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Turismo nos Emirados Árabes

Dubai se tematiza para chamar a atenção

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Dormir ao lado de peixes no primeiro hotel subaquático do mundo, subir em uma das torres mais altas do planeta ou comprar uma réplica da França ou da Austrália. Há um lugar no mundo que se esforça para agradar a todos.

Com a esperança de virar ícone mundial, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, atual centro do comércio e do turismo da rica região do petróleo no Oriente, está determinada a fazer com que o 1 milhão de moradores e os 6 milhões de turistas que a visitam tenham de tudo e um pouco mais.

“Por que ir à Espanha quando você pode ter a Espanha aqui”, diz o anúncio da empresa que ergue o International City, complexo de prédios em estilo arquitetônico persa, marroquino, italiano, francês e espanhol.

O boom de infra-estrutura é parte do plano dos Emirados Árabes de atrair capital estrangeiro e investimentos para a economia que busca se afastar dos efeitos da queda das reservas de petróleo.

Os projetos dos prédios estão voltados a reforçar a imagem de Dubai como uma cidade jovem, com modernos arranha-céus, e não como um lugar com apelo histórico, natural ou religioso como os vizinhos de Oriente Médio.

Dubai é um dos sete emirados dos Emirados Árabes Unidos, um Estado de 30 anos de idade. Sua localização entre a Ásia e o Ocidente e perspicazes homens de negócio transformaram o que era um posto no deserto em um centro de negócios regional.

O petróleo ajudou a abastecer a mudança, mas agora Dubai está ignorando a natureza e confiando em suas próprias criações para manter a economia rodando.

Apesar do calor severo, da umidade sufocante e da escassez de água fresca, a cidade conseguiu transformar o deserto em verde, guarnecendo suas avenidas com parques e morros verdinhos.

Para quem busca neve, Dubai está construindo uma das maiores pistas de esqui indoor do mundo. Somada a uma inclinação para o não-usual, o desejo de Dubai para brilhar gerou uma coleção de projetos que vão do grandioso às coisas que provocam o riso, como a Chess City, complexo de prédios em que cada um tem a forma de uma peça de xadrez.

Há também a Burj Dubai, aclamada como a maior torre do mundo, que deve emergir no horizonte da cidade em alguns anos.

A incorporadora da torre, Emar, recusa-se a revelar quão alto será o prédio para evitar que alguém queira fazer um maior.

A algumas quadras dali, gruas trabalham sem parar no maior shopping do mundo –o que casa com a fama de centro de compras do Oriente Médio, onde se encontra de ouro a eletrônicos, passando por alta-costura.

É ao longo de sua costa, no entanto, que Dubai pode exercer todas as suas ambições de grandeza. Além do luxuoso hotel subaquático de US$ 500 milhões batizado Hydropolis, a empresa Dubai’s Nakheel está construindo duas ilhas de U$ 1 bilhão cada uma na forma de palmeiras. Elas abrigarão resorts de luxo e alguns casarões.

As ilhas, que ecologistas afirmam já ter afetado a vida marinha em parte do golfo Pérsico, terão um parque subaquático tematizado com peixes tropicais e barras de ouro imitando tesouros.

Planeta submerso

Mar adentro, começaram as obras do chamado “The World” (o mundo), um conjunto de ilhas artificiais que lembra o mapa do mundo. Ilhas com o formato da França ou da Austrália estão entre as opções que estrangeiros podem comprar após a lei que permite que não-cidadãos dos Emirados Árabes Unidos residam em propriedades no país por 99 anos.

Autoridades locais creditam o sucesso de Dubai à sua estabilidade em uma região na qual ataques extremistas são comuns e a burocracia reina. Apesar da prisão de dois membros da Al Qaeda no país nos últimos anos, Dubai é visto como um paraíso seguro.

Emirados Árabes: Dubai vira paraíso de arquitetos e endinheirados

Dubai é um paraíso no deserto para os arquitetos. Dinheiro para projetos arrojados não falta. A cidade é quase toda um imenso canteiro de obras.

