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Jordânia

Jordania — Jordan — Jordanie — Jordanien

Nome oficial: Al-Mamlaka al-Urdunnyia al-Hashimiya.
Capital: Amã (Amman).

Nacionalidade: jordaniana.

Idioma: Árabe é a língua oficial. Inglês e francês também são faladas.

Religião: Islamismo 92% (sunitas), cristianismo 8% (1995).
Localização: oeste da Ásia, o rio Jordão faz fronteira com Israel no lado oeste do país.

Características: desertos (80% do território); planalto seco (NO); montanhas (L); depressão do rio Jordão e do mar Morto (O).

População: 5,8 milhões (1997); composição: árabes palestinos 60%, árabes jordanianos 37,7%, circassianos 1%, armênios 1%, chechênios 0,3% (1996).

Cidades principais: Az-Zarqa, As-Salt.

Divisão administrativa: 8 províncias.

Soberano: Abdullah II (desde 1999). Dinastia: Al-Hussein.

Moeda (numismática): Dinar Jordaniano, 1 Dinar = 1.000 Fils. (Jordan Dinars ou Jordanian Dinar).

Código internacional ISO 4217: JOD. Unidade monetária oficial desde 1949.

Sistema monetário: "dinar". Anteriormente, Piastra/Millimes...

Considerada uma das nações mais ocidentalizadas do Oriente Médio a Jordânia possui metade de sua população composta de palestinos.

Apesar disso, o rei Hussein, no poder desde 1952, tem afastado gradualmente o país do confronto com os israelenses; é o país árabe com o qual Israel tem sua fronteira mais extensa.

Quase no meio dela se situa o mar Morto, rico em depósitos minerais e conhecido como a maior depressão do mundo (394 metros abaixo do nível do mar).

Entretanto, a saída navegável para o oceano é assegurada à Jordânia pelo Porto de Ácaba, no extremo sul. Mesmo constituído de desertos em 80% de seu território, o país exporta alimentos para as nações vizinhas.

Maravilhas do Mundo

A Cidade de Petra é a principal atração turística da Jordânia (duas horas de carro da capital Amã), ela abriga o grandioso e imponente templo "O Tesouro" (El-Khazneh).

Com 40 metros de altura e 30 de largura, em sua fachada esculpida com pedra rosada há representações de mulheres, cavalos e soldados... Nas montanhas da região, há cavernas cujos interiores têm rochas coloridas.

Petra tem mais ou menos 2.700 anos, viveu seu apogeu com o povo nabateu na época de Cristo. O sítio arqueológico de Petra têm imensas construções, em sua maioria tumbas, escavadas em montanhas de pedra feitas pelos nabateus - povo nômade que se fixa na região no final do século VII antes de Cristo.

O apogeu do domínio nabateu sobre a cidade, um importante centro comercial, ocorre entre os séculos I antes de Cristo e I depois de Cristo.

Peritos no domínio da hidráulica, os nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água. Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores. Atualmente, os túmulos reais de Petra, o templo, o mosteiro de El-Deir, constituem exemplos impressionantes da cultura do Oriente Médio.

História

Babilônios, persas e gregos impõem sucessivamente domínios na região, originalmente habitada por amonitas, amorreus, moabitas e edomitas. A partir do século VII a.C., a presença mais expressiva é a dos nabateus, povo nômade que constrói uma próspera civilização, beneficiando-se do controle de importante rota de caravanas.

Em 64 a.C. é conquistada pelos romanos, que anexam a região à província da Síria. Segue-se um período em que a província se submete ao Império Bizantino.

A conquista árabe é assinalada pela tomada de Damasco, em 635, e pela de Jerusalém, em 638. O idioma árabe e a religião islâmica passam a ser predominantes na região. No século XVI ocorre a ocupação do território pelos turcos, que o tornam parte do Império Turco-Otomano.

Independência

Com a derrota dos turcos na I Guerra Mundial, a área a leste do rio Jordão, que corresponde aproximadamente ao atual território jordaniano, é incorporada à administração britânica da Palestina.

Em 1920, essa região, transformada em emirado sob o nome de Transjordânia, é oferecida pelos britânicos ao príncipe Abdullah bin Hussein.

Ele proclama a independência da Transjordânia, já formalmente separada da Palestina, em maio de 1923. Somente em 1928 seu governo é reconhecido pelo Reino Unido, que continua a manter o controle sobre as finanças, as Forças Armadas e as relações internacionais do emirado.

A Jordânia foi território turco até ser estabelecida como um mandato britânico, em 1920. Sua independência só é admitida pelos britânicos em 1946. Proclamado rei em 25 de maio de 1946, Abdullah funda a dinastia Hachemita.

