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Dentes

 

O que é o Dente?

Os dentes de leite e os dentes permanentes são compostos de duas partes: coroa e raiz. Ao redor da coroa temos a gengiva e em volta da raiz o osso alveolar.

O dente é formado por quatro camadas diferentes:

ESMALTE: Camada externa esbranquiçada e muito dura
DENTINA:
Camada abaixo do esmalte, composta por canalículos que contêm líquidos (quando sofrem estímulos, ocorre dor)
POLPA:
É a parte de dentro do cretal, contém vasos e nervo
CEMENTO:
É a região que forma a raiz, ligada ao osso alveolar através de fibras.

Durante a nossa vida temos duas dentições. A primeira, a chamada dentição de leite, é formada por 20 dentinhos, sendo 10 em cada arcada. Esta dentição inicia-se por volta dos 6 meses de idade e completa-se por volta dos 2 anos. Aos 6 anos a criança ganha o primeiro dentinho permanente (primeiro molar), que vem logo atrás dos últimos molares de leite. Nesta fase começa a troca dos dentes de leite pelos permanentes.

Por volta dos 13 anos de idade, a segunda dentição, a permanente, está quase completa, faltando apenas os quatro dentes do siso (terceiros molares) que erupcionam entre 17 e 30 anos. O adulto tem 32 dentes permanentes, sendo 16 em cada arcada.

Medidas Preventivas

A melhor maneira de conservar a saúde bucal é tomando medidas preventivas. Apesar dos dentes de leite serem temporários são muito importantes.

Veja porque:

1. Eles servem de guia para os dentes permanentes nascerem na posição correta
2
. Mantém o espaço para os dentes permanentes
3.
Estimulam o crescimento em altura do osso que sustenta os dentes
4.
São úteis no corte e correta mastigação, auxiliando assim a digestão dos alimentos
5.
Para a articulação das palavras
6.
Para evitar problemas ortodônticos

A prevenção pode começar desde a gestação. A gestante deve evitar alimentos açucarados, pois, a partir do quarto mês de gestação, começa a desenvolver o paladar do bebê, e se a mamãe consumir muitos açucares o seu bebê irá também gostar de doce.

Não é verdade que a cada gestação pode piorar a dentição. Se a gestante receber orientações corretas sobre dieta, escovação dentária, usar o fio dental, fazer bochechos e ingerir fluor,a possibilidade de obter cárie é rara.

No caso do Bebê

No primeiro semestre de vida do bebê, o leite é essencial e o ideal é o produzido pela mãe, pois contém tudo o que o bebê precisa, na medida e temperatura ideais. Quando for preciso introduzir a mamadeira deve-se oferecê-la com o bico ideal indicado pelo dentista ou pelo pediatra, e não se deve adoçar a mamadeira.

Quando a criança tiver 6 meses começará a treinar o uso do canudo para beber chás, sucos e água; em torno de um ano deverá beber líquidos no copo e começar a largar a mamadeira, para não haver, com o tempo, alteração no crescimento da arcada dentária e modo incorreto de deglutir.

É muito importante a sucção do bebê nos primeiros 6 meses para o desenvolvimento das arcadas dentárias e, após as mamadas deve-se higienizar a boquinha do bebê, antes mesmo que tenha dentes. Além de limpar a gengiva ajuda a criança a ir se acostumando quando surgirem os primeiros dentinhos. A higiene bucal desde o nascimento é muito importante porque todos os leites, inclusive o materno, provocam cáries.

Quando a criança já tiver completado 6 meses, provavelmente ficará irritada, manhosa, rejeitará a papinha, não dormirá direito, começará a babar por aumento de salivação, esfregará constantemente as mãozinhas na boca e mastigará pedaços de pano e objetos. Isto acontece porque está iniciando o nascimento dos primeiros dentinhos e para tranquilizá-la nada melhor que um mordedor de borracha. Os dentes também podem nascer aos 3 meses ou perto de 1 ano de idade, o que não significará alteração no crescimento da criança. Não dê chupeta açucarada, mamadeiras ou bebidas doces para o bebê.

Os primeiros dentinhos devem ser limpos com gaze, ponta de fralda molhada, cotonete ou escova unitufo. Como os primeiros dentes são os inferiores, é fácil limpá-los enquanto se brinca com a criança. Se ela adormecer depois da mamada e não der para higienizar, ofereça-lhe água. O bebê de 6 a 8 meses já pode ter cáries e normalmente estão associadas à mamadeira ou à alimentos doces, dadas principalmente à noite.

Criança maior e a primeira visita ao dentista

Deve-se levar a criança ao dentista antes de nascer o primeiro dentinho, para que os pais recebam orientação, pois quando os dentes de leite nascerem encontrarão ambiente saudável, limpo e gostoso.

À medida em que a criança cresce, ela deve adquirir hábito de escovar seus próprios dentes, antes mesmo dos 2 anos. O adulto deve escovar seus dentes na presença da criança e dar-lhe uma escova infantil, assim ela terá curiosidade de imitá-lo.

Entre os dois e sete anos, após a criança ter escovado os próprios dentes, os pais deverão escová-los seguindo as seguintes orientações:

1. ficar de pé atrás da criança
2.
com a mão esquerda afastar os lábios e as bochechas e com a mão direita escovar os lados de fora e de dentro dos dentes
3.
escove a parte de cima dos dentes com movimentos de vaivém
4.
fazer esse movimento pelo menos 10 vezes em cada dente.

As crianças devem escovar os dentes da seguinte maneira:

1. manter seus dentes cerrados e escová-los fazendo movimentos circulares no lado de fora dos dentes
2.
escovar a parte de dentro do dente, onde se mastiga, com movimentos de vaivém
3.
a escovação deve ter uma seqüência, começando pelas faces dos dentes que estão voltadas para as bochechas, depois as faces dos dentes que estão voltadas para a língua e depois as faces dos dentes que mastigam os alimentos

Deve-se ter cuidados especiais com os últimos dentes da arcada dentária, devem ser muito bem limpos, principalmente a face voltada para o fundo da boca que deve ser escovada como um "limpador de pára-brisas."

A Escolha da Escova de Dente

A escolha da escova é muito importante. Use escovas que não traumatizem os músculos da bochecha e da língua e que atinjam os dentes do fundo. É muito importante que as cerdas da escova sejam arredondadas, da mesma altura e sejam macias ou médias e não se esqueça de trocar a escova assim que as cerdas começarem a deformar.

A escovação correta é indispensável para conservar um sorriso bonito e saudável, pois remove a placa bacteriana que se deposita na superfície dos dentes e nos espaços entre a gengiva e os dentes, e age como preventivo contra as cáries e as doenças da gengiva.

O Adolescente

Na adolescência existe uma dificuldade natural, própria da faixa etária, em rejeitar os procedimentos de prevenções. Isso faz com que haja necessidade de uma vigilância mais intensa para que se consiga evitar as cáries e problemas gengivais. Recomenda-se aos pais que incentivem e motivem os filhos nessa idade com diálogo e ilustrações, sempre com o apoio do Cirurgião-Dentista, que irão mostrar a importância da saúde e as conseqüências das doenças bucais.

Após os 14 anos, o adolescente deverá utilizar a técnica de escovação recomendada para adultos que é a seguinte:

1. escovar os dentes do fundo para frente da boca, fazendo pequenos movimentos vibratórios com a escova inclinada
2.
fazer uma leve pressão para que as cerdas removam os restos de alimento que ficam nos espaços entre os dentes e entre estes e a gengiva

Primeiro escovar o lado de fora e depois o lado de dentro de uma das fileiras de dentes de cima. Escovar do mesmo jeito a outra fileira os dentes de baixo.

Depois limpe a parte de cima de todos os dentes fazendo movimentos de vaivém com a escova.

Como Usar o Fio Dental?

A escovação não atinge a parede entre os dentes, por isso a higiene bucal deve ser completada com o uso do fio dental. Ela remove a placa bacteriana e os resíduos alimentares depositados nesses espaços. O uso do fio dental é fundamental, porque é nessas áreas que a cáries e as doenças se manifestam com maior freqüência.

O seu uso deve ser estimulado à medida em que a criança cresce. Veja a seguir como deve ser o seu uso:

1. cortar mais ou menos 40 cm de fio dental;
2. enrolar a maior parte no dedo médio de uma das mãos e o restante em volta do dedo médio da outra;
3. prender o fio dental esticado entre o polegar e o indicador. Manter um pequeno espaço entre eles (+ ou - 3 cm);
4. deslize suavemente o fio dental entre os dedos;
5. curvar o fio formando um "C" sobre a superfície de cada dente e deslizá-lo entre o dente e a gengiva. Limpar os espaços interdentais de cada lado dos dentes;

Repetir essa operação em todos os dentes, não esquecendo os dentes do fundo da boca que são, pela maior dificuldade de escovação, geralmente os mais atacados pela cárie.

Outras Medidas Preventivas

O hábito de bochechar com flúor após a escovação é muito recomendado, pois o líquido penetra em regiões que não foram higienizadas pela dificuldade de acesso. Hoje, existem no mercado algumas substâncias que além de anti-sépticas contêm flúor.

