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Economia dos Emirados Árabes Unidos

Uma grande transformação econômica tomou lugar nos Emirados Árabes Unidos desde a formação do Estado com o uso prudente dos recursos petrolíferos.

Entretanto , embora gás e petróleo constituam o recurso básico da renda pública, o segredo do atual sucesso da economia tem sido determinado pela perseverança e estratégia do governa em diversificar a economia, tendendo para a criação de novos setores produtivos.

Isto tudo, combinado com rendas obtidas com investimentos estrangeiros, significa que a economia dos Emirados Árabes Unidos tem sido relativamente imune aos efeitos das flutuações dos preços de petróleo: o preço em média do barril de petróleo caiu de US$ 18.8 em 1997 para US$ 12.4 ( - 34 POR CENTO) Em 1998. Durante os anos 70 e 80 tal declínio teria gerado a maior recessão da história do país.

Tendências econômicas Gerais 1998

De acordo com o Relatório Anual de1998 do Banco Central dos Emirados Arabes Unidos, o PIB do País teve uma baixa de US$ 49.2 bilhões em 1997 para US$ 46.3 bilhões em 1998( - 5.8%). Apesar do substancial crescimento econômico de vários setores econômicos, esta baixa foi atribuída à redução do valor da produção de petróleo, de US$ 15.5 bilhões para em 1997 para 10 bilhões em 1998, devido a baixa dos preços. Entretanto a contribuição do setor não - petrolífero cresceu de US$ 34,6 bilhões em 1997 para US$ 36,2 bilhões em 1998, com uma alta de 4.7% , aliviando o negativo impacto econômico gerado pelo declínio do setor petrolífero.

O relativo aumento das vendas dos setores atacadista, varejista e de serviços de manutenção foi de 12% em 1998, contra 10,8% em 1997, seguindo um aumento das atividades comerciais em contra partida ao declínio das vendas dos produtos petrolíferos manufaturados. Os setores de serviços e comércio tiveram uma participação de 21.7% no PIB de 1998, ficando em 2º lugar. O setor de serviços do Governo obteve o terceiro lugar com 11.6% de participação, aproximadamente metade da contribuição do setor petrolífero. Isto representa o continuado investimento em educação, saúde e serviços culturais para manter o ritmo com o crescimento populacional.

O atual estado econômico com os serviços do setor de comercio, 10.7%, registrou alta de 5% em 1998 em relação a 1997.

Esforços governamentais para promover o turismo e o comércio refletem-se positivamente no crescimento do setor hoteleiro e de restaurantes com alta de 7.2% em relação a 1997 . Este setor, de acordo com o Banco Central tem sido um dos mais atrativos para investimentos. Avanços nos setores de transporte e armazenamento aéreo, marítimo e rodoviário em conjunto com o desenvolvimento dos meios de comunicação lideraram um crescimento de 5.7% do valor atribuído a este setor em 1998. Instituições financeiras e seguradoras cresceram 6% em 1998 como resultado do crescimento da atividade do setor de bancos e do setor financeiro. Significativos crescimentos foram também registrados no setores de eletricidade , gás e água, este último com crescimento de 11% em 1998, que é considerado o primeiro em termos de crescimento. Isto é atribuído a maiores investimentos de capital direcionados ao aperfeiçoamento e à expansão dos serviços, como resposta ao crescimento do consumo doméstico. O emirado de Abu Dhabi participa com mais da metade do rendimento do PIB nacional, entretanto essa participação caiu de 59% em 1997 para 55.3% em 1998. A participação de Dubai e Sharjah alcançou 27.9% e 9.9% respectivamente, enquanto os outros emirados contribuem entre 0.6% a 2.8%. O declínio do PIB de um lado e o aumento populacional do outro causou a diminuição da renda per capta, que em 1998 era de US$ 17.500 e caiu em 10. 5% em relação a de 1997. Dados disponíveis mostram, por categorias de gastos, que o consumo final chegou a US$ 32.5 bilhões em 1998, um aumento de 4.3% comparado com 1997.

