que abrigam centenas de espécies de flora e fauna, contribuem para a qualidade de vida dos moradores e encantam os visitantes.

Temperos e sabores

Peixes, camarões e siris, preparados em panelas de barro, formam a base da moqueca e da torta capixabas, as principais referências gastronômicas de Vitória. Mas a cidade ainda oferece aos visitantes a chance de navegar por enorme variedade de temperos e sabores, como o colorau e o caranguejo. São dezenas de restaurantes com padrão assegurado pelo Selo de Qualidade da Prefeitura de Vitória, que cultivam e reinventam opções da culinária brasileira e internacional.

Alegria e charme

O sol que ilumina Vitória e enche de brilho sua baía de águas claras, desvenda praias tranqüilas e acolhedoras, prontas para receber moradores e visitantes. E quando cai a noite, a alegria da cidade se revela em bares e casas noturnas cheias de charme, onde há sempre um sorriso e um a palavra amiga para quem chega. Vitória oferece ainda um comércio variado e sofisticado, capaz de atender aos clientes mais exigentes.

Praia de Camburi

Vitória

Localizada ao norte da cidade, é a única praia da ilha que fica na área continental. Com seus 6 km de extensão, é completamente urbanizada e arborizada. Conta com posto de orientação para exercícios físicos, calçadão em toda orla para prática de corrida, caminhadas, passeios de bicicletas e áreas para realização de diversos esportes ao ar livre. Tem aproximadamente 25 quiosques que abrem por volta das 8h e fecham às 22h, oferecendo diversificada culinária e petiscos variados, banheiros e chuveiros. Toda a orla é bem iluminada e ao final dela, um belo monumento à Iemanjá.

Como chegar: no sentido Norte da cidade, a praia compreende os bairros de Jardim Camburi, Mata da Praia e Jardim da Penha, até chegar à Av. Dante Michelini.

Praias da Direita e da Esquerda – Ilha do Boi

Vitória

Com extensão de 140 metros, o local mantém sua reserva graças a algumas peculiaridades. Além das águas tranqüilas e claríssimas, a praia da Ilha do Boi é um belo recanto natural. Arborizada e a poucos minutos da Praia do Canto e Jardim da Penha, é o ponto de encontro dos jovens da cidade.

Como chegar: acesso pela Rua Renato Nascimento Daher Carneiro, atrás do Shopping Vitória.

Praia do Canto

Vitória

Mar de águas frias e calmas para banho e prática de esportes náuticos e estreita faixa de areia para corridas e caminhadas. Dispõe de calçadão, iluminação noturna, bares, lanchonetes e excepcional área recreativa. Já a Praça dos Namorados possui estrutura para prática de tênis, basquete, vôlei e futebol.

Como chegar: ao lado do Iate Clube, chegando à Praça dos Namorados, também conhecida como Praça dos Desejos, pela Av. Nossa Senhora dos Navegantes.

Curva da Jurema

Vitória

Não é à toa que a praia da Curva da Jurema está sempre cheia. Numa faixa de areia com 800 metros de extensão, pode-se encontrar de tudo um pouco e a qualquer hora do dia. O visitante pode admirar a paisagem estando confortavelmente instalado em um dos muitos quiosques com áreas cobertas, que servem deliciosos petiscos da culinária capixaba.

Como chegar: localizada na Enseada do Suá, percorrendo a Av. Nossa Senhora dos Navegantes, com sinalização turística, e vindo pela Terceira Ponte, segue-se no sentido norte até chegar à praia.

Praia das Castanheiras

Embora seja pequena, tem na beleza e sombras das suas castanheiras a grande atração para seus freqüentadores. A praia agrada a todos os gostos. Possui pequenas piscinas naturais, entre pedras, propícias para as crianças, além do mar aberto, para quem prefere dar longas braçadas. Situada em uma ilha, o acesso é feito por escada ou caminhando entre as rochas.

Como chegar: para chegar a esta praia de peculiar beleza cênica, só mesmo fazendo uma pequena caminhada entre a vegetação e as pedras da Ilha do Frade.

Cultura

Teatro Carlos Gomes

Vitória

Inaugurado em 5 de janeiro de 1927, foi inspirado no Teatro Scala, de Milão, e projetado pelo arquiteto italiano André Carloni. Apresenta uma mistura de estilos em que predominam o neoclássico e o art-noveau. A pintura atual do teto é de Homero Massena.

Teatro Glória

Vitória

Edificado em concreto armado e revestimento em pó de pedra, foi projetado pelo arquiteto alemão Ricardo Wright e apresenta elementos da arquitetura eclética, com uso de sacadas e balaústres e o coroamento, com cúpula na esquina. Primeira construção com cinco andares da cidade.

Museu Solar Monjardim

Vitória

Construído no séc. XVIII, é o único exemplar de arquitetura rural na ilha de Vitória. Foi habitado pelo almirante de fragata Francisco Pinto de Azevedo e em 1940, passou às mãos da família Monjardim. Nomeado em homenagem a um dos mais importantes moradores, o Barão de Monjardim, primeiro Governador do Estado, é considerado um dos melhores e mais bem conservados exemplares da arquitetura rural da região Sudeste.

Escola de Teatro e Dança FAFI

Vitória

Funcionando em prédio histórico, representa o período de urbanização de Vitória no século XX. Projetada pelo arquiteto tcheco-eslovaco Joseph Pitilik e inaugurado em 1926, abriga a escola de arte com atividades culturais.

Museu de Artes do Espírito Santo (MAES)

Projeto arquitetônico do tcheco Joseph Pitilick para a Escola de Teatro e Dança FAFI, tem excelente acervo doado pelo governo do Estado. Suas exposições privilegiam artistas capixabas e internacionais. Possui biblioteca e videoteca.

Casa Porto das Artes Plásticas

Construído em 1903, nos estilos do século XX, foi sede da Capitania dos Portos do Espírito Santo por 31 anos. A Casa Porto tem como finalidade promover e sediar eventos culturais ligados às artes plásticas. Abriga exposições de fotógrafos, artistas plásticos e artesãos.

Forte São João

Vitória

Construído no século XVII na entrada da baía de Vitória, é a única fortificação que se preservou na Ilha que possuía mais quatro fortes para a defesa contra invasores holandeses, franceses, espanhóis e navios pirata.

Praça Costa Pereira

Considerada o “coração da cidade”, antigamente era banhada pelo mar e chamada de Prainha. O Largo Costa Pereira foi transformado na Praça da Independência, sendo conhecido por este nome até a década de 60, quando voltou a sua denominação anterior.

Complexo da Ciência

Escola da Ciência – Biologia e História

Museu de ciência que destaca a cultura regional através de exposição com temas capixabas. Abrange espécies vivas em aquários, animais empalhados, fotografias e espécimes da flora, maquetes, artefatos arqueológicos, utensílios de pesca, artesanato, instrumentos musicais, ferramentas e alimentos resinados – referência à cultura capixaba.

Escola da Ciência Física

Espaço com instrumentos científicos que desmistificam a física com estratégias lúdicas e interativas. Criada para popularizar o conhecimento científico mediante a interação com instrumentos científico-pedagógicos, contribui para a formação da cidadania e oferece uma série de oficinas, cursos, palestras e exposições.

Planetário de Vitória e Observatório Astronômico

Com capacidade para 80 pessoas, o planetário é mantido por meio de parceria entre a Prefeitura de Vitória e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Apresenta diferentes simulações do espaço.

Praça da Ciência

Um belo lugar de lazer educativo, à beira-mar, com brinquedos instigantes e interessantes que incentivam a aprender ciências. Dispõe de monitores para apresentar os equipamentos.

Parques

Parque da Fonte Grande

Vitória

Localizado no Maciço Central da Ilha de Vitória, o parque é a última área contígua de grande porte, com vegetação característica de encostas da Mata Atlântica, na cidade. Lá podem ser observados répteis, invertebrados, pequenos mamíferos e aves. Com relevo acidentado, o ponto culminante do parque atinge quase 309 metros. Com localização e paisagens privilegiadas, os mirantes naturais proporcionam espetaculares e múltiplas visões da cidade.

Parque Municipal Gruta da Onça

Com quase 69.000 m² de vegetação da Mata Atlântica, é ideal para trilhas entre nascentes e pequenos riachos, cercados de exuberante vegetação. Na entrada, uma grande onça de concreto protege uma nascente. Escadarias e caminhos íngremes levam a um belo passeio.

Parque Pedra da Cebola

Vitória

Possui plantas típicas de mata de restinga e vegetação rupestre nativa do local, que abrigam pequenos répteis e aves. O Parque também conta com jardim oriental e mirante sobre o paredão rochoso. Do outro lado, uma área plana serve para eventos de pequeno e médio porte e prática de esportes. Seu nome deriva de uma grande pedra esculpida pela natureza que repousa sobre outra rocha, e que devido a seu comportamento geológico se “descama” de maneira similar as palhas de uma cebola.

Parque Moscoso

Vitória

Localizado no centro da cidade, é o primeiro e mais antigo parque de Vitória. Possui um sinuoso lago com peixes e ilhas, cortado por pontes de concreto que imitam a textura de troncos, e alamedas formadas por majestosas árvores. A concha acústica é palco de inúmeros espetáculos. Foi tombada como patrimônio cultural pelo Conselho Estadual de Cultura e é privilégio de poucas cidades brasileiras.

Parque Municipal Horto de Maruípe

Vitória

Belo cenário reconstruído da Mata Atlântica, recoberto pelo verde e colorido pelas flores, entre elas diversas espécies de bromélias típicas das montanhas do Estado. Uma nascente desce das encostas, formando lagos e um córrego cheio de curvas. O parque é uma das áreas verdes mais antigas da Capital, destacando o corredor formado por palmeiras imperiais. O local serve também para caminhadas e eventos culturais, além de possuir pista de patinação, campinho de futebol, quadras poliesportivas e equipamentos para exercícios físicos.

