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Pontos Turísticos do Líbano

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Iniciaremos nosso percurso tomando como base a capital, Beirute. Desde ali nos dirigiremos ao Norte, depois às Montanhas do Centro-leste do país, para voltar a Beirute e iniciar nossa viagem pelo Sul.

Beirute

A capital do Líbano, que se recompõe das feridas causadas por uma longa guerra, surpreende ao viajante por sua riqueza história e a amabilidade e hospitalidade de seus habitantes. A cidade encontra-se num saliente do centro da costa oeste do país.

Entre os lugares que destacamos para o visitante acha-se o Museu Nacional de Beirute, que acolhe coleções arqueológicas de grande valor. Outros museus destacáveis são o Museu da Universidade Americana, e o Museu Sursock, que guarda pinturas, esculturas e alguns manuscritos muito interessantes.

Ao Sul de Beirute encontramos numerosas igrejas, mesquitas e edifícios antigos em restauração. Aparte do tempo, a guerra destruiu em grande escala estas relíquias do passado. Um passeio tranqüilo e agradável pelo Corniche, lhe devolverá a paz e o sossego. Ao longo encontrará postos que vendem frutas e todo tipo de artigos.

As Praias de Beirute estão bastante contaminadas, ainda que poderá contentar-se apenas em observá-las. Contudo a região aberta ao mar está repleta de piscinas onde poderá banhar-se e porquê não desfrutar de uma sauna ou uma massagem no Hammam.

O Norte do Líbano

Conhecida nos tempos bíblicos como Gebal, Byblos, é uma das cidades mais antigas do mundo. Isto o demonstram suas Ruínas e as escavações que mostram restos do neolítico e de uma florescente civilização em contínuo intercâmbio com os egípcios.

Nas ruínas foram encontrados restos dos castelos da época das cruzadas, um templo que pertenceu a Baalat Gebal, a dama de Byblos, tumbas, altares e até um anfiteatro dos tempos romanos. Também em Byblos poderá visitar o Museu de Cera e a Igreja de São João.

TRÍPOLI

Trípoli é a segunda maior cidade do Líbano. É, ademais, uma cidade repleta de história a julgar pelas pegadas que numerosas civilizações deixaram ali. A Velha Cidade surpreende ao visitante com suas estreitas vielas e suas mesquitas, entre as que se destaca a Mesquita de Taynal, Al-Burtasiya e Madresseh, assim como a Torre do Leão, a única que sobrevive das construídas pelos mamelucos.

EM DIREÇÃO A BCHARRE

Diz-se que uma das viagens mais impressionantes no Líbano é a do caminho que leva a Bcharre, onde abundam cedros, que salpicam os montes com centenas de anos a suas encostas. O caminho discorre através das montanhas passando por pitorescas aldeias. Na rota encontra-se o Museu Gibran situado no lugar onde nasceu o famoso escritor, e foi enterrado segundo seus desejos, também nesta localidade. No museu se encontra muitas de suas obras pictóricas e manuscritos, assim como objetos pessoais do genial artista.

O VALE DE BEKAA

Uma fértil planície separa o Monte Líbano do Antilíbano, trata-se do Vale de Bekaa. Ali encontra-se Baalbech, conhecida em tempos antigos como Heliópolis ou Cidade do Sol pelos gregos, e Baal, pelos fenícios. Os romanos construíram neste lugar seus templos, e seu passado deixa-se ver nas Ruínas Romanas, que contam com uma das maiores acrópoles do mundo.

Anjar é um lugar misterioso e de duvidosa história, recentemente descoberto. Os trabalhos de investigação realizados, a situam como assentamento de Umayyad.

O lugar foi construído com uma simetria de reminiscências romanas. A cidade está amuralhada e conta com algumas portas, arcadas avenidas e torres interessantes de admirar.

Outras localidades que despertaram o interesse do visitante na região são Chtaura e Zahle, um pitoresco lugar às margens de um rio, salpicado de pequenos cafés e restaurantes.

O Sul do Líbano

Desde Beirute podemos iniciar nossa viagem em direção ao sul. Atravessando as montanhas Chouf, justamente no sudeste de Beirute, encontraremos um fantástico cenário de vales verdes, estreitas gargantas, arroios e cascadas. A região ficou bastante desabitada após a invasão israelita, pelo que é difícil encontrar alojamento.

A principal atração das montanhas é o Palácio de Beieteddine. Esta construção do século XIX se destaca majestosamente dominando a paisagem sobre uma colina rodeada de belos jardins. Outro palácio interessante é o de Mir Amin, menor que o anterior, e convertido hoje num luxuoso hotel.

Não deixe de visitar a localidade de Deir el-Qamar e poderá admirar sua rica arquitetura. Em Kfarhim, há uma gruta natural com estalactites e estalagmites. O Jabal Barouk é uma montanha coberta de cedros e salpicada de pequenos povoados e vales que lhe levaram a Nabeh es-Safa.

Na costa do sudoeste encontra-se Saida uma pequena cidade portuária com uma história milenária. Os edifícios da cidade antiga se assomam há muitos séculos. Ali poderá admirar Khan el-Franj, e fora da cidade antiga a Grande Mesquita e Qasr el-Bahr, um castelo construído na época das cruzadas, situado numa pequena ilha, que comunica com o continente por uma ponte árabe fortificada, de pedra. Apesar dos múltiplos ataques que sofreu se conserva em pé.

A cidade de Sour, na costa sul, foi fundada pelos fenícios no terceiro milênio a.C., e então chamava-se Tyra. Durante séculos foi um florescente lugar e por isso sucessivamente invadido. Na área de Sour foram encontradas riquezas arquitetônicas de grande valor histórico, entre elas destacamos as Ruínas Romanas, que recordam o passado desta importante civilização. Em cada pedra ficou marcado onde esteve em tempos, um teatro, um banho e até um hipódromo.

Fonte: www.rumbo.com.br

Pontos Turísticos do Líbano

Beirute

Cidade conhecida como a “Paris do Oriente”, Beirute possui uma posição magnífica à beira do Mediterrâneo. Atrás da cidade há montanhas altíssimas, visível quando a névoa das desaparece movimento.

A beira-mar de Corniche orgulha de praias, restaurantes, teatros e uma estonteante variedade de lojas e restaurantes. Beirute sofreu muito com a guerra civil que durou 16 anos, mas devido a um processo contínuo de reconstrução e impressionante, a cidade é novamente um dos destinos mais populares no Oriente Médio para os turistas e homens de negócios .

Dois centros concorrentes surgiram a poucos quilômetros um do outro. Uma delas é em Hamra Beirute Ocidental, onde a American University ea maioria dos hotéis. O outro é no leste de Beirute Achrafieh, casa do São José University e um número crescente de lojas de luxo e restaurantes caros.

O distrito central de Beirute Solidere foi batizado, o nome da empresa responsável pelo programa de reconstrução espetacular. Enquanto muitos edifícios olhar muito moderno, antigos souks de Beirute são reconstruídos autêntico (mercados cobertos). Banho turco Al-Nouzha oferece um outro olhar para o Beirute de idade.

O único museu do Líbano, o Museu Nacional de Beirute, foi reabilitado e dá constantemente atualizando sua coleção interessante. No extremo oeste de Beirute, Raouche é um distrito cada vez mais popular, com uma orla animada. Seu famoso monumento, as pedras de pombos, fique na costa como sentinelas gigantes.

20 km ao norte de Beirute, cavernas Jeita são uma atração turística conhecida. As cavernas estão em dois níveis e uma hidrovias galeria inferior, que pode ser visitada de barco (A galeria inferior pode ser fechado durante o inverno).

Tripoli

A segunda maior cidade, Trípoli é a maior cidade do Líbano árabe e mantém muito do seu charme provincial. Sua história remonta ao século 8 aC eo centro da cidade manteve as suas características, embora esteja cercada por projetos de habitação modernos e resorts. Há duas partes (o porto ea cidade em si), que são separadas por hectares de um laranjal perfumado.

O antigo centro medieval de Trípoli, no sopé do Castelo de cruzados, tem muitas mesquitas interessantes, incluindo a Grande Mesquita, Taynal Al-Madrassa e Muallaq Burtasiyat Qartâwiyat Al-Madrassa. Os souks (mercados antigos cobertos) oferecem compras interessante.

Trípoli é famosa por seus doces e sabonetes tradicionais feitos de óleo de oliva. Parte do porto, chamado de La Mina, tem muitos restaurantes de marisco e mercados de peixe, a maioria dos hotéis pode ser encontrado em resorts de praia modernos ao longo da costa.

Excursões: próximo a Trípoli, você pode visitar muitas ilhas pequenas das quais a maior é a Ilha das Palmas, que é tombado pela Unesco como reserva natural para tartarugas verdes e aves raras.

Tiro

Tiro cidade foi fundada no início do terceiro milênio aC, e ainda carrega os traços de suas origens antigas impressionantes.

Locais arqueológicos em Tiro são divididos em três zonas: a zona primeiro está localizado no que foi a ilha fenícia, você vai descobrir as ruínas de edifícios municipais, banhos públicos e ruas de mosaico, a segunda área contém uma grande rede romano-bizantino estradas e outras instalações, ea terceira área contém o maior hipódromo romano já encontrado.

Byblos Byblos reputação de ser a cidade mais antiga do mundo, com escavações que objetos de atualização datam do período Neolítico e períodos cananeus, fenícia, grega, romana e cruzado. Byblos hoje é uma cidade próspera, moderna, com o centro antigo da cidade e do porto são as partes mais interessantes para explorar.

Outros Locais

Pequena cidade portuária entre Beirute e Tiro, Sidon tem um castelo construído em uma pedra romana e oferece mercados bem abastecidos. Beiteddine, Shouf Montanhas in é a localização do palácio construído por Amir Basheer no século 19. O Tribunal e as salas são vale a pena visitar.