Quando a pessoa possui a cárie inicial (mancha branca) é reversível quando se escova os dentes com cremes dentais com flúor, bochechando-se com soluções fluoretadas e com aplicações de flúor feita pelo dentista; com isso consegue-se a remineralização dos dentes (reparo do esmalte dentário comprometido).

O flúor tem atuação em superfícies lisas, mas não é eficaz na redução de cárie em fóssulas e fissuras (sulcos/reentrâncias na superfície dos dentes).

Desenvolveu-se então uma substância chamada SELANTE, não como substitutivo do flúor, mas sim como um método auxiliar de prevenção de cárie nos sulcos dos dentes. Selantes são substâncias resinosas que aplicadas pelo cirurgião-dentista nos sulcos e fissuras dos dentes, preenchem essas regiões com o objetivo de não reter alimentação nesses locais, evitando-se assim o aparecimento de cárie.

Gengivite e a Cárie

Os restos alimentares não removidos junto com as bactérias da boca formam uma camada sobre o dente chamada de placa bacteriana. Com o tempo esta placa endurece formando uma crosta sobre o dente chamada de tártaro. A placa bacteriana e o tártaro provocam inflamação e/ou infecção na gengiva. O tártaro, à medida que aumenta de tamanho, separa o dente da gengiva, causando infecção. Se não for tratada a tempo esta infecção deixa o dente solto causando a sua perda.

Isto é provocado por falta de escovação dentária ou escovação incorreta, e ocorre tanto nos adultos como nas crianças. A cárie e os problemas gengivais são as principais causas da perda de dentes.

A cárie inicial (mancha branca)que ocorre no esmalte é indolor, e se não for tratada progredirá formando uma cavidade que pode, com o tempo, atingir maior profundidade, provocando dores fortes e infecções. Pode formar lesões nos osso e abscessos (bola de pus) que algumas vezes drenam por uma fistula (furinho na gengiva).

As principais causas da dor de dente são:

1. cárie
2
. dentina exposta devido ao desgaste do esmalte provocado por escovação com muita pressão
3
. dentina exposta por retração (encolhimento) da gengiva
4
. infecção do cretal ou pulpite
5.
inflamação da gengiva
6
. traumatismos dentários
7
. extrações e cirurgias.

O analgésico normalmente é eficaz contra a dor de dente. Desde que tomado sem abuso e por curto período de tempo quase não tem efeitos colaterais. Consulte seu dentista, ele é a pessoa mais indicada para orientá-lo quanto ao uso correto de um analgésico para aliviar a dor de dentes.

Antibióticos e dentes fracos, o que há de verdade

Muito receitados por dentistas e médicos, os antibióticos são acusados de serem os causadores de dentes fracos e manchados, mas isso nem sempre é verdade.

Alguns agentes químicos realmente podem interferir nas formação dos dentes, mas isso não é uma regra geral

Dos antibióticos existentes no mercado, o único que comprovadamente causa problemas nos dentes é a TETRACICLINA (nome farmacológico).

Devido à sua ação maléfica aos dentes, hoje os profissionais de saúde não receitam mais esse medicamento para as crianças e gestantes.

Esse tipo de antibiótico, só comprometerá a estrutura dental caso sua utilização tenha sido feita na mesma época em que o dente estava em formação.

Essa questão

Destes fracos X antibióticos, deve ficar muito bem esclarecida principalmente para os responsáveis pelas crianças, que muitas vezes acusam os antibióticos injustamente por problemas que, provavelmente, são de sua própria responsabilidade como: falta de controle da dieta de açucares e hábitos errados de higiene oral.

Fonte: www.geocities.com

Dentes

A anatomia dos dentes

Quais são as diferentes partes do dente?

Coroa

Parte superior do dente, geralmente a única parte visível. O formato da coroa determina a função do dente. Por exemplo, os dentes anteriores são mais afiados, têm a forma de um cinzel e servem para cortar, enquanto os molares têm superfície plana e servem para triturar os alimentos.

Linha de junção dos dentes e da gengiva

Sem a escovação e uso adequado do fio dental, nesta área podem se formar a placa e o tártaro, causando gengivite e outros males.

Raiz

Parte do dente que está dentro do osso. A raiz, que mantém o dente inserido no osso, constitui mais ou menos dois terços do seu tamanho.

Esmalte

A camada mais externa da superfície do dente. É o tecido mais duro e mineralizado de todo o corpo humano, mas pode ser danificado se os dentes não forem higienizados adequadamente.

Dentina

Camada dentária situada abaixo do esmalte. Se a cárie conseguir atravessar o esmalte, ela passa a atacar a dentina, onde há milhões de pequenos túbulos que vão diretamente à polpa do dente.

Polpa

Tecido mole situado no centro do dente, onde se encontram o nervo e os vasos sangüíneos. Quando a cárie atingir essa área, as pessoas geralmente sentem dor.

Quais são os nomes dos dentes?

Cada dente tem uma função ou tarefa específica.

Incisivos

Dentes frontais afiados em forma de cinzel (quatro superiores, quatro inferiores) para cortar os alimentos.

Caninos

Dentes com pontas agudas (cúspides) que rasgam os alimentos.

Pré-molares

Com duas pontas (cúspides) na superfície para esmagar e moer os alimentos.

Molares

Para triturar os alimentos, estes dentes possuem várias cúspides na superfície de mordida.

Dentes

Desenvolvimento dental: Dentes Permanentes

Dentes

Fonte: www.colgate.com.br

Dentes

Os dentes decíduos (de "leite") e os dentes permanentes são compostos por duas partes: coroa e raiz. Ao redor da coroa temos a gengiva e em volta da raiz temos o osso alveolar.

O dente é formado por quatro camadas diferentes:

Dentes

A.) Cemento: parte que forma a raiz, ligada ao osso alveolar através de fibras.
B.) Esmalte:
camada externa, esbranquiçada e muito dura.
C.) Dentina:
camada abaixo do esmalte, composta por canalículos que contém líquidos.
D.) Polpa:
parte de dentro do cretal, contém sangue e nervo.

Primeira Dentição

A primeira dentição ("dentes de leite") é formada por 20 dentinhos, sendo 10 em cada arcada. Esta dentição inicia-se por volta dos 6 meses de idade e completa-se por volta dos 2 anos.

Dentes

A.) Incisivo Central Superior
B.)
Incisivo Lateral Superior
C.)
Canino Superior
D.)
Primeiro Molar Superior
E.)
Segundo Molar Superior
F.)
Segundo Molar Inferior
G.)
Primeiro Molar Inferior
H.)
Canino Inferior
I.)
Incisivo Lateral Inferior
J.)
Incisivo Central Inferior

Erupção ("nascimento")

  Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos Centrais 8 meses 6 meses
Incisivos Laterais 10 meses 9 meses
Caninos 20 meses 18 meses
Primeiro Molar 16 meses 16 meses
Segundo Molar 29 meses 27 meses

Esfoliação ("queda")

  Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos Centrais 7-8 anos 6-7 anos
Incisivos Laterais 8-9 anos 7-8 anos
Caninos 11-12 anos 9-10 anos
Primeiro Molar 10-11 anos 10-11 anos
Segundo Molar 11-12 anos 11-12 anos

Dentição Permanente

Por volta dos 6 anos a criança ganha o primeiro dente permanente. Nessa fase começa a troca dos dentes de "leite" pelos permanentes.

Por volta dos 13 anos, a dentição permanente está quase completa, faltando apenas os 4 dentes do "siso" (terceiros molares), que erupcionam entre 17 e 30 anos.

O adulto tem 32 dentes permanentes, sendo 16 em cada arcada.

Dentes

A.) Incisivo Central
B.)
Incisivo Lateral
C.)
Canino
D.)
Primeiro Pré-Molar
E.)
Segundo Pré-Molar
F.)
Primeiro Molar
G.)
Segundo Molar
H.)
Terceiro Molar (siso)

Erupção ("nascimento")

  Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos Centrais 7-8 anos 6-7 anos
Incisivos Laterais 8-9 anos 7-8 anos
Caninos 11-12 anos 9-11 anos
Primeiros Pré-Molares 10-11 anos 9-11 anos
Segundos Pré-Molares 10-12 anos 10-12 anos
Primeiros Molares 6-7 anos 6-7 anos
Segundos Molares 12-13 anos 11-12 anos
Terceiros Molares 17-30 anos 17-30 anos

Fonte: www.rosemeire.odo.br

Dentes

Durante toda vida tem-se duas dentições.

A primeira (dentição de "leite") é formada por 20 dentinhos, sendo 10 em cada arcada. Esta dentição inicia-se por volta dos 6 meses de idade e completa-se por volta dos 2 anos. Aos 6 anos a criança ganha o primeiro dente permanente (1ºs molares), que vem logo atrás dos últimos molares de "leite", nessa fase começa a troca dos dentes de "leite" pelos permanentes.

