Tido como um oásis de estabilidade no meio do Oriente Médio, este pequeno reino tenta escapar da imagem do terrorismo de seus vizinhos, que acaba de sombrear sua reputação. A Jordânia sempre foi, entre os países de língua árabe, o mais ocidentalizado.
Embora Petra seja a inegável atração principal da Jordânia, este pequeno país do Oriente Médio tem o poder de encantar qualquer viajante, a despeito do nível de exigência. Para começar, você encontrará vários lugares citados na Bíblia. Um deles é o Monte Nebo, onde Moisés teria visto a Terra Prometida antes de morrer. Outro é nada menos que o lugar onde Jesus Cristo teria sido batizado, que, segundo as descobertas mais recentes, estaria na margem jordaniana do Rio Jordão. Dos romanos, restaram as ruínas de um imenso teatro na capital, Amã, e a impressionante Jerash, uma das mais preservadas cidades dos césares na região. Os cavaleiros das Cruzadas, por sua vez, deixaram o Castelo de Karak. Para relaxar entre uma aula e outra de história, aproveite as praias de Aqaba, no Mar Vermelho, ou as águas salgadas do Mar Morto, 400 metros abaixo do nível do mar - onde boiar, além de divertidíssimo, dizem ser ótimo para a saúde.

Caso você nunca tenha ouvido falar, Petra é uma cidade quase
mítica que permaneceu perdida durante mil anos. Só no início
deste século é que as escavações começaram
a descobrir as fachadas elegantemente greco-romanas esculpidas nas encostas
de seus morros. Para chegar até lá você precisa passar
por um canyon estreitíssimo que serpenteia por dois quilômetros
até que você aviste a primeira e mais famosa das fachadas de
Petra - o Tesouro.
A primeira visão do Tesouro, de revesgueio, surgindo no final da fenda,
é daquelas coisas que pedem um "Uau" -- e não há
quem não solte um, mesmo nessas línguas desprovidas de vogais
tipo alemão ou uzbequistanês.

As ruínas de Petra já seriam impressionantes onde quer que estivessem - mas a sua localização logo depois do canyon estreitinho e interminável é o que faz da viagem a Petra uma aventura saída diretamente dos livros de Tintim.
Não é por acaso que a seqüência final de "Indiana Jones e a Última Cruzada" foi filmada aqui; o difícil é acreditar que isto já existia, que não foi o pessoaldo Spielberg que construiu e depois deixou para trás.
Fonte: www.proximodestino.tur.br

Bandeira da Jordânia
Se não fosse a má reputação do Oriente Médio no quesito paz, a Jordânia estaria bombando com o turismo. Isso porque o país abriga a magnífica cidade de Petra, com seus monumentos esculpidos diretamente na rocha de um grande cânion no deserto.
O lugar foi a capital do povo nebateu, que viveu na região há 2 mil anos. A visão é espetacular: entre penhascos e desfiladeiros, espalham-se construções grandiosas de uma cidade que, no seu apogeu, chegou a ter 30 mil habitantes. Muitos dos resquícios históricos de Petra ainda estão, até hoje, soterrados pelas areias do deserto. Mas o que já veio à tona é fascinante o suficiente não é à toa que o diretor Steven Spielberg tenha rodado o filme Indiana Jones e a Última Cruzada por lá.
Hoje a capital é Amã, 300 quilômentros ao norte, mas Petra continua sendo o grande tesouro desse país pobre, que mais parece uma pequena peça em um gigante e complicado quebra-cabeças. Com apenas 89,2 mil quilômetros quadrados, a Jordânia faz fronteira com a Síria, o Iraque, a Arábia Saudita, Israel e a Cisjordânia.
Mas, apesar da vizinhança, é um lugar bastante pacífico, onde o rei Abdullah sucessor do rei Hussein, que morreu em 1999, depois de quase 47 anos de poder se empenha em controlar o fundamentalismo islâmico e manter o equilíbrio entre a maioria palestina e as tribos beduínas naturais do país, de 5,5 milhões de habitantes.
O povo é para lá de hospitaleiro, a ponto de convidar você para entrar em casa sem querer vender nada em troca da gentileza. E, se você esquecer suas coisas na rua, é bem provável que vá encontrá-las intactas horas depois. Ou seja: vida de Indiana Jones, só no cenário. Todo o resto é moleza.