Conflitos com Israel

A história contemporânea do país é fortemente influenciada pela criação do Estado de Israel, em novembro de 1947. A Palestina é dividida em dois estados: um árabe e outro judeu. O mundo árabe não reconhece a decisão.

Em maio de 1948, com o término oficial do mandato britânico na Palestina, forças militares egípcias, sírias, libanesas, iraquianas e transjordanianas invadem Israel. Israel vence o conflito em abril de 1949 e amplia seu território.

A Transjordânia também estende seu território com a conquista das áreas palestinas a oeste do rio Jordão, conhecidas como Cisjordânia ou West Bank (parte ocidental do rio Jordão). A cidade de Jerusalém é dividida entre Israel e Transjordânia, que, em junho de 1949, adota o nome de Jordânia.

O rei Abdullah é assassinado por um extremista palestino em 1951, e substituído por seu filho Talal. Este, por sua vez, é afastado pelo Parlamento no ano seguinte, em conseqüência de problemas mentais. Com apenas 16 anos, Hussein, filho de Talal, sobe ao trono em 1952, cargo que ocupa até hoje.

O selo abaixo, emitido em 1952 (Scott: 275), mostra a união da Jordânia, incluindo o lado ocidental do rio. A Jordânia perdeu o lado ocidental para Israel, na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Amparado por assessores ingleses, o jovem rei inicia um processo de aproximação política com o Iraque - à época, outra Monarquia hachemita.

Em fevereiro de 1958, a Jordânia e o Iraque unificam-se, formando a Federação Árabe. Esta é dissolvida cinco meses depois, com o golpe militar que proclama a República no Iraque.

A Jordânia reforça os vínculos com o Ocidente e se torna um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. Em 5 de junho de 1967 eclode a Guerra dos Seis Dias...

Em ataque fulminante, os israelenses derrotam as forças egípcias, sírias, iraquianas e jordanianas. A Jordânia perde a Cisjordânia e as posições que ocupava na cidade de Jerusalém...

Questão palestina

O país começa a receber, após o conflito, o afluxo maciço de refugiados palestinos, colocando em risco o apoio social à Monarquia hachemita. A instabilidade política aumenta com a atuação regional das organizações guerrilheiras palestinas, que formam um poder paralelo dentro da própria Jordânia.

O rei Hussein reage, em 1970, com um massacre de militantes palestinos pelo seu Exército, no episódio conhecido como Setembro Negro. Os sobreviventes são expulsos para o Líbano.

A partir de 1974, as relações jordanianas com os palestinos começam a normalizar-se, quando Hussein defende, na reunião do mundo árabe em Rabat, Marrocos, a OLP e seu dirigente máximo, Yasser Arafat, como únicos representantes do povo palestino.

Em 1988, Hussein renuncia à reivindicação de soberania sobre a Cisjordânia para facilitar a instalação de um Estado palestino no território ocupado por Israel.

Interesses econômicos e pressões de grupos internos (palestinos e muçulmanos fundamentalistas) induzem o rei Hussein a apoiar a invasão do Kuweit pelo Iraque, em 1990, na crise que resulta na Guerra do Golfo.

Em conseqüência do conflito, cessa a ajuda econômica ocidental à Jordânia, que tem de arcar com o ônus do retorno de 300 mil palestinos repatriados pelo Kuweit.

Tratado de paz

As negociações de paz palestino-israelenses, que contam com o papel relevante do governo jordaniano, reabilitam a imagem do rei Hussein diante das potências ocidentais.

Em 8 de novembro de 1993, o país realiza suas primeiras eleições multipartidárias. Os seguidores de Hussein obtêm ampla maioria. Os muçulmanos fundamentalistas, que antes compunham o bloco mais numeroso na Câmara, conquistam apenas 16 das 80 cadeiras.

O ano de 1994 registra um grande momento da política externa da Jordânia, com a assinatura, em 26 de outubro, de um tratado de paz com Israel. O documento encerra 46 anos de beligerância.

Em agosto de 1995, a Jordânia aproxima-se ainda mais do Ocidente ao conceder asilo a 15 oficiais iraquianos e romper com o regime de Saddam Hussein.

Em fevereiro de 1996, o rei Hussein substitui o primeiro-ministro, Sharif Zaid bin Shaker, contrário à aproximação com Israel e ao rompimento com o Iraque, por 'Abd al-Karím al-Kabaríti. A partir de maio, as relações com Israel ficam tensas, após a vitória do bloco direitista Likud nas eleições israelenses.

Em março de 1997, um soldado jordaniano atira contra um ônibus de colegiais israelenses, na fronteira entre os dois países, matando sete meninas...

Selos são emitidos desde 1920.

Até 1918, e durante o Império Otomano na Jordânia, os únicos selos usados foram emissões otomanas.