Primeira Dentição

Época aproximada de nascimento

Dentes Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos Centrais
Incisivos Laterais
Caninos
1º Molar
2º Molar
8 meses
10 meses
20 meses
16 meses
29 meses
6 meses
9 meses
18 meses
16 meses
27 meses

Época aproximada de queda

Dentes Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos Centrais
Incisivos Laterais
Caninos
1º Molar
2º Molar
7-8 anos
8-9 anos
11-12 anos
10-11 anos
11-12 anos
6-7 anos
7-8 anos
9-10 anos
10-11 anos
11-12 anos

Anatomia Dental

Dentes

Os dentes são órgãos calcificados implantados nos alvéolos e gengivas de ambos os maxilares. Sua principal função consiste em triturar e converter os alimentos em partículas diminutas que possam ser ingeridas e digeridas. Auxiliam na formação das palavras e contribuem a dar expressão ao rosto.

Dentição Decídua (criança)

A. Incisivo Central Decíduo
B. Incisivo Lateral
C. Canino
D. Primeiro Molar
E. Segundo Molar

Dentição Permanente (adulto)

1. Incisivo Central Permanente
2. Incisivo Lateral
3. Canino
4. Primeiro Pré-Molar
5 Segundo Pré-Molar
6. Primeiro Molar
7. Segundo Molar
8. Terceiro Molar

Enquanto os dentes saudáveis contribuem para a manutenção da saúde, os dentes estragados e também gengivas doentes tendem a prejudicá-la, permitindo a entrada de germes que no interior do corpo irão se converter em focos de infecção, caminho aberto para outras afecções.

Os dentes são formados, em grande parte, de sais minerais, principalmente cálcio e fósforo, além de magnésio, flúor e outros elementos.

Cada dente é formado pela coroa e raiz. A coroa é revestida por esmalte e sob ele há a dentina, menos mineralizada que o esmalte, e protege a cavidade pulpar.

A polpa encerra vasos sangüíneos, nervos e tecido conjuntivo pouco espesso, com células nervosas especializadas.

A coroa, isto é, a camada dura do revestimento, recoberto de esmalte que protege o dente, pode apresentar duas ou mais protuberâncias em sua superfície mastigatória.

O esmalte, os materiais que formam o esmalte estão dispostos em prismas hexagonais microscópicos em sentido perpendicular à superfície do dente. Nessa formação entram o fosfato de cálcio, fosfato de magnésio e fluoreto de cálcio.

A raiz é revestida por cemento, e sob ele a dentina internamente à cavidade pulpar.

Os ligamentos alvéolo-dentais prendem o dente ao maxilar, onde o osso da mandíbula lhe proporciona suporte e local para implantação.

O alvéolo é a estrutura de suporte do dente e por ser tecido ósseo possui cálcio.

As gengivas são tecidos moles que cobrem o osso alveolar como um prolongamento das membranas mucosas da boca, lábios e maçãs do rosto.

Afinal, quantos dentes?

A primeira dentição origina os chamados dentes de leite: 4 incisivos, 2 caninos e 4 molares em cada maxilar totalizando 20. Os incisivos ou cortadores acham-se na parte anterior dos maxilares, dois no centro e dois situados um em cada lado dos anteriores.

Em seguida vêm os caninos, de pontas agudas, depois seguem os molares, ou os dentes trituradores. A disposição é a mesma em ambos, os maxilares e lados direito e esquerdo.

A dentadura permanente compreende 32 dentes. Desses, 20 vêm substituir gradualmente os da dentição provisória. Atualmente, a troca de dente pode se iniciar na época dos 5 anos e meio e termina entre 11 e 14 anos, mas não há um rigor. Então há o surgimento dos primeiros molares permanentes e continua com os outros dentes incisivos centrais e laterais, primeiro e segundo pré-molares, caninos e segundo molar.

Os pré molares que substituem os de leite apresentam duas pontas na coroa, que os torna conhecidos, também, como bicúspides. O terceiro molar ou do siso pode aparecer entre os 16 anos em diante, ou mais tarde por estar incluso e não romper a gengiva.

Tanto na dentição de leite como na permanente observa-se às vezes a má oclusão, isto é, a colocação irregular dos dentes, e quanto mais rápido o(a) paciente for submetido(a) ao especialista em ortodontia, mais eficaz será o tratamento.

Fonte: odontologika.uol.com.br

Dentes

Dentição Permanente

Por volta dos 13 anos, a Segunda dentição, a permanente, está quase completa, faltando apenas os 4 dentes do "siso" (3ºs molares) que nascem entre 17 e 30 anos.

Dentes Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivos centrais
Incisivos laterais
Caninos
1ºs Pré-Molares
2ºs Pré-Molares
1ºs Molares
2ºs Molares
3ºs Molares
7-8 anos
8-9 anos
11-12 anos
10-11 anos
10-12 anos
6-7anos
12-13 anos
17-30 anos
6-7 anos
7-8 anos
9-11 anos
9-11 anos
10-12 anos
6-7 anos
11-12 anos
17-30 anos

Prevenção

Apesar dos dentes de "leite" serem temporários, eles são muito importantes:

Servem de guia para os dentes permanentes nascerem no "local certo"'; na mastigação e digestão; para a articulação das palavras e para evitar problemas ortodônticos

Higiene Bucaldente

A boa escovação começa pela escolha de uma escova adequada, use escovas que não machuquem a bochecha e a língua. Ela deve atingir os dentes do fundo da boca. As cerdas devem ser arredondadas, da mesma altura e macias ou médias. A escova deve ser trocada sempre que as cerdas começarem a se deformar.

Como Escovar os Dentes

A criança deve escovar seus dentes da seguinte maneira:

Dentes

Manter os dentes fechados e escová-los fazendo movimentos circulares no lado de for a dos dentes. Escovar a parte de dentro do dente, onde se mastiga, com movimentos de vaivém. A escovação deve começar pelo lado de fora dos dentes (o lado que fica voltado para as bochechas), depois pelo lado de dentro (o lado que fica voltado para a língua) e depois o lado de cima (onde mastigamos os alimentos ).

Atenção especial com os últimos dentes (aqueles no fundo da boca). Eles devem ser escovados com cuidado, como um limpador de pára-brisas.

Fio Dental

Dentes

Dentes

Dentes

Dentes

A higiêne deve ser completada com o uso do fio ou fita dental que limpa os lugares que a escova não chega.

Como usar: Depois de cortar mais ou menos 40 cm de fio ou fita dental, enrole uma ponta em cada dedo conforme o desenho. Enrole a maior parte em uma das mãos até ficar um pequeno espaço no centro.

Segure a fita ou fio dental com a ponta dos dedos e introduza delicadamente entre os dentes até que ela se encoste na gengiva. Puxe a fita ou fio dental contra o dente. Faça movimentos de vaivém da gengiva para a ponta do dente como se estivesse raspando.

Desenrole do dedo um novo pedaço de fita e limpe o dente vizinho e repita em todos os dente, principalmente os que ficam no fundo da boca pois eles são os mais atacados pelas cáries devido a dificuldade de escovação.

Fonte: www.netds.com.br

Dentes

Os dentes são formações de aspecto ósseo, que têm a tarefa de apreender, cortar e moer o alimento. São em número de 32 no adulto, 16 para cada maxilar. Na criança são somente 20 (10 por maxilar).

São implantados em pequenas cavidades ditas alvéolos, cavadas na espessura dos ossos maxilares. A sua disposição é simétrica em relação à linha mediana. Para estudá-los basta, portanto, considerar uma única metade dos ossos maxilares.

Dentes
Dentes

Partindo do meio do maxilar inferior achamos dois dentes chatos e talhados como bisei na sua extremidade livre: são os incisivos, que, encontrando-se com os dois incisivos do maxilar superior, agem como as duas lâminas de uma tesoura.

A sua finalidade é pois de cortar.

Logo depois encontramos um dente em forma de cone: o canino) cuja função é a de rasgar os alimentos (por tal razão os caninos são particularmente desenvolvidos em certos animais carnívoros).

Vêm depois dois dentes de forma aproximadamente cúbica, cuja superfície livre apresenta dois tubérculos pouco desenvolvidos: são os premolares) aos quais se seguem os três molares, mais volumosos; têm também estes a forma de cubo e a sua superfície triturante apresenta quatro tubérculos.

A disposição dos dentes em uma metade da boca pode ser expressa pela fórmula seguinte:

Dentes
Época de aparição dos dentes definitivos

Dentes

Os dentes permanentes fazem a sua erupção na seguinte ordem: (processo normal)

1. primeiros molares.
2. incisivos centrais e laterais inferiores.
3. incisivos centrais superiores.
4. incisivos laterais superiores.
5. caninos inferiores.
6. primeiros pré-molares.
7. segundos pré-molares.
8. caninos superiores.
9. segundos molares.
10.terceiros molares.

Dentes

Os dentes compreendem uma parte livre, visível externamente, a coroa, e uma parte oculta (simples ou dividida), a raiz, que apresenta na sua extremidade terminal um orifício através do qual passam os vasos e os nervos destinados aos dentes; e enfim uma região intermédia, o colo, que representa a separação da coroa da raiz.