Fonte: www.asie-planete.com

Pontos Turísticos do Líbano

Aanjar

Aanjar, 58 quilômetros de Beirute, é completamente diferente de qualquer outra experiência arqueológica que você terá no Líbano. Em outros pontos históricos do país, diferentes épocas e civilizações são sobrepostas uma após outra. Aanjar ‘exclusivamente um período, o Umayyad.

Os outros pontos do Líbano foram fundados milênios atrás, mas Aanjar é relativamente novo, datando do início do século XVIII D.C. Diferente de Tyre e Byblos, que clamam continuamente por habitação desde o dia em que foram fundadas, Aanjar floriu por apenas algumas décadas.

Além de uma pequena mesquita Umayyad em Baalbeck, nós temos outras remanescências deste importante período da história árabe.

Aanjar também permanece único como sendo o único exemplo de uma ilha servindo como centro comercial. A cidade se beneficiou de sua posição estratégica na intersecção das rotas de comércio que passavam por Damascus, Homs, Baalbeck e iam para o Sul. A quase que perfeita ruína quadrilateral jaz no meio de uma das mais ricas terras agricultoras do Líbano.

É uma das mais importantes fontes do Rio Litani. O nome atual, Aanjar, vem de Arabic Ain Gerrha, “a fonte de Gerrha”, o nome de uma antiga cidade fundada nesta área pelos árabes ituraenses durante os tempos helenísticos.

Aanjar tem uma beleza especial. A cidade estende colunas e frágeis arcos em contraste com o massivo volume das montanhas Anti-libanesas próximas, um misterioso palco para as extensivas ruínas de Aanjar e as memórias de sua curta mas enérgica presença na história.

História: Mestres de Aanjar: Os Umayyads

Os Umayyads, a primeira hereditariedade da dinastia do Islam, dominava de Damascus no primeiro século depois que o Profeta Mohammed, de 660 até 750 D.C. Eles são vistos como grandes conquistadores que criaram um império islâmico que se alongava dos vales hindus até o sul da França.

Baalbeck

Grande templo de Baalbeck ou Heliopolis está lá desde o início de nossa era quando era uma das maravilhas do mundo. Ele e o segundo templo, com seu porão quase intacto formam um dos mais belos e famosos monumentos. Baalbeck é um local onde os visitantes podem recapturar a fascinante atsmosfera do passado.

Há lendas que explicam seu tamanho excepcional, sua proporção gigantesca e seus enormes blocos, particularmentemente há três que medem entre 19-20m por 4.5 m por 3.6 m. Um bloco ainda maior ainda permanece na pedreira. Um arqueólogo declarou que esse bloco solitário já é uma curiosidade para os visitantes de Baalbeck.

Por séculos festas populares ligadas ao local com figuras bíblicas, imagens de humanos por detrás do assoalho, com gigantes e djiins e mesmo recentemente um sério cientista atribui ao bloco uma origem vinda de outro planeta em tempos remotos.

Baalbeck sofreu com a passagem do tempo. Sua história desapareceu na lenda e seus templos se tornaram inreconhecíveis devida às adições medievais e Bizantinas, às devastações da guerra, terremotos e vandalismo. Mas agora, agradece ao trabalho de escavação, consolidação e restauração que se iniciou no início do século. Nós podemos ver edifícios de Baalbeck que primam pela remoção dos acréscimos colocados.

O caminho para o santuário é mais uma vez através de um salão hexagonal.

Os visitantes agora têm acesso a vasta sala de sacrifícios, uma vez encoberta pela basílica bizantina que agora mostra seu estado original com um monumental altar e um segundo altar que possui uma piscina ornamental para rituais de banho.

O salão era cercado por 128 colunas de granito rosa do Egito colocada em frente da série de exadros meticulosamente decorados. Ao oeste, os blocos de uma grande paço foram restaurados para a sua posição original e agora levam a uma plataforma superior do templo de Jupiter.

As seis enormes colunas continuam com suas entablaturas no topo dando idéia da vasta escala do edifício original. Nas redondezas, mas inteiramente separado do templo de Jupiter, está o templo de Bacchus completo exceto pelo seu telhado, parte do peristilo do altar. A decoração do templo é de uma riqueza particular e delicadeza que devem ser extremamente preservada.

Através dos séculos esses dois templos, impostos, quase que excepcionalmente pela sua grandeza colossal e seu harmonioso design, têm inspirado a fantasia e a poesia a explicar e descrever sua construção. Os caprichos tem dado lugar a um sistemático exame que verifica a idade dos templos e formam uma idéia correta do espírito da era em que foram construídos.

O templo de Jupiter, cujas fundações são provalvelmente pré-romanas, foram finalizadas aproximadamente em 60 D.C. O terraço que foi planejado para cercar o templo, a que pertencem três famosos blocos datam do mesmo período mas nunca foram finalizados. Durante o segundo século D.C. uma grande aproximação foi planejada e a grande côrte foi construída com o colonado e o exaedro. O templo de Bacchus foi construído em aproximadamente 150 D.C. O propylaes foi adicionado no começo do terceiro século D.C., junto com o pequeno templo redondo e, no reino de Felipe o Árabe (244-249 D.C.), a pré-corte hexagonal.

Uma construção de tão vastas proporções nunca podia ter sido o trabalho de uma cidade ou mesmo de uma província. AQ energia enorme e necessária poderia ter sido provida por um império Romano como parte de uma fiscalização de imperadores do leste para unir as pessoas indigentes e a população colonial Romana na mesma fé e adoração dos mesmos deuses.

Essa fiscalização pela religião foi feita possível por uma tendência existente de agupar divindades. Hadad, o deus do trovão e da tempestade do leste, o deus que fornece a chuva, conhecido pela dedicação que teve perante o povo Libanês, já esteve identificado em Baalbeck como sendo o sol, e a cidade foi chamada de Heliopolis – cidade do sol – nos tempos helenísticos. Naquele tempo os deuses de Baalbeck tinham nomes gregos.

Sob o império Romano eles simplsmente tomaram a civilização Romana, Hadad se tornou Jupiter Heliopolitanus, a grande deusa era chamada de Venus Heliopolitana e o pequeno deus do verão era Mercúrio.

Essa tríade era perticularmente popular, é bem lembrada em Baalbeck. Altares dedicados a tríade heliopolitana foram fundadas não só nas províncias do leste, mas em todo o mundo Romano, de Balkans até a Espanha, País de Gales e Escócia. A popularidade dessa cultura era parte devido ao trabalho das cerimonias místicas devido aos ritos rurais antigos, e o templo de Bacchus podia ter sido construído por uma celebração de mistérios.

Deveria, entretanto, ser enfatizado que detrás dessa tendência para unir cultos, em vez de variar os aspectos das divindades e trocar seus nomes ou representações, o culto à tríade heliopolitana era sempre fenícia na essência, uma essência refletida nos monumentos que você vê atualmente.

O que é mais marcante à primeira vista é, obviamente, o caráter do leste da arquitetura e decoração. “Alguém pode pensar que os monumentos foram feitos em Roma, empacotadas para exportaçãso e implantadas em Baalbeck como um quebra-cabeça jiga.” E ainda, ao contrário da mania de colunas das capitais corintianas, a arquitetura do oeste transparece o ornamento clássico, a parte essencial das antigas tradições ainda presentes.

Está presente nas representações das divindades, uma daquelas que pode ser vista na pré-cortes. Está presente, também, no layout do santuário, pois na sucessão de propylaea, pré-corte e sala de sacrifícios são lembradas no templo em Jerusalém com sua seqüência de cortes para nobres, padres e homens de fé.

A grande corte, contendo a instalação principal do culto, é tipicamente de tradição semita. O templo está à oeste, a própria grande côrte é circulada por colonados corintianos, mas não há paralelos no mundo ocidental para o altar, que possui oito metros de facinante entrada para o templo.

Os tradicionais ritos e cerimônias forçaram os construtores Romanos a aceitar sua posição, e é provável que os sacrifícios nos tetos mencionados na Bíblia aconteciam na plataforma do grande altar. No templo de Bacchus as escadas de cada lado da magnifíca porta podem ter servido para alguma preparação para os rituais. Este templo é a residência de deus ou de sua imagem que não desapareceu nos tempos Romanos.

Baalbeck é mais do que um fascinante grupo de ruínas de uma inspirante majestade. É o local onde o leste e o oeste se encontraram e se fundiram, uma passagem onde diferentes influências e credos se uniram em mutua união, como no Líbano atual.

Beit Eddine

O caminho para Beit Eddine começa na pequenacidade de Damour que jaz na costa, aproximadamente 17km ao sul de Beirut. Cravado na beira do penhasco que domina o vale, o caminho sobre em direção a região Chouf passando primeiramente através de

Deir el Qamar, o conhecido assento do governo.

Logo após Deir el Qamar e uma impressionante colina, aparece o palácio de Beit Eddine. Um belo exemplo da arquitetura oriental de meados do século XIX, o palácio foi construído por Emir Bechir el Chehabi II (1788-1840) que foi por mais de cinqüenta anos não apenas o mais independente e soberano mas também aquele cujo reino foi igualmente caracterizado pela justiça e prosperidade.

Sob suas regras houve um estouro no trabalho público; estradas foram asentadas ou aumentadas enquanto novas pontes foram construídas e outras reparadas. Sua mais espetacular realização, entretanto, permanece sendo o aqueoduto da Safa, uma grande obra cujas águas são regularmente torneadas por neve derretida.

