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Hormônios

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Hormônios – Definição

Um hormônio é qualquer membro de uma classe de moléculas de sinalização produzidas por glândulas em organismos multicelulares que são transportados pelo sistema circulatório para direcionar órgãos distantes para regular a fisiologia e o comportamento.

As hormonas possuem estruturas químicas diversas, principalmente de 3 classes: eicosanoides, esteroides e derivados de aminoácidos/proteínas (aminas, péptidos e proteínas).

As glândulas que secretam hormônios compõem o sistema de sinalização endócrina.

Nos animais, os hormônios são o mais das vezes secretados pelas glândulas endócrinas, e asseguram correlações diversas entre os órgãos.

A hipófise segrega vários hormônios que atuam sobre o crescimento e o funcionamento das outras glândulas endócrinas (o hormônio gonadotrópico influi principalmente sobre as funções sexuais).

A tireóide segrega a tirosina, que regula as combustões e o crescimento; os hormônios córtico-supra-renais, numerosos, intervêm nos diversos metabolismos e possuem ação antiinflamatória e tônica; os hormônios sexuais são segregados pelas gônadas (testículo ou ovário); a insulina é a secreção interna do pâncreas.

Nos vegetais, os hormônios intervêm no crescimento em altura, na florescência etc.

O que são hormônios?

Hormônios são substâncias químicas que transportam mensagens das glândulas para as células nos tecidos ou órgãos do corpo.

Eles também mantêm os níveis químicos na corrente sanguínea para ajudar a atingir a homeostase, que é um estado de estabilidade ou equilíbrio dentro do corpo. Existem dois tipos desses produtos químicos, conhecidos como esteróides e peptídeos. A palavra “hormônio” vem de uma palavra grega que significa “estimular”.

Isso reflete como os hormônios agem como catalisadores para mudanças químicas no nível celular que são necessárias para o crescimento, desenvolvimento e energia.

Como eles trabalham

Como membros do sistema endócrino, as glândulas fabricam hormônios. Esses produtos químicos circulam livremente na corrente sanguínea, esperando para serem reconhecidos por uma célula-alvo, que é seu destino pretendido. A célula-alvo possui um receptor que pode ser ativado apenas por um tipo específico de hormônio, após o qual a célula sabe que deve iniciar uma determinada função dentro de suas paredes.

Os genes podem ser ativados, por exemplo, ou a produção de energia retomada. Um hormônio autócrino atua nas células da glândula secretora, e um hormônio parácrino atua nas células próximas – mas não relacionadas.

Esteróides

Em geral, os esteróides são hormônios sexuais relacionados à maturação sexual e à fertilidade. Os esteróides são produzidos a partir do colesterol, seja pela placenta, quando o corpo ainda está dentro do útero da mãe, seja pela glândula supra-renal ou gônadas – os testículos ou ovários – após o nascimento.

O cortisol, um exemplo de hormônio esteróide, decompõe o tecido danificado para que possa ser reposto. Os esteróides determinam o desenvolvimento físico e os ciclos de fertilidade desde a puberdade até a velhice.

Se o corpo de uma pessoa não está sintetizando os hormônios esteróides corretos, ele ou ela pode às vezes suplementá-los farmaceuticamente, como estrogênio e progesterona.a

Peptides

Os peptídeos regulam outras funções, como sono e concentração de açúcar no sangue. Eles são feitos de longas cadeias de aminoácidos, por isso às vezes são chamados de hormônios protéicos.

O hormônio do crescimento humano, por exemplo, ajuda o corpo a queimar gordura e construir músculos. Outro hormônio peptídico, a insulina, inicia o processo de conversão do açúcar em energia celular.

Homeostase

Os hormônios administram a homeostase de maneira tão perfeita e eficiente devido aos ciclos de feedback negativo. O objetivo do corpo é manter a concentração de uma determinada substância química, como a testosterona, em um nível constante por um determinado período de tempo, semelhante ao funcionamento de um termostato. Usando feedback negativo, uma mudança nas condições causa uma resposta que retorna as condições ao seu estado original. Por exemplo, quando a temperatura de uma sala cai, o termostato responde ligando o aquecimento.

A sala então retorna à temperatura ideal e o aquecedor é desligado, mantendo as condições relativamente constantes.

O que são hormônios femininos?

Existem dois hormônios associados às mulheres: estrogênio e progesterona. Esses hormônios, junto com o hormônio tradicionalmente masculino testosterona, são produzidos nos ovários.

Todos eles trabalham junto com o hormônio folículo estimulante unissexo (FSH) e o hormônio luteinizante (LH). Todos esses hormônios, juntos, têm funções específicas no sistema reprodutor feminino normal.

