Burj Al Arab

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Burj Al Arab – História

Em muito pouco tempo, o Burj al Arab, o hotel mais alto do mundo e o único de 7 estrelas, chegou a ser a referência de Dubai, a segunda cidade dos Emiratos Árabes e com o rendimento per capita mais alto do mundo.

Parece um veleiro ancorado. Tem 321 metros de altura, levou quatro anos para ficar pronto e custou a ninharia de US$ 6 bilhões.  Fica numa ilhazinha em Jumeira Beach, a praia dos milionários, ligado ao continente por uma ponte.

No inóspito clima do deserto, o ar condicionado do hotel era um dos aspectos de primordial importancia.

Com a objetivo de proteger as tubagens de água fria do sistema de ar condicionado contra a condensação e mantener as perdas de energia ao mínimo, decidiu-se utilizar Armaflex como material de isolamento térmico.

A ideia do Xeque Mohammed bin Raschid Al Maktoum, príncipe herdeiro de Dubai, de construir um super luxoso hotel-torre no inóspito clima desta metrópole do deserto apresentou um dos maiores reptos arquitetônicos da atualidade.

Uma equipa de 150 pessoas sob a direção de Tom Wright, membro da sociedade de arquitetos britânicos WS Atkins, foi o artífice desta ideia. O Burj al Arab representa o top das novas tecnologias em todos os seus aspectos. Na sua construção utilizaram-se unicamente os melhores materiais disponíveis no mercado

Construído sobre a areia

Após exaustivos estudos geográficos, o projeto iniciou-se em 1995 com a construção de uma ilha artificial a 29 m da costa do Golfo Pérsico. Ancoraram-se 250 pilares de betão (cada um deles de 1,5m de largura) a 45m abaixo da superfície do mar, sobre a areia e não sobre rocha, como é habitual no caso de grandes edifícios.

Os cabos transversais do edifício chegam a ter 85m de longitude (ou seja, a comprimento de um campo de futebol) e um peso de 165 toneladas (aproximadamente como 20 autocaros de dois pisos).

Exportaram-se para os Emiratos camiões de 80 rodas especialmente destinados a transportar os cabos transversais desde Dubai capital.

Empregou-se um total de 36.000m³ de betão na estrutura do edifício. A fachada exterior é constituida por painéis de vidro incrustados em caixilhos de alumínio para os quais se utilizaram 50.000m² de vidrio e 35.000m² de alumínio.

Distribuídos por 321m de altura, existem 28 pisos de altura dupla (56 pisos) cada uma delas com um pé direito de 7m. Construiu-se um heliporto a uma altura de 21 m e no piso 27 do edifício há um restaurante suspenso sobre o mar. O Burj al Arab tem uma superfície de 1,2 milhões de metros quadrados. Fiel à história de Dubai como potência do comércio marítimo, o edifício tem forma de vela enfundada pelo vento.

O efeito fica realçado pelo muro de fibra de vidro tecida, recoberta de teflon que fica voltada para a costa. S ilha está unida ao continente mediante um molhe e está situada a cerca de 15km ao sul de Dubai. À nioite, o hotel está profusamente iluminado em várias cores. O surrealista cenário é acompanhado por espetáculos de fogo e água que dão as boas vindas aos hóspedes quando estes chegam à ponte.

O hotel dispõe de uma frota de Rolls Royce para transportar os seus hóspedes.

Encontro do Oriente com o Ocidente

O Burj al Arab simboliza a essência de Dubai: a combinação de oriente e ocidente, do atual e o antigo, do moderno e o tradicional.

Não há dúvida que todos os visitantes perdem a fala ao entrar pela primeira vez no edifício. O átrio do hotel maior do mundo, com uma altura de 182 m, no qual se podeira colocar facilmente a Estátua da Liberdade, e apresenta um incrível caleidoscópio de cores que refletem os quatro elementos.

A cada meia hora, uma fonte de 30m de altura levanta-se por cima da cascata. Os limites do átrio são formados por balcões das dependências dos hóspedes de um lado, e por painéis de fibra de vidro recoberta com PTFE (politetrafluoroetileno) no lado oposto. Durante o dia, esta membrana filtra o intenso sol do deserto, proporcionando uma luz suave, brilhante e dourada.

À noite utiliza-se como superfície projetora de um incrível espetáculo de luzes. Utilizou-se um total de 8.700m² deste material que foi especialmente eleito pela sua facilidade de integração na envolvente.