Esse aqueoduto de 14 quilometros foi desenhado para garantir o suprimento de água para a nova capital, Beit Eddine, e para sua construção Emir Bechir designou seu nobres, para que cada um fosse obrigado a fornecer dois dias de mão-de-obra de graça. O resultado de oitenta mil dias de trabalho completou o projeto em dois anos sem utilizar nenhuma verda do Tesouro Nacional.

Desde a Idade Média em diante, o Líbano foi dividido em feldos governados por Emirs ou herdeiros Cheikhs. Em meados do século XVII, Emir Fakhred-Dine II Maan (1572-1634) extendeu seu poder através desses domínios chegando a reinar numa área correspondente ao Líbano atual. Ele transferiu a capital de Baaqline para Deir el Qamar, mas também tinha seu posto governamental em Sidon e Beirute particularmente após o Sultão ter extendido seu poder do norte da Círia até a Palestina central.

No final do século XVII, a dinastia Maan morreu e suas terras foram herdadas pela família Chehab, Emirs of Waditaim. Seguindo os costumes usuais que serviam como base para governo no Líbano, os senhores feudais reconheceram os Chehabs e o Sultão conforme seus investimentos. Seus palácios foram situados em volta da quadra central de Deir el qamar através do século XVIII.

No final do século XVIII, Emir Youssef encontrou-se em dificuldades com os representantes do Sultão, os visinhos pachas. Ele preferiu retirar, e abdicar em favor do Emir Bechir II desde que seus herdeiros não tinham a idade necessária para assumir o posto.

Devido a desentendimentos familiares, o posicionamento do palácio de Deir el qamar, e a extensão de seu poder, emir Bechir II decidiu construit seu próprio palácio em Beit Eddine, uns cinco quilometros de Deir el Qamar.

Propositalmente sitaudo num impressionante vale de rocha massissa, o novo palácio foi extendido em aproximadamente 100 metros em extensão a fim de incrementar o poder de Emir e a glória de seu reino. Seguindo o estilo tradicional, sua aparência externa tem uma rústica simplicidade de uma fortaleza que domina a estrada que cruza as colinas e vales ligando Deir el Qamar a Beit Eddine.

Os jardins do terraço invadiam o palácio enquanto mais jardisn plantados com ciprestes e outras árvores decoravam o parque interior e circulam os vários edifícios. No final do século XVIII, o palácio completo permanecia como residência de Emir até o dia de seu exílio em 1840.Depois da supressão do Emirado em 1842, o palácio continuava por algum tempo a ser a posse de seus herdeiros até que em 1861 ele foi comprado pelo Estado para se tornar a residência do governo de Mutasariff até 1914.

A rota original de acesso pelos cavalos e pedestres não mais é permitida desde o final do século XIX, Mutasariffs deixou-o cair em desuso e construiu uma nova estrada seguindo a colina. Como resultado, o palácio perdeu sua dominante posição pelo qual foi desenhado, e de agora em diante a presente estrada de acesso ruma lado ao pa´lacio permitindo uma verdadeira visão panorâmica.

Depois da guerra de 1914, o palácio foi usado como local administrativo mas em 1930 ele foi declarado como um Monumento Histórico e um grande trabalho de restauração tomou a Direção des Antiqutés.

Em 1943, Cheikh Bechara El Khoury, o Presidente da República, decidiu fazer sua simbólica residência de verão e trouxe de volta em grande pompa e cerimônia da Constantinopla os remanescentes de Emir Bechir que morreram lá em 1850. O trabalho de restauração recebeu então um novo impulso, sendo continuando pelas autoridades parlamentares e executivas.

Depois da restauração, o palácio novamente tomou seu ritmo de vida em três seções principais:

Dar el Baranié, quarto exterior.

Dar el Wousta, o quarto mediano.

Dar el Harim, os quartos privados.

Dar el Baranié

Essaparte do palácio, composta de uma passagem em zig-zag com salas em ambos os lados para a entrada dos guardas foi aberta ao público.

A passagem leva a um pátio de 60 metros onde as pessoas podem encontrar várias reuniões e assembléias, assim como dança e concursos e outras festividades. Desse local, Emir deixaria seu retiro em solene procissão para a guerra ou para a caça.

Ao longo de um lado desta corte estão dois edifícios desenhado para receber os convidados. Era costume no Líbano que qualquer um do posto deveria manter sua casa aberta para qualquer visitante. Os administradores deste quarto não têm o direito de perguntar a nenhum visitante sua identidade ou o propósito de sua jornada antes do final do terceiro dia de sua estadia.

O andar superior totalmente restaurado deste edifício foi transformado em um museu ilustrando o dia-a-dia da época e parrticularmente daquele palácio.

Sepulturas, modelos, armas, documentos e jóias podem ser vistas aqui, datando do início do século XVII até a Primeira Guerra Mundial.

Outras salas de exibição estão sendo preparadas no andar térreo. A entrada para esse bloco é no meio do extremo do pátio.

Dar el Wousta

Essa e a parte remanescente do palácio foram construídas sobre vastos quartos com elegantes sepulcro que leva ao pátio chamado Dar el Kheil, os estábulos.

Aqui havia acomodações para quinhentos cavalos e seus cavaleiros, e os seiscentos guardas de Emir.

Este quarto acima dos estábulos possui uma enorme escadaria dupla e uma entrada decorada com marmore multicolorido e uma inscrição de boas-vindas.

A porta de entrada leva a uma passagem que, por sua vez, leva a um pátio cujas fontes espumantes adicionam charme às arcadas elegantes nos três lados do pátio.

Seguindo a tradição da arquitetura libanesa, o quarto lado da corte permanece completamente aberta para permitir um completo entretenimento e amostra da beleza do interior.

Os apartamentos que se localizam dos lados da entrada para o ministro de Emir, seus secretários e os membros da corte.

Oposto a entrada estão os quartos privados, Dar el Harim.

Dar el Harim

Os apartamentos de Dar el Harim consistem de um andar térro e um primeiro andar menor. Num dos cantos do andar térreo está a sala de recepção principal, com outras salas nos outros quatro lados do pátio onde a música das fontes acrescentam uma nota de vivacidade.

Uma elegante arcada leva ao terraço com uma visão que abraça todo o vale e alcança o mar ao fundo.

O harem foi prolongado por uma complexidade de salas e arcadas que devem ter sido uma tranferência de atividade onde os serventes preparavam as refeições diárias para mais de quinhentas pessoas.

A refeições eram levadas dessas cozinhas para a recepção e salas de estar para serem colocadas em bandejas servidas diante os divãs e sofás dos notáveis e seus visitantes.

Uma outra importante parte de Dar el Harim eram seus numerosos banheiros, cada uma debaixo de uma pequena cúpula e iluminada por janelas de ventilação multicoloridas.

Seguindo a tradição que vem desde a era Romana, as pedras que calçam esses banheiros eram suportadas sobre os pilares e sepulcros com ar aquecido que passava por debaixo, de maneira que a pessoa podia escolher salas com temperaturas que variavam de frio até morno e muito quente.

A recepção principal era usada – antes ou depois do banho – como um lugar para descontração, onde se podia discutir literatura, política ou mesmo apenas ouvir estórias.

Quando o inverno era particularmente intenso nessas regiões montanhosas, se tornava impossível viver nos andares térreos. Por essa razão um completo primeiro andar era construído sobre as cozinhas ao longo dos lados de uma quadra interior coberta por um finamente esculpido e levemente colorido teto.

O Emir costumava fumar seu longo cachimbo numa plataforma salientada num dos cantos desta quadra coberta, cercado por seus parentes e amigos mais próximos. Gerações futuras acreditavam que era daqui que ele tirava sua justiça ou “Mahkamé” na conta do peso dos dias. Na verdade, o Emir sendo a primeira e última fonte da lei, ele exaltava justiça onde quer que estivésse.

Os edifícios de Dar el Harim tem uma vista para a quadra do meio. Sua fachada é a mais rica do palácio tanto pela sua beleza como pela sua arcada, a delicadeza de suas esculturas, a harmonia de suas cores e seus mármores e e alcovas esculpidas.

Uma grande e muito bem decorada porta de entrada dá acesso tanto para a porta de recepção e para Dar el Harim. Nessa bem decorada sala de recepção o Emir costumava encontrar-se com a corte e discutir sobre os negócios de seu reino. Esta sala se encontra em dois níveis, o primeiro tendo um belo chão em forma de mosaico e paredes cobertas com mármore, esculturas e inscrições.

Uma dessas incrições chama atenção pela sabedoria que transparece:

“Zelar pela justiça é a homenagem de um governante para Deus, pois uma hora de justiça vale mais que mil meses de preces.”

Os outros lugares

O Emir tinha três filhos de sua primeira esposa Sitt Shams, que era também uma Chebah mas de um ramo mais velho da família. Ela morreu em 1818 e foi enterrada em um sepulcro com uma cúpula, cercado de ciprestes num canto dos jardins. Quando as cinzas do Emir foram trazidas de volta de Constantinopla, elas foram assentadas no mesmo sepulcro.

Brevemente depois da morte de Sitt Shams, Emir Bechir determinou-se para consolidar seu poder e evitar dar importância para outros ramos de sua família contratando um segundo casamento com uma de suas primas. Conseqüentemente, ele tinha quatro mulheres Circassianas mandados de Constantinopla e casou-se com uma delas que gerou suas duas filhas. Por essa razão, havia três outros palácios e uma residência no interior chamada El Maqsaf em adição ao grande palácio de Beit Eddine.

O seu filho mais velho, Emir Qacem, que era responsável pela Bekaa, construiu um palácio numa área paralela ao grande palácio. Tudo o que permanece desse palácio são os estábulos, que serão restaurados quando a Direção Geral das Antiguidades tenha completado a compra das propriedades vizinhas a fim de criar um museu ao ar livre.