Entre 1919 a 1920, e durante o último reinado de Faisal, uma nova coleção de selos mostrava o emblema do reinado árabe. O estabelecimento do Emirado da Transjordânia tornou possível a introdução de selos sírios, ao invés dos usados pelo reinado árabe.

Abaixo, o primeiro selo postal data de 1920 (Scott: 1), com valor facial de 1 Millieme (marrom) e remarcado em um selo da Palestina, ele foi emitido durante o mandato britânico.

Após 1922, o país criou a marca postal com o nome de Emirado da Transjordânia. 1923 - Independência. Scott: 73. SG: 98A. Valor facial: 1 m, marrom. Remarcado em um selo da Palestina.

Cinco anos mais tarde, em 1927 (Scott: 145, SG: 159), com valor facial de 2 Mils (azul), o primeiro selo postal com a figura do último príncipe, Abdullah Bin Al Hussein (Amir Abdullah ibn Hussein), foi emitido.

A primeira coleção de selos do país apareceu em 1932, com vários desenhos de monumentos históricos e arqueológicos, também diferentes selos com o príncipe Abdullah I.

Assim continuaram a ser produzidos, comemorando eventos históricos, tal como a declaração da independência em 1946, o estabelecimento do Parlamento em 1947, a união dos dois lados do rio Jordão em 1952 e a coroação do último rei Hussein em 1953.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

Jordânia

JORDÂNIA, AVENTURA SEM LIMITES

Viajar a Jordânia é remontar-se no tempo, e gozar a possibilidade de viver uma aventura numa terra que conserva as marcas profundas de civilizações milenares. Fechar os olhos para sentir o silêncio das vozes da humanidade que descansa misteriosa baixo as ruínas. O viajante terá a oportunidade de visitar lugares que já estavam ali há mais de 10.000 anos, descer até o Mar Morto ou admirar a sedutora paisagem do Vale do Jordão, entrar nos castelos de árabes e cruzados e mergulhar nas páginas da história até o mundo Greco-Romano das místicas cidades da Decápolis onde o esplendor da Grécia e Roma convivem com uma moderna Jordânia cheia de vida com seus Teatros, avenidas de magníficas colunas, templos e banhos.

Nas áridas regiões do meio leste o viajante poderá aventurar-se em desertos e desenterrar os enigmas que guardam suas ardentes areias, ter contato com os beduínos e as tribos nômadas, que acampam suas barracas enquanto que repõe silenciosos seus rebanhos e camelos, e porquê não, seguir as pegadas de Laurence da Arábia.

Porém em Jordânia tem também espaços para relaxar e tomar um banho ao mesmo tempo que se admiram paisagens impressionantes como os arrecifes de corais do Mar Vermelho ou desfrutar dos agradáveis balneários que se encontram em numerosos lugares.

A variedade e beleza de Jordânia se fundem com a tradição de hospitalidade que fará estrangeiro desfrutar desta terra amável e milenária, que goza das modernas estruturas que existem hoje em dia no mundo.

História

Situada entre duas grandes civilizações, a egípcia ao oeste e a mesopotâmica ao leste, o território Jordão foi um ativo ponto de cruze. As últimas escavações encontraram vestígios de civilizações que se remontam as idades da pedra, bronze e ferro. Edomitas, Moabitas e Amonitas, se estabeleceram nestas terras.

Os árabes Nabateos se fixaram no sul e fizeram de Petra sua capital. Nos tempos bíblicos o território Jordão formou parte da Palestina com os nomes de Idumea e Moab. Mais tarde, no século II d.C., foi controlado pelos romanos até a chegada do Império Bizantino.

Os árabes se apoderaram de toda a zona no século VII, o território foi depois conquistado pelas cruzadas que terminaram unindo-se ao reino de Jerusalém. Em 1118 os árabes reconquistaram de novo o país, que passou logo ao domínio de Egito. No século XVI esteve nas mãos dos turcos até que foram derrotados na I Guerra Mundial.

Pelo tratado de Versalhes Grã Bretanha recebeu um fideicomisso sobre Palestina, separada sem mas discussão em um estado árabe e outro judio, e o território que compreendia a Transjordânia, zona criada em 1920 por razões políticas.

Em 1946 o Emirado de Transjordânia foi governado por Emir Abdullah, avó do Rei Hussein, depois de seu assassinato lhe sucedeu seu filho Talal e a este Hussein.

Na guerra da Liga Árabe com Israel, Transjordânia ocupou a porção antiga de Jerusalém e aquele, a nova. Em 1939 a nação adotou o nome de Reino Hachemita de Jordânia. Em 1958 formou junto com Iraque a Federação Árabe. Depois da ocupação por Israel de Cisjordânia (1967) na Guerra dos Seis Dias, perdeu sua parte de Jerusalém e os territórios ao oeste do rio Jordão anexados pelo Estado Israelita.

