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Sultanato de Oman

Fatos Essenciais

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Designação Oficial: Sultanato de Oman
Capital: Muscat
Principais Cidades: Muttrah, Seeb, Sohar, Sur, Nizwa e Salalah
Área: 3.512 km²
População: 2,622,198 (Julho 2001)
Língua Oficial: Árabe
Outras línguas: Inglês
Moeda: Real Omanita
Fuso Horário: GMT +4
Férias Nacionais e Religiosas: 18 Novembro, 19 Novembro, (Nac.); Eid Al-Fitr, Eid Al-Adha, Novo ano Islâmico, Aniversário do Profeta (Rel.).
Horário de Trabalho: Semanal, de Sábado a Quinta-feira. Setor Público: 07h20-14h20. Setor privado 08h20-13h00; 16h00-18h00.
Principais Portos Marítimos e Aeroportos: Mina Qaboos, Mina Al-Fashal, Mina Raysut(portos) / (aerp.) Seeb International Airport.
Produto Interno Bruto: 19,6 Bilhões de US $ (2000)
P.I.B taxa real de crescimento: 4,6%
P.I.B per capita: 6,430 US $
P.I.B por setor de atividade: 3% agricultura, 40% Industria, 57% Serviços.
Taxa de Inflação: – 0.5%

Principais Exportações: Petróleo, produtos refinados do petróleo, maquinaria, bens manufaturados, equipamentos para transporte, produtos alimentares.

Principais Importações: Produtos animais, vegetais, preparados de comida, produtos químicos, tabaco, bens manufaturados, maquinaria, equipamentos para transporte e ouro.

Energia

O Sultanato de Oman descobriu petróleo em quantidades comerciais no ano de 1962, algumas décadas depois da maioria dos outros produtores do Golfo Pérsico. Este setor é responsável por 80% das receitas de exportação e de 40% do Produto Interno Bruto (P.I.B).

A reserva de 5,28 biliões de barris encontra-se situada principalmente nas regiões norte e centro, em campos como Yibal, Naith, Fahud, Al-Huwaisah e Lekhwair combinando cerca de metade da produção total do sultanato. O campo de Yibal, o maior do pais, produz cerca de 180.000 b/d, sendo o segundo Nimr com uma produção de 178.000 b/d.

A “Petroleum Development Oman” (PDO), é o segundo maior empregador do Sultanato, logo após ao governo, detendo mais de 90% das reservas e mais de 94% da produção. A PDO é um consórcio que envolve participações do governo Omanita em 60%, 34% da “Shell”, 4% da “Total” e 2% da “Partex”.

Como parte da estratégia de aumento das reservas petrolíferas, a PDO, tem desenvolvido recentes explorações no Sul, onde foram descobertos dois novos poços, Al-Noor e Al-Shomou, com uma capacidade combinada de 340 milhões de barris. A PDO espera aumentar as suas reservas nestes poços para os 1.8 biliões de barris em 2003 e 2.7 biliões de barris em 2011.

A produção de petrolífera omanita aumentou significativamente no ano de 2000, com a exploração de novos poços. O poço de Mukhaizina, no sul, começou a sua produção no inicio de 2000 alcançando os 25.000 b/d no final do ano. Al-Noor que iniciou a produção em Agosto de 2000, nos 9.400 b/d.

Por fim, o poço de Burhaan, situado no centro do Sultanato, produz desde Junho de 2000 ao nível de 24.000 b/d. A grande maioria das exportações de petróleo de Oman dirigem-se para o sudeste asiático, Japão, Coreia do Sul e China, sendo que esta ultima adquire cerca de 1/3 da produção.

Como parte do esforço de diversificação da economia, o Sultanato de Oman iniciou investimentos na produção petroquímica, com a constituição de uma joint-venture, detida em 40% pela “British Petroleum”, sendo que 60% se encontram no mercado de valores de “Muscat”.