O segundo palácio era para seu filho mais novo, Emir Khalil, que estava geralmente envolvido com operações militares. Esse palácio foi construído numa área que fica ao lado do grande palácio. No final do século XIX, o governo Mutasarrif completou sua demolição e o transformou em um edifício público agora empregado como sede regional do governo.

O terceiro palácio fica acima da vila de Beit Eddine. Ele pertencia ao filho mais novo, Emir Amine, que era responsável pelas missões políticas mais delicadas e deveria substituir seu pai durantes qualquer ausência de Emir Bechir. Esse palácio se encontrava em pobres condições quando o Conselho Nacional de Turismo tomou interesse pelo palácio, com o intuito de criar um hotel de primeira classe.

O hotel completo tinha vinte e quatro salas, sete com salãos privados; a maioria das salas estão no primeiro andar e dão para os terraços e um jardim suspenso. Com o acordo e colaboração técnica da Direção das Antiguidades, o Conselho Natural do Turismo ordenou a restauração e deu nova vida a toda a complexa arquitetura que forma o mais belo e elegante de todos os palácios de Beit Eddine.

Byblos

Byblos é uma das mais cotadas para o prêmio como a mais velha e continuamente habitada cidade. Embora seu ínico esteja perdido no tempo, os estudos modernos dizem que o local tem pelo menos 7.000 anos.

A ascenção e queda de aproximadamente duas dúzias de níveis culturais humanos nesse local o torna um das áreas mais ricas arqueologicamente no país.

Sob a dominação dos faraós egípcios no 3º e 2º milênio AC, Byblios era a capital comercial e religiosa da costa fenícia. Foi aqui que o primeiro alfabeto linear, ancestral de todos os alfabetos modernos (através do Greco e Latino), foi inventado. Ironicamente a palavra “Byblos” não é reconhecida pelos habitantes atuais da cidade.

Por muitos milhares de anos ele foi chamado de “Gubla” e mais tarde de “Gebal”, enquanto o termo “Canaã” foi aplicado para a costa em geral. Foi os gregos, algum tempo mais tarde 1200 DC quem deram o nome de “Fenícia”, referindo-se a área da costa. E eles chamaram a cidade de “Byblos” (Papiro em grego), por causa que esse centro comercial era importante para o comércio do papiro.

Hoje Byblos (Jbail em árabe) na costa a 36km ao norte de Beirute é uma próspera e moderna cidade com um coração antigo; uma mistura de sofisticação e tradição.

É um lugar próspero com edifícios de vidro e ruas lotadas. Mas dentro da velha cidade, remanescentes dos árabes e Cruzados da época medieval são a marca do passado. Para uma verdadeira sensação de Byblos, passeie pelas ruas e passagens. Essa parte da cidade é a coleção de velhas paredes que constituem as propriedades e intrigantes ruínas. Não hesite em explorar – se acontecer de você invadir a propriedade de alguém, o povo hospitaleiro terá prazer em mostrar-lhe as redondezas.

Próximo estão os restos escavados da antiga cidade, os castelos e igrejas dos Cruzados e a velha área do marcado. A área das escavações é supreendente pela parede com a entrada para o castelo dos Cruzados. Para conseguir uma boa visão da magnitude, e complexidade do local, ou escale para o topo do castelo ou caminhe pela periferia pelo lado de fora da parede e identifique a grandeza dos monumentos.

Depois de visitar o local, uma rápida e interessante introdução ao passado do Líbano pode ser encontrado no Museu de Cêra perto do castelo. Aqui as figuras de cêra ilustram as paisagens da história e a vida rural do país. Há uma mosdesta taxa de entrada.

Com seus muitos restaurantes, bares, lojas de souvenir e hotéis, Byblos está totalmente preparada para os turistas.

Os Cedros, este buquê de árvores milenárias cujo nome foi ao longo de toda a história sinônimo do Líbano, constituindo um dos importantes lugares de turismo libanês. Pode chegar até este lugar através de Bekaa ou a partir do litoral.

A primeira estrada parte de Deir al- Ahmar e serpentei sobre os flancos da montanha oferecendo uma surpreendente vista sobre o vale. Com a altitude, mesmo no verão, o ar torna-se mais fresco e se pode ver alguns escoamentos de neve que persistem fazendo as cores de uma zebra na paisagem.

Chegando na crista da montanha, um olhar sobre o outro flanco oferece uma vista excepcional sobre um gigantesco círculo que abraça a floresta de cedros, a estação do esqui e as gargantas do Vale de Kadisha no meio de um vasto panorama que se estende até o mar. Esta estrada não pode ser utilizada durante o inverno pois a mesma fica fechada pela neve.

A Segunda estrada, mais direta, parte de Chakka em direção a Becharré. A prtir de lá, duas estradas conduzem aos Cedros que não são longe, cerca de sete quilômetros aproximadamente. A estrada antiga, conhecida por suas curvas estreitas permite também chegar até a estrada da Gruta de Kadisha. A nova estrada, em melhor estado, permanece aberta durante todo o inverno. Mas qualquer que seja a estrada que se utiliza a paisagem é sempre majestosa especialmente quando a neblina começa a levantar dentro dos vales.

Chegando, encontra-se hotéis, chalés, restaurantes e night-clubs que contribuem para o movimento na aldeia ao longo de todo o ano: as pessoas fogem do calor e da umidade do litoral no verão e praticam esqui no inverno.

Os Cedros propriamente ditos estão após um quilômetro adiante. A estrada que conduz até eles é cheia de lojas de lembranças e de restaurantes. Ela conduz também a estação de esqui situada a 2.066 metros de altitude e continua do outro lado do cume para o Bekaa.

Os Cedros na História

Os Cedros atuais não atravessaram impunemente a história. São com efeito restos da imensa floresta primitiva que compreendia também ciprestes e carvalhos e que cobriam todo o Líbano.

Sempre mencionado na Bíblia e em outros testos antigos, o Cedro teve um papel importante na cultura, no comércio e nos ritos do Oriente antigo. Sua exploração intensa iniciou-se no III milênio a. C. quando cidades do litoral, como Byblos começaram a fazer comércio com o Egito. No decorrer dos séculos sua madeira fazia parte do tributo imposto às cidades canano-fenícias.

Os Fenícis as utilizavam largamente para a construção de suas frotas. Salomão encomendou uma granbde quantidade ao rei Hiram de Tyro para a construção de seu Templo. Sénnacherib, rei da Assíria, declarou mesmo Ter subido até o lugar mais alto do Líbano e cortado seus maiores cedros e seus mais belos ciprestes, Nabucodonosor se vangloriava também de Ter abatido cedros gigantes com suas próprias mãos nas montanhas do Líbano.

Particularmente apreciado por seu perfume, sua resistência e o tamanho de seus troncos, os cedros tinham um papel importante na construção de barcos, de túmulos, de palácios e tetos de templos. Os egípcios utilizavam o óleo para a mumificação e a resina como produto de calafetagem.

No decorrer do século II a. C., o imperador Adriano procurou proteger certos exemplares da floresta.

Então foram registrados sobre os rochedos para definir as reservas florestais do imperador que compreendiam quatro espécies: o cedro, o cipreste, o genevrier e o carvalho. Hoje, aproximadamente, 200 registros estão catalogados e permitem tentar uma reconstituição da floresta antiga. Infelizmente estes registros que quase sempre continham indicações de tesouros caiam nas mãos dos camponeses que os deterioravam de maneira irremediável.

A proteção de Adriano foi de curta duração. AS árvores foram cortada para serem usadas no aquecimento, fabricação de carvão e alimentação de fornos. Durante a Idade Média, as florestas foram invadidas por clareiras para abrir espaços para a agricultura.

A floresta foi rapidamente submetida a uma exploração intensiva por parte dos Otomanos no decorrer do século XIX. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela tornou-se a fonte principal do aprovisionamento em madeira no momento da construção da linha ferroviária que liga Tripoli a Haifa pelas tropas britânicas.

Os Cedros

Da imensa floresta de cedros que cobria o Líbano, restaram apenas algumas florestas isoladas. Mas estas florestas majestosas que crescem em uma altitude de 1500 a 2000 metros quase sempre em locais rochosos de acesso difícil, continuam a excitar as imaginações.

Ao do Líbano Norte são as florestas da reserva natural de Horsh Ehden, de Hadath al-Jubbeh, menos acessível é de Tannourine. No Monte Líbano, são os cedros que crescem nos cumes que domina a cidade de Jaj, perto de Laklouk e do Monte Barouk na “Caza” de Chuf. Esta última floresta é constituída de belas árvores, com cerca de 350 anos, bem protegidas e em excelentes condições. Existem florestas também no Chuf, as que dominam as cidades de Maasser al – Chuf e de Zin Zhalta.

De todas estas florestas, a mais célebre é a de Bcharré, chamada de Arz ar-Rabb “Cedros do Senhor”. Estas árvores são as mais antigas entre todas as dos cedros do Líbano e permitem fazer uma idéia da estatura e da magnitude destas árvores que fizeram reputação do Líbano na antigüidade; 375 entre elas são centenáriasm, quatro chegam a 35 metros de altura e 12 a 14 metros de diâmetro. Seustroncos são retos e seus potentes galhos se estendem perpendicularmente como enormes leques.

A mais venerada das ancestrais, esta floresta contem milhares de árvores mais jovens que foram recentemente plantadas a fim de garantir a sobrevivência do patrimônio nacional. Lembramos, entretanto, que o cedro é uma árvores que cresce lentamente e que precisa quarenta ans ao menos para começar a dar grãos produtivos.

A exemplo do resto do patrimônio os cedros de Becharré necessitam de cuidados e proteção. Em 1876 a rainha Vitória da Inglaterra dava uma atenção particular a esta venerável relíquia ordenando cercar os 102 hectares da floresta, afim de protegê-la contra os predadores naturais, particularmente os rebanhos que comem as mudas.