Os incisivos têm uma única raiz, cônica e achatada no sentido transversal; a sua coroa é, ao contrário, achatada de diante para trás e talhada em bisel. Os caninos possuem uma coroa cônica e uma raiz muito longa, especialmente aqueles do maxilar superior, cuja raiz pode chegar até perto da cavidade orbitária; por esta razão, em algumas regiões, o povo chama "dente do olho" o canino superior.

Os premolares terminam com uma coroa em forma de cubo tendo dois tubérculos; têm uma só raiz, a qual traz, sobre ambas as faces, um sulco que parece indicar a tendência da própria raiz a bifurcar-se.

Dentes
Da esquerda para a direita: Maxilar inferior e molar

Os grandes molares têm, também eles, uma coroa volumosa de forma cúbica, com quatro ou cinco tubérculos na superfície triturante, que constitui uma verdadeira mó. As raízes são duas ou três, ou mesmo mais. Por vezes, a extremidade livre da raiz é recurvada em forma de garra; em tal caso, a extração do dente só é possível se for quebrada a extremidade recurva, de modo a retirar separadamente os dois fragmentos; caso contrário, junto com o dente, é arrancado também um pedaço do osso maxilar. O Último molar, aquele mais vizinho do ângulo maxilar, é chamado dente do siso porque a sua evolução é tardia. Na verdade, este dente nasce dos vinte aos trinta anos; por vezes nunca, absolutamente.

Por vezes, o dente do siso não tem espaço suficiente para ocupar a sua sede natural; brota, então, em uma direção anormal: pode nascer para fora e ulcerar a bochecha, ou então dirigir-se internamente, perturbando os movimentos da língua e ferindo-a.

Relativamente à estrutura, um dente compõe-se de três partes: a principal é o marfim ou dentina que tem, pouco mais ou menos, a constituição do tecido ósseo. O marfim, ao nível da coroa, está recoberto por uma substância transparente chamada esmalte, de cor levemente amarelada, muito dura. Ao nível da raiz o marfim é, contrariamente, recoberto pelo cemento, também ele duro, e ligado, exteriormente, ao alvéolo.

No interior do dente existe uma cavidade que contém uma substância mole, rica em vasos sangüíneos e nervos: é a polpa dentária.

Dentes
Da esquerda para a direita:
Articulações dos dentes - Diversas formas de dentes
A - Incisivo
B - Canino
C - Premolar
D- Molar
1 - Coroa
2 - Colo
3 - Raiz

Evolução dos dentes

Os dentes desenvolvem-se pela sexta semana de vida embrionária, por uma invaginação do epitélio da gengiva. O aparecimento dos dentes inicia-se no maxilar inferior. Os dentes do mesmo nome aparecem dois a dois, de um lado e de outro lado do maxilar.

Habitualmente, a ordem é a seguinte:

Dos seis aos oito meses do nascimento, o incisivo mediano inferior e, algumas semanas mais tarde, o incisivo mediano superior
Dos sete aos nove meses aparece o incisivo lateral inferior seguido do incisivo lateral superior
Com um ano, aparece o primeiro molar
Com quinze a vinte meses, aparece o canino
Com dois anos, aparece o segundo molar

Esta é a dentição de leite que se completa pelos três anos e será mais tarde substituída pela dentição permanente, formada pelos dentes definitivos. Estes últimos existem sob a forma de esboço na espessura dos ossos maxilar e começam a deslocar-se para o bordo alveolar com a idade de cinco a seis anos; neste período, as raízes dos dentes de leite se atrofiam e as coroas acabam por cair.

A dentição de leite se compõe de 20 dentes, enquanto a dentição permanente compreende 32, que aparecem na ordem seguinte:

Pelos sete anos, o primeiro molar (dente dos sete anos)
Pelos oito anos, os incisivos medianos
Pelos nove anos, os incisivos laterais
Pelos dez anos, o primeiro premolar
Pelos onze anos, o segundo premolar
Pelos doze anos, o canino
Pelos treze anos, o segundo molar
Dos quinze aos trinta anos, enfim, nasce o dente do siso.

Os dentes estão expostos ao desgaste na sua parte externa. Além disso, com a idade, a polpa a pouco e pouco se atrofia.

A um certo tempo, os vasos e os nervos desaparecem, e o dente, tornado um corpo estranho, é expulso: eis porque o maxilar inferior dos velhos tem uma conformação semelhante à do recém-nascido.

Composição dos dentes: Esmalte, Dentina (Marfim), Cemento e Polpa.

Dentes
Seção de um incisivo

Fonte: www.corpohumano.hpg.ig.com.br

Dentes

A mastigação, primeira fase do processo digestivo, é afetada diretamente pela posição que os dentes ocupam na boca. Logo, a mastigação só será eficiente se os dentes estiverem nos lugares certos e em boas condições para desempenhar suas funções.

Os dentes são divididos em molares, pré-molares, caninos e incisivos; os molares e pré-molares têm a função de amassar os alimentos, e os caninos e incisivos, de cortá-los. Se acontecer alguma perda de dente, isto acarretará o deslocamento de outros dentes para ocuparem o lugar vago, e comprometerá a articulação entre o maxilar e a mandíbula (maxilar inferior), dando seqüência a várias doenças bucais e no organismo. Neste caso, só a reabilitação oral, ou seja, a reposição dos dentes perdidos através de próteses dentárias, poderá resolver o problema.

Os cuidados com os dentes e com a gengiva são imprescindíveis para a saúde como um todo e para o bem-estar geral. Por isso, pense que, ao cuidar com apreço dos dentes, mais do que mantê-los saudáveis, você estará preservando um belo sorriso e um hálito agradável. Além disso, os bons dentes colaboram para uma boa mastigação, e esta ajuda na digestão. Se os dentes estiverem cariados ou se faltar algum deles, a digestão ficará mais difícil e todo o organismo poderá ser prejudicado.

Funções dos dentes

Dentes
Incisivos
Em forma de lâmina, cumprem a função de apreender e cortar os alimentos.

Dentes
Caninos
Possuem uma ponta, chamada cúspide, que perfura, rasga e retalha os alimentos.

Dentes
Pré-Molares
Possuem duas cúspides, o que permite esmagar e rasgar os alimentos.

Dentes
Molares
Possuem 4 a 5 cúspides e uma mesa oclusal ampla, própria para triturar os alimentos.

Os dentes "de leite"

As crianças com a dentição decídua (de leite) completa possuem 20 dentes, sendo 10 na arcada superior e 10 na arcada inferior.

Estes são divididos em: 2 incisivos centrais, 2 incisivos laterais, 2 caninos e 4 molares.

Os dentes de leite começam a se formar antes mesmo de a criança nascer. Aparecem na boca entre as idades de 6 meses e 2 anos. Os incisivos centrais normalmente aparecem primeiro entre 6 e 8 meses e são seguidos pelos incisivos laterais, entre os 7 e 9 meses; depois vêm os primeiros molares, entre 12 e 14 meses, os caninos, entre 16 e 20 meses e, por fim, os segundos molares, entre 20 e 24 meses.

Os dentes permanentes

A dentição permanente começa aos 6 anos, quando nasce o primeiro molar, atrás dos molares de leite. A maioria dos pais não dá atenção a este dente, por confundi-lo com dente de leite, mas é um dos mais importantes da boca.

Os adultos possuem 32 dentes, sendo 16 em cada arcada (superior e inferior), assim divididos: 2 incisivos centrais, 2 incisivos laterais, 2 caninos, 4 pré-molares e 6 molares (incluindo os "dentes siso"). A dentição permanente completa-se aproximadamente aos 13 anos, com exceção do dente siso (terceiro molar), que costuma nascer entre 17 e 30 anos.

Dentes permanentes

Dentes

Os dentes por dentro

Os dentes são compostos basicamente por 4 tipos diferentes de tecido:

O esmalte, camada esbranquiçada e dura, mais exterior;
A dentina, camada abaixo do esmalte, menos dura que este;
A polpa, região mais interna do dente, onde ficam os vasos sanguíneos e
Os nervos;
O cemento, parte que forma a raiz e que fica ligada ao dente através do ligamento periodontal.

Como salvar um dente

Siga estas orientações e saiba como agir em uma emergência:

Procure o fragmento quebrado do dente e pegue-o pela coroa, nunca pela raiz;
Limpe com cuidado o dente e o local do dente na boca (alvéolo), mas não use sabão, detergentes ou qualquer outro agente de limpeza;
Verifique se há alguma fratura na raiz do dente; senão, coloque-o no lugar ou dentro de um copo com água ou leite, para que o dente permaneça úmido;
Se por um acaso não houver água no local do acidente, coloque o dente dentro da boca junto da bochecha. Porém, preste atenção para não engoli-lo;
Vá ao dentista imediatamente após o acidente, ou de preferência até 30 minutos depois;
Para que o reimplante do dente tenha êxito, tudo depende do que for feito logo após o acidente.