O projeto que envolve a construção de uma central de produção de Polyethylene e fertilizantes, em Sohar, utilizará gás natural omanita, tendo uma capacidade de produção aproximada de 450.000 toneladas ano. O inicio da laboração está prevista para o ano de 2002.

A 1 de Janeiro de 2001, as reservas de gás natural confirmadas eram de 29.3 triliões de pés cúbicos, beneficiando da descoberta em Dakhiliya de 1 a 2 triliões de pés cúbicos. Mais de 10 Triliões de pés cúbicos de gás natural está localizado em profundas estruturas geológicas, muitas das quais por debaixo de poços de petróleo ativos.

Oman está a estender a sua rede de gasodutos, tendo sido adjudicado o projeto de ligação dos depósitos centrais de Oman à cidade de Sohar, no Norte e à cidade de Salalah, no Sul. A companhia “India’s Dodsal” é quem está a construir a ligação de $124 million para Sohar, enquanto que o consórcio “Snamprogetti” e “Saipem” é responsável pela ligação de $180 million para Salalah.

A gestão das infra-estruturas de transporte e distribuição cabem, pelo período de cinco anos, à companhia canadiana “Enbridge”, contudo o contrato prevê transferência de tecnologia e de formação com o intuito de permitir Oman opera.

Em 2000, foi inaugurada a central de 6.6 milhões de toneladas de gás liquefeito ano de Qalhat. O projeto foi desenvolvido pela “Oman Liquefied Gas Company” (OLNGC), uma joint-venture com participação do governo omanita (51%), da companhia “Shell” (30%), da “Total” (5.54%), da “Korea LNG” (5%), da “Mitsubishi” (2.77%), da “Mitsui &Co” (2.77%), da “Partex (2%) e da “Itochu” (0.92%).

A “Korean Gsa Corporation” (KOGAS) é um dos principais clientes desta central, tendo estabelecido um contrato de 4.1 milhões de toneladas ano, para os próximos 25 anos, bem como a japonesa “Osaka Gas Company” que receberá 700.000 t/a durante 25 anos.

O sistema elétrico do sultanato está a ser alvo de uma profunda reestruturação, devido ao rápido crescimento do consumo (5% ano). A reforma no setor passa pelo investimento de companhias estrangeiras com condições para gerarem a capacidade adequada (produção elétrica em 1999: 8.6 biliões de KW). A Central elétrica al-Manah de 90 MW tornou-se no primeiro “Independent Power Projet” (IPP) do Golfo Pérsico (em 2000 foi adicionada a capacidade de 180 MW).

São 3 os IPP em execução: a central de 280 MW Al-kamil a cargo da “International Power” e da “International Contrators of Egypt” que estará pronta em 2002; a central de Barka e de Salalah, com 430 MW e 200 MW respetivamente, e que serão alimentadas por gás natural, a sua construção está a cargo das companhias “AES” e da americana “PSEG”.

Agricultura e Pesca

O setor agrícola e das pescas emprega direta e indiretamente, sob a forma de venda a grosso, a retalho, transporte e outros serviços, mais de metade da população. De acordo com o ultimo recenseamento, cerca de 102.659 pessoas trabalhavam na agricultura, das quais um terço são mulheres. Isto representa quase 12% dos trabalhadores omanitas. A agricultura e as pescas constituem as principais exportações de Oman depois do petróleo, cerca de 35%.

A proteção de áreas agrícolas, é uma grande preocupação, sendo essencial a construção de barreiras para a eficaz prevenção da erosão e da perda de terrenos agrícolas (536 aplicações feitas).

Devido à escassez de agua é fundamental gerir o setor aumentando os rendimentos económicos sem afetar negativamente o delicado balanço da água. A política é criar métodos agrícolas e colheitas sustentáveis que proporcionem oportunidades continuas de emprego e que reduzam o déficit comercial dos produtos alimentares.