A taxa de consumo final também aumentou de 63.3% em 1997 para 70.2% em 1998. Este aumento foi concentrado, principalmente, na taxa de consumo individual , a qual aumentou 5.1% alcançando US$ 24,7 bilhões em 1998, contra US$ 23,4 em 1997. Isto deve-se, em parte, ao aumento populacional , incluindo demandas de produtos reexportados e aumentos no nível de gastos individuais . De outro lado, apesar da expansão do setor publico, o consumo público aumentou para US$ 7,79 bilhões em 1998 em comparação a 7.6 bilhões de 1997. Isto indica a eficácia do sistema de fiscalização dos gastos públicos.

Contas Públicas de 1998

O Banco Central relatou que as contas do governo (Governo Federal , e cada emirado) tiveram uma redução 24% em 1998, o que eqüivale a US$ 11,6 bilhões de renda, contra US$ 15,3 bilhões de 1997, devido ao declínio nos lucros das exportações, resultante da queda dos preços do petróleo. Taxas de renda ( taxas de consumo, impostos e outras rendas) tiveram uma baixa de 4.8%, chegando a US$ 2.1 bilhões , contando com 18.4% do total das rendas. Durante este período os rendimentos de alfândegas tiveram um aumento de 8.7% chegando a US$ 490 milhões de dólares.

Os gastos públicos registraram um aumento em 1998, alcançando US$ 19.5 bilhões, contra US$ 17.5 bilhões em 1997. Os gastos aumentaram 28.2% alcançando US$ 3.7 bilhões, contra US$ 2.9 bilhões em 1997. A participação de empréstimos e lucros aumentou 30.6% em 1998, alcançando US$ 1.9 bilhões, dos quais 41.2% foram gastos localmente. O substancial declínio da renda do petróleo e do gás, resultante da queda do preço do petróleo e a aderência do país a cota estipulada pela OPEC são os responsáveis pelo aumento dos gastos e os resultados de empréstimos e lucros , tiveram uma grande influencia sobre o déficit, que alcançou US$ 7.8 bilhões em 1998, em comparação com um déficit ajustado de US$ 2.2 bilhões em 1997 .

Balanço de Pagamentos 1998

O Banco Central relatou que o balanço de pagamentos (comércio de produtos e serviços, transferências e fluxos de capitais) dos E.A.U. alcançou um superávit geral de US$ 762 milhões em 1998, comparado com US$ 326 milhões em 1997, apesar da baixa dos superávites de ambos os balanços de comércio e contas correntes . Dados sobre comércio estrangeiro indicam decréscimo pelo segundo ano consecutivo , o balanço de comércio obteve um superávit der US$ 3.16 bilhões em 1998, contra US$ 7.4 bilhões em 1997 (-57.5% ). Exportações e reexportações totalizaram US$ 30.3 bilhões em 1998 em comparação com US$ 34 bilhões em 1997, enquanto registrou- se importações de US$ 27.2 bilhões, superior a US$ 26.6 bilhões em 1997. Os cálculos mostram que o superávit de 1998, US$ 1.77 bilhões , foram bem inferiores aos de 1997, US$ 6.2 bilhões

Tendências Econômicas

As estimativas de crescimento do PIB devem ser de 5.2% em 1999, ou US$ 50.4 bilhões, de acordo com o Departamento de Recursos e Pesquisas de Abu Dhabi, conforme pesquisa feita em Julho de 1999. Este dado é maior do que os dados anteriormente previstos, devido à reformulação dos preços do petróleo e, mais ainda, devido ao crescimento do setor não-petrolífero. O estudo também estimou um crescimento de 2.6 % em 1999, em valores fixos , indo para US$ 43.8.

A renda per capta, em valores correntes, foi estimada pelo estudo em US$ 17.250 em 1999 e a previsão é de 17.300 para 2000. Os rendimentos do governo foram projetados em US$ 14.4 bilhões em 1999, dos quais US$ 9.6 bilhões foram estimados como provenientes das exportações de petróleo. Os gastos foram avaliados em US$ 21 bilhões, resultando num déficit orçamentário de 6.97 bilhões, ou 13.8% do PIB.