Mais recentemente em 1985 uma “Associação dos Amigos da Floresta dos Cedros” foi fundada. Ela se propõe a reparar os estragos que os homens ou a natureza fizeram a estas árvores. A floresta foi assim limpa dos detritos e de sua madeira morta, seu solo foi fertilizado e suas doenças foram tratadas. Foram também feitos caminhos a fim de facilitar o acesso e evitar outros estragos.

No meio da floresta está uma pequena capela construída em 1843 e colocada sobre a proteção do Patriarca maronita. Todos os anos, 6 de agosto, na festa de Transfiguração (‘Id ar- Rabb ou Festa do Senhor) ela se transforma em centro de peregrinação onde afluem gente de todas as regiões libanesas.

A floresta dos Cedros pode ser visitada todos os dias, salvo às segundas-feiras.

Uma pequena quantia é cobrada na estrada.

Guias orientam a visitais dos turistas.

Esquiar nos Cedros

A estação de esqui dos Cedros é excepcional pelo seu panorama e a qualidade da neve. Dispie de um antiteatro natural e aproveitando da altitude, suas pistas são praticáveis durante cinco meses por ano, entre dezembro e abril.

Começou a se esquiar nos Cedros nos anos trinta, época da Dominação, quando o exército francês abriu na proximidade da floresta uma escola de esqui cujos pavilhões pertencem hoje ao exército libanês.

A telecadeira instalada em 1953 não funciona mais, mas as principais pistas estão equipadas de cinco remontadores em T. Existem também quatro pistas para crianças equipadas de remontadores. Lojas locais garantem aos esquiadores, instrutores profissionais e equipamentos necessários.

Na estação de esqui há também lanchonetes, hotéis e restaurantes, a “cidade”dos Cedros ou o burgo de Bcharré, 15 minutos mais abixo, oferece maiores facilidades.

A região dos Cedros

Os Cedros estão situados em uma região de grande interesse natural e histórico. Do cume da moontanha que os domina, e que esta a mais de 1000 metros de altitude, menos de 30 minutos são necessários para descer até o colo do Vale de Kadisha, situado a menos de 1000 metros de altitude. Região de torrentes, fontes, cascatas e outras formações naturais, está repleto de capelas e eremitérios e também de aldeias cuja hospitalidade foi sempre legendária.

Se você tem tempo…

É possível fazer um agradável passeio nas aldeias situadas na encosta do Vale de Kadisha. A partir de Quat, a primeira aldeia que se encontra sobre o flanco sul do Vale é a de Hadath al – Jubbeh. Esta aldeia data do século VI da era cristã, oferece um panorama esplêndido sobre o Vale de Kadisha.

Após Hadath se encontra Dimán, residência de verão dos patriarca maronitas depois do século XIX. O sítio sobrepuja o mosteiro de Kannubine, uma das mais antigas residências patriarcais. Delá um caminho escarpado conduz ao fundo do Vale.

Não longe de Dimân se encontra Hasrun, aldeia construída no penhasco do Vale que é caracterizada pelas suas habilitações cobertas de telhas vermelhas, suas igrejas antigas e seus jardins. E mais um caminho escarpado conduz a várias pequenas capelas e ermitagens no colo do vale.

A partir de Bqorqacha, uma estrada conduz a Bqâ’Kafra, uma aldeia pitoresca situada a aproximadamente 1.600 metros de altitude e conhecida por Ter visto nascer em 1828 o célebre são Charbel. O fecho do Vale é dominado por Bcharré, pátria de Gibran Khalil Gibran.

Deixando Bcharré, a estrada continua seguindo sempre o desenho de ferradura, em direção à Hadchit, aldeia no flanco acima da falésia que domina a garganta do Vale. A aldeia conserva ainda seus antigos bairros, suas ruelas, suas casas tradicionais e algumas de suas igrejas antigas. De lá um caminho conduz até o colo do vale onde se encontram ainda antigos erimitérios rústicos decoraddos de pinturas medievais.

Os visitantes desejosos de lembranças em madeira de cedro são convidados a parar em Blawza antes de continuar para os Cedros. Esta pequena aldeia, situada não longe de Hadchit é também um excelente ponto de partida para os caminhos para os pedestres que levam até Dimân ou a Deir Kannoubin no colo do vale. A partir da antiga estrada que leva a Bcharré aos Cedros, um caminho à beira do penhasco conduz até a Gruta de Kadisha de onde nasce uma forrte cascata que atinge sua força máxima na primavera. Esta gruta, ornamentada de camadas calcárias e iluminadas e acessíveis aos visitantes.

Subir sobre o mais alto cume do Líbano

Pode-se chegar aos 3088 metros do monte Kournet as – Sawda à pé ou por meio de veículo com tração nas quatro rodas.

Uma boa jornada a pé é necessária para ir e voltar. Andando duas horas ao longo da talecadeira chega-se a uma pequena cabana. De lá uma hora andando em direção norte chega-se ao cume. No caminho encontra-se neve ainda do inverno anterior e também planntas espinhosas.

Para se chegar mais facilmente ao cume pode-se usar a estrada com veículos com tração nas quatro rodas. Ela começa em Dahr el – Qadib o ponto mais elevado da estrada que leva dos Cedros a Yammouneh no Bekaa.

A partir do cume marcado de um triângulo metálico toda a costa do Líbano é visível. Com bom tempo pode ver mesmo a ilha de Chipre.

Um almoço Insólito!

A partir de Cedros, um passeio permite chegar do outro lado dos cumes em direção ao Vale de Bekaa, lugar chamado Uyun Orghoch. Lá em um campo de fontes onde se criam trutas estão localizados restaurantes em forma de tendas.

Não é necessário geladeira para guardar os peixes frescos: as águas congeladas do lugar são suficiente para congelá-los. Na primeira e no início do verão serve-se o Sarak (bebida típica libanesa) com cubos de neve e não com cubos de gelo.

Ehden

Ehden é uma grande e próspera cidade com um clima prazeiroso, bons restaurantes e muitas quedas d’água. Sua principal praça é um local popular de encontros para residentes nas tardes quentes de verão.

Entre as coisas mais importantes para serem vistas em Ehden está o corpo mumificado de Youssef Karam, herói nacional do século XIX que permanece inalterado na igreja da aldeia. Nas proximidades está Deir Mar Sarkis que possui diversas pequenas capelas, as mais antigas datando do século XIII e XIV.

Há também a antiga igreja de Mar Mema, Santo Mamas, construída no século XVIII. Mais acima se encontra Saydet el Husn (Nossa Senhora da Fortaleza), que foi provavelmente construída sobre as remanescências de um antigo edifício. Daqui você possui uma ótima visão da selva dos Cedros e do vale que se extende até Tripoli.

Horsh Ehden, uma reserva natural a 4km de Ehden foi estabelecida em 1992. Essa é uma zona protegida por suas centenas de espécimes botânicas indígenas únicas incluindo árvores raras e plantas. Ela também abriga algumas poucas espécimes de animais selvagens do país.

Beirut

Beirut, com seus milhões de habiltantes, transmite um senso de vida e energia que é imediatamente aparente.

Esse dinamismo é reforçado pela posição geográfica da capital: uma grande proeminência saída do mar azul com montanhas dramáticas por detrás. Com um passado venerável, a cidade se localiza no local de uma antiga povoação há pelo menos 5.000

anos atrás. Seu nome apareceu em uma antiga inscrição que data de antes do século XIV A.C. Em seu primeiro século, Berytus, como era chamado, se tornou uma colônia romana e sob as regras romanas foi o palco da famosa Escola da Lei que persistiu por toda a era Bizantina.

Mas o poder e a glória de Berytus foram destruídas por uma catastrofe tripla de um terremoto, maremoto e incêndio em 551 AD. No século seguinte as forças árabes tomaram a cidade e em 1110 ela caiu na mão das Cruzadas.

Beirut permaneceu na mão das Cruzadas até 1291 quando ela foi conquistada pelos Mamelucos. O poder otomano co eçou em 1516, perseguindo por 400 anos até a derrota dos turcos na Primeira Guera Mundial. O Mandato Francês assumiu desde então e em 1943 o Líbano ganhou independência.

Até recentemente a maioria das descoberta arqueológica em Beirut foram acidentais. O final da guerra em 1991 proporcionou oportunidade para uma mais compreensiva e científica investigação. Abaixo da arruinada área da cidade que está em reconstrução, jazem numerosos remanescentes dos Otomanos, Mamelucos, Cruzados, Abbassid, Ommayad, Bizantinos, Romanos, Persas, Fenícios e Canaanites. A cidade é extremamente dotada de numerosas estruturas medievais, mesquitas e igrejas.

Aqueles que apreciam o melhor em corrida de cavalos vão gostar da pista de corrida de Beirute onde todos os domingos cavalos da pura raça árabe correm. O Clube de Golfe de Beiruteestá também aberto para visitantes para que possam utilizar o circuito dos 9 buracos, piscinas, quadras de squash e tênis por uma quantia moderada. Ao longo de toda a costa de Beirute se encontram muitos e complexos pontos turísticos, praias e clubes aquáticos com muita diversão e esporte para

oferecer. Você pode querer experimentar o tradicional banho turco na Al-Nouzha, a última casa de banho pública operante. Localizada em Basta Tahta, ela oferece uma verdadeira visão da velha Beirut. Embora não esteja no estilo tradicional, o cerrado é autêntico. Saunas e massagens são comodidades lá encontradas para ambos os sexos.