Fonte: www.hospitalgeral.com.br

Dentes

Os dentes são estruturas duras, calcificadas, presas aos maxilares superior e inferior, cuja atividade principal é a mastigação. Estão implicados, de forma direta, na articulação das linguagens.

Os nervos sensitivos e os vasos sanguíneos do centro de qualquer dente estão protegidos por várias camadas de tecido. A mais externa, o esmalte, é a substância mais dura. Sob o esmalte, circulando a polpa, da coroa até a raiz, está situada uma camada de substância óssea chamada dentina. A cavidade polpar é ocupada pela polpa dental, um tecido conjuntivo frouxo, ricamente vascularizado e inervado. Um tecido duro chamado cemento separa a raiz do ligamento peridental, que prende a raiz e liga o dente à gengiva e à mandíbula, na estrutura e composição química assemelha-se ao osso; dispõe-se como uma fina camada sobre as raízes dos dentes. Através de um orifício aberto na extremidade da raiz, penetram vasos sanguíneos, nervos e tecido conjuntivo.

Tipos de dentes

Em sua primeira dentição, o ser humano tem 20 peças que recebem o nome de dentes de leite. À medida que os maxilares crescem, estes dentes são substituídos por outros 32 do tipo permanente.

As coroas dos dentes permanentes são de três tipos: os incisivos, os caninos ou presas e os molares. Os incisivos tem a forma de cinzel para facilitar o corte do alimento. Atrás dele, há três peças dentais usadas para rasgar. A primeira tem uma única cúspide pontiaguda. Em seguida, há dois dentes chamados pré-molares, cada um com duas cúspides. Atrás ficam os molares, que tem uma superfície de mastigação relativamente plana, o que permite triturar e moer os alimentos.

Idades em que normalmente aparecem os dentes

Dentição de Leite Idade
 Incisivos centrais inferiores
 Incisivos superiores
 Incisivos laterais inferiores
 Primeiros molares
 Caninos
 Segundos molares
6 a 9 meses
8 a 10 meses
15 a 21 meses
15 a 21 meses
16 a 20 meses
20 a 24 meses
Dentição Permanente Idade
 Primeiros molares
 Incisivos centrais
 Incisivos laterais
 Primeiros pré-molares
 Segundos pré-molares
 Caninos
 Segundos molares
 Dentes do siso
6 anos
7 anos
8 anos
9 anos
10 anos
entre 11 e 12 anos
entre 12 e 13 anos
entre 15 e 25 anos

Doença da Cárie

Os dentes são suscetíveis a um processo de putrefação (cárie dental). A bactéria acidogênica oral, que está sempre presente na boca, reage com os carboidratos para formar ácidos capazes de dissolver o esmalte, permitindo a penetração de outras bactérias na dentina. Com o tempo, a cárie provoca uma cavidade na estrutura do dente.

Devemos nos lembrar que para qualquer tipo de doença, a prevenção é o melhor remédio, e isto é válido também para se evitar a doença da cárie dental. Uma deficiente escovação dos dentes leva à formação de placas, que ficam grudadas nos dentes, mais normalmente ao nível da gengiva e dos dentes.

No início das doenças da cárie e gengiva o tratamento é simples e rápido, mas se deixado de lado pode-se ter graves quadros de doenças periodontais e cáries cada vez maiores, que chegam a destruir quase todo o dente, sendo necessário um tratamento de cretal, quando senão a perda total do dente. Ocorrendo a perda do dente, tem que recorrer ao processo de prótese para restaurar o sorriso perdido, prótese esta que poderá ser fixa, móvel ou implantes dentários. No tratamento, os padrões de cores dos materiais restauradores são tão variados que pode-se restaurar um dente sem ser percebida, tamanha semelhança com os dentes naturais.

O tratamento dentário atual é completamente indolor e muito confortável. Tratando com a maior tranqüilidade, restaurando sua saúde dental.

Um perfeito hábito de escovar os dentes após qualquer tipo de refeição, uma consulta periódica de 6 em 6 meses com seu dentista é de suma importância, e são os melhores métodos para impedir o aparecimento e evolução da doença da cárie.

Doença das Gengivas

A Doença das Gengivas ou Doença Periodontal se inicia da mesma forma que a cárie, ou seja, com a formação da placa bacteriana. A placa bacteriana fica aderida ao dente e ataca as gengivas, provocando inflamação. Então, a gengiva fica bastante vermelha, inchada e pode sangrar. É a chamada Gengivite.

Atenção: A gengivite pode ser resolvida, em muitos casos, através de uma escovação correta e do uso do fio dental. A partir do aparecimento de cálculo, a Doença Periodontal deve ser tratada pelo dentista, que deve ser procurado também caso haja alguma região da gengiva que apresente sangramento com freqüência, apesar de uma boa escovação.

Cuidar dos dentes - Prevenção

A grande maioria dos problemas relacionados aos dentes podem ser evitados com uma escovação adequada e o uso do fio dental. Pois através da odontologia curativa (restaurações, extrações, tratamentos de cretal...) não se obtém resultado no controle dessas doenças. Cerca de 95% dos brasileiros sofrem de cárie e doença das gengivas (doença periodontal), mesmo com grande número de dentistas por habitante. Um dos períodos mais importantes para se prevenir as cáries é durante a erupção dos dentes, sejam eles "de leite" ou permanentes.

A prevenção baseia-se em:

Correta higienização com escova e fio dental
Consumo inteligente do açúcar
Uso correto de flúor, para fortalecer os dentes
Acompanhamento da saúde bucal pelo dentista

No Brasil, 50% das pessoas de 40 anos não possuem metade dos dentes. Grande parte dos problemas dentários dos adultos (inclusive a necessidade de uso de aparelhos) são causados por perda prematura dos "dentes de leite" quando ainda criança.

Escovação

A escovação deve ser feita, idealmente, em um local de boa iluminação e na frente do espelho, pelo menos no período de aprendizagem da técnica correta. Com o tempo, você assimilará a técnica e conhecerá melhor os seus dentes, podendo dispensar o espelho e retomar seu hábito. Sempre com pouquíssima pasta, ou até mesmo sem pasta de dente.

A escova

Pontas arredondadas para não ferir a gengiva
Cerdas de nylon macias e agrupadas em tufos
Superfície da parte ativa plana

Cabeça pequena para alcançar até os últimos dentes.

Obs.: Lave sempre sua escova com água corrente após o uso

Troque sua escova aproximadamente a cada 3 meses. Após este período as cerdas ficam "amassadas" e já não possuem tanta eficiência para remover a placa bacteriana. Leve sua escova para o dentista ou peça orientação para escolher melhor sua escova.

O creme dental

A escolha adequada do creme dental é feita individualmente para cada pessoa, por isso consulte seu dentista. Observe sempre se possui flúor em sua composição. Utilize uma quantidade pequena (tamanho de uma ervilha) para a escovação.

Obs.: Não engula a pasta de dente durante ou após a escovação. O flúor pode ser tóxico se ingerido em grande quantidade.

Horários para escovação

Escove os dentes ao acordar, isto é um hábito bastante saudável pois ajuda você a enfrentar o dia com mais disposição e um hálito melhor pela manhã. Além disso, procure escovar os dentes sempre após as principais refeições. Ou pelo menos antes de dormir (a escovação mais importante), pois durante a noite o acúmulo de placa bacteriana é maior, devido à redução da quantidade de saliva (que "limpa" a placa), disponível na boca durante a noite.

Técnica de Escovação

1) Dentes Superiores

Inicie pelos últimos dentes de cima, do lado direito e pela superfície interna seguindo até o lado esquerdo (movimento de "varrer" ).
Passe à superfície externa dos dentes, iniciando agora pelo lado esquerdo e terminando no direito (movimento de "varrer").
Ainda do lado direito, escove atrás dos últimos dentes e passe a escovar a superfície mastigatória dos dentes até o lado esquerdo. Ao chegar do lado esquerdo, escove atrás dos últimos dentes (movimento de vai-vêm).

2) Dentes Inferiores

Repita como indicado para os dentes superiores

3) Escove a língua Movimento de "Varrer"

Inicialmente, os movimentos devem ser feitos como se você estivesse varrendo a placa bacteriana da gengiva para os dentes. Para isso, a escova deve ser colocada inicialmente inclinada junto ao dente e pressionada levemente para limpar o sulco gengival (espaço entre o dente e a gengiva). A seguir, com movimento de rotação "varre-se" a placa bacteriana para fora do dente.

Movimento de "Vai-Vêm"

Quando estiver escovando as superfícies mastigatórias use o movimento de "vai-vem" esfregando a superfície dental para frente e para trás e escove atrás dos últimos dentes.

Deve-se repetir os movimentos de 5 a 10 vezes por grupo dental, conforme a maior ou menor tendência de acúmulo de placa bacteriana, indicada pela revelação de placa. Insista com mais movimentos nas regiões onde o acúmulo de placa é maior.

Uso do fio dental

Para limpeza das regiões entre os dentes, onde a escova não consegue remover os resíduos alimentares e a placa bacteriana, deve ser usado o fio dental.