Outras previsões de 1999 dizem que o crescimento das importações tende a diminuir, mas os gastos públicos, em ambos os aspectos correntes e capitais, empurrarão a conta para mais de US$ 35 bilhões para o ano de 2000, apesar da redução dos preços dos fornecedores asiáticos. Desta forma, o forte crescimento das exportações e reexportações estimularão o crescimento em 8% entre 1999 e 2000. Os excedentes do comércio estão com uma expectativa de aumentar US$ 7 bilhões em 2000 e os faturamentos continuarão crescendo. O balanço econômico corrente está projetado para crescer US$ 6.8 bilhões em 2000 e a projeção para as taxas do PIB, e um aumento de 13.2%. A força dos preços do petróleo, permitiu um excedente de produção de US$ 10.89 bilhões.

Ao mesmo tempo que os preços do petróleo ganham estabilidade, o Governo emiratense estabelece junto à OPEP a cota de 300 barris por dia. Este acordo elevou os preços em 100% e o preço do petróleo cru nos E.A.U. está projetado para alcançar mais de US$15 em 1999.

Para o novo milênio

As expectativas dos Emirados Arabes Unidos para aumentar sua capacidade de diversificação industrial são bastante possíveis para o novo milênio . O Setor de finanças ganha ênfase e também os setores de comércio e serviços. A globalização encorajará a formação de várias unidades bancárias, enquanto o movimento de emiratização tomará um bom rumo. Tendo investido pesadamente em infra-estrutura desde o estabelecimento do Estado, o governo está encorajando os setores básicos da economia para o desenvolvimento do setor de transportes, comunicação, telecomunicação, energia e portos. O setor privado de investimento na indústria, envolvendo subsídio do governo, implementado por capital estrangeiro e tecnologia possui grandes expectativas para crescer. Novas corporações, estoque de mercado, legislações bancárias, a revisão das leis de atividades econômicas estão fornecendo a eficiência e aparência necessárias para o desenvolvimento da economia.

Fonte: www.uae.org.br

Economia dos Emirados Árabes Unidos

O país saiu da 11ª posição na década de 70, para a 5ª em 1990, para a 3ª no ano 2000 e agora está atrás apenas da Arábia Saudita. Instituições internacionais como o FMI elogiam os avanços econômicos, principalmente a diversificação das atividades. Com o aumento dos preços do petróleo, o PIB dos Emirados deve crescer 10% este ano em termos nominais.

Quando os Emirados Árabes Unidos foram fundados há 34 anos sua economia era insignificante e os setores não ligados ao petróleo estavam apenas começando a se formar, já que o país era altamente dependente das vendas da commodity. Atualmente, a nação do Golfo é a segunda potência econômica no mundo árabe, atrás apenas da Arábia Saudita.

Quatro anos após a formação da federação, a economia do país estava em 11° lugar na região e, em 1990, pulou para o quinto lugar. Em 2000, os Emirados já ocupavam a terceira posição, atrás da Arábia Saudita e do Egito. A segunda colocação foi alcançada no ano passado.

Neste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Emirados deve aumentar em mais 10% para um nível recorde em termos nominais, o que vai permitir que o país possa manter seu status de segunda economia mais poderosa da região.

Isso é resultado de vários fatores, incluindo o aumento do preço e da produção de petróleo bruto e gás natural; um crescimento sólido nos setores não ligados ao petróleo, principalmente serviços e manufaturas; e a grande diversificação econômica impulsionada pelo governo.

O desenvolvimento econômico dos Emirados obteve reconhecimento de várias instituições internacionais, principalmente do Fundo Monetário Internacional (FMI), que está incentivando os sete emirados a seguir adiante com as reformas para minimizar o impacto do petróleo na economia e aumentar ainda mais a participação do setor não-petrolífero no PIB.

