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Ikebana

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Ikebana é a arte japonesa do arranjo de flor , também conhecida como Kado (o “caminho das flores”).

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Etimologia

“Ikebana” é do japonês ikeru ( ”manter vivo”) e hana ( “flor”) . Traduções possíveis incluem “dar vida às flores” e “arranjos de flores”.

Abordagem

Mais do que simplesmente colocar flores em um recipiente, ikebana é uma forma de arte disciplinada em que a natureza ea humanidade estão reunidos. Ao contrário do que a idéia de arranjo floral como uma coleção de arranjo Particolored ou multicolorida de flores, ikebana, muitas vezes enfatiza outras áreas da planta, tais como a sua caules e folhas, e chama a atenção para a forma , linha , forma .

Apesar de ikebana é uma expressão criativa, tem certas regras que regem a sua forma. A intenção do artista por trás de cada arranjo é mostrado através de combinações de cores de uma peça, formas naturais, linhas graciosas, eo significado geralmente implícita do acordo.

Outro aspecto presente em ikebana é o seu emprego de minimalismo . Isto é, um acordo pode consistir em apenas um número mínimo de flores intercaladas entre hastes e folhas. A estrutura de um arranjo floral japonês está baseada em um triângulo escaleno delineada por três pontos principais, geralmente galhos, considerados em algumas escolas para simbolizar o céu , terra e homem e em outros, sol , lua e terra. O contentor é um elemento essencial da composição, e diversas cores de cerâmica podem ser usados na sua construção.

Os aspectos espirituais

O aspecto espiritual de ikebana é considerada muito importante para seus praticantes. O silêncio é uma obrigação durante práticas de ikebana. É um tempo para apreciar as coisas na natureza que as pessoas muitas vezes esquecem por causa de suas vidas ocupadas.

Uma pessoa se torna mais paciente e tolerante com as diferenças, não só na natureza, mas também em geral. Ikebana pode inspirar um para identificar com a beleza em todas as formas de arte. Este é também o momento em que a pessoa se sente proximidade com a natureza, que proporciona relaxamento para a mente, corpo e alma.

História

Ikebana

Origem

Embora a origem precisa de Ikebana é desconhecida, acredita-se ter chegado ao Japão como parte da prática budista quando o budismo chegou ao Japão no século 6. A oferta de flores no altar em homenagem a Buda era parte do culto. Ikebana evoluiu a partir do budista prática de oferecer flores para os espíritos dos mortos. s

Os primeiros estilos clássicos de Ikebana começou em meados do século XV; os primeiros alunos e professores de Ikebana eram sacerdotes budistas e membros. Com o tempo, surgiram outras escolas, estilos mudaram, e Ikebana tornou-se um costume entre a sociedade japonesa.

Fonte: en.wikipedia.org

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Segundo alguns estudiosos, o ato de colocar flores no altar budista deu origem ao ikebana (lideralmente, flor colocada), creditando sua origem ao monge zen-budista Sem-no-Rikyu, conselheiro do xogum Hideyoshi Toyotomi, que também foi responsável pelo Chadô, cerimônia do chá. Outros voltam a 607 d.C, quando uma missão diplomática da China introduziu-o no Japão.

De qualquer forma, foi no século XIV que a oferenda religiosa, sem perder seu significado, passou a ter também um caráter estético, sendo praticado por nobres. O ato de colocar flores poderia ser tão artístico quando fazer uma escultura.

E tanto quanto outras artes, o ikebana tem suas regras que são difíceis de serem compreendidas pelos leigos. Entretanto, o material utilizado é bastante simples. Os principais são as flores e folhas, a tesoura, os suportes (parecem escovas cheios de pregos) e os vasos.

Dependendo estilo são utilizados outros objetos. Existem diversos estilos de ikebana. Só a Associação Ikebana do Brasil tem cadastradas 16 escolas, a maioria com estilos diferentes entre si. Qualquer que seja o estilo, os praticantes de ikebana valorizam o seu aspecto espiritual, onde o silêncio necessário para a concentração na hora de fazer os arranjos, faz o praticante viver aquele momento e apreciar as coisas da natureza, que por si só já trazem muitos significados.

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Estilo Ikenobo

Considerado o mais antigo dos estilos, surgiu em um templo de Kyoto, há quase 500 anos, pelas mãos de Senkei Ikenobo e Senno Ikenobo. Desde então, através de gerações, a família Ikenobo vem desenvolvendo e divulgando a arte do ikebana.

Os primeiros mestres estabeleceram o formato rikka para suas composições. Rikka é o arranjo que herdou o princípio do tatehana, arranjo simétrico, elaborado com devoção aos deuses e aos antepassados. No rikka, os galhos saem do vaso recriando o conjunto da paisagem.

Dois séculos depois, foi criado o formato shoka, e o número de praticantes do ikebana cresceu bastante. Shoka valoriza o vigor e a versatilidade das plantas, quase sempre formando uma meia-lua.

Outros formatos surgiram com o tempo, pois as gerações sucessoras da família Ikenobo adaptaram a arte ao estilo de vida daquele momento. Atualmente, o mestre Sen-ei é o 45º da linha sucessória da família Ikenobo.

Estilo Sogetsu

Um dos mais novos estilos, originou-se pelas mãos de Sofu Teshigahara. Nascido em 1907. Com apenas 25 anos, Teshigahara começou sua escola de ikebana, onde, encarando-a como arte, passou a utilizar-se de todo o tipo de material, e não apenas aqueles oferecidos pela natureza. A primeira exposição individual desse mestre aconteceu em Tokyo, em 1933, quando ele utilizou sucata de metal em sua composição.

Com a convicção de que o ikebana era uma arte, não só para o Japão, mas também para o mundo, Teshigahara procurou divulgar seu trabalho. Assim, personalidades como a rainha Elizabeth II, a princesa Diana, e a senhora Gandhi já freqüentaram aulas da Escola Sogetsu de Ikebana.

Estilo Ohara

A Escola de Ikebana Ohara começou no período Meiji (1867 a 1912). Unshin Ohara chegou em Osaka com a pretensão de se tornar um escultor. Com a saúde precária que tinha, preferiu dedicar-se ao ikebana, já que havia estudado na Escola Ikenobo, cujo estilo considerava demasiadamente rígido e formal.

Na época, com a abertura dos portos ao exterior, o Japão via a chegada de novos tipos de flores do ocidente. Ohara desejou utilizá-los em seus arranjos. Então, ele fez um arranjo diferente sobre um suiban (vasilhame parecido com uma bacia rasa) que ele mesmo criou.

O formato, que ficou conhecido como Moribana, chocou os mestres da época, pois a montagem dos galhos e flores se dava como se estivessem sendo empilhados.

Fonte: www.culturajaponesa.com.br

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