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Mineirão

ORGULHO MINEIRO

Mineirão

Fruto da audácia e da visão de futuro dos seus idealizadores e construtores, da determinação do Governo de Minas Gerais, do idealismo e da perseverança de seus incontáveis colaboradores e da paixão do povo mineiro pelo futebol, o Mineirão transformou e revolucionou o esporte do nosso Estado e mudou positivamente os rumos e a história do próprio futebol brasileiro.

Desde a inesquecível festa de 05 de setembro de 1.965, quando a Seleção Mineira derrotou o River Plate, da Argentina, por 1 a 0, o Mineirão também se transformou em orgulho nacional.

Da Lei de autoria do Deputado Jorge Carone Filho, assinada pelo Governador José Francisco Bias Fortes sob o número 1947, em 12/08/59, surgiu este grande monumento ao futebol. Na época a população de Belo Horizonte era de pouco mais de 600 mil habitantes e a capacidade do estádio de 130 mil pessoas.

História do Mineirão

Mineirão

O Estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido mundialmente pelo carinhoso nome de Mineirão, foi inaugurado no dia 05 de setembro de 1.965. Muita gente, sem dúvida, sabe disso. Mas poucos podem narrar com precisão tudo o que se passou pela cabeça de tantos políticos, radialistas, jornalistas, cronistas esportivos, atletas e torcedores. Mas certo é que por volta dos remotos anos 50, todas as pessoas que estavam à época envolvidas no futebol ansiavam por um estádio de bom tamanho para abrigar o crescente público.

O sonho, pode-se dizer assim, surgiu nos anos 40. A capital mineira iria sediar jogos da copa de 50 e precisava ter um espaço adequado. Por isso, foi então construído o Estádio Independência, no Horto.

O projeto de construção do Mineirão surgiu na época do Governo Bias Fortes e, em 25 de fevereiro de 1.960, o governo da União e a UFMG liberaram ao Estádio de Minas Gerais, sob a forma de comodato não-aprazado, a área localizada no conjunto onde se construía a cidade universitária, na Pampulha, em Belo Horizonte. A área liberada destinava-se unicamente à construção do Estádio de futebol e os recursos para a execução dos trabalhos seriam fornecidos pelo governador do Estado, o sonho de se construir um grande estádio, confortável e seguro começava aí a sair do papel.

A ADEMG surgiu junto com o Mineirão e é uma autarquia criada pela Lei 3.410 de 08 de julho de 1.965. Em 19 de dezembro de 1.993 a ADEMG foi vinculada à Secretária do Estado de Esporte e Lazer para poder melhor desempenhar seu papel de administradora dos estádios de Minas Gerais.

Para custear as obras e apressar a conclusão, o então governador Magalhães Pinto, determinou a venda antecipada de 3 mil cadeiras do estádio, que também dava o direito a um lugar no estacionamento no pátio interior.

De 1.963 à 05 de setembro de 1.965, data de sua inauguração, cerca de cinco mil homens, entre engenheiros e operários estiveram envolvidos na obra de construção A inauguração do Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, foi marcada por uma grande festa. Na manhã de abertura do estádio, 73.201 pessoas estavam presentes, e a festa teve um pouco de tudo, como salto de pára-quedista, banda de música, e é claro, muito futebol.

ESTÁDIO GOVERNADOR MAGALHÃES PINTO

PROPRIETÁRIO

Governo do Estado de Minas Gerais

LOCALIZAÇÃO

Avenida Abrahão Caram, 1001 – Pampulha

Distâncias

Até o centro da cidade: 10 Km
Até o aeroporto de Confins: 35 Km
Até o aeroporto da Pampulha: 01 Km
Até a rodoviária: 09 Km
Até a ferroviária: 10 Km

O PROJETO

O Mineirão foi projetado pelos arquitetos Eduardo Mendes Guimarães Júnior e Gaspar Garreto. O projeto estrutural é do Eng. Arthur Eugênio Jermann. As obras de construção foram dirigidas pelo Eng. Gil César Moreira de Abreu posteriormente nomeado primeiro Diretor Geral da ADEMG (autarquia responsável pela administração do estádio). O estádio atualmente tem capacidade total para 75.783 espectadores, sendo 54.261 assentos com encosto.