Enquanto o órgão acredita que os Emirados Árabes Unidos tiveram um progresso substancial no seu projeto de diversificação, já que alguns setores não-petrolíferos tornaram-se grandes contribuintes no PIB do país, o FMI ressalta que o petróleo ainda representa a maior parte da renda, e que isso deveria incentivar o país a desenvolver mais outros segmentos exportadores.

Em 2004, o PIB dos Emirados chegou ao nível recorde de 328,7 bilhões de dirhans (US$ 89,5 bilhões, pelo câmbio atual), um aumento nominal de 19,7% sobre o PIB de 2003, que foi de 274,8 bilhões de dirhans (US$ 74,8 bilhões). O aumento real do PIB foi calculado em cerca de 10%.

O aumento da renda do país resultou em um crescimento constante dos investimentos, que chegaram a um valor recorde de 81,2 bilhões de dirhans (US$ 22,1 bilhões) em 2004, contra 73,1 bilhões de dirhans (US$ 19,9 bilhões) em 2003 e 62,4 bilhões de dirhans (US$ 17,0 bilhões) em 2002, de acordo com o Banco Central dos Emirados. As exportações também tiveram um pico de 303 bilhões de dirhans (US$ 82,5 bilhões) no ano passado.

Orçamento

Os maiores ganhos com o petróleo também tiveram um forte impacto no orçamento, que teve um déficit mínimo de 855 milhões de dirhans (US$ 232,8 milhões), um dos níveis mais baixos na história dos Emirados. Em 2002 o déficit foi de 29,3 bilhões de dirhans (US$ 8,97 bilhões) e, em 1999, de 29,5 bilhões de dirhans (US$ 8,03 bilhões). Especialistas acreditam, porém, que tais déficits são apenas nominais, já que são financiados com o retorno dos investimentos que o país tem no exterior.

Esse ano pode ser ainda melhor. De acordo com a Agência de Informações de Energia (EIA, na sigla em inglês), do Departamento de Energia dos Estados Unidos, os Emirados Árabes Unidos deverão ter a sua maior receita com petróleo, de quase US$ 40 bilhões, em comparação com cerca de US$ 30 bilhões em 2004. Em 2006 a receita poderá ser ainda maior, já que os preços do petróleo devem permanecer altos, fazendo com que a projeção da EIA seja de US$ 42,7 bilhões.

Quando a economia dos Emirados Árabes Unidos deu um grande salto e as receita do país bateu recordes em 2004, autoridades e especialistas descreveram o fato apenas como um ano excepcional, causado principalmente pelo aumento no preço do petróleo bruto. Agora se fala em um ano ainda melhor em 2005 e provavelmente em 2006.

Outra instituição,um pouco mais pragmática, mas que continua otimista, é o Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de inteligência e da revista inglesa The Economist, que fez uma avaliação para um ano fiscal e econômico recorde para os Emirados em 2005, mas espera uma pequena retração em 2006, mesmo assim com um bom desempenho.

A EIU divulgou suas projeções por volta da metade deste ano e deve publicar novas estimativas no final do ano ou no começo de 2006, já que suas perspectivas para o preço do petróleo ao longo de 2005 estão bem abaixo da média atual, de quase US$ 50,00 o barril.

Outros setores

Mas não foi apenas o petróleo que impulsionou os Emirados Árabes Unidos em uma nova era de crescimento e ressuscitou o período do boom do petróleo de 25 anos atrás. Os setores não-petrolíferos também estão crescendo rápido e atraindo investidores, principalmente o setor imobiliário.

Mas uma vez o FMI reconheceu esse fato. "Uma estratégia de desenvolvimento orientada para fora, um bom histórico em administração macroeconômica e um ambiente propício para negócios resultaram em um crescimento econômico impressionante nos Emirados Árabes Unidos ao longo dos anos. A diversificação econômica avançou rapidamente, apoiada pela crescente participação do setor privado, que fortaleceu a base para um maior progresso social e econômico no período que vem pela frente", diz relatório do Fundo.