Os atuais níveis de auto-suficiência são encorajadores, as ultimas estimativas indicam que Oman é auto-suficiente em fruta (tâmaras e bananas) e vegetais sazonais, sendo 53% em leite, 46% em carne de vaca, 44% em ovos, 23% em carne de carneiro.

A costa de Oman estende-se por 1.700 Km desde as Península de Musandan, no norte, até à fronteira do Yémen no Sul. Durante os últimos anos muito se tem feito para expandir e modernizar esta industria tradicional. De acordo com os estudos feitos, podem-se identificar nas aguas de Oman mais de 150 espécies de peixe e crustáceos.

As reservas incluem entre 15.000 e 27.000 toneladas de peixe, 50.000 toneladas de atum e 2.000 t. de crustáceos. Em 1997, a quantidade de peixe apanhado foi de 118.993 t. das quais os pescadores tradicionais contribuíram com 84.444 t. e a pesca comercial com 34.549 t. Cerca de 14% da pescaria tradicional veio de Dhofar, incluindo 40 t. de molusco e 305 t. de lagosta.

No ano seguinte a quantidade pescada decresceu para 106.164 toneladas, devido, em parte à interdição imposta pela Comunidade Europeia às exportações de peixe (atualmente já foi levantada), e à interdição provisória imposta pelo ministério a cinco companhias comerciais de arrasto, durante a estação de reprodução.

Investigadores e cientistas da Universidade Sultão Qaboos estão envolvidos, juntamente como governo, em nove projetos de investigação e auxiliam o desenvolvimento de controlo de qualidade das exportações comerciais exigidas pela CE e os níveis internacionais impostos pela Organização Mundial de Comércio.

Uma sociedade anónima privada, envolvendo duas companhias espanholas, estabeleceu uma fábrica com um investimento de 34 milhões de dólares na Zona Industrial de Rusayl. Esta fábrica tem uma capacidade diária de processar e enlatar 40 toneladas de atum e 25 t. de sardinhas, assim como produz anualmente18.557 toneladas de concentrado de peixe e 702 t. de óleo de peixe. A companhia providencia a sua própria frota de arrastões, empregando 600 pessoas. Este é o primeiro projeto deste tipo no Médio Oriente.

Indústria

O setor contribui em cerca de 5% para o Produto Interno Bruto. O índice anual do nível de desenvolvimento para este setor durante o Sexto Plano Quinquenal (2001-2005) é de 12.2%. A intitulada industria ligeira (manufatura) é predominante no fabrico de produtos não metálicos, de madeira ou óleos, perfumes e detergentes. O grosso manufaturado será exportado e as industrias seguintes são encorajadas:

Industrias que usam matérias primas locais.
Industrias voltadas para a exportação.
Industrias que utilizam gás como fonte principal de energia.
Projeto de capital, tecnologia e conhecimento intensivo.
Petroquímicas.
Projetos que empreguem omanitas.
Industrias que processem matérias primas e preparem produtos semi- processados para reexportação.
Industrias de engenharia de precisão, ferramentas, maquinaria.
Centro de processos para multinacionais.

Existem cerca de 812 unidades fabris, das quais 427 são pequenas, 315 médias e 70 grandes que têm o valor conjunto de 675.6 milhões de RO e empregam 27.624 trabalhadores, dos quais 7.766 são omanitas. Mais de metade das unidades produzem cimento, produtos derivados do cimento e metais.

Dois terços do total investido foi para esses produtos assim como alimentos e bebidas, mas a industria de pronto a vestir foi aquela que maior numero de trabalhadores empregou, 5.236. A maior parte da industria está concentrada na área da capital ou perto dela, contudo existem planos de deslocalização.

Investimento Estrangeiro

A Lei das Companhias Comerciais e a Lei do Investimento de Capitais Estrangeiros foram alteradas para permitir aos estrangeiros possuírem 49% das acções, mas que serão tratadas como companhias inteiramente omanitas, atraindo os mesmos impostos e com direito a investir no setor económico.