Nos anos setenta os palestinos, particularmente os pertencentes a Organização Nacional para a Libertação da Palestina (OLP), entraram em uma luta mais ativa contra a ocupação israelense. Naquele tempo Jordânia perdeu amigos em outros países por associar-se a OLP. O mundo associava a OLP com fenômenos terroristas, imagem que só recentemente foi diminuindo considerando finalmente a esta organização como um sério elemento na busca da paz no Oriente Médio.

Na Guerra do Golfo Jordânia pareceu apoiar a Iraque e um grande número de palestinos a Saddam Hussein. A luta deles contra USA e seus aliados, que incluía alguns países árabes, supôs um grande risco para a paz. Ao final do conflito Jordânia evitou o total desamparo e acabou sendo considerada pela comunidade internacional como um país que cooperou ativamente no assentamento do problema.

Jordânia se recuperou do conflito e agora olha seus problemas, o extremismo islâmico e a luta pela democracia. É uma Monarquia Constitucional com sistema parlamentar de duas câmaras. A Câmara Baixa é eleita mediante votação popular. As liberdades de religião, de imprensa, de palavra, de associação e a propriedade privada estão garantidas pela constituição.

JORDÂNIA - SITUAÇÃO E GEOGRAFIA

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Assentado sobre os alicerces da antigüidade o Reino Hachemita de Jordânia, dominado pelo fértil Vale do Jordão, é uma ponte entre o mar e o deserto, o leste e o oeste. Tem uma superfície de uns 98.000 quilômetros quadrados, cobertos na maior parte pelo deserto e a estepe. O rio Jordão corta a meseta na fronteira do oeste, desembocando no Mar Morto. Este rio, o mais importante do país, forma um profundo vale onde se encontram a maioria das principais cidades. É a zona mais montanhosa do país. A partir de ali e até os limites com Síria, ao norte, estão os desertos. Limita ao noroeste com Iraque, ao oeste e sul com Arábia Saudita, ao sudoeste com o Golfo de Aqaba e a oeste com Israel.

FLORA E FAUNA

No deserto, além do místico camelo capaz de suportar a sede como ninguém, podem-se encontrar uma grande variedade de curiosos animais como o zorro do deserto, a rata das areias, lebres e uma infinidade de pequenos roedores. As colinas do nordeste do Mar Morto são o lar do javali, o castor, e a cabra, ainda que também podemos ver gazelas e antílopes na Reserva Natural de Shaumary no leste. No Oásis de Azraq centenas de espécies de aves migratórias se reconfortam numa época do ano, enquanto no Golfo de Aqada nadam uma enorme variedade de peixes tropicais, num vasto e formoso paisagem de coral.

Os bosques de pinos do norte dão passo as ladeiras cultivadas do Vale do Jordão onde domina o cedro, a oliva e o eucalipto. Ao sul em direção ao Mar Morto, a vegetação dá caminho ao barro e as salinas.

Uma pequena parte do país é suscetível de cultivo, e o rebanho também é pobre. A flor nacional de Jordânia é o Íris Negro.

JORDÂNIA - ARTE E CULTURA

O islã proíbe qualquer representação gráfica de seres humanos ou animais, esta particular característica tem dominado a arte em todo o mundo árabe. Apesar de que os artistas jordanos desenvolveram uma pintura figurativa ao estilo tradicional do ocidente fazem já cem anos, os visitantes ainda que se impressionam ao admirar a elaborada finura que exibem os complicados desenhos geométricos que adornam mesquitas e manuscritos, assim como a extravagante caligrafia de língua árabe.

Jordânia se desenvolveu rapidamente entrando em cena a arte, incluindo a artistas femininas de grande categoria, entretanto o terreno literário ao que refere a gêneros modernos como a novela, resulta novo ao mundo árabe e pouco desenvolvido. As primeiras obras começam a aparecer no século XIX. O que caracteriza a esta região é uma tradição poética altamente estruturada e complexa, influenciada pelo Alcorão. Os escritores árabes modernos provêm de um contexto literário muito diferente dos escritores ocidentais.

A música árabe reflete a harmônica conjunção do bom gosto que surge da união de instrumentos ocidentais. A música popular é misteriosa e atrativa, a escutará onde queira que vá.

Os beduínos confeccionam tecidos, sua arte destaca sobre todo na vestimenta das mulheres. O colorido e os vistosos desenhos, que mudam segundo as tribos, são tremendamente cativadores por si só.

JORDÂNIA - LOCAIS TURÍSTICOS

Dividimos o país em 4 zonas. Iniciaremos o percorrido pelo Noroeste, pela cidade de Amman, para continuar por uma breve viajem pelo Castelos do Deserto. Continuaremos até o Mar Morto, para transladarmos depois a Região do Sul, onde encontra-se uma impressionante Petra e a plácida Aqaba.