Você deve usar o fio dental diariamente, antes da última escovação noturna.

O fio dental deve ser passado entre todos os dentes, superiores e inferiores, e atrás dos últimos dentes. Os dentes do fundo da boca são, pela maior dificuldade de higienização, os mais atacados pela cárie e merecem cuidado especial.

Flúor

Existem três fatores que devem estar presentes para que ocorram as cáries:

Placa bacteriana
Açúcar, para que a placa bacteriana prolifere

Dente pouco resistente

Para evitar a cárie, portanto, além de remover a placa bacteriana (escovação e uso de fio dental) e de evitar o consumo freqüente de açúcar, pode-se utilizar o flúor que atua fortalecendo os dentes. O flúor é uma substância que deixa mais forte a superfície do dente (esmalte), protegendo-a contra os ataques ácidos da placa bacteriana que podem provocar cárie.

Formas recomendadas do uso do flúor

Flúor na água de abastecimento da cidade
Flúor nas pastas de dente
Bochechos (diários ou semanais)
Aplicação tópica pelo dentista (flúor em gel)

Obs.: Os bochechos e a aplicação tópica devem sempre ser feitos sob supervisão do dentista; Ao fazer bochechos com flúor procure sempre expelir (cuspir) todo o produto após o uso; Atualmente não se recomenda o uso de flúor sistêmico, ou seja, comprimidos de flúor ou flúor associado a complexos vitamínicos, pois sabe-se que a ação do flúor é de caráter local.

Importância de bons dentes e gengivas sadias

Cuidando de seus dentes e gengivas você estará conservando sua saúde e bem estar, pois com bons dentes e bom hálito é muito mais fácil se relacionar com seus amigos, namorada, esposa...

A falta de dentes dá à fisionomia um aspecto de velhice precoce, pois eles dão forma e expressão ao rosto e à boca, além de serem indispensáveis a uma boa dicção.

Os dentes também, podem prejudicar a digestão que começa na boca, se os dentes estiverem cariados, ou mesmo se houver a falta de algum, a digestão se tornará mais difícil e todo o organismo poderá ser afetado. Bons dentes favorecem a boa mastigação, esta favorece a digestão e, portanto, uma assimilação mais perfeita e completa dos alimentos.

A maioria das empresas selecionam, entre candidatos com as mesmas qualificações, aquele que tem uma “boa aparência”. Com dentes bem tratados, você pode ainda fazer economia de tempo e dinheiro. Fazendo uma correta higiene bucal você não precisará fazer grandes tratamentos odontológicos, nem ir muito seguidamente ao dentista e, quando for, provavelmente só receberá elogios.

Fonte: www.webciencia.com

Dentes

Dentes Caninos Superiores

Os dentes começam a se desenvolver nos seres humanos na sexta semana de vida embrionária, e a sua principal função é deixar o alimento apto para a digestão através da trituração, do corte, da mastigação etc. Os adultos possuem 32 dentes, enquanto as crianças apresentam apenas 20 dentes.

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Os dentes começam a se desenvolver nos seres humanos na sexta semana de vida embrionária, e a sua principal função é deixar o alimento apto para a digestão através da trituração, do corte, da mastigação etc.

Os adultos possuem 32 dentes, enquanto as crianças apresentam apenas 20 dentes.

Confira a composição de um dente desde a sua parte externa, até a interna:

Esmalte;
Marfim;
Polpa;
Gengiva;
Maxilar;
Ligamentos; e
Cemento.

Basicamente, existem 4 tipos de dentes: os incisivos, os caninos, o pré-molar e o molar. Os dentes dos mamíferos são diferentes, pois eles se adaptam aos seus hábitos alimentares.

Os dentes caninos começam a aparecer nas crianças, na forma de dente de leite, entre o 16º mês e o 20º mês de vida. Os caninos permanentes costumam se desenvolver aos 11, 12 anos de idade.

Os homens possuem dois pares de caninos, os inferiores e os superiores, e possui um formato mais pontiagudo e a sua principal função é perfurar os alimentos. Ele é mais desenvolvido em animais carnívoros como cachorros e leões.

Os dentes caninos superiores possuem também uma “tradição” folclórica, pois, eles são umas das principais características dos vampiros, que voltaram a ficar em evidencia depois do sucesso da saga de Crepúsculo.

Folclórico ou não, as pessoas devem sempre cuidar dos seus dentes, sempre escovando após as refeições e usando a escova e o creme dental mais adequado para a sua dentição.

Vá sempre a um dentista.

Fonte: www.sempretops.com

Dentes

Dentes do siso

Salvo algumas exceções, a maioria das pessoas apresentam 4 dentes do siso: dois superiores , um direito e um esquerdo, e dois inferiores, também direito e esquerdo.

Geralmente estes dentes, conhecidos pelos dentistas por terceiros molares, sofrem erupção, ou seja, "nascem", por volta dos 17 aos 20 anos de idade.

O dente do siso não está presente em todas as pessoas, algumas vezes porque a pessoa não tem o germe deste dente e outras vezes porque ele não erupcionou por falta de espaço na arcada dental ou por estar na posição "errada" dentro do osso.

Se o terceiro molar permanecer dentro do osso, ele pode produzir reabsorções de dentes vizinhos, transtornos dolorosos ao paciente e possíveis lesões císticas.

Mas se o dente erupcionar parcialmente ele pode vir a gerar um quadro infeccioso inflamatório, que é conhecido por pericoronarite e tal quadro gera muita dor para o paciente, além de inchaço, mau odor e irritação local.

Além de todos estes itens, estes dentes ainda podem ser responsáveis por fortes dores faciais e enxaquecas por comprimir os feixes nervosos , na dependência da sua posição dentro dos ossos maxilares.

Por ser responsável por tantos inconvenientes, estes dentes são geralmente extraídos, mesmo sendo dentes íntegros, ou seja, inteiros e sadios.

Os dentes do siso devem ser extraídos quando os mesmos estiverem causando dor ou inflamação, quando o espaço não for suficiente na arcada dentária para a correta erupção dos mesmos ou quando estiverem mau posicionados dentro do osso.

Para maiores informações procure seu dentista, e não se esqueça de escovar os dentes sempre após as refeições e antes de dormir.

Do que são formados os Dentes?

Esquema de formação de um dente:

Apesar de cada dente se desenvolver como uma estrutura independente e de serem formados tipos dentários morfologicamente diferentes, o processo de desenvolvimento do dente,denominado odontogênese, é basicamente o mesmo.

Os germes dentários que são aglomerações celulares (específicas para a formação dentária), começam a se desenvolver dentro dos maxilares da criança durante a gestação. Essa formação celular que mais tarde dará origem aos dentes começa a se desenvolver a partir do trigésimo sétimo dia de vida intra-uterina.

Estes germes são constituídos de vários tipos celulares, que vão originar tecidos diferentes que irão fazer parte da composição dental. É a partir do quinto mês de vida intra-uterina que inicia-se a calcificação dos dentes decíduos (dentes de leite) e entre o primeiro e segundo ano de vida calcificam-se os dentes permanentes.

Anatomicamente podemos dividir os dentes em coroa e raiz. A raiz é a parte do dente que fica dentro do alvéolo dental (osso). Já a coroa é a parte que nós vemos quando as pessoas falam, etc.

A coroa do nosso dente é formada por 3 tecidos diferentes. O mais externo é o esmalte que reveste o dente, conferindo proteção, rigidez e brilho ao mesmo.

O esmalte é um tecido extremamente duro (o tecido mais duro que existe no corpo humano), e o que confere esta dureza ao mesmo são os 97% de sais inorgânicos que o constituem (fosfato tricálcico, sais de sódio, potássio, carbonato de cálcio, etc).

Sendo que os outros 3% são formados por substâncias orgânicas tais quais: água e proteínas.

Se furarmos o dente e penetrarmos no interior do mesmo, depois do esmalte encontraremos a dentina. A dentina é outro tecido que compõe o dente. Também trata-se de um tecido muito duro, formado por 70% de substâncias inorgânicas.

Além de menos dura que o esmalte a dentina apresenta no seu interior vário túbulos os quais são preenchidos por prolongamentos pulpares e líquidos. O que justifica a dor quando temos uma cárie ou outro problema.

Mais internamente vamos encontrar uma câmara preenchida por tecido pulpar (tecido conjuntivo rico em vasos sangüíneo e nervos), tecido este que é responsável pela nutrição do dente, sensibilidade e reparo do mesmo.

Na raiz temos o cemento ao invés do esmalte, o cemento também serve para proteger a raiz e para unir a mesma ao osso,através da inserção que se dá neste cemento de várias microfibras de tecido que são chamadas de ligamento periodontal. O cemento também é formado por tecido mineral e orgânico, no entanto é bem menos duro que o esmalte.

Fonte: www.saudenainternet.com.br

Dentes

Como aliviar a dor de dente

“Até hoje não houve filósofo que padecesse pacientemente de uma dor de dente".

Shakespeare estava certo. Não é fácil suportar a dor de dente.