ESTRUTURA

É constituída por 88 pórticos de concreto armado, dispostos radialmente em torno de uma elipse. O vão livre entre pórticos, mede 7,5 metros (8 metros de eixo a eixo). A estrutura é composta de 28 setores de construção, estruturalmente independentes. A viga principal da cobertura vence o vão em balanço de 30,5 metros.

PORTÕES

São 15 portões com 72 roletas, para entrada de público e posterior escoamento,além do hall Principal do estádio.

BILHETERIAS

O estádio possui quatro (4) bilheterias com 18 guichês cada, além de bilheterias menores nos portões 01 e 14, num total de 78 guichês para venda de ingressos.

TÚNEIS

Quinze metros é a distância entre o vestiário e o gramado. Existe ainda um túnel central para os funcionários da ADEMG - FMF - PMMG e Imprensa e um túnel exclusivamente para uso dos árbitros.

VESTIÁRIOS

São no total seis (6) vestiários. Os dois principais, com área de 200 m2 cada. Estes possuem sala de aquecimento para jogadores, banheiras de hidromassagem, duchas, ar condicionado, freezer e todo conforto necessário ao descanso dos atletas. O vestiário dos juizes possui área feminina e masculina, conta também com uma confortável sala de massagens.

VESTIÁRIOS - DETALHES

Superfície em m2
(22 jogadores/equipe): 200 m2
Número de duchas por equipe: 9
Número de banheiras de hidromassagem: 11
Número de lavabos por equipe: 04
Mesa para massagem por vestiário: 01
Espreguiçadeiras para jogadores: 11
Armários para jogadores: 22 (além de rouparia)
Vasos sanitários: 4
Mictório coletivo: 1

BARES

O estádio possui um total de 36 bares para atender os torcedores. Alguns bares, também são distribuídos na área das tribunas de honra e cadeiras cativas, imprensa e autoridades.

ESTACIONAMENTO

Com capacidade para abrigar cerca de 4.000 veículos. O estacionamento funciona sob o monitoramento de um circuito interno de TV. Existem 38 vagas demarcadas para deficientes físicos.

ÁRBITROS

As condições de segurança para os árbitros são boas, existindo túnel separado, vestiários próprios, sala de massagem e ambiente próprio para o repouso dos árbitros antes e após os jogos.

ILUMINAÇÃO

A iluminação do Mineirão é uma das mais perfeitas em campos de futebol de todo o mundo. O sistema é composto de 168 refletores de 2.000 w cada. Fabricação GE, e o sistema secundário de 52 de 2.000 w e 200 de 1.500 w. O índice de iluminação é de 1.600 lux médios. No dia 19 de fevereiro de 1997, a ADEMG inaugurou o novo sistema de iluminação, durante o jogo Cruzeiro X Grêmio.

CABINES DE RÁDIO E TELEVISÃO

Totalmente impermeabilizadas, com paredes de vidro, todas na sombra, na parte da tarde. São 45 no total, onde se incluem, cabines para Ademg, para diretores dos clubes visitantes, para Supervisão do evento e para técnicos de operação do placar eletrônico. As demais cabines se destinam às emissoras de Rádio e Televisão.

PLACAS COMEMORATIVAS

Localizam-se à entrada principal do Estádio, abrigando um número de placas, que prestam homenagens ou registram passagens de equipes importantes do futebol nacional e internacional ou que se destacaram de uma forma ou de outra no Mineirão, com gols e jogadas que ficaram na história do futebol.

DIMENSÕES DO CAMPO

Comprimento: 110 metros

Largura: 75 metros

Espaço nas laterais: 25 metros

Espaço atrás dos gols: 48 metros

CAPELA

Comporta cerca de 100 pessoas. a Capela Ecumênica foi sagrada por Dom Serafim de Araújo. Também foi destinado espaço para a capela evangélica.

Setorização

Belo Horizonte

Rogério Bertho

Fonte: www.ademg.mg.gov.br

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Um arraial pacato de gente ordeira e cortês foi à procura de ouro que no distante 1701 o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à serra de Congonhas. Em lugar do metal encontrou uma bela paisagem de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar: construiu a Fazenda do Cercado onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado.

O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam conduzindo o gado da Bahia em direção às minas fizeram da região um ponto de parada.