O FMI ressaltou que a perspectiva para o médio prazo continua favorável e que o país está em uma boa posição para consolidar os ganhos recentes com os altos preços do petróleo. Mais uma vez, porém, o FMI foi enfático sobre a necessidade das autoridades seguirem adiante com os programas de diversificação da economia, reformas e expansão do setor privado.

"A perspectiva para o médio prazo continua favorável, baseada nas atuais expectativas de que o preço do petróleo continue alto e de que a produção dos Emirados continue aumentando constantemente para mais de três milhões de barris por dia até 2010. O crescimento real do PIB não-petrolífero deve continuar robusto na medida em que a economia ganhe força com a produtividade contínua, com o fortalecimento das reformas estruturais, com a melhora no regime de investimentos e com um ambiente de negócios mais eficiente", diz o fundo.

"A economia dos Emirados deve crescer a uma taxa anual média de cerca de 6,5% em termos reais durante 2005-2006. Além dos preços altos e a grande produção de petróleo, o crescimento industrial será a base da expansão, apoiada por aumentos contínuos, porém modestos, na produção de petróleo, já que os preços altos permitirão que a Opep não imponha cotas mínimas. Quanto às exportações, esperamos que cheguem ao total de US$ 83,4 bilhões neste ano, um recorde pelo terceiro ano consecutivo", diz a Economist Intelligence Unit.

"Acreditamos que as exportações e reexportações de produtos não-petrolíferos irão aumentar, o faturamento com serviços deve ficar mais forte neste ano e no próximo, impulsionado principalmente pelo crescimento do setor de turismo", acrescenta o relatório da EIU.

Em sua avaliação anual sobre os indicadores econômicos e sociais dos Emirados Árabes Unidos, o FMI disse que o crescimento constante do setor petrolífero do país na última década jogou os Emirados no sexto lugar no ranking de exportadores de petróleo bruto, posição que pode ser melhorada quando a produção de petróleo passar de três milhões de barris por dia. Com capacidade de produção em cerca de 2,5 milhões de barris por dia, o país é o nono maior produtor de petróleo bruto do mundo. O Fundo avalia que economia do país deverá ter um crescimento de 7,3% em termos reais este ano.

Emirados consomem US$ 6 bi em pedras preciosas

Esse é o valor que movimenta anualmente o mercado de pedras preciosas e semipreciosas dos Emirados Árabes Unidos. O país tem o maior consumo per capita de jóias do mundo e quer se transformar em um centro internacional de produção e comercialização do segmento.

O mercado de pedras preciosas e semipreciosas dos Emirados Árabes Unidos, país árabe que fica no Golfo, é superior a 22 bilhões de dirhams, o equivalente a US$ 5,9 bilhões ao ano. O gasto per capita com jóias em Dubai, emirado do país, é de US$ 2,5 mil, o maior do mundo, de acordo com informações publicadas no jornal árabe Asharq Alawsat. Os dados foram divulgados pela ministra da Economia do país, Lubna Al Qasimi, nesta semana, em um congresso da Associação Internacional de Pedras Coloridas, em Dubai.

"Os Emirados estão se transformando em um novo centro do mercado global de comércio de pedras preciosas e semipreciosas", disse a ministra. O país é responsável, segundo informações de Lubna, por um terço do consumo de jóias no Golfo Arábico, que é de cerca de US$ 18 bilhões. No mundo, o mercado de jóias é de US$ 146,2 bilhões, pelos quais a população dos Emirados responde por cerca de 4%.

Os Emirados também querem se transformar em um centro de produção de jóias. A fatia ocupada pelo setor de pedras preciosas na economia do país árabe está aumentando. De acordo com a ministra, as exportações de pedras preciosas e semipreciosas do emirado de Dubai ultrapassaram 2,4 bilhões de dirhams (US$ 653 milhões) no primeiro semestre do ano passado, o que representa mais de 28% das exportações totais do período.