Parque da Mata da Praia

Localizado próximo à Praia de Camburi, o parque foi criado pela união de 5 praças. Fantástica área de contemplação da natureza original da região e de observação de aves silvestres. A mancha verde se destaca em meio a imensos mosaicos marrons, compostos pelos telhados coloniais das casas do elegante bairro da Mata da Praia. Possui equipamentos de lazer como quadras poliesportivas, campos de futebol de areia e society, bocha, playground e Centro de Educação Ambiental

Pedra dos Olhos

Vitória

Importante monumento natural de 296 metros de altura, é quase impossível não trocar olhares com ele, pois os olhos esculpidos pela erosão observam, das alturas, a cidade a seus pés. Está localizada em uma reserva que permite caminhadas por trilhas, escaladas e rappel.

Parque Municipal de Tabuazeiro

Com 50.140 m², encravado nos contrafortes do Maciço Central de Vitória, o parque foi implantado em uma área remanescente de um sítio agrícola. Por isso, inúmeras árvores frutíferas são encontradas como: jaqueiras, jambeiros, abacateiros, mangueiras e a árvore mais significativa, o secular cajá-mirim, conhecido também como tabuazeiro, que originou o nome do parque. Além das árvores, o parque possui duas nascentes que formam um lago e o córrego que corta sua área baixa; trilhas íngremes que levam a pontos privilegiados para a observação das belezas da região, como o mirante da Pedra do Urubu, a uma altitude de 200m. O parque conta ainda com campo de futebol society, quadra poliesportiva, playground e Centro de Educação Ambiental, com viveiro e horta de plantas medicinais, com distribuição de mudas para a comunidade e instituições interessadas.

Parque Municipal de Barreiros

Área de um antigo sítio onde se desenvolviam a agricultura, foi adquirida pelo município de Vitória em 1991. Mangueiras, cajueiros, jaqueiras, abiuzeiros, ingazeiros, jamelões e abricoteiros se espalham, compondo a região mais plana, entre muitas outras espécies de porte menor. Uma nascente dá origem ao córrego que atravessa o parque em sua parte lateral. A denominação de Barreiros se deve à antiga fazenda que ocupava áreas dos atuais bairros de Joana D’arc e São Cristóvão. A fazenda foi extinta, mas o nome ficou. Até o final dos anos 60, ela denominou a área que equivale aos bairros. Hoje, identifica o parque, localizado em parte das terras que pertenceram à antiga propriedade rural.

Bem-vindo a Vitória, cidade de muitas belezas

Vitória é a segunda capital mais antiga do Brasil. A Ilha de Vitória é formada por um arquipélago composto por 33 ilhas e por uma porção continental, totalizando 105 quilômetros quadrados. As paisagens da cidade encantam a quem chega, quer seja de avião, navio ou pela via terrestre. Sete pontes interligam a Ilha de Vitória ao continente, cidade que surgiu no dia 8 de setembro de 1551, na então ilha de Guaananira ou Ilha do Mel, nome dado pelos povos indígenas que viviam aqui.

O visitante é recebido como um amigo que retorna à cidade, que apresenta uma hospitalidade marcante – um diferencial do morador de Vitória. Em Vitória o turista conta com um moderno centro comercial e prestador de serviços de qualidade. São modernos hotéis e centros de eventos, além de bons bares e restaurantes.

A capital do Espírito Santo, com 320.156 habitantes conforme a estimativa de população IBGE (2009), é o centro da Região Metropolitana, que congrega mais seis municípios – Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Vila Velha e Viana -, totalizando uma população estimada em 1,6 milhão. Está localizada estrategicamente na Região Sudeste, próxima dos grandes centros urbanos do país. Limita-se ao Norte com o município da Serra, ao Sul com Vila Velha, a Leste com o Oceano Atlântico e a Oeste com o município de Cariacica.

Circundado pela Baía de Vitória e pelo estuário formado pelos rios Santa Maria, Marinho, Bubu e Aribiri, o município apresenta ilhas, encostas, enseadas, mangues e praias, elementos de grande recurso paisagístico.

A cidade é singular por suas belezas naturais, seus grupos culturais tradicionais, seu crescimento notável (distinguindo-se de outras cidades do Brasil, Vitória cresce mais que o índice médio brasileiro), sendo um destino turístico em ascensão. A cidade possui um espaço territorial propício para eventos e negócios, destacando-se a realização de esportes náuticos. Além disso, Vitória vem se preparando para oferecer cada vez mais serviços qualificados e diversificados.

Na alta estação, principalmente durante o verão, a paisagem da cidade é alterada com a presença de luxuosos transatlânticos atracados no Porto de Vitória. O terminal está localizado no Centro da Vitória.

Monumento representa capixabas e italianos

Aqueles que passam pela avenida Américo Buaiz certamente já devem ter reparado um monumento que fica próximo à entrada para a Ilha do Boi. Ele é constituído por dois obeliscos em granito verde, com 30 metros de altura.

Está ali o Monumento ao Imigrante Italiano, um símbolo que destaca a importância da cultura italiana na formação do povo capixaba. Seus dois obeliscos representam esses dois povos, demonstrando que a distância geográfica não é uma barreira para a integração cultural.

Inaugurada em junho de 2000, a obra arquitetônica foi erguida na Praça da Itália, local que recebeu essa denominação em 1992. A forma verticalizada transformou o monumento num marco urbano de Vitória, uma construção que pode ser vista à distância e a partir de diversas perspectivas. Graças ao seu destaque, a Praça da Itália se transformou num ponto de referência da Capital.

À noite, a iluminação especial é mais um detalhe que não passa despercebido. Refletores envolvem o monumento com as cores da bandeira da Itália, atraindo os olhares das pessoas que passam pela avenida Américo Buaiz e reforçando o significado da obra.

A estruturação do Monumento ao Imigrante Italiano envolveu poder público e sociedade empresarial. A Prefeitura de Vitória arcou com a maior parte dos custos; a Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), com o aço; e o empresário Bruno Zanette, com o granito. Uma comissão foi formada pelo vice-consulado da Itália para dar encaminhamento ao projeto.

Nova Ponte da Passagem impressiona pelo design moderno

A nova Ponte da Passagem, inaugurada em 2009, alia o designer moderno e arrojado com a melhoria do trânsito com destino a parte continental de Vitória e município da Serra. Ela é o mais novo cartão postal da capital e verdadeiro marco do desenvolvimento da Capital.

Imponente nos seus 55 metros de altura, o que equivale a um prédio de oito andares, a nova ponte tem 270 metros de extensão, com 22,2 metros de largura. Os 32 cabos de aço, produto símbolo da produção e da exportação do Estado, sustentam dois tabuleiros suspensos a oito metros do espelho d’água para viabilizar, no futuro, a passagem de embarcações pelo Canal da Passagem.

Onde fica

Une as avenidas Fernando Ferrari e Nossa Senhora da Penha, ligando a ilha de Vitória à parte continental.

Praça do Papa oferece visão panorâmica da baía de Vitória

Uma esplanada de onde é possível apreciar uma das belas vistas da cidade: a baía de Vitória, tendo ao fundo o Convento da Penha e a cidade de Vila Velha. Assim é a Praça do Papa, instalada no bairro Enseada do Suá, uma das áreas nobres da capital do Espírito Santo.

Inaugurada em 2008, a Praça do Papa possui aproximadamente 67.000 metros quadrados, com parque infantil, área de eventos, dois restaurantes – um deles especializado em frutos do mar – e uma lanchonete, além de estacionamento. Uma trilha leva à Reserva Ecológica Ilha do Papagaio, área adjacente à praça e onde há um mirante.

Não deixe de ver

Cruz Reverente

Monumento comemorativo à visita do pontífice João Paulo II ao Espírito Santo, em 1991. Concebido pelo escultor grego Iannis Zavoudakis, radicado no Espírito Santo, o monumento é constituído por uma cruz de aço, com forma curvilínea, assentada sob base de concreto armado. Traz no alto uma pomba branca, simbolizando o Espírito Santo, componente da Santíssima Trindade, segundo a Religião Católica.

Rosa dos Ventos

Coincide com a posição geográfica da ilha como norte de navegação e traz uma esfera de inox ao centro.

Onde fica

Endereço: Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, s/n, em frente ao Palácio do Café.

Praças dos Namorados e dos Desejos: principais áreas de lazer da capital

O bairro da Praia do Canto, em Vitória, abriga duas das mais movimentadas praças da capital.

Praça dos Namorados

Localizada em frente à marina do Iate Clube do Espírito Santo (Ices). É uma das principais áreas de lazer da Grande Vitória.

Nos finais de semana, abriga a Feira de Artesanato Artes na Praça, que oferece artesanatos e comidas típicas capixabas, além de shows musicais e artísticos.

Praça dos Desejos

Localizada próximo à Praça dos Namorados, também é uma ótima opção de lazer ao ar livre. Conta com pista de patinação, grande área para passeio, playground para crianças e quiosques para lanches e petiscos. A partir das quintas-feiras, alguns quiosques promovem pequenas festas e eventos musicais, como shows de forró universítário e pagode, entre outras atrações.

Fundada no século XVI, Vitória é 2ª capital mais antiga do país

A fundação do Espírito Santo (e de Vitória) começa 34 anos depois de o Brasil ter sido descoberto, em 1500. O então Rei de Portugal, D. João III, dividiu as terras do Brasil em capitanias hereditárias, cabendo a capitania do Espírito Santo ao fidalgo Vasco Fernandes Coutinho, que tomou posse em 23 de maio de 1535, instalando-se no sopé do morro da Penha, em Vila Velha.

Explorando a região, os portugueses buscaram um local mais seguro para se guardarem dos ataques dos índios e de estrangeiros (holandeses e franceses). Eles seguiram, então, pela baía de Vitória e, contornando a ilha, aportaram em Santo Antônio.