O povoado foi batizado de Curral del Rei. Da serra de Congonhas mudou-se o antigo nome: é hoje a nossa Serra do Curral. Nossa Senhora da Boa Viagem a quem os forasteiros pediam proteção tornou-se padroeira do local.

Aos poucos o Curral del Rei foi crescendo apoiado na pequena lavoura na criação e comercialização de gado e na fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas ainda primitivas instalaram-se pela região: produzia-se algodão fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais.

Com a decadência da mineração o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início saltou para a marca de 18 mil habitantes. Elevado à condição de Freguesia mas ainda subordinado a Sabará o Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas Contagem Santa Quitéria (Esmeraldas) Buritis Capela Nova do Betim Piedade do Paraopeba Brumado Itatiaiuçu Morro de Mateus Leme Neves Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas o comércio se desenvolveu. No centro do arraial os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem.

Esse ciclo de prosperidade contudo durou pouco. AS diversas regiões que constituíram o arraial foram se tornando autônomas separando-se dele. A população rapidamente diminuiu e a economia local entrou em decadência. Já no final do século passado restavam mais de 4 mil habitantes. Sua rotina era simples e monótona. Começava cedo no trabalho de casa ou na lavoura e terminava às dezenove horas quando muitos já começavam a se recolher. Durante o dia a Farmácia Abreu era o ponto de encontro preferido para o bate-papo. à noite as mulheres faziam novenas enquanto os homens improvisavam um botequim no Armazém Esperança. De vez em quando uma serenata fazia as janelas se abrirem. Apenas nos fins-de-semana o arraial ganhava vida quando os moradores das redondezas vinham ouvir a missa ou visitar parentes e fazer compras. Em datas especiais o arraial tornava-se mais alegre: nas Festas Juninas no Natal ou no Dia da Padroeira os festejos eram certos.

A Proclamação da República em 1889 vem trazer aos curralenses a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava deixando para trás o passado monárquico aos sócios do Clube Republicano do arraial propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Foi nesse clima de euforia que os horizontinos receberam a notícia da nova construção da nova capital. Durante três dias o arraial se pôs em festa com missa solene discursos bandas de música e bailes. Seus habitantes já sonhavam com modernização e o progresso que a capital traria para a região. Nem imaginavam que nos planos dos construtores não havia espaço reservado para eles.

Aniversário da Cidade

12 de Dezembro

TURISMO

Nas redondezas de Belo Horizonte encontram-se parques de grande riqueza natural como o Parque das Mangabeiras, localizado a 6 km de distância da cidade, na Serra do Curral. Além de riachos e fontes naturais, o parque tem também um anfiteatro aberto e facilidades para esportes. Próximo à Serra do Curral, ainda no âmbito da região metropolitana de Belo Horizonte, encontra-se a reserva natural de Mata do Jambreiro, área de 912 hectares, com vegetação típica da Mata Atlântica, onde vivem mais de 123 espécies de pássaros e dez espécies diferentes de mamíferos.

Principais Pontos Turísticos

Casa do Baile

A Casa do Baile foi inaugurada em 1943. Ali funcionava um dancing popular. Com a desativação do Cassino, a Casa do Baile acabou fechando as portas em 1948. A construção circular, que fica numa ilha artificial, possui uma pitoresca ponte de onze metros e chama a atenção pelas formas sinuosas das fachadas, que sugerem quase uma continuidade da Lagoa.

Centro de Cultura

A construção distingue-se na cidade como um do poucos exemplares da arquitetura neogótica, de inspiração portuguesa. Construído em 1914, para abrigar o Conselho Deliberativo da Capital, primeiro órgão legislativo municipal, e a Biblioteca Pública Municipal, o edifício tem rica decoração externa e interna. O prédio tombado passou por uma reforma para sediar o Centro de Cultura Belo Horizonte, inaugurado em 1997, com o objetivo de ser um espaço voltado à cultura.

Feira de Artesanato

Idealizada por um grupo de artistas mineiros e críticos de arte, esta feira surgiu na Praça da Liberdade em 1969. Logo se tornou ponto de encontro de várias gerações e despertou a atenção dos visitantes e turistas para a riqueza e diversidade dos trabalhos expostos. A feira extrapolou os limites da praça e foi transferida para a avenida Afonso Pena em 1991. Hoje são cerca de três mil expositores divididos em 17 setores.