Restaurantes especializados em comida libanesa oferecem a chance de esxperimentar essa cozinha tão bem conhecida por sua autenticidade. Uma grande seleção de restaurantes estrangeiros servem pratos de todo o mundo surpreendendo pela elegância e sabor que você procura. A vida noturna em Beirute não pára. Você pode conhecer alguns dos lugares mais tradicionais or optar pelos super-sofisticados clubes noturnos. Diga o que você quer e com certeza encontrará nas liojas e ruas comerciais de Beirute.

Arte tradicional, alta , moda, joalheria ou necessidades diárias são todas fáceis de encontrar. Compras mais tradicionais podem ser feitas na área do Mar Elias, Rua Hamra, Rua Rashid Karame, Achrafieh e Furn Al-Shebback. Pechinchadores serão tentados a ir ao Bourj Hammoud e basta-Tabta.

Cavernas de Jeita

CAVERNAS DE JEITA, ESCULPIDAS PELA ÁGUA E PELO TEMPO

Poucas cavernas no mundo alcançam tamanha extensão quanto as cavernas de Jeita. Nessas cavernas e galerias, conhecidas pelo homem desde os tempos paleolíticos, a ação da água criou verdadeiras catedrais escondidas entre os vales florestais do Monte Líbano.

Geologicamente, as cavernas são uma rota de escape para o rio subterrâneo que é a principal fonte de abastecimento do Nahr el-Kalb (Rio do Cão).

Localizadas há 20 quilômetros ao longo da auto-estrada do Norte de Beirute, um grande sinal indica que à direita da vila de Zouk Michael, justamente atrás do túnel.

As cavernas se encontram em dois níveis. As galerias baixas, descobertas em 1836 e abertas ao público em 1958, são visitadas de bote. As galerias superiores, abertas em Janeiro de 1969, podem ser vistam à pé.

O marco da inauguração das galerias superiores aonteceu com a presença do artista libanês e escultor Ghassan Klink, um show foi organizado na caverna com muita música eletrônica composta pelo francês Francois Bayle. Outros eventos culturais também aconteceram neste local inusitado, incluindo um cncerto do compositor alemão Carl-Heinrich Stockhausen em novembro de 1969.

Jeita continuou sendo a popular atração até os recentes conflitos libaneses que forçaram o seu fechamento em meados de 1970. Sob a iniciativa do Ministro do Turismo, uma companhia alemã, “Mapas”, foi cha,ada para renovar e re-equipar suas facilidades com as mais modernas técnicas e operarações complexas. Em 6 de julho, 1995, sua beleza natural foi novamente aberta ao público.

Redescobrimento de Jeita

O descobrimento moderno do rio subterrâneo de Jeita data de 1836 e é atribuída ao Reverendo William Thomson, um missionário americano que se aventurou 50 metros dentro da caverna. Alcançando o rio subterrâneo, ele soltou um tiro com sua arma e o eco resultante o convenceu de ter encontrado a caverna de principal importância.

Em 1873, W. J. Maxwell e H.G. Huxley, engenheiros da Companhia de Água de Beirute, e seu amigo Reverendo Daniel Bliss, Presidente do Colégio Protestante Sírio (futura Universidade Americana de Beirute) exploraram essas cavernas. Em duas expedições que aconteceram em 1873 e 1874, eles penetraram 1060 metros dentro da gruta principal, fonte de Nahr el_kalb que abastece Beirute com água. Eles finalmente foram parados pelos “Hell’s Rapids”, onde o rio fluia em torrentes sobre as rochas.

Como todos os exploradores, Dr. Bliss, Sr. Maxwell e os outros engenheiros não puderam resistir em marcar seus nomes e o ano na “Coluna Maxwell”, um grande pilar de 625 metros na entrada.

Aproximadamente 200 metros adiante, no denomindao “Pantheon”, eles escreveram seus nomes e detalhes de sua expedição num papel, selaram-no numa garrafa e a colocaram no topo de uma estalagmite.

A ação da água impregnada pelo limo cobriu a garrafa com um filme branco, que a fixou permanentemente na rocha.

Entre 1892 e 1940, outras expedições tomaram lugar, a maioria realizada por Ingleses, Americanos ou exploradores Framceses. Essas tentativas os levaram a uma profundidade de 1750 metros.

Desde 1940, os exploradores Libaneses, principalmente os membros do Speleo-Club of Lebanon fundada pelo primeiro espeologista libanês Lionel Ghorra, foram ainda mais fundo dentro da gruta de jeita. Suas explorações metódicas revelaram o grande sistema subterrâneo das galerias superiores e inferiores que agora é conhecida pela sua profundidade que cha a 9 quilômetros.

As galerias superiores, descobertas em 1958 pelos espeologistas libaneses, requiriram uma grande escalada de 650 metros sobre a entrada do rio subterrâneo.

Ao todo, 2130 metros desta galeria foram explorados.

Dentro da Caverna

No verão você pode visitar ambas, as galerias superiores e inferiores, enquanto aprecia a refrescante temperatura dentro da caverna. A seção inferior está algumas vezes fechada no inverno quando o nível da água sobe, mas as extensas galerias superiores estão abertas durante o ano inteiro.Planejada para aproximadamente duas horas de visita, que inclui um passeio de barco através das galerias inferiores, a visita às galerias superiores é feita à pé ou através de uma apresentação.

AS GALERIAS INFERIORES

Esta parte da caverna trás até você um beleza subterrânea de milhões de anos. A viagem de 600 metros feita a barco no lago subterrâneo é apenas um exemplo do sistema que foi explorado e que possui cerca de 6910 metros.

A primeira impressão é a do som da água e do frio. O sussurar da queda d’água na entrada dá lugar ao profundo silêncio que é encontrado dentro da caverna.

AS GALERIAS SUPERIORES

A aproximação destas galerias secas através do túnel de concreto de 120 metros prepara você para o surpreendente mundo adiante.

Formada a vários milhões de anos antes da galerias superiores, esta seção mostra o que o inteiro sistema da caverna esra antes das condições geológicas concretizarem o que se vê atualmente.

Por 650 metros você é levado por diferentes níveis na caverna, contemplando as esculturas de pedra e outras formações. Talvez a mais dramática visão é a dos canyons e dos grandes vãos que levam mais de 100 metros de profundidade.

Sidon

SIDON NA HISTÓRIA

Sidon é uma das poucas cidades que sobreviveu ao tempo e a fúria do homem. Há evidências que Sidon era habitada desde 4000 a.C., e talvez até antes dos tempos neolíticos. Ela foi duas vezes destruída em guerras durante o sétimo e quarto século antes de Cristo, e novamente destruída durante um terremoto no sexto século depos de Cristo.

Como a maioria das cidades fenícias, Sidon foi construída numa ilha que se tornava refúgio durante as incursões armadas do interior. Ela ganhava de todas as outras cidades fenícias devido a sua saúde, iniciativa comercial e significado religioso. Na altura do Império PErsa (550-330 a.C.) Sidon fornecia a Persia um grande poder territorial, com navios e tropas necessárias para lutar contra os egípcios e os gregos. Isso proprocionou a Sidon e seus reis um posição altamente favorável durante esse período.

Os persas mantiveram em seu poder Sidon e foi lá que o Templo de Echmunn foi construído. A cultura de Mithra sobreviveu até depois de Constantino, o Grande, acabar com o paganismo. O Mithraeum de Sidon só escapou da destruição porque os seguidores de Mithra fecharam a entrada para o santuário subterrâneo. As evidências suportam a crença de que o santuário está atrás das fundações do Arquebispado Greco-Católico.

Manufatura de vidro, a mais importante produção de Sidon, foi conduzida a tão vasta escala que a própria invenção do vidro foi atribuída à cidade.Também vigoriosa é a produção de tinta púrpura. Sidon também foi famosa pelos seus antigos jardins e seu porto.

Como outras capitais fenícias, Sidon sofreu a depredação de uma sucessão de conquistadores. No final da era persa, ela não resistiu as forças superiores do imperador Artaxerxes III, os desesperados sidonianos fecharam seus portões e preferiram lutar do que se entregarem aos invasores. mais de 40.000 morreram nas chamas.

Logo depois, em 333 d.C., a cidade desimada estava muito fraca para se opor a triunfal marcha que veio pela costa de Alexandre, o Grande. A cidade tinha o status de república nos dias da dominação romana (64 a.C. – 330 d.C.) antes de passar para as mãos dos bizantinos e, em 667, da Arábia.

No século XV, Sidon era um dos portos de Damascus. Ela foresceu ainda mais durante o século XVII quando foi recosntruída por Fakhreddine II, quando o dirigente do Líbano foi forçado a proteger o porto de Sidon das forças turcas. Sob sua proteção, um número decomerciantes franceses lá estabeleceram seus negócios para aumentar o comércio entre a França e Síria.

No começo do século XIX, Sidon caiu na obscuridade. Se tronou parte geográfica do Líbano e, depois da Primeira Guerra Mundial, quando o Império Otomano foi dividido em esferas de influência pelos aliados. O Líbano continuou sendo uma colônia francesa até a sua independência em 1943.

Sidon Hoje

Sidon é a terceira mais importante cidade libanesa, e é o assento do governo para o distrito do Líbano do Sul. A seção residencial da cidade continua a aumentar dentro das plantações de banana e orquídeas que limitam a cidade.Sidon, como é vista atualmente, é tida como tendo esse formação durante o fim do período cruzado, quando se extendeu para o norte onde o Templo de Echmunn fica.

O CASTELO DO MAR

O Castelo do Mar é uma fortaleza construída pelos cruzados em meados do século XIII numa pequena ilha conectada às terras principais por uma fortificada ponte.

Ele é um dos muitos castelos ao longo da costa que os cruzados construíram para proteger o porto e fornecer segurança para a atracagem que trazia suprimentos do resto da Europa.