Beduínos e Spielberg no coração do deserto
Fonte: viajeaqui.abril.com.br
Capital: Amman
Idioma: árabe
Moeda: dinar jordaniano
Clima: árido
Fuso horário (UTC): +2 (+3)
Encravada no deserto, a cidade era a antiga capital do povo nabateu há 2000 anos atrás e é considerada uma das jóias da arqueologia. Para se chegar na cidade é necessário passar por um desfiladeiro de 1.2 km, para poder apreciar os edifícios escavados na própria rocha, como o Tesouro, o Monastério e o Local do Sacrifício.
Com origem anterior à chegada dos romanos, é somente sob o domínio desses que se desenvolve, tendo sido um importante porto comercial para as mecadorias que vinham da Índia. As ruínas romanas foram parcialmente reconstruídas, com arcos gigantes, avenidas ladeadas de colunas colossais, anfiteatros e banhos.
Conhecida principalmente por seus magníficos mosaicos da era bizantina, sendo o mais famoso o Mapa de Mabada, com dois milhões de peças que mostra o Nilo, o Mar Morto e Jerusalém. O local está sendo restaurado como um Parque Arqueológico, que inclui as igrejas do século VII da Virgem e a do Profeta Elias, e o Hall do Hipódromo com mosaicos impressionantes.
Fonte: www.geomade.com.br
Nome Oficial: Al Mamlakah al Urduniyah al Hashimiyah (Reino de Hachemita
da Jordânia)
Capital da Jordânia: Amã
Área: 92.342 km² (112º maior)
População: 5,350 milhões (2005)
Idiomas Oficiais: Árabe
Moeda: Dinar Jordaniano
Nacionalidade: Jordaniana
Principal Cidade: Amã, Az-Zarqa, Irbid
Fonte: www.webbusca.com.br
Nome oficial: Reino de Hachemita da Jordânia (Al-Mamlaka al-Urdonnyia
al-Hashemiya).
Nacionalidade: jordaniana.
Data nacional: 25 de maio (Independência).
Capital: Amã.
Cidades principais: Amã (963 490), Az-Zarqa (344 524), Irbid
(208 201), As-Salt (187 014) (1994).
Idioma: árabe (oficial).
Religião: islamismo 92% (sunitas), cristianismo 8% (1995).
Localização: oeste da Ásia.
Hora local: +5h.
Área: 97 740 km2.
Clima: árido subtropical.
Total: 6,7 milhões (2000), sendo árabes palestinos
60%, árabes jordanianos 37,7%, circassianos 1%, armênios 1%,
chechênios 0,3% (1996).
Densidade: 68,55 hab./km2.
População urbana: 73% (1998).
População rural: 27% (1998).
Crescimento demográfico: 3% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 4,86 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 69/71,5 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 26 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 10,2% (2000).
IDH (0-1): 0,721 (1998).
Forma de governo: Monarquia parlamentarista.
Divisão administrativa: 5 províncias.
Principais partidos: Centristas Independentes, Frente de Ação
Islâmica, Partido Nacional Constitucional (NCP).
Legislativo: bicameral - Senado, com 40 membros apontados pelo rei;
Casa dos Representantes, com 80 membros eleitos por voto direto. Com mandatos
de 8 e 4 anos, respectivamente.
Constituição em vigor: 1952.
Moeda: dinar jordaniano.
PIB: US$ 7,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 3% (1998).
PIB indústria: 26% (1998).
PIB serviços: 71% (1998).
Crescimento do PIB: 5,4% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 1 150 (1998).
Força de trabalho: 1 milhão (1998).
Agricultura: legumes e verduras, frutas, amêndoas.
Pecuária: ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 552 t (1997).
Mineração: sal de fosfato, sais de potássio.
Indústria: química, refino de petróleo, alimentícia,
produtos minerais não metálicos.
Exportações: US$ 1,8 bilhão (1998).
Importações: US$ 3,8 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: Iraque, Alemanha, Índia, Itália,
Arábia Saudita, EUA.
Efetivo total: 104,1 mil (1998).
Gastos: US$ 537 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net