Nos 300 anos iniciais de sua história, Vitória foi uma vila-porto, tendo enfrentado franceses e ingleses atrás de açúcar e de pau-brasil.

Os “capixabas”

Em meio ao pequeno núcleo urbano, de feição nitidamente colonial, havia “capixabas” – roças – na língua dos índios – expressão que acabou servindo para denominar os habitantes da ilha e, posteriormente, todos os espírito-santenses.

Em 08 de setembro de 1551, os portugueses venceram acirrada batalha contra os índios Goitacazes e, entusiasmados pela vitória, passaram a chamar o local de Ilha de Vitória.

A data de emancipação política do município é 24 de fevereiro de 1823, quando um Decreto-Lei Imperial concedeu Fórum de Cidade a Vitória. Os índios chamavam a Ilha de Vitória de Guanaaní ou “Ilha do Mel” pela beleza de sua geografia e amenidade do clima com a baía de águas viscosas e manguezal repleto de moluscos, peixes, pássaros e muita vida.

Cidade Sol

No século XX, em função da ocupação dos morros, que refletem as luzes das casas nas águas da baía, Vitória passou a ser chamada de “Cidade Presépio do Brasil” e depois “Delícia de Ilha”.

O compositor Pedro Caetano, conhecido nacionalmente, compôs uma canção que virou hino emocional da cidade e começa dizendo que Vitória é cidade sol, de céu sempre azul; Daí, outra denominação dada à cidade: “Vitória Cidade Sol”.

A partir de meados do século XX, a cidade se transformou em função das mudanças econômicas ocorridas no Estado. A ocupação urbana se estendeu por grande parte da ilha e avançou, definitivamente, em direção à porção continental do município.

Museus da cidade estão instalados em prédios históricos

Museu Solar Monjardim

Construído no século XVIII, é o único exemplar de arquitetura rural na ilha de Vitória. Foi habitado pelo almirante de fragata Francisco Pinto de Azevedo e em 1940, passou às mãos da família Monjardim. Nomeado em homenagem a um dos mais importantes moradores, o Barão de Monjardim, primeiro Governador do Estado, é considerado um dos melhores e mais bem conservados exemplares da arquitetura rural da Região Sudeste.

Museu do Rosário

O Museu de São Benedito do Rosário expõe um acervo de peças que contam a história, os costumes e a vida da cidade de Vitória, através de objetos, lendas e lembranças que explicam as tradições religiosas do Espírito Santo, principalmente dos negros. São andores e imagens de santo, oratórios, paramentos e objetos litúrgicos usados pelos padres nas missas e festas.

No local podem ser vistas, por exemplo, obras datadas desde a época da fundação da Igreja do Rosário, em 14 de setembro de 1765. Também estão em exposição réplicas do andor de São Benedito, baús em madeira e latão, velas de até 1,50 metro usadas em procissões, quadros antigos de São Benedito e dos primeiros bispos do Espírito Santo, manequins representando procissão, entre outras obras.

Museu de Arte do Espírito Santo (Maes)

Está instalado em um prédio tombado pelo patrimônio do Estado e tem amplo acervo doado pelo Governo do Estado do Espírito Santo. Assina o projeto arquitetônico o tcheco Joseph Pitlik, que também projetou a Escola de Teatro e Dança Fafi, ambos na década de 20 do século passado. As exposições do Maes privilegiam artistas capixabas e internacionais. O espaço também possui biblioteca e videoteca.

Casa Porto das Artes Plásticas

Construído em 1903, baseado nos estilos arquitetônicos do século XX, foi sede da Capitania dos Portos do Espírito Santo por 31 anos. A Casa Porto tem como finalidade promover e sediar eventos culturais ligados às artes plásticas. Abriga exposições de fotógrafos, artistas plásticos e artesãos.

Bandas de congo: música e tradição

A Banda de Congo é, de forma resumida, um conjunto musical regional e típico das regiões litorâneas do Espírito Santo. A manifestação de congo toca e canta principalmente em festas religiosas, como as de São Benedito, São Pedro, São Sebastião e Nossa Senhora da Penha.

No passado era a forma que os escravos encontravam para homenagear seus santos de devoção, já que eles não podiam participar das festas oficiais da Igreja Católica.

Um grupo de congo é composto por pessoas simples, que utilizam instrumentos rudimentares, produzido por eles mesmos: pau oco, barricas, taquaras, peles de animais, folhas-de-flandres e ferro torcido. A banda ainda possui como instrumentos tambores, caixas, cuícas, chocalhos, casacas, ferrinhos ou triângulos e pandeiros.

Acompanhando o som desses instrumentos, homens e mulheres cantam velhas e tradicionais toadas, com referências à escravidão, à guerra, aos santos de devoção popular, ao amor, à morte e ao mar.

As toadas são marcadas pelo alongamento das vogais finais no fecho dos versos, dando um tom melancólico entre as batidas de percussão.

As bandas de congo estão sempre presentes nas festas de São Benedito, santo padroeiro dos náufragos desde o século XIX. Dentre os grupos, está a Banda de Congo das Paneleiras, fundada em 1938 com o nome de Banda de Congo de Goiabeiras. Seus 42 componentes já fizeram mais de 100 apresentações em todo o Espírito Santo.

Desfiadeiras de siri: tradição na ilha

As desfiadeiras de siri representam um grupo tradicional da ilha. Elas desfiam os crustáceos catados pelos homens. O turista pode degustar os siris desfiados, normalmente servidos em casquinhas do próprio siri, nos restaurante típicos de Vitória. Outra opção é o restaurante das próprias desfiadeiras, localizado na Ilha das Caieiras, um bairro que fica na Zona Sul de Vitória. As desfiadeiras trabalham no sistema de cooperativismo.

A Cooperativa das Desfiadeiras de Siri da Ilha das Caieiras foi fundada no dia 8 de fevereiro de 1999, por uma iniciativa de 49 mulheres que trabalhavam em condições precárias nas calçadas e quintais de suas casas.

As desfiadeiras foram qualificadas por meio do Programa de Geração de Trabalho e Renda, da Prefeitura de Vitória, nas áreas de teoria da organização, higiene e manipulação de alimentos, culinária de mariscos, noções de contabilidade e matemática básica, formação de preços e custos, além de técnicas de congelamento.

A expectativa dessas mulheres em relação à cooperativa era melhoria da qualidade de vida, geração de renda, processo de trabalho, maior divulgação do seu produto, organização, aumento da produção e desenvolvimento local. Os resultados positivos foram alcançados com a intervenção da Prefeitura de Vitória, que cedeu o espaço para a criação do restaurante e realizou o acompanhamento técnico.

As desfiadeiras sempre marcam presença nos eventos promovidos pela Prefeitura, nos quais aproveitam a oportunidade para vender seus produtos e divulgar o restaurante. Nessas ocasiões são servidas maravilhas como mariscadas, torta capixaba, camarão frito, moquequinhas de siri, camarão e cação, além da tradicional casquinha de siri.

Panela de barro: quatro séculos de tradição

A produção artesanal de panela de barro é uma das maiores expressões da cultura popular de Vitória e do Espírito Santo. A técnica na produção, assim como a estrutura social das artesãs, pouco mudou em mais de 400 anos, desde quando era produzida nas tribos indígenas.

Nos últimos séculos esse trabalho sempre garantiu a sobrevivência econômica de famílias. As artesãs estão vinculadas à Associação das Paneleiras. As autênticas Moqueca Capixaba (receita) e Torta Capixaba (receita), dois pratos típicos regionais, somente são servidos nas panelas de barro por tradição.

Para fazer as panelas, as artesãs retiram a argila do Vale do Mulembá, local situado no bairro Joana D’Arc, na Ilha de Vitória. Do manguezal que margeia a região de Goiabeiras é extraída a casca da Rhysophora mangle, popularmente chamada de mangue vermelho. Essa casca permite extrair a tintura impermeabilizante de tanino, com a qual são pintadas de negro as panelas, quando quentes.

Patrimônio Cultural Brasileiro

A arte de confeccionar as panelas de barro foi herdada das culturas tupi-guarani e transmitida por várias gerações. Desde 2002 o ofício de fazer panelas de barro é reconhecido nacionalmente como um Bem Cultural de Natureza Imaterial e titulado como Patrimônio Cultural Brasileiro.

A inclusão das paneleiras como Patrimônio Cultural Brasileiro foi uma iniciativa do Ministério da Cultura e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A medida se tornou possível por intermédio do Decreto Federal 3.551/2000, que instituiu o registro de bens culturais de natureza imaterial.

Consciência ecológica

Ao contrário do que se possa supor, essa prática não é predatória, porque foi disseminada a consciência de preservação por parte dos “casqueiros”. Dessa forma, somente é retirada a casca de um dos lados do tronco, em pouca quantidade. O procedimento não prejudica a árvore, nem o ecossistema do manguezal.

A aplicação do tanino nas panelas é feita da seguinte forma: com uma vassourinha embebida em tanino, bate-se, vigorosamente, na peça ainda quente, imediatamente após sua retirada do fogo. Esse processo de impregnação é conhecido como “açoite”. Como resultado, o tanino penetra nos poros da cerâmica, cobrindo fissuras e tornando-a impermeável, servindo também para impedir a proliferação de fungos, que, com o correr do tempo, esfarelam o barro.

Com a coloração escura da panela é possível obter uma melhor concentração do calor, facilitando, dessa forma, o cozimento e a conservação dos alimentos. As panelas, depois de modeladas, ficam em lugar ventilado e protegido do sol até secarem completamente. Só depois é efetuada a queima, não em forno, mas em fogueiras a céu aberto – método bastante primitivo adotado por tribos indígenas.

O processo consiste em empilhar as panelas sobre grossas toras de madeiras, formando o que se chamam de “cama”, para permitir, desse modo, a circulação do ar pela parte inferior. Nas laterais e em cima, são colocados pedaços menores de madeira. O fogo é ateado em uma das extremidades, na “cabeceira da cama”, e, com a ajuda da ventilação natural, expande-se por todo o conjunto. Dependendo do número de peças, o cozimento pode durar várias horas.