Os investidores estrangeiros terão direito a ser proprietários de 65% das acções nos projetos públicos de infra-estruturas, que terão sido confiados ao setor privado pelo governo. No entanto o Comité de Investimento Estrangeiro pode recomendar ao Ministro do Comércio e Industria que este numero seja alargado para 75% em algumas circunstâncias, e o gabinete de Ministros pode autorizar o aumento até 100%.

Contudo está prevista uma nova alteração para permitir às companhias estrangeiras possuírem acções no valor de 70% do capital total. As companhias de capital estrangeiro, desfrutam da mesma situação fiscal podendo estar isentas de impostos nos primeiros 5 anos, bem como de repatriarem lucros e capital investido se assim o desejarem.

A legislação tem sofrido mudanças para estar a par com as leis da Organização Mundial de Comércio e para fazer frente às novas circunstâncias do mercado global. A parte das vantagens da sua localização estratégica, estabilidade política, infra-estruturas, recursos económicos e política orientada para o comércio, Oman tem um grande numero de incentivos para os investidores:

Uma política determinada de privatização.
Estabilidade de preços – inflação inferior a 1% desde 1992.
Unidade monetária estável com total convertibilidade.
Isenção de impostos sobre os rendimentos pessoais e ausência de controle nos câmbios de divisas.
Isenção fiscal e de impostos.
Empréstimos a longo prazo, livres de juros para projetos industriais e de turismo pertencentes a empresas parcialmente estrangeiras.
Acesso a produtos livres de impostos de Oman para os países do AGCC.
Um gabinete para despacho de propostas de investimento.
Um seguro de crédito para a exportação conseguido através da Unidade de Garantia para a Exportação.
Uso a longo prazo de terrenos concedidos a preços razoáveis.
Proteção dos investimentos garantida por Lei.

Bancos

O sistema bancário do Sultanato é formado pelo Banco Central de Oman e 16 bancos comerciais, dos quais seis estão localmente incorporados e nove são dependências de bancos estrangeiros. Os bancos comerciais registraram o Total liquido de lucros de 85.7 milhões de RO. Isto deveu-se principalmente aos lucros altos provenientes da subida dos empréstimos concedidos a particulares e a empresas, à expansão dos serviços financeiros por todo o Sultanato e a um controlo efetivo dos custos acionados.

Os Bancos comerciais procuram de uma forma ativa, oportunidades de investimento no estrangeiro e localmente assim como alianças estratégicas. Os países do AGCC acordaram numa política comum que permita aos bancos locais abrirem sucursais nas regiões.

A Bolsa de Valores de Mascate tem 139 companhias registadas , sendo que 121 estão abertas a investidores estrangeiros e 39 estão restritas a nacionais do AGCC. Existem 16 firmas de corretagem e nos últimos anos o numero de acionistas duplicou para mais de 200 mil.

Está prevista a associação da Bolsa de Valores de Mascate, às bolsa do Kuwait, Bahrain e Qatar, para permitir aos acionistas e investidores negociarem acções registadas nas quatro bolsas. É também possível que as bolsas do Líbano, Jordânia e Egipto se venham a associar.

Comércio

O Sultanato de Oman alcançou no ano de 2000, resultados positivos na sua balança comercial, o valor das exportações atingiu os 11.1 Biliões de US $ (f.o.b), enquanto que as importações não ultrapassaram os 4.5 Biliões de US $ (f.o.b).

Os principais importadores de produtos omanitas foram o Japão com 27%, a China com 12%, a Tailândia com 18% e os EAU e Coreia do Sul com 12%. No que concerne as importações, os EAU são o principal fornecedor do Sultanato (26%), seguido pela União Europeia (22%) e pelo Japão (16%).