Entrecortada por amplas avenidas, Dubai é um dos sete emirados árabes reunidos desde 1971, dois anos após a descoberta de petróleo na região. Um emirado é um Estado governado por um emir, título dos soberanos muçulmanos.

Com a riqueza do petróleo (previsto para esgotar nos próximos anos), os dirigentes estão fazendo do antigo e modesto posto de mercadores um imponente centro de comércio e turismo no Oriente Médio.

Construíram e financiaram a construção de edifícios e hotéis modernos, lançaram competições esportivas internacionais e criaram áreas específicas para atração de visitantes, como o centro de comércio internacional. Para turistas à procura de novas emoções, oferecem esquiar na neve ou passear nas dunas do deserto e usufruir da hospitalidade dos beduínos.

O Mall dos Emirados, com 400 lojas e perfumarias também encontradas em Londres e Paris, tem ainda o Ski Dubai em seu interior, com pistas de esqui dentro de uma gigantesca tubulação que fabrica neve ininterruptamente.

No gigantesco tubulão do Ski Dubai a temperatura está em -2 C, mas nas ruas e avenidas é de 40 C de dia e 31 C à noite.

A Dubailândia, destinada para lazer e entretenimento, com uma área que é o dobro da Disneylândia, em Orlando (EUA), estará completada dentro de dez anos. Em julho, o jornal “El País” registrou nova moda entre os multimilionários de Dubai, para quem iates e Bugattis são coisas do passado.

Esses clientes especiais podem escolher, a preços de 8 milhões a 58 milhões (R$ 20 milhões a R$ 133 milhões), 14 modelos de luxo de minissubmarinos construídos nos Emirados, com um alcance de aproximadamente 5.500 km.

No Departamento de Turismo e Marketing de Dubai dizem desconhecer uma fábrica desses iates submersíveis.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

Turismo nos Emirados Árabes

O setor de turismo nos Emirados Árabes Unidos vem apresentando transformações significativas e importantes ao longo dos últimos anos, conduzindo os EAU ao centro do mapa turístico mundial e tornando a nação tornou-se em um polo de atração turística para vários países do mundo.

Os EAU possuem uma economia sólida, com incentivos permanentes ao comércio e ao turismo, tendo se transformado no mais novo destino para compras e sendo considerado como propulsor da infra-estrutura turística . O pais também possui todos os requisitos favoráveis à indústria turística, como a localização e o clima moderado .

Os EAU se localizam no sudoeste da Ásia , onde sol brilha sempre e o clima moderado prevalece entre os meses de novembro e março, com a temperatura variando entre 26 graus centígrados de dia e 15 graus centígrados à noite. No verão, de junho até agosto, a umidade tende a elevar-se. As lindas praias do país são banhadas por um belíssimo mar de águas mornas .

Além da segurança, estabilidade , passeios prazerosos e compras nos vários shoppings onde se encontram as mais diversas mercadorias de alta qualidade e competitividade, junta-se a tudo isso uma infra-estrutura moderna que proporciona ao visitante serviços de altíssima qualidade nos aeroportos , portos, rodovias, meios de transporte, modernos meios de comunicação e centros turísticos.

Dos moinhos de vento aos altíssimos prédios modernos, os Emirados Árabes Unidos possuem uma mistura única de tradições árabes, valores islâmicos e da cultura moderna da vida cosmopolita. Os turistas irão encontrar nos Emirados Árabes Unidos um pais moderno com arranha-céus, iguais aos existentes nas principais cidades européias e asiáticas.

O turismo nos Emirados Árabes Unidos é caracterizado pela diversificação. Além da esplendida natureza e as praias de areia , existem no pais os parques temáticos , ruínas arqueológicas, shoppings de nível internacional, feiras populares e centros de patrimônio histórico. Também merecem ser vistas as competições tradicionais e populares como o mergulho, a pesca, a corrida de camelos e de cavalos , de barcos a vela ,esqui na areia e outras atrações turísticas .