De acordo com o diretor executivo do Centro de Commodities de Dubai, Tawfic Farah, os turistas que vistam Dubai gastam, em média, US$ 250 a US$ 300 com itens de joalheria. Na região do Golfo Arábico, o mercado joalheiro cresce 20% ao ano, impulsionado pelo grande movimento de turistas e pelo consumo cada vez maior de jóias. A região do Golfo foi responsável, por exemplo, por 10% do consumo mundial de diamantes em 2006.

Emirados

Os Emirados Árabes têm uma população de 4,9 milhões de pessoas, que cresce cerca de 4% ao ano. O Produto Interno Bruto (PIB) do país é de US$ 150 bilhões e a renda per capita local de US$ 21 mil, segundo informações do site da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. A agricultura responde por 2,3% do PIB, a indústria por 61,9% e os serviços por 35,8%. O petróleo, o alumínio, os alimentos e o turismo são os principais setores que movem a economia dos Emirados Árabes Unidos.

Fonte: www.anba.com.br

Economia dos Emirados Árabes Unidos

Economia - visão geral

Os Emirados Árabes Unidos tem uma economia aberta, com uma renda per capita alta e um superávit comercial anual considerável.

Esforços bem-sucedidos de diversificação econômica reduziu a parcela do PIB com base na produção de petróleo e gás para 25%.

Desde a descoberta de petróleo nos Emirados Árabes Unidos mais de 30 anos atrás, o país passou por uma profunda transformação de uma região pobre de pequenos principados deserto a um estado moderno, com um alto padrão de vida.

O governo aumentou os gastos com a criação de empregos e expansão de infra-estrutura e está abrindo utilitários para maior envolvimento do setor privado.

Em abril de 2004, os Emirados Árabes Unidos assinaram um Acordo-Quadro de Comércio e Investimento, com Washington e em novembro de 2004 concordaram em iniciar as negociações para um Acordo de Livre Comércio com os EUA, no entanto, as negociações não avançaram.

Zonas de Comércio do país Grátis - oferecendo 100% de propriedade estrangeira e zero de impostos - estão ajudando a atrair investidores estrangeiros.

A crise financeira global, o crédito internacional apertado, e deflacionados dos preços dos ativos restrito a economia em 2009.

Autoridades dos EAU tentou amenizar a crise, aumentando a despesa e aumentando a liquidez no setor bancário.

A crise atingiu Dubai mais difícil, pois estava muito exposto aos preços imobiliários deprimidos reais.

Dubai não tinha dinheiro suficiente para satisfazer suas obrigações de dívida, o que levou preocupação global sobre a sua solvência.

O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos e de Abu Dhabi comprou os bancos maiores ações.

Em dezembro de 2009 Dubai recebeu US $ 10 milhões de empréstimo do emirado de Abu Dhabi.

A dependência do petróleo, uma grande força de trabalho expatriada e crescentes pressões inflacionárias são desafios significativos a longo prazo.

O plano estratégico da UAE para os próximos anos, centra-se na diversificação e criando mais oportunidades para os cidadãos através da melhoria da educação e aumento de emprego no setor privado.

PIB (paridade de poder de compra)

271.200.000 mil dólares (est. 2012)
260.700.000 mil dólares (est. 2011)
247.800 milhões dólares (est. 2010)
Nota: Os dados estão em 2.012 dólares

PIB (taxa de câmbio oficial)

361,9 bilhões dólares (est. 2012)

PIB - taxa de crescimento real

4% (2012 est)
5,2% (2011 est)
1,3% (2010 est)

PIB - per capita (PPP)

$ 49.000 (est. 2012)
48.500 dólares (est. 2011)
$ 47,500 (2010 est)
Nota: Os dados estão em 2.012 dólares

PIB - composição por setor

agricultura: 0,8%
indústria: 56,1%
serviços: 43,1% (2012 est)

População abaixo da linha de pobreza

19,5% (2003)