Principais Produtos Transacionados em 2000

Exportações

Produtos %
1 Mármore 42,09%
2 Cordeis, cordas e cabos 16,13%
3 Fogões de sala, caldeiras 15,47%
4 Projetores, placas indicadoras e anúncios luminosos 12,88%
5 Outros produtos 13,44%
Total 100,00%

Importações

Produtos %
1 Antibióticos 54,14%
2 Peixe congelado 28,77%
3 Moluscos 9,36%
4 Veículos automóveis de transporte de pessoas 7,71%
5 Outros produtos 0,02%
Total 100,00%

Fonte: www.cciap.pt

Sultanato de Oman

Guia Prático de Oman

Documentos: Passaporte, válido por 3 meses além da data da do fim da viagem e visto para estadas até 30 dias obtido à chegada (custo aprox.: OMR 6,00).

Taxas locais: Não são cobradas taxas de aeroporto localmente desde que todas as devidas taxas estejam incluídas no bilhete.

Vacinas: Não são necessárias vacinas, excepto se provém de áreas infetadas. O risco de malária é muito reduzido.

Tempo de voo: Aprox. 10h23
Diferença Horária: GMT +4h (+4h que em Portugal).
Língua: Árabe (língua oficial) e Inglês.
Capital: Cidade de Muscat.
Moeda: Rial Omani OMR (± 2,04 Eur.).
Cartões de Crédito: American Express; Diners Club; Visa; Master Card.
Corrente Elétrica: 220/240 V (tomadas de 3 pinos).

Clima: Varia bastante consoante a zona geográfica. Os meses mais quentes são Junho a Agosto. A monção de verão atinge apenas a zona sul costeira de Dhofar, tranzendo chuvas ligeiras a Salalh e reduzindo as temperaturas diurnas até aos 30ºC; a norte acontece o inverso, ocorrendo a maior parte das chuvas de Janeiro a Março.

Geografia: Situado a Sudoeste da Península Árabica, a zona costeira do Sultanato de Oman estende-se ao longo de 1700km desde o estreito de Hormuz a Norte às fronteiras do Yemen a Sul, banhado por 3 mares: O Golfo Arábico, o Golfo de Oman e o Mar Arábico. Faz fronteira com a Arábia Saudita a Oeste, com os Emirados Árabes a Nordeste, Yemen a Sul, com o estreito de Hormuz a Norte e Mar Arábico a Este. A Capital é Muscat.

Sup.: 212 460km2. Pop.: Aprox. 3 102 229 (2006).

História

É longo o historial dos habitantes de Oman no comércio do Oceano Índico. No final do Seç. XVIII um novo Sultanato estabelecido em Muscat assinava o primeiro de uma série de tratados de amizade com a Inglaterra. Com o tempo tornou-se evidente a dependência dos conselheiros políticos e militares Ingleses mas Oman nunca se tornou uma colónia britânica.

Em 1970, Qaboos bin Said al Said superou a rígida política de seu pai e tem governado desde então. O seu programa de modernização abriu o país para o resto do mundo, mas sem esquecer as boas relações com Inglaterra e com os restantes países do Médio Oriente.

Gastronomia: Especialidades árabes são por exemplo Homous, Yabbouleh, Ghuzi e Wara enab, entre outros. Nas refeições tradicionais utilizamse as mãos para comer, em particular a mão direita quando a refeição é servida em prato comum.

Fonte: www.soltropico.pt

Sultanato de Oman

História do Sultanato de Oman

Em 536 a.C., o Sultanato de Omã instala-se em território ocupado pelos persas. A região, importante centro comercial na época, recebe posteriormente imigrantes originários do Iêmen.

É islamizada em meados do século VII e, no início do século seguinte, submetida ao Califado de Bagdá.

Em 751, o país afasta-se da ortodoxia muçulmana sunita, adotando o caridjismo, seita derivada do xiismo, de caráter severamente puritano. Segue-se um governo de imãs (chefes espirituais) eleitos…

No começo do século XVI, os portugueses apoderam-se da região e aproveitam as relações comerciais entre Omã e a costa da África para fazer o tráfico de escravos. Em 1659 são expulsos pelos turcos-otomanos.