A testosterona é geralmente associada apenas aos homens, mas também desempenha uma função importante nas mulheres. Este hormônio esteróide influencia o impulso sexual nas mulheres. Mulheres na casa dos 20 anos parecem ter os níveis mais altos de testosterona em seu sistema. Estudos demonstraram que, em pequenas doses, a terapia com testosterona pode ajudar as mulheres com diminuição do desejo sexual, principalmente após a menopausa. O excesso de testosterona pode remodelar o corpo feminino e produzir outros efeitos negativos, como o crescimento indesejado de pelos.

Os hormônios femininos estrogênio e progesterona são responsáveis pela maioria das funções associadas ao sexo feminino. Os níveis desses hormônios aumentam e diminuem com a ovulação, menstruação e gravidez.

Esses aumentos e diminuições podem causar algumas alterações de humor, incluindo o evento conhecido como síndrome pré-menstrual (TPM).

A progesterona estimula o revestimento uterino durante a última metade do ciclo menstrual para se preparar para a implantação potencial.

Também parece proteger o feto durante o crescimento e impede o sistema imunológico da mãe de rejeitar o feto como estranho.

Mulheres que tiveram abortos espontâneos tardios repetidos às vezes requerem terapia com progesterona para poderem ter um bebê até o nascimento. Os níveis de progesterona caem logo antes do parto, permitindo a contração da musculatura uterina e o início da lactação.

O estrogênio é o mais conhecido dos hormônios femininos. É produzido nos ovários quando o FSH e o LH estimulam os ovários.

Este mais influente dos hormônios femininos é responsável pela formação da forma feminina, incluindo fatores como limitação da massa muscular e altura, bem como a formação dos seios.

O estrogênio tem uma ligação precária com o câncer de mama. Embora o estrogênio seja necessário para a função sexual feminina normal, demonstrou-se que aumenta o risco de certos tipos de câncer de mama, pois estimula o crescimento do tecido mamário. Alguns estudos sugerem que a supressão do estrogênio pode ter sucesso em retardar o crescimento desses tipos de câncer.

A reposição hormonal tornou-se uma opção popular para mulheres na menopausa. Hormônios femininos como o estrogênio são substituídos por adesivos para a pele, cremes tópicos e injeções.

Essas terapias alegadamente aliviam algumas das queixas mais comuns da menopausa, como ondas de calor e suores noturnos.

Algumas mulheres até relatam que sua pele se torna mais jovem e úmida e sua massa óssea melhorou. Quem está pensando em fazer esse tratamento, entretanto, deve estar ciente de que alguns estudos indicam que ele pode aumentar o risco de câncer.

Hormônios – Importância

Hormônios

Do Grego Hórmon: significa excitar, estimular; provocar algum tipo de reação em outra região do organismo.

As glândulas devem trabalhar em harmonia para que os hormônios cumpram suas funções e mantenham o equilíbrio de sua saúde.

Uma alimentação regular que possa ativar os receptores hormonais ou mantê-los em equilíbrio é fundamental. Com o passar do tempo nosso sistema endócrino sente o peso dos anos, dentre os diversos recursos que podemos buscar para que isto não aconteça estão os micronutrientes, mais conhecidos como oligoelementos.

Os hormônios são responsáveis por regular diversos processos orgânicos tais como o crescimento, a reprodução, o sono, o controle do peso e da imunidade.

Ele é na verdade secretado por uma variedade de glândulas que transportam mensagens químicas, estas mensagens caem na corrente sangüínea e vão fazer efeito em um outro local do corpo.

A região cerebral do hipotálamo entra em cena primeiro, mandando uma série de informações para a hipófise, esta glândula bem no centro da massa cinzenta do cérebro rege a produção de hormônios das outras glândulas. Isto graças ao sistema de retroalimentação ou feedback.

Tudo isto quer dizer que a hipófise ajusta seus comandos conforme as substâncias alheias que se encontram no sangue, ela é a regente, tem influência sobre todo sistema glandular.

Os oligoelementos são importantes para que estas comunicações aconteçam harmoniosamente além de ajudarem as glândulas a manterem-se ativas e saudáveis.

Os hormônios quando usados com segurança e orientação do endocrinologista, podem significar uma vida mais produtiva e mais prazerosa por muito mais tempo para várias pessoas, como:

Atletas: para manter/auxiliar no treinamento de força e aumento de massa muscular;
HIV Positivo
: manutenção da massa muscular em detrimento dos efeitos colaterais das drogas utilizadas;
Homens e Mulheres: juventude, prazer sexual, forma física e outros; distúrbios do sono; obesidade; depressão; … E muitas outras aplicações.