No lado do átrio onde se encontram os balcões das dependências dos hóspedes, colocaram-se painéis construídos com uma combinação de vários materiais: GRP (poliéster reforçado com fibra de vidro e pirorretardantes) de 3mm, polipropileno de 25mm, ainda assim tratado com priorretardantes, outra camada adicional de GRP de 3mm, lã mineral de 60mm e uma camada protetora interior de GRP de 1mm.

Esta é a primeira aplicação na qual se utilizou GRP/Honeycomb como barreira contra incêndios e que atua simultaneamente como esdudo de carga. Os painéis têm um tamanho aproximado de 110m² e um peso de 3,5 toneladas.

Aqui, é ouro tudo o que reluz

Três elevadores, um dos quais é o mais rápido do mundo com uma velocidade de 7m por segundo, levam os hóspedes a uma das 202 suites. Não há quartos, só suites de dois pisos, a mais pequenas das quais tem 169m². O piso superior está ocupado pelas duas suites reais (cada uma delas com uma superfície de 780m²), às quais se acede por um ascensor privado. Cada suite real tem a sua próprio sala de cinema.

Também nas suites, o Burj al Arab reúne elementos modernos e tradicionais: todas elas estão equipadas com as últimas tecnologias em telecomunicações (acesso à Internet e computadores portáteis), mas os projetos, cores e materiais permanecem fieis à idiossincrasia do mundo árabe.

O projeto do interior foi levado a cabo por uma grande equipa de 40 pessoas dirigida pelo projetista de interiores Khuan Chew da KCA International.

Khuan Chew redefiniu o luxo: carvalho inglês, vidro siciliano, tecidos irlandeses, mármore toscano, brocado, seda… luxo e ouro em tudo o que a vista alcança.

Aqui sim, pode dizer-se que é ouro todo o que reluz: utilizou-se um total de 2.000m² de folha de ouro de 22 quilates para decorar paredes, tetos e colunas. Os hospedes têm à sua disposição um mordomo privado 24 horas por dia. A proporção de empregados do hotel cada hóspede é de cinco para um.

Para além de um salão de baile, espaçosas salas de conferências, o balneário Asswan, luxosas instalações termais onde se pode desfrutar de qualquer tratamento imaginável (com uma zona exclusiva para senhoras), pistas de squash, duas salas de fitness, clube de aeróbica, piscina exterior, biblioteca e boutiques de estilistas internacionales. O Burj al Arab também oferece vários restaurantes, bares e salões.

Tanto prefira cozinha mediterrânica por baixo das estrelas no restaurante Al Mauntaha, suspenso a uma altura de 200m, como se deseje saborear especialidades de peixe no restaurante Al Mahara, situado abaixo do mar, há sempre algo que se adapta ao gosto de cada comensal. Os hospedes são transportados à praia privada por pequenos automóveis elétricos do hotel.

As condições naturais mais difíceis

Uma estadia no Burj al Arab é tão cómoda que rapidamente os hospedes esquecem que o deserto se encontra a um só passo.

O hotel também é símbolo da aspiração do homem a vencer as barreiras naturais mediante os avanços tecnológicos.

Os obstáculos amientais encontrados ao realizar este projeto foram enormes: Dubai está situado numa zona de alto risco de terramotos, com altas concentrações de cloretos e sulfatos no mar; há areia do deserto na atmosfera, as temperaturas podem alcançar 50ºC com grandes flutuações de temperatura e humidade, condições que não só dificultam a construção do hotel mais impressionante do mundo, como também conferem uma importância especial ao ar condicionado do edifício. O sistema de ar condicionado foi fornecido pela McQuay-Itália e instalado por B.K. Gllf, responsável por todas as instalações elétricas.

Isolamento eficaz com material elastomérico

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Com o objetivo de proteger as tubagens de água fria do sistema de ar condicionado contra a condensação e manter as perdas de energia ao mínimo, aquelas foram isoladas com tubos e placas Armaflex, da Armacell.

Elegeu-se material de isolamento elastométrico porque comparado com outros, não só possui excelentes propriedades térmicas (resistência à transmissão do vapor de água e condutividade térmica), mas também por ser muito fácil de instalar.

Uma das funções principais do isolamento nos sistemas de ar condicionado é evitar a formação de condensação.

Os sistemas de ar condicionado funcionam em grande medida com temperaturas médias que são inferiores ao ponto de orvalho do ar ambiente.

Portanto, existe o perigo de formação de humidade na superfície das tubagens, depósitos e arrefecedores, o que, por sua vez, pode provocar corrosão ou consideráveis danos causados pela água.

Um isolamento com as dimensões corretas evita que isto ocorra ao aumentar a temperatura da superfície acima do ponto de orvalho.