A boa notícia é: com os cuidados dentários atuais e checkups regulares, a torturante dor de dente não é mais tão comum quanto antigamente. No entanto, sentir qualquer dor nos dentes é um sinal que não deve ser ignorado, mesmo que ela desapareça sozinha.

A dor de dente pode variar. Talvez a mais comum seja uma dor fraca causada por dentes sensíveis. Você come ou bebe algo quente, frio ou doce e sente uma pontada momentânea. Algumas pessoas sentem dor devido a problemas de sinusite. Isto acontece quando a dor limita-se aos dentes superiores e muitos deles são afetados ao mesmo tempo.

Bruxismo (ranger os dentes) ou problemas com a junta temporomandibular podem ser as causas de dor de dente e sensibilidade. Tratamentos dentários recentes também podem deixá-los sensíveis a mudanças de temperatura por algumas semanas.

No entanto, alguns tipos de dor precisam da atenção imediata do dentista. Se você sentir uma dor forte quando morder, por exemplo, pode ser que tenha uma cárie, obturação solta, dente quebrado ou polpa danificada (tecido interno do dente que contém vasos sangüíneos e nervos). A dor que permanece por mais de 30 minutos depois de comer comidas quentes ou frias também pode indicar dano na polpa, causada por cáries profundas ou traumas no dente. A dor de dente clássica, com dores fortes e constantes, inchaço e sensibilidade, é definitivamente um mau sinal.

Se um dente dói a ponto de você não conseguir dormir ou interfere no seu dia-a-dia normal, é hora de ligar para o dentista. O problema pode ser um abscesso dentário, que ocorre quando a polpa do dente morre, resultando em uma infecção que pode se espalhar para a gengiva e até mesmo para o osso.

Dores na polpa do dente são um pouco complicadas. Elas avisam que tem algo de errado, mas os nervos da polpa morrem rapidamente (em apenas 12 horas), e depois disso a dor desaparece. No entanto, em pouco tempo o dente começa a doer de novo, já que o tecido morto fica infectado ou com abscesso.

É por isso que, deixar o dentista para depois, em casos de dor de dente pode não ser recomendável. Mas se for 3 da manhã ou um domingo à tarde, você pode tomar as medidas temporárias a seguir para lidar com a dor até poder ir ao dentista.

Tome aspirinas, paracetamol ou ibuprofen - são os mesmos comprimidos que você toma para as dores do dia-a-dia. Ibuprofen é a melhor opção, já que diminui a inflamação que pode acompanhar a dor de dente.

Use óleo de cravos - você pode comprá-lo em uma farmácia. Siga as instruções de uso cuidadosamente, pois ingerir muito óleo pode causar envenenamento. Certifique-se de colocá-lo apenas no dente e NÃO na gengiva, senão a queimação que sentir vai fazer você esquecer da dor de dente em pouco tempo.

Lembre-se de que o óleo de cravos não vai curar a dor de dente, apenas anestesiar o nervo temporariamente.

Diminua o inchaço - coloque uma compressa fria na bochecha se a dor de dente causar inchaço.

Alivie a dor - deixar um cubo de gelo ou água gelada na boca pode aliviar a dor. Pule esta opção se perceber que isto simplesmente aumenta ainda mais a sensibilidade.

Mantenha a cabeça elevada - elevar a cabeça diminui a pressão na área e pode reduzir a dor latejante.

Bocheche - a água não vai levar a dor embora (apesar deste ser um pensamento agradável), mas você pode bochechar água quente para remover qualquer resto de comida que pode estar causando ou piorando a dor. Um pedaço de comida que fica preso na gengiva pode doer tanto quanto polpa danificada. Misture uma colher de chá de sal em um copo de água quente e faça bochechos, expelindo a água em seguida.

Use fio dental - não, não é um remédio, mas usar o fio dental é outra maneira de remover os restos de comida que podem estar presos. A ponta de borracha da sua escova ou um palito de dentes (se usado com cuidado) ajudam a remover a comida também.

Tenha cuidado com comidas quentes, frias ou doces - elas podem piorar a dor e a sensibilidade.

Coloque gaze - se o dente ficar sensível ao ar, cubra-o com gaze ou com um pequeno pedaço de cera dental (disponível em muitas farmácias).

Mitos da dor de dente

Não se deixe enganar por estes mitos, você pode causar ainda mais danos acreditando neles.

Coloque uma aspirina no dente - se você quiser usar aspirina para ajudar a aliviar a dor de dente, tome-a com um copo de água. Não coloque-a no dente ou na gengiva. O comprimido de aspirina não é um remédio tópico, ele tem de ser ingerido. Colocar a aspirina no local pode causar queimaduras graves em sua gengiva ou bochecha, que podem demorar de 4 a 5 dias para cicatrizar.
Ter dor de dente significa que você vai perdê-lo -
isto não é mais verdade. O tratamento de canal pode salvar dentes com abscesso ou polpa danificada. O tratamento consiste em fazer uma pequena abertura no dente, removendo a polpa que fica na parte interna, preenchendo o canal (por isso o nome do tratamento) com um material chamado gutta-percha. Depois, uma coroa artificial é colocada no dente. Algumas vezes, um pino de metal é fixado ao osso para se obter maior resistência.
Se a dor desaparecer é porque o problema sumiu -
a dor é um aviso de que existe algo de errado com o seu corpo, então não a ignore. A questão pode ser mais séria do que um problema dentário. Dor na mandíbula inferior, por exemplo, pode ser um sintoma de problema no coração.

Guia da polpa do dente

A maioria de nós acha que os dentes não estão vivos, mas eles estão. Cada dente contém o que é chamado de polpa, composta por veias e nervos.

Se a polpa está danificada ou exposta, os nervos podem morrer e o dente pode ficar infeccionado ou com abscesso. O que pode causar isto? Uma cárie profunda, dente quebrado ou um trauma forte no dente (como, por exemplo, morder um grão de milho).

O seu corpo não consegue curar polpa danificada ou exposta - então, se estiver sentindo dor na boca, procure um dentista.

Fonte: uol.com.br

Dentes

Os incisivos centrais inferiores são os primeiros dentes de leite a aparecer na boca por volta dos 6 meses. São seguidos mais ou menos um mês mais tarde pelos incisivos centrais superiores. Passam então cerca de 2 meses até ao surgimento dos incisivos laterais superiores. Os incisivos laterais inferiores nascem um pouco antes dos laterais superiores. Regra geral, os dentes inferiores precedem os superiores, e os dentes em ambas as arcadas (superior e inferior), aparecem aos pares, um esquerdo e um direito.

Com a idade de 1 ano ou mais tarde, erupcionam os primeiros molares de leite. Os caninos decíduos aparecem por volta dos 16 meses. Por último surgem os segundos molares. Quando a criança atinge os 2 ou 2 anos e meio de idade, é de esperar que todos os dentes de leite já tenham nascido.

Portanto a ordem usual da erupção dos dentes de leite é:

1. incisivos centrais
2. incisivos laterais
3. primeiros molares
4. caninos
5. segundos molares

Dentes Permanentes

Os primeiros dentes permanentes a nascerem são os primeiros molares. Eles fazem a sua aparição imediatamente atrás dos segundos molares decíduos, em torno dos 6 anos. O segundo dente permanente a tomar o seu lugar na arcada é o incisivo central inferior, que aparece quando a criança tem entre os 6 e 7 anos de idade. Tal como na dentição decídua, os dentes permanentes inferiores tendem a preceder os do maxilar superior no processo de erupção.

Pouco tempo depois destes, surgem os incisivos laterais inferiores, por vezes simultaneamente com os centrais. A seguir vêem os incisivos centrais superiores e cerca de um ano mais tarde os incisivos laterais superiores. Os primeiros pré-molares seguem os laterais quando a criança está nos 10 anos de idade; os caninos inferiores aparecem muitas vezes ao mesmo tempo. Os segundos pré-molares surgem no ano seguinte e a seguir os caninos superiores. Normalmente, os segundos molares nascem quando o indivíduo atinge os 12 anos; situam-se posteriormente aos primeiros molares .

Os terceiros molares (dentes do siso) não surgem antes dos 17 anos ou até mais tarde.

Portanto a ordem usual da erupção dos dentes permanentes é:

1. primeiros molares.
2. incisivos centrais e laterais inferiores.
3. incisivos centrais superiores.
4. incisivos laterais superiores.
5. caninos inferiores.
6. primeiros pré-molares.
7. segundos pré-molares.
8. caninos superiores.
9. segundos molares.
10.terceiros molares.

Uma dentição permanente completa é constituída por 32 dentes (16 superiores e 16 inferiores).

Fonte: www.uniodonto-lf.com.br

Dentes

Higiene bucal

A higiene bucal é considerada a melhor forma de prevenção de cáries, gengivite, periodontite e outros problemas na boca, além de ajudar a prevenir o mau-hálito (halitose). Higiene bucal é necessária para todas as pessoas manterem a saúde de seus dentes e boca.