É de fundamental importância o acompanhamento médico, principalmente por possuírem substâncias químicas que poderão sobrecarregar ou comprometer a função hepática, além do que o excesso de um pode provocar a queda do outro ou ainda inibir a função da glândula secretadora do hormônio. O erro pode ser perigoso, mas o acerto uma dádiva em muitas situações.

Para as pessoas que são inseguras quanto ao uso, ou tiverem casos de câncer na família, hepatite, problemas hepáticos ou ainda renais, o ideal é fazer a ativação dos receptores e usar conjuntamente os oligoelementos (bases de minerais traços combinado em sua formulação original com vitaminas), precursores hormonais e ainda suplementos nutricionais especiais como o Noni Pure® (morinda citrifólia), o Kollagen® (precursor de colágeno) que ajudam na melhor performance da hipófise e consequentemente melhores níveis de liberação do hGH.

Sistema Endócrino – Tipos de Hormônios

Interação dos Hormônios com receptores nas células-alvo

Hormônios são moléculas que carregam instruções de mais de uma dúzia de glândulas e tecidos endócrinos para células de todo o corpo. Os humanos têm cerca de 50 hormônios diferentes conhecidos, que variam em sua estrutura, ação e resposta. Eles controlam uma variedade de processos biológicos, incluindo crescimento muscular, frequência cardíaca, ciclos menstruais e fome.

Os hormônios viajam por todo o corpo, seja na corrente sanguínea ou no fluido ao redor das células, em busca de células-alvo. Uma vez que os hormônios encontram uma célula-alvo, eles se ligam a receptores específicos de proteínas dentro ou na superfície da célula e alteram especificamente as atividades da célula.

O receptor de proteína lê a mensagem do hormônio e executa as instruções influenciando a expressão do gene ou alterando a atividade da proteína celular.

Essas ações produzem uma variedade de respostas rápidas e efeitos de longo prazo.

Os hormônios variam em sua gama de alvos. Alguns tipos de hormônios podem se ligar a receptores compatíveis encontrados em muitas células diferentes em todo o corpo. Outros hormônios são mais específicos, tendo como alvo apenas um ou alguns tecidos. Por exemplo, os estrogênios, os hormônios sexuais femininos, podem regular a função ligando-se a locais receptores de estrogênio especiais nas células uterinas, da mama e dos ossos.

Além disso, a mesma célula pode atuar como célula-alvo para muitas moléculas regulatórias diferentes. Por exemplo, as mesmas células uterinas, mamárias e ósseas que aceitam estrogênios, também contêm progesterona, androgênios, glicocorticóides, vitamina D e receptores de vitamina A.

Tipos de hormônios

Embora existam muitos hormônios diferentes no corpo humano, eles podem ser divididos em três classes com base em sua estrutura química: hormônios derivados de lipídios, derivados de aminoácidos e peptídeos (peptídeos e proteínas).

Uma das principais características distintivas dos hormônios derivados de lipídios é que eles podem se difundir através das membranas plasmáticas, ao passo que os hormônios derivados de aminoácidos e peptídeos não podem.

Hormônios – glândulas produtoras

Hipotálamo: Região cerebral que não é bem uma glândula, mas está no topo da hierarquia. Emite diversas informações sobre o organismo para a hipófise, provocando a liberação dos seus hormônios.
Pineal: 
É a menor glândula do corpo e produz a melatonina, hormônio relacionado com o sono.
Hipófise: 
É a glândula que mais produz hormônios, dividida em lobo anterior e lobo posterior. O primeiro fabrica a somatrotofina (GH), a tireotrofina (TSH), o adrenocorticotrófico (ACTH), o folículo estimulante (FSH), o luteinizante (LH) e a prolactina (LTH). O lobo posterior faz a ocitocina e o antidiurético (ADH).
Tireóide: 
A mais conhecida das glândulas. Produz a tridotironina (T3), a tiroxina (T4) e a calcitonina. É a de maior incidência em distúrbios.
Paratireóides: 
São 4 pequenas glândulas responsáveis pela produção do paratormônio.
Pâncreas: 
Espécie de glândula mista fabrica o suco pancreático que age na digestão da comida  libera os hormônios insulina e glucagon.
Supra-renais: 
Também são conhecidas como adrenais. Em cada uma das glândulas existe o córtex e a medula  o primeiro produz os glicocorticóides (o principal é o cortisol).
Já a medula faz a adrenalina e a noradrenalina.
Ovários: 
Glândula feminina que produz estrógeno e progesterona.
Testículos: 
Glândula masculina que produz os hormônios andrógenos sendo a testosterona o principal deles.

Fonte: www.geocities.com/togyn.br.tripod.com/www.trabalhoescolar.hpg.ig.com.br/www.wisegeek.org/e.hormone.tulane.edu/www.sogab.com.br/www.geocities.com

 

 

 

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