O NOROESTE

AMMAN

Amman, uma das cidades mais antigas do mundo, é a capital do Reino Hachemita de Jordânia. Foi construída sobre sete colinas, ainda que na atualidade somam ao menos dezenove. A cidade cobre as colinas (denominadas jabal) com um manto de edifícios brancos, bêges e ocres, que lhe conferem um aspecto cromático peculiar e devido a pedras nativas usadas na construção é conhecida por muitos como a Cidade Branca. Possui uma história fascinante: em tempos da Bíblia era conhecida como Rabbath Ammon. A capital dos Ammonitas, corria o ano 1200 a.C. Mais tarde, durante o reinado de Ptolemy Philadelphus (283-246 a.C.) a cidade foi reconstruída e chamada Philadelphia. Quando a conquistou o Rei Herodes em 30 a.C. passou a formar parte do império romano e chegou a ser considerada um membro da "Decápolis" ao ser incluída entre as dez cidades Greco-Romanas do primeiro século antes de Cristo.

Amman é uma dinâmica cidade com uma população de mais de um milhão de habitantes e um atrativo centro comercial e administrativo em constante crescimento. A cidade está coroada pela Cidadela, uma colina em que se encontram vários lugares de grande interesse para o viajante: as ruínas do Templo de Hércules, construído em tempos do imperador Marco Aurélio (161-180 d.C.); o Palácio de Omayyad (720 d.C.) e a Igreja Bizantina, construída ao redor dos séculos VI ou VII e cuja localização está marcado pelas colunas corínteas. Também nesta colina encontra-se o Museu Arqueológico Nacional, que contêm restos dos primeiros assentamentos na região fazem 700.000 anos. Ao pé da Cidadela está o Teatro Romano, construído em 170 d.C. e que conta com uma lotação de 6.000 assentos. O Odeon é um pequeno teatro romano restaurado que se utiliza para concertos. Perto dali o viajante curioso pode admirar no Museu do Folclore e no Museu da Tradição, a ampla gama de artigos que recriam o mundo jordano através dos trajes, objetos musicais, jóias tradicionais etc. Quanto aos artistas contemporâneos jordanos, podemos encontrar seus trabalhos na Galeria de Arte Nacional.

Não podemos esquecer da Nimphaeum, a ornamental fonte dedicada as ninfas da água.

A cidade de Amman é amistosa e segura, se transforma ao tempo em antiga e moderna, ativa e misteriosa. Nela o explorador encontrará um lugar perfeito para percorrer, fazer compras, visitar os restaurantes, cafés, clubes noturnos, e hotéis de todas as tarifas. O Ministério de Turismo que encontra-se na cidade informa ao visitante de todo que ocorre em Amman.

JERASH

Jerash, Gerasa nos tempos antigos, está situada em um formoso vale verde na terra bíblica de Galaad. Um passeio por esta cidade pode-se converter em uma viagem ao tempo. Trata-se de uma das cidades Greco-Romanas melhor conservadas do mundo pelo que é conhecida como a "Pompéia do Leste" e forma parte, como Amman, de uma antiga "Decápolis". Ao aproximar-se a cidade a viajante encontra-se com O Arco de Adriano, a impressionante porta de três arcos, construída para comemorar a entrada do Imperador Adriano na cidade no ano de 129 d.C. Entrando na vila destacam as areias do Hipódromo onde eram realizadas as corridas de carruagens. Ao final do caminho se levanta grandioso o Templo de Zeus, construído em 162 d.C. Ao lado encontra-se o Teatro do Sul, mostra a expansão e prosperidade da cidade a princípios do segundo século, e que conta com uma impressionante acústica, o teatro é utilizado atualmente e pode albergar a 3.000 espectadores.

Ao entrar na Praça Oval e passeando pela Rua das Colunas, ou O Cardo surpreendemos inúmeras ruínas, que constituem assombrosas relíquias de antigas civilizações, como O Fórum, donde costumavam reunir-se figuras públicas.

Uma das mais fascinantes rotas dentro de Jerash é a procissão em direção ao Templo de Artemis. Deixando por um lado a uma igreja bizantina do século VI, que forma parte da procissão, devemos passar por Propylaeum, a porta da catedral, formada por duas colunas. O caminho inclui as escadas que se levantam até a praça do templo onde encontram-se os restos de um altar ao ar livre. Algumas escadas mais, que nos levam através de 22 colunas coríntias para chegar finalmente ao templo de Artemis, filha de Zeus e irmã de Apolo, onde podemos admirar as colunas coríntias que o rodeiam.

Ainda podemos ver, em alguns lugares da cidade, vestígios dos caminhos gastos pelas carroças da época. Dentro desta interessante vila se encontraram restos de assentamentos que datam das Idades de Bronze, Ferro, Helenística, Romana e Bizantina, assim como dos períodos Ameya e Abasida.