A queima também é feita dentro de um procedimento ecologicamente correto, já que não há desmatamento de árvores da região. Para fazer o fogo são utilizados restos de madeiras, principalmente da construção civil. Apesar desse tipo de madeira nem sempre possuir o melhor poder calorífico, o resultado final é satisfatório desde que o calor produzido seja intenso, uniforme e dure o tempo necessário.

Fonte: www.vitoria.es.gov.br

Vitória

Características

Vitória

Município formado por 34 ilhas, sendo a principal e a maior a ilha de Vitória, na baía de Vitória, com área de 28,04 km2, e uma área continental, é o centro comercial mais importante do Estado, exportando açúcar, café, madeira, arroz e mandioca e grande parte da carga de minérios dos Estados de Minas Gerais e do Pará.

A Ilha de Vitória é uma Cidade Porto situada na Baía do Espírito Santo, ligada à terra firme através de uma ponte. É um prolongamento do relevo continental circundada por numerosos terrenos de mangues e restingas.

Vitória

Conhecida por sua beleza, guarda sua história nas construções coloniais, nos antigos fortes e igrejas e várias tradições seculares além de oferecer lindas praias, urna vida noturna intensa e infra-estrutura hoteleira e restaurantes de padrão excelente.

A Cidade se divide em Alta, onde se localizam os monumentos históricos e reservas de área verde; e Baixa, onde estão o comércio, os portos e as praias. Elas se ligam através de escadarias.

Vitória

Além disso, seus parques, praças e a piscosidade de seu mar – considerado o maior pesqueiro de marlins do mundo – atraem turistas.

História

Vitória surgiu devido aos ataques frequentes dos índios, franceses e holandeses à Vila Velha, Capital da Capitania do Espírito Santo. Os Portugueses resolveram, então, mudar a Capital e escolheram uma ilha próxima ao continente, a Ilha de Guanaaní, como chamavam os índios, e a batizaram de Ilha de Vitória. Nasce, em 1551, a Cidade de Vitória, nome em alusão à vitória numa grande batalha contra os índios Goitacases.

Vitória

Até o século passado, os limites de Vitória eram o atual Forte de São João, onde está localizado hoje, o Clube de Regatas Saldanha da Gama, próximo ao Centro da Cidade, e o morro onde funciona atualmente o hospital da Santa Casa de Misericórdia, no Bairro Vila Rubim. A cidade foi construída nas partes altas da Ilha dando origem a diversas ruas sinuosas e estreitas. A parte de baixo sujeita a ataques e por isso foram construídos vários fortes à beira mar, fazendo de Vitória uma praça forte.

Vitória

Em 1823, foi elevada a Cidade mas seu isolamento insular evitava seu desenvolvimento. A partir de 1894, com a riqueza vinda do café, iniciou-se uma série de aterros nas partes baixas, modificando o formato da Ilha e modernizando-a.

Construi-se escadarias para ligar a parte baixa da Cidade com a parte alta.

Surgiram diversos bairros, derrubou-se casarões, melhorou-se o saneamento.

Em 1941 surgiu o primeiro cais e em 1927 a ponte que liga ao continente. desenvolveu-se o porto.

Em 1949 os aterros continuaram e se formaram as amplas avenidas. A partir daí tornou-se o maior centro politico-administrativo do Espírito Santo.

Na década de 70, o Porto de Vitória se tornou um dos mais importantes do País e a industrialização se desenvolveu. Essa modernização fez com que desaparecessem quase todos os vestígios da Colônia e do Império.

O Turismo em Vitória

Praias Principais

Praia de Camburi – Praia urbana, situada ao norte de Vitória, com 5km de extensão, termina no Porto de Tubarão. É a única da parte continental. Tem areia fina e clara e suas ondas são fracas na parte inicial se tornando mais fortes na parte final, onde é ótima para o surfe. é a mais conhecida e a maior da Cidade. Em sua orla encontram-se diversos quiosques, hotéis, restaurantes, além de toda uma infra-estrutura de lazer. Possui calçadão com pista de cooper e professores para orientação dos exercícios.

Tem agitada vida noturna. Nela acontecem eventos esportivos nacionais e internacionais. Propícia à pesca de arremesso.

Vitória

Praia do Canto / Praia do Aterro

De águas calmas, propícia à pratica de esportes náuticos, é um dos locais mais nobres de Vitória. situada a 6 km do centro da Cidade, ao lado do Iate Clube do Espírito Santo. Possui um aterro e uma praça ( a dos Namorados), com quadras esportivas, rinque de patinação, lanchonetes e um moderno shopping center. Aos sábados e domingos abriga uma feira de artesanato e anualmente, uma etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Ford/Chevrolet e o Campeonato Internacional de Pesca Oceânica, que reúne os maiores pescadores de Marlin Azul e de Marlin Branco. Nela encontra-se a Ponte Desembargador Paes Barreto, que dá acesso à Ilha do Frade.

Vitória

Praia da Curva da Jurema

Urbana, situada na parte leste da Cidade, próxima à Praia do Canto e ao Shopping Vitória, na enseada do Suá, é um ambiente artificial, formado por aterro. Uma das mais movimentadas da cidade. Possui faixa de areia de 800 m de extensão e águas calmas.

Vitória

Local propício à pratica de esportes náuticos como jet-ski e vela, sendo palco do Campeonato de canoagem oceânica. A pesca é permitida de 17:00h às 09:00h, sendo que os peixes mais frequentes são a carapeba, a samendoara e a guaivira. Mensalmente, 5ª feira, acontece o Cinema na Praia, quando milhares de pessoas se instalam na areia para assistir a sucessos do cinema nacional.

Praia da Castanheira

Praia da Ilha do Frade, com águas límpidas e calmas, formando pequenas piscinas naturais entre pedras, ótimas para crianças. É a menos de Vitória, com 120 m de extensão. Ótimo local para a prática de mergulho e pesca de arremesso. Seu acesso se faz através de uma ponte e uma pequena caminhada entre a vegetação e as pedras.

Praias da Enseada do Suá

Praias nativas, onde se encontra a Ponte Castelo Mendonça, popularmente conhecida como Terceira Ponte, que liga Vitória ao Município vizinho de Vila Velha.

Ilha do Boi

Distante 7 km do Centro da Cidade, é um dos bairros mais nobres de Vitória. Está ligada à Ilha de Vitória por um aterro. Apresenta duas pequenas praias, muito frequentada pelos moradores da Ilha, com águas claras e vista panorâmica da Baía, parecendo uma piscina natural, rodeada de morros e belas mansões. Propícia à pesca de arremesso.

Ilha do frade

Com 38 km² de extensão, a 8 km de distância da Ilha de Vitória à qual está ligada pela ponte Desembargador Paes Barreto, é toda cercada de pedras e possui duas pequenas enseadas que formam a praia das Castanheiras.

Forte São João

Construção de 1837, foi a única fortificação que se preservou na ilha, das quatro que existiam. Mantém alguns detalhes da época da colonização e canhões. Abrigou o Cassino Trianon e atualmente é a sede do Clube de Regatas Saldanha da Gama, no centro da cidade.

Palácio Anchieta

Construção do século XVI, originada da Igreja de São Tiago, construída pelos padres jesuítas em 1551. Até 1760, abrigou o Colégio de São Tiago, passando depois a ser ocupado pelo Governo da Província e, finalmente, pelos Governadores do Estado, o que se mantém até os dias de hoje. Guarda o túmulo do Padre Anchieta.

Fica na Praça João Clímaco, s/n no centro – 3322-0111

Palácio Domingos Martins

Construção de 1912, no local da antiga Igreja da Misericórdia do século XVII, em estilo eclético rico em detalhes. Sediou a Assembléia Legislativa do Estado. Tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual. Homenageia o herói capixaba da Revolução Pernambucana, Domingos José Martins, morto em 1817.

Palácio Jerônimo Monteiro

Construção que abriga a Prefeitura Municipal, localizado na Av. Marechal Mascarenhas de Morais, também conhecida como Av. Beira Mar.

Palácio Atílio Vivacqua

Construção que abriga a Câmara Municipal, localizado na Av. Marechal Mascarenhas de Morais, também conhecida como Av. Beira Mar.

Porto de Tubarão

Inaugurado em 1966, de propriedade da Companhia Vale do Rio doce, é o maior porto de exportação de minério de ferro do mundo, totalmente automatizado, sendo integrado a um terminal ferroviário.

Localizado na Praia de Camburi e as visitas devem ser marcadas com antecedência.

Porto de Vitória

Construção do ano de 1911, está situado na Baía de Vitória – centro da cidade. É o mais antigo e importante do Estado para exportação de produtos siderúrgicos e grãos.

Em 1925, começou a construção de uma muralha de 130 m de extensão e 3 armazéns, atualmente são 4. Sua construção modificou todo o formato da Ilha de Vitória pois foram feitos muitos aterros.

Ponte Darcy Mendonça / Terceira Ponte

Possui 4 km de extensão e liga Vitória á Vila Velha. Oferece vista panorâmica das Cidades. Fica na Enseada do Suá.

Ponte Florentino Avidos / Cinco Pontes / Ponte do Príncipe

Construída em 1926, em ferro, feita por ingleses, sobre o Canal Sul, que separa a Ilha do Príncipe, do Continente. Liga Vitória à Vilha Velha pelo sul. Toda a sua estrutura foi fabricada na Alemanha.

Solar Monjardim

Construção do século XVIII, é um exemplar da arquitetura rural do sudeste, considerada pelos especialistas como uma das mais bem conservadas do sul e sudeste brasileiro. Abriga um Museu e é cercado por grandes mangueiras. Fica no Bairro de Jucutuquara.