A partir de 1737, a área volta ao domínio persa, recobrando a independência em 1741, em um movimento liderado por Ahmed bin Said, antigo cameleiro iemenita que se faz imã e funda a dinastia que ainda se mantém no poder.

Seu sobrinho, Said bin Sultan, conquista grande parte da costa africana, a costa sul do Irã e parte do Paquistão. Said bin Sultan muda a capital do país para Zanzibar (leste da África, atual Tanzânia).

A partir da primeira geração de seus sucessores, porém, a região torna-se protetorado do Reino Unido.

O país só adquire independência nominal em 1951, mas as Forças Armadas continuam a ser comandadas pelos ingleses. Na década de 50, as tropas britânicas contêm várias rebeliões.

O petróleo é descoberto em 1964. Em julho de 1970, o príncipe herdeiro Qaboos bin Said depõe seu pai e assume o poder – no qual ainda se mantém.

Em 1975 sufoca uma rebelião de esquerda. O país, até então conhecido como Mascate e Omã, adota o nome de Sultanato de Omã e é admitido na ONU no ano seguinte. Os grandes lucros obtidos com o petróleo possibilitam sua rápida modernização.

Aliança com os EUA

A Revolução Iraniana (1979) e a Guerra Irã-Iraque (1980-1988) fazem de Omã peça importante na geopolítica regional. Em 1980, o sultão permite aos EUA o uso da ilha Masira como base militar.

Omã une-se a outras seis nações em 1981 para formar o Conselho de Cooperação Regional dos Países do Golfo.

A perspetiva de esgotamento das reservas de petróleo, no começo do século XXI, leva Omã a formular, em 1993, um plano de diversificação da economia.

Em janeiro de 1996, junto com os outros países do golfo, o país mantém contatos com Israel, que são suspensos em abril de 1997 por causa do impasse no processo de paz israelense-palestino…

Muscat

Muscat Governorate está localizado no Golfo de Omã, na parte sul da costa Batinah na fronteira com as montanhas rochosas orientais. O Interior para o sul e região Batinah para o Ocidente. Muscat Governorate é constituído com seis wilayats nomeadamente Mascate, Muttrah, Boshar, Seeb, Amerat e Quriyat. Muscat é a capital do sultanato.

Atividades políticas, econômicas e administrativas estão centradas nesta cidade. Al Jalali Fort é considerado um dos mais marcos em Muscat. A sua construção remonta a 1588 AD Muscat Governorate é a área mais populosa da Oman como sua população ascende a 549.150 pessoas, de acordo com o censo de 1993.

Dhofar

Localizado no sul de Omã conectando de Leste com a área central, da Western Sul com fronteiras Oman-Yemen, de sul com o Mar Arábico e do Norte e Noroeste com vazio trimestre deserto. Dhofar Governorate compreende de Salalah, Thumrait, Taqa, Mirbat, Sadah, Rakhyut, Dhalkot, ilhas rápidas e Hallaniyat. O número de habitantes é de 189.094 pessoas, de acordo com o censo de 1993.

Dhofar Governorate é importante não só do ponto de vista histórico que representa a terra natal de olíbano e incenso na Península Arábica, com a sua enorme herança e tesouro arqueológico, mas também a partir de uma perspectiva geográfica ligando Omã e África Oriental. Ele foi e ainda é a porta de entrada de Omã para o Oceano Índico e uma área exclusiva para atração turística na Península Arábica, especialmente entre junho e setembro.

Musandam

Localizado no extremo norte de Omã, com vista para o portão sul do Golfo. Ele inclui quatro wilayat: Khasab, Bukha, Bayaa Diba e Madha. A população é de 28.727 pessoas. Ras Musandam é uma parte de Musandam Governorate com vista sobre o estreito de Hormuz, que é um canal de água estratégica, onde 90% do petróleo da região do Golfo trânsitos para o resto do mundo.