A fortaleza consiste principalmente de duas torres conectadas por uma muralha. Nas paredes externas, colunas romanas trançadas, uma construção comum para a fortificação das fortalezas nos tempos romanos. A torre a oeste está desconectada das outras duas; a torre a leste perdeu seu andar superior. Mais uma parte do castelo foi incluída durante a celebração da visita do Rei São Luís a Sidon.

Antigos documentos mostram uma grande beleza da fortaleza, mas pouco resta da arquitetura e escultura que uma vez houve ali. A destruição de todos os castelos do mar foi ordenada depois da queda do Acre pelos mamelucos para prevenir que novamente os cruzados se apoderassem da costa.

O Porto

O Castelo do Mar dá de cara com o canal do norte do porto, agora utilizado apenas por barcos pesqueiros

Nos tempos fenícios, o canal do norte do porto era o local mais seguro de todos os quatro portos de Sidon. Ele era protegido noleste por um recife natural. As facilidades do porto consistiam de um porto interior que protegia os navios no inverno e um porto exterior que era usado no verão.

OS SOUKS E KHAN EL FRANJ

Não muito longe de Sidon, está uma pitoresca souk de Sidon e o Khan el Franj, um dos muitos khans construídos por Fakhreddine II durante sua regência para acumular comerciantes e mercadorias. Aqui o khan era tradicionalmente um grande retangular pátio com uma fonte central, cercado por galerias cobertas.

O Khan era um centro econômico ativo para a cidade. Mais tarde, no século XIX, o khan de Sidon era casa do consulado Francês, uma escola, um convento e uma pequena taverna e um pequeno museu.

O terraço oferece uma clara visão do porto e do Castelo do Mar.

Sidon é famoso pela variedade local de doces que podem ser vistos sendo preparados nas lojas do velho souk como nas novas áreas comerciais. A especialidade particular de Sidon na conhecida “Sanioura”, um grande e delicioso bolo que dá água na boca.

Trípoli

Tripoli (Trablos), a 85 quilômetros ao norte de Beirute, é a capital do Líbano do Norte e a segunda cidade do Líbano. É uma cidade de hospitalidade legendária onde o presente se ajusta à história e onde as atividades econômicas trepidantes se duplicam de um estilo tranqüilo de vida. Tripoli encerra inúmeros vestígios entre os quais uns quarenta monumentos datando da maioria do século XIV e que foram registrados no inventário dos monumentos históricos .

Se inúmeras uma dezena de mesquitas mamelucas e otomanas, o mesmo tanto de “madrassas”, escolas corânicas e um certo número de “Khans” ou pousadas de caravanas e “hammams” ou banhos públicos, que perpetuam a disposição das termas romanas e bizantinas. Quanto aos “suks” ou mercados, eles constituem com os “khans” um espaço onde os alfaiates, ourives, perfumistes, curtidores, fabricantes de sabão e de outras profissões se reagrupam dentro de um ambiente que quase nada mudou depois da Idade Média.

História do Líbano

Ainda que as fontes históricas e alguns vestígios arqueológicos permitem hoje afirmar que Tripoli existia já no século XIV a.C. a história da cidade não pode ser seguida com relativa precisão a não ser a partir do século IX antes de nossa era. No decorrer desta época os Fenícios estabeleceram sobre a ponta ocidental da quase ilha um promontório, que ira tornar-se na época persa a sede de uma conferação grupando Sidonianos, Tirianos e Aradianos. A cidade dotada de portos naturais e protegida por uma série de ilhotas frente à margem, comandava uma das vias militares e comerciais mais importantes da região.

No decorrer da época helênica, sob os sucessores de Alexandre o Grande, Tripoli serviu de base naval importante e chega ao fim desta época com uma certa autonomia. Mas é sobretudo no decorrer da época romana que a cidade atinge o seu apogeu de desenvolvimento e passa a contar com numerosos monumentos.

Esta cidade florescente foi todavia destruída em 551, no decorrer da época bizantina, por um verdadeiro terremoto e um gigantesco maremoto.

Pouco depois de 635 Tripoli tornou-se uma importante base naval sob os Omaiades. Ela no entanto chegou a uma certa independência sob os Fatimidase tornou-se um centro cultural de grande reputação.

No início do século XII, Tripoli foi cercada pelos Cruzados que a ocuparam em 1109. A cidade sofreu então grandes danos que afetaram particularmente a rica biblioteca de sua “Casa da Ciência” com suas milhares de obras.

No decorrer da época dos Cruzados, Tripoli foi a capital do Condado que trazia o seu nome. Ela caiu em 1289 nas mãos do Sultão Mameluco Kalaun que deu ordem para acabar com a cidade antiga, situada na quase ilha de Al-Mina e de construir uma nova mais no interior do terreno aos pés do Castelo franco. É então que começa a construção dos monumentos que dão hoje a cidade seu estilo próprio.

Sob os Otomanos, entre 1516 e 1918, Tripoli guardou sua prosperidade e numerosos são os monumentos da cidade que pertencem a esta época.

Escavações Arqueológicas

Os vestígios antigos de Tripoli não foram submetidos a uma atividade arqueológica sistemática pelo fato de que estão sob as construções modernas de Al-Mina. As escavações empreendidas nesta zona permitiram todavia colocar em dia uma parte do cais, antigo porto sul e de uma necrópole do fim da época helênica. Uma escavação efetuada no interior do Castelo permitiu por outro lado descobrir um certo número de vestígios datados da Idade do Bronze e do Ferro, assim como das épocas romana, bizantina e fatimida.

Alguns Lugares a Visitar

O Castelo

A igreja Saint – Jean du Mont-Pèlerin (São João do Monte-Peregrino)

A Grande Mesquita

Mesquita Taynâl

Mesquita Al – Mu’allak

Mesquita Madrassa Al-Burtasiyat

Madrassa Al-Kartâwiyat

Madrassa At-Tuwashiyat

Khankah

Hammam ‘Izz ed – Dine

Hammam el – ‘Abd

Hammam al – Jadid

Khan al – Khayyatine

Khan al – Misriyyine

Suk al – Haraj

A Torre dos Leões

Tripoli Hoje

A moderna Tripoli, com aproximadamente 500.000 habitantes, se divide em duas partes: Al-Mina, que compreende a zona do porto, recobre a cidade antiga e a cidade de Tripoli que compreende a cidade medieval, construída aos pés do Castelo, com seus monumentos históricos. É em volta deste núcleo que a cidade moderna se desenvolve com suas diversas atividades comerciais, bancárias e lazer.

O setor chamado “at-Tall” dominado pela torre do relógio construída em 1901/2 constitui o centro de Tripoli. Fazer compras significa necessariamente uma visita aos velhos suks onde se acumulam os produtos e mercadorias para consumo diverso. Mas Tripoli é sobretudo conhecida por seu suk de jóias, suas doceiras típicas, seu sabão a base de óleo de oliva. seus narguiles e sobretudo por seus objetos de cobre cinzelado

Zahle

Esta cidade de telhados avermelhados é idealmente situada sobre os primeiros contrafortes do Monte Sannine, na beira da planície do Bekaa, a 945 metros de altitude. Se as montanhas vizinhas no inverno estão cobertas de um branco manto de neve, o clima no verão é fresco e seco. O centro da cidade se estende sobre dois afluentes do rio al – Bardawni, com a antiga cidade sobre as elevações do afluente oeste, enquanto a zona comercial ocupa o afluente leste..

Na extremidade norte da cidade, o vale é chamado de Wadi el Arayesh (o vale das parreiras), célebre por seus restaurantes ao ar livre a beira do rio, é com orgulho que os zahliotas chamam sua cidade de “A cidade do Vinho e da Poesia”: mais de 50 poetas e escritores nasceram aqui no século XX e uma grande variedade de vinhos e de “araks” são produzidos na região.

São incontestáveis a reputação cultural de Zahlé e sua primzia comercial e administrativa na Bekaa (que representa 42,27% do território libanês), assim como sua posição de terceira cidade do país (150,00 habitantes). Ela é igualmente um centro agrícola importante, produzindo legumes, frutas, cereais e sobretudo uva.

Isolada do litoral peloMonte Líbano, os zahliotas desenvolveram sua personalidade própria ao longo da História, e seu sotaque árabe particular é imediatamente reconhecido. Quanto à reputação intelectual da cidade, ela deve a uma longa linha de poetas pensadores e escritores que contribuíram para o desenvolvimento cultural do Líbano no seu conjunto.

Zahlé na História

A cidade foi fundada há mais de 300 anos, na região onde os vestígios históricos e pré-históricos datam de vários milhares de anos. No início do século XVIII uma primeira instalação de emigrantes provenientes de Bekaa, do Monte Líbano e do Hauran, se desenvolveram a beira do Bardawni. A nova cidade é dividida em três partes, cada uma com seu governador. No século XIX ela tornou-se o primeiro estado autônomo da região com suas próprias bandeiras e hino.

Ela foi queimada em 1771 e 1791, depois novamente incendiada e saqueada em 1860. Mas sobre o regime do Mutassarifieh, Zahlé reencontrou a prosperidade.

A ferrovia a qual ela foi ligada em 1885 fez crescer sua importância comercial e a cidade tornou-se “porta interior” da Bekaa e da Síria, assim como centro principal de comércio para a agricultura e mercadorias entre Beirute e Damasco, sem contar suas relações com Mossoul e Bagdá . Considera-se que aqui foi fundado o exército libanês. Zahlé continua sempre a Ter um papel importante na vida do país.