Prédio da Secretaria de Administração

Construção de 1924 em estilo eclético, para abrigar o Serviço de Melhoramentos Urbanos de Vitória, órgão criado para cuidar dos trabalhos de embelezamento e transformação urbanística da Cidade. Possui fachada, ricamente ornada, com frisos, platibanda decorada, balaústres nas sacadas. Tombado em 1983. Abrigou a Secretaria de Administração de 1972 a 1983. Em 1995, foi restaurado e adaptado para receber o Museu de Artes Plásticas de Vitória.

Teatro Glória

Construção de 1932, em concreto armado, possui, além do teatro, salas comerciais e lojas. O Teatro abre esporadicamente para espetáculos e fica situado na Praça Costa Pereira.

Teatro Carlos Gomes

Construção de 1925, inspirada no Teatro Scala de Milão, em estilo neo-renascentista italiano, apresenta em seu interior lustres de cristais, espelhos bisotados franceses, foiers com piso de mármore e colunas de ferro fundido que sustentam os camarotes e em sua fachada, esculturas que fazem menção às artes e o busto do grande músico brasileiro que dá nome ao teatro. É tombado pelo conselho Estadual de Cultura. Situa-se na Praça Costa Pereira na Cidade Baixa, no centro.

Teatro Carmélia

Uma adaptação de 3 galpões de café que se transformaram em um teatro, um cinema, 3 galerias, um bar e uma biblioteca. Está na Alamêda Novo Império, s/n, no Santo Antônio.

Mercado Capixaba

Inaugurado em 1926, em estilo neoclássico, mantinha um atracador para pequenas embarcações que traziam os produtos frescos, na sua parte posterior pois o mar batia próximo. Funcionou como mercado até 1960. Em 1983, foi tombado pelo Conselho estadual de Cultura. Apresenta 2 pavimentos, o térreo abriga bares, açougues, depósitos e comércio varejista e o superior, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Fica na Av. Jerônimo Monteiro.

Casarões da Rua José Marcelino – São construções do período colonial, tombadas pelo Patrimônio Histórico, feitas em pau-a-pique. São geminadas e não possuem afastamento frontal e nem lateral.

Estão na rua José Marcelino, 197, 203, 205 – centro.

Escadaria Maria Ortiz

Inaugurada em 1824, é uma homenagem à heroína Maria Ortiz, que se destacou na luta contra os holandeses que tentaram invadir Vitória em 1624. É decorada com balaustrada em concreto e postes em ferro. É o principal elo de ligação entre a parte baixa da Cidade e a parte alta. Fica no centro da Cidade e liga a Praça Oito à Cidade Alta.

Escadaria Djanira Lima

É decorada com balaustrada em concreto e postes em ferro.

Escadaria Bárbara Lindenberg

Construção de 1860, passou por diversas reformas, sendo a última em 1995 quando voltou a sua cor original, rosa e branco. Possui quatro estátuas simbolizando as estações do ano e uma fonte artificial. Conhecida por Escadaria do Palácio, passou a ser chamada Bárbara Monteiro Lindenberg em 1968, numa homenagem à irmã do ex-governador do estado. Liga a Cidade Baixa à sede administrativa do Governo do estado. Em frente ao Palácio Anchieta.

Escadaria São Diogo

Construção de 1642. Liga a praça Costa Pereira à Cidade Alta. É a escadaria mais antiga e é decorada com balaustrada em concreto e postes em ferro.

Escadaria Carlos Messina

Possui canteiro central ajardinado e os corrimãos com desenho geométrico.

Prédio da FAFI

Construção da década de 20, em estilo eclético, com sua utilização voltada para o Ensino. Abrigou grupo escolar, colégio estadual e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, origem de seu nome popular. Não apresenta afastamento frontal, e sua frente está voltada para a Avenida mais movimentada do Centro, na parte baixa. Atualmente abriga a Escola Livre de Arte. Tombado em 1983.

Nova Sede da Assembléia Legislativa do estado

Fica na Enseada do Suá. Construção moderna e luxuosa, revestida com mármore nas cores da bandeira do Estado. Abriga uma galeria de arte com exposições temporárias.

Escola Municipal São Vicente de Paulo

Construção do século XIX, feito para ser uma residência, conserva até hoje o seu mobiliário. Está situada na Rua José Marcelino.

Loja Maçônica União e Progresso

Construção do século XIX e também está situada na Rua José Marcelino.

Casarão da Família Cerqueira Lima

Construção do fim do século XIX, atualmente abriga um centro cultural.

Relógio da Praça Oito

Monumento situado na Praça Oito de Setembro. De hora em hora, suas badaladas reproduzem as sete primeiras notas do Hino do espirito Santo.

Chafariz da Capixaba

Monumento construído em 1828, tombado em nível estadual, é o único que restou dos cinco chafarizes que abasteciam a Cidade. Captava águas das nascentes do Morro da Capixaba. Em 1938, foi restaurado e hoje encontra-se em bom estado de conservação. Localiza-se em Barão de Monjardim, no sopé da subida para o Parque da Gruta da Onça.

Praça Costa Pereira

Construção da década de 20, abriga árvores centenárias – Centro

Praça Oito de Setembro

Tradicional palco de manifestações políticas. Abriga um relógio com torre de 16 m de altura.

Praça dos Namorados

Local de lazer com brinquedos, pista de skate, pista de patinação, lanchonete, quadra de esportes, áreas de feiras, área para passeio, chafariz, pista de cooper, campo de futebol de areia e palco para shows. Av. saturnino de Brito, s/n – Praia do Canto, junto ao Iate Club do Espírito Santo.

Praça da ciência

Praça com 7.500 m², é um espaço onde as crianças aprendem como ocorrem vários fenômenos físicos. Abriga brinquedos projetados e patenteados pelo Museu de Astronomia do Rio de Janeiro, bancos, jardins, gramados, ciclovias e calçadão. Fica próximo à Praça dos Desejos, na Praia do Canto e funciona de 3ª feira a domingo de 08:00h às 21:00h

Praça do Papa

Homenagem ao Papa João Paulo II que ali rezou missa em 1989. Fica na Enseada do Suá.

Fonte: www.vitoria-es.com.br

Vitória

O Portal Capixaba

Vitória é uma cidade moderna onde a qualidade de vida ainda se encontra preservada. Lindas praias como a Curva da Jurema, a Praia do Canto e a de Camburi, além das “ilhas” do Frade de do Boi, ligadas por pontes ao continente, oferecem ao turista lazer, com ampla infraestrutura.

Construções históricas (com destaque para o Palácio Anchieta), inúmeros parques (não deixe de visitar o Parque Moscoso), igrejas e monumentos, além da tradicional feirinha que ocorre na Praça dos Namorados já formam um conjunto de atrações que por si só, já justificam uma viagem a capital do Espírito Santo, entretanto seria injustiça deixar de mencionar a culinária capixaba com suas famosas e delicadas moquecas e as inúmeras atrações próximas, pois Vitória é o local de partida para belos lugares como a vizinha Vila Velha, ligada a Vitória pela Terceira Ponte, com seus diversos quilômetros de praias, que estão na rota para se chegar a Guarapari, e se você gosta da vida noturna aproveite os inúmeros bares e restaurantes e casas noturnas localizados no “Triangulo das Bermudas” (região da cidade próxima a Praia do Canto).

Já Guarapari é uma cidade maravilhosa, que consegue unir aspectos diferentes, de maneira harmoniosa: Suas areias, conhecidas por seus poderes medicianais, nos sugerem que apenas pessoas enfermas visitam a cidade.

Mero engano. Guarapari é uma cidade agitadíssima, cheia de pessoas jovens e bonitas que vão em busca das suas mais de 30 belíssimas praias, para se refrescar nas águas incrívelmente esverdeadas.

A mais famosa delas é a Praia de Areia Preta, cheia de bares e quiosques, aonde jovens de todas as tribos costumam se encontrar para se bronzearem deitados nas areias escuras da praia. A Praia do Morro é muito procurada por aqueles que gostam de praticar esportes como o frescobol, windsurf, surf e boadboarding. Para quem leva as crianças, a melhor opção é a Praia do Meio, com águas calmas e rasas. Três Praias também é muito boa!

Vale a pena também visitar o Balneário de Meaípe, a 10km de Guarapari. Apesar de parecer uma pequena aldeia de pescadores e rendeiras, é muito badalado e agitado, tanto de dia quanto a noite, quando seus bares ficam cheios. Outra boa opção noturna são os bares da Praia do Morro. E se você cansou de tanto sal das praias, visite as Cachoeiras de São Felix, a 28km. São 6 belíssimas quedas d’água para você se refrescar!

Mas quem vai a Vitória, não deve deixar de visitar também Domingos Martins, afinal que tal sentir um “gostinho” de montanha em uma cidade colonizada por alemães em que se encontra casas de chá e cantinas que vão fazê-lo lembrar das Serras Gaúchas? E tem mais… Um passeio imperdível é ir conhecer a Pedra Azul, uma formação rochosa espetacular que graças a presença de liquens transmite a impressão de ser uma imensa pedra azul.

Dicas de Viagem

Documentos

Para menores de 18 anos é obrigatória a autorização do pai e da mãe. Nos casos em que esteja viajando na companhia de apenas um dos pais é necessário autorização por escrito do outro.

Não deixe de levar a carteira de motorista, pois ela é aceita na maioria dos países quando se deseja efetuar uma locação de veículos.

Antes de viajar

Prefira viajar acompanhado e utilizando pacotes. Com uma pessoa para a conta do restaurante e o quarto de hotel, as tarifas saem bem mais em conta. Isso acontece porque a estrutura dos hotéis é voltada para o atendimento de grupos.

Antes do embarque, leia sobre o destino escolhido (cultura, pontos turísticos, dicas de viagem) para poder aproveitar melhor os passeios e deixe com seus familiares informações detalhadas sobre seu roteiro, para facilitar o contato em caso de emergência.