Feira de Tom Jobim

Exposição e venda de peças antigas e pequenos objetos, com o atrativo das comidas e bebidas típicas de várias regiões Neste festival gastronômico ao ar livre, pode-se optar, entre outros, pela comida internacional ou pelos pratos típicos da cozinha mineira e brasileira. Aos sábados, é um local agradável e descontraído para encontro da população. Conta com 85 expositores.

Flores

A Feira de Flores e Plantas Naturais constitui um atrativo à parte em Belo Horizonte. Nela são encontrados os mais diversos tipos de plantas, inclusive bonsais. A feira vem crescendo, já conta com cerca de 50 expositores e se tornou programa obrigatório. Funciona à sombra de enormes ficus, o que lhe confere um ar bucólico.

Igreja Boa Viagem

A história da Catedral da Boa Viagem se confunde com a própria história de Belo Horizonte. Desde os princípios do século XVIII, existia, onde hoje se encontra a Catedral, uma pequena capela de pau-a-pique, típico exemplar da arquitetura colonial mineira. A capela antiga foi substituída pela nova catedral, cuja construção terminou em 1932. Em estilo neogótico, a Catedral da Boa Viagem abriga vitrais de grande beleza e seu altar-mor é todo trabalhado em mármore de Carrara. Nossa Senhora da Boa Viagem é padroeira de Belo Horizonte.

Igreja de São Francisco

A Igreja de São Francisco de Assis foi inaugurada em 1943. Com linhas arrojadas, apresenta mosaicos nas laterais da nave. Seu interior abriga a Via Sacra, constituída por 14 painéis de Portinari, considerada a sua obra mais significativa.

Os jardins são assinados por Burle Marx.

Igreja São José

Primeira igreja projetada para a nova capital, foi inaugurada em 1906 e logo se tornou ponto de encontro religioso da sociedade. Foi entregue aos padres redentoristas com projeto arquitetônico dos irmãos Gregório e Werenfrid e pinturas do imigrante alemão Schumacker.

Mercado Central

Inaugurado em 1929, ocupa uma área privilegiada na região central da cidade. São mais de 400 lojas, que vendem de tudo, desde hortifrutigranjeiros de ótima qualidade, produtos típicos como os queijos e doces mineiros, passando pelo artesanato, ervas e raízes medicinais, até a venda de loterias. Nos bares mais populares, muita gente se reúne para apreciar os famosos tira-gostos regados a cerveja gelada. Misturando tradição e memória com aspectos da vida moderna, o Mercado Central é mais do que uma grande feira ou um centro de abastecimento: é um espaço descontraído de convívio social.

Minascentro

O Minascentro (Centro Mineiro de Promoções Israel Pinheiro) é o maior centro de convenções de Belo Horizonte. Possui uma área total de 30164 m², dividida em três pisos, com capacidade para 10 mil pessoas. O prédio foi construído em 1926, para ser sede da Escola de Aperfeiçoamento. Em 1948, passou a abrigar a Secretaria de Estado da Saúde. Em estilo neoclássico, sua arquitetura foi preservada, apesar das reformas para transformá-lo em centro de convenções.

Mineirão

Inaugurado em 1965, o Mineirão, segundo maior estádio coberto do mundo com capacidade para 130 mil pessoas, ajudou a levar o futebol mineiro para lugar de destaque e dotou o público de um espaço adequado para assistir a grandes espetáculos do futebol profissional.

Museu Abílio Barreto

Instalado em antigo casarão colonial de 1883, único remanescente do arraial do Curral Del-Rey, o museu guarda um valioso acervo referente à histórica Belo Horizonte, composto por pinacoteca, mobiliário, esculturas, arte sacra, peças decorativas, documentos, material fotográfico e iconográfico. A maquete do antigo Curral Del-Rey fica neste museu.

Museu da Pampulha

O prédio que abriga o Museu de Arte da Pampulha (MAP) foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer. Antigo cassino da cidade, foi fechado em 1946 com a proibição do jogo no país. Em 1957, o chamado Palácio de Cristal passou a funcionar como Museu de Arte. Sua concepção foi influenciada pelos princípios de Le Corbusier. Os jardins de Burle Marx são uma homenagem ao verde tropical. Três esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa adornam os jardins. Em 1996, foi readequado e ganhou novas salas de multimídia, biblioteca, café/bar, loja de souvenires e toda uma infra-estrutura técnica para abrigar as obras. O MAP possui um expressivo acervo de 1600 obras.