Batinah

Também conhecida como costa Batinah. Estende-se como uma faixa entre o mar ea montanha. É uma das áreas mais importantes de Oman tanto geograficamente e economicamente sendo localizadas ao longo da costa sul do Golfo de Omã. Ela representa um importante centro econômico devido às suas enormes instalações agrícolas e potencial mineral. Ele é considerado como a maior área de população. Sua população é de 564,677 pessoas de acordo com censo de 1993.

A área Batinah inclui 12 wilayat que são Sohar, Rustaq, Shinas, Saham, Liwa, Khabura, Suwaiq, Nakhal, Wadi Mawail, Awabi, Msnaa e Barka. Estende-se ao longo da costa do Golfo de Oman do Oriente e entre as Montanhas Hajar ocidentais do Ocidente.

Dhahirah

É uma planície semidesértica descendo do lado sul de montanhas ocidentais de Hajar em direção ao vazio Quarter deserto. Ele é separado do interior de Omã por Al Kour montanhas do leste, com ligações do Ocidente para o vazio Quarter deserto e desde o sul até a Área de Wusta. Tem sido conhecido no passado como “Twam” ou “Al Jou”.

Dhahirah região é composta por cinco wilayats: Buraimi, Ibri, Mahdah, Yanqul e pensar. Sua população é de 181.224 de acordo com o censo de 1993. Caracteriza-se por sua atividade agrícola e está ligada a outras áreas na Península Arábica através das rotas de comboios que existia séculos atrás.

Dhakhiliya

Uma das áreas mais importantes de Oman. Ele consiste de uma montanha localizada no país conhecido como Jabal Akhdar. Esta montanha desce em direção ao deserto, ao sul. Esta área representa o centro de comunicação com outras áreas, uma vez que está ligada à área oriental do Oriente, para a área Dhahirah do Ocidente, para a área Wusta do Sul e Muscat Governatorato e Batinah do Norte.

Área Dakhliya é distinguido pelo seu papel fundamental na história de Omã. Ele inclui oito wilayats: Nizwa, Samail, Bahla, Adão, Hamra, maneh, Izki e Bidbid. Sua população é de 229.791 de acordo com censo 1993.

Sharqiya

Ele representa o Northern frente oriental de Omã. Do Oriente, tem vista para o Mar Arábico, a partir do Norte, que inclui a parte interna do Leste Montanhas Hajar, a partir do Sul, ela está ligada a Wahiba Sands e da área West para Interior.

Sharqiya área compreende os onze wilayats de Sur, Ibra, Badiya, Al Qabil, Al Mudhaibi, Dima Wa Tayeen, Al Kamil wa Al Wafi, Jaalan Bani Bu Ali, Jalaan Bani Bu Hassan, Wadi Bani Khalid e Masirah. A população desta área é 258.344 de acordo com censo 1993.

Sur é considerado como o mais importante wilayat da área de Sharqiya. Ele desempenhou um papel histórico nas atividades comerciais e marítimas do Oceano Índico e era famoso por suas atividades de construção naval na Península Arábica ao longo do século passado.

Al Wusta

Localizado ao sul de áreas Dakhiliya e Dhahirah. Do Oriente, tem vista para o Mar da Arábia, do Ocidente, o vazio Quarter deserto e do Sul, do Governatorato de Dhofar. Note-se para os muitos poços de petróleo e gás. Esta área é composta por quatro wilayats dos quais três estão localizados na costa do Mar da Arábia.

São eles: Mahout, Dagam, e Al Jazir, enquanto o quarto wilayat está localizada no interior e que é a população da área Haima.The Wusta é 17.067 pessoas, de acordo com o censo de 1993. Muitos animais selvagens existem na área de Wusta, particularmente em Haima, a mais conhecida, sendo o órix árabe e veados.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

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