O seguro viagem é um item que não deve faltar na sua bagagem, pois pode evitar grandes prejuízos e ajudar a resolver problemas inesperados. O mais importante é o seguro de assistência médica que permite o atendimento em hospitais e clínicas. Alugar um carro antes de embarcar vale a pena para quem quer se aventurar.

Bagagem

Identifique sua mala (nome, endereço, telefone, etc)

Leve apenas o essencial, você estará em férias e não em um desfile de modas…

Na mala de mão, leve sempre uma troca de roupa e um casaco, pois em caso de extravio de bagagens você não será pego desprevenido

Confira a voltagem local e se necessário leve adaptadores para os aparelhos elétricos essenciais.

Peso

Em vôos domésticos o limite é de 20 kg por pessoa

Em vôos regionais o limite é de 10 kg em aviões com até 50 assentos.

Crianças de até 2 anos não têm direito a bagagem em qualquer vôo.

Excesso de bagagem: A taxa cobrada é de 1% a 2% da tarifa básica, por quilo.

No ato do despacho, a empresa aérea deve entregar ao passageiro o comprovante correspondente à bagagem embarcada, com indicação dos pontos de partida e destino e número da etiqueta de bagagem.

Itens transportados gratuitamente: Bolsa de mão, maleta ou equipamento que possam ser acomodados sob o assento do passageiro ou em compartimento próprio da aeronave, com peso máximo de 5 quilos e dimensão total não excedendo a 115 centímetros. Porém a norma não se aplica a crianças ou infantes (que pagam 10% da tarifa)

Bagagem danificada, extraviada ou violada: Em caso de danos ou sinais de violação a bagagem deve ser retirada da esteira do aeroporto pelo passageiro, que precisa comunicar o problema imediatamente à companhia aérea. Será preenchido um relatório contendo os detalhes sobre os danos causados. A empresa aérea será responsabilizada e deverá pagar indenização ou reparo da bagagem. Em caso de extravio, o passageiro deverá comunicar o problema antes de deixar a área de entrega das bagagens. A empresa aérea tratará de localizar a bagagem e se não obtiver êxito, indenizará o passageiro.

Transporte de animais, valores e artigos perigosos: O transporte de animais é possível desde que sejam atendidas as seguintes exigências – fornecimento de atestado de sanidade animal obtido junto à Secretaria Estadual de Agricultura ou em um posto do departamento de defesa animal; embalagem de transporte adequada ao tipo e tamanho do animal; solicitação de reserva de 48 horas; e receita do veterinário indicando a quantidade de tranqüilizante a ser ministrada ao animal.

Muitas empresas aéreas aceitam transportar cargas especiais, tais como objetos de valor, restos mortais, materiais úmidos e líquidos em geral. Os artigos considerados perigosos para os passageiros e aeronave dependem de consulta antecipada a empresa. São eles: agentes etiológicos, artigos venenosos, combustível líquido, explosivos, gases comprimidos, líquido pirofórico, materiais corrosivos, materiais magnéticos, oxidantes, polimerizáveis e radioativos.

Aeroporto

Re-confirme o vôo de ida ou volta 24 horas antes do horário previsto para o embarque

Chegue ao aeroporto com antecedência

Nunca deixe bagagem desacompanhada

No aeroporto, não aceite pedidos para levar encomendas

Dinheiro

O cartão de crédito é o seu segundo passaporte. Sem ele é difícil alugar um carro, fazer o check in em hotéis, liberar o frigobar ou desbloquear o telefone do quarto.

Evite carregar notas de valores altos. Nunca transporte todo o dinheiro num só lugar

Pacotes

Confira nos vouchers os dados e serviços solicitados

Se um serviço incluso no pacote não acontecer, tome as providências necessárias mas peça recibo para reembolso.

Leia com atenção as condições gerais do pacote

Hotéis

Lembre-se que o horário de entrada ( check in ) é em geral as 14:00hs e de saída (check out ) é 12:00hs

Se fizer ligações telefônicas do quarto será cobrada uma taxa.

Guarde dinheiro e objetos de valor no cofre do hotel.

Carros

Verifique marca e modelo antes de reservar, pois quanto mais simples o modelo, menos você vai gastar.

Faça sempre o seguro, pois em caso de acidente você também poderá ser responsabilizado pelo lucro cessante.

Abasteça fora da locadora, o combustível nos postos em geral é mais barato que a taxa cobrada pela locadora.

Passeios

Quando sair, não esqueça de levar o telefone e endereço do hotel.

Em geral nos hotéis é possível adquirir passeios previamente organizados para os principais pontos turísticos.

Em alguns países o leasing (arrendamento) de um carro zero-quilômetro é mais barato do que o aluguel. Mas isso só vale para períodos de quinze dias ou mais.

Saúde

Sempre é conveniente fazer um seguro saúde.

Saiba com antecedência que tipo de vacinas deverá tomar e consulte seu médico.

Leve na bagagem de mão material de primeiros socorros e remédios que esteja usando.

Primeiros Socorros

Os acidentes cotidianos de menos gravidade podem, em sua maioria, ser tratados com técnicas simples de primeiros socorros. Mas devemos estar preparados para enfrentar a possibilidade de um acidente mais sério, que exige tratamento de emergência. Saber avaliar rápida e corretamente o que deve ser feito é crucial, principalmente no caso de uma localidade deserta, ou sem ninguém apto aos primeiros socorros por perto.

Também é importante saber o que fazer em primeiro lugar, para isso confira os procedimentos de emergência (logo abaixo). Em qualquer situação, o objetivo dos primeiros socorros é salvar a vida, impedir o agravamento dos ferimentos ou do estado da vítima e promover sua recuperação, e em seguida levá-la ao hospital mais próximo. Em geral, a forma mais rápida de obter socorro médico é você mesmo levar a vitima de carro até o pronto-socorro mais próximo. No entanto, NUNCA transporte você mesmo a vitima em qualquer uma das seguintes situações abaixo:

Se há suspeita de lesão da coluna e/ou qualquer fratura que torne desaconselhável transportar a vitima sem maca (por exemplo uma perna quebrada).

Se você estiver sozinho, e a pessoa precisa de supervisão constante porque esta muito mal ou inconsciente. Em caso como esse, ou se você não tem carro para transportar a pessoa, chame imediatamente uma ambulância. Se você esta muito longe de um hospital, telefone para um médico e peça ajuda.

Dicas diversas

Use roupas discretas. Chamar pouca atenção evita pequenos assaltos e outros incômodos.

Tenha sempre à mão o nome, o endereço e o telefone do hotel no qual está hospedado.

Evite andar sozinho à noite e não entre em bares, boates ou lugares suspeitos.

Não coma alimentos de origem duvidosa e não beba água ou gelo de torneira se não tiver certeza de que são puros.

Não empolgue-se com a comida regional. Lembre-se sempre de que o seu estômago está acostumado com outro tipo de alimentação. Experimente de tudo, mas com moderação.

Esteja sempre com seu roteiro em mãos para evitar atrasos e não atrapalhar a viagem dos outros que estão com você.

Pacotes Turísticos

Os pacotes turísticos permitem que se obtenham viagens econômicas através da redução de custos obtidas pela padronização. Junte-se a isso as facilidades de pagamento e poderemos entender porque os pacotes turísticos nacionais tem se tornado a principal opção para as viagens de lazer.

O turismo nacional tem sido facilitado pelas viagens organizadas com vôos fretados, o que permite às operadoras (empresas que organizam os pacotes turísticos) conseguir substancial redução de custos, tudo isso aliado a uma economia estável e a extensa gama de locais pitorescos como Porto Seguro, Fortaleza, Natal, Maceió, Recife, Salvador, São Luis e João Pessoa todos com praias paradisíacas e a cultura européia que se pode encontrar nas Serras Gaúchas tem propiciado o sucesso dos pacotes turísticos nacionais.

A qualidade não é reduzida no pacote turístico, o ganho de escala é que permite diminuir o custo final da viagem, e todo o serviço não interfere no preço final da viagem que é idêntico ou inferior ao das operadoras, cabendo a você apenas escolher o destino e o pacote que mais lhe agrada.

Dicas sobre passagens aéreas

No momento da aquisição das passagens aéreas deve também ser paga uma taxa referente a utilização dos aeroportos, essa taxa constará no comprovante de aquisição da passagem aérea.

A maioria das Cias Aéreas parcela o valor de suas passagens aéreas no cartão de crédito sem juros, porém também há a opção de parcelar as passagens em cheques com juros, para os que não possuem cartão .

Os e – tickets registram na Cia Aérea os dados do passageiro, assim para a maioria dos casos já não é necessário levar as passagens aéreas para o aeroporto na hora de embarcar, basta que o passageiro se apresente munido de documentos originais.

Durante a alta estação, é difícil obter uma sensível redução ou desconto nas passagens aéreas, procure organizar sua viagem com antecedência ou viaje na baixa temporada se pretende adquirir sua passagem aérea com o máximo de economa.

Comprar as passagens com antecedência permite obter bons descontos, pois os valores dos descontos nas passagens aéreas variam conforme a procura ou seja enquanto um vôo estiver vazio é possível obter um bom desconto e comprar a passagem por um valor reduzido, conforme vão sendo vendidas as passagens para aquele vôo e o avião vai enchendo os descontos vão sendo reduzidos.

Na maioria das Cias Aéreas, crianças de colo com até 02 anos de idade incompletos tem 90% de desconto sobre a tarifa normal na aquisição de passagens aéreas .

As passagens aéreas para crianças com mais 02 anos e até 12 anos incompletos, tem de 25% a 50% de desconto sobre a tarifa da passagem de um adulto, variando de acordo com cada companhia aérea.

Fonte: www.vitoria-es.tur.br

Vitória

História de Vitória – ES

Atualmente, com mais de 300 mil habitantes, esse arquipélago composto por 34 ilhas e uma porção continental, integra uma área geográfica de grande nível de urbanização. Trata-se da região metropolitana, compreendida pelos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana, Guarapari e Fundão.