Cabe destacar que os Emirados Árabes Unidos são o pais das zonas francas, que totalizam oito .A Corporação Nacional para os Investimentos é responsável pelos investimentos nas atividades turísticas ,de entretenimento, de propaganda e marketing tanto a nível interno como externo . Em 2001 , o pais recebeu cerca de 4 milhões de visitantes, e o produto interno bruto deste setor chegou a US$ 7.14 bilhões no mesmo ano.

Diversos eventos, exposições, feiras, festivais e conferencias são realizados nos EAU ao longo do ano e mostram as mais modernas tecnologias em setores diversos,tais como meios de comunicação, defesa, alimentos, moda, e outros. São também realizados eventos culturais e conferencias que tratam de diversos assuntos.

OS PRINCIPAIS EVENTOS E FEIRAS DOS E.A.U.

Os EAU ocupam posição de liderança na realização de eventos e exposições no Oriente Médio. Estas atividades contribuem para atrair um grande número de visitantes e turistas do mundo inteiro, em particular devido a grande reputação que ganhou na indústria de exposições. O governo investe continuamente na melhoria da infra-estrutura e no fornecimento de facilidades para o setor . Os maiores expositores internacionais identificaram nos Emirados Árabes Unidos uma excelente entrada aos mercados da região.

Os principais eventos são:

– IDEX – Internacional Defense Exibition. 
– TRIDEX – Triple International Defense Exibition
– GITEX – Gulf Information Technology Exibition.
– IWME – Internet World Middle East .
– TRICON –Triple International Conference .
– ADIPEC – Exposição e Conferência Internacional de Petróleo de Abu Dhabi. MPGC – Conferência do Oriente Médio para Gás e Petróleo.
– DUBAI AIR SHOW – Mostra Aérea de Dubai .
– MOTOR SHOW : Mostra de Produtos Tecnológicos em Dubai. 
– Abu Dhabi Shopping Festival..
– DUBAI Shopping Festival .
– Dubai Summer Surprises.
– Sharjah Ramada Festival.
– KITE FLYING Festival.

Outras Feiras importantes são realizadas nos E.A.U., tais como:

– Feira Internacional do Livro de Sharjah: Participam desta feira editores de 37 países, e inclui temas como drama, cinema, poesia, música e seminários sobre 
literatura.

– Feira do Livro de Abu Dhabi: É realizada anualmente pela Fundação Cultural, e é considerada uma referência para todos os distribuidores da região.

Informações Úteis

A melhor época para visitar os Emirados Árabes Unidos é nos meses de Dezembro, Marco e Abril para ver o Sharjah Ramadan Festival, o Abu Dhabi Festival for Sales, o Dubai Summer Surprises e o Dubai Shopping Festival. Estes são os meses mais frios e os melhores para explorar os Emirados Árabes Unidos.

Para uma orientação cultural , os Emirados Árabes Unidos comemoram sua Data Nacional no dia 02 de Dezembro, quando são promovidas várias festividades sob os auspícios de Sua Alteza o Sheikh Zayed Bin Sultan Al Nahyan.

Como chegar: De fora do Golfo Árabe: Você pode chegar a Abu Dhabi, al Ain, Dubai, Sharjah e os outros emirados via aérea. Todos os emirados tem aeroportos de categoria internacional e vários vôos fazem escala nestes aeroportos em suas rotas para a Ásia e Europa e vice-versa.

De fora dos Emirados Árabes: Se você estiver num país vizinho, como Omã ou Mascat, é fácil chegar aos Emirados Árabes Unidos via terrestre, devidamente provido de visto.

Clima: Entre os meses de Novembro e Marco, prevalece o clima moderado, com temperaturas que variam entre 26 graus centígrados durante o dia e 15 graus centígrados durante a noite. A umidade tende a se elevar no verão durante os meses de Junho e Agosto.

Duty Free: Os visitantes podem comprar até 2000 cigarros, 400 charutos ou 2kg de tabaco e uma quantidade razoável de perfumes. Varias lojas de Duty Free estão localizadas nos aeroportos internacionais de Abu Dhabi e Dubai.

Alfândega: Não existem restrições para os montantes de dinheiro que podem ser trazidos aos Emirados Árabes Unidos.

