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Pontos Turísticos do Cazaquistão

     
     
ALMATY

A cidade em si não tem grandes atrativos, e serve sobretudo como estação de parada a outros lugares. Se dispõe de tempo vale a pena visitar a Catedral Zenkov, o Memorial à Guerra, Museu Estatal da arte, Catedral de São Nicolás e a Mesquita.

Os arredores de Almaty propõem outros lugares interessantes para serem visitados, como o Lago Bolshoe Amatinkoe, um lago azul turquesa de mais de um quilômetro de comprimento situado a 2.500 metros de altitude. É o ponto de partida ideal para os amantes do trekking nas montanhas.

MEDEU

Medeu é outra bela paisagem que convida ao montanhismo, na qual se destaca a pista de patinagem que treinavam os patinadores soviéticos, situada a 1.700 metros de altitude. Muito próxima, está Shymbulaq é um excelente lugar para praticar esqui na zona dura desde novembro até abril, é possível alugar equipamentos na estação.

O SUDESTE DE KAZAJISTÃO

As montanhas de Zailysky Altau e Küngery Altau são facilmente acessíveis desde Almaty, e o lugar ideal para o trekking em alta montanha, já que existem numerosas rotas marcadas com diferentes graus de dificuldade. Muitos dos picos, perenemente nevados, ultrapassam os 4.000 metros, e a zona abunda em rios rápidos e belíssimos glaciares.

Os Lagos köl-Say estendem-se aos pés das Küngery Altau, a 110 quilômetros de Almaty. São três belíssimos lagos de águas verdes a que pode-se chegar em excursões em helicóptero ou a cavalo. A pesca é excelente.

O Canyon Charyn, ou o "Colorado de Kazajistão", como o denominam alguns folhetos turísticos, não tem muito que invejar o original. O rio Charyn escavou uma profunda garganta e formou composições rochosas de inumeráveis formas, cores e de um espetacular beleza. Uma excursão em helicóptero é provavelmente a melhor maneira de conhecê-lo.

O Lago Qapshaghay é uma reserva de 140 quilômetros de extensão formada por uma represa no rio Ili, 60 quilômetros ao norte de Almaty. O lago, transparente e com abundante pesca, é lugar preferido de retiro de muitos habitantes da capital.

O SUL DE KAZAJISTÃO

A Reserva Natural de Aqsu-Zhabaghly é um parque de 750 quilômetros quadrados repletos de bosques e alta montanha na cordilheira Talssky Altau, e é a reserva mais acessível do país. Impressionante flora e fauna (ursos, leopardos, aves de rapina) podem ser vistos neste parque na fronteira de Kazajistão. A melhor época para visitá-lo é de maio a outubro.

Turkisão, a 165quilômetros de Shymkent, a cidade mais importante do sul, assenta-se junto ao deserto de kyzylum. Nela está o monumento mais importante de Kazajistão: o mausoléu do primeiro grande homem santo dos muçulmanos turcos, Qozha Akhmes Yasaui. Construído no século XIV, este mausoléu faz de Turquestão um importante centro de peregrinação do Islam.

Ainda que difícil e fica por conta da decisão das autoridade com que se fale, uma vez em Kazajistão deve-se tentar visitar o Cosmódromo Baykonur, o "Cabo Canaveral Kazajistanês", desde onde a união Soviética lançou todos os seus vôos tripulados, incluindo o do primeiro astronauta, Yuri Gagarin. O mais habitual é conseguir um tour em helicóptero pelo qual costumam cobrar o equivalente a uns 500 dólares. Encontra-se situado numa região semidesértica, 250 quilômetros ao noroeste de Qyzylorda.

OESTE DE KAZAJISTÃO

É provavelmente a zona menos atrativa do país, pois sua paisagem consiste nos extensos desertos com algum lago salgado em meio. É aqui onde se concentram as reservas de gás natural que atraíram as companhias estrangeiras.

As margens do Cáspio, Atyrau é um exemplo de cidade que vem sendo colonizada pelos trabalhadores estrangeiros, pois aqui se encontra um dos mais importante projetos de extração de petróleo, a cargo da americana Chevron. A cidade conta com um Museu Regional de Arte e um Museu de História.

O melhor lugar para nadar no Cáspio é Aqau, antigo lugar de veraneio das elites soviéticas. O verão aqui é mais longo que no resto de Kazajistão, é possível banhar-se até o mês de dezembro. Uma vez aqui pode-se visitar o Museu de História Regional e Estudos Locais e o Forte Shevchenko, este a 90 quilômetros de Aqtau.

O NORTE DE KAZAJISTÃO

Esta região tem o dubitativo privilégio de haver sido eleita para estabelecer os coletivizados nômades kazastanos, a instauração dos campo de trabalho para deportados e exilados e, por último, para campo de provas nuclear da extinta União Soviética. A paisagem, salvo pelo monte Altay no leste, é uma imensa estepe. O inverno aqui é duríssimo com temperaturas abaixo dos 35 graus negativo.

A cidade mais interessante é Semey, apesar da sua proximidade com o Polygon (150 quilômetros), onde se detonavam os artefatos nucleares. Lugar de exílio para os intelectuais no passado. - Dostoyevky esteve aqui -, a cidade continuou sua tradição intelectual graças a chegada dos técnicos e professores encarregados das provas nucleares. É uma das cidades com maior acervo cultural, e nela pode-se visitar o Museu Abay, Museu de História e Estudos Locais, Museu de Belas Artes e o Museu Dostoievki.

Os Montes Altay estendem-se através de quatro países: China, Rússia, Mongólia, e Kazajistão. A porção no território Kazajistanês é uma reserva natural de singular beleza. As paisagens são alpinas, com picos gelados, aldeias de madeira, vales cobertos de árvores e prados frondosos. Na fronteira de Kazajistão com Rússia se destaca a máxima elevação de Altay, o Monte Belukha, com 4.506 metros.

A 40 quilômetros, o Lago Markakol, a 1.400 metros de altitude, oferece águas cristalinas e uns arredores paradisíacos, sobretudo em direção leste. A base da reserva natural encontra-se na cidade de Urunkhayka, ao extremo leste do lago.

Fonte: www.rumbo.com.br

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