Os restaurantes de Bardawni

O rio de Bardawni desce do Monte Sannine e atravessa a cidade de Zahlé. Seu nome é associado a gastronomia libanesa tradicional de ar livre. Os primeiros restaurantes do rio apareceram a mais de cem anos sob forma de simples cafés a beira da água. Com o tempo, as margens do Bardawni ficaram ocupadas por um verdadeiro florescimento de estabelecimentos gastronômicos curiosamente chamados de “cassinos”.

A concorrência é evidentemente feroz e cada restaurante procura atrair o cliente com as fontes, bacias e recantos agradáveis, é aqui que se pode saborear o tradicional “mezze” libanês, em nenhum outro lugar é igual. O pão da montanha é cozido na frente do cliente e os graçons estão vestidos com as roupas tradicionais (sherwal e lebbadé ou fez), se colocam a sua disposição para uma xícara de café bem forte ou um “narguileh” (cachimbo à água).

Sobre os penhascos do Bardawni se encontram os restaurantes de Kaa el Rimm, bem conhecidos igualmente pelos seus excelentes ambientes e pratos.

O vinho e o arak

A associação da cidade de Zahlé com o vinho é célebre pois ela está situada no coração de uma região produtiva de vinho depois da antigüidade. Na entrada sul da cidade, a graciosa estátua de uma mulher personaliza o vinho e a poesia. No norte, as colinas de Wadi Hadi, Harqat, Bir Ghazour e Tell Zeina sóo são cobertos de parreiras que alimentam os estabelecimentos de vinho e arak. Vários de seus vinhos obtiveram reconhecimento internacional pela qualidade comparado aos melhores da Europa. Pode se visitar qualquer uma das cavas vinícolas e mais especialmente a de Ksara que esta cavada no rochedo e conhecida desde a época romana.

As Festas Locais

Cada ano, entre 10 e 20 de setembro, Zahlé organiza seu Festival de Vinho que acontece ao mesmo tempo que o Festival das Flores e que dura uma semana. Em uma atmosfera de carnaval, uma Miss Vinho é eleita em uma decoração floral. Zahlé é igualmente célebre por sua festa de Corpus Christi que data de 1825 quando a cidade doi poupada de doenças contagiosas.

Esta festa é celebrada na primeira Quinta-feira do mês de junho. Com uma iluminação de velas uma noite antes da festa. No dia da festa uma missa é celebrada na igreja Nossa Senhora da Libertação (Saydet el-Najat) seguido de uma procissão dos cidades portanto o “Santo Sacramento” através das ruas.

O que deve ver em Zahlé Um bom exemplo de arquitetura tradicional é a Casa Geha, situada na cidade antiga, é uma residência particular. Seu jardim, suas galeria superiores e o aspecto exterior geral representam a arquitetura do início do século XVII.

Construída pelo Cheikh Khalil Geha, esta casa de 24 compartimentos é ocupada hoje pela sétima geração da família. Um velho túnel de 1400 metros liga a Casa a igreja Santo Elias.

Outras residências particulares situadas na mesma zona como as magnifícas Casas: Youssef Azar, Wadih Skaff, al-Hindi… antigas de alguns séculos e notáveis pelas suas arcadas e jardins.

O antigo Serralho é datado de 1885. Este belo edifício mostra a influência européia sobre a arquitetura local durante o período otomano. Ele serve de sede aos serviços municipais e u museu local é previsto dentro de seus muros.

No início do século XX hotéis começaram a ser construídos em Zahlé para suprir as necessidades de uma atividade turística em pleno desenvolvimento. O hotel Sohat, construído em 1878 foi destruído.

Contudo sobraram ainda três outros que datam deste período: os hotéis América, Akl, e Kadri.

Este último construído em 1906 e teve sua época de glória: ele foi ocupado pelo exército turco em 1914 e utilizado como quartel general e hospital durante a primeira Guerra Mundial. A partir deste hotel que as autoridades do mandato francês, em 1920, proclamaram anexaçãodos territórios que formaram em seguida o Grande líbano.

O Suk Blatt (o mercado calçado com paralelepípido) é uma rua comercial que conduz a parte mais antiga da cidade. É neste suk que uma grande página da história de Zahlé foi escrita. Foi um templo freqüentado por viajantes que circulavam pela Síria, Iraque e a Palestina. Um projeto foi concebido para restaurar este suk e fazer um centro de artesanato.

Haush az Zaraané: Há alguns séculos, este Haush (ou zona mercantil) situado perto do correio sobre o lado esquerdo do rio; era um conglomerado de khans (ou pousada de caravanas) de artes os e butiques.

Os produtos agrícolas e manufaturados eram vendidos aqui, paralelamente às diversas atividades de sapateiros, carpinteiros, tecem artes os de cobre e de couro. Durante o período otomano, Haoush ez Zaraané estava sobre a estrada das caravanas que faziam o transporte dos produtos agrícolas de Bakaa pelo Monte Líbano. Vários antigos edifícios deste Haush existem ainda, com seus tetos esculpidos, suas abóbadas interiores e sua fachadas decoradas. Projetos estão sendo feitos para a restauração.

A Igreja de Saydet el Zalzaly: é ainda mais antiga igreja de Zahlé. Construída em 1700, ela não ocupa mais o centro da cidade.

A igreja Santo Elias: Construída em 1720 é um magnifíco monumentos conhecido pelo nome de al-Mokhallisiah.

O Mosteiro de Saydet el Najat: Construído em 1720, sua igreja possui o maior sino do Líbano. Este mosteiro é conhecido por guardar um ícone da Virgem Maria ofertado pelo rei da Prusia.

O mosteiro de Santo Elias at Tuwak: Construído em 1755 foi renovado em 1880 após um incêndio. Ainda um magnifíco monumento de arcadas.

O Hospital Tell Shiha com seu telhado vermelho, foi inaugurado em 1948. Situa-se sobre a colina do mesmo nome. Este lugar é recomendado para fotógrafos.

O lugar de vista mais espetacular é certamente o que está na altura de 54 metros da torre de Nossa Senhora de Zahlé, a leste da cidade. Um elevadior conduz as pessoas até uma plataforma panorâmica que sobrepõe a cidade e a planície do vale.

Bem em cima está a estátua de bronze da Virgem de dez metros de altura, executada pelo artista italiano Pierroti, enquanto que a base da torre um pequena capela pode receber uma centena de pessoas.

Dispersados em volta de Zahlé encontram-se vários vestígiso que datam da idade do bronze (3000 – 1200 a. C.). Pode-se ver túmulos cravados nos penhascos de Wadi el Arayesh e sarcófagos bizantinos, romanos e cananeus que foram encontrados nas colinas em volta da cidade.

Zahlé possui hoje muitos atrativos, fontes e agremiações: doze hotéis estão em atividade, assim como vários restaurantes e cafés dos centros de diversão, de night-clubs e de cinemas. As atividades financeira e comerciais são sustenmtadas pelo presença de dezesseis bancos e várias sociedades de seguro e de câmbio.

O escritório de turismo, subordinado ao Ministério de Turismo, se encontra no terceiro andar do Edifício da Câmara de Comércio de Indústria e da Agricultura.

Cinqüenta e quatro quilômetros separam Beirute de Zahlé, passando por Sofar e Chtaura. A estrada que passa por Dhur ech-Choueir no Monte Líbano é mais longa. Nos dois casos chega-se a cidade de Zahlé pelo sul.

Aos arredores de Zahlé

Karak Nuh (O túmulo de Noé)

Na região nordeste de Zahlé, o lugar chamado Karak Nuh é conhecido por causa do túmulo de Noé que se encontra perto da mesquita, sobre um importante sítio arqueológico. Esta estrutura tem 42 metros de comprimento por 2,5 metros de largura, a tradição afirma que Noé foi enterrado com os joelhos dobrados!

Blocos de pedra da época romana foram aparentemente utilizados para a construção desta mesquita.

Furzol

Perto desta cidade pode-se ver vestígios de um templo romano; Wadi el Habis (o vale do eremita) que se encontra do lado mais elevado de Furzol, tem túmulos espalhados e santuários romanos e bizantinos. O lugar é fascinante para visitar para os que gostam de andar e assim podem explorar os rochedos abaixo do sítio.

Encontra-se um café com terraço perto das cavas.

Niha

Nesta cidade encontra-se um templo romano restaurado, impressionante pela duas dimensões e o quadro selvagem ao qual ele está situado. Ao lado, um templo menor não restaurado, foi dedicado ao deus sírio-fenício Hadaranes.

A partir de Niha, uma trilha não asfaltada que pode ser percorrida à pé, leva a 300 metros de altura à Hosn Niha (a fortaleza de Niha) onde se encontram vestígios de dois templos romanos parcialmente preservados.

Taanayel

Esta região agrícola está situada justo ao sul de Chtaura, na beira da estrada de Damasco. Uma visita a este lugar, que pertence aos Padres Jesuítas desde 1860 é uma boa introdução ao conhecimento da agricultura em bekaa. Ela serve igualmente ao ensino aplicado na Faculdade Agrícolda da Universidade Saint Joseph e vende produtos derivados de leite diretamente retirado da fazenda. Um lago artificial incrementa o sítio.

Kfar Zabad e Ain Kfar Zabad

Um caminho partindo desta cidade leva aos vestígios de dois templos romanos situados no cume da colina.

A nordeste do templo, o mais baixo, se encontra a um relevo da deusa Vênus, no local conhecido sob o vocábulo “Bint el malek” ( a filha do rei). Encontra-se também na zona antiga pedreiras e túmulos rudesda época romana.

Para os amantes de aventuras subterrâneas, uma bela gruta (125m de comprimento) pode ser explorada com ajuda de alguns metros de corda: de carro toma-se uma pista não asfaltada (1 quilômetro) que se dirige em direção do contraforte do Anti-Líbano, depois escala à pé (15 minutos) um caminho que leva a entrada da caverna.

Fonte: www.libanoonline.com.br

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