Helicópteros: Podem ser alugados em Abu Dhabi, Dubai ou Sharjah. Você só precisa obter uma licença das autoridades para ter acesso aos aeroportos. Os preços variam entre US$ 1200 e US$ 6000 por hora.

Eletricidade: A eletricidade é de 220/240 volts por 50 ciclos.

Água: A água provem das plantas de dessalinizacao e é saudável.

Telefone: Os serviços de telefonia são excelentes.

Televisão: Existem nove canais abertos, com programas falados em árabe, inglês , urdu, hindu e francês. Existem ainda os canais via satélite e a cabo.

Radio: Varias estações de radio fazem transmissão em árabe e inglês durante 24 horas ao dia.

Shopping: Funcional de 9:30 às 13:00 e de 14:30 às 9:30 de Sábado à quinta-feira.

Cartões de Crédito: Os melhores hotéis e restaurantes aceitam cartões de credito, assim como algumas lojas, mas para as compras é preferível o pagamento em espécie.

Cuidados com saúde: Não são exigidos certificados ou imunizações, mas procure se informar junto ao seu agente de viagem sobre a necessidade de imunização contra a cólera e a febre a amarela e faça-o 14 dias antes de sua viagem.

Cuidados médicos: Os Emirados Árabes Unidos possuem hospitais modernos e bem equipados, portanto não se preocupe quanto ao fato de obter a assistência medica necessária.

Reservas em hotéis: As maiores redes de hotéis do mundo estenderam suas cadeias ate os Emirados Árabes Unidos e Abu Dhabi tem tanto hotéis de cinco estrelas, assim como de três estrelas. Existem ainda propriedades particulares próprias para acomodar turistas e viajantes a negócios. Nestes hotéis podem ser encontrados cardápios dietéticos e outros cardápios preparados por chefs da nata da industria alimentícia.

A excelente culinária libanesa pode ser apreciada nos restaurantes, enquanto grandes expoentes da culinária internacional já trabalharam nas cozinhas dos hotéis cinco estrelas. Esta variedade de culinária deve-se a pessoas de 70 etnias que fizeram dos Emirados Árabes Unidos seu lar. Pode-se obter maiores informações pelo site : www.uae.org.ae seção de turismo.

Moeda: Dirham. DH 1,00 = 100 fils / US$ 1,00 = DH 3.67

Roupas: As roupas leves são as mais indicadas, mas leve um casaco para as noites frias de inverno. Existe um certo nível de conservadorismo quanto aos trajes, portanto use os mais discretos, principalmente quando você não estiver na praia ou resorts.

Horário: + 7 horas GMT

Fotografia: São permitidas, apenas peça autorização antes de fotografar as pessoas.

Os Emirados Árabes Unidos desempenham um papel de elo entre as varias culturas. A tradicional hospitalidade, o agradável clima do inverno, e o meio ambiente preservado são complementados por alguns dos melhores hotéis e restaurantes do mundo, o que cria uma atmosfera ideal para o desenvolvimento do turismo.

Fonte: www.uae.org.br

Turismo nos Emirados Árabes

Não é ficção. Com a construção de duas ilhas artificiais, tão grandes que podem ser vistas do espaço, o projeto Palm Island pretende acrescentar qualquer coisa como 120 km à linha costeira do Dubai, aumentando em 166% a costa deste pequeno emirato de 2500 km2 de área total.

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Burj Al Arab, o hotel mais alto do mundo

Baptizadas como The Palm Jebel Ali e The Palm Jumeirah, estas ilhas em formato de palmeira começaram a ser construídas em 2001, estando a sua finalização total prevista para 2007. Até lá, centenas de trabalhadores vão colocar de pé, 24 horas sobre 24, aquela que já é considerada como “a oitava maravilha do mundo”, a competir em popularidade com a Torre Eiffel, o Taj Mahal ou as pirâmides de Gizé.