A antiga comunidade revive para os visitantes de hoje com noturnos espetáculos de luz e som durante os meses de verão e com o espetacular Festival Anual de Arte e Cultura que se celebra no mês de julho.

Pella é um dos pontos arqueológicos mais importantes da região, cuja maior parte de estruturas visíveis datam das épocas Romana, Bizantina e Islâmica. De comparável importância é a cidade de Umm Quais, conhecida como Gadara na antigüidade. O ponto mais alto de Gadara encontra-se a 378 m sobre o nível do mar, proporcionando esplêndidas vistas sobre a zona norte do Vale do Jordão, o Mar de Galiléia (Lago Tiberiades), a garganta do Yarmouk e os Altos do Golán. Nos dias claros, o pico nevado do monte Hermón se tornam visíveis atrás do Mar de Galiléia e dos Altos do Golán.

Ao noroeste de Gadara encontra-se a antiga Abila, mais rural que as anteriores, onde templos Romanos, igrejas Bizantinas e antigas mesquitas se mesclam entre oliveiras e campos de trigo. As escavações indicam que o lugar estava habitado a 5.000 anos a princípios da idade de bronze e parece ter sido utilizado pelo homem de modo contínuo desde então.

A cidade de Umm el Jimal, situada a borda da árida e preta zona basáltica do noroeste jordano, contrasta com o esplendor do resto das cidade Greco-Romanas da Decápolis. É um dos mais impressionantes e arcaicos monumentos das antigas civilizações. A cidade está cheia dos restos de numerosas casas de basalto negro, assim como de igrejas, um edifício militar Romano e os restos de um forte.

Ao oeste de Jerash, na aldeia de Ajlun, sobre o pico da montanha encontra-se o Castelo de Ajlun, mostra da arquitetura militar Árabe-Islámica do século XII construído 1184 por Izzdin Usama, um dos generais do caudilho árabe Salah-Al-Din (Saladino), e utilizando como base de operações para a expulsão das Cruzadas de Jordânia em 1189.

Mas perto de Amman encontra-nos Iraque el Amir, lugar cuja antigüidade se remonta a 4.000 anos a.C. e aonde o visitante achará uma cidade helénica cuidadosamente restaurada.

MADACA

A cidade dos mosaicos, encontra-se ao sul de Amman. A cidade moabita de Medeba, mencionada na bíblia. Ali se encontraram uma das maiores coleções de mosaicos do mundo, chegando a ter, alguns deles, mais de 1.400 anos. A maior parte dos mosaicos pertencem a época Bizantina e Omeya, de grande prosperidade. Uma das experiências que não deve perder o viajante que chega a Madaba é admirar o magnífico mapa mosaico da Palestina, possivelmente o mais antigo da Terra Santa, que data do século VI e descansa na Igreja Greco Ortodoxa de São Jorge. Na redondeza encontra-se o lugar mais venerado de Jordânia, o histórico Monte Nebo, com uma impressionante vista do Vale de Jordão e do Mar Morto desde onde Moisés observou a Terra prometida e onde se crê está sua tumba.

Na cidade pode-se visitar O Palácio Incendiado, onde recentes escavações revelam a existência de vários mosaicos que decoravam os solos de uma grande residência incendiada na época Bizantina e que depois foi abandonada. As escavações continuam atualmente pelo que muitos dos acessos estão fechados ao público. A Igreja de al-Khadir do século VI e a Igreja da Virgem da mesma época, assim como a Igreja dos Apóstolos são uma visita obrigatória a cidade de Madaba. Sem esquecer do passeio cultural pelo Museu da cidade.

Ao sul da Madaba encontra-se a Fortaleza de Mukawir, a antiga Maquero, construída por Herodes o grande, e que passou depois ao poder a Herodes Antipas. Ali foi preso João Batista e ali é onde ocorreu a célebre dança de Salomé em honra a Herodes, que a obsequiou com a cabeça do Batista para satisfazer seus desejos.

Umm-Er-Rasas é um assentamento murado ao sudeste de Madaba, com uma impotente torre Bizantina de 15 m de altura e os restos de uma igreja adornada com um formoso pavimento da época Omeya.

KERAK

A maior parte da cidade está dentro das muralhas da antiga cidade e dos cruzados e está dominada pelo forte. Kerek está na rota das antigas caravanas que viajavam do Egito a Síria em tempos dos reis bíblicos, e que também foram utilizadas pelos gregos e romanos. O Forte se encontra restaurado. Ainda é possível ver as caixas de águas. O museu está baixando por um trecho de escadas e guarda uma das muitas cópias da estela de Mesha e uma tradução do seu texto.