Museu do Telefone

Foi inaugurado em 1978, como parte das comemorações dos 25 anos da Telemig, com o objetivo de resgatar, preservar e divulgar a memória da telefonia em todo o mundo, desde a sua invenção até as mais modernas tecnologias do setor de telecomunicações. Visitas programadas com antecedência para alunos de escolas e grupos de adultos.

Museu Mineiro

O prédio do Museu Mineiro, de estilo eclético com predominância de elementos neoclássicos, é considerado parte integrante de seu acervo, pelo valor histórico e artístico que representa. Construído no final do século passado, serviu como sede do extinto Senado Mineiro - o Senadinho. Em 1977, foi autorizada a implantação do museu. Reúne um acervo composto de diversas coleções, que retratam a história da produção cultural mineira. Destaca-se a coleção de Arte Sacra Colonial.

Palácio da Liberdade

O Palácio da Liberdade foi inaugurado em 1898. A construção reflete a influência do estilo francês na arquitetura da capital, com requintes de acabamento. A escadaria de ferro e estruturas metálicas foram importadas da Bélgica. Destacam-se os jardins em estilo rosal, de Paul Villon; o salão de banquete à Luís XV; as pinturas do Salão Nobre, uma homenagem às artes, e o grande painel de Antônio Parreira.

Palácio das Artes

Construído dentro da área do Parque Municipal, o prédio teve projeto inicial de Niemeyer. A planta definitiva ficou a cargo do engenheiro Hélio Ferreira Pinto e a inauguração foi em 1971. A construção imponente e moderna abriga a Grande Galeria, com um espaço nobre para as artes visuais, e mais três galerias para exposições artísticas, lançamentos literários e eventos do gênero, o Foyer, as salas Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta, a sala de cinema Humberto Mauro e ainda duas salas de espetáculos: o Grande Teatro e o Teatro de Arena João Ceschiatti. Funciona no mesmo prédio o Centro de Artesanato Mineiro.

Parque das Mangabeiras

Localizado nas encostas da Serra do Curral, foi projetado pelo paisagista Burle Marx e inaugurado em 1982. O Parque das Mangabeiras é um dos maiores parques urbanos do país, com matas que ocupam a maior parte dos seus 2,3 milhões de m². Além de funcionar como centro de pesquisa e de educação ambiental, aberto a toda a comunidade, dispõe de variadas opções de lazer. Para visitar o parque, existem três opções: o Roteiro das Águas, o Roteiro da Mata e o Roteiro do Sol. Logo na entrada, uma sala multimídia orienta os visitantes sobre as atrações do local.

Parque Municipal

Primeira área de lazer e contemplação da cidade, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti foi inaugurado em 1897, na antiga Chácara do Sapo, onde residia o engenheiro Aarão Reis, responsável pelo planejamento da nova capital. Surgiu inspirado nos parques franceses da Belle Époque, com roseiras e coreto. Em meio a muito verde, estão mais de 50 espécies de árvores, onde ficam diversos equipamentos de lazer. Hoje o espaço funciona também como centro de educação ambiental. Outras atrações dentro do Parque Municipal são o orquidário da cidade, o teatro Francisco Nunes e o Palácio das Artes.

Praça 7 de Setembro

A Praça Sete de Setembro é o principal ponto de referência do centro da cidade.Os prédios e construções do hipercentro de Belo Horizonte apresentam estilos arquitetônicos diferentes. O corredor da avenida Afonso Pena é uma boa vitrine dessa progressão de estilos e de décadas. O Tribunal de Justiça, na Afonso Pena, 1420, em estilo neoclássico, data de 1911. Também em estilo neoclássico, a Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, na Afonso Pena, 1534, é ornamentada por colunas coríntias. O elegante e luxuoso Automóvel Clube, na Afonso Pena, 1394, foi construído na década de 20 para reunir a nata da sociedade mineira. Da década de 40, a sede da Prefeitura de Belo Horizonte, na Afonso Pena, 1212, tem características Art Decó com volumes geométricos no traçado da fachada. O Edifício Acaiaca, na Afonso Pena, 867, com 29 andares, foi um marco da verticalização de Belo Horizonte. Inaugurado em 1943, em estilo Art Decó e influência marajoara.