A partir da divisão das Capitanias Hereditárias, a Ilha de Vitória, com 105km², foi destinada ao capitão Vasco Fernandes Coutinho, assim como todas as demais regiões que compunham a Capitania do Espírito Santo. A escolha deste se deve à coincidência da chegada da caravela no dia em que se comemora o fim da festa religiosa do Divino Espírito Santo (23 de maio).

A caravela Glória, que veio de Portugal com uma tripulação de 60 pessoas, chega em 1535. Os primeiros marujos desembarcam na praia de Piratininga, perto do Morro do Moreno, onde surge um povoado com o nome de Vila de Nossa Senhora da Vitória. Apesar do donatário não perder tempo na ocupação das terras, não foi Vasco Coutinho o fundador de Vitória e sim um dos companheiros dele, Duarte de Lemos. Ele recebe a ilha de Santo Antônio como recompensa pelas bravuras na navegação portuguesa para descoberta de novas rotas marítimas e áreas de exploração mercantil que culminariam no comércio com as Índias.

A vida nos engenhos e povoados, porém, não é fácil. Sofre com a presença constante de corsários franceses e com a hostilidade dos índios goitacás e aimorés. Para resistir melhor aos ataques, a sede da capitania é abandonada e uma nova sede construída na ilha de Santo Antônio com o nome de Vila Nova, em contraste com Vila Velha. Nos dois lugares havia muita tensão naquela época, provocada pela invasão dos portugueses às terras ocupadas pelos índios, que se juntam para enfrentar os exploradores portugueses. Numa dessas batalhas, surge o nome de Vitória.

No dia 08 de setembro de 1551 os índios invadem o povoado e, iniciam uma marcha violenta rumo ao centro colonizado. As mulheres, crianças e enfermos são levados para a parte mais alta da ilha, que está mais protegida. Os colonos enfrentam os índios, que são derrotados. Os exploradores portugueses comemoram com uma grande festa. A partir dessa data a ilha passa a se chamar Vila da Vitória. Elevada à categoria de cidade pela lei de 17 de março de 1823, a província passa a ser chamada apenas de Vitória.

Catedral Metropolitana de Vitória

Vitória

A Catedral teve sua construção iniciada na década de 20 e concluída somente nos anos 70. Apresenta belíssimos vitrais, doados por famílias importantes da ilha, e uma cripta onde estão sepultados os bispos mais antigos do Espírito Santo. De estilo eclético, com predominância do neogótico, possui nave, capela-mor, coro, sacristia, transepto e cripta. O monumento se destaca por sua arquitetura e estilo único na capital.

Convento de São Francisco

Construído no séc. XVI pelos frades franciscanos a pedido do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho. Foi o primeiro convento franciscano ao sul do Brasil Colônia, e guarda os túmulos com restos mortais dos freis franciscanos que moraram no Espírito Santo e a Capela de Nossa Senhora das Neves. Construída no século XVIII, é tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual. Atualmente funciona como sede da Arquidiocese de Vitória.

Igreja do Rosário

Vitória

Construída em 1765, de estilo barroco, possui um precioso acervo de arte sacra, foi tombada pelo IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. É o ponto de partida, todos os anos, da procissão de São Benedito, a mais importante e tradicional da Ilha de Vitória.

Igreja de São Gonçalo

Vitória

Erguida entre 1707 e 1715, em estilo colonial, tornou-se a Igreja matriz da ilha durante a demolição da Igreja de São Tiago e o reinício das obras da Catedral Metropolitana, em 1933. Conhecida como Igreja dos casamentos duradouros, é administrada desde a fundação, pela Irmandade de Nossa Senhora da Assumpção e Boa Morte. Foi tombada como Patrimônio Histórico, em 1948, pelo IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Igreja e Convento do Carmo

Vitória

Neste conjunto arquitetônico iniciado no século XVII funcionou, durante a primeira metade do século XX, o Colégio do Carmo, a mais importante escola de educação feminina do Espírito Santo. Em 1913, a fachada da Igreja do Carmo foi reformada e suas características, substituídas pela atual decoração neogótica.

Palácio Anchieta

Vitória

A construção iniciada ainda no século XVI pelos jesuítas, conhecida hoje como Palácio Anchieta, é resultado de inúmeras modificações feitas na igreja de São Tiago e no Colégio dos Jesuítas. Guarda o túmulo simbólico do padre José de Anchieta, que costumava percorrer a pé um trecho de aproximadamente 100 km entre Vitória e o município de Anchieta, ao sul do Estado. O palácio é utilizado como sede do governo do Estado do Espírito Santo, desde o século XVIII, sendo uma das sedes de governo mais antigas do Brasil.

Capela de Santa Luzia

Foi a segunda igreja construída no Estado, ainda em 1537, a mando de Duarte de Lemos quando ganhou a ilha de Vasco Fernandes Coutinho. Situava-se em local acima de um engenho da fazenda e próxima da residência do próprio Duarte de Lemos, muito freqüentada pelos antigos colonizadores da Capitania. Restaurada pelo IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, mantém traços arquitetônicos simples com característica da arquitetura colonial. Tem frontão e altar barrocos e é a edificação mais antiga da cidade.

Santuário de Santo Antônio

Projetado e construído nas décadas de 1950, 60 e 70, a perfeição e simetria das formas trata-se de uma fiel imitação da igreja bramantesca de Nossa Senhora da Consolação, um templo do século XVI, da cidade de Todi, na Itália. Os padres pavonianos contaram com a ajuda dos moradores do Bairro Santo Antônio, em mutirão, na construção do Santuário. Este foi dedicado ao Santo Padroeiro da Cidade.

Fonte: www.imoveisemvitoriaes.com.br

Vitória

ANIVERSÁRIO DE VITÓRIA

Nova ponte da passagem

Vitória

Novo cartão postal de Vitória, a nova ponte ganha o nome de Governador Carlos Fernando Monteiro Lindenberg. Possui 55m de altura e 270m de extensão. Os 32 cabos de aço sustentam dois tabuleiros suspensos a 8m do espelho d’água para viabilizar no futuro a passagem de embarcações pelo canal da Passagem.

Moqueca e torta capixabas

Vitória

Peixes, camarões e siris, preparados em panelas de barro, formam a base da moqueca e da torta capixabas, as principais referências gastronômicas de Vitória. Mas a cidade ainda oferece aos visitantes a chance de navegar por enorme variedade de temperos e sabores, como o colorau e o caranguejo. São dezenas de restaurantes que oferecem as delícias.

Palácio Anchieta

Vitória

A construção iniciada ainda no século XVI pelos jesuítas, conhecida hoje como Palácio Anchieta, é resultado de inúmeras modificações feitas na igreja de São Tiago e no Colégio dos Jesuítas. Guarda o túmulo simbólico do padre José de Anchieta, que costumava percorrer a pé um trecho de aproximadamente 100 km entre Vitória e o município de Anchieta, ao sul do Estado. O palácio é utilizado como sede do governo do Estado do Espírito Santo desde o século XVIII, sendo uma das sedes de governo mais antigas do Brasil.

Terceira Ponte

Vitória

A Terceira Ponte foi a maior construção realizada no Espírito Santo. A ponte é a principal ligação entre Vitória, Vila Velha e o litoral sul do estado. Ao todo, são pouco mais de 3 km de extensão e 70 metros de altura.

Orla Praia do Canto e Ilha do Boi

Vitória

Sua baía de águas claras desvenda praias tranqüilas e acolhedoras, prontas para receber moradores e visitantes. E quando cai a noite, a alegria da cidade se revela em bares e casas noturnas cheias de charme.

Paneleiras de Goiabeiras

A tradicional Panela de Barro, ideal para o preparo da moqueca capixaba, pode ser encontrada no bairro de Goiabeiras. A Associação conserva a tradição de mais de 400 anos da feitura das panelas, que passa de mãe para filha, utilizando o barro de batinga e a tintura de tanino, retirada dos manguezais de Vitória. Suas panelas possuem o Selo de Autenticidade das Panelas de Barro e vendidas no galpão da Associação.

Vitória

Fonte: folhavitoria.com.br

Vitória

Um pouco de sua história: é a terceira cidade mais antiga do país, fundada em 08 de setembro de 1551, logo depois de Recife (1548) e Salvador (1549).

Em meio ao pequeno núcleo urbano de feições coloniais havia pequenas plantações ou roças, que na língua indígena eram chamadas “capi-xa-ba”, expressão que acabou servindo para designar as pessoas naturais da ilha e, posteriormente, todos os indivíduos nascidos no Espírito Santo.

Devido à sua beleza, ao clima e ao manguezal repleto de moluscos, peixes, pássaros e muita vida, os índios preferiam chamar o local de Guananira, que significa ” Ilha do Mel”.

Sua emancipação política se deu em 24 de fevereiro de 1823, quando um decreto-lei imperial concedeu fórum de cidade a Vitória. Até então, Vitória era uma vila-porto, que enfrentava franceses, ingleses e holandeses que assaltavam seu território em busca de pau-brasil e açúcar.

Localização

Região Sudeste do Brasil a 20°19’09” de latitude Sul e 40°20’50” de longitude Oeste de Greenwich. Sua localização é estratégica, próxima dos grandes centros urbanos do país.

Área

aproximadamente 105 km², considerando a ilha maior, o território continental, todas as ilhas costeiras, as ilhas estuárias e as oceânicas de Trindade e Martins Vaz.

Clima

tropical úmido, com temperatura média mensal máxima de 30°C e mínima de 24°C. Chuvas concentradas principalmente nos meses de outubro a janeiro.

Relevo

o relevo da ilha é um prolongamento do relevo continental, de constituição granítica, circundado por áreas de mangues e mar. O morro da Fonte Grande é a parte mais elevada da ilha. Possui 308,8m de altitude.

Como chegar – Via aérea

Aeroporto de Vitória (Eurico Salles)

Via ferroviária

Estação Pedro Nolasco (Estrada de Ferro Vitória-Minas).