OS CASTELOS DO DESERTO

Ao leste de Amman, no largo deserto, se encontram misteriosos monumentos históricos: castelos, fortes, torres, banhos, granjas, lugares de descanso de caravanas e palácios fortificados conhecidos tradicionalmente como Castelos do Deserto. Entre eles destacam a beleza dos afrescos e a cúpula zodiacal dos banhos de Qasr Amra, a enigmática fortaleza do Qasr Kharanah, o forte Romano transformado no Palácio residencial Omeya em Qasr-El-Hallabat, o Palácio revestido de ladrilho em Qasr-Musahatta, a inacabada escultura de tijolos de Qasr Tuba, o Oasis Azraq, e o forte Romano Qasr Azraq, utilizando por Laurence da Arábia como quartel general da revolução árabe.

Ao longo da Auto-estrada Real encontram-se dois autênticos castelos das Cruzadas do século XII, Karak e Shobak.

O MAR MORTO

É considerado como o ponto mais baixo do mundo, e se pode chegar pelo leste desde Amman, através de uma curta estrada de 55 km que nos oferece uma paisagem sem igual. O sol cai sobre as águas do Mar Morto enchendo-o de brilho, e a majestuosidade de suas colinas ao fundo convertem este lugar num paraíso único do seu gênero que deleitará ao visitante.

Não existe vida nas suas águas devido ao excesso de sal e minerais, o que em troca, se enche de poderes curativos reconhecidos desde a antigüidade. Nos arredores se encontram as águas termais de Zerqa Ma’ain.

A REGIÃO SUL

PETRA

Petra, a cidade rosada, é considerada como uma das mais belas do oriente. Utilizada como refúgio dos árabes Nabateos, nômades beduínos que procediam do norte da Arábia e a criaram partindo de cavernas nas rochas como cidade fortificada há mais de 2.000 anos, se torna para o visitante o ponto turístico por excelência. Pode-se chegar a cidade caminhando, a cavalo ou em carruagem através do "Siq", uma imensa greta na arenosa Nubia de um quilômetro de longitude. Ao final do passadiço se erguem imensas as colossais ruínas de Khazneh (El Tesouro), utilizado para recriar o filme "Indiana Jones e a última Cruzada". Um dos restos mais suntuosos da antigüidade, com 43 m de altura e 28 de largura, talhado em rocha sólida, partindo de uma lateral da montanha e rodeado de grutas, templos, tumbas e um teatro Romano com 7.000 assentos.

Outros monumentos que não devemos perder são o Mosteiro, Anfiteatro, Qasr el-Bint, câmaras funerárias, salas de banquetes, depósitos e condutos de água, banhos escadas, salas de culto, mercados, portas com arcos, edifícios públicos e ruas pavimentadas.

Nos arredores o visitante encontrará também restos de culturas da Idade da Pedra nas escavações das aldeias de Beidha e Basta, assentamentos dos edomitas bíblicos, e também poderá explorar os restos espalhados da fortaleza dos Legionários Romanos em Udruh.

WADI RUM

Também conhecido como o Vale da Lua, pois seu solo se assemelha a uma paisagem lunar, possui o encanto do deserto, surpreendente por sua beleza natural e formações majestosas do terreno. Tem sido habitado por gerações sendo hoje residência de muitas tribos beduínas que se caracterizam especialmente por sua sincera hospitalidade. Este lugar desafia ao visitante a um safari em camelo ou em veículo 4 x 4 através das suas passagens e reviver assim os dias de Laurence da Arábia, no lugar onde David Lean rodou o filme que narra sua aventura, e como não, convida também aos alpinistas que se atrevem, a escalar seus escarpados picos de granito e arenisca.

AQABA

Aqada constituí um pequeno povoado de pescadores sobre o Mar Vermelho ao sul de Rum. Neste lugar o deserto se transforma em um balneário cálido e ensolarado beirado de palmeiras e montanhas que vão mudando de cor com o passar das horas e enche de formosura refrescado pela brisa do norte envolvido placidamente nas águas do Golfo de Aqaba. O lugar perfeito para terminar a viagem por este excitante país e relaxar para recorda-lo.

Por sua estratégica posição foi ponto de união das rotas da Ásia, África e Europa, o que lhe a dotado de uma rica história. Resulta de especial interesse medieval e arqueológico a primitiva cidade islâmica de Ayla. Não esquecer de visitar o forte de Aqada, construído no século XVI pelo Sultão Mamluk Qansau Al-Ghauri e o museu residência de Sharif Hussein Bin Ali, bisavó do Rei Hussein.

Fonte: www.rumbo.com.br

Jordânia

A Jordânia é um país do Médio Oriente, limitado a norte pela Síria, a leste pelo Iraque, a leste e a sul pela Arábia Saudita e a oeste pelo Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira marítima com o Egipto), por Israel e pelo território palestiniano da Cisjordânia. Capital: Amã.