Devido à diferença de temperatura entre o ar frio e a ar ambiente quente, também há uma diferença na pressão do vapor dos sistemas de ar condicionado que afeta o isolamento exterior. Como consequência, existe o perigo de que o vapor de água contido no ar atravesse a camada isolante, condensando-se e empapando rapidamente o material isolante.

As consequências seriam um grave deteriorar das propriedades isolantes, perdas de energia, uma descida da temperatura da superfício abaixo do ponto de orvalho, corrosão e outros danos colaterais.

O Armaflex é um material de célula fechada com uma alta resistÊncia à transmissão de vapor de água.

A sua espuma altamente flexível adapta-se inclusive a formas complexas e pode ser unida sem nenhuma dificuldade, mesmo em lugares difíceis (inserções, uniões, etc), criando-se assim uma alta resistência em toda a camada isloante.

Contrariamente aos materiais de isolamento de célula aberta ou aos materiais de célula fechada com baixa resistência à transmissõão de vapor de água, o uso de Armaflex torna desnecessária a instalação de uma barreira adicional para o vapor.

Para além da sua alta resistência à transmissão de vapor de água, o material de isolamento elastomérico também tem um baixo grau de condutividade térmica, reduzindo as perdas de energia ao mínimo.

No Burj al Arab instalou-se um total de 15.00 coquilhas Armaflex com espessuras de parede de 19,25 e 32 mm, assim como 5.000m² de placas Armaflex com um espessura de 25mm.

O material foi fornecido pela empresa fornecedora dos construtores Bin Dasmal Trad. Est., distribuidor exclusivo dos produtos Armacell nos Emiratos Árabes Unidos e concessionário para o Médio Oriente.

Kishore Deotorase, diretor de Vendas de Bin Dasmal, comenta: Só se utilizaram os melhores materiais na construção do Burj al Arab, motivo pelo qual a Armaflex era a única opção possível para o isolamento térmico.

Estamos muito orgulhosos de termos contribuído para a construção do mais formoso hotel do mundo. O projeto foi dirigido no local por Emanuele Agro, diretor técnico da Armacel-Itália e diretor de Exportação da referida zona de vendas.

Burj Al Arab – Descrição

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Não pense que isso é sem razão, o Burj al Arab, é a grande atração em Dubai e vale cada centavo. Parece um veleiro ancorado. Tem 321 metros de altura, levou quatro anos para ficar pronto.

Situado 15 km ao Sul da cidade de Dubai, o hotel e o parque aquático Wild Wadi são parte de uma ilha artificial distante 280 metros da praia, à qual está ligada por uma via de acesso em curva.

A construção começou em 1994, sobre pilares enterrados a até 40 metros abaixo do leito subaquático.

Com 321 metros de altura, é mais alto que a Torre Eiffel e apenas 60 metros menor que o edifício Empire State, de New York. Boa parte do hotel é banhada a ouro e seu colorido interno é quase hipnótico.

No Burj Al Arab todas as suítes bem como seus serviços podem ser considerados luxo, até porque de standard ele não possui nada.

O hotel possui suítes equipadas com alta tecnologia, tendo uma vista indescritível do golfo e várias opções para aumentar seu conforto, que vão desde inúmeras opções de travesseiro até os óleos e as músicas que acompanham seu banho.

Burj Al Arab – Resumo

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Burj Al Arab é um arranha-céu, atualmente é o 18.º arranha-céu mais alto do mundo e foi o hotel mais alto do mundo, com 321 metros (1.053 pés), perdendo esse título para o Rose Rotana Suites, com 330 metros de altura. Edificado na cidade de Dubai, Emirados Árabes Unidos, foi concluído em 1999 com 60 andares, também sendo um dos maiores hotéis do mundo.

Sendo classificado como um hotel de 7 estrelas, ganhando o título de ser o hotel mais luxuoso da face da terra. Tendo também um restaurante que serve qualquer coisa que você quiser, caso eles não tenham no cardápio eles mandam buscar em qualquer parte do mundo. Com comidas diversificadas típicas de qualquer país é uma excelente estadia para quem tem como pagar a diária.

O interior do Hotel é magnífico, dando uma visão até o topo do prédio, e com uma escada com água em cascata e com jatos da mesma que formam um show à parte.

Na entrada existe uma fonte de água que com técnicas de última geração, utilizando oxigênio, eles conseguem manter a água pegando fogo! A diária do mesmo varia, podendo chegar a 14.000 dólares.

Fonte: www.armacell.com/www.guiadeexperiencias.com.br/www.jetsite.com.br/www.geocities.com/focus.hidubai.com

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