Dentes saudáveis têm menos cáries. Eles são limpos e têm pouco ou nenhum depósito de placa bacteriana. Gengivas saudáveis são rosas e firmes. Higiene bucal consiste de cuidados tanto pessoais quanto profissionais.

Qual a maneira certa de escovar seus dentes?

Uma boa escovação deve durar, no mínimo 2 minutos, a maioria das pessoas não chega nem perto desse tempo. Para você ter idéia de quanto tempo você está escovando os dentes, use um relógio da próxima vez que for escovar seus dentes.

Escove seus dentes com movimentos suaves e curtos, nunca se esqueça da margem gengival, os dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas.

Concentre-se na limpeza de cada setor da boca, da seguinte maneira:

Escove as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Escove as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores.
Em seguida, escove as superfícies de mastigação.
Para ter hálito puro, escove também a língua, local onde muitas bactérias ficam alojadas.

Qual a maneira correta de usar o fio dental?

Quando você o usa corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não alcança facilmente, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. É altamente recomendável o uso diário do fio dental, uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais.

Para usar o fio dental de maneira correta faça o seguinte:

Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.
Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.
Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.
Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.
Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.

Que tipo de fio dental devo usar?

Há dois tipos de fio dental:

Fio PTFE (monofilamento)
Fio de nylon (ou multifilamento)

Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar, especialmente se os dentes estiverem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.

Placa Bacteriana

Placa bacteriana é uma película pegajosa e incolor, formada por açúcares e bactérias, que se forma sobre os dentes. Por termos bactérias presentes a todo instante na nossa boca, é impossível após uma refeição e sem a devida limpeza não sentir uma camada sobre os dentes.

As bactérias aproveitam os restos de alimentos, que permanecem sobre os dentes e saliva, e retiram deles os nutrientes que precisam para se desenvolver. A placa, por sua vez, libera um ácido que ataca o dente deixando-o sem proteção e de fácil acesso à carie.

Para evitar a placa bacteriana é necessário usar fio-dental, para remover a sujeira que a escova não alcança, e sempre escovar os dentes após uma refeição. Se a placa não for retirada, ela irrita a gengiva, causa inflamação, inchaço, sangramento e até gengivite.

Como saber se tenho placa bacteriana nos dentes?

Todos nós temos placa bacteriana porque as bactérias estão sempre presentes em nossa boca. As bactérias aproveitam os nutrientes contidos nos alimentos que ingerimos e aqueles contidos na saliva para se desenvolver. A placa causa as cáries quando os ácidos que ela produz atacam os dentes, o que acontece após as refeições. Sofrendo esses ataques repetidos, o esmalte dos dentes pode se desfazer e abrir caminho para a formação de cáries. Não sendo retirada, a placa bacteriana pode também irritar a gengiva ao redor dos dentes, causando gengivite (as gengivas ficam vermelhas, incham e sangram), periodontite e perda dos dentes.

Cáries

A Cárie é uma doença infecto-contagiosa degenerativa de origem multifatorial que destrói os dentes, seu principal agente etiológico é a bactéria Streptococcus mutans.

As bactérias que se encontram normalmente na boca transformam os restos de alguns alimentos em ácidos; tais ácidos, (lático, acético, butírico, propiônico, etc) formados por um processo de fermentação, atacam os tecidos mineralizados do dente.

Sua ação se dá através da degradação de açúcares e sua transformação em ácidos que corroem a porção mineralizada dos dentes. O flúor juntamente com o cálcio e um açúcar, chamado xilitol agem inibindo esse processo, contudo o flúor deve ser usado com moderação, devido a sua alta toxicidade. Além disso, quando não se escovam os dentes corretamente e neles acumulam-se restos de alimentos, as bactérias que vivem na boca aderem-se aos dentes, formando a placa bacteriana ou biofilme.

Na placa, elas transformam o açúcar dos restos de alimentos em ácido, que por sua vez corrói o esmalte do dente formando uma cavidade, que é a cárie propriamente dita.Vale lembrar que a placa bacteriana se forma mesmo na ausência de ingestão de carboidratos fermentáveis, pois as bactérias possuem polissacarídios intracelulares de reserva.

Como Evitar a Cárie

Escovar corretamente os dentes, massageando as gengivas, usando pastas dentais com flúor após as refeições (se tiver alergia ao flúor (rash), procure um creme dental com menos fluoreto, ou com outro tipo do composto, como o MFP ou o Fluoreto de Cálcio, ou ainda diminua a quantidade de creme.

Use o fio dental após as refeições e principalmente antes de dormir. O fio dental remove os restos de comida e a placa bacteriana nos locais onde a escova não chega.

Evitar o consumo freqüente de bebidas ou alimentos açucarados, principalmente aqueles que agridem os dentes, como os refrigerantes; se o consumo excessivo de açúcar não pode ser evitado, procurar fazê-lo logo após as refeições, escovando os dentes logo de imediato.

Não escove os dentes logo após o consumo de refrigerantes, como os mesmos "retiram" o esmalte, a escovação pode acabar desgastando-o. Espere pelo menos 15 minutos. (Cuidado! o pH da placa começa a cair após 5 minutos da ingestão de sacarose).

Deve-se procurar o dentista pelo menos uma vez a cada 6 meses; este poderá detectar inícios de cáries e dar orientações quanto às técnicas de escovação, uso de flúor,etc.

Como escolher o seu dentista

A melhor maneira de escolher o profissional do ramo que irá cuidar dos seus dentes é pedindo referencias para conhecidos, familiares e amigos em que você confia.

Existem diversas especialidades de dentistas, é de seu direito saber se o profissional indicado é qualificado e é especialista naquilo que faz.

É importante informa-se também sobre características pessoais sobre o dentista.

Como ter os dentes sempre brancos?

Com o passar do tempo, a exposição a alimentos, bebidas (especialmente café, chá, refrigerante e vinho tinto) e fumo gradualmente escurecerá os dentes recentemente clareados. Mas existem medidas que podem ser tomadas para manter seu sorriso. O pequeno esforço investido em mantê-los brilhantes ao máximo, não é nada se comparado ao dinheiro e tempo necessários ao tratamento de clareamento dos dentes.

Veja baixo algumas dicas para manter seus dentes brancos:

Use creme dental branqueador para a remoção de manchas e prevenir o amarelamento dos dentes.
Escove ou enxágüe os dentes imediatamente após consumir alimentos ou bebidas que possam manchá-los.
Use um canudo para consumir bebidas que possam manchar os dentes, como por exemplo: café, chá, refrigerantes e vinho tinto.
Use batom de tonalidade brilhante baseada no azul ou cor-de-rosa. O que confere uma aparência mais branca aos dentes. Evite usar tons alaranjados ou marrons.
Verifique se seus dentes necessitam de retoque. Dependendo do método de clareamento usado, um retoque após seis meses, um ano ou dois pode ser necessário. Caso você fume ou beba muito café, talvez precise de um retoque com mais freqüência.

O que é gengivite?

Gengivite - uma inflamação da gengiva - é o estágio inicial da doença da gengiva e a mais fácil de ser tratada. A causa direta da doença é a placa - uma película, grudento e sem cor de bactérias que se forma, de maneira constante, nos dentes e na gengiva.

Se a placa não for removida pela escovação e uso de fio dental diários, ela produz toxinas (venenos) que irritam a mucosa da gengiva causando a gengivite. Neste estágio inicial da doença da gengiva, os danos podem ser revertidos, uma vez que o osso e o tecido conjuntivo que segura os dentes no lugar ainda não foram atingidos. Entretanto, se a gengivite não for tratada, ela pode evoluir para uma periodontite e causar danos permanentes aos dentes e mandíbula/maxilar.

Dentes Sensíveis

Você é uma das muitas pessoas que recusam água gelada no restaurante ou esperam a xícara de café esfriar antes de dar um golinho para que os dentes não doam? Ou você precisa de uma delicadeza especial ao escovar os dentes, passar fio dental ou mastigar?

Talvez você tenha dentes sensíveis, uma das causas mais comuns de queixas de saúde bucal entre os pacientes. Mas existem várias estratégias que você pode usar para ter de volta o seu sorriso.

A sensibilidade geralmente ocorre quando a dentina de um dente é exposta ao calor, ao frio ou à acidez. Normalmente, a dentina sensível é protegida por esmalte ósseo acima da linha da gengiva e por cemento abaixo dela. Entretanto, se essas camadas de proteção forem danificadas ou desgastadas, o resultado poderá ser hipersensibilidade e desconforto ocasional.

Como evitar dentes sensíveis?

A manutenção de gengivas sadias é o melhor caminho para proteger a dentina dos dentes da exposição. O escudo formado pelas gengivas sadias, os dentes e o osso subjacente é que dá uma proteção mantendo as superfícies altamente sensíveis das raízes cobertas por ele.

Uma escovação adequada e o uso do fio dental são a base para uma boa rotina de cuidados bucais.

Entretanto, uma escovação excessivamente vigorosa, com uma escova de dentes com cerdas duras e uma pasta de dentes abrasiva pode desgastar o esmalte dos dentes e causar a retração da gengiva.

Fonte: www.coidramilene.com.br

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