Praça da Bandeira

Reinaugurada em 12 de dezembro de 1997, como parte das comemorações dos 100 anos de Belo Horizonte, a Praça da Bandeira é um espaço aberto e contemplativo que abriga o Marco Cívico do Centenário. No terceiro domingo de cada mês, é realizada a cerimônia de troca da Bandeira Nacional, a partir das 10 horas.

Praça da Estação

Foi através do antigo ramal ferroviário que chegou todo o material necessário para a construção da nova capital das Minas Gerais. Em 1888, Belo Horizonte ganha o primeiro relógio público da cidade, no alto da torre da estação. A construção da praça teve início em 1904 e, dessa época, destacam-se até hoje nos jardins os dois leões em mármore, encomendados ao artista belga Folini. Com o rápido crescimento da cidade, foi necessária a construção de uma nova estação ferroviária, inaugurada em 1922, em estilo neoclássico. No largo encontra-se também o Monumento da Terra Mineira, estátua de bronze que homenageia os heróis da Inconfidência. O prédio ao lado, construção retangular, servia como dormitórios e escritórios da Rede Ferroviária Federal. No prédio da estação, fica a maquete de ferromodelismo, uma representação de mini-ferrovia.

Praça da Liberdade

A construção do conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade foi iniciada na época da fundação da nova capital (1895-1897). Feita para abrigar a sede do poder, as primeiras Secretarias de Estado obedecem a tendência da época - estilo eclético com elementos neoclássicos. Ao longo dos anos, o núcleo foi recebendo construções de diferentes estilos arquitetônicos. Na década de 40, o estilo Art Decó com revestimento pó-de-pedra do Palácio Cristo Rei; nas décadas de 50 e 60, prédios modernos foram implantados, como o Edifício Niemeyer e a Biblioteca Pública; já nos anos 80, em estilo pós-moderno, foi inaugurado o Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves. A praça é ponto de encontro da cidade e ainda conta com coreto e fonte luminosa.

Praça da Savassi

A Praça Diogo de Vasconcelos, mais conhecida como Praça da Savassi, fica no bairro Funcionários, numa região que também passou a ser genericamente chamada Savassi. O nome está ligado a uma padaria famosa, da família Savassi, que existia no local. Na década de 40, era ponto de encontro de políticos e da alta sociedade. Com o passar do tempo, a Savassi se firmou como centro comercial sofisticado, transformando-se, mais tarde, em point da juventude e de grande concentração de bares e restaurantes.

Praça do Papa

Que belo horizonte . Esta foi a expressão utilizada pelo Papa João Paulo II diante da paisagem urbana que avistou, ... do alto do bairro das Mangabeiras, quando esteve na cidade em 1980. Desde então, a praça Israel Pinheiro, onde ele celebrou missa campal, passou a ser denominada Praça do Papa. No centro da praça foi erguido um monumento em ferro, em homenagem à sua visita. Atualmente é local das principais manifestações religiosas e de shows musicais que acontecem na cidade. A praça é cercada pela Serra do Curral, tombada e eleita pela população como símbolo oficial de Belo Horizonte. Compõem ainda este roteiro a Rua do Amendoim e o Parque das Mangabeiras.

Rua do Amendoim

Na verdade, chama-se rua Professor Otávio Magalhães. Esta pequena rua, no bairro das Mangabeiras, e pouco abaixo da Praça do Papa, faz parte do folclore turístico da cidade. Ninguém sabe ao certo como, quando e quem descobriu o curioso fenômeno ótico que acontece neste trecho de asfalto. Quando os carros são desligados, eles sobem, ao invés de descerem, a suave ladeira.

Serraria Souza e Pinto

A Serraria Souza Pinto foi erguida em 1912. É uma das primeiras construções da capital a utilizar estruturas de ferro e se constitui num dos belos exemplares da arquitetura industrial do início do século. Tombada em 1981 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais e restaurada em 1997, destina-se à realização de shows, feiras, cursos, congressos e exposições.

UFMG

Inaugurada em 1989, a Universidade Federal de Minas Gerais surgiu com o propósito de ser um instrumento de integração entre a universidade e a sociedade. Oferece espaço para a difusão das mais diferentes manifestações culturais. Funciona no antigo prédio da Escola de Engenharia.

Fonte: www.feriasbr.com.br

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