Força de trabalho

4337000
Nota: expatriados respondem por cerca de 85% da força de trabalho (est. 2012)

Força de trabalho - por ocupação

Agricultura: 7%
indústria: 15%
serviços: 78% (2000 est)

Taxa de desemprego

2,4% (2001)

O desemprego, os jovens entre 15-24 anos

Total: 12,1%
masculina: 7,9%
feminino: 21,8% (2008)

Renda familiar ou consumo por percentagem

10% mais pobre: NA%
10% mais rico: NA%

Investimento (bruto corrigido)

28,5% do PIB (est. 2012)

Orçamento

receita: 130.300 milhões dólares
despesas: 113.800 milhões dólares (est. 2012)

Impostos, taxas e outras receitas

36% do PIB (est. 2012)

Excedente orçamental (+) ou défice (-)

4,5% do PIB (est. 2012)

Dívida pública

40,4% do PIB (est. 2012)
45,9% do PIB (2011 est)

Taxa de inflação (preços ao consumidor)

1,1% (2012 est)
0,9% (2011 est)

Banco Central taxa de desconto

NA%

Estoque de moeda estreito

80,53 bilhões dólares americanos (31 de dezembro de 2012 est)
71,9 bilhões dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

Estoque de moeda

56.710 milhões dólares (31 Dezembro 2008)
49.500 milhões dólares (31 de dezembro 2007)

Estoque de moeda quasi

127.000 milhões dólares (31 Dezembro 2008)
104600000000 dólares (31 de dezembro 2007)

Estoque de meios de pagamento

234.700.000 mil dólares (est. 31 de dezembro de 2012)
224800000000 dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

Estoque de crédito interno

313700000000 $ (31 de dezembro de 2012 est)
293.200 milhões dólares americanos (31 de dezembro de 2011 est)

O valor de mercado das ações negociadas publicamente

$ 93770000000 (31 de dezembro de 2011)
104700000 mil dólares (31 Dezembro 2010)
109.600.000 mil dólares (31 Dezembro 2009)

Agricultura - produtos

datas, legumes, melancias, aves, ovos, produtos lácteos, peixes

Indústrias

petróleo e petroquímica; pesca, alumínio, cimento, fertilizantes, reparo comercial navio, materiais de construção, alguns de construção de barcos, artesanato, têxteis

Taxa de crescimento da produção industrial

3,2% (2010 est)

Balanço de conta corrente

26,76 bilhões dólares (est. 2012)
30.650 milhões dólares (est. 2011)

Exportações

300.600.000 mil dólares (est. 2012)
281600 milhões dólares americanos (2011 est)

Exportações

petróleo bruto de 45%, o gás natural, reexportações, peixe seco, data

Exportações - parceiros

Japão 16,2%, Índia 13,5%, 10,9%, o Irã, a Coréia do Sul 5,6%, Tailândia 5,5%, Cingapura 4,4% (2011)

Importações

220.300 milhões dólares (est. 2012)
202100000000 dólares (est. 2011)
máquinas e material de transporte, produtos químicos, alimentos

Importações - parceiros

Índia 19,8%, China 13,7%, EUA 8,1%, Alemanha 4,6% (2011)

Reservas em moeda estrangeira e ouro

43,77 bilhões dólares (est. 31 de dezembro de 2012)
37,27 bilhões dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

Dívida - externa

158.900 milhões dólares (est. 31 de dezembro de 2012)
156.300 milhões dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

Estoque de investimento estrangeiro direto - em casa

91.560 milhões dólares (est. 31 de dezembro de 2012)
83,36 bilhões dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

Estoque de investimento estrangeiro direto - no exterior

58100000000 dólares (est. 31 de dezembro de 2012)
55,6 bilhões dólares (est. 31 de dezembro de 2011)

As taxas de câmbio

Dirhams dos Emirados (AED) por dólar dos EUA -
3.673 (2012 est)
3.673 (2011 est)
3,6725 (2010 est)
3.673 (2009)
3,6725 (2008)

Exercício fiscal

ano civil

Fonte: www.indexmundi.com

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