Nome oficial: Reino Hashemita da Jordânia

Bandeira da Jordânia
Bandeira da Jordânia

Política

A Jordânia é uma monarquia constitucional, baseada em constituição de 1952.

O território que hoje é a Jordânia é parte de uma região historicamente rica. A sua história começa em 2000 a.C., quando os Semitas formaram uma colônia em redor do rio Jordão numa área chamada Canaã. Subsequentes invasores e colonos incluíram egípcios, israelitas, assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, muçulmanos árabes, cruzadas cristãs, turcos otomanos e, finalmente, os britânicos. No fim da Primeira Guerra Mundial, o território que agora compreende Israel, Jordânia, o Banco do Oeste (Cisjordânia), a Faixa de Gaza e Jerusalém foi concedido ao Reino Unido , assim como o controle da Palestina e Transjordânia. Em 1922, a Grã-Bretanha dividiu o controle estabelecendo o semi-autônomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe Hashemita Abdullah, enquanto continuou a administração da Palestina sob um alto comissário britânico. O domínio sob a Transjordânia acabou em 22 de Maio de 1946; em 25 de Maio, o país tornou-se o independente Reino Hashemita da Transjordânia. O tratado especial de defesa com o Reino Unido acabou em 1957.

A Transjordânia foi um dos Estados árabes que se moveu para ajudar os nacionalistas Palestinos à contrários à criação de Israel em Maio de 1948, e tomou parte na guerra entre os estados árabes e o recentemente fundado Estado de Israel. O armistício de 3 de Abril de 1949 deixou a Jordânia com o controle da Cisjordânia e garantiu que as linhas de demarcação do armistício não prejudicariam futuras colonizações territoriais ou fronteiras.

Em 1950, o país tomou o nome de “Reino Hashemita da Jordânia” para incluir as porções da Palestina anexadas pelo Rei Abdullah. Enquanto reconhecia a administração jordaniana sobre a Cisjordânia, os EUA mantiveram a posição que a soberania definitiva era assunto para um futuro acordo.

A Jordânia assinou um pacto de defesa mútua em Maio de 1967 com o Egito, e participou na guerra de Junho de 1967 entre Israel e os Estados árabes de Síria, Egito e Iraque. Durante a guerra, Israel ganhou o controle da Cisjordânia e toda Jerusalém. Em 1988, a Jordânia renunciou todas as reivindicações sobre a Cisjordânia, mas reteve um papel administrativo sob uma colonização final, e o tratado com Israel permitiu a continuidade do papel jordaniano nos lugares sagrados dos muçulmanos em Jerusalém. O governo dos EUA considera a Cisjordânia como um território ocupado por Israel e acredita que o estado final seja determinado através de negociações diretas entre as partes nas bases das resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança da ONU.

A Guerra de 1967 trouxe um dramático aumento do número de palestinos vivendo na Jordânia. A população de refugiados – 700 000 em 1966 – cresceu com outros 300 000 da Cisjordânia. O período que após a guerra de 1967 viu um aumento no poder e importância dos elementos da resistência Palestina (fedayeen) na Jordânia. Os fortemente armados fedayeen constituíram uma crescente ameaça à soberania e segurança do estado Hashemita, e a luta aberta eclodiu em Junho de 1970.

Outros governos árabes tentaram contribuir para uma solução pacífica, mas em Setembro, a continuidade das acções fedayeen na Jordânia obrigou o governo a tomar uma acção para reaver o controle sobre sua população e território. Na luta pesada seguinte, uma força de tanques sírios tomou posições no norte da Jordânia para apoiar os fedayeens, mas foi forçada a recuar. Em 22 de Setembro, ministros do exterior árabes reunidos no Cairo conseguiram um cessar-fogo começando no dia seguinte. Violências esporádicas continuaram, entretanto, até que as forças jordanianas obtiveram uma vitória decisiva sobre os fedayeen em Julho de 1971, expulsando-os do país.

Nenhuma luta ocorreu ao longo da linha do cessar-fogo do rio Jordão de 1967 durante a guerra árabe-israelita de Outubro de 1973, mas a Jordânia mandou uma brigada para a Síria para lutar contra as unidades israelenses. A Jordânia não participou da Guerra do Golfo de 1990-91. Em 1991, a Jordânia aceitou, juntamente com representantes da Síria, Líbano e Palestina, participar de negociações de paz diretas com Israel mediadas por Estados Unidos e Rússia. Foi negociado o fim das hostilidades com Israel e assinado um tratado de paz em 25 de Julho de 1994. Desde então, a Jordânia procura ficar em paz com todos os seus vizinhos.

Fonte: pt.wikipedia.org

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