A ideia é criar um imenso e exclusivo complexo turístico “flutuante” – ligado ao continente por pontes – que ofereça uma qualidade de excepção. Aqui vão nascer cerca de 100 hotéis, 10 000 apartamentos e villas de luxo, vários centros comerciais, restaurantes e cinemas, campos de golfe, sete marinas e inúmeras infra-estruturas de lazer e divertimento. Tudo pensado e realizado ao pormenor.

A ilha Jumeirah, a de menores dimensões e que será concluída já em finais de 2005, terá fins essencialmente residenciais, oferecendo aos seus habitantes (residentes ou não) sossego e tranquilidade. Por seu lado, a sua congénere de maior porte promete ser o paraíso do divertimento e do lazer, estando planeada a construção de vários parques temáticos.

Turismo nos Emirados Árabes
Maquetes e imagens digitais das vilas a construir nas ilhas

E para que tudo isto seja possível, o consórcio liderado pelo Governo do Dubai vai fazer movimentar aproximadamente 4,5 mil milhões de dólares e 100 milhões de metros cúbicos de areia, terra e rochas. Há, sem dúvida alguma, que reconhecer a grandiosidade do projeto. As imagens das maquetes, falam por si.

Destino das Arábias

A imprensa mundial apaixonou-se por este projeto – como já tinha acontecido, aliás, quando o hotel Burj Al Arab foi inaugurado – e tem vindo a divulgá-lo amplamente. E não é para menos. Segundo a Organização Mundial de Turismo, o Dubai é um dos destinos que mais têm crescido e se têm desenvolvido, tanto em número de visitantes como na quantidade e na qualidade dos seus investimentos.

De fato, o pequeno emirato do Dubai – um dos sete que constituem os Emiratos Árabes Unidos -, localizado na costa Oeste do Golfo Pérsico, deu um passo de gigante na última década, assumindo-se como um centro de excelência – ou de luxo, para sermos mais exatos – dos universos empresarial e turístico.

Com projetos de grandes dimensões como este, o Dubai pretende vir a liderar o turismo mundial, passando dos atuais cinco milhões de visitantes por ano para 15 milhões em 2010. É esta, pelo menos, a vontade do Sheikh Mohammed bin Rashid al-Maktoum, príncipe e ministro da Defesa do Dubai, que quer tornar o emirato numa espécie de Hong Kong do Médio Oriente, dotando o território das melhores infra-estruturas do mundo.

O projeto Palm Island é disso exemplo, muito embora já outros planos grandiosos estejam pensados e até com datas de conclusão previstas. Uma pista: em 2008, o ano de todos os acontecimentos no Dubai, haverá novidades.

Um quarto com vista

Regressemos às ilhas The Palm para lhe falar um pouco mais das suas histórias das mil e uma noites. A palmeira Jumeirah possui um tronco com 4 km de comprimento e 17 ramos com o mesmo diâmetro. No tronco principal, por onde se vai fazer a ligação ao continente, vão estar instalados apartamentos, hotéis, lojas, restaurantes e duas marinas. Por sua vez, nos braços de terra vão ser construídas habitações com 28 estilos arquitetônicos distintos, entre eles o veneziano, o mediterrânico, o gótico e o escandinavo.

Em todo o seu redor, exemplo também seguido na ilha Jebel Ali, está a ser erguido um braço de areia com 11 km de extensão, denominado como Crescent Island e que, além de funcionar como proteção face às marés, contará com 40 boutique hotels de cinco estrelas, recriando os ambientes de países como Marrocos, México, Grécia e Bali.

Também com o especial cuidado de nunca danificar os fundos marinhos da costa, vai ser criado um paraíso para os mergulhadores, duplicando o ambiente subaquático de regiões como o Mar Vermelho, as Maldivas e o Belize.

A 22 quilómetros da primeira ilha, fica a Palm Jebel Ali, “a palmeira do lazer”. Com cerca de 15 km de comprimento total – 40% maior do que a sua irmã gémea -, terá à disposição três marinas instaladas no seu “tronco”, um espaço que vai também ser partilhado por hotéis de luxo, habitações, restaurantes, parques de diversões, seis marinas e uma “aldeia marinha” que emerge do primeiro oceanário do Médio Oriente.