Via marítima

Porto de Vitória.

Via rodoviária

as principais vias de acesso rodoviário são a BR-101, rodovia que permite a ligação do Sul e Nordeste do Brasil, a BR-262, que faz a ligação do Centro-Oeste com Vitória e a Rodovia do Sol/ES-060, ligação litorânea regional.

Economia

voltada para as atividades portuárias, comércio, indústria, prestação de serviços e turismo.

Fonte: www.iia.com.br

Vitória

Construções históricas

Capela de Santa Luzia

A relíquia do Brasil Colônia do século 16 encontra-se espremida, numa esquina da Cidade Alta, entre prédios residenciais. A construção data de 1537, tempo das capitanias hereditárias. Graças à restauração do Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional), é possível conhecer a arquitetura de uma das primeiras igrejas brasileiras. O altar e o frontão são mais recentes.

Catedral Metropolitana

Vale a pena fazer a volta completa pelas fachadas imensas, adornadas por esculturas, da construção que levou 50 anos para ser concluída, em meados do século 20. O estilo predominante é neogótico. O interior tem cores claras, iluminado por vitrais. A cripta guarda túmulos de bispos capixabas.

Convento da Penha

Em Vila Velha. O passeio começa pela subida íngreme de uma ladeira de 500 metros, com sombra úmida de mata atlântica, providencial para quem segue a pé. Antes de continuar subindo as escadarias para entrar no convento, o visitante se deslumbra com as paisagens do mar, das ilhas e da Terceira Ponte lá embaixo, cartão-postal que liga Vitória a Vila Velha. A fundação do santuário data de 1558. No interior da capela, com nave de madeira, está a relíquia “Nossa Senhora das Alegrias”, uma pintura que os guias apresentam como a mais antiga da América Latina. O corredor ao lado exibe trabalhos em grandes dimensões do artista Benedito Calixto; entre as cenas representadas, a tentativa de invasão holandesa do convento e milagres durante o período de seca de 1769. Reserve tempo para aproveitar os vários mirantes, as lojinhas de artigos religiosos e o museu do convento.

Igreja do Rosário

Conta com um museu de arte sacra. Fundada em 1765, é tombada pelo Iphan. Desta igreja freqüentada por escravos e seus descendentes parte a tradicional procissão de São Benedito, em dezembro, rumo à Catedral Metropolitana.

Igreja de São Gonçalo

Construção colonial, do começo do século 18, que já serviu como igreja matriz de Vitória. No acervo estão imagens sacras dos séculos 18 e 19.

Palácio Anchieta

Sede do governo do Estado, é uma das edificações mais imponentes da Cidade Alta. O nome tem origem nos construtores originais, os jesuítas do século 16. Nos jardins da frente, próximos da avenida, uma pequena escultura chama a atenção para a figura curvada de José de Anchieta, representado em suas longas caminhadas entre Vitória e o sul do Estado. A escadaria Bárbara Lindemberg liga a Cidade Alta à Cidade Baixa.

Teatro Carlos Gomes

Tem capacidade para 450 pessoas, entre platéia e 34 camarotes de quatro lugares cada. O arquiteto italiano André Carloni se inspirou no Teatro Scala, de Milão, com mescla de estilos neoclássico e art noveau. A inauguração foi em janeiro de 1927. O prédio funcionou também como sala de cinema e passou por restauração nos anos 70. O teatro oferece visitas monitoradas.

Forte: viagem.uol.com.br

Vitória

Um Passeio pela história

A cidade oferece um passeio por quase 500 anos de história, Vitória, a bela capital do Espírito Santo, é uma metrópole ímpar!

Pelas ruas da cidade portuária, navega-se na secular história contada por igrejas, fortes, escadarias e construções ecléticas do início do século XVI, mas a terceira capital mais antiga do País harmoniza o passado com o futuro, compondo suas paisagens com arrojadas construções e prédios antiquíssimos.

Na baía da Ilha de Vitória está situado um dos mais importantes complexos portuários do País. As pontes também são uma atração à parte na Ilha de Vitória. A cidade atravessa o mar rumo ao continente em seis pontes.

A paisagem natural também surpreende pela variedade. Da luminosidade e do calor do mar ao aconchego verde das encostas percorre-se a distância com um olhar. Em aproximadamente 105km² de área, o município reúne ilhas, praias, reservas naturais da Mata Atlântica e um belíssimo manguezal. Os parques, as belas praias, os passeios de escuna, os esportes náuticos, a pesca oceânica e a excelente gastronomia são algumas das atrações que a cidade oferece aos moradores e visitantes.

Vitória é ainda a única cidade no mundo a deter, consecutivamente, dois recordes mundiais de pesca oceânica do marlim. Em Vitória, a corrente de águas quentes, habitat natural dessa espécie, passa muito mais próximo que em outros lugares, possibilitando maior concentração de peixes e a diminuição dos custos da prática do esporte. O Turismo Náutico tem grandes possibilidades de crescimento na região.

Peixes, camarões e siris, preparados em panelas de barro, formam a base da moqueca e da torta capixabas, as principais referências gastronômicas de Vitória.

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Estado do Espírito Santo.

Fonte: ecoviagem.uol.com.br

Vitória

ANIVERSÁRIO DE VITÓRIA

8 de Setembro

Vitória, fundada oficialmente em 8 de setembro de 1551, possui um dos conjuntos arquitetônicos mais representativos da evolução histórica nacional. Os imóveis históricos da cidade encontram-se no Centro de Vitória.

A cidade, que nasceu Nossa Senhora da Vitória, guarda igrejas seculares. O imóvel mais antigo do município é a Capela de Santa Luzia na Cidade Alta, construída antes da fundação de Vitória pelo donatário Duarte Lemos. Com traços arquitetônicos simples e erguida sobre uma rocha, sedia, desde 1976, uma galeria de arte.

Sobreviveram ao tempo a fachada, as colunas, as muralhas e o sino do Convento São Francisco, construído em 1597, que foi a primeira edificação a ter abastecimento de água em Vitória. Situado na Cidade Alta, conserva características típicas do estilo Colonial e do Barroco. Sua fachada abriga compartimentos que funcionam como sede da Arquidiocese de Vitória.

Também é do século XVI o Palácio Anchieta, sede do Governo do Estado. O prédio, localizado na Cidade Alta, guarda o túmulo do padre José de Anchieta e, até 1760, abrigou o Colégio de São Tiago, mantido pelos jesuítas.

Outro ponto turístico é a Capela do Carmo, uma construção do século XVII, oferece missa com regularidade aos fiéis e faz parte do Convento do Carmo, estando localizada no Centro da cidade.

Do século XVIII e com forte influência da cultura negra, a cidade preserva a Igreja do Rosário e a Igreja de São Gonçalo, ambas restauradas e situadas no Centro. A Igreja de São Gonçalo foi inaugurada em 1766 e abriga a antiga Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção, atualmente Venerável Arquiconfraria. Localizada na Cidade Alta, próximo ao Palácio Anchieta, foi tombada pelo Patrimônio Histórico Artístico e Cultural em 1948.

Já a Igreja do Rosário foi edificada pela provisão do bispado da Bahia, através da solicitação da Irmandade dos Homens Pretos. A construção é tombada pelo Patrimônio Artístico e Cultural.

O Museu Solar Monjardim, residência do Barão de Monjardim, erguido no final do século XVIII, é um belo exemplar da arquitetura rural do sudeste brasileiro de então. Localizado no bairro Jucutuquara, essa é a principal construção histórica localizada fora do Centro de Vitória, berço da cidade.

Entre as construções do século XX, destacam-se a Catedral Metropolitana, em estilo neogótico, e o Santuário de Santo Antônio, localizado no bairro de mesmo nome, réplica de um templo italiano do século XVI, consagrado a Maria, na cidade de Todi.

A Catedral Metropolitana, localizada próximo ao Palácio Anchieta, na Cidade Alta, dispõe de vitrais valiosos e, no seu subsolo, há uma capela onde estão enterrados os bispos do Espírito Santo. Já o Santuário de Santo Antônio foi construído pelos padres Pavonianos na década de 60, tem arquitetura em estilo Barroco, possuindo três cúpulas.

A cidade também apresenta outros imóveis antigos de valores histórico, artístico e cultural. O Teatro Carlos Gomes, na Praça Costa Pereira, Centro, foi construído em 1927, é uma cópia do Scala, de Milão. Foi projetado pelo arquiteto italiano André Carloni e a cúpula é de autoria do artista plástico Homero Massena. Em sua arquitetura predomina o estilo neo-renascentista italiano.

O estilo eclético destaca-se no prédio da Escola de Arte Fafi e no Mercado da Capixaba, também edificados no final dos anos 20. O prédio da Fafi, onde hoje funciona uma escola de arte, já abrigou um grupo escolar, uma escola de Filosofia, entre outros.

O Mercado da Capixaba, que hoje, no seu segundo andar, abriga a Secretaria Municipal de Cultura, foi inaugurado em novembro de 1926, passando a compor a nova paisagem urbana de Vitória, rompendo com o passado colonial. Em 1983, o prédio foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura.

As escadarias também contam história em Vitória. O Centro Antigo está situado na parte alta da cidade – os aterros são obra mais recente -, por isso, construíram-se escadarias para ocupar os relevos da ilha. A escadaria mais antiga é a São Diogo, do século XVIII.

Uma das mais conhecidas, a Maria Ortiz, tem esse nome em homenagem à mulher considerada heroína na luta contra invasores holandeses em tempos coloniais. A escadaria Bárbara Lindenberg, ou escadaria do Palácio, guia com seu estilo eclético, à sede administrativa do Governo do Estado.

Construída pelo francês Justin Norbert, conta com fonte e estátuas em mármore que representam as quatro estações do ano. A cidade tem várias outras escadarias que levam aos cenários de sua história.

Fonte: www.redebrasileira.com

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