Seguem-se 1060 villas construídas sobre estacas e suspensas acima do nível das águas transparentes e cálidas – o clima subtropical do Dubai, em que a chuva é rara, proporciona temperaturas ambiente nunca inferiores a 10º no Inverno e sempre acima dos 40º no Verão. Vista de cima, esta estrutura ostenta um verso árabe que diz: “Sê sábio como os sábios. Nem todo o que monta é cavaleiro.”

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Emirate Towers

O mercado, por sua vez, já começou a fazer as suas aproximações, com cadeias internacionais como o Hilton, o Marriot, o Metropolitan ou o Sheraton a mostrarem intenção de ali instalarem unidades da marca.

Aliás, um dos maiores investidores e promotores da Palm Jumeirah é o conhecido empresário kuwaitiano Jassim al-Bahar, proprietário do Sheraton Algarve Hotel & Pine Cliffs Resort, no Algarve, cujo modelo de gestão vai ser aplicado no Dubai.

Turismo nos Emirados Árabes

Ao que tudo indica, e de acordo com informações facultadas pelos promotores, quem mais tem vindo a investir neste projeto têm sido os europeus. Estes investidores, assim como os respectivos familiares e staff, vão ter automaticamente direito a visto de residência enquanto forem proprietários de posições contratuais no projeto Palm Island.

Para tal, no entanto, terão de desembolsar mais de 400 mil euros para adquirir uma casa com cerca de 350 m2, de tipologia T2. Os valores podem ascender a somas superiores a um milhão de euros, quando falamos de uma villa com cinco a sete divisões e 650 m2 de área total de construção.

Um destino exclusivo somente ao alcance de um restrito número de comuns mortais e que pretende pautar-se pela discrição. É que, apesar de entre os proprietários já se contarem algumas celebridades, nomeadamente David Beckham, o “galático” futebolista do Real Madrid, os seus investidores são essencialmente anónimos, como os 20 portugueses – dados fornecidos pelos promotores – que já compraram posições na primeira ilha a ser comercializada.

O Homem quer…

… e a obra nasce. Prova disso é o fato de outros ambiciosos projetos estarem na manga das autoridades do Dubai. Para não falar daqueles que já são uma realidade, destacando-se, a título de exemplo, o mais alto hotel do mundo, o Burj al Arab, com 321 metros, construído, como parece ser tradição no Dubai, sobre uma ilha artificial e inaugurado em 1999. Ou as Emirates Towers, em que uma das torres (a outra é um hotel) ostenta o título de mais alto edifício de escritórios do Médio Oriente e da Europa, com os seus 355 metros de altura.

Como a ambição quebra qualquer barreira, outros projetos vão em breve ganhar forma. Um deles chama-se The World, e deverá situar-se a cinco quilómetros da faixa costeira deste pequeno emirato árabe. Um retiro luxuoso e, prometem, paradisíaco, que se vai elevar no meio das águas do Golfo Pérsico com a forma do mapa-múndi.

Nada mais nada menos do que a terra miniaturizada ao mais ínfimo pormenor. Acessível apenas por barco e sem qualquer ligação terrestre, The World pretende representar em 223 ilhas todos os países, povos e continentes. Estima-se que este arquipélago artificial, que começou a ser construído no final de 2003, venha a estar concluído em 2008.

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Maquete do “tronco” da ilha Palm Jumeirah, por onde se faz a ligação ao continente

Também para esse ano prevê-se a finalização do Burj Dubai, um outro edifício que vai seguramente “arranhar” os céus, erguendo-se muito acima de qualquer outro que então ostente o título de mais alto do mundo. Dele apenas se sabe que terá cerca de 200 andares, um hotel, escritórios e habitações.

Tudo o resto vai ser mantido em segredo, nomeadamente a sua altura exata, até ao dia da inauguração. Entretanto, os trabalhos de escavação das fundações do Burj Dubai iniciaram-se este mês, tudo apontando para que, também em 2008, nasça o maior arranha-céus do planeta.

Fonte: www.